O dia em que ficamos sem energia elétrica por oito horas quarta-feira, jan 30 2013 

No dia 23-01-2013 (quarta-feira), por volta de 9h30m, a energia elétrica de minha casa e do estabelecimento comercial (credenciado junto à CPFL para receber pagamento de contas) passou por uma série de apaga, acende e, logo em seguida, apaga, sem acende.

Em minha casa, começamos a olhar as caixas de disjuntores (duas) e, na entrada da casa, os “relógios de luz” tanto da casa quanto da loja, verificação dos funcionários. Não havia nenhum disjuntor desligado.

Quando abri a porta que dá para a sacada de minha casa, para observar se outros estabelecimentos, em frente, estavam sem energia elétrica, testemunhei uma nuvem branca que já se dissipava. Imediatamente, fiquei sabendo que o gerente da “Demanus”, quase em frente de casa e da loja, havia extinguido as chamas da fiação do poste de energia elétrica (na calçada dessa loja) com o extintor de incêndio do próprio estabelecimento.

Não foi uma nem foram duas vezes que a fiação do poste pegou fogo. Não sei, também, a razão para tais incêndios na fiação. No entanto, já testemunhei funcionários do Magazine Luiza e das Casas Pernambucanas (agora o gerente da Demanus) extinguir labaredas com extintores de seus estabelecimentos comerciais. Não adiantou, nas duas vezes anteriores, chamar o Corpo de Bombeiros. É uma seqüência de postes cujas fiações se incendeiam: em frente ao Magazine Luiza, em frente às Pernambucanas, agora, quase em frente à Demanus. De nossa parte, não temos aparelhos de ar condicionado e o nosso consumo de energia não é suficiente para provocar um incêndio nem um apagão nos estabelecimentos comerciais, como ocorreu nas duas primeiras vezes citadas.

Acredito, sinceramente, que essa deva ser uma situação a ser investigada pela CPFL Piratininga, a partir dos relatórios de consertos dos funcionários que prestam serviço a essa concessionária.

Ao notar que os demais estabelecimentos – fui até a rua para isso – do nosso lado da calçada e na calçada da frente tinham energia elétrica, constatei que estavam sem energia elétrica a nossa loja e a nossa residência.

Uma das funcionárias da nossa loja já havia ligado, por telefone móvel, visto que a nossa loja tem os serviços de telefonia de uma empresa que, quando falta energia, a loja fica sem telefone, sem conexão com a “CPFL Total”, sem conexão de computador, para a CPFL Piratininga, avisando do ocorrido (fogo na fiação do poste, do outro lado da calçada), eu, também, entrei em contato com a CPFL Piratininga para comunicar a ocorrência das chamas e do fato de estarmos sem energia elétrica.

A atendente me alertou que, sem a presença de um eletricista que constatasse que não era problema interno, um curto-circuito, por exemplo, os funcionários que prestam serviço não seriam enviados, pois os mesmos não têm autorização para fazer serviços internos.

Espero que esteja sendo bem clara nos antecedentes e que eu não me perca no relato com as minhas indignações.

Liguei de volta para a CPFL Piratininga, avisando que, no protocolo tal, eu comunicara a falta de energia elétrica em nossa residência e que o eletricista já constatara que o problema não era interno.

A funcionária da loja fez o mesmo que eu.

Por volta de 10h45m, um veículo da CPFL Piratininga estacionou próximo ao poste que apresentara problemas. Desci de minha residência (a funcionária da loja me avisou que haviam chegado) e os prestadores de serviço tinham entrado pela loja em direção aos dois “relógios de luz” que ficam na saída de nossa residência, pois o portão só pode ser destrancado, em caso de falta de energia elétrica, com chave. O “relógio de luz” que serve minha casa estava com um aparelho que, a meu ver, não só mede se há entrada de energia elétrica mas quanto de voltagem está entrando. O “relógio de luz” que serve a loja também estava aberto.

Estacionado na vaga de segurança do carro de transporte de valores, o veículo da CPFL, com um funcionário do lado de fora, aguardava que um veículo se retirasse, pois, estacionado bem debaixo do poste com problema, esse funcionário não se arriscaria a provocar algum dano nesse veículo (derrubar peças e ferramentas, por exemplo, além do fato de que não havia um milímetro sequer de espaço para colocar a escada).

