Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre – A vida imortal de Henrietta Lacks segunda-feira, jan 20 2014 

Henrietta Lacks morreu em 1951, vítima de uma forma agressiva de câncer de colo de útero.

Acompanhe, abaixo, pelo “link” da Wikipédia, por que uma humilde norte-americana se tornou imortal.

Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em 2011, presenteei uma amiga, médica, com o livro, na época, recém lançado no Brasil pela Companhia das Letras, cuja resenha pode ser lida no “link” abaixo:

http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12974

Minha amiga comentou, posteriormente, que ficou encantada e emocionada com a leitura.

Espero estimular outras pessoas a comprar o livro e a refletir sobre o conteúdo.

Adianto alguns detalhes, com citação da fonte de onde foram extraídos:

Descrição do produto e ficha técnica

Título: A Vida Imortal de Henrietta Lacks
Autor: Rebecca Skloot
Editora: Companhia das Letras
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 456 páginas
ISBN: 978-85-3591-815-1
Peso: 570g
Dimensões: 210mm x 140mm

Sinopse

Henrietta Lacks era descendente de escravos e nasceu em 1920, numa fazenda de tabaco no interior da Virgínia. Aos trinta anos, casada e mãe de cinco filhos, Henrietta descobriu que tinha câncer.

Em poucos meses, um tumor no colo do útero se espalhou por seu corpo. Ela se tratou no Hospital Johns Hopkins, e veio a falecer em 1951. No hospital, uma amostra do colo do útero de Henrietta havia sido extraída sem o seu conhecimento, e fornecida à equipe de George Gey. Gey demonstrou que as células cancerígenas desse tecido possuíam uma característica até então inédita –mesmo fora do corpo de Henrietta, multiplicavam-se num curto intervalo, tornando-se virtualmente imortais num meio de cultura adequado.

Por causa disso, as células “HeLa” logo começaram a ser utilizadas nas pesquisas em universidades e centros de tecnologia. Como resultado, a vacina contra a poliomielite e contra o vírus HPV, vários medicamentos para o tratamento de câncer, de AIDS e do mal de Parkinson, por exemplo, foram obtidos com a linhagem “HeLa”.

Apesar disso, os responsáveis jamais deram informações adequadas à família da doadora e tampouco ofereceram qualquer compensação moral ou financeira pela massiva utilização das células. “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” reconstitui a vida e a morte desta injustiçada personagem da história da medicina. O livro demonstra como o progresso científico do século 20 deveu-se em grande medida a essa mulher negra, pobre e quase sem instrução.

Fonte: http://livraria.folha.com.br/livros/ciencias-biologicas/vida-imortal-henrietta-lacks-rebecca-skloot-1163086.html?tracking_number=734

Website das personagens de O Tempo e o Vento – MyHeritage.com sábado, jan 19 2013 

Ainda faltam muitos “dados” para os perfis das personagens do romance O Tempo e o Vento para eu inserir, além de creditar as fontes de modo mais correto.

Veja o que é possível fazer com um romance do “quilate” de O Tempo e o Vento.

Iniciei esse website das personagens de O Tempo e o Vento estimulada pela criação, do MyHeritage, numa homenagem não só ao romance mas também a Erico Verissimo.

Acompanhe e imagine o que você poderá fazer com os perfis de sua família, quando criar seu próprio website de família.

Comece com o Plano Básico e descobrirá que a atualização para um plano pago é fundamental para manter e melhorar o website de família.

Website das personagens de O Tempo e o Vento – MyHeritage.com.

O Tempo e o Vento na Wikipédia_atualizado em 04 jan 2014

O Tempo e o Vento no MyHeritage Portuguese Blog quarta-feira, dez 19 2012 

O Tempo e o Vento.

O Atlas da Água – livro de 2005; postagem de Planeta Sustentável – junho/2007 terça-feira, dez 20 2011 

 

 

O Atlas da Água

Paula Nadal

Planeta Sustentável – 06/2007

Cinqüenta anos. Este é o tempo estimado para que metade da população mundial conviva com a escassez crônica de água, caso nenhuma providência seja tomada para conter o consumo indiscriminado do recurso natural. Os sucessivos ataques ao ciclo hidrológico levam a crer que a humanidade aguarda um futuro em que a água será mais do que um bem de consumo em extinção, mas um fator decisivo na explosão de conflitos armados pela disputa gota a gota. Os navios-tanque, que antes eram associados ao petróleo, começam a ter outra finalidade.

Um acordo firmado em 2004 entre Turquia e Israel, por exemplo, permite que este carregue 50 milhões de metros cúbicos de água por ano, durante vinte anos, retirados do rio Manavgat. Em troca, a Turquia deve adquirir tanques de guerra e tecnologia aeronáutica importada de Israel. Este pacto transforma água em moeda e instrumento de crescimento político e econômico, embora o líquido venha sendo usado com fins militares desde as sociedades antigas, uma vez que os cursos d’água ultrapassam as fronteiras nacionais.

Mais de 260 bacias fluviais são internacionais e 13 se dividem entre cinco ou mais países. O mesmo estado de Israel, que entra em acordo com a Turquia, briga desde a década de 1950 com a Síria e a Jordânia pelo controle de seus recursos hídricos. As guerras no século XXI serão pela água.

