O terrível mundo dos comentários na Internet – Superinteressante segunda-feira, fev 16 2015 

De debates todos gostamos. Antes de seguir a leitura da sugestão abaixo, leia a postagem, neste blog, sobre um debate religioso (humor) entre uma igreja católica e uma igreja presbiteriana sobre a afirmação “todos os cães vão para o céu”.

De modo bem humorado (em inglês), a discussão jamais terá fim. Aparentemente, isso acontece com os comentários na internet.

https://maluber2.wordpress.com/2011/09/29/all-dogs-go-to-heaven-debate-religioso-humor/

“Por que sites de notícias e redes sociais são infestados de comentários cheios de ódio, rancor e extremismo? O que são haterstrolls? Do que se alimentam? Como identificá-los?”

É do que você tomará conhecimento se clicar abaixo.

Aproveite para ler os comentários que seguem o texto.

Superinteressante! Ah, esse também é o nome da revista da Abril e o texto é de outubro/2014.

O terrível mundo dos comentários na Internet – Superinteressante.

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Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria* quarta-feira, out 29 2014 

Comprei a minha revista no dia 10/10/2014 e só neste momento estou podendo recomendar a compra e a leitura dela.

Fiquei muito contente, pois, dentre os excelentes textos,  nas páginas 20 e 21, “Como eu faço?”, “Manual de Boas Maneiras”, o texto de Carla Pimentel, ilustração de Giovana Medeiros, “Sua origem, sua história”, trata de árvore genealógica: na dica de número 4, Organize os dados, há a recomendação para o site MyHeritage.Com.

Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria*.

Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria* quinta-feira, ago 28 2014 

Edição agosto/setembro 2014 – Venda Exclusiva: Droga Raia. R$ 3,50.

Visite o “link” abaixo

Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria*.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria domingo, jul 6 2014 

À venda nas lojas da Droga Raia.  Adquira a sua! R$3,50.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria.

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria segunda-feira, dez 23 2013 

À venda em qualquer loja da Droga Raia:

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria.

Era Virtual Museus – Visitas Virtuais terça-feira, dez 17 2013 

Indicação da revista História Viva impressa, página 10, ano VII, n.º 78, Duetto Editorial, com o título

Exposições na tela do computador – Visitar 12 museus brasileiros em um dia pode parecer impossível. O site Era Virtual, no entanto, promete transformar isso em realidade ao criar visitas virtuais gratuitas a instituições de quatro estados brasileiros: Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás e Pernambuco.

Atualmente, já é possível ver na tela do computador os acervos do Museu de Artes e Ofícios (MG), do Museu Nacional do Mar (SC), da Casa de Cora Coralina (GO), do Museu Victor Meirelles (SC) e do Museu do Oratório (MG). Na sequência, outras seis instituições mineiras e uma pernambucana ganharão suas versões eletrônicas.

Para digitalizar os museus, os idealizadores do projeto fotografaram os espaços de exposição e seus acervos, para, em seguida, filmá-los em diversos ângulos e em alta definição. O sistema utilizado permite ao visitante virtual entrar no museu, avançar, aproximar-se de alguma obra ou voltar no momento em que quiser, sem itinerário obrigatório. O projeto pretende ajudar a suprir uma das carências culturais do país: segundo pesquisas, 92% da população brasileira nunca foi a um museu”.

Era Virtual Museus – Visitas Virtuais.

Na página principal, clique em “Visita Virtual” e saberá quais museus já estão disponíveis.

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Site da revista: http://www.historiaviva.com.br

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! Recebido em 18/11/2013 terça-feira, nov 19 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: qual o amigo mais diferente que você já fez?

Estamos procurando relatos de amizades improváveis, de pessoas que, aparentemente, não combinam, mas que acabaram virando amigas e construindo uma relação sólida e especial. Podem ser histórias como:

– Quando a conheci, ela era a menina mais bagunceira da escola e eu, a representante de classe. Acabamos fazendo um trabalho em grupo e descobri na minha colega uma grande amiga, que me ensinou a levar a vida com mais leveza.

– Conheci meu amigo em uma viagem de férias com a turma. Cheguei atrasadíssimo para a partida e ele, muito pontual e organizado, ia me deixando para trás. Quando nos conhecemos melhor, descobrimos que, fora a organização, temos muito em comum.

– Minha amiga é daquelas pessoas sérias, que levam tudo com firmeza. O incrível é que eu admiro seu jeito ajuizado de viver e ela gosta da minha maneira alegre, de dar risadas com o que me acontece. Quando nos veem juntas, ninguém acredita que somos tão próximas!

– Tenho 66 anos e meu melhor amigo tem a metade da minha idade. Gostamos muito de conversar sobre diversos assuntos. Ele me ensina a ver a vida com outros olhos.

– Tenho uma amiga que adora viajar, fazer coisas novas e não para um minuto sequer! Eu gosto mesmo é de ficar em casa, sem muitas emoções. Não temos nada em comum, mas ela está sempre por perto quando preciso. Foi com ela que vi que podia deixar meus preconceitos para trás: uma boa amiga vai além das aparências.

– Conheci meu amigo na faculdade e estávamos sempre juntos. Depois, ele se tornou empresário e hoje tem um excelente salário. Eu resolvi fazer trabalhos sociais. Nossos estilos de vida são opostos, mas nossos laços continuam fortes. Estamos juntos nos momentos alegres e nos difíceis: uma amizade verdadeira vai além do dinheiro.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: www.revistasorria.com.br

Também estamos no Facebook: www.facebook.com/revistasorria

Muito obrigado!

Equipe Sorria

(11) 3024 2444

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! – de 07 de outubro de 2013 terça-feira, out 8 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: qual a melhor coisa que já fizeram por você?

Estamos procurando relatos de pessoas que foram alvo de generosidade. Daquelas atitudes gratuitas, feitas sem esperar retribuições, grandes ou pequenas, mas cheias de significado para quem recebe. Podem ser histórias de pessoas como:

– Um jovem que foi morar em uma cidade distante e foi acolhido por alguém que não cobrou nem pediu nada em troca, feliz em poder ajudar.

– Uma pessoa que estava com problemas de saúde e encontrou um benfeitor: seja alguém que ajudou financeiramente ou com cuidados.

– Um profissional que, no início da carreira, encontrou uma pessoa que lhe ensinou tudo que sabia e lhe mostrou os caminhos do ofício, sem ser sua obrigação ou ganhar nada em troca.

– Uma pessoa que, no momento em que mais precisava, ganhou de um desconhecido um ouvido e um ombro amigo, que lhe apoiou e ajudou a enxergar as dificuldades com mais clareza.

– Alguém que recebeu um rim ou outra parte do corpo para sobreviver e, com esse ato de generosidade, passou a ter uma nova vida.

– Uma pessoa que, sem pedir, ganhou de alguém algo necessário que não conseguia pagar: um computador para estudar, a viagem para ver um parente no fim da vida, o equipamento que precisava para começar a trabalhar…

Alguém que fez algo errado contra outra pessoa, arrependeu-se, foi perdoado por ela e, acima de tudo, tornaram-se grandes amigos.

– Uma estudante que teve seu curso custeado por alguém – e esse alguém nunca pediu nada em troca.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: www.revistasorria.com.br

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Muito obrigado!

Equipe Sorria

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Cidades sem Fome: Revista Sorria edição 34, out/nov/2013 domingo, out 6 2013 

A revista “Sorria para ser feliz agora”, edição n.º 34, outubro/novembro/2013, Editora Mol, já está à venda nas lojas da Droga Raia.

A capa é: Você é feliz com seu trabalho?

Na seção Gente que faz, “Semeando o futuro”, texto de Jéssica Martineli; foto de Ilana Bar, Hans Dieter Temp, gaúcho, administrador de empresas ameniza a pobreza por meio de hortas comunitárias, diminuindo a fome e gerando emprego e renda, como fundador da ONG Cidades Sem Fome que, desde 2004, cria hortas comunitárias na Zona Leste de São Paulo. A iniciativa já beneficiou 2.000 mil pessoas. Em 2011, a ONG recebeu um prêmio internacional como iniciativa a ser replicada. [Trecho redigitado da página 42, revista Sorria]

Passe numa das lojas da Droga Raia, compre a revista e  leia não apenas essa recomendação, mas a revista inteira.

Visite, abaixo, o “link” indicado nessa mesma revista:

Cidades sem Fome.

Sorria 33 by Editora MOL – folheie a revista segunda-feira, set 30 2013 

Depois de folhear a revista, assim que passar por uma das lojas da Droga Raia, adquira a sua revista impressa.

Entenderá por que merece ser aguardada e comprada a cada edição.

ISSUU – Sorria 33 by Editora MOL.

Sorria Nº 33. A força do bom humor | Revista Sorria – à venda na Droga Raia segunda-feira, ago 12 2013 

Sorria Nº 33. A força do bom humor | Revista Sorria.

Sorria Nº 32. Até onde você pode ir? | Revista Sorria quarta-feira, jun 19 2013 

Adquira a sua edição impressa numa das unidades da Droga Raia.

Sorria Nº 32. Até onde você pode ir? | Revista Sorria.

Nova Sorria já à venda! Edição n.º 20 sábado, jun 11 2011 

 
 

A nova Sorria já está à venda!
Clique e confira os destaques da edição 20, que acaba de chegar às lojas

Treine seu cérebro e concorra a um prêmio
Quer ganhar o livro “Prazeres Simples”, da Sorria? Então seja um dos primeiros a resolver os desafios que preparamos para os seus neurônios!
Clique aqui e saiba mais

   
 

O desafio de ir e vir
Veja os vídeos dos bastidores da seção Cuidar da Sorria 20. Nossa estagiária Juliana Dias sentiu na pele como é enfrentar as ruas de São Paulo dependendo de cadeira de rodas, muletas, bengala e empurrando carrinho de bebê.
Boca no trombone!
Já passou por alguma situação em que as palavras ficaram entaladas na sua garganta? Inspirados pelo tema da nova Sorria, que é “conversa”, saímos às ruas perguntando às pessoas: o que você gostaria de dizer, mas faltou coragem?
Olimpíadas da Lama
Na seção Movimentar da Sorria 20, falamos sobre esportes praticados em pleno barro. No nosso site, você sabe mais – e confere várias imagens – sobre as curiosas Olimpíadas da Lama, que acontecem todo ano em Santa Catarina.

