Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria* quarta-feira, out 29 2014 

Comprei a minha revista no dia 10/10/2014 e só neste momento estou podendo recomendar a compra e a leitura dela.

Fiquei muito contente, pois, dentre os excelentes textos,  nas páginas 20 e 21, “Como eu faço?”, “Manual de Boas Maneiras”, o texto de Carla Pimentel, ilustração de Giovana Medeiros, “Sua origem, sua história”, trata de árvore genealógica: na dica de número 4, Organize os dados, há a recomendação para o site MyHeritage.Com.

Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria*.

Malu Ribeiro fala sobre a falta de água em Itu – YouTube sábado, ago 2 2014 

Assista à fala de Malu Ribeiro: destaque para o trecho em que, sem agredir, comenta sobre  a falta de informação e de divulgação da concessionária para alertar a população e educá-la, antes que Itu atingisse estado de calamidade pública ainda não decretado desde que ficou evidente, em fevereiro/2014, de que a crise não seria solucionada.

viaMalu Ribeiro fala sobre a falta de água em Itu – YouTube.

 

 

 

 

 

Tabela de Temporalidade ou Periodicidade de Documentos (guarda) sábado, nov 6 2010 

Grata ao amigo Joaquim Emídio por me relembrar dessa tabela (pessoa física).

O link, abaixo, nos informa sobre

Tabela de Temporalidade de Documentos de Pessoa Jurídica

e

Tabela de Temporalidade de Documentos de Pessoa Física

Vai por mim, povo do meu Brasil varonil, se informar que deve guardar por dez anos, dobre esse tempo de guarda, pois, neste País, nunca se sabe o que pode acontecer e temos que provar que focinho de porco não é tomada, exatamente para aqueles que não fizeram o que tinham que fazer e ganham para fazer isso.

Não publico as tabelas, porque, quando tentei, mais de uma vez, as tabelas “despinguelaram” e perderam a formatação.

Tá combinado, então, é para divulgar o local em que se encontram.

Pera lá: eu nunca deixo de mencionar as fontes…

:: Boomerang – Doc Solutions :: Legislação

Olha eu, na foto, celebração Bodas de Prata Rosa e Toninho segunda-feira, fev 5 2007 

Quando eu aprender a me inserir em fotos, modificarei a flor que ocupa minha imagem por uma foto.
Por enquanto, aos desesperados que querem me ver, utilizo uma foto que foi tirada nas Bodas de Prata de Rosa e Toninho, celebradas em janeiro de 2007.
Estou sentada, ao lado de minha irmã Maria Regina, com Rosa atrás de mim e Toninho atrás de Maria Regina.
Quem ainda não entendeu: estou vestida de preto e minha postura (como a de quem vai soltar um pum) torta se deve ao fato de que eu não sabia se estava atrapalhando a Rosa que, junto com Toninho (que é um dos donos de uma loja de materiais elétricos, a Eletro Azul, concorrente LEAL da Eletro Paraíso) eram as personagens principais da comemoração e, lógico, dessa foto que guardarei com muito carinho, até expô-la, em casa, numa moldura.
Às filhas do casal, Renata e Cristina, um grande beijo.
 