Estes e outros dados estão registrados nos 33 mapas, além de tabelas e textos explicativos sobre os recursos hídricos mundiais, presentes em O Atlas da Água, escrito e organizado pelos pesquisadores americanos Robin Clarke e Jannet King, com tradução de Anna Maria Quirino. São informações e números atualizados sobre a escassez de água e os modos como o líquido vem sendo utilizado em 168 países, com um capítulo especial dedicado ao Brasil, detentor de aproximadamente 15% das águas do planeta. Tudo fundamentado em estudos oficiais realizados pela Organização das Nações Unidas, governos, institutos, publicações científicas e organizações voltadas aos cuidados com o meio ambiente, como a “World Water” e o ‘World Resources Institute”.

Autor de outros livros sobre a água e questões ambientais como “Water: The International Crisis”, “The Science of War and Piece”, “We all fall down” e “Science and Technology in World Development”, Robin Clarke é também editor de publicações para o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Trata, portanto, com objetividade da ausência de um recurso que já afeta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo e mata, anualmente, de acordo com dados publicados pela WWF (sigla em inglês para Fundo Mundial para a Natureza), cerca de 2 milhões de habitantes do planeta, já que apenas 2,5% de toda a água existente na Terra é doce e somente um terço disso está próprio para o consumo.

A parceria com Jannet King, autora e organizadora de diversos atlas ambientais, históricos e políticos, foi fundamental para que o livro, editado no Brasil pela PubliFolha, servisse mais do que como um excelente meio de instrução e fonte de informações preciosas, mas como um alerta detalhado. O mapeamento indica as principais contradições na utilização da água, as prioridades mundiais com relação ao recurso natural, as medidas que vêm sendo tomadas para amenizar o problema em diversas partes do globo, os erros e os acertos localizados no que se refere a usos e abusos do líquido mais precioso da Terra, responsável pela vida que conhecemos.

Clarke e King mostram, de forma clara e com estatísticas alarmantes, como, por exemplo, o fato de que entre os anos 1960 e 2000 o consumo mundial de água dobrou, sem que houvesse tempo suficiente para o restabelecimento das fontes, que hábitos devem ser modificados pela preservação da vida. O desperdício do recurso natural é cada vez maior, tanto na agricultura, quanto na indústria ou no uso doméstico. Desperdício e mau uso. Desmatamentos, poluição, contaminação de lençóis, exploração indevida de aqüíferos, drenagens, represamentos e irrigações malfeitas contribuem para o crescimento das enchentes e secas descontroladas que ameaçam a sobrevivência de mais um bilhão de pessoas em todo o mundo.

A preservação das fontes depende de ações locais e globais, como o incentivo a pesquisas sobre a conservação e reaproveitamento da água, bem como a valorização de comunidades e do uso que fazem do líquido. Caso medidas efetivas não sejam tomadas e o consumo não seja reduzido, os desastres ecológicos e os desequilíbrios sociais serão cada vez mais acelerados. Qualquer atitude distante da integração e do consumo consciente pode ser a gota d’água. Fenômenos que fazem de O Atlas da Água leitura emergencial, um grito incontido em tempos de crise ambiental.

O Atlas da Água

Robin Clarke e Jannet King

Publifolha
2005

Riqueza natural

O Atlas da Água

De forma clara e com estatísticas alarmantes, o livro dos pesquisadores americanos, Robin Clarke e Jannet King, fala da escassez de água no planeta e os modos como o líquido vem sendo utilizado em 169 países, com um capítulo especial para o Brasil. Eles alertam: as guerras no século XXI serão pela água

 

Paula Nadal

Planeta Sustentável – 06/2007

Cinqüenta anos. Este é o tempo estimado para que metade da população mundial conviva com a escassez crônica de água, caso nenhuma providência seja tomada para conter o consumo indiscriminado do recurso natural. Os sucessivos ataques ao ciclo hidrológico levam a crer que a humanidade aguarda um futuro em que a água será mais do que um bem de consumo em extinção, mas um fator decisivo na explosão de conflitos armados pela disputa gota a gota. Os navios-tanque, que antes eram associados ao petróleo, começam a ter outra finalidade.

Um acordo firmado em 2004 entre Turquia e Israel, por exemplo, permite que este carregue 50 milhões de metros cúbicos de água por ano, durante vinte anos, retirados do rio Manavgat. Em troca, a Turquia deve adquirir tanques de guerra e tecnologia aeronáutica importada de Israel. Este pacto transforma água em moeda e instrumento de crescimento político e econômico, embora o líquido venha sendo usado com fins militares desde as sociedades antigas, uma vez que os cursos d’água ultrapassam as fronteiras nacionais.

Mais de 260 bacias fluviais são internacionais e 13 se dividem entre cinco ou mais países. O mesmo estado de Israel, que entra em acordo com a Turquia, briga desde a década de 1950 com a Síria e a Jordânia pelo controle de seus recursos hídricos. As guerras no século XXI serão pela água.