EDITORA MOL Rua Andrade Fernandes, 303, sala 3, Alto de Pinheiros, São Paulo / SP
contato@revistasorria.com.br | (11) 3024-2444

Seu amigo psicopata – SUPERINTERESSANTE quarta-feira, nov 10 2010 

 Dentre as publicações (conteúdos) da revista Superinteressante, esta do mês de julho de 2006 é imbatível.

Leia: o link permite a leitura pelo fato de ser um arquivo on-line.

Tudo a ver com o que a Super de novembro/2010 traz, mas que só pode ser lido na revista:

CAÍMOS NOS GOLPES DA INTERNET
Respondemos e mandamos dinheiro para todas as lorotas virtuais que recebemos. O resultado você vê aqui [Super de nov/2010].

Seu amigo psicopata – SUPERINTERESSANTE

Por que o brasileiro lê pouco? terça-feira, nov 9 2010 

Em “Respostas”, página 42, texto de Raphael Soeiro, Superinteressante, edição 284 – nov/2010, capa “Deus, uma biografia”.

Além de a leitura não vir de casa, a escola mais atrapalha que ajuda”.

Aos apressados, antes de criticar a Superinteressante, melhor ler o texto.

Aos hipócritas fariseus: em “Oráculo”, página 52, ler a resposta à pergunta: “É coerente acreditar em Deus e também em Darwin?”.

Adoro as respostas de “Oráculo”, que essa seção tenha vida longa!

Quer ser um entrevistado da revista "Sorria pra ser feliz"? quarta-feira, out 27 2010 

Então, leia o pedido de Dilson Branco para os contatos:

Olá, pessoal! Como sempre, lá venho eu pedir a ajuda de vocês para encontrar entrevistados para a revista Sorria. Procuramos pelos seguintes perfis:

1. Alguém que tinha preconceito com relação a uma pessoa, venceu esse preconceito e acabou ganhando um grande amigo ou um namorado(a). Pode ser qualquer tipo de preconceito: cor da pele, religião, classe social… Por exemplo: alguém que, sem conhecer direito o vizinho, mantinha distância por ele ser negro, índio, muçulmano, judeu, chinês, coreano, nordestino, pobre ou seja lá o quê. Mas aí um dia precisou pedir ajuda, algo emprestado ou coisa assim, e acabou conversando e percebendo que tinha mais coisas em comum do que diferenças, tornando-se um bom amigo.

2. Alguém que pediu perdão por algo grave. Alguém que tenha causado um forte sofrimento em outra pessoa, mas que tenha se arrependido e pedido perdão. Que tenha sofrido muito com a culpa, mas que depois de pedir o perdão se sentiu mais leve. E que tenha mudado algum hábito na vida, comprovando seu arrependimento. Por exemplo:

– Alguém que tenha causado um acidente em que outra pessoa morreu ou ficou com alguma sequela grave. E que hoje faça algum tipo de campanha de prevenção a acidentes desse tipo.

– Familiares que brigaram, se separaram durante um tempo e depois se reconciliaram. Um pai que se afastou por causa de algum vício, um filho que se sentia injustiçado, irmãos que se enfrentaram na justiça por causa de herança…

Procuramos também pelas pessoas que perdoaram.

3. Alguém que se perdoou. Pessoa que se sentia culpada por algo que fez ou deixou de fazer, mas hoje entende que não tinha responsabilidade pelo fato, e se sente em paz. Por exemplo:

– Médico que perdeu um paciente. Se sentiu culpado por um bom tempo, mas depois percebeu que fez tudo o que poderia, e que a morte era inevitável.

– Pai/mãe cujo filho morreu (num acidente, de alguma doença…). No início, a pessoa achava que poderia ter feito alguma coisa para salvar. Mas depois de algum tempo percebeu que não foi culpa sua.

4. Alguém que cumpriu uma promessa de fim de ano. Alguém que prometeu em algum réveillon que iria emagrecer, parar de fumar, ter mais tempo para a família ou alguma coisa assim, e que cumpriu. Procuramos por resoluções voltadas a hábitos saudáveis/bem-estar, pois a seção é sobre saúde.

5. Crianças que gostem de brincar na piscina. Uma turma de amigos, vizinhos, primos que adore fazer brincadeiras na piscina, como caça ao tesouro, corrida de boia etc. Podem ser também adolescentes, jovens ou até mesmo adultos.

Vocês conhecem alguém que se encaixe em alguma dessas descrições?

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: http://www.revistasorria.com.br/site/o-projeto/

Obrigado!

Abraço,

Dilson Branco

dilson@editoramol.com.br

MOL

http://www.editoramol.com.br

(11) 3024-2449.

Sorria 16 à venda! | Revista Sorria* quarta-feira, out 13 2010 

 

Notícias da Sorria

Sorria 16 à venda!

Texto: Da redação

Sorria 16 à venda!

AumentarDiminuir

Mudança é o tema da edição nº 16 da Sorria, que acaba de chegar às lojas da Droga Raia. Assim que você bater o olho na capa, vai ver que o mote não está restrito aos textos das matérias: fizemos uma pequena transformação na diagramação de nossa capa, ampliando a foto para além das margens brancas que costumávamos ter. Assim, damos mais destaque para a imagem, valorizando o sorriso das fofuras que tradicionalmente estampam nossa primeira página.

O recheio da edição destrincha o tema com belas histórias de vida. Na matéria de capa, temos três relatos não só sobre o que conseguimos transformar em nossa vida, mas também sobre aquilo que é imutável. Como Clênio Borges, que tentou ignorar sua orientação sexual, mas acabou rendendo-se a ela – e descobrindo a alegria de nos assumirmos como realmente somos. Cláudio Barbosa conta como é sua luta diária para vencer a obesidade. E Diza Gonzaga mostra como transformar em esperança um trauma tão triste quanto inesquecível.

O tema da edição também aparece na seção Trabalhar, que mostra como, às vezes, uma carreira pode comportar diversas profissões. E na matéria “Decoração de contato”, que ensina a mudar o visual da casa usando adesivos de parede. As dicas culturais abordam o outro lado da questão, trazendo um filme, um livro, um disco e um site que nos ajudam a aceitar aquilo que não depende de nós.

Na seção Amar, reunimos uma série de relatos mostrando quais são as maiores conquistas da infância. Tem de tudo: desde gente que largou chupeta, berço e mamadeira no mesmo dia até quem aprendeu a dirigir como os caminhoneiros que sempre admirou.

Cuidar, na página 22, traz as conclusões de nossa repórter sobre o lixo: durante três semanas, ela ficou reparando nos tipos de resíduos que gera e pesquisando o descarte mais sustentável para cada um deles.

O ingrediente da vez na seção Comer é o mel, matéria-prima para três deliciosas receitas, incluindo um drink incrível. E a Sorria 16 também fala de saudade, integração social de deficientes, atividades físicas para se praticar à noite, como transformar uma ideia em lei, sites que estimulam nossa consciência política e a trupe de palhaços que deixa o dia a dia do GRAACC mais agradável e divertido.

Para comprar a sua – e assim contribuir com o tratamento de crianças e adolescentes com câncer –, basta ir a uma das mais de 300 filiais da Droga Raia. Também é possível adquirir seu exemplar pela internet.

Escreva para a gente dizendo o que você achou da edição. Esperamos que você goste!

Escrito às 14h05 do dia 05 de outubro de 2010

Sorria 16 à venda! | Revista Sorria*

Sorria Nº 15 está à venda na Droga Raia sexta-feira, ago 13 2010 

Como é bom colaborar com o GRAACC por meio da compra da revista Sorria para ser feliz, Editora Mol.

A de número 15 já está à venda nas filiais da Droga Raia: a minha já está comprada e, se não inteiramente lida, está à mão.

R$2,50 – valor que, descontados os impostos, é 100% revertido para o Sou fã de criança GRAACC.

Na compra da revista, ajudamos a combater o câncer infantil.

Tem prestação de contas das arrecadações e, importante,

O SONHO FICA REAL – As obras de ampliação do GRAACC começam em setembro. Sorria bancará metade da construção da primeira etapa.

Quer mais? Então compre a revista, agora!

Sorria Nº 15. Paixão | Revista Sorria*

Sucesso: ser bem sucedido ou realizado? quarta-feira, jul 14 2010 

Leitura de revistas: como é gostoso quando as informações de diferentes publicações se completam

A edição da revista “Sorria para ser feliz agora”, número 13, maio/abril/2010, Editora Mol, R$2,50 (esse valor, descontados os impostos, é 100% revertido para o GRAACC, combatendo e vencendo o câncer infantil) que tratou do assunto sob o título “Sucesso pra você”, trouxe estas palavras na capa:

“Sucesso. Pode ser dinheiro, influência, reconhecimento. Ou nada disso. Ser bem-sucedido é atingir a própria meta, mesmo que o resto do mundo coloque outros em primeiro lugar”.

Embora o título desta postagem possa ser criticado, porque a palavra “realizado” costuma ser interpretada como pejorativa, no sentido de acomodação, nada mais a fazer, quem tem consciência plena da palavra “sucesso” sabe, muito bem, que realizado significa que aquela meta foi atingida, que há outras a serem atingidas sem que, para isso, precisemos de holofote, faixas, registro no livro dos recordes etc e tal.

Recomendo, portanto, visto que é uma edição de maio/abril 2010, entrar em “edições anteriores” de

www.revistasorria.com.br

e procurar a imagem de capa de um garoto simpático, de óculos, com um sorriso de mostrar todos os dentes, com os braços levantados de quem acabou de ser bem sucedido e ler o texto “Sucesso pra você”.

Complementando as informações contidas no editorial “Faço, logo exito”, da editora-chefe Roberta Faria, li as matérias e as recomendo:

Matéria de capa da Superinteressante, Editora Abril, julho/2010: “Sucesso”; “Pela primeira vez, começamos a entender quais são os fatores que levam ao sucesso. Treino tem a ver. Fracasso também. Descubra por que algumas pessoas se dão bem na vida – e veja o que você pode fazer para chegar lá”.

Matéria da revista Veja, Editora Abril, edição 2172 – 07/07/2010 – Carreira, O esforço dos malas com alça…” – para superar os malas sem alça do mundo corporativo e as exigências nem sempre racionais das grandes empresas.

Tudo a ver.

Não publico os links para que os interessados acessem por si mesmos ou comprem as revistas.

