Borghi Júnior faleceu em São Paulo – SP em 26 janeiro 2015 terça-feira, jan 27 2015 

Imagem captada do blog de Milton Neves, Terceiro Tempo

Imagem captada do blog de Milton Neves, Terceiro Tempo

Tributo ao tio Borghi, casado que foi com tia Durva(lina), irmã de minha mãe Adalgisa [Dalza], pais dos primos Débora, Darlene, Dante e Denis.

Além de narrador esportivo de rádio, Borghi Júnior foi professor de Educação Física e lecionou em uma escola na Zona Oeste da capital paulista por mais de 10 anos. Atuou nos últimos anos de vida com uma empresa de Relações Pública, também em São Paulo. 

Nascido no dia 15 de abril de 1931, em São Paulo-SP, deixa quatro filhos e cinco netos.

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‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’ – Jornal O Globo terça-feira, jan 13 2015 

Recebi a indicação deste desabafo e tributo dos pais de Alex Schomaker Bastos de meu primo PR.

‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’

Pais de Alex Schomaker Bastos escrevem carta para o estudante, morto por ladrões na semana passada em Botafogo

POR ANDREI BASTOS E MAUSY SCHOMAKER

13/01/2015 5:00

Estudante de biologia Alex Schomaker Bastos, morto a tiros por ladrões em Botafogo – Reprodução / Facebook

“Alex, esta carta é para você ler onde quer que esteja, já que você nos foi tirado pela incompetência do Estado. O do Rio de Janeiro e o do Brasil.

Esta carta é para você, que estudou em bons colégios porque nós, seus pais, tivemos condições de te dar o melhor estudo possível.

Esta carta é para você, tão elogiado pelos seus professores desde o primário até o final da Faculdade de Biologia da UFRJ e da Faculdade de Educação. Para você, que vai receber seu diploma no próximo dia 26, mas um diploma post-mortem que nós receberemos, com muito orgulho, em seu nome.

Esta carta é para você, que no memorial descritivo para o mestrado em Biologia, também na sua querida Universidade Federal do Rio de Janeiro, escreveu que gosta de ciência e tecnologia desde pequeno, que se interessa pela origem e pela história da VIDA, estudando com muito interesse a evolução, os fósseis e a bioquímica, e que teve seu interesse despertado para as ciências quando recebeu de presente de Natal um kit de química experimental. Você disse no seu memorial descritivo que, a partir daquele instante, sabia que queria fazer algo relacionado à ciência e à vida. Que ironia.

Nós, seus pais, estamos escrevendo esta carta para pedir desculpas por não termos conseguido te proteger da violência de uma cidade abandonada e entregue à própria sorte.

Te pedimos desculpas por não termos te protegido dos assassinos, provavelmente jovens, que não tiveram uma família como a sua. Infelizmente, filho, nós, que te ensinamos a perdoar, não estamos seguindo o que tanto te ensinamos: Filho, não temos condição de perdoar.

Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos. Não perdoamos os assassinos, não perdoamos os governantes, não perdoamos as autoridades. Mas temos que te dizer que estamos tentando ter confiança na Justiça. Que os seus assassinos serão presos e receberão uma pena justa. Não queremos vingança. Lembre-se que nós sempre te ensinamos a não ser vingativo.

Esta carta é para te lembrar que este ano o Rio de Janeiro vai fazer 450 anos e muitas comemorações estão programadas. Mas você não vai assistir a nenhuma porque foi assassinado com SEIS TIROS no ponto de ônibus da Rua General Severiano, porque você prefere pegar o ônibus 434. E no Rio de Janeiro que comemora 450 anos, é crime escolher o ônibus favorito.

Esta carta é para te lembrar que o novo/velho governo escolheu como lema “Brasil, pátria educadora”.

Meu filho, nos despedimos pedindo perdão por não termos conseguido te proteger. Jamais nos perdoaremos.

EU SOU ALEX, SEMPRE”.

via‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’ – Jornal O Globo.

