Terra – Planeta água – Blog do MyHeritage em português quarta-feira, set 3 2014 

Leia, no MyHeritage Blog em Português, sobre a falta de água em Itu – SP e o alerta para economizar água.

Terra – Planeta água.

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Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria* quinta-feira, ago 28 2014 

Edição agosto/setembro 2014 – Venda Exclusiva: Droga Raia. R$ 3,50.

Visite o “link” abaixo

Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria*.

Itu.com.br – Nossa Cidade – Indignada, moradora de Itu faz desabafo sobre a falta de água terça-feira, ago 19 2014 

Merece ser lido, com atenção, o desabafo dessa cidadã.

Quem não mora em Itu – SP terá uma pequena ideia do que estamos passando.

Meu primo PR, do RJ, entende e está solidário, sempre ligando para saber como estamos, pois, no final da década de 50 até meados da década de 60, o Rio de Janeiro passou por isso. O desespero pela falta de água era tamanho que até água salobra de construção civil era buscada para atender necessidades básicas de higiene de vaso sanitário e outras lembranças, tais como  estocar água na banheira, quando vinha, para a higiene pessoal.

Por incrível que pareça, quem solucionou o problema, no RJ, foi a administração Carlos Lacerda.

Itu.com.br – Nossa Cidade – Indignada, moradora de Itu faz desabafo sobre a falta de água.

Breast Cancer Poems – YouTube sexta-feira, ago 8 2014 

Localizei mais dois poemas de Sonya Rose Atkinson, estimulada pelo primeiro que foi postado no blog do “The Breast Cancer Site”, e recomendo:

Breast Cancer Poems – YouTube.

Incredible! This woman’s strange dream led to her diagnosis. Now she’s sending a message to everyone about her “Year of Grace.” | The Breast Cancer Site Blog sexta-feira, ago 8 2014 

Clique, abaixo, para entrar no The Breast Cancer Site Blog para assistir ao vídeo com Sonya Rose declamando o poema “Year of Grace”

Incredible! This woman’s strange dream led to her diagnosis. Now she’s sending a message to everyone about her “Year of Grace.” | The Breast Cancer Site Blog.

No YouTube, podemos acompanhar os versos do poema “Year of Grace” que copio e colo abaixo:

“Year of Grace”, A Breast Cancer Poem = postagem de 2011

 

I sit here—

Dreaming for things to naturally fall into its place.
Staring into my living space, so weak I appear.
Can’t keep up the pace—
Of the human race, a well-established career;
I feel so out of place.
I look back at the years, a memory trace of an old frontier.
See the rough bumps, the crinkly pattern in an emerald green depression vase…
In my changing face, I feel a new tear.
If only I could embrace—
The colors of the wind in its breathing space (all-clear)
If only I could swim with the ocean and reappear—
Like a pearl in its hiding place…
If only I could jump on the next cloud and disappear—
Fly to a higher place.
If only I could touch the sun and give more cheer—
Not burn up in deep space.
If only I could walk on the moon (from here)—
Write that song I hear play from its imaginary place.

If only I could play bass… and drink some fine dark beer—
On and on and on, in a parking space
With no cars, just a gathering space—to give ear;
A meeting place, a change of pace

For anyone who needs breathing place, a life peer.
Like me, this is my visual place.
Some say it’s a prisoner’s base, to draw nearer
To a lower place; to interlace…
Others say its part of an obstacle race, never to interfere
With a higher space,
And now my dog at my feet, who I hold dear,
Just wants me to cut to the chase.
All I know, it’s still all unclear…
But, to be sincere,
I could never fight this (cancer) alone, without fear—
Not without Love or my heart in the right place;
And, especially, not without—Grace.

Description: 2011 is my Year of Grace. Through a vivid dream, I was led to receive proper healing. I was warned to get my breasts thoroughly checked. After ultrasound/MRI-biopsies, I was diagnosed: stage 2 ILC (Invasive Lobular Carcinoma), LCIS & DCIS, grade 3, node-positive. Following a lumpectomy, 8 cycles of chemo, deep in September, I had a bilateral total skin-sparring mastectomy with immediate reconstruction. In just one year, my risk dropped from 85% to 35% to 17.5% of breast cancer recurring. As, I am continuing my hormone therapy for the next five years, I have adopted even healthier ways of living, a greener lifestyle. I am learning more on what it means to be a BRCA mutation carrier, with a 50% chance plus 1% higher every year of hereditary ovarian cancer… and other cancers (pancreatic, malignant melanoma, subgroup of lymphomas and leukemia). Also, what I must do to further overcome my underlying condition of Chronic Lyme Disease.

I’ve been blessed through the miracle of more than just one dream (as my cancer went under the radar of GYN/self-breast exams and mammograms for over 8 long years, after 9/11 exposure, around age 30)… through excellent care of doctors and nurses, family and friends, my fiancé (now my husband), my sweet Sonny… through the power of God’s angels on Earth and in Heaven. Through those faces who I’ve seen in my dreams…

Please Visit Me:
CaringBridge:
http://www.caringbridge.org/visit/son…

Facebook:
http://www.facebook.com/SonyaRoseAtki…

Women’s Health Magazine, featured:
http://www.womenshealthmag.com/health…

Images: iPhone video clips from my Breast Cancer journey 2011

Expedição Alagoas: Em Alagoas, 62% dos municípios passam por processo de desertificação – TNH1 – O portal de notícias de Alagoas sábado, ago 2 2014 

Expedição Alagoas: Em Alagoas, 62% dos municípios passam por processo de desertificação – TNH1 – O portal de notícias de Alagoas.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria domingo, jul 6 2014 

À venda nas lojas da Droga Raia.  Adquira a sua! R$3,50.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria domingo, fev 23 2014 

À venda em qualquer loja da Droga Raia, pelo valor de R$ 3,50 (três reais e cinquenta centavos). Esse valor, descontados os custos do projeto, é revertido para o GRAACC + Instituto Ayrton Senna (parceria social).

GRAACC, combatendo e vencendo o câncer infantil, é a sigla de Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer. É uma instituição sem fins lucrativos que, desde 1991, combate o câncer infantil.

Clique para folhear as revistas anteriores disponíveis para isso. Não se esqueça de, ao passar por uma das lojas da Droga Raia, adquirir uma ou mais revistas.

A de n.º 36 refere-se ao bimestre fevereiro e março/2014.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria.

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria segunda-feira, dez 23 2013 

À venda em qualquer loja da Droga Raia:

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria.

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! Recebido em 18/11/2013 terça-feira, nov 19 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: qual o amigo mais diferente que você já fez?