Doe tempo (do seu computador) | Revista Sorria* quarta-feira, jul 14 2010 

Texto lido e inserido no meu blog a partir da revista “Sorria para ser feliz agora” on-line

www.revistasoria.com.br

Atenção: ler o texto, link abaixo, até o final, porque se não puder colaborar com o GRAACC – Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer – em dinheiro mensal ou anualmente, o fato de comprar a revista “Sorria, para ser feliz agora”, numa das unidades da Droga Raia, bimestralmente, já é uma forma de coloborar. Se puder oferecer revistas aos amigos (R$2,50), estará divulgando essa forma de colaboração.

Doe tempo (do seu computador) | Revista Sorria*

A 2.ª Guerra Mundial revista – Superinteressante ediçao 269, setembro/2009 terça-feira, set 1 2009 

A 2.ª Guerra Mundial revista e O time que preferiu morrer a perder

O mês de setembro, no Brasil, lembra o Dia da Pátria, em primeiro lugar.

A Superinteressante, edição citada no título, traz, na capa, a chamada para

2.ª Guerra Mundial – Tudo que você sabe pode estar errado: judeus derrotando nazistas, a verdade sobre o Dia D, vexames do Brasil na Europa [não se assuste, leia o texto; meu saudoso tio Francisco Inaba, filho de japoneses imigrantes, pertenceu à Força Expedicionária Brasileira; ficou na Itália durante um ano, noivo de minha tia Aparecida, irmã de minha mãe; sempre tive o maior respeito pela FEB por causa dele, porque cresci ouvindo que fora pracinha, que ficara na Itália durante um ano, ajudei minha tia Cida a redigir uma carta para “Globo Rural”, contando a história desse nissei que lutou contra o Eixo; vi a publicação da carta, com a foto de tio Tetsol fardado; mas desconhecia o que os brasileiros que lutaram, em solo italiano, sob comando dos norte-americanos, passaram no retorno ao Brasil; durante muitos anos os vi em desfiles no Dia da Pátria; hoje são pouquíssimos, claro, alguns em cadeiras de roda, mas lá estão; sabia que os recrutados para a FEB não estavam preparados para combate, para enfrentar o frio; a novela que tratou da imigração italiana mostrou isso, também]. Como uma nova geração de historiadores está mudando tudo que pensávamos sobre o maior conflito da história.

Muito bem, visto que já juntei o mês de setembro, Dia da Pátria, participação dos Heróis da FEB, não me conformo de não ter recomendado, ainda, a formatação em extensão “pps” que montei a partir de uma mensagem que recebi de minha prima Maria Adelaide: O time que preferiu morrer a perder.

Tudo a ver com o texto da Superinteressante, embora eu não tenha conseguido terminar de lê-lo ainda.

O time que preferiu morrer a perder.pps – Windows Live

O fim do Photoshop – SUPERINTERESSANTE sábado, dez 6 2008 

O povo da cratera terça-feira, jan 16 2007 

Da revista "Os caminhos da Terra" (sou assinante)
 
Muito a propósito, só que a cratera foi provocada por um meteoro

O povo da cratera

Fonte:http://www2.uol.com.br/caminhosdaterra/reportagens/171_povo_cratera.shtml


Em plena cidade de São Paulo, um rombo de 3 quilômetros feito por um meteoro abriga um bairro inteiro. E uma comunidade muito especial

Por: Paulo D´Amaro
Fotos: Valdemir Cunha

Que os paulistanos encaram buracos e mais buracos todos os dias no sobrecarregado asfalto de suas ruas e avenidas, todo mundo sabe. Por isso, falar que há uma grande cratera na megalópole pode soar apenas como uma piada. Mas não é. Existe, de fato, um enorme buraco na Zona Sul da capital paulista, capaz de englobar um bairro inteiro. É a Cratera da Colônia, também conhecida como Cratera de Vargem Grande – o nome do distrito que nela se aninhou ao longo dos últimos 18 anos. E agora esse bairro quer virar atração turística.

A Cratera da Colônia é um lugar especial tanto pela sua história geológica quanto pela singular trajetória da comunidade que nela habita. É possível dizer, baseado nesses dois fatores, que se existe um bairro pobre em São Paulo que pode dar a volta por cima em questão de anos, esse é o lugar. A começar pela preciosidade científica que o local abriga. Trata-se de uma formação circular de 3,6 quilômetros de diâmetro, resultado da queda de um meteoro há mais de 3 milhões de anos. É uma das seis crateras de impacto existentes no Brasil e uma das 179 de que se tem notícia no mundo todo. Mas, além dela, apenas outra existente na Alemanha é habitada (confira quadros a seguir).

O mais importante para os cientistas, porém, é o que ela guarda em seu âmago. Tudo indica que, quando surgiu, a cratera era bem mais profunda. Bem no centro da depressão há uma área chamada de turfeira – um acúmulo de material orgânico que pode ter até 450 metros de profundidade. Segundo os pesquisadores, esses sedimentos lamacentos contêm registros das mudanças climáticas nos últimos 4 milhões de anos – sem falar em fósseis de animais e plantas extintos há muito tempo ou mesmo resquícios do proprio meteorito.

Por mais pobre que pareça, o bairro instalado no buraco abriga
um povo cheio de orgulho é otimismo

O mais curioso é que até 20 ou 30 anos atrás ninguém sequer sabia da existência da cratera paulistana. Ao contrário de outras que existem mundo afora, ela tem sua borda oculta sob a densa vegetação da Mata Atlântica. E o desnível relativamente pequeno entre o centro e suas paredes (cerca de 150 metros) também contribuiu para deixá-la escondida por muito tempo.

Os moradores do lugar não tinham a menor idéia de em que buraco estavam se enfiando quando lá foram parar, em 1988. "Só ficamos sabendo dessa história de cratera muito tempo depois", diz o comerciante José da Penha Vitório, o pioneiro do bairro de Vargem Grande. "Quando mudei pra cá, não havia absolutamente nada. Nem caminhão chegava aqui", conta José.

Depois dele, quase 40 mil pessoas escolheram a cratera para morar. As primeiras notícias de que habitavam um lugar especial vieram durante a Rio-92, a grande conferência de meio ambiente sediada pelo Brasil em 1992. Nem os cientistas conheciam o lugar direito. "Certa vez chegou aqui à padaria um professor da USP perguntando onde ficava o ‘buraco’", conta José Francisco da Silva, o "Alemão", proprietário de uma panificadora bem no meio da cratera. "Não tive dúvida: mandei o cara ir direto pela estrada que dá no presídio", diverte-se o comerciante, que foi a sexta pessoa a se estabelecer na cratera, em 1989. "Ué? Aquela prisão é o verdadeiro buraco que temos aqui", diz, referindo-se ao Centro de Detenção Provisória de Vargem Grande – a primeira construção feita no local, em 1987, antes mesmo de os primeiros habitantes irem para lá.

PAULICÉIA SELVAGEM
A Cratera da Colônia fica no extremo sul da capital, na região rural de Pinheiros.

 

1 ONDE CAIU O METEORO
A Cratera da Colônia fica logo ao sul da Represa Billings. Ela tem 3,6 km de diâmetro e 150 metros de profundidade, o que permite ser notada em imagens de satélite como esta.

2 ZONA RURAL
O bairro de Parelheiros, onde fica a cratera, concentra 87% das terras cultiváveis da cidade de São Paulo. O cenário mistura comunidades pobres e belos sítios.

3 REPRESA BILLINGS
Responsável por parte da água consumida na capital, ela tem seus mananciais na área da cratera, o que gera preocupações ambientais.

4 MATA VIRGEM
Ao sul da cratera fica o distrito de Engenheiro Marsilac, que vai até a divisa com Itanhaém. É a região mais desabitada da capital, onde impera a floresta nativa e onde fica o Rio Capivari-Monos, o único curso d’água não poluído da cidade.

O presídio é um dos tormentos de quem vive na cratera. Nem tanto pela periculosidade dos presos – ele passou incólume à onda de rebeliões ocorrida em São Paulo no mês de maio -, mas sim pelo esgoto de 1350 detentos despejado diretamente no Ribeirão Vermelho, que cruza a cratera. Isso porque, em Vargem Grande, a preservação do meio ambiente não é papo de ecochatos. O assunto faz parte do dia-a-dia da comunidade. "A salvação deste lugar é o turismo e precisamos evitar a todo custo a degradação da natureza para poder implantá-lo aqui no futuro", diz o comerciante aposentado Sebastião Carmo Silva, presidente da Associação Comunitária Habitacional Vargem Grande (Achave).

É nesse ponto que fica clara outra peculiaridade da cratera: a gente que nela habita. É impossível não perceber que, mesmo vivendo no limite da pobreza, a comunidade de Vargem Grande destoa de outras populações periféricas. "O povo aqui é diferente, mais alegre e orgulhoso de sua história", diz a professora de geografia Maria Aparecida Sanchez, que saiu de um bairro de classe média na Zona Sul de São Paulo para morar na cratera. "Não vejo na sala de aula a mesma agressividade que há em outros lugares da capital", completa.

Em plena cidade de São Paulo, a cratera exibe trilhas, animais selvagens e vegetação densa

A explicação está nas origens do bairro. Diferentemente de outras comunidades pobres da periferia paulistana, ninguém ali invadiu nada. Todos os terrenos foram comprados pelos moradores no final dos anos 80 e começo dos 90, beneficiados por um programa particular de moradias criado pela União das Favelas do Grajaú – uma entidade comunitária da Zona Sul de São Paulo. "Isto aqui era o Alphaville dos pobres", descreve Sebastião Carmo Silva, referindo-se ao fato de que, no início, tratava-se de um condomínio fechado, onde só poderia habitar quem ganhasse menos de três salários mínimos.

Em outras palavras, cada terreno de Vargem Grande foi conseguido honestamente, sem grilagem ou apropriações indébitas. Fator esse que hoje contribui para o orgulho próprio do bairro. Uma auto-estima que é insuflada diariamente pela rádio Achave (também conhecida como "Rádio Cratera"), a emissora da associação de moradores, uma construção inacabada, bem no alto do anel da cratera. O locutor principal é o próprio presidente da Achave, Sebastião Carmo. Na programação, a música sertaneja se mistura com informações sobre ecologia, recados dos ouvintes são seguidos de explicações científicas sobre a cratera e notícias locais são entremeadas por concursos de conhecimentos gerais.

E, como qualquer líder comunitário, quando não está com o microfone da rádio nas mãos, Sebastião passa horas ao telefone infernizando a vida de secretários municipais e políticos em busca de melhorias para Vargem Grande. Os resultados são surpreendentes. Mesmo estando a 50 quilômetros do Centro de São Paulo, num dos pontos mais pobres e esquecidos da capital, o lugar é visitado com freqüência por políticos e autoridades. […].