Agradecimentos sexta-feira, abr 14 2006 

Agradecimentos são fundamentais para que as pessoas que nos presentearam com algum aprendizado, com algum presente material, com alguma mensagem escrita, telefonada ou telegrafada tenham um retorno que lhes permita perceber que fizeram diferença em nossas vidas.
Às vezes, o agradecimento precisa de hipócrita, porque precisamos, também, ensinar, por meio de exemplos, como devemos agir para que a vida em sociedade não se prove um mero receber e não dar satisfação sobre esse recebimentos.
Algumas pessoas "assumem" as autorias do que lhes foi ofertado, esquecendo-se de que quem os ofertou pode tê-lo feito por um toque de elegância natural, aquele que faz parte da personalidade e que foi estimulado por meio de bons exemplos em casa, na vida acadêmica, por leituras e por muitos outros meios.
Em determinada época, eu ouvia muito a palavra "ene", para citar "muitos". Estou digitando isto, porque quase usei, no parágrafo anterior, "any outros meios". Naquela época, tentei descobrir a origem desse "ene" que as pessoas tanto citavam. Por não ter encontrado resposta, decidi que a origem deveria ser a língua inglesa, pois "any", em inglês, usado em determinado contexto, significa "qualquer".
Em casa, crescemos, em datas de aniversário, recebendo telegramas de uma família muito especial: tio Renato, tia Alzira e filhos. Na minha lembrança, no dia de meu aniversário, duas lembranças muito especiais, entre as pessoas que me cumprimentavam: um telegrama de tio Renato, tia Alzira e família e uma rosa cor-de-rosa da minha ávó Ignez Micai Bernardini. O roseiral de onde essas rosas vinham há muito já não existe, mas o local onde era plantado ainda existe, na chácara de meu pai.
Tudo isso, para agradecer aos que deixaram algum comentário neste espaço de Maria Lúcia, mas foram excluídos, porque:
a) Minha conexão é dial-up. Desisti da conexão banda larga em setembro de 2005, porque, associada a ela desde o ano de 2002, estava servindo de cobaia para experiências nazi-fascistas e, como na casa de Mãe Joana, que não sou, todo mundo entrava por meio de minha conexão banda larga, sem pedir licença e usava a MINHA conexão para cometer, inclusive, crimes. Pagava R$79.90 pela conexão, além da mensalidade do Provedor. Tive tantos problemas com a conexão e com o provedor, mas nenhum deles tomava providência. Exceto a Telefônica, quando eu me dirigia à Ouvidoria. Cheguei a ficar sem acesso por mais de uma semana (o que não baixou minha conta de acesso nem de provedor), por causa de um debilóide, de uma assistência técnica que foi chamada para reinstalar os cabos de conexão para TV paga e misturou as linhas telefônicas. Quando esse debilóide saiu de minha casa, por volta de 12h, porque "tinha compromisso" e o tratado era para fazer todo o serviço, pois o orçamento fora aprovado, tentei conexão só por volta das 18h. Quedê o sinal de acesso? Quedê o sinal de linha?
Exigi a volta do técnico, no dia seguinte, para que colocasse as linhas telefônicas em ordem ("Eu não mexi nela, mas tem um telefone que dá sinal, o tempo todo, como se estivesse conectado à Internet". Tchan, tchan, tchan! Ou eu não estava louca ou o técnico estava jogando a culpa de ter "melado" minha conexão, aproveitando-se de minhas "any" reclamações tanto à Telefônica quanto ao Provedor).
Quando, supostamente, o técnico colocou tudo em ordem, suspendi os demais serviços do orçamento, e paguei pelo que fizera, contatos com a Telefônica, que alegava que o problema era interno. Chamei eletricista de minha confiança: o problema é externo. Chamei a Telefônica: problema interno.
Nesse vai e vem, dez dias sem acesso à Internet.
De repente: o sinal voltou, tanto de linha quanto de acesso.
Mentiras e mentiras, denunciei que, desde dezembro (ou antes?) de 2004, eu havia optado por um plano de acesso e, até aquela época, não havia sido implantado. Com mensagens impressas de que havia alterado o plano de conexão. Culpa do provedor, segundo a Telefônica. Culpa da Telefônica ou do Provedor? Não sei, mas nunca consegui conversar, tanto na Telefônica quanto no Provedor com a MESMA pessoa que teria atendido à primeira reclamação. Culpa de quem?
Como conseqüência de minha reclamação, via Ouvidoria, a Telefônica começou a creditar os valores que deveriam ter sido a base de cálculo para meu acesso banda larga. Eu havia mudado o tipo de acesso junto ao Provedor e optara pelo Plano Estudante, afinal não uso a Internet para me meter na vida dos outros, mas para ler e aprender. Aparentemente, esse Plano Estudante desapareceu no horizonte de interesses mercadológicos e, quando os créditos cessaram, da parte da Telefônica, voltei a pagar os quase oitenta reais para ficar 24 horas conectadas, ter mais velocidade na navegação e receber ligações, mesmo que o telefone esteja conectado à Internet.
Nesse meio tempo, os calhordas começam a nos obrigar a mudar algo – quando não nos obrigam a reformar o micro e vem um "ténico" saído dos lotes dos patrões do crime organizado: quando a gente consegue retornar à navegação, tem que mudar os planos de acesso e de provedor.
Feitas as reclamações, repito os agradecimentos a quem já deixou algum comentário, afirmo que não consigo visitar os endereços deixados, pois o micro apresenta "servidor não encontrado", quando não anuncia que ocorreu uma falha "mortal", ao voltar à vida.
De qualquer modo, possuo, desde 2002, o Norton / Symantec e o "firewall" possui um visualizador de registros que permite a localização dos IPs invasores. Usualmente, esses IPs invasores são de redes ou provedores. Se tentar "falar" com esses responsáveis pelos IPs, tiram o … da reta, não assumem nada nem tentam localizar quem os está usando para invadir meu micro.
Quem sabe, em próximas entradas, não sei quantas serão, pois os relatórios de invasão costumam ocupar cerca de dez (10) página, layout de impressão, A4, para apontar os IPs invasores, portanto terei que fazer, no mínimo, 10 entradas no Espaço de Maria Lúcia para que quem quer que leia estas entradas perceba o número de invasões e os IPS invasores. Obviamente, aparecerá, também, o IP invadido. Não tenho receio algum, pois nenhum deles é de meu micro. Ou meu micro, como um camaleão, modifica o IP a cada conexão à Internet? Nem imagino. Isso já está parecendo Teoria Conspiratória, muito maior do que "O pêndulo de Foucaul".
Se IP não muda, de acordo com o acesso, então provo que, assim que ligo o micro, minha tela é exibida em outro micro e, muitas vezes, sou cerceada em meu direito de navegar ou de inserir entradas em meu espaço.
Afirmo, no entanto, que, em nenhum momento, o IP do MSN apareceu nos registros de visualização de IPs invasores. Só isso!