Estamos procurando relatos de amizades improváveis, de pessoas que, aparentemente, não combinam, mas que acabaram virando amigas e construindo uma relação sólida e especial. Podem ser histórias como:

– Quando a conheci, ela era a menina mais bagunceira da escola e eu, a representante de classe. Acabamos fazendo um trabalho em grupo e descobri na minha colega uma grande amiga, que me ensinou a levar a vida com mais leveza.

– Conheci meu amigo em uma viagem de férias com a turma. Cheguei atrasadíssimo para a partida e ele, muito pontual e organizado, ia me deixando para trás. Quando nos conhecemos melhor, descobrimos que, fora a organização, temos muito em comum.

– Minha amiga é daquelas pessoas sérias, que levam tudo com firmeza. O incrível é que eu admiro seu jeito ajuizado de viver e ela gosta da minha maneira alegre, de dar risadas com o que me acontece. Quando nos veem juntas, ninguém acredita que somos tão próximas!

– Tenho 66 anos e meu melhor amigo tem a metade da minha idade. Gostamos muito de conversar sobre diversos assuntos. Ele me ensina a ver a vida com outros olhos.

– Tenho uma amiga que adora viajar, fazer coisas novas e não para um minuto sequer! Eu gosto mesmo é de ficar em casa, sem muitas emoções. Não temos nada em comum, mas ela está sempre por perto quando preciso. Foi com ela que vi que podia deixar meus preconceitos para trás: uma boa amiga vai além das aparências.

– Conheci meu amigo na faculdade e estávamos sempre juntos. Depois, ele se tornou empresário e hoje tem um excelente salário. Eu resolvi fazer trabalhos sociais. Nossos estilos de vida são opostos, mas nossos laços continuam fortes. Estamos juntos nos momentos alegres e nos difíceis: uma amizade verdadeira vai além do dinheiro.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: www.revistasorria.com.br

Também estamos no Facebook: www.facebook.com/revistasorria

Muito obrigado!

Equipe Sorria

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Cidades sem Fome: Revista Sorria edição 34, out/nov/2013 domingo, out 6 2013 

A revista “Sorria para ser feliz agora”, edição n.º 34, outubro/novembro/2013, Editora Mol, já está à venda nas lojas da Droga Raia.

A capa é: Você é feliz com seu trabalho?

Na seção Gente que faz, “Semeando o futuro”, texto de Jéssica Martineli; foto de Ilana Bar, Hans Dieter Temp, gaúcho, administrador de empresas ameniza a pobreza por meio de hortas comunitárias, diminuindo a fome e gerando emprego e renda, como fundador da ONG Cidades Sem Fome que, desde 2004, cria hortas comunitárias na Zona Leste de São Paulo. A iniciativa já beneficiou 2.000 mil pessoas. Em 2011, a ONG recebeu um prêmio internacional como iniciativa a ser replicada. [Trecho redigitado da página 42, revista Sorria]

Passe numa das lojas da Droga Raia, compre a revista e  leia não apenas essa recomendação, mas a revista inteira.

Visite, abaixo, o “link” indicado nessa mesma revista:

Cidades sem Fome.

O Clube 99 | Update or Die / Life Vest Inside = para espalhar gentileza quarta-feira, out 2 2013 

Recebi a sugestão do texto (autoria desconhecida) do primo Ségio e, ao procurar por inserções dele, encontrei esta abaixo:

O Clube 99 | Update or Die.

Interessante que estava procurando algo para inserir este filme do YouTube que minha prima Maria Adelaide enviou sobre Life Vest Inside:

No “link” abaixo, você visualizará mais facilmente outras inserções sobre Life Vest Inside.

Sorria 33 by Editora MOL – folheie a revista segunda-feira, set 30 2013 

Depois de folhear a revista, assim que passar por uma das lojas da Droga Raia, adquira a sua revista impressa.

Entenderá por que merece ser aguardada e comprada a cada edição.

ISSUU – Sorria 33 by Editora MOL.

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! Edição 34 – outubro/novembro 2013 segunda-feira, ago 12 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: por que você ama o que faz?

Estamos procurando relatos de pessoas que amem o seu trabalho, sejam quais forem. Afinal, às vezes, não é ter o trabalho dos sonhos que torna especial o que fazemos. Podem ser depoimentos como:

– Trabalho com a diagramação de livros didáticos. É um trabalho difícil, que exige dias e dias em frente ao computador. Mas faço bem feito porque sei que minha atividade contribui para a educação de centenas de crianças.

– Gosto muito de conversar com as pessoas e tornei-me recepcionista em um escritório. Sinto-me realizada ao perceber que minha atitude pode tornar melhor o dia de alguém.

– Trabalho em banco e mexo com impostos e tarifas. Minha atividade exige muito cuidado e atenção, pois qualquer erro pode levar alguém a perder muito dinheiro. Saber que ajudo desconhecidos a organizar sua vida financeira me faz muito bem.

– Todos os dias saio de casa às 5h e vou para o prédio onde trabalho. Faço os serviços de jardinagem e fico orgulhoso quando alguém elogia meu trabalho. Gosto de tornar a vida das pessoas mais bonita.

– Sou fotógrafo, especializado em casamentos. É muito recompensador quando, em meio a tantas festas, consigo captar em imagens o amor entre duas pessoas. É o que dá sentido ao meu trabalho.

– Faço as refeições que as crianças comem nos intervalos da escola. E vê-las nutridas e felizes com a comida que preparo também me faz muito feliz.

Sou engenheiro e trabalho fazendo projetos em uma construtora. É recompensador enxergar um pouquinho do que faço nos lugares onde pessoas vão morar ou trabalhar. Sei que estou contribuindo para que tenham uma rotina segura e sólida.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: www.revistasorria.com.br

Também estamos no Facebook: www.facebook.com/revistasorria

Muito obrigado!

Equipe Sorria

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Sorria Nº 33. A força do bom humor | Revista Sorria – à venda na Droga Raia segunda-feira, ago 12 2013 

Sorria Nº 33. A força do bom humor | Revista Sorria.

Sorria Nº 30. Boa vida | Revista Sorria* – Folheie a revista, mas compre: R$3,50 terça-feira, mar 12 2013 

Para quem ainda não conhece a revista “Sorria”, esta é uma excelente oportunidade de folheá-la on-line.

No entanto, nada se compara a ter a revista em mãos e alcançar a extensão da contribuição pelo simples fato de comprá-la em uma Droga Raia mais próxima de sua casa ou de seu trabalho.