Por isso, o local já foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat) e incluído na Área de Proteção Ambiental Capivari-Monos – um verdadeiro oásis natural na Zona Sul de São Paulo, onde fica o único rio despoluído da megalópole, o Capivari-Monos.

LÁ VEM O TREM

Aos poucos, o potencial turístico começa a aflorar. "Todas as semanas levo estudantes, inclusive da USP, pelas cinco trilhas que temos aqui", diz o ex-pintor Antônio Fernando Barbosa, o "Xerife", hoje guia de caminhadas pelo interior da cratera. "Aqui dá pra ver macacos, tatus, pássaros de todos os tipos e até jaguatiricas", revela. "As trilhas são uma coisa espetacular, que nunca alguém imagina poder existir dentro da capital", completa a professora Maria Aparecida Sanchez.

O sonho de transformar a região em atração turística ganhou ares de realidade com duas conquistas importantes recentemente. Primeiro, uma antiqüíssima linha férrea que cruza parte da cratera deve ser reativada. "Será o Trem Turístico de Vargem Grande", diz Sebastião. Além disso, um acordo com bancos deve garantir 700 reais a boa parte dos 7 mil domicílios para que as casas recebam melhorias nas fachadas. "Porque hoje o bairro ainda é muito feio", admite Sebastião, cujo sonho é visitar a outra cratera habitada do mundo, em Ries, na Alemanha.

Enquanto o turismo não vem, os moradores aproveitam para melhorar sua própria vida, sempre de olho no passado e no futuro do lugar. Ações como a construção de escolas e postos policiais pela própria comunidade – sem ajuda da prefeitura – e até mesmo de uma biblioteca de 8mil livros para os jovens são acompanhadas de festejos comemorativos misturados a exposições científicas. Em junho, um meteorito emprestado por um planetário ficou em exposição pública, fazendo a alegria da criançada. Nada mais natural para o povo da cratera.

COISAS DE OUTRO MUNDO

Existem em todo o planeta pelo menos 179 crateras atribuídas a impactos de meteoros. Algumas são pequenas, como a Cratera da Colônia, em São Paulo, com menos de 4 quilômetros de diâmetro. Outras chegam a ser seis vezes maiores, como a Cratera de Ries, na Alemanha, onde também existe gente vivendo, numa cidadezinha de 20 mil habitantes chamada Nördlingen.
E existem aquelas muito mais profundas, como a Cratera de Barringer (à dir.), no Arizona, Estados Unidos, com quase 2 quilômetros de profundidade (dez vezes mais que a brasileira). A mais famosa, porém, é a cratera submersa de Chicxulub, no México, com 180 quilômetros de diâmetro. O impacto do meteoro que a formou, cerca de 65 milhões de anos atrás, é considerado a causa da extinção dos dinossauros, devido ao longo inverno ocasionado pelos detritos lançados à atmosfera. Segundo os pesquisadores, é muito provável que algo semelhante, ainda que em pequena escala, tenha ocorrido em São Paulo, destruindo toda a vida na região.

 

PARA IR MAIS LONGE | Associação Comunitária Habitacional de Vargem Grande (Achave), www.achave.blogger.com.br.



Publicada na ed. 171 | julho 2006

Como escolher o melhor candidato? quinta-feira, set 14 2006 

 

Como escolher o melhor candidato?

Por Flávio Amaral

Superinteressante, setembro de 2006, Super-Respostas para entender o mundo, página 42.

 

            Eu mal tivera tempo para terminar as leituras de Superinteressante e de Os caminhos da Terra – eu pago pelas assinaturas, portanto, não recomendo as leituras para ganhar dinheiro, assim como recomendo textos de revistas ou de jornais aos quais tenho acesso pela Internet “de grátis”, não preciso ser “usada” por pessoas que, como quem não quer nada, me obrigam a ouvir suas opiniões e recomendações ou me colocam em situações “ridículas”, porque não lhes dou prestígio nem lhes tenho respeito ou admiração – do mês de agosto, recebi as edições de Os caminhos da Terra e de Superinteressante.

A primeira, Terra, recebi logo no início de setembro; a segunda, só no dia 12/09, mas encontrei o “gigolô” de bancas de jornal, revista e distribuidora da metrópole de Itu, em local público, em que tinha que esperar minha vez para ser atendida, coincidentemente, no dia 11/09, portanto, desconfio que o atraso no recebimento da Superinteressante do mês de setembro esteja explicado. O “gigolô” deve ter retomado os “pontos” e queria demonstrar isso.

Como é meu hábito levar revistas em locais onde preciso aguardar minha vez na fila, está explicado que o “gigolô” tenha satisfeito a libido, testemunhando-me, ainda, de posse da edição anterior. O que os asnos carregados do crime organizado não sabem é, que, muitas vezes, posso até ter recebido a edição atual, mas levo alguma anterior, porque não tive tempo de lê-la inteira ainda, e a edição mais recente, na seção de cartas dos leitores, comenta algo que “perdi” de ler, não dei a devida atenção.

Dias antes, em outro lugar público, levara a edição com a capa sobre psicopatas, HÁ CINCO MILHÕES DELES NO BRASIL, de Superinteressante, de propósito, para que os psicopatas do local público recebessem o recado por estarem causando, mês a mês, problemas que exigem minha presença nesse local público para resolver. Como a edição é de julho de 2006, estávamos no início de setembro de 2006, certamente, o gigolô teve certeza, avisado pelas ratazanas de esgoto, de que minhas edições de Super estavam atrasadas novamente. Por duas vezes, recebi as edições lá pelo meio do mês. Na última vez, entrei em contato com o SAC da Editora Abril e resolvemos isso. No entanto, quem causou esses atrasos está atacando novamente: psicopata se considera poderoso e irresistível. Tadinhos, não entendem que meu intelecto é muito maior do que o deles, mas não para cometer crime e, sim, para detectá-los.

Como eu digitava, quando eu mesma me interrompi rudemente, a edição de setembro de 2006, de Superinteressante, traz, além do assunto de capa sobre terrorismo, esse do título desta inserção: “Como escolher o melhor candidato?”.

Já tirei cópia ampliada, A-3, e estou pensando onde melhor “grudar” essa cópia.

Os caminhos da Terra, revista da Editora Peixes, que iniciei a assinatura por meio da Editora Abril S / A, que me aguarde, pois os assuntos são sempre do meu agrado e merecem recomendação.

Voto de cabresto quinta-feira, set 14 2006 

 

Voto de cabresto

Por Rodrigo Rezende

 

Também merece ser lido com atenção.

Superinteressante, agosto de 2006, página 28.

 

O texto da capa, Os superpoderes do cérebro, está imperdível.

 

Já comentei que a Superinteressante, Editora Abril S / A e Os caminhos da Terra, Editora Peixes, foram duas entre as melhores fontes para eu preparar minha atividades pedagógicas, quando professora CONCURSADA, TITULAR DE CARGO EFETIVO NO MAGISTÉRIO PÚBLICO?

Sim, mas, como sempre, o crime organizado, responsável pela criação de “piolhentos” (lesados pelo desvio de dinheiro que deveria ter sido aplicado, entre outros, na Educação, para que conhecessem os direitos e exercessem a cidadania responsável) aliciava alunos e professores, para que furtassem as revistas, cujas assinaturas sempre foram pagas com o mísero salário de professora, que eu disponibilizava aos alunos. Ficavam em um armário, trancado, no fundo da sala. Pois os “piolhentos” forçavam a porta do armário, furtavam revistas e, quando algum desavisado destrancava o armário, emprestava as revistas para “seus” alunos, destruíam-nas. Estou com uma pilha de revistas Superinteressante, que trouxe de volta da escola, quando me aposentei, assim, ó, de edições destruídas, páginas rasgadas, capas arrancadas.

São esses irresponsáveis que elegem nossos “legítimos” representantes de cabresto: tanto aliciadores quanto aliciados.

“É a inguinorança que astravanca o pogréssio”.

Pense bem, antes de eleger os que ocuparão cargos no Executivo e no Legislativo: muitas vezes, o pomposo detentor de títulos acadêmicos é o grande responsável pelas mazelas deste País.  

Empresas psicopatas quinta-feira, set 14 2006 

 

Empresas psicopatas

Por Marcel Plasse

 

Recomendação de DVD, Seção SuperFetiche, Superinteressante, agosto de 2006.

 

Espetacular!

Principalmente, porque a metrópole de Itu tem esse grande problema, mas não está circunscrito às “grandes” empresas multinacionais. Pequenas e médias empresas tupiniquins, “aborígines” e forasterias,  também são psicopatas. Pior, ainda: a Prefeitura de Itu, desde o ano de 2000, tem, dentro dela, uma IMOBILIÁRIA, que recebe dinheiro de aluguel do próprio local em que a Prefeitura está instalada.

“Brava gente, brasileira / longe vá, temor servil/ ou ficar a Pátria livre / ou morrer pelo Brasil / ou ficar a Pátria livre / ou morrer pelo Brasil”.

 

Cruz, credo! Morrer e deixar o Brasil para os psicopatas medíocres? E alguém conhece psicopata que não seja medíocre? Papo furado de que psicopatas sejam muito inteligentes e carismáticos. Só podem ser inteligentes e carismáticos para quem não tem dignidade, amor próprio, auto-estima elevada.

 

A Corporação é um documentário francamente de esquerda que mesmo assim ganhou elogios de bíblias do capitalismo, como a revista The Economist. A partir da história da pessoa jurídica, o filme mostra que grandes empresas cada vez mais passam por cima da Justiça e de interesses nacionais. Entrevistas tanto de porta-vozes da esquerda mundial (Noam Chomski e Michael Moore) como de altos executivos da Shell e da IBM levam o espectador a uma conclusão assustadora: a pessoa jurídica é um psicopata que age a despeito da ética das pessoas físicas que a constituem.

 

Bastidores: A primeira versão do documentário tinha 33 horas, condensada a partir de 450 horas de filmagens e 100 horas de entrevistas”.

 

A Corporação. EUA, 2004. Direção: Mark Achbar e Jennifer Abbott. Página 95, da Super.