Organize-se segunda-feira, abr 10 2006 

Em 1998, quando, pela primeira vez, me tornei responsável por ministrar aulas de Português para alunos de Ensino Médio, na escola "Pinheiro Júnior", em conversa com os alunos de 3.ª série A, a respeito de determinadas regras que precisam de ser seguidas para que a vida pessoal se reflita na vida em comunidade, um aluno se ofereceu para trazer, para sala de aula, um cartaz de uma empresa de distribuição de bebida, com o logotipo da empresa, denominado "Organize-se". Cumpriu o prometido e eu digitei as recomendações, mas retirei o nome da empresa, pois não considerei ético colocar isso, na parede da sala de aula e entregar cópias aos alunos, parecendo que estava sendo "patrocinada", quando, na verdade, faria propaganda gratuita da empresa, mas "deitaria na cama", porque fizera "a fama". Adoro ditados populares.
Com o passar do tempo, acho que imediatamente após receber o cartaz (em tamanho ofício) do "Organize-se", encontrei, em minhas andanças pela Internet, vários sites e páginas pessoais que continham esse texto.
Desse modo, apesar de não conter a autoria, aí vai o "Organize-se" completo, com alguns "enriquecimentos" de minha parte. Quem me conhece perceberá, nitidamente, quais são. Obviamente, o crime organizado aliciou os alunos e quem não era aluno sob minha responsabilidade, para fazer exatamente o oposto desses conselhos quando se tratava de minha pessoa. Humor de corno manso, impotente sexual e intelectual.

ORGANIZE-SE

 Abriu? Feche.

Sujou? Limpe.

Falou? Assuma.

Ligou? Desligue.

Acendeu? Apague.

Quebrou? Conserte.

Prometeu? Cumpra.

Desarrumou? Arrume.

Ofendeu? Desculpe-se.

Pediu emprestado? Devolva.

É de graça? Não desperdice.

Não veio ajudar? Não atrapalhe.

Não sabe fazer melhor? Não critique.

Não sabe como funciona? Não mexa.

Está usando algo? Trate com carinho.

Não lhe diz respeito? Não se intrometa.

Não sabe consertar? Chame quem o faça.

Não lhe perguntaram nada? Não dê palpite.

Para usar o que não lhe pertence? Peça licença.

Ouviu uma fofoca? Não a espalhe. Não calunie nem difame.

Testemunhou um delito ou um crime? É seu dever denunciar.

Pichar? Não faça isso. Não é arte, é crime contra o patrimônio[1].

Não testemunhou um delito ou um crime? Não calunie nem difame.

Encontrou trancado? Não force para abrir. Dano é delito: denuncie!

Apelidos pejorativos[2]? Não os utilize, ignore-os. Injúria é crime: denuncie!

Exerça o que aprende. Exerça a cidadania. Afaste-se dos maus exemplos!


[1] PATRIMÔNIO =Bem, ou conjunto de bens culturais ou naturais, de valor reconhecido para determinada localidade, região, país, ou para a humanidade.

[2] PEJORATIVO =Diz-se de vocábulo que expressa desaprovação ou significação desagradável. Diz-se de vocábulo que adquiriu ou tende a adquirir significação torpe, obscena.