Estes e outros dados estão registrados nos 33 mapas, além de tabelas e textos explicativos sobre os recursos hídricos mundiais, presentes em O Atlas da Água, escrito e organizado pelos pesquisadores americanos Robin Clarke e Jannet King, com tradução de Anna Maria Quirino. São informações e números atualizados sobre a escassez de água e os modos como o líquido vem sendo utilizado em 168 países, com um capítulo especial dedicado ao Brasil, detentor de aproximadamente 15% das águas do planeta. Tudo fundamentado em estudos oficiais realizados pela Organização das Nações Unidas, governos, institutos, publicações científicas e organizações voltadas aos cuidados com o meio ambiente, como a “World Water” e o ‘World Resources Institute”.

Autor de outros livros sobre a água e questões ambientais como “Water: The International Crisis”, “The Science of War and Piece”, “We all fall down” e “Science and Technology in World Development”, Robin Clarke é também editor de publicações para o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Trata, portanto, com objetividade da ausência de um recurso que já afeta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo e mata, anualmente, de acordo com dados publicados pela WWF (sigla em inglês para Fundo Mundial para a Natureza), cerca de 2 milhões de habitantes do planeta, já que apenas 2,5% de toda a água existente na Terra é doce e somente um terço disso está próprio para o consumo.

A parceria com Jannet King, autora e organizadora de diversos atlas ambientais, históricos e políticos, foi fundamental para que o livro, editado no Brasil pela PubliFolha, servisse mais do que como um excelente meio de instrução e fonte de informações preciosas, mas como um alerta detalhado. O mapeamento indica as principais contradições na utilização da água, as prioridades mundiais com relação ao recurso natural, as medidas que vêm sendo tomadas para amenizar o problema em diversas partes do globo, os erros e os acertos localizados no que se refere a usos e abusos do líquido mais precioso da Terra, responsável pela vida que conhecemos.

Clarke e King mostram, de forma clara e com estatísticas alarmantes, como, por exemplo, o fato de que entre os anos 1960 e 2000 o consumo mundial de água dobrou, sem que houvesse tempo suficiente para o restabelecimento das fontes, que hábitos devem ser modificados pela preservação da vida. O desperdício do recurso natural é cada vez maior, tanto na agricultura, quanto na indústria ou no uso doméstico. Desperdício e mau uso. Desmatamentos, poluição, contaminação de lençóis, exploração indevida de aqüíferos, drenagens, represamentos e irrigações malfeitas contribuem para o crescimento das enchentes e secas descontroladas que ameaçam a sobrevivência de mais um bilhão de pessoas em todo o mundo.

A preservação das fontes depende de ações locais e globais, como o incentivo a pesquisas sobre a conservação e reaproveitamento da água, bem como a valorização de comunidades e do uso que fazem do líquido. Caso medidas efetivas não sejam tomadas e o consumo não seja reduzido, os desastres ecológicos e os desequilíbrios sociais serão cada vez mais acelerados. Qualquer atitude distante da integração e do consumo consciente pode ser a gota d’água. Fenômenos que fazem de O Atlas da Água leitura emergencial, um grito incontido em tempos de crise ambiental.

 

Cinqüenta anos. Este é o tempo estimado para que metade da população mundial conviva com a escassez crônica de água, caso nenhuma providência seja tomada para conter o consumo indiscriminado do recurso natural. Os sucessivos ataques ao ciclo hidrológico levam a crer que a humanidade aguarda um futuro em que a água será mais do que um bem de consumo em extinção, mas um fator decisivo na explosão de conflitos armados pela disputa gota a gota. Os navios-tanque, que antes eram associados ao petróleo, começam a ter outra finalidade.

Um acordo firmado em 2004 entre Turquia e Israel, por exemplo, permite que este carregue 50 milhões de metros cúbicos de água por ano, durante vinte anos, retirados do rio Manavgat. Em troca, a Turquia deve adquirir tanques de guerra e tecnologia aeronáutica importada de Israel. Este pacto transforma água em moeda e instrumento de crescimento político e econômico, embora o líquido venha sendo usado com fins militares desde as sociedades antigas, uma vez que os cursos d’água ultrapassam as fronteiras nacionais.

Mais de 260 bacias fluviais são internacionais e 13 se dividem entre cinco ou mais países. O mesmo estado de Israel, que entra em acordo com a Turquia, briga desde a década de 1950 com a Síria e a Jordânia pelo controle de seus recursos hídricos. As guerras no século XXI serão pela água.

Estes e outros dados estão registrados nos 33 mapas, além de tabelas e textos explicativos sobre os recursos hídricos mundiais, presentes em O Atlas da Água, escrito e organizado pelos pesquisadores americanos Robin Clarke e Jannet King, com tradução de Anna Maria Quirino. São informações e números atualizados sobre a escassez de água e os modos como o líquido vem sendo utilizado em 168 países, com um capítulo especial dedicado ao Brasil, detentor de aproximadamente 15% das águas do planeta. Tudo fundamentado em estudos oficiais realizados pela Organização das Nações Unidas, governos, institutos, publicações científicas e organizações voltadas aos cuidados com o meio ambiente, como a “World Water” e o ‘World Resources Institute”.