Com a rua inteira tomada por carros estacionados, já quase por volta de meio-dia, fui até o veículo e constatei que o mesmo não tinha cartão de zona azul, placa de Belo Horizonte, MG.

Avistei um carro da polícia, com identificação Vigilância Escolar, fiz sinal para que me atendesse e contei o que estava acontecendo. O policial, no volante, disse que avisaria o “Trânsito”.

Enquanto isso, o funcionário da CPFL, de braços cruzados, permanecia na vaga de segurança de carros que transportam valores.

Da sacada de minha casa, observei a chegada de pelo menos três policiais da GM e percebi que o veículo de Belo Horizonte, irregularmente estacionado em área de zona azul, tinha três cones, da CPFL, em volta dele.

Dentre os três GMs, uma policial chamava o funcionário de prestação de serviços da CPFL para que estacionasse atrás do veículo de Belo Horizonte (um dos cones guardava lugar em vaga de estacionamento de zona azul) para sair da vaga de segurança. O funcionário avisou que sairia em poucos minutos, mas não para ocupar a vaga atrás do veículo de Belo Horizonte. Entendi que já havia esgotado o tempo de espera para a solução e o funcionário se mostrava visivelmente irritado com a situação.

Mais tarde, bem mais tarde, comecei a refletir que o funcionário de prestação de serviço da CPFL deveria ter autorização para chamar a própria CPFL, relatar o que estava acontecendo e a CPFL, por sua vez, autoridade para pedir um guincho para o veículo com placa de Belo Horizonte.

Acompanhem meu raciocínio: eu e minha irmã (sem contar o estabelecimento comercial) estávamos tendo um prejuízo moral e financeiro incalculável. Não sabia se deveria me dirigir até a Delegacia de Polícia para registrar um B.O. contra o veículo irregularmente estacionado. A CPFL não poderia ser responsabilizada pela demora no conserto, visto que não podia fazer o serviço sob risco de danificar o veículo de Belo Horizonte, cujo motorista, obviamente, se sofresse um arranhão na pintura ou outro dano qualquer, “procuraria seus direitos para ser ressarcido”.

A loja parada, num breu de dar dó, com fregueses brincando: que é que é isso? Recebem conta da CPFL e não pagam a energia?

Numa nova verificada, pela varanda, observei que o veículo da CPFL tinha se retirado – obviamente, tinha mais solicitações de problemas a solucionar – e que os veículos da frente e de trás do de Belo Horizonte já haviam saído e o gerente da “Demanus”, gentilmente, colocara os cones da própria CPFL na frente e atrás do veículo de Belo Horizonte. Nada de o condutor do veículo aparecer. Por essa altura, felizmente, já havia uma multa no para-brisa do referido.

Meu irmão havia pedido à funcionária da loja (sem energia elétrica, sem poder emitir cupom fiscal, sem receber contas, sem computador, sem telefones) que ligasse, novamente, para a CPFL, pois havia espaço na frente e atrás do veículo de Belo Horizonte.

Por minha vez, liguei, novamente, para a CPFL (foram três protocolos) e contei o mesmo: havia espaço na frente e atrás do veículo, por causa dos cones da CPFL e da vigilância do gerente da “Demanus” que alertava outros motoristas para que respeitassem esses cones; que estávamos sem energia elétrica desde as 9h ou 9h30m, que nossa geladeira e nosso freezer já estavam descongelando, que não tínhamos como ligar computadores, que não podíamos sair de casa para resolver problemas fora, sob o risco de os funcionários da CPFL retornarem e, na casa, não haver alguém que pudesse atendê-los e todas as demais inconveniências que a falta de energia elétrica causa.