 

Please, invasores de micro, me poupem de ser recomendada a ler ou a assistir algo, fingindo-se endereços eletrônicos de minha reduzidíssima lista de endereços de correio eletrônico. Eventualmente, lerei ou assistirei ao que ME INTERESSA e não ao que, desesperadamente, querem demonstrar ou mostrar que me conhecem, sabem o que penso e o que falo. Como será que têm conhecimento disso? Ah, sou louquinha de pedra, com mania de perseguição. Não estou mais em sala de aula, porque “pirei” e pedi aposentadoria. Não porque fui atormentada pelo crime organizado.

Sou otária, mas não sou burra. Há uma enoooorme diferença entre ser otária e ser burra. Afinal, “somos todos asnos carregados”. Também há grandes diferenças entre ser otária, ser burra e ser asno carregado, porque “ser asno carregado” não depende de nossa vontade, mas da vontade dos patrões do crime organizado. Não me usem como escada, trampolim ou corrimão para seus interesses “particulares”, pessoais e intransferíveis, porque não os pari, não sou responsável pelos “buracos” em que se meteram e não têm moral para denunciar, porque participaram para cavar esses “buracos” e não impediram, em momento algum, que fossem cavados.

 

 

Assassinato da Justiça segunda-feira, maio 29 2006 

 

O relato “Assassinato da Justiça” é exemplo concreto de falha nos procedimentos legais relacionados à prisão, indiciamento, julgamento e cumprimento de pena nos EUA.

Por saber que as leis brasileiras permitem muitas interpretações, dependendo de quem está sendo julgado ou submetido a um possível indiciamento (referência às CPIs ou a “investigações internas” antes de os suspeitos serem apresentados, de verdade, às autoridades competentes do Judiciário e ao fato de que o crime organizado manda neste país desde o descobrimento, além de ter “criado” o PCC e dele fazer parte, só não percebeu isso quem não quer), por conhecer, de leituras e de experiência própria, a morosidade, o acúmulo de serviço do Poder Judiciário e outros problemas tão graves quanto os que vivi e presenciei, em relação ao Ensino Público, quando professora de escolas estaduais, partilho o texto “Assassinato da Justiça”.

Claro que foi partilhado, também, com professores da escola “Pinheiro Júnior”, mas o crime organizado “deu um jeito” para que a leitura do texto fosse prejudicada, entre outros problemas de má formação e má informação de meus “pares”, por uma prostituta, digo, professora substituta, de Sorocaba, uma loira, que, juntamente com outra “colega” de profissão, abaixaram as cabeças nas carteiras da sala de aula que ocupavam e fingiram dormir durante a leitura deste texto, em reunião de HTPC (professores reunidos sob a batuta de uma ou duas coordenadoras pedagógicas, duas horas-atividade obrigatórias na escola), com cópias para os demais professores a serem feitas a partir das matrizes que entreguei às coordenadoras pedagógicas ou que raio de nome tenham atualmente, se mudaram esse “título”, pois se mudaram, certamente, não mudaram as atitudes de privilegiar a alienação, a inércia, a incompetência em nome de ações político-partidárias que permitam eleições e reeleições em prejuízo dos maiores interessados e os alvos verdadeiros da Educação Formal: os educandos.

Chore, agora, sociedade, os seus mortos, pois não há nada mais a ser feito. Quando era tempo de se rebelar, de modo pacífico, todos enfiaram a cabeça na areia. As escolas, sob ordens da Secretaria de Educação, foram transformadas em locais de receber e tratar de “ensinar” menores infratores que não dispunham de espaço em FEBENS falidas (secretário de Educação Chalita) e os professores não tinham acesso nem aos prontuários desses alunos nem eram informados como lidar com os “nem minha mãe fala assim comigo!” (em tom de ameaça). Chore, agora, sociedade que desprezou e fez pouco de educadores que, como eu, alertavam para o que estava acontecendo e não admitiam que esses infratores “dominassem” a sala de aula, mesmo sob ameaça deles e dos adultos que os aliciavam.

Meu profundo desprezo aos patrões do crime organizado, os que mais lucram com o caos e a decadência de toda a sociedade: são rufiões, são suínos capados, são os que interferem na vida profissional e pessoal dos que alertam para o que está por vir. Nunca conseguirei estar em compasso intelectual com esses calhordas, pois o meu intelecto e minha personalidade não foram formados às custas desses calhordas: foram e continuam a ser livres.

Hoje, quero que todos, sem exceção, que interferiram em minha vida e deram péssimos exemplos aos criminosos, para que agissem do mesmo modo, voltem a cuidar de suas devidas vidas pessoais e profissionais – que devem estar de ponta cabeça e verifiquem, também, onde se encontram suas mães e seus filhos e suas filhas, pois, pelos péssimos exemplos em casa, devem estar em situação de alto risco – tomem no lugar que adoram tomar e vão para o raio que os parta. Nunca pedi a ajuda de bandido, muito menos de quem não se considera bandido, mas é: suínos capados, rufiões!

 

Como sugestão de atividade pedagógica, tenho arquivado, em disquete, o que escrevi às coordenadoras pedagógicas, além de entregar o material para que se tornasse uma atividade pedagógica e NUNCA RECEBI RETORNO OU O MATERIAL DE VOLTA, além da certeza de que, antes de entrar em reunião de HTPC, assim como quando entrava em sala de aula, o assunto de minha sugestão já era de domínio dos integrantes do crime organizado, interessados em acabar comigo física ou moralmente, pois eu era um chute na canela nos planos dessas quadrilhas de ou acabar comigo ou me tornar integrante delas.

 

 

Fonte: Seleções Reader’s Digest, junho de 2000, páginas 107 a 112, redigito:

 

O policial e o garoto de rua morreram juntos.

Se o sistema tivesse funcionado, ainda estariam vivos.

ASSASSINATO DA JUSTIÇA

Por Jeffrey Robinson

 

            Correy Major era um garoto de 19 anos que vivia nas ruas de Fort Myers, Flórida. Robert Clarck tinha 36 anos, e morava em Cleveland. Seus caminhos se cruzaram uma única vez.

            Clark nunca soube que as primeiras prisões de Correy por contravenção foram aos 8 anos de idade. Ou que, aos 11, vieram delitos mais graves. Ou ainda que, na adolescência, fora acusado de quase 150 crimes.

            Correy nunca soube que Clark sempre sonhara ser policial, assim como o bisavô, oficial morto por um criminoso. Ou que, quando Clark se formou na academia de polícia, recebeu permissão para usar o número do distintivo do bisavô – 545.

            O policial e o garoto de rua nunca deveriam ter se encontrado. No entanto, numa noite de verão de 1998, as vidas de dois completos estranhos uniram-se para sempre.

            Corey Major nunca teve uma figura paterna e desprezava os homens que entravam e saíam da vida de sua mãe. Quando criança, ao voltar para casa, muitas vezes a encontrava sob efeito de drogas. Mas ficou com ela, mesmo depois dos cinco irmãos e irmãs terem ido embora.

            Mãe e filho mudaram-se para Cleveland, depois voltaram a Fort Myers. Correy abandonou a escola antes do curso secundário. Começou a usar drogas e passou a ser preso por roubo de carros, assaltos e invasão de casas. Tinha 1,83 metros, 72 quilos e seis dentes frontais de ouro.

            Quando Robert Clark estava com 20 anos, conheceu Catherine Cooper, de 17 anos, que trabalhava numa lanchonete. Ele sempre aparecia lá. Catherine tinha problemas de visão e temia que ele se afastasse quando descobrisse a gravidade deles. Clark não só não foi embora como telefonou para o hospital depois da cirurgia a que ela se submetera.

            Casaram-se e tiveram três filhos. Naquela noite de julho de 1998, Melissa estava com 7 anos, Alina 5, e Robby, 2.

            Dois meses após seu 18º aniversário, e ao fim de cinco dias usando drogas continuamente, Correy Major tentou roubar a bolsa de uma senhora de 88 anos. Como ela não soltasse a bolsa, ele a derrubou e pisou em seu rosto.

            Perseguido pela polícia de Fort Myers, fugiu num carro roubado, bateu em um poste e começou a correr. Dois policiais o encurralaram em uma vala. Correy atravessou a lama até o outro lado.

            O sargento Andu Rudolph estava à sua espera, com a arma em punho. “Parado! Deite-se de bruços agora!”.

            Rendido, com as mãos para o alto, Correy agachou-se devagar. De repente, deu um pulo para a frente, derrubando Rudolph de costas.

            Rudolph agarrou Correy pelo pescoço. Lutaram, rolando pelo chão, até que Correy ficou por cima. Ele deu uma cotovelada no peito do policial e agarrou o cano da arma.

            Rudolph conseguiu retirar o pente e jogá-lo longe, de modo que a arma não pudesse disparar.

            Então, pegou o cassetete e golpeou a cabeça de Correy. O golpe abriu um talho imenso e o sangue jorrou. Correy, porém, nem sequer pestanejou. Deu uma joelhada no peito de Rudolph e correu em direção à viatura de polícia.

            Lutando para respirar, rudolph tentou pegar a chave. Correy o agarrou pelo pescoço, sufocando-o, e engrenou o carro. Rudolph conseguiu tirar a chave da ignição. Foi, então, que dois civis tiraram Correy do carro e dois outros policiais chegaram.

            A senhora tinha sido levada para o hospital. Quando chegou, os médicos pensaram que estivesse morta.

            Correy foi acusado de nove crimes, incluindo roubo de carro, assalto à mão armada, resistência à prisão com violência, agressão a um policial e apropriação de sua arma. Um juiz tentou mantê-lo preso sem direito a fiança, mas esta acabou sendo fixada em 55.500 dólares.

            No dia 15 de novembro, a avó de Correy pagou a fiança e ele foi solto.

            Quando não estava desenhando e caricaturando todos na delegacia, Robert Clark quebrava a tensão do patrulhamento nas ruas fazendo brincadeiras com os colegas. Uma de suas piadas favoritas era puxar Bill Van Verth de lado e dizer-lhe que Jerry Zarlenga falara algo horrível a seu respeito. Então, dizia a Zarlenga: “Não posso acreditar no que Bill contou sobre você”. Então, se sentava e ficava observando o caos que criara. {Nota pessoal de Maria Lúcia Bernardini: essa seria, na opinião dela, uma falha de caráter e não motivo de ser considerada uma “piada”, pois, além de ser de mau gosto, “legaliza” as brincadeiras de pobres de espírito que agem assim o tempo todo. Particularmente, se eu tivesse escrito o texto, não contaria isso aos leitores. Aparenta ser falta do que fazer, além de criar um clima de hostilidade, de fofoca a respeito de alguém que será assassinado por um criminoso com 150 acusações de crime. Ou, como educadora, aproveitaria para externar minha opinião a respeito desse lado “brincalhão” de Robert Clark e as conseqüências de irresponsabilidades como essa. Seria preferível que contasse piadas, a ser o autor de diz-que-diz-que.]