Autor de outros livros sobre a água e questões ambientais como “Water: The International Crisis”, “The Science of War and Piece”, “We all fall down” e “Science and Technology in World Development”, Robin Clarke é também editor de publicações para o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Trata, portanto, com objetividade da ausência de um recurso que já afeta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo e mata, anualmente, de acordo com dados publicados pela WWF (sigla em inglês para Fundo Mundial para a Natureza), cerca de 2 milhões de habitantes do planeta, já que apenas 2,5% de toda a água existente na Terra é doce e somente um terço disso está próprio para o consumo.

A parceria com Jannet King, autora e organizadora de diversos atlas ambientais, históricos e políticos, foi fundamental para que o livro, editado no Brasil pela PubliFolha, servisse mais do que como um excelente meio de instrução e fonte de informações preciosas, mas como um alerta detalhado. O mapeamento indica as principais contradições na utilização da água, as prioridades mundiais com relação ao recurso natural, as medidas que vêm sendo tomadas para amenizar o problema em diversas partes do globo, os erros e os acertos localizados no que se refere a usos e abusos do líquido mais precioso da Terra, responsável pela vida que conhecemos.

Clarke e King mostram, de forma clara e com estatísticas alarmantes, como, por exemplo, o fato de que entre os anos 1960 e 2000 o consumo mundial de água dobrou, sem que houvesse tempo suficiente para o restabelecimento das fontes, que hábitos devem ser modificados pela preservação da vida. O desperdício do recurso natural é cada vez maior, tanto na agricultura, quanto na indústria ou no uso doméstico. Desperdício e mau uso. Desmatamentos, poluição, contaminação de lençóis, exploração indevida de aqüíferos, drenagens, represamentos e irrigações malfeitas contribuem para o crescimento das enchentes e secas descontroladas que ameaçam a sobrevivência de mais um bilhão de pessoas em todo o mundo.

A preservação das fontes depende de ações locais e globais, como o incentivo a pesquisas sobre a conservação e reaproveitamento da água, bem como a valorização de comunidades e do uso que fazem do líquido. Caso medidas efetivas não sejam tomadas e o consumo não seja reduzido, os desastres ecológicos e os desequilíbrios sociais serão cada vez mais acelerados. Qualquer atitude distante da integração e do consumo consciente pode ser a gota d’água. Fenômenos que fazem de O Atlas da Água leitura emergencial, um grito incontido em tempos de crise ambiental.

O Atlas da Água – Planeta Sustentável

O futuro da humanidade: os tri-hiper, de Augusto Cury – Editora Sextante quinta-feira, ago 25 2011 

Em dezembro de 2008, ganhei, de minha cunhada Roseli, o livro de Augusto Cury do título desta postagem.

Em março de 2009, formatei, em Microsoft Power Point, baseada na leitura desse livro, um anexo  cuja abordagem é a síndrome dos tri-hiper.

O anexo é ilustrado pela pintura “A Balsa da Medusa”, que se baseia, também, numa inserção, neste espaço, da leitura da pintura de Thèodore Géricault.

A partir do título do livro e do nome do autor, é possível encontrar, na Web, desde resenhas, resumo do livro, slides com o livro em “pdf” e até como e-book para deficientes visuais. Enfim, pode-se ler sobre o livro, comprar o livro, ler o livro por meio de “download”…

O anexo, portanto, é uma exposição, com cópias de trechos do livro, do meu entendimento da síndrome dos tri-hiper.

Esse é o motivo de eu ter escolhido, dentre as categorias, a denominada “Opinião pessoal e intransferível”, porque é uma interpretação da síndrome exposta, no livro, na minha perspectiva, ou seja, a de leitora.

Os tri-hiper_ilustração A balsa da Medusa_Maria Lúcia Bernardini 

Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, na Wikipédia, e livro biográfico lançado segunda-feira, ago 22 2011 

Aracy de Carvalho Guimarães Rosa – Wikipédia, a enciclopédia livre

Na revista Veja, páginas 138 e 139, 24/08/2011, edição 2231, ano 44, n.º 34, Livros, de Luís Guilherme Barrucho,

recomenda:

Justa – Aracy de Carvalho e o Resgate de Judeus: Trocando a Alemanha Nazista pelo Brasil

Autoria: Mônica Raisa Schpun, Civilização Brasileira, 518 páginas.

Daqui de Pitangui: Maio 2010 – Sinhá Braba quinta-feira, mar 17 2011 

 

Por causa de um dos  livros de Agripa Vasconcelos, Sinhá Braba, encontrei esta pérola, dentre outros resultados de busca. Uau! Nem na Wikipédia está tão completo. Centenário de Agripa Vasconcelos: 2007.