Antes disso, eu liguei para um jornal local, pois queria contar sobre o surrealismo da situação, mas alertei que não era em defesa de calçadão para a rua Floriano Peixoto, pois, antes disso, há necessidade de educar a população de pedestres e de motoristas. Nem mencionei que, para calçadão, há necessidade de resolver o problema de abastecimento de água, de captação de esgoto que são antigos, de instalação de hidrômetros em paredes (na minha casa e na loja a leitura é feita por instalações na calçada), de retiradas de postes, de instalação elétrica subterrânea que não seja paralela a instalação de gás (temos, na rua Floriano, aquelas “tampinhas” que indicam o local do condutor de gás)…

O jornalista compareceu de imediato, anotou meu relato e fez fotos (menos da placa do veículo de Belo Horizonte, pois isso não pode) e foi confirmar com o gerente da “Demanus”. Pelo menos, me pareceu. Eu entrei em casa, pois tinha mais o que fazer, além de “curtir” a falta de energia elétrica.

Logo após a minha última ligação para a CPFL (já mencionada), minha irmã ligou para um número de telefone, supostamente responsável pela “zona azul” e recebeu a afirmação de que o veículo de Belo Horizonte não podia ser guinchado. Mesmo que ele amanheça estacionado? Sim, mesmo que amanheça estacionado. Mas não seria o caso de pedir à autoridade competente para verificar, pela placa, se o veículo não é furtado, se não é uma “desova”? É, pode ser, mas o veículo será observado, ao amanhecer, se continua estacionado… Nesse caso, o policial estaria a par do assunto? Não há nada que possa ser feito para que o veículo seja punido? Veja bem, já foi multado e o motorista “perderá pontos” na carteira. Mas o veículo tem placa de outro estado, será que receberá a multa? Com certeza, no momento de renovar a licença, a multa aparecerá.

Ocorreu-nos, então, que o veículo de Belo Horizonte poderia ser alugado. Não sei como isso funciona, em caso de locação de veículo, mas, certamente, os “pontos perdidos” ficarão para os contribuintes e para nós que sofremos as consequências da irresponsabilidade desse veículo estacionado irregularmente. Se tivesse um cartão de “zona azul” no painel, haveria uma possibilidade de que se retirasse do local, vencido o horário, e o funcionário prestador de serviço da CPFL (foi a nossa conclusão) teria esperado o vencimento do cartão. Porém, sem cartão, não havia como calcular o horário da saída.

Resultado: uma vaga orientação do setor responsável por “zona azul”, sem definição de responsabilidade. Conclusão dessa parte: estamos “ao Deus dará”.

Logo após esse telefonema, por volta de 16h30m, o jornalista ligou e perguntou se já havia uma solução para o problema. Não, não havia, e contei o que minha irmã havia conversado com o suposto setor responsável por “zona azul”. O veículo de Belo Horizonte continuava firme e forte, no local, e o horário de “zona azul” já tinha vencido, portanto, de minha parte, não havia esperança que saísse tão cedo da vaga que ocupou, irregularmente, durante o dia todo. Mas que eu havia solicitado a presença da CPFL, para proceder ao conserto, pois já estávamos (residência e loja) sem energia elétrica há sete horas.

Por volta das 17h15m, retorno dos prestadores de serviço da CPFL. Carro forte de transporte de valores estacionado, ligado, na frente do banco. Vaga de estacionamento mantida pelo gerente da “Demanus”. Engano meu: alguém ocupara a vaga bem atrás do veículo de Belo Horizonte, “empurrando” o cone, ou melhor, logo atrás do cone, não permitindo o estacionamento de outro veículo. Pudera, os demais motoristas que precisavam de vaga não sabiam o motivo do cone.  O gerente da Demanus não tinha que controlar isso. Quinze minutos para montar a logística para a subida do funcionário no poste. Carro forte buzinando para o prestador de serviço da CPFL que retirava o material de dentro do veículo. Claro, vá saber se não é uma estratégia de assalto a um carro forte! Funcionário passando dentre a “cama de gato” da fiação, em dois ou três minutos, desencapou o fio que se queimara, religou, energia elétrica de volta para a residência e para a loja. Ufa! Dezessete horas e trinta minutos. Oito horas sem energia elétrica. Quinze minutos para desmontar a logística para subir ao poste e guardar as ferramentas e se foram, provavelmente, para resolver mais problemas de falta de energia elétrica em outros locais. Pediram desculpas pela demora. Obrigada, vocês não foram os culpados.

E o carro de placa de Belo Horizonte ali, inerte, irresponsável em todos os sentidos.