            Quando não estava trabalhando, o lugar favorito de Clark era sua casa. Nos aniversários dos filhos, prepara o bolo e os enfeites, e fazia o impossível para dar-lhes o que desejavam. No dia de Ação de Graças, servia tortas de abóbora para todos. Na véspera do Natal, não importava até que horas trabalhasse, acordava Catherine, vestia a fantasia vermelha e pedia que o filmasse colocando os presentes debaixo da árvore, para que as crianças pudessem ver Papai Noel.

            A despeito das 62 acusações acumuladas contra ele desde dezembro de 1995, Correy Major se deu conta de que, dessa vez, estava mesmo encrencado. Acusado como adulto, ele agora não tinha escolha. Caso se declarasse inocente e perdesse – o que era provável – passaria 24 anos na cadeia. Se aceitasse um acordo, pegaria 14 anos e poderia sair em 12.

            “Eles estão tentando me pegar”, disse Carrey à mãe. “Prefiro morrer a ir para a cadeia por algo que não fiz”.

            Na manhã do dia 6 de maio de 1998, no tribunal do Condado de Lee, Flórida, o oficial de justiça chamou o nome de Correy Major. Ninguém respondeu.

            Mais tarde, no mesmo dia, um mandado de prisão para Correy foi enviado ao departamento de polícia do condado. Em vez de relacionar os nove delitos cometidos por Correy, a mulher que digitava as informações seguiu o procedimento costumeiro – mas incorreto – do departamento e digitou apenas “não compareceu”.

            Para reduzir os custos administrativos ligados ao cumprimento da lei, muitos estados, incluindo a Flórida, montam uma rede relativamente pequena para capturar fugitivos procurados por delitos menores. No caso de Correy, o erro da digitadora limitou sua área de expedição ao “sudeste dos EUA apenas” – ou seja, a Flórida e seus estados limítrofes. Se Correy fosse capturado fora dessa área, o Condado de Lee não o queria de volta.

            Com caçadores de recompensa vasculhando Fort Myers à sua procura, Correy escondeu-se em casas de amigos.

            No dia 12 de maio, em pânico, fugiu da cidade de ônibus, em direção a Cleveland.

            Nas ruas, Robert Clark era só trabalho. Para os garotos com quem lidava, não havia nada de engraçado no policial grandalhão a quem chamavam de RoboCop e Power Ranger . Certa vez, Clark e Zarlenga localizaram os suspeitos de homicídio de uma garota de 17 anos dentro de uma van. Usando a viatura da polícia, eles imprensaram a van contra a lateral de uma ponte e capturaram os quatro bandidos – ainda de posse de um rifle e uma pistola – sem que um só tiro fosse disparado.

            As 2h18 do dia 1.º de julho de 1998, a delegacia de polícia de Brook Park, no subúrbio  de Cleveland, recebeu um telefonema. Um jovem havia arrombado um caminhão no estacionamento de um bar de strip-tease.

            Segundo testemunhas, o homem se encontrava em outro bar, a 500 metros dali. Seis policiais foram enviados ao local e precisaram de grande quantidade de spray de pimenta para rendê-lo e capturá-lo. Como o suspeito se recusava a dar seu nome verdadeiro, foi fichado como desconhecido e detido durante a noite.

            Estava claro que o garoto tinha antecedentes criminais; assim, suas digitais foram enviadas ao FBI. Ao amanhecer, a polícia já o havia identificado como Correy Major. Também descobriram que sua ficha policial era extensa e que ele estava sendo procurado na Flórida.

            A polícia de Brook Park informou aos oficiais do Condado de Lee que tinham seu fugitivo sob custódia. Uma auxiliar da delegacia de Fort Myers consultou o banco de dados e leu “sudeste dos EUA apenas”. As 11h57, ela respondeu: “Não haverá extradição de seu estado. Obrigada”.

            Perplexo, o chefe de polícia, Tom Dease, pediu que tornassem a ligar para a delegacia do Condado de Lee, a fim de confirmar a informação. Mas, na Flórida, a auxiliar simplesmente repetiu o que estava no computador: “Sudeste dos EUA apenas”.

            Correy Major deu um telefonema para providenciar a fiança. Então se estipularam as multas para cada um dos quatro delitos – dano patrimonial, resistência à prisão, furto simples e falsa identidade. O total chegava a 900 dólares.

            Com a fiança paga, Correy Major estava de volta às ruas.

            Eram 15h35.

            Naquele instante, Robert Clark encontrava-se em casa, tomando conta dos três filhos, enquanto a mulher não chegava. No fim da tarde, as crianças o ajudaram a fazer o jantar. Quando Catherine voltou, a comida estava na mesa. Por volta das 18h30, Robert deu um beijo de boa-noite nas crianças, despediu-se da mulher e foi para o trabalho.

            Correy Major passou o resto do dia em pânico. Telefonou para a namorada na Flórida. Chorando, perguntou: “Por que me soltaram? Estão tentando me matar?”.

            Estava convencido de que aquilo era uma armadilha da polícia.

            Por volta das 22h30, Clark e dois detetives à paisana – Keith Haven e Ray Diaz – dirigiam-se a um bar que deveriam vigiar. No caminho, avistaram três pessoas em atitude suspeita numa esquina. Clark achou que parecia uma transação de drogas. “Vamos pegá-los”, disse ele.

            Correy viu três homens, obviamente policiais, vindo em sua direção e correu para a entrada de um prédio de dois andares na Madison Avenue.

            “Espere aqui fora”, gritou Clark para Haven, enquanto ele e Diaz subiam correndo as escadas estreitas e escuras. Correy tentava escapar por uma porta no andar superior. Clark o imobilizou contra a parede, enquanto Diaz, um degrau abaixo, começava a revistá-lo. Correy gritava.

            Diaz encontrou cocaína no bolso do garoto que, nesse momento, o empurrou para trás. Diaz começou a cair e Clark tentou ajudá-lo. Ambos rolaram pelas escadas – primeiro Diaz, depois Clark.

            Correy virou-se, sacou da cintura uma pistola 9 mm e começou a atirar. Haven chegou correndo. Clark estava caído nos degraus. Diaz, atônito e machucado com a queda, jazia ao pé da escada. Correy batia furiosamente na porta, gritando para que o deixassem entrar. Haven abriu fogo.

            Mais tarde, a polícia encontrou a carteira de Clark na escada, em meio a uma poça de sangue. Dentro dela, havia desenhos dos filhos, guardados junto ao distintivo número 545.

            O funeral de Correy Major foi realizado no Centro de Renascimento Apostólico de Fort Myers. Cerca de 150 pessoas compareceram.

            O de Robert Clark foi na igreja de Nossa Senhora dos Anjos, em Cleveland. Milhares de pessoas – com cartazes, flâmulas e bandeiras – aglomeravam-se em silêncio no trajeto até o cemitério, acenando e dizendo adeus a um homem que não conheceram.

            Desde que esses dois caminhos se cruzaram…

            A mãe de Robert vai ao cemitério duas vezes por dia. Em torno do pescoço, usa uma corrente com a cópia do distintivo 545.

            A delegacia do Condado de Lee admitiu seus erros, mas insiste que já corrigiu os procedimentos para tratar de mandados e extradições.

            O chefe de polícia de Brook Park, Tom Dease, continua furioso com a decisão do Condado de Lee de não extraditar Correy Major. Ele se pergunta se alguém, na Flórida, não pensou: Esse cara já foi embora. Vamos deixá-lo onde está.

            Na casa dos Clarks, o pai ainda participa de tudo que a família faz. Quando Catherine põe os filhos para dormir, eles querem dois abraços – um pela mãe, outro pelo pai. Melissa dorme abraçada à jaqueta do pai e Alaina à camisa. O pequeno Robby pergunta sempre onde está papai.

            No primeiro aniversário de Robert Clark depois de sua morte, Catherine levou as crianças e 20 balões de gás ao cemitério. Os quatro postaram-se ao lado do túmulo e desejaram feliz aniversário ao pai, enquanto olhavam os balões subirem cada vez mais alto ao céu.

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O profundo livro de Jó quarta-feira, abr 19 2006 

Esta é minha primeira experiência em digitalizar um texto de uma revista, transferi-lo para OCR, para poder fazer as correções necessárias e tentar inseri-lo neste espaço.
 
A revista, fonte deste texto, foi comprada em Campinas/SP, numa banca de revistas da rodoviária, em 1983, quando eu ainda freqüentava a Cultura Inglesa. Porque, quando criança, cresci vendo as edições de Seleções e aprendi a gostar da leitura, em 1983 comprei edições em português e em inglês.
 
A paciência de Jó teve um limite, mas, de acordo com o texto, porque Deus se manifestou e disse a ele que não deveria questionar os desígnios de Deus, Jó aceitou a resposta para tanta desgraça.
 
A meu ver, o que sabemos ser provocado pelos mortais, como nós, não devem ser aceitos com a mesma resignação de Jó. Embora eu não esteja defendendo a reação "olho por olho, dente por dente", do Código de Hamurabi, também não estou defendendo a paciência de Jó. Desgraça provocada por mortais, como nós, tem um limite e um basta por meio de ações jurídicas, caso os responsáveis por elas não parem de provocá-las, quando são exortados a parar de nos desgraçar.

 

Seleções do Reader’s Digest, julho de 1983, páginas 60 a 63

O profundo livro de Jó

Será que entendemos a justiça de Deus? Por que sofrem os bons?

ERNEST D. HAUSER

Naquele tempo, “havia na terra de Uz um homem chamado Jó: era um ho­mem íntegro e reto, que temia a Deus e se afastava do mal”. É assim que começa, na melhor tradição dos contos de fadas, um dos livros mais comoventes e espirituais do Antigo Testamento. Considerado desde sempre uma pérola da literatura, ele possui hoje um novo resplendor, pois o seu tema comovente, de so­frimento desinteressado, tem razão de ser num mundo perpassado por um sofrimento que, à luz da razão, nos parece absurdo.