sábado, 15 de maio de 2010

Joaquina de Pompéu: As duas faces da matriarca

Grande dama? Messalina dos trópicos? Até hoje não se sabe ao certo quem foi Joaquina do Pompéu, uma das mulheres mais ricas e poderosas do século XIX

por Gilberto Cézar de Noronha
Uma grande dama do século XIX, pia, conservadora, religiosa e bem comportada, ou uma sinhá da “pá-virada” que escandalizava a sociedade fornicando com os próprios escravos? É entre esses dois extremos que oscila a fama de Joaquina do Pompéu, uma das mulheres mais poderosas das Minas Gerais do seu tempo. Quando morreu, aos 72 anos, em 7 de dezembro de 1824, vítima de derrame cerebral, deixou uma herança avaliada, em dinheiro atual, em aproximadamente 2 bilhões de reais. E também uma memória controversa. Até os dias de hoje, circulam inúmeras histórias sobre a grande senhora, relembradas e transmitidas boca-a-boca e também registradas pela literatura e pela historiografia.
Dona de um nome extenso que lhe dava foros de nobreza – Joaquina Bernarda da Silva de Abreu e Silva Castelo Branco Souto Maior de Oliveira Campos – ela nasceu em Mariana (MG) em 20 de agosto de 1752. Era a quinta dos nove filhos de um advogado português, Jorge de Abreu Castelo Branco, e da açoreana Jacinta Teresa da Silva. Ficou órfã de mãe aos 10 anos de idade, mas d. Jacinta teve tempo de educá-la como uma pequena dama à moda européia, ensinando-lhe a “ler, bordar, coser e cozinhar, assim como a rigorosa política do século XVIII, que era a polidez de receber as pessoas e tratá-las com fineza”. Viúvo, o pai de Joaquina retomou os estudos eclesiásticos começados em Coimbra e se ordenou padre. Em 1762, transferiu-se com a família de Mariana para Pitangui, vila localizada no oeste da capitania de Minas. Foi lá que Joaquina conheceu o capitão de milícias Inácio de Oliveira Campos, com quem se casaria em 1764.
É nesse período que se revelam as primeiras expressões de um temperamento forte, arrebatado e independente. Embora, aos onze anos, estivesse apaixonada por Inácio, se vê obrigada, como era costume na época, a ficar noiva, por imposição do pai, de um homem de que não gostava, o comerciante Manuel de Sousa e Oliveira. No dia do noivado, no entanto, recusou-se a um brinde com o “prometido”. Para espanto dos presentes, aproximou seu copo do copo do capitão de milícias, que comparecera à festa, e disse em alto e bom som: “Não é para beber a saúde do noivo escolhido? Pois eu bebo a saúde de meu noivo, capitão-mor Inácio de Oliveira Campos”. A atitude de Joaquina quase resultou num duelo entre Inácio e o noivo ultrajado, que acabou demovido da idéia.
Apesar dos protestos paternos, Joaquina e Inácio acabaram se casando, em 20 de agosto de 1764. Ela com 12 anos, e ele 30. O casal mudou-se para uma pequena propriedade nos arredores de Pitangui: a Fazenda Lavapés. Conta-se que Joaquina se mostrou uma esposa trabalhadeira, sempre disposta a encarar a lida da fazenda. Em 1771 Inácio é designado para missões de apresamento de índios e negros fugidos nos sertões do oeste mineiro e recebe por isso, como recompensa, várias sesmarias que aumentam consideravelmente seu patrimônio. Com a morte de seu pai, em 1774, herda terras em Paracatu (região noroeste de Minas), e fica ainda mais rico. Como o capitão passava muitos meses fora de casa, a administração da Fazenda Lavapés ficava por conta de Joaquina, que se desincumbia com extrema competência da tarefa. Em 1784, o casal se muda para a Fazenda do Pompéu, localizada no centro-oeste de Minas, que pertenceu oficialmente a Manuel Gomes da Cruz até 1792.
Este é um período bastante controverso da vida de Joaquina, sobretudo pelos seus negócios escusos que lhe renderam a fama de intransigente, violenta e desonesta: Referem-se a esse período as histórias, narradas ainda hoje, sobre suas práticas de roubo de gado e assassinato de boiadeiros, cujos corpos seriam enterrados embaixo de seu sobrado. Este, aliás, conhecido como o Solar de Joaquina do Pompéu, uma construção iniciada em 1785, era um casarão muito grande, de dois pavimentos divididos em 79 quartos, feito de esteio de aroeira em sistema de pau-a-pique, cujas ruínas se mantiveram de pé até 1954, quando foi demolido para a construção de uma rodovia. Os pontos controvertidos desse período são muitos: entre eles, a própria mudança do casal para Pompéu e a construção do imenso solar quando ainda não tinha a posse oficial da terra. A escritura da Fazenda do Pompéu é lavrada apenas em 1792, conforme registrado em uma ação de Antônio José de Faria movida contra Joaquina. O demandante acusava Joaquina de dar um golpe contra o antigo proprietário do Pompéu, aproveitando-se de sua idade avançada, comprando-lhe a terra por preço irrisório e, como se não bastasse, não lhe pagando tudo que devia. Uma série de cartas escritas entre 1792 e 1798 pelo próprio Manuel Gomes, endereçadas a Joaquina, hoje localizadas no Arquivo Público Mineiro, traz indícios de que ela atrasava o pagamento da dívida.
Em 1795, Inácio ficou paralítico e Joaquina assume os negócios e o controle do latifúndio. Com a morte do marido, nove anos depois, é que a grande proprietária, aos 52 anos, começa a construir, de fato, a sua fama. Desde então as versões sobre sua conduta moral e sexual são desencontradas. Alguns, como o poeta e jornalista Lindolfo Xavier, afirmam que a viúva todo-poderosa jamais pensou em casar de novo, mantendo-se “fiel à memória do marido, honrando-lhe o nome e as tradições”. Austera, portava-se como um verdadeiro comandante, não poupando nem os dez filhos de sua disciplina quase militar. Mulher de grandes pudores, não se mostrava nua, no banho, nem para as escravas de confiança. Tratava e alimentava bem os escravos. Religiosa, caridosa com as causas da igreja católica, era respeitada até pelas autoridades reais.
Mas existe o “lado B” da viúva Joaquina do Pompéu, construído a partir dos pontos mais obscuros de sua vida e de sua condição de mulher, viúva, senhora de escravos que estava à frente dos negócios. Os que defendem sua memória dizem que tudo não passaria de “maledicência, lendas, coisas inventadas”, mas o fato é que algumas histórias que circulavam na época não lisonjeiam sua personalidade. Em vez de boa, seria muito cruel com os escravos. Em vez de honesta, era corrupta nos negócios. Pior do que tudo, pela ótica da sociedade colonial, tratava-se de uma mulher lasciva e mesmo “depravada”. Sua conduta escandalosa caiu em breve na boca do povo, que se encarregou de passar, de geração a geração, histórias que envolviam descomedimentos e sexo desregrado.
Uma delas é que gostava de recrutar negros escravos para o seu deleite erótico. Naquele tempo os senhores podiam até fazer isso, mas nunca as mulheres. Dizia-se que dava ordens para que se colocasse o amante eventual “de molho” numa banheira, durante dias, antes dos seus serviços sexuais, a fim de retirar-lhe o “bodum”. Alguém chegou a vê-la enlaçada com um escravo à margem do córrego das Areias, em plena luz do dia, num lugar onde havia um monjolo. Segundo as más línguas, a engenhoca, com suas batidas intercaladas e constantes, ditaria o ritmo da cópula, enquanto transformava o milho em fubá. Ainda hoje, as pessoas da região contam risonhamente esta história concluindo quase sempre com uma frase inusitada: “Era uma pancada de lá e outra de cá! Na beira do corgo, êta mulher safada, Sô!”.
Fora esse lado mais obscuro, Joaquina foi – isto comprovadamente – anfitriã de viajantes estrangeiros que estiveram aqui a serviço do rei de Portugal e recebeu no seu solar os alemães Eschwege e Freyreiss, respectivamente em 1811 e 1813. Participou também, indiretamente, da Independência do Brasil, em 1822, enviando bois para as tropas de d.Pedro, na Bahia. Por sua influência política, embora “não tivesse exercido cargo eletivo”, é constantemente evocada como matriz de uma elite política regional mineira.
Quando morreu, tinha 74 netos e 15 bisnetos. Do seu testamento constavam 11 fazendas, 40 mil cabeças de gado e algumas centenas de escravos, fora baixelas de prata e bandejas e barras de ouro, entre outros tesouros. Mas talvez sua grande herança seja justamente a imagem múltipla que deixou: “sinhá braba” ou “dama do sertão”? É esta que até hoje povoa a imaginação da posteridade.
Gilberto Cézar de Noronha é professor de história da Faculdade do Alto São Francisco – FASF/LUZ e autor do livro Joaquina do Pompéu: Tramas de memórias e histórias nos sertões do São Francisco. Uberlândia: EDUFU, no prelo.
 