Após a volta da energia elétrica, tomamos nossas providências para recuperar as oito horas perdidas sem energia elétrica, inclusive um banho correto, que ninguém é de ferro.

O carro de Belo Horizonte sumiu, desapareceu, mas só nos demos conta disso por volta de 18h45m. Nem conseguimos aplaudir, ovacionar o irresponsável.

No dia seguinte, dia 24/01 (quinta-feira), período da manhã, antes de começar a “zona azul”, tive que sair de casa para fazer algo e, na volta, observei o mesmo veículo do dia anterior estacionado em frente a outro banco, mas não na área de segurança, que não é louco  – que tem estacionamento, portanto, o motorista irresponsável não é prestador de serviço desse banco.  Parei, na frente do veículo, confirmei a placa e, espalhados pelo painel, havia sete (07) cartões de “zona azul” de duas horas cada um. Meu problema de visão e o reflexo no vidro me impediram de verificar se as datas e horários, em cada cartão, estavam de acordo. Todavia, não é minha responsabilidade cuidar disso, graças a Deus.

Voltei para casa, bufando com a audácia desse motorista do veículo de Belo Horizonte não só pelo transtorno e prejuízo do dia anterior, mas por garantir vaga de estacionamento ao colocar cartões de “zona azul” antes do período do início e não desocupar a vaga para outros que precisam de estacionar em período de até duas horas (garantido pelo cartão de “zona azul”), mas desocupam a vaga e outros podem estacionar.

Liguei para o mesmo número de telefone que minha irmã havia ligado no dia anterior: fui atendida por uma pessoa do sexo masculino, muito educada, e à minha dúvida se podemos colocar cartões de “zona azul” de fio a pavio durante o dia todo, perguntou, eu o ouvi perguntar, a quem alegou ser um agente do trânsito que afirmou que isso pode ser feito. Muito obrigada pela informação, bom dia.

Então, após este relato, fiquem todos sabendo: querem estacionar o dia inteiro na rua Floriano Peixoto? Espalhem cartões de “zona azul” no painel. Se houver alguma ocorrência que necessite de que tire o veículo para resolver problemas de energia, fiquem tranquilos, nada lhes acontecerá.

A não ser que a falta de energia comprometa a saúde de alguém que dependa de aparelhos de manutenção da vida. Aí, sim, talvez, a situação se complique. Mas até determinar quem é o responsável ou o irresponsável que sancionou lei que determina que os prestadores de serviço em via pública só o podem prestar em horários que não comprometam o trânsito e o vai e vem de pedestres e que motoristas em situação de estacionamento irregular não podem ser punidos com mais do que com uma multa, como sempre, os lesados serão os contribuintes e os que ficam sem energia elétrica, sem água. Nesse caso, não sei como o Juiz determinará que o irresponsável tenha o veículo guinchado por risco de morte de alguém que fique sem energia elétrica para a manutenção de aparelhos de suporte de vida.

Após oito horas sem energia elétrica por causa da irresponsabilidade de um “esperto”, quem nos ressarcirá dos danos morais e financeiros? Ninguém.

Tenho plena consciência de que o que relatei não chega aos pés da tragédia na boate em Santa Maria – RS. Por esse motivo, não fiz este relato já na segunda-feira, dia subseqüente à tragédia, após constatar que o jornal local não publicou uma linha de minha denúncia surrealista.

Todavia, ao respeitar a proporção da tragédia na boate em Santa Maria – RS, estou acompanhando as discussões sobre responsabilidade: falta de providências dos proprietários para o local poder acolher dez, cem ou uma superlotação, falta de alvarás, de Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e subsequente notificação e até fechamento do local por período indeterminado, falta de fiscalização da Prefeitura…

Repito, então, o teor de algo que li na revista “Superinteressante” – já publicado em meu blog “Sinhá, cadê ‘seu’ Padre?” – a de que o sistema político e democrático de um país tem que estar perfeitamente alinhado entre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Os legisladores têm que ser pessimistas ao criar leis. Têm que prever as intenções mesquinhas daqueles que burlam as leis e criar sanções para que as consequências sejam drásticas para os transgressores.