Com essa iniciativa, a Editora Mol e os parceiros já conseguiram arrecadar e doar quase dez milhões e quinhentos mil reais para a saúde e para a educação.

Sorria Nº 30. Boa vida | Revista Sorria*.

Uma tabela para ter às mãos (ou na geladeira): Prof.ª Lucielli Neves quarta-feira, mar 6 2013 

Recebi de minha cunhada Sônia, mas, em “Busca”, é possível encontrar outras postagens mais antigas em blogs:
UMA TABELA PARA TER ÀS MÃOS

Profª. Lucieli Neves

Maçã
Protege o seu coração
Evita constipação
Bloqueia a diarreia
Melhora capacidade dos pulmões
Amortece as articulações
Damasco
Previne o câncer
Controla a pressão arterial
Protege a sua visão
Protege contra a doença de Alzheimer
Retarda o envelhecimento
Alcachofra
Ajuda na digestão
Baixa o colesterol
Protege o seu coração
Estabiliza o açúcar no sangue
Protege contra doenças do fígado
Abacate
Combate as diabetes
Baixa o colesterol
Previne as tromboses AVC
Controla pressão arterial
Suaviza a pele
Banana
Protege o seu coração
Atenua a tosse
Fortalece os ossos
Controla a pressão arterial
Bloqueia a diarreia
Feijão
Evita constipações
Atenua a hemorroida
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Estabiliza o açúcar no sangue
Beterraba
Controla a pressão arterial
Previne o câncer
Fortalece os ossos
Protege o seu coração
Ajuda a perder peso
Baga de Mirtilho
Previne o câncer
Protege o seu coração
Estabiliza o açucar no sangue
Estimula a memória
Evita a Constipação
Brócolos
Fortalece os Ossos
Protege a Visão
Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial
Couve
Previne o câncer
Evita a prisão ventre
Ajuda a perder peso
Protege o seu coração
Atenua a hemorroida
Melão
Protege a Visão
Controla a pressão arterial
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Fortalece o sistema imunológico
Cenoura
Protege a Visão
Protege o seu coração
Evita a prisão de ventre
Previne o câncer
Ajuda a perder peso
Couve-Flor
Previne o câncer da Próstata
Previne o câncer da Mama
Fortalece os ossos
Elimina escoreações
Previne a doença do coração
Cereja
Protege o seu Coração
Previne o câncer
Acaba com as insônias
Tarda o envelhecimento
Protege contra a doença de Alzheimer
Castanha
Ajuda a perder peso
Protege o seu coração
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Controla a pressão arterial
Pimentão picante
Ajuda na digestão
Suaviza as dores da garganta
Remove abcessos
Previne o  câncer
Fortalece o sistema imunológico
Figo
Ajuda a perder peso
Previne as tromboses AVC
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Controla a pressão arterial
Peixe
Protege o seu coração
Estimula a memória
Protege o seu coração
Previne o câncer
Fortalece o sistema imunológico
Linho
Ajuda a digestão
Combate as diabetes
Protege o seu coração
Fortalece o cére br o
Fortalece o sistema imunológico
Alho
Baixa o colesterol
Controla a pressão arterial
Previne o câncer
Mata  bactérias
Combate Fungos
Toranja
Protege contra ataques cardíacos
Promove a perda de peso
Previne as tromboses AVC
Previne o  câncerda Próstata
Baixa o colesterol
Uva
Protege a Visão
Previne pedra nos rins
Previne o câncer
Aumenta o fluxo de sangue
Protege o seu coração
Chá Verde
Previne o  câncer
Protege o seu coração
Previne as tromboses AVC
Ajuda a perder peso
Mata bactérias
Mel
Cura Feridas
Ajuda a digestão
Previne contra Úlceras
Aumenta a energia
Combate alergias
Limão
Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial
Suaviza a pele
Elimina o escorbuto
Lima
Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial
Suaviza a pele
Elimina o escorbuto
Manga
Previne o câncer
Estimula a memória
Regula a tiroíde
Ajuda na digestão
Protege contra a doença de Alzheimer
Cogumelo
Controla a pressão arterial
Baixa o colesterol
Mata bactérias
Previne o câncer
Fortalece os ossos
Aveia
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Combate a  diabetes
Evita constipação
Suaviza a pele
Azeite doce
Protege o seu coração
Ajuda a perder peso
Previne o câncer
Combate a diabetes
Suaviza a pele
Cebola
Reduz  risco de ataque cardíaco
Previne o câncer
Mata bactérias
Baixa o colesterol
Combate Fungos
Laranjas
Fortalece o sistema imunológico
Previne o câncer
Protege o seu coração
Favorece a respiração
Elimina o escorbuto
Peras
Evita a Constipação
Previne o câncer
Previne as tromboses AVC
Ajuda a digestão
Ananás
Fortalece os ossos
Alivia a fe br e
Ajuda a disgestão
Bloqueia a diarreia
Ameixas
Tarda o envelhecimento
Evita Constipação
Estimula a memória
Baixa o colesterol
Protege contra doença do coração
Arroz
Protege o seu coração
Combate a diabetes
Previne pedra nos rins
Previne o câncer
Previne as tromboses AVC
Morango
Previne o câncer
Protege o seu coração
Estimula a memória
Acalma o  stress
Batata doce
Protege a sua Visão
Levanta a disposição
Combate o câncer
Fortalece os ossos
Tomate
Previne o  câncer na próstata
Previne o câncer
Baixa o colesterol
Protege o seu Coração
Nozes
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Estimula a memória
Melhora a disposição
Protege contra doenças do coração
Àgua
Ajuda a perder peso
Previne o câncer
Previne pedra nos rins
Suaviza a pele
Melância
Previne o câncer na próstata
Promove a perda de peso
Baixa o colesterol

SAL na medida do coração [Revista Saúde] e anexo “O Sal e A Pressão Alta” segunda-feira, fev 25 2013 

O “link” abaixo, encontrei em “Busca”

SAL na medida do coração – nutricao – Revista SAÚDE.

depois de ter recebido o anexo em extensão “Power Point” (de 2009) da amiga Cidinha Carramenha:

O SAL E A PRESSÃO ALTA_COM CRÉDITOS_recebido de Cidinha Carramenha

Recomendo acessar o primeiro e abrir a apresentação do segundo.

Como lidar com pessoas insuportáveis – Maria de Lima quarta-feira, abr 18 2012 

Publicado, pela primeira vez, neste espaço, em 1.º/04/2006.

Recuperei a postagem por causa da inserção do anexo “A arte de não adoecer”. 