O barão e as más línguas

Quando fazia um levantamento das riquezas minerais do Alto São Francisco, a serviço do rei de Portugal, Wilhelm Ludwig Von Eschwege (1777-1885), o barão de Eschwege, hospedou-se no solar de Joaquina do Pompéu. Os resultados da viagem foram apresentados no livro Pluto brasilienses, escrito por volta de 1821 e publicado, pela primeira vez, em 1833, em Berlim. Na obra, o autor narra a chegada à Fazenda do Pompéu, registrando a sua surpresa com o tamanho da propriedade, que descreve como tendo pelo menos 150 léguas quadradas. Ficou também bem impressionado com a hospitalidade de Joaquina e a assistência por ela oferecida. Sua comitiva ficou ali abrigada por vários dias, munindo-se de víveres necessários à retomada da viagem em direção aos rios Indaiá e Abaeté. O barão registra, em nota de rodapé, seu agradecimento especial a Joaquina e procura esclarecer um boato que surgiu a respeito do mineralogista e da hospitaleira fazendeira: um suposto envolvimento amoroso seguido de um presente de mil bois oferecidos a ele por Joaquina. Segundo o próprio Eschwege, suas constantes hospedagens, “às vezes por semanas”, na casa de Joaquina, deram origem a “boatos que correm a meu respeito espalhados por alguns viajantes e subscritos por outros”. Para o viajante, entre os que poderiam ter contribuído para fazer circular a intriga estaria outro alemão, de nome Werner, que também se hospedou no solar. Mas talvez Eschwege estivesse mais próximo da verdade caso suas suspeitas recaíssem sobre os próprios moradores da região. Era a população do oeste mineiro que, em geral, espalhava aqueles comentários “maliciosos”, como, aliás, ocorre ainda hoje.
Saiba Mais – Bibliografia:

CAMPOS, Deusdedit Pinto Ribeiro de. Dona Joaquina do Pompéu: sua história e sua gente. Belo Horizonte: Roma, 2003
GUIMARÃES, Antônio Campos. A Dama do Sertão. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1985
RIBEIRO, Coriolano e GUIMARÃES, Jacinto. Dona Joaquina do Pompéu. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1956.
VASCONSCELOS, Agripa. Sinhá Braba –Dona Joaquina do Pompéu. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.