Se o jornal local ao qual recorri está esperando uma carta do leitor de minha parte, relatando tudo isso,  é melhor esperar sentado e na sombra. Estou “até aqui” de pessoas com segundas intenções e que se “escudam” em quem tem idoneidade [quando lhes interessa; quando não lhes interessa, parece que nos “olham com nojo de nóis”, como escreve Macaco Simão], que tem capacidade de verbalizar e de escrever. Não sou jornalista. Declarei meu nome e idade ao repórter e me responsabilizo por minhas declarações. Não ofendi ninguém nem questionei o fato de o veículo só ser multado depois que chamamos a polícia para denunciar a situação.  Apenas declarei os fatos. Qualquer pessoa é capaz de inferir o quanto a vida na cidade de Itu – SP é de péssima qualidade para cidadãos que não têm a quem recorrer quando a solução foge da alçada, inclusive, das terceirizadas que prestam serviços – e são pagas para isso – à população.

Há mais um aspecto que me enoja em relação a essa falta de energia por cerca de oito horas: até que ponto eu estou sendo usada por funcionários de prestadoras de serviços [todas] para denunciar o que esses funcionários deveriam denunciar aos donos dessas concessionárias, para proteger a população? Não é só em relação à CPFL, mas é a citada aqui por causa do relato.

Publicarei as fotos do veículo, inclusive as com placa descoberta. Desafio o condutor a vir tomar satisfação, pois tenho testemunhas da situação que nos provocou, inclusive da própria CPFL, e adoraria que se apresentasse para um B.O. contra mim. Eu teria, então, a identidade dele para mover um processo por perdas morais e financeiras e que ele contasse desde que dia estava estacionando irregularmente e nada lhe aconteceu. Esta colocação foi modificada por razões expostas abaixo.

Nunca faria isso – levantar a identidade do motorista – por meios ilegais. Para isso, entendo,  teria que recorrer ao poder Judiciário, ou seja, teria, após provar a necessidade, perante uma autoridade do Judiciário, de “levantar”, por meio de Alvará ou de Liminar (não sou advogada),  a identidade desse irresponsável, acobertado pela ineficácia da legislação municipal e de todos que concorreram para não solucionar em curto prazo a falta de energia elétrica em nossa casa e em nosso estabelecimento comercial.

Para fazer valer nossos direitos, os trâmites burocráticos são penosos e lentos. Para nosso prejuízo, basta que o diabo pisque os olhos.

Os ofendidos, embora não citados, serão muitos.

Não percorri, na sexta-feira, dia 25/01, nem nos dias úteis subsequentes, a Floriano Peixoto para verificar se o irresponsável continuava a estacionar com ou sem cartão de “zona azul”.  Repito, não é minha função. Se o “esperto” considera que colocar sete (07) cartões de “zona azul” de duas horas cada um compensa mais do que colocar o veículo num estacionamento, que continue a fazê-lo. Está garantido por uma legislação municipal falha que lhe permite fazer isso.

Adendo:  em 1.º de fevereiro de 2013, minha irmã perguntou a um Guarda Mirim Municipal se ela pode estacionar em área de “zona azul” e colocar vários cartões para garantir a permanência. O Guarda Mirim Municipal lhe respondeu que não pode e lhe mostrou um dos itens em que coloca uma notificação no para-brisa do veículo e o Guarda Municipal efetua a multa pelo fato de não ter desocupado a vaga e, depois, com novo carão de “zona azul”, estacionar em outra vaga. Ah, bom! Assim é que funciona no Mercado da Cantareira (Mercadão) em São Paulo. Tem que desocupar a vaga, vencido o cartão, sair do estacionamento, entrar, comprar novo cartão e, se conseguir, voltar a estacionar. E, no Mercadão, há um limite de horário, ou seja, se for avisado que não há vaga, tem que tomar seu rumo ou colocar em estacionamentos ao redor – que, por sinal, cobram “o olho da cara”.

Mas não foi essa a orientação que recebi em telefonema que dei e “o agente presente no local” informou que podia, sim, estacionar com uma série de cartões da “zona azul” no painel.