Como lidar com pessoas insuportáveis

Por Maria de Lima **

(de maio/2001)

Saber lidar com tipos difíceis é decisivo para sobreviver no mundo dos negócios.

Existem pessoas que têm poder fenomenal de provocar aborrecimentos por onde passam. Talvez você reconheça esse tipo no chefe ameaçador; no colega com capacidade imbatível para bajular os superiores e infernizar a vida de seus pares; no professor perfeccionista ao extremo; na sogra ranzinza e intrometida; no amigo pessimista que espera sempre o mundo desabar; no vizinho barulhento e indiscreto.

Dizia o filósofo francês Voltaire que a maioria da humanidade é como um ímã: uma parte atrai e a outra repele. A atração ocorre por meio de sentimentos nobres como amor, justiça, compaixão, perdão. A repulsão é resultado da raiva, vaidade, presunção, do rancor, pessimismo, orgulho. É o predomínio de sentimentos negativos que torna as pessoas insuportáveis.

 O intolerável está nas melhores famílias, melhores empresas, melhores vizinhanças, em todos os lugares. Em geral, não tem papas na língua, mas é bem-intencionado, apenas acha-se no direito de expressar suas opiniões. Mas, passa do limite e não tem consciência de como seu comportamento prejudica as pessoas com quem se relaciona. Quase sempre está convencido de que os outros precisam mudar, não ele.

Saber lidar com gente problemática é importante tanto para a realização na carreira quanto para o bem-estar pessoal. No trabalho, onde cada vez mais as tarefas são desenvolvidas em grupo, essa habilidade tornou-se básica, pois é impossível manter a produtividade elevada, se os integrantes da equipe não suportarem as diferenças individuais.

Conviver pacificamente com pessoas difíceis está ao alcance de todos, mas exige compromisso pessoal e persistência. E quando alguém se empenha verdadeiramente para compreender o outro, também se conhece mais e se torna melhor, isso já valerá o esforço.

“Para suportar alguém a quem não se suporta é essencial saber controlar a própria maneira de ser e aceitar a pessoa problemática tal como é”, ensinam os médicos holísticos americanos Rick Brinkman e Rick Kirschner, autores do livro Como lidar com pessoas que você não suporta (Editora José Olympio).

De acordo com os autores, existem quatro opções básicas para lidar com o problema:

Não fazer nada – Deixar as coisas exatamente como estão. Nesse caso, nada vai mudar e pode até piorar: um dia você pode perder a paciência e explodir.

Desistir – Saída indicada para o caso dos insuportáveis crônicos, quando não houver mais nada a ser feito.

Mudar de opinião – Tentar ver a pessoa a quem não se suporta com outros olhos: aproximar-se dela, tentar compreender que está por trás de seu comportamento.

Mudar de atitude – Apegar-se às qualidades da pessoa de forma que os defeitos dela irão parecer menores. Ao mudar sua postura em relação a pessoas difíceis, elas podem passar a agir de forma diferente com você.

A compreensão é a melhor saída

Em qualquer situação, ouça efetivamente seu interlocutor. Respeite-o, demonstre que você se interessa por ele. Faça isso nem que seja por humanidade, compaixão.

Assegure-se de que você não está contribuindo para dificultar o relacionamento. Todos nós, em alguns momentos, também somos difíceis. E pode ser que a pessoa a qual considera intolerável seja apenas diferente.

Lembre-se de que por trás de um comportamento distorcido, podem existir boas intenções. É possível que a pessoa se comporte com você da mesma maneira que o faz com os outros. Por isso, não leve os ataques dela para o lado pessoal.

Compreenda que você não pode mudar os outros, pode apenas influenciá-los a mudar de atitude, nada mais. Teste sua resistência aos insuportáveis – Encare o convívio com a pessoa difícil como um desafio, como sugerem Brinkman e Kirschner. “Na próxima vez em que lidar com alguém insuportável, lembre-se de que a vida não é um teste, é a prova final”, propõem os autores.

** Maria de Lima é jornalista, pós-graduanda em Filosofia, e ex-editora do programa “Breakfast” da Rádio Alpha FM de São Paulo. Escreve artigos nas áreas de carreira e desenvolvimento pessoal.

Fonte: NÃO FUNCIONA MAIS http://www.manager.com.br/indexuol.asp?pagina=/coluna/resp_coluna62.asp

[Maria de Lima é mestranda em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento pela (PUC-SP). Graduou-se em jornalismo pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM-SP). Trabalhou para a Rádio Alpha FM, Revista VENCER!, entre outros veículos. Foi articulista do Management, caderno sobre carreira e gestão do Semanário Econômico (Portugal). Fonte: http://www.vidaecarreira.com.br/dicas_dez05.htm. Consulta de 19/05/2011, texto de Maria de Lima sobre PERFECCIONISMO]

Fotos: Mito ou verdade? Conheça o poder dos alimentos para tratar doenças – UOL Ciência e Saúde terça-feira, dez 6 2011 

Recebi do primo Sérgio. Não resisti postar:

A sabedoria popular indica diversos alimentos para o tratamento de doenças, mas nem sempre o que é passado de boca a boca está correto. “Esses mitos, de que certos alimentos curam alguma enfermidade surge porque alguém comeu enquanto estava doente e depois saiu comentando que melhorou por causa daquele alimento”, comenta Vanderlí Marchiori, nutricionista e secretária geral da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva (ABNE). O UOL Ciência e Saúde ouviu especialistas para descobrir quais são os mitos e verdades relacionados aos poderes de alguns alimentos Getty Images:

Fotos: Mito ou verdade? Conheça o poder dos alimentos para tratar doenças – UOL Ciência e Saúde

1º DE DEZEMBRO – MyHeritage Portuguese Blog quinta-feira, dez 1 2011 

1º DE DEZEMBRO.

A porta ao lado – anexo com texto de Dráuzio Varela domingo, nov 6 2011 

O anexo em Power Point, extensão “pps”, abaixo, foi postado, em outubro/2010, na página “Anexos do Windows Live”, recebido do amigo Júlio César.

Porque me foi reenviado pelo primo Sérgio, considero uma excelente oportunidade para partilhá-lo.

“A porta ao lado” é uma metáfora aos problemas causados por mal-educados, egoístas, amorais, sociopatas – observem como os qualifiquei em ordem crescente – e, no teor da mensagem, precisamos “maneirar”  nossas reações, de modo a não aumentar os problemas e não estragar a nossa saúde.

Afinal, mal-educados, egoístas, amorais, sociopatas não se reeducarão nunca; porém, podemos amenizar o impacto que causariam em nossas vidas, em nossa saúde se não nos rebaixarmos ao nível deles.