Saiba Mais – Site:

Coleção FAMÍLIA JOAQUINA BERNARDA DE POMPÉU (FBJP). Sistema Integrado de Acesso do Arquivo Público Mineiro. Disponível em http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fundos_colecoes/brtacervo.php?cid=58

 

 

 

FONTE DESTA POSTAGEM:

Revista de História da Biblioteca Nacional:
http://rhbn.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=1321 , acessado em 15/05/2010

Poderá também gostar de:

Daqui de Pitangui: Maio 2010

Da Itália nós partimos, de Pierantonio Zavatti, Editora Gráfica IGIL, Itu/SP quinta-feira, ago 19 2010 

Da Itália nós partimos

Histórias e esperanças de imigrantes emiliano-romanholos no Brasil e de seus descendentes que vivem em Salto, Itu e Sorocaba (São Paulo)

Autor: Pierantonio Zavatti, nascido em Forlí (Itália) em 1943, é professor de matérias literárias, jornalista, membro da consulta dos emiliano-romanholos no mundo e conselheiro regional das Associações Cristãs de Trabalhadores Italianos – ACLI ou Acli.

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A Gráfica Igil é responsável por calendários (ou folhinhas, como chamamos carinhosamente] espetaculares que sempre enviou ao meu pai, Agenor Bernardini, dentro do relacionamento comercial e de amizade, mantidos há mais de 50 anos. Atualmente, quem o recebe é meu irmão, Washington Luiz, que me emprestou o exemplar do livro citado nesta inserção.

Meu interesse pelos imigrantes italianos se justifica pelo fato de meus bisávos Micai e Bernardini (lado paterno) serem “oriundi”.

Mantenho, no MyHeritage.Com, uma árvore genealógica da família Bernardini (bisavós Pietro e Maria Fortunata Bernardini) que foi montada a partir das informações e fotos obtidas com os descendentes.

Foi com imensa alegria que tomei conhecimento desse lançamento do livro Da Itália nos partimos, com um exemplar nas mãos, porque, além de ser um testemunho do bom relacionamento do autor, Pierantonio Zavatti, com o Brasil, é, também, uma homenagem aos 400 anos de Itu.

Tomo a liberdade, portanto, de redigitar a apresentação de Silvia Bartolini, Presidente da Consulta dos emiliano-romanholo no mundo, página 09:

“Na perda de sentido que caracteriza grande parte da informação proveniente da comunicação em massa cotidiana, creio que seja prudente, como faz Pierantonio Zavatti neste volume, ocupar-se de memórias, de estórias vivivadas, ricas de sentido e que representam uma condição humana especial: a emigração, a diáspora, a erradicação.

Como consultor representante das Acli regionais e, sobretudo, pela sua vocação forte para o ensino, Zavatti esclarece o sentido de comunidade e da transmissão do saber contando estórias.

A partir de sua longa experiência no Brasil, aonde conduziu cursos de língua italiana para a comunidade de Salto e Itu (duas cidades no interior do estado de São Paulo, onde fundou um círculo Acli), nasceram estas memórias ítalo-brasileiras, que pertencem a uma história coletiva de emigração partida da Emilia-Romagna e que se dispersou em tantas regiões, em tantos micro-cosmos habitados pelas famílias cujas vidas são aqui contadas por meio de testemunhos diretos, muitos dos quais com desdobramentos poéticos. Não faltam os pontos de vista das novas gerações, para ligar o fio vermelho da memória na complexidade do presente, muitas vezes fadada ao esquecimento.

Da profundidade do tempo, estas estórias, hoje relatadas superficialmente por Zavatti, pertencem a todos nós e são resgatadas graças ao trabalho de pesquisa que cabe às tarefas da “Consulta degli Emiliano-romagnoli nel mondo” (Consulta dos emiliano-romanholos no mundo).

Não quero acrescentar nada mais, deixando a vocês a leitura de ‘Da Itália partimos’, título que faz referência ao primeiro verso de ‘Mérica Mérica’, antiga música de emigração.

Concluo relembrando apenas que, na minha função de presidente da Consulta, encontrei muitas comunidades emiliano-romanholas no exterior, e que esta de Salto e Itu se distingue pelo entusiasmo, pelo planejamento, pela capacidade de reformular as manifestações culturais que levaram à sua criação em território estrangeiro, graças ao presidente Amauri Chaves Arfelli e a todas as pessoas que colaboram com ele para manter vivas e fortes as origens emiliano-romanholas em comum”.