Lamento apenas que, ao contrário de estabelecimentos comerciais que agem em desacordo com minhas convicções – e não entro neles ou deixo de frequentá-los – não posso desistir dos serviços de telecomunicações, de energia elétrica, de abastecimento de água e captação de esgoto, a não ser que mude de país. Qualquer problema com um dos prestadores de serviço citados, resolvo sem estender faixa na frente de minha casa – com muito estresse – mas esta situação eu não poderia deixar de comentar.

Sei que meu blog não tem repercussão nenhuma, embora seja meu veículo de desabafo, de postagens divertidas, informativas… Portanto, já desabafei, e, como se diz em inglês, estou preparada para “move on”.

Mas só depois de inserir o arquivo em extensão “pdf” em que mostro o veículo, o horário das fotos, acompanhados de texto explicativo:

Fotos do veículo com proteção aos transeuntes e outros motoristas

 

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A respeito de comentário de Marcus Vinicius não aprovado por mim sábado, jun 9 2012 

Olá, Marcus Vinicius:

Recebi seu comentário e, embora não concorde com ele em determinados aspectos, como mediadora do blog tenho a liberdade de aprovar ou desaprovar os comentários.

Quis lhe dar um retorno, por meio desta postagem, para que saiba que o teor da crônica que criticou, ou seja, o assunto da crônica, me tinha sido enviado por correio eletrônico e fiquei pasmada.

Na semana seguinte, a crônica a que se referiu foi publicada na revista semanal que assino.

Posteriormente, fiz uma busca mais profunda, na Web, e encontrei não só o comentário que deu origem a toda essa indignação como as mais diversas reações a ela.

Inferi que tudo não passava de um tremendo malentendido com relação – agora, cito = a um pedido de censura ao racismo expresso nas obras de Monteiro Lobato, envolvendo obras que são destinadas ao público infanto-juvenil – e, quanto mais eu lia a respeito, mais se elaborava em minha reflexão o malentendido. O pedido não é de censura, mas reedição das obras com esclarecimentos a respeito do que é considerado racismo, eugenia, no rodapé das edições.

Procurei, então, reunir em outras postagens os dois lados dessa controvérsia, na esperança de que quem lê minhas postagens também chegasse à mesma conclusão que eu, sem que eu mostrasse isso com todas as letras.

Não fui bem sucedida nisso, pois deveria ter, no texto da escritora que citou, direcionado os leitores para tudo o que reuni. Minha falha, sem dúvida.

Conclusão: o pedido encaminhado não foi o de censurar as obras de Monteiro Lobato que envolvam o Sítio do Pica-Pau Amarelo. O pedido foi no sentido de que os leitores infanto-juvenis sejam esclarecidos de que Monteiro Lobato viveu num período em que a eugenia era uma filosofia de vida; que os educadores esclarecessem os fatos históricos do período em que as obras foram produzidas (por exemplo, a família de Monteiro Lobato era de fazendeiros, quiçá latifundiária, que vivia às custas da mão-de-obra escrava). Subentendi que não era para censurar Monteiro Lobato ou fazer de Monteiro Lobato um déspota, mas esclarecer os educandos a respeito de crenças dos contemporâneos de Monteiro Lobato que, hoje, são passíveis até de processos judiciais e condenação. Subentendi, e espero que seja verdadeiro esse entendimento, que não é para fomentar lutas de classe, defender movimentos ilegítimos, porém conduzir os educandos a entender a realidade anterior e compará-la com a realidade democrática de uma sociedade inteira.

A própria autora de um estudo profundo a respeito de Monteiro Lobato, a meu ver, se excedeu, quando atacou os que assinaram um documento em defesa de Monteiro Lobato. Portanto, indico, por meio de link, a leitura do texto dessa autora, mas não o publicaria neste post, como não o fiz.

Sempre tenho em mente que não publico nada que ataque o caráter de pessoas ou de órgãos de comunicação falada, escrita e televisiva (exceto, claro, em casos em que eu mesma tenha sido alvo de ataques e, então, “desço das tamancas”, porém assumo e coloco em “Opinião Pessoal e Intransferível”).

Prefiro aquela frase de mensagem eletrônica que roda pela Web: pessoas inteligentes discutem ideias.