A PORTA AO LADO_primo Sérgio enviou

Dengue: que tal a beleza para combater o mosquito? do blog “Livre pensar é só pensar” sexta-feira, nov 4 2011 

 Gostaria de creditar meu interesse pela informação prestada pelo blog ao fato de que, em Desfile do Divino/2011, a EJA Municipal de Itu-SP distribuiu mudinhas dessa Crotalária Juncea com um cartão informativo de que é “Inimiga da Dengue; amiga da sua saúde”.

Ao lermos o texto, no blog abaixo, ficamos sabendo que as flores atraem libélulas que devoram os mosquitos da dengue.

Atenção, também, para o fato de que a utilização da Crotalária Juncea ainda está [texto de março 2010] em teste.

Na Wikipédia, a enciclopédia livre, temos mais informações sobre Adubação Verde ou plantio verde:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Aduba%C3%A7%C3%A3o_verde

 

Dengue: que tal a beleza para combater o mosquito? « Livre pensar é só pensar!

Como lidar com pessoas insuportáveis – Maria de Lima quinta-feira, maio 19 2011 

Publicado, pela primeira vez, neste espaço, em 1.º/04/2006.

Recuperei a postagem por causa da inserção do anexo “A arte de não adoecer”. 

Como lidar com pessoas insuportáveis

Por Maria de Lima **

(de maio/2001)

Saber lidar com tipos difíceis é decisivo para sobreviver no mundo dos negócios.

Existem pessoas que têm poder fenomenal de provocar aborrecimentos por onde passam. Talvez você reconheça esse tipo no chefe ameaçador; no colega com capacidade imbatível para bajular os superiores e infernizar a vida de seus pares; no professor perfeccionista ao extremo; na sogra ranzinza e intrometida; no amigo pessimista que espera sempre o mundo desabar; no vizinho barulhento e indiscreto.

Dizia o filósofo francês Voltaire que a maioria da humanidade é como um ímã: uma parte atrai e a outra repele. A atração ocorre por meio de sentimentos nobres como amor, justiça, compaixão, perdão. A repulsão é resultado da raiva, vaidade, presunção, do rancor, pessimismo, orgulho. É o predomínio de sentimentos negativos que torna as pessoas insuportáveis.

 O intolerável está nas melhores famílias, melhores empresas, melhores vizinhanças, em todos os lugares. Em geral, não tem papas na língua, mas é bem-intencionado, apenas acha-se no direito de expressar suas opiniões. Mas, passa do limite e não tem consciência de como seu comportamento prejudica as pessoas com quem se relaciona. Quase sempre está convencido de que os outros precisam mudar, não ele.

Saber lidar com gente problemática é importante tanto para a realização na carreira quanto para o bem-estar pessoal. No trabalho, onde cada vez mais as tarefas são desenvolvidas em grupo, essa habilidade tornou-se básica, pois é impossível manter a produtividade elevada, se os integrantes da equipe não suportarem as diferenças individuais.

Conviver pacificamente com pessoas difíceis está ao alcance de todos, mas exige compromisso pessoal e persistência. E quando alguém se empenha verdadeiramente para compreender o outro, também se conhece mais e se torna melhor, isso já valerá o esforço.

“Para suportar alguém a quem não se suporta é essencial saber controlar a própria maneira de ser e aceitar a pessoa problemática tal como é”, ensinam os médicos holísticos americanos Rick Brinkman e Rick Kirschner, autores do livro Como lidar com pessoas que você não suporta (Editora José Olympio).

De acordo com os autores, existem quatro opções básicas para lidar com o problema:

Não fazer nada – Deixar as coisas exatamente como estão. Nesse caso, nada vai mudar e pode até piorar: um dia você pode perder a paciência e explodir.

Desistir – Saída indicada para o caso dos insuportáveis crônicos, quando não houver mais nada a ser feito.

Mudar de opinião – Tentar ver a pessoa a quem não se suporta com outros olhos: aproximar-se dela, tentar compreender que está por trás de seu comportamento.

Mudar de atitude – Apegar-se às qualidades da pessoa de forma que os defeitos dela irão parecer menores. Ao mudar sua postura em relação a pessoas difíceis, elas podem passar a agir de forma diferente com você.

A compreensão é a melhor saída

Em qualquer situação, ouça efetivamente seu interlocutor. Respeite-o, demonstre que você se interessa por ele. Faça isso nem que seja por humanidade, compaixão.

Assegure-se de que você não está contribuindo para dificultar o relacionamento. Todos nós, em alguns momentos, também somos difíceis. E pode ser que a pessoa a qual considera intolerável seja apenas diferente.

Lembre-se de que por trás de um comportamento distorcido, podem existir boas intenções. É possível que a pessoa se comporte com você da mesma maneira que o faz com os outros. Por isso, não leve os ataques dela para o lado pessoal.

Compreenda que você não pode mudar os outros, pode apenas influenciá-los a mudar de atitude, nada mais. Teste sua resistência aos insuportáveis – Encare o convívio com a pessoa difícil como um desafio, como sugerem Brinkman e Kirschner. “Na próxima vez em que lidar com alguém insuportável, lembre-se de que a vida não é um teste, é a prova final”, propõem os autores.

** Maria de Lima é jornalista, pós-graduanda em Filosofia, e ex-editora do programa “Breakfast” da Rádio Alpha FM de São Paulo. Escreve artigos nas áreas de carreira e desenvolvimento pessoal.

Fonte: NÃO FUNCIONA MAIS http://www.manager.com.br/indexuol.asp?pagina=/coluna/resp_coluna62.asp

[Maria de Lima é mestranda em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento pela (PUC-SP). Graduou-se em jornalismo pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM-SP). Trabalhou para a Rádio Alpha FM, Revista VENCER!, entre outros veículos. Foi articulista do Management, caderno sobre carreira e gestão do Semanário Econômico (Portugal). Fonte: http://www.vidaecarreira.com.br/dicas_dez05.htm. Consulta de 19/05/2011, texto de Maria de Lima sobre PERFECCIONISMO]

Ongs, bongs e fongs fajutas estão em desespero quarta-feira, jul 2 2008 

 

A duras penas, tenho clicado, todos os dias, no site do Câncer de Mama.

            Claro, já tive que me recadastrar três vezes e meus correios eletrônicos para que receba mensagens, todos os dias, me lembrando de que preciso clicar todos os dias, não estão chegando ao destino, portanto, cada vez que deixo de receber os “reminders”, me recadastro. Da última vez, cadastrei o The Animal Rescue Site (não conseguia receber os “reminders” do The Breast Cancer Site) e, por ele, estou clicando, também, no The Breast Cancer Site.