Como diziam nossos antepassados: Que belo!

Por falar em vampiros… terça-feira, mar 14 2006 

Todo cuidado é pouco, quando se trata de leitura de contemporâneos.
Talvez, essa seja uma justificativa simplória, mas livros clássicos deveriam ser acompanhados dos seguintes dizeres: tudo o que lerá, DEPOIS DESTE LIVRO, já terá sido tratado neste; dependerá do estilo do escritor que o livro contemporâneo não seja um mero plágio.
 
Por falar em vampiros…
 
Educador, de verdade, não recomenda leitura de escritores que PLAGIAM autores já editados, porque conhece as obras anteriores e, se recomendá-los, deverá, no mínimo, dar créditos àqueles em quem os plagiadores se inspiraram.
Os vampiros da Literatura se apresentam na forma de estelionatários que, como os que aplicam golpes de contos-do-vigário, apóiam-se na certeza da ignorância (ups!), da má formação (ups!), da falta de tempo e de dinheiro da população para certificar-se de que não está lendo um livro plagiado. Nós, brasileiros, não lemos nem UM livro por ano, portanto, precisamos ter muito cuidado para não lermos obras plagiadas.
Em minha experiência de EDUCADORA, fui alvo de "pegadinhas" (gostaria de ter o poder de acabar com "pegadinhas", mas teria que colocar mal amados e mal resolvidos num paredão!) ou de má-fé de muitos "escritoUres", que, como cronistas (?), jornalistas (?) ou "whatever" (e esse "whatever" incluiu, até, supostamente, um funcionário público que passou a editar e distribuir seus livros para bibliotecas, com grande destaque pela imprensa nativa, o que, para mim, nunca passou de lavagem de dinheiro público desviado de seu destino, ou seja, era para ser para a EDUCAÇÃO) e se impunham, diante dos meus olhos, em jornais nativos, ou querendo entrar em minhas salas de aula para promover "seus" livros. Usaram e abusaram de alunos sob minha responsabilidade para isso. Inclusive, usaram professores, coordenadores pedagógicos e técnico de Oficina Pedagógica incautos. Gente incauta provoca cada tragédia…! 
Não estou generalizando, não, estou apontando, por meio da sugestão de leitura dos livros abaixo descritos, muito cuidado ao indicar livros de autores "nativos". Podemos estar "vendendo" aos alunos gato por lebre.
 
Dos recomendados abaixo, não consegui comprar vários. Emprestava-os aos alunos, na escola "Convenção de Itu" e, depois, na escola "Pinheiro Júnior", alunos do ENSINO MÉDIO entregaram em troca não sei de quê, com certeza, para autores vampiros, o exemplar de Maria Gomes. Foi o único livro que perdi, do meu acervo de Ricardo Azevedo, mas meus sobrinhos aproveitarão os que restaram.
Longa vida aos vampiros, rufiões, impotentes intelectuais, pois herdarão o reino… dos estelionatários. Que dó eu sinto dos herdeiros deles em virtude dos péssimos exemplos que têm! Que pobreza de espírito!

De Ricardo Azevedo:

 

Livros da Série VIAGEM:

Aquilo

Viagem estrelada

De como enganei o Sol

Estão batendo na porta

(Editora Melhoramentos)

 

Livros da série CONTOS, QUADRAS, ADIVINHAS E MITOS POPULARES:

Monstrengos de nossa terra

Gaspar, eu caio!

Fui pro mar colher laranja

O macaco e a velha

Moça formosa, pai carrancudo

(Editora FTD)

 

Livros da coleção DISPARATE

Tá vendo uma velhota de óculos, chinelo e vestido azul com bolinha branca no portão daquela casa?

Disparate

(Editora FTD)

 

Coleção GIRASSOL

O rei das pulgas

(Editora Moderna)

 

Coleção SEGUNDAS HISTÓRIAS

Vaidade no terreiro

A fonte luminosa

Atrás do pirata papa-tudo

O mágico errado

Os telecaramujos

Lambe o dedo e vira a página

O tesouro perdido do gigante Gigantesco

De repente, toda a história novamente

O tapa

Chico Palito

Quem meteu o dedo no bolo da Cuca

Um rei e seu cavalo de pau

Dona Quitéria trutruzeira

Um casório bem finório

Histórias e lorotas da vovó

A teia de Penélope Aranha

O mapa do tesouro

Por que não servem pizzas no Natal?

O sapo encantado

Alguma coisa

(Editora FTD)

 

Coleção CÉU DA BOCA

Amar enquanto há mar

Às vezes me sinto sem cinto

Parte sempre a mesma parte

Ela nada no nada, eu invento no vento

(Editora Melhoramentos)

 

Série VENTO AZUL

Um vento azul

Davi acordou cinza

O peixe que podia cantar

O bandolim

Papai motorista

Araújo ama Ofélia

(Editora Melhoramentos)

 

Coleção DÓ-RÉ-MI-FÁ

Marinheiro rasgado

(Editora Scipione)

 

Série HISTÓRIAS DE ENCANTAMENTO

A moça de Bambuluá

João de Calais

Roberto do Diabo

Maria Gomes

(Editora FTD)