O livro de Jó delicia-nos com a beleza da sua linguagem, a rapidez do seu ritmo e o seu inesperado epí­logo. Sendo uma das principais contribuições semíticas à literatura ­mundial, ele é reconhecido igual­mente por judeus e cristãos como uma obra-prima artística. Contudo o significado mais profundo da his­tória de Jó, com a sua perspicaz apreciação da justiça divina, pertur­bou gerações de leitores. Em nossos dias, muitos crentes encontram a “resposta” na afirmação do autor, sobre a onipotência de Deus, cujos poderes e decisões ultrapassam o nosso entendimento.

A história de Jó, de antigas raízes populares, serve apenas de enqua­dramento ao corpo principal do li­vro, o qual não se sabe ao certo quando foi escrito, mas possivel­mente nos séculos V ou VI a. C. O autor pode ter sido um hebreu sábio, experimentado na dor, que sondou os mais sombrios recônditos da alma humana e observou a natureza com acuidade.  

O drama. Quando contatamos Jó pela primeira vez, ele é um pa­triarca cuja riqueza se mede em ter­ras e rebanhos. Tem 10 filhos e mui­tos servos, e é conhecido pela sua generosidade e sabedoria. Deus vela por ele. Então, num dia infausto, o seu mundo cai em ruínas.

Nesse dia, Deus dá audiência no Seu reino. Quando chega a vez de Satã falar, ele insinua que Jó é bon­doso porque é rico. “Estende a Tua mão”, sugere a Deus, “e toca nos seus bens; ele Te lançará maldições em rosto”. Deus, ciente da inabalá­vel devoção de Jó, dá permissão a Satã para destruir tudo aquilo com que Jó foi abençoado. Seus filhos e suas filhas morrem quando se des­morona, durante um furacão, a casa em que assistiam a um festim. Sa­queadores massacram seus servos e tresmalham as manadas. Eis a es­tóica reação de Jó: “O Senhor o deu, o Senhor o tirou; abençoado seja o nome do Senhor”.

O persistente Satã, porém, ob­tém permissão para atacar a saúde de Jó. Assim, a pele deste, desde as plantas dos pés até o alto da cabeça, abre-se em bolhas e pústulas que lhe produzem uma coceira insupor­tável. Votado ao ostracismo, ele foge da cidade para se sentar nas “cinzas”, refúgio de leprosos e ou­tros párias. Emagrece até parecer um esqueleto. Sua mulher lhe per­gunta: “Amaldiçoa a Deus e morre de uma vez!”. Apesar disso, Jó não desiste.  

É então que o drama começa. Uma lixeira é o palco. Três velhos ami­gos, Elifaz, Baldad e Sofar, vêm consolar Jó. Durante sete dias, fi­cam sentados perto dele, em silên­cio. Jó é o primeiro a falar, e a con­versa que se desenrola subseqüen­temente constitui a ação dramática.  

Os três visitantes vivem todos no mesmo mundo arcaico do castigo inevitável: Pecaste – serás punido. Logo, se alguém for castigado, é evidente que pecou! Para eles, Jó caiu em desgraça porque é pecador; mas este, em sua imensa devoção, sabe que está inocente e busca o significado de tão grande calamidade. É este choque de duas opiniões con­trárias que alimenta a conversação até o clímax. Enquanto isso, o duelo entre Deus e Satã foi esquecido, e o prólogo passado no Céu parece não ter qualquer relação com o impor­tante debate que constitui uma re­volução na história da religião.

A princípio num gemido, Jó amaldiçoa a noite em que foi conce­bido e o dia do seu nascimento. An­seia pela morte. “Recordas-te de um inocente que tenha perecido?”, pergunta Elifaz . Ele insiste com Jó para que exponha a sua causa a Deus, e de novo será próspero – “Ditoso o homem a quem Deus corrige”.  Jó, em cujo corpo defi­nhado vive um espírito desafia­dor, recusa com indignação.

Logo os ânimos se exaltam. Bal­dad diz a Jó que ele deve ser mau. “Se do Todo-Poderoso implorasses favor, se fosses puro e reto, Ele já teria despertado para ti … Deus não rejeita o homem justo”. Jó, porém, responde com um hino celebrando a majestade e o poder de Deus.

A conversa entre esses quatro homens sobre uma pilha de lixo não é uma simples troca de palavras. Está em jogo nada menos que a interpretação correta do pacto de Deus com o povo eleito: obedecer e prosperar; desobedecer e sofrer o castigo. Jó também foi criado nesta filosofia severa, ponto comum en­tre ele e os seus interlocutores. É claro que a punição automática não funcionou com Jó, que se “afastou do mal” durante toda a sua vida.  Poderá ser, pensava ele, que Deus não seja sempre justo? Será que “EIe ex­termina o íntegro e o ímpio?”.

Os visitantes mal podem crer no que ouvem. Jó duvida da justiça de Deus! Blasflêmia! Sofar exclama que Jó é “palavroso e charlatão”, diz-se puro aos olhos de Deus mas é tão culpado que o castigo que sofreu é menor que o merecido!

Texto para todas as épocas. Nessa altura, a proverbial paciência de Jó esgota-se. Virando-se para os falsos amigos, diz com grande sar­casmo: “Realmente, sois a voz do povo, e convosco a sabedoria mor­rerá?”. Então, ataca-os. “Mas tam­bém eu tenho inteligência, não sou inferior a vós … sois todos consola­dores importunos! Até quando con­tinuareis a afligir-me e a magoar­-me com palavras?”.

Elifaz sente um prazer perverso em inventar uma lista dos crimes de Jó. A defesa simples deste parece verdadeira: “Porque eu livrava ao pobre que pedia socorro e ao órfão que não tinha auxílio … Eu era olhos para o cego, era pés para o coxo. Era o pai dos pobres”. Sua consciência continua pura. Se alguma vez la­vrara terras que não fossem suas de direito, comido os seus frutos sem pagar, ou morto o seu legítimo proprietário, “que nasçam cardos em vez de trigo, e no lugar da ce­vada a erva fétida!”. E, com esta praga tremenda, Jó fica silencioso.  

Durante a discussão, vai-se jun­tando uma multidão atenta. Um dos espectadores, Eliú, avança e diz, com razão, aos visitantes: “Ninguém de vós conseguiu refutar a Jó”. Mas lança ainda mais acusações sobre Jó. “Porque ao seu pecado ­acrescenta a rebelião … e multiplica as suas palavras contra Deus!”.

O dia chega ao fim e aproxima-se uma tempestade; visitantes e espectadores apressam-se a se dispersar. Nesse instante de calma, dá-se o que Jó menos esperara. O Senhor ouviu-o e, na parte mais esplendorosa do poema, dirige-se Jó dentro do vendaval Não se trata da justificação que Jó aguardava. Não se desperdiçam palavras sobre os seus direitos ou males. É o Senhor quem faz as perguntas: “Quem é este que denigre meus desígnios com palavras sem sentido? Responde-me! ­Onde estavas quando lancei os fundamentos da terra? Quem assentou a sua pedra angular entre as aclamações dos astros da manhã e o aplauso de todos os filhos de Deus? Examinaste a extensão da terra? Conta-me se sabes tudo isso”.

Confrontado assim com o seu Criador, não foi dada a Jó justificação para os seus padecimentos. Em vez disso, foi-lhe concedido vislumbrar o incomensurável poder de Deus. É esse o escolho oculto que, cio, no passado, fez soçobrar muitos leitores atentos da Bíblia que procuravam uma solução clara para o enigma: Por que foi que Jó sofreu? No entanto, é na própria ausência de um motivo que encontramos a verdade que fez do livro um marco do progresso espiritual do homem. Jó compreendeu: Não temos qualquer trato com o Senhor que nos permita pedir-lhe contas ou forçá-Lo a dar explicações; a Sua sabedoria é infinita, e as Suas decisões ultrapassam a nossa compreensão.

Recuperando o fôlego, Jó apenas pôde dizer: “Sinto-me pequeno; que poderei responder-Te? Disse que não estava entendendo; coisas maravilhosas demais para mim, as quais não conheço. Conhecia-Te e só de ouvido, mas agora viram-Te meus olhos. Por isso retrato-me e faço penitência no pó e na cinza”. Nesse momento, o contentamento do Senhor com Jó brilha através das trevas. “Cinge os teus rins como um herói!”. É óbvio que Deus ama esse mortal tão experimentado que O enfrentou com dignidade e coragem. A peça termina.

O livro de Jó é, pois, um texto para todas as épocas. Dependia agora de a Cristandade continuar onde ele terminou; suavizando a lei rígida da punição, proclamando a nobreza do sofrimento e cimentando nosso laço com Deus em fé na Terra e em graça nos Céus. “Buscai e achareis; batei e vos será aberto”.

A prosa simples dos versos finais leva-nos até o país de fadas do início. Os amigos e parentes de Jó regressam. O Senhor confere ao seu bom servo duas vezes mais riqueza do que antes ele tivera (14.000 ovelhas, 6.000 camelos, 1.000 juntas de bois e 1000 jumentas), e Jó teve sete filhos e três filhas que eram os mais bonitos do país; e o Senhor abençoou a Jó, que morreu velho e bem vivido com 140 anos, tendo criado quatro gerações.

 

 

Informações para o bem – 7 sábado, abr 15 2006 

Esta é super!
Como atividade pedagógica, então, tenho certeza de que armei um rebu na escola e fora dela.
Pena que meus superiores hierárquicos fossem covardes ou dependentes de algo tão grave quanto de drogas: do crime organizado, do tráfico de influência.
Cada classe, eram cinco, foi dividida em dois grupos (atividade já feita "any" vezes por outros educadores antes de mim, só o assunto não era o mesmo). Um grupo tinha que defender a criminalização do uso de drogas. Outro grupo tinha que defender a descriminalização do uso de drogas.
Atentar bem: estávamos e estamos falando de USO de drogas, não do tráfico, que é crime.
Foram aulas muito interessantes.
Passei a atividade, completa, para a diretora da escola, Sônia Ming. Infelizmente, morreu ali para o restante da escola. Teríamos tido noites de debates com todos os EDUCANDOS da escola "Pinheiro Júnior".
Para onde terá sido enviado o material que forneci à diretora, que nunca mais retornou às minhas mãos?
Terá servido, como na fábula da águia que é morta por uma flechada feita de suas próprias penas, para colocar mais uma pedra no meu túmulo de PROFESSORA, porque, como EDUCADORA, ainda estou viva?
Tudo vale a pena se a alma não é pequena, mas estamos cercados de excesso de almas pequenas!
 