            Ora, alegará o crime organizado, por que precisa de “reminders” se clica desde o ano de 2002? Já não está suficientemente “lembrada” de que precisa clicar no site do câncer de mama todos os dias?

            Explico, impotentes sexuais e intelectuais: pelo “reminder”, não preciso digitar o endereço, basta clicar na mensagem do “reminder”. Além disso, qualquer parasita se julga no direito de me usar – por meio do micro e da minha vida pessoal – para se autopromover. Por que não permitirei que uma ong que não é de fachada não se promova, todos os dias, no meu micro? Só impotente sexual e intelectual não quer isso, porque não se apresenta pessoalmente, manda lacaios danar meu micro e minha vida pessoal.

            Atribuo esses obstáculos (de perder, constantemente, a oportunidade de clicar nos “reminders”) aos lacaios do crime organizado que, por precisar lavar dinheiro sujo, mantém ongs, bongs e fongs de fachada (bongs e fongs é para incluir todas as entidades salafrárias, que se aproveitam de legislação falha, de falta de controle sobre as práticas dessas entidades salafrárias e, muito grave, nelas trabalham os cupinchas, os cabos eleitorais de muitos salafrários que estão no poder legislativo e dos que querem fazer parte dessa festa) e o fazem por meio dos lacaios, que desviam minhas mensagens, que utilizam endereços eletrônicos de meus correspondentes para se comunicar com isso e, como já digitei muitas vezes, aproveitam para enriquecer os currículos de hackers e crackers que, depois, trabalham em empresas de informática. Claro, dominam toda a criminologia cibernética, portanto, são raposas tomando conta do galinheiro.

            Para meu gáudio, apesar dos obstáculos, leiam a mensagem do The Breast Cancer Site. Imagino que minhas contribuições nem tenham sido, de verdade, contadas, por só Deus sabe, quando clico nesse site, para onde vão minhas contribuições, a julgar pelos percalços que os lacaios do crime organizado me causam:

 

Oito milhões de cliques no mês de junho!

Dez mil dólares a mais, para mamografias gratuitas!

Candidatos a cargos do legislativo fajutos estão desesperados!

Enquanto faziam e desfaziam, ignorando a população, agora, não têm isso, no “currículo” deles e de suas ongs, fongs e bongs para utilizar em campanhas eleitorais.

The Breast Cancer Site = www.thebreastcancersite.com

Pelo menos ajudo mulheres desprivilegiadas a fazer mamografias gratuitas e, em caso positivo, a receber orientação e tratamento médico.

Mesmo que eu tenha feito compra e a Receita Federal tenha cobrado uma taxa, para retirar o que comprei dos Correios, que ficou em metade do valor da compra. Tudo bem: minha compra foi controlada, enquanto importadores de fachada continuam a receber suas compras, rodeando a legislação e funcionários que deveriam verificar isso fazendo “vista grossa”, enquanto criminosos que já foram para a cadeia (e de lá continuaram a “gerenciar” seus negócios ilícitos) usam “laranjas” para alegar que os “laranjas” é que fazem negócios ilícitos, o “coitadinho” apenas aluga imóveis para eles.

Sinhá, cadê “seu” padre que o crime não tem fim?

 

 

Assédio moral ou coação moral sexta-feira, jan 19 2007 

O endereço eletrônico foi encontrado por meio de "Busca", no MSN.
Foi recomendado por um de meus irmãos.
Assédio moral ou coação moral foi um dos motivos que me levaram a pedir aposentadoria de meu cargo de TITULAR DE CARGO EFETIVO, concursada e nunca prostituída por suínos capados que, por serem suínos capados, têm um quociente de inteligência muito baixo, no sentido de intelecto (porque inteligência não pode ser medida por "quociente").
A todos os que participaram dessa agressão gratuita à minha pessoa e a outros integrantes da família, congratulations, pois demonstraram como são dependentes de "quem indicou" ou, desesperados, para sustentar companheiro ou companheira e crias, precisavam de se submeter ao crime organizado. Sim, aquele mesmo que rouba, descaradamente, dos que não pertencem às suas quadrilhas.
Aproveitando-me do "gancho": a fragmentadora de papel já foi comprada e, após fotografar todas as pilhas de apostilas, desde as mimeografadas, que emprestava aos alunos, em sala de aula, transformarei em tirinhas de papel que, acumuladas, serão doadas a quem vive de venda de papel para reciclagem. Lógico que os fragmentos não serão doados a Ongs ou Fundações fajutas nem a "funcionários" delas, pois esses "asnos carregados" – somos todos – não merecem nem atenção, muito menos respeito.
Continuem, "funcionários" lacaios do crime organizado, a retaliar contra mim e contra minha família, pois a cada retaliação, constituem mais provas de que a metrópole de Itu e região confirma minha tese de que 90% vive "às custas" do dinheiro público, sem ter contribuído para formar esse "montante". Corporativismo é prostituição e os inúmeros que ganham às nossas custas, mas nos traem, porque o "outro lado" paga sem que precisem declarar esses pagamentos, porque o dinheiro é sujo, como já digitei antes, estão transformando este país num bando de cafetões, cafetinas (ou rufiões) e, em breve, faltarão os que são vítimas.
Sim, vou documentar as inúmeras apostilas que eu produzi, com as quais gastei para copiar – quando não mais eram mimeografadas – e que ajudaram a sustentar aqueles a quem recorria para copiá-las, mas cujos pagamentos não foram suficientes para viver de modo honesto, pois precisaram, sempre, repassar uma cópia para calhordas.
 
 

O que é assédio moral?

Assédio moral ou Violência moral no trabalho não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.

A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social, foi defendida em 22 de maio de 2000 na PUC/ SP, sob o título "Uma jornada de humilhações".

A primeira matéria sobre a pesquisa brasileira saiu na Folha de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2000, na coluna de Mônica Bérgamo. Desde então o tema tem tido presença constante nos jornais, revistas, rádio e televisão, em todo país. O assunto vem sendo discutido amplamente pela sociedade, em particular no movimento sindical e no âmbito do legislativo.

Em agosto do mesmo ano, foi publicado no Brasil o livro de Marie France Hirigoyen "Harcèlement Moral: la violence perverse au quotidien". O livro foi traduzido pela Editora Bertrand Brasil, com o título Assédio moral: a violência perversa no cotidiano.

Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.

O que é humilhação?

Conceito: É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.