A cronista criticada por você (de cujo texto, posteriormente, discordei, mas não comentei isso em inserções) discute IDEIAS e, eventualmente, criticou ATITUDES, mas entendi que ela, como eu, num primeiro momento, sentiu-se tão indignada com a ideia erronea de que era para abolir determinadas obras de Monteiro Lobato das leituras destinadas ao público infanto-juvenil, que se excedeu. Porém, atente bem, não atacou nomes / pessoas especificamente.

Não concordei, em momento algum, por exemplo, com o massacre promovido pelos órgãos de comunicação e até por pessoas ao meu redor, que criticaram um livro didático de apoio por incentivar o ensino da Língua Portuguesa “de modo errado”. Quando no exercício do magistério, ao tentar esclarecer determinadas diretrizes educacionais ou estratégias utilizadas por mim (ou até mesmo quando eu não sabia que tudo estava sendo acompanhado, sem meu conhecimento) fui alvo de tantas agressões e atitudes, como bem diz o José “Macaco” Simão, de “nojo de nóis” e, finalmente, quando tudo “dava errado”, eu sacudia a poeira e “partia para outra” ou insistia no que estava fazendo como educadora que, um dia, cheguei à conclusão que “enxugava gelo”, “dava murro em ponta de faca”, diabética, à beira da exaustão, deixei de lado a minha paixão pelo Magistério. Porém, pedi aposentadoria antecipada, peguei meu banquinho e saí de fininho. Os que mais me “aporrinharam” foram os que nunca, jamais deveriam ter feito isso, pois não são educadores, mas palpiteiros de plantão, a serviço deles mesmos ou de “patrões” (no sentido pejorativo da palavra).

A própria revista semanal, de que sou assinante, e que você criticou, passou várias semanas discutindo a respeito desse livro didático de apoio (que supostamente induzia os educandos a falar e a escrever errado) com distribuição gratuita às escolas públicas. Não concordei com as críticas e, no meu blog, fui inserindo opiniões, letras de música, vídeos do YouTube… mas, obviamente, essas inserções foram para mim mesma, porque meus possíveis leitores não deixaram opiniões nem fizeram as inferências sobre o que eu estava digitando.

Um dos textos inseridos é “Porque é muito chato cantar sozinho”, no qual tento mostrar como aprendi a lidar, em sala de aula (com contribuição de outros pedagogos que lia ou com quem assistia palestras ou fiz cursos de “Reciclagem” ou em Oficinas Pedagógicas), com o português coloquial falado e escrito – sem fazer pouco dos educandos ou da bagagem que traziam do lar – e conduzir os alunos a usar o português formal, aquele que se aprende na escola e será exigido, ao longo da vida, de todos os brasileiros em  muitas e diversas situações. Na verdade, inicio a minha postagem com um relato de como aprendi a mudar de atitude com relação à interpretação de textos dos educandos que não tinham, na época, “bagagem” (no bom sentido) suficiente para expressar, de modo escrito, o que tinham entendido do texto e que era “esperado como resposta”.

Grata, Marcus Vinicius, por ter me dado a oportunidade de expressar minha compreensão, como professora aposentada e eterna educadora, a respeito de suas críticas.

Recusei-me, no entanto, a aprovar o seu comentário, pois você não discutiu ideias, você atacou a pessoa da cronista e o órgão de imprensa em que a crônica foi publicada.

Gama Filtros, em Itu – SP: quando o atendimento ético ao consumidor, em tempos de canibalismo capitalista, surpreende e encanta quinta-feira, jan 12 2012 

Em 27/12/2011, quando minha irmã e eu retornamos de Sorocaba – SP, por volta das 16h, tivemos a desagradável surpresa de encontrar o chão da cozinha e de parte da copa cobertos de água cristalina. 

À procura da “fonte” dessa água (chegamos a pensar que a geladeira tivesse parado de funcionar e essa fosse a origem da água no chão), dirigi-me ao bebedouro IBBL e minha irmã detetou a fonte: o galão de 20 litros estava quase pela metade e ela o havia trocado pouco antes de sairmos de Itu com destino a Sorocaba.

Após várias verificações, inclusive a retirada do galão, a colocação do bebedouro sobre a pia e, após várias horas sem o nível de água, dentro do bebedouro, baixar, recolocamos