Benedicto Calixto 2 – E quarta-feira, nov 19 2014 

A segunda parte do PPS “Benedito Calixto, o pintor das praias paulistanas”, desta vez com a pintura histórica e religiosa de Benedito Calixto.

“Sent: Monday, November 17, 2014 8:40 PM

Amigos:
Conforme lhes prometi na última apresentação, envio agora a segunda parte do PPS “Benedicto Calixto, o pintor das praias paulistas”, mostrando desta vez,  sua pintura histórica e a religiosa.
A propósito, como muitos me perguntaram, sou bisneto do pintor.
Abraços,
Gilberto Calixto Rios” 

Clique para abrir o arquivo em extensão “pps”

Benedicto Calixto 2_de Gilberto Calixto Rios_mens receb 17nov2014

Super-heróis no enterro de um garotinho – MyHeritage Blog em português quarta-feira, out 8 2014 

A homenagem ao filho que morreu de câncer aos cinco anos de idade.

Tocante!

Super-heróis no enterro de um garotinho.

Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, O anjo de Hamburgo domingo, mar 9 2014 

Dentre as inúmeras mulheres que honram a Humanidade, lembrei-me de Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa, “O Anjo de Hamburgo”, cuja biografia, na Wikipédia, a enciclopédia livre, se inicia assim: Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa (Rio Negro, Paraná, 5 de dezembro de 1908 — São Paulo, 3 de março de 2011) foi uma poliglota brasileira que prestou serviços ao Itamaraty, tornando-se a segunda esposa do escritor João Guimarães Rosa. Aracy também é conhecida por ter seu nome escrito no Jardim dos Justos entre as Nações, no Museu do Holocausto (Yad Vashem), em Israel, por ter ajudado muitos judeus a entrarem ilegalmente no Brasil durante o governo de Getúlio Vargas. A homenagem foi prestada em 8 de julho de 1982, ocasião em que também foi homenageado o embaixador Luiz Martins de Souza Dantas. Ela é uma das pessoas homenageadas também no Museu do Holocausto de Washington (EUA). É conhecida pela alcunha de “O Anjo de Hamburgo”. Leia mais em: Aracy de Carvalho Guimarães Rosa na Wikipédia

Recomendação na Wikipédia: Arqshoah Arquivo Virtual Holocausto e Antisemitismo ROSA, Aracy Moebius de Carvalho Guimaraes

RESUMO DO LIVRO JUSTA. ARACY DE CARVALHO E O RESGATE DE JUDEUS: TROCANDO A ALEMANHA NAZISTA PELO BRASIL Mônica Schpun [Editora Civilização Brasileira; 2011] conta a emocionante história de duas mulheres que tiveram seus destinos entrelaçados pela resistência à intolerância extrema nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial e durante o conflito. Uma era brasileira, chefe do setor de passaportes do consulado brasileiro em Hamburgo. A outra, alemã, judia, mulher de um bem-sucedido cirurgião dentista. As duas, jovens na década de 30, tiveram papel decisivo na fuga para o Brasil de judeus perseguidos pelo nazismo.Aracy trabalhava no mesmo consulado em que o escritor Guimarães Rosa, seu marido, iniciava a carreira diplomática como cônsul adjunto. Em 1938, a perseguição aos judeus levou Maria Margarethe Bertel Levy e o marido a procurarem a funcionária Aracy na tentativa de deixar a Alemanha nazista. A partir deste encontro as duas mulheres: a brasileira Aracy em Hamburgo e a alemã Margarethe em São Paulo criaram uma rede de solidariedade e construíram uma rota de fuga para judeus da Alemanha rumo ao Brasil.As duas tiveram que driblar um contexto histórico duplamente hostil: na Alemanha, os primeiros anos do Terceiro Reich e a Segunda Guerra; no Brasil, a Era Vargas (1930-1945) , que criou uma política migratória restritiva e de constrangimentos para judeus. A partir de variada bibliografia, documentos anteriormente ocultos e entrevistas, Mônica Schpun conta a relação entre estas duas mulheres de fibra e reconstrói a cidade de Hamburgo das primeiras décadas do século XX. A autora mostra o modo como a intensificação da perseguição aos judeus ocorreu e a maneira como eles procuraram contornar as formas de repressão. No Brasil, a autora focaliza a cidade de São Paulo da primeira metade do século. Foi lá que a maior parte dos judeus salvos por Aracy e Margarethe veio a se instalar, integrando-se a um tecido urbano emergente, precisando lidar, cada um a seu modo, com a bagagem trágica trazida da Europa. Em Justa, a autora acompanha os cinqüenta anos de vida e deslocamentos destas famílias e reconstrói, com um riquíssimo trabalho de pesquisa, a história de Aracy e Margarethe e da amizade que atravessou o século XX e salvou vidas. Fonte: Grupo Editorial Record