E o que é assédio moral no trabalho?

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.

Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ‘pacto da tolerância e do silêncio‘ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ‘perdendo’ sua auto-estima.

O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ‘novo’ trabalhador: ‘autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar ‘apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ‘mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.

 

(*) ver texto da OIT sobre o assunto no link:
http://www.ilo.org/public/spanish/bureau/inf/pr/2000/37.htm

Fonte: Barreto, M. Uma Jornada de Humilhações. 2000 PUC/SP

Atualizado em julho de 2004
O uso deste material é livre, contanto que seja respeitado o texto original e citada a fonte: http://www.assediomoral.org

Como lidar com pessoas insuportáveis sábado, abr 1 2006 

 

Este texto é de maio de 2001.

Qualquer semelhança com textos publicados posteriormente não terá sido mera coincidência.

Ninguém é obrigado a concordar com ele integralmente, é uma orientação.

Há um seriado, em TV paga, que se chama "That 70’s Show" (ou algo semelhante) e, na reprise de ontem, dia 30/03, a personagem Red Forman, pai de Eric Forman, um mal-humorado convicto, é convencido pela mulher a mudar de atitude, pois não haverá nem quem compareça a seu velório (muito menos, claro, quem lhe carregue o caixão). Red tenta, mas é uma violência à sua personalidade. No final da tentativa, uma festa em casa, reunindo pessoas que não suporta, pede a todos que prestem atenção ao que dirá, dando a entender que devem ir embora da casa dele: quando morrer, quer ser enterrado de bruços, para que as pessoas ‘kiss his ass".

Porém, se as orientações abaixo agredirem sua personalidade, basta lê-lo e aproveitar o que considera bom. Não estou sendo incoerente com relação a algumas orientações do texto. Estou enfatizando a necessidade de equilibrar conceitos e características de personalidade, tendo, como “pano de fundo”, a constatação de que as pessoas, de fato, não mostram suas verdadeiras faces, mas colocam máscaras de bem amadas, bem resolvidas e são exatamente o oposto disso: são recalcadas e sofrem de um tremendo complexo de inferioridade. Para piorar, nunca admitem ser ignorantes em determinados aspectos (faceta de recalcadas e complexadas). Portanto, entendem qualquer tentativa de esclarecimento como "me chamou de burro" ou "me chamou de burra".  

Se nesse “agredir sua personalidade” você entender que se despersonalizaria em nome de uma convivência pacífica hipócrita, não siga as orientações, porque adoecerá, dará murros em ponta de faca, enquanto os pobres de espírito analisam você, como se fossem doutorados em psicologia ou psiquiatria, de acordo com a conveniência deles.  Lembre-se, também, de um texto de Luís Fernando Veríssimo em que, no conteúdo, comenta que se a diplomacia não fosse tão hipócrita e cega em relação às conseqüências de atitudes hipócritas e cegas, a II Guerra Mundial não teria acontecido. Aquela velha história de atos e omissões que não prejudicam os agentes, dá-lhes lucros como prestígio ou financeiros, mas causam tragédias apenas para as inocentes buchas de canhão. Essa reflexão vale para o dia-a-dia.

 

Como lidar com pessoas insuportáveis

Por Maria de Lima **

Saber lidar com tipos difíceis é decisivo para sobreviver no mundo dos negócios.

Existem pessoas que têm poder fenomenal de provocar aborrecimentos por onde passam. Talvez você reconheça esse tipo no chefe ameaçador; no colega com capacidade imbatível para bajular os superiores e infernizar a vida de seus pares; no professor perfeccionista ao extremo; na sogra ranzinza e intrometida; no amigo pessimista que espera sempre o mundo desabar; no vizinho barulhento e indiscreto.

            Dizia o filósofo francês Voltaire que a maioria da humanidade é como um ímã: uma parte atrai e a outra repele. A atração ocorre por meio de sentimentos nobres como amor, justiça, compaixão, perdão. A repulsão é resultado da raiva, vaidade, presunção, do rancor, pessimismo, orgulho. É o predomínio de sentimentos negativos que torna as pessoas insuportáveis.

            O intolerável está nas melhores famílias, melhores empresas, melhores vizinhanças, em todos os lugares. Em geral, não tem papas na língua, mas é bem-intencionado, apenas acha-se no direito de expressar suas opiniões. Mas, passa do limite e não tem consciência de como seu comportamento prejudica as pessoas com quem se relaciona. Quase sempre está convencido de que os outros precisam mudar, não ele.

            Saber lidar com gente problemática é importante tanto para a realização na carreira quanto para o bem-estar pessoal. No trabalho, onde cada vez mais as tarefas são desenvolvidas em grupo, essa habilidade tornou-se básica, pois é impossível manter a produtividade elevada, se os integrantes da equipe não suportarem as diferenças individuais.

Conviver pacificamente com pessoas difíceis está ao alcance de todos, mas exige compromisso pessoal e persistência. E quando alguém se empenha verdadeiramente para compreender o outro, também se conhece mais e se torna melhor, isso já valerá o esforço.

"Para suportar alguém a quem não se suporta é essencial saber controlar a própria maneira de ser e aceitar a pessoa problemática tal como é", ensinam os médicos holísticos americanos Rick Brinkman e Rick Kirschner, autores do livro Como lidar com pessoas que você não suporta (Editora José Olympio).

De acordo com os autores, existem quatro opções básicas para lidar com o problema:

Não fazer nada – Deixar as coisas exatamente como estão. Nesse caso, nada vai mudar e pode até piorar: um dia você pode perder a paciência e explodir.

Desistir – Saída indicada para o caso dos insuportáveis crônicos, quando não houver mais nada a ser feito.

Mudar de opinião – Tentar ver a pessoa a quem não se suporta com outros olhos: aproximar-se dela, tentar compreender que está por trás de seu comportamento.

Mudar de atitude – Apegar-se às qualidades da pessoa de forma que os defeitos dela irão parecer menores. Ao mudar sua postura em relação a pessoas difíceis, elas podem passar a agir de forma diferente com você.

A compreensão é a melhor saída

Em qualquer situação, ouça efetivamente seu interlocutor. Respeite-o, demonstre que você se interessa por ele. Faça isso nem que seja por humanidade, compaixão.

Assegure-se de que você não está contribuindo para dificultar o relacionamento. Todos nós, em alguns momentos, também somos difíceis. E pode ser que a pessoa a qual considera intolerável seja apenas diferente.

            Lembre-se de que por trás de um comportamento distorcido, podem existir boas intenções. É possível que a pessoa se comporte com você da mesma maneira que o faz com os outros. Por isso, não leve os ataques dela para o lado pessoal.