Na página 45, dessa edição de número 172, Superinteressante de janeiro de 2002, os argumentos pró criminalização de uso de drogas e os argumentos pró descriminalização de uso de drogas estavam expostos e os alunos poderiam – e deveriam – acrescentar outros argumentos.
A abordagem do assunto, por Rodrigo Vergara, foi uma tese de Doutorado em jornalismo, na minha opinião.
 
Trecho de página 40:
"Só há uma coisa certa sobre as drogas: é preciso haver informação. Informação de qualidade, desvinculada da moral, do poder econômico e das forças políticas", diz o juiz aposentado Wálter Fanganiello Maierovitch, ex-secretário nacional [2002] antidrogas e um dos maiores experts no tema no Brasil.
 
 

Informações para o bem – 6 sábado, abr 15 2006 

Informações para o bem – 5 sábado, abr 15 2006 

Revista Os caminhos da Terra, agosto de 1997.
Atentar para o ano 1997.

Informações para o bem – 4 sábado, abr 15 2006 

Assuntos de capa:
Grátis, Suplemento 16, 500 anos de presença da Igreja no Brasil.
A vida afetiva depois da viuvez.
Luiz Francisco fala do combate à corrupção
O grito dos Excluídos pela soberania no Brasil.
MÚSICA SERTANEJA: O SABOR DA TERRA.

Informações para o bem – 3 sábado, abr 15 2006 

Informações para o bem – 2 sábado, abr 15 2006 

Essas ilustrações serviram não apenas para informação aos alunos, mediante cópias das páginas.
Serviram, também, para uma atividade pedagógica em que os alunos opinaram, a partir de perguntas que eu elaborara, sobre a as atitudes dos agentes de ações cidadãs em defesa do meio ambiente.
Atentar para o fato de que não são agentes "construídos" e, até a presente data, não tenho conhecimento de que sejam "exclusivos" de alguma emissora de TV, de algum jornal, de alguma ONG "de fachada" para fins eleitoreiros.
São os ídolos que EU gostaria, muito, que os EDUCANDOS sob minha responsabilidade admirassem.
Nunca entendi muito bem essa história de ídolo que, por exemplo, pilotasse carro de corrida de escuderia estrangeira e, na vitória, desfraldasse a bandeira brasileira, num ufanismo característico de ditadura nazista.
Não que não veja méritos em qualquer profissão ou em qualquer profissional, mas essa manipulação da massa miserável e ignorante de seus direitos me deixa indignada. Principalmente, quando há uma "equpenico" trabalhando, nos "bastidores", não para deixar os carros em condições de vencer as corridas, mas para "cuidar da imagem" do protagonista.
Recordar: há protagonistas e antagonistas, mocinhos e bandidos, mal versus bem, portanto, é preciso ter informação para poder optar por modelos a serem seguidos.
Como a revista é de 1997, adivinhem em que ano elaborei as atividades para que os alunos conhecessem esses agentes de ações cidadãs?

Informações para o bem – 1 sábado, abr 15 2006 

As próximas inserções se referem a revistas que eu assino (exceto a Família Cristã, que, assim como Seleções Readers’ Digest, cresci vendo meus pais assinarem e ler; um ano ou dois anos antes da morte, meu pai voltou a assinar a Família Cristã, remodelada, reformatada, muito mais atraente) e das quais, nas edições até março de 2003, os assuntos de capa ou não de capa foram recomendados aos alunos, mostrando-lhes as edições, em sala de aula, lendo o conteúdo para os alunos, ou se transformaram em atividades pedagógicas elaboradas POR MIM, digitadas POR MIM, copiadas POR MIM, distribuídas as cópias aos alunos POR MIM, cópias essas pagas POR MIM.
Chamo a atenção, em especial, para:
1) "Diário da História – fatos que marcaram o mundo num certo mês de …", última página de Os caminhos da Terra, Editora Peixes, www.revistaterra.com.br,  que mudou, posteriormente, a manchete para "Jornal da História – fatos do mês … que ficaram na memória", uma fonte, a meu ver, indispensável a qualquer educador, em qualquer componente curricular ou "matéria", para o enriquecimento de aulas, com intuito de permitir o acesso de todos os educandos à informação, de modo que, depois, em componentes curriculares específicos ou "matérias", os educandos já tenham alguma bagagem sobre o assunto abordado. Isso, para mim, é abordagem de temas transversais, que seriam inseridos à medida que as publicações de jornais e revistas trouxessem o conteúdo que atrairia a atenção de educadores e educandos.
2) Essa explanação do item 1 é, a meu ver, trabalho em equipe, na educação formal. Não aquelas sugestões impostas ou aquela forma de usar e abusar de educadores melhor formados e informados, enquanto um "cacho" de parasitas se aproveita desse uso e abuso, certamente, liderado por superiores hierárquicos useiros e vezeiros desse tipo de oportunidade de autopromoção e manutenção de seus cargos ou funções.
3) Essas afirmações valem, também, para ONGs e Fundações fajutas, políticos fajutos que usam e abusam de profissionais que não façam parte de suas quadrilhas nem querem fazer parte de suas quadrilhas.
4) Com relação à informação sobre doenças sexualmente transmissíveis, exercício da sexualidade responsável, dependência de drogas, cuidados com uso de água, transmissores de dengue etc., sempre alertei os alunos, em sala de aula e fora dela, porque acredito no que Gilberto Dimenstein me permitiu aprender, em texto escrito por ele, de que SÓ OPTA QUEM TEM INFORMAÇÃO. Portanto, quem não tem informação, no meu entender, é Maria-vai-com-as-outras, é vaca de presépio, é deslumbrado que se deixa enganar pelos inescrupulosos que só valorizam o TER em prejuízo do SER.
5) Observar, também, que as capas das revistas têm um selinho branco que indica que é exemplar de assinante.
6) Muitas vezes, o que passei aos alunos foi "furtado", sob o patrocínio do crime organizado, para que as atividades pudessem ser atribuídas aos que exerciam cargos ou funções por indicação político-partidária.
7) Em determinados momentos, salvadores da pátria, equivocados, me impediam de ser localizada como a autora das atividades, porque interessava a eles que eu fosse mostrada por meio deles. Apenas acrescento que esses equivocados nunca acreditaram que meus objetivos não eram político-partidários nem estava querendo me mostrar para ser candidata a algo. O crime organizado fazia com que os equivocados e deslumbrados acreditassem que eu queria substituir alguém, em uma função ou um cargo mais elevado que o de professora titular de cargo efetivo, aprovada em três (03) concursos de Provas e Títulos, 1980 e 1985, e sofri muitas reataliações daqueles e daquelas que temiam ser substituídos por mim (algo, repito, que jamais desejei). Uma das razões para que eu não fizesse questão de aparecer como a autora das atividades pedagógicas maravilhosamente elaboradas e executadas por mim mesma, além de não querer autopromoção para conseguir "boquinhas", era o fato de que os EDUCANDOS é que deveriam ser os alvos das atenções, paa que demonstrassem o que aprendiam, quando aprendiam, como aprendiam, por que aprendiam, que estavam prontos para aprender. Eu sempre fui o MEIO pelo qual os EDUCANDOS descobriam suas habilidades, suas aptidões, seus interesses e os desenvolveriam, a partir das informações para o bem, utilizando-as para seu crescimento pessoal e profissional.
8) Os equivocados, que me provocaram, colocando sob holofotes aqueles que tinham recebido todas as minhas atividades "prontinhas", sem que tivessem tido trabalho algum, exceto redigitá-las, porque sempre tinham algum erro de digitação ou troca de data, por absoluta falta de tempo para conferi-las ou por excesso de ocupação de minha parte para corrigi-las, e permitindo, inclusive, que esses "holofotados" recebessem prêmios – repito, com o objetivo de me provocar, para entregar MEUS DOCUMENTOS, que já possuíam de forma ilegal e, assim legalizá-los – causaram uma tragédia sem par, porque educaram errados os alunos que pensavam estar "me ajudando", aliciando-os a cometer delitos e publicaram informações falsas sobre pessoas que jamais deveriam estar em sala de aula – péssimos exemplos – e ocupando cargos hierarquicamente superiores ao meu. Provo isso pelas atitudes dos alunos e de equivocados "pares", dentro da escola, que, quando eu iniciava as aulas ou demonstravam uma reação "blasé", como se soubessem isso há muito tempo ou demonstravam uma atitude de excitação, como se estivéssemos sendo filmados por câmeras e microfones escondidos. 

Ciência Nazista segunda-feira, abr 10 2006 

É o título de capa da revista Superinteressante, edição 225, abril de 2006.
 
Ciência Nazista, por Rodrigo Rezende.
Os pesquisadores de Hitler mataram, mutilaram, torturaram. Agora, 60 anos depois, cientistas querem usar os resultados daquelas experiências para salvar vidas? Temos esse direito?
 
Ainda não tive tempo de ler esse texto. Tenho certeza absoluta que me permitirá muitas reflexões, mas, já tendo lido muito a respeito e assistido a documentários e alguns filmes, a meu ver, perfeitos, deixo minha opinião, não no site da revista, mas aqui.
 
Não, os cientistas não devem usar os resultados daquelas "experiências" para salvar vidas, porque os mortos, os mutilados, os torturados não têm nome e a maioria perdeu todos os familiares durante essa II Guerra de Egos Deformados.
 
No entanto, é preciso tomar muito cuidado, no sentido de a documentação continuar em mãos "saudáveis", pois os documentos podem ser destruídos e, depois de dez minutos, a Humanidade jamais acreditará que tenham ocorrido.
 
Ruy Barbosa era um gênio e contribuiu para demonstrar, em seu tempo, que havia vida inteligente no Brasil. Porém, li e já ouvi contar que, ao contrário dos escravos negros norte-americanos, os escravos negros, no Brasil, não têm registros de entrada no País, para onde foram mandados, depois de caçados em suas tribos de origem, quem os comprou, com quem se casaram e tiveram filhos, os nomes dos filhos, porque Ruy Barbosa, envergonhado do que o Brasil fizera, mandou queimar todos os registros existentes.
 
Da mesma forma, as "cobaias" de experiências nazistas perderam suas identidades em nome de um ideal tresloucado. Um crime contra a Humanidade como esse não pode ser, simplesmente, mandado destruir, para que não mais envergonhe a sociedade mundial tão saudável em que vivemos.
 
Repito que ainda não consegui tempo para ler o texto, mas, certamente, terei muito a aprender com a leitura dele.