Fonte: Sinopse do livro Net – Justa. Aracy de Carvalho e o resgate de judeus: trocando a Alemanha nazista pelo Brasil

Saber-Literário : FRED FIGNER = Casa Edison; Odeon; Retiro dos Artistas em Jacarepaguá – RJ segunda-feira, fev 24 2014 

Recebi da prima Melinha um texto, com fotos, sobre Fred Figner.

Em “busca”, encontrei a origem do texto enviado no corpo da mensagem de e-mail.

Emocionante!

Saber-Literário : FRED FIGNER.

Últimos Desejos | Kombi | Volkswagen quinta-feira, jan 9 2014 

Imperdível. Fui direcionada a essa pérola pela publicação, na revista Superinteressante, Edição “verde” 327, dezembro/2013, página 27, Editora Abril:

Os últimos desejos da Kombi_anúncio na Superinteressante dez2013 ed 327 Editora Abril

No final da mensagem publicitária, há a recomendação para acessar = vw.com.br/kombi

Acesse o “link” abaixo com tempo, para ver as histórias completas e acompanhar as entregas das “retribuições” da Kombi a pessoas especiais que fizeram parte da vida dela.

Últimos Desejos | Kombi | Volkswagen.

Kanchanaburi e a Ponte sobre o rio Kwai; anexo em Power Point com música e créditos quarta-feira, set 11 2013 

Recebi um anexo, Power Point, do primo Sérgio e procurei algumas informações (que não fossem apenas sobre o filme) e as insiro antes de postar o anexo.

Encontrei, também, no jornal “Folha de São Paulo”, de 12/09/2005, as informações do “link” abaixo:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u5288.shtml

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Kanchanaburi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Localização:

A cidade está localizada a aproximadamente 560 km ao norte de Bangkok,  capital da Tailandia.  Ela está localizada onde os rios Kwai Noi e Kwai Yai convergem para o rio Mae Klong, é um local popular para os turistas, a sua localização à beira de uma montanha mantêm a cidade mais fria do que o outras províncias da região central da Tailândia.

A cidade possui duas grandes áreas comerciais:  a área central da cidade que consiste em várias ruas com prédios de escritórios, lojas e um shopping center, e a área ribeirinha mais a oeste, ao longo do rio onde estão localizados principalmente pequenos hotéis e lojas para turistas.

Ferrovia da Morte

Em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial,  Kanchanaburi estava sob o controle das tropas japonesas. Foi aqui que prisioneiros de guerra aliados e asiáticos foram forçados a construir uma ponte, um evento imortalizado no filme A Ponte do Rio Kwai.  Quase metade dos prisioneiros [cerca de 16 mil] que trabalharam no projeto morreu de maus tratos, doenças e acidentes.

Em Kanchanaburi,  há um memorial e dois museus para comemorar os mortos. A cidade é também o lar de “Kanchanaburi War Cemetery “.

via Kanchanaburi – Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Agora, sim, abrir o anexo com crédito e som da música tema do filme “A ponte sobre o rio Kwai”, pois, nos “slides” finais, a língua utilizada não é o português.

MOST_NA_RZECE_KWAI_A Ponte sobre o rio Kwai_com som

Donna Summer – Mac Arthur Park – YouTube sexta-feira, maio 18 2012