Compreenda que você não pode mudar os outros, pode apenas influenciá-los a mudar de atitude, nada mais. Teste sua resistência aos insuportáveis – Encare o convívio com a pessoa difícil como um desafio, como sugerem Brinkman e Kirschner. "Na próxima vez em que lidar com alguém insuportável, lembre-se de que a vida não é um teste, é a prova final", propõem os autores.

 

** Maria de Lima é jornalista, pós-graduanda em Filosofia, e ex-editora do programa "Breakfast" da Rádio Alpha FM de São Paulo. Escreve artigos nas áreas de carreira e desenvolvimento pessoal.
Site: http://www.mariadelima.com.br  [No ano de 2001: suprimi o endereço eletrônico de mensagens, porque a autora não é obrigada, por minha culpa, a receber “visita” de sociopatas ou vampiros, assim como eu não sou]

http://www.manager.com.br/indexuol.asp?pagina=/coluna/resp_coluna62.asp

 

O valor da auto-estima (imperdível) terça-feira, mar 21 2006 

Tentei, de todos os modos, inserir este texto ontem, dia 20/03/2006, mas, parece-me, alguém ou mais de um alguém, não consegue espaço, entende?, e precisa de mostrar que tratará do assunto antes de mim em outro local da mídia. Desse modo, também, os "altores" nativos discutem o assunto em suas crônicas e, se tiverem que citar fonte, terá sido um texto de jornal, de revista ou assunto de televisão. Que seja! Ao abrir o disquete em que o texto estava arquivado, foi um "fuá". Até salvar, novamente, cópia de segurança, foi salvo. Chiquetésimo!
 
Bem, o assunto não foi tratado por mim, senão por meio da autora do texto, na revista Família Cristã e, lógico, passei para os alunos por meio de cópias, emprestadas a eles, e lemos, em sala de aula. Não posso esquecer de mencionar, dãããã, que, como "tomadora de sorvete pela testa", ofertei cópias aos demais professores e, para variar, fui mal interpretada por quem vestiu a carapuça ou não sabe ler nem escrever. Parece-me estar ouvindo o que sempre diziam de mim: "Quem ela pensa que é?". A coordenadora pedagógica dos péríodos da manhã e da tarde me disse, certa vez, que era o "tom" com que eu falava que ofendia. Tá boa, santa! Eu não consigo perder tempo com mal formado e mal informado e do jeito que eu falo, falei. Nunca preguei pregos na tal da cerca e quem se ofendia, certamente, já estava previnido contra mim, há muito tempo, pelos que sempre quiseram escamotear a verdade sobre a situação do Ensino Público e ajudar a esconder os desvios de dinheiro que seria destinado à Educação Pública, para não prestar atenção AO que eu dizia e sim ao TOM com que eu o dizia. Ademais, eu escrevia, na maioria das vezes, para não perder tempo (a defasagem de aprendizado dos alunos era muito grande, não dava para perder tempo, pedindo licença a todas as EXCELÊNCIAS, e TOM, em escrita, lembra a piada do pai que se ofendeu com o telegrama do filho: "Pai vg mande dinheiro". Para o pai, o tom era imperioso, era uma ordem, um desrespeito. Para a mãe, era carinhoso: Paaaaaaaaai, mande dinheiro?
 
 

O valor da auto-estima

Reforçar a auto-estima das crianças é fundamental pra criar adultos mais equilibrados

            Psicólogos são unânimes em afirmar que a baixa auto-estima faz as crianças desenvolverem sérios problemas comportamentais no decorrer da vida. Uma de suas conseqüências é o retraimento excessivo, que leva a dificuldades no relacionamento social, até mesmo com a família, e a problemas de aprendizado.

            A auto-estima, ou seja, a capacidade que cada um tem de acreditar que vai conseguir conquistar seu espaço no mundo, é indispensável para uma vida sadia e plena. Essa, contudo, não é uma capacidade inata. Seus alicerces são solidificados na infância, a partir da interação das crianças, desde a mais tenra idade, com seus pais. Seguras, elas estarão preparadas para enfrentar dificuldades. Pais com auto-estima baixa influenciam negativamente as crianças, cuja personalidade também se desenvolve por meio da observação das ações dos outros.

            A auto-estima não é matemática única: é parte do desenvolvimento. A ela devem ser somadas MOTIVAÇÃO e DISCIPLINA[1]. O cognitivo (capacidade de aquisição de um conhecimento) depende do afetivo. Ninguém nasce se auto-estimulando.

·         É no olhar carinhoso do pai e da mãe, nos incentivos às suas ações, que as crianças constróem sentimentos positivos em relação a si mesmas. Sentindo-se valorizadas, elas serão seguras.

·         Importante destacar, porém, que o elogio permanente não é benéfico[2]. Ele irá apenas solidificar uma auto-estima artificial, que impede os indivíduos de lidarem com frustrações. A saturação de reforços não permite à criança discriminar o certo do errado. É preciso saber dosar para não estimular a sensação de onipotência.

·         Reforço social (elogios) ou material (dinheiro, presentes, passeios) deve ser utilizado com bom senso. As crianças precisam, ainda, aprender que nenhum ser humano é hábil para todas as coisas.

A escola é outro espaço de fortalecimento desse sentimento, que tem um paralelo muito próximo com a motivação. Os problemas de relacionamento no ambiente escolar vão ganhar maior ou menor vulto, dependendo do quanto a criança atingida por eventuais agressões já desenvolveu sua auto-estima. Se esta estiver fortalecida, a criança aprenderá  a se defender e a conquistar seu próprio espaço.

Como, porém, ajudar a criança no desenvolvimento de sua auto-estima se o convívio dos pais com seus filhos é cada vez menor? O caminho não passa por reforçar o sentimento de culpa de pais que necessitam trabalhar. Por mais que o tempo dedicado às crianças seja limitado, o que importa é a qualidade desse relacionamento, e isso inclui a participação em brincadeiras e o esforço em reservar alguns minutos diários para uma conversa com as crianças, ouvindo o que elas têm a dizer. Esse contato é indispensável ao desenvolvimento sadio da auto-estima dos filhos. E um largo passo para a garantia de um futuro mais feliz.

 

Fonte: Alessandra Sapoznik Holcberg, psicóloga da Unifesp, Universidade Federal de São Paulo, in revista “Família Cristã”, ano 67, n.º 784, abril de 2002, página 14. 


[1] Destaque, em maiúsculas, de Maria Lúcia Bernardini

[2] Idem para o destaque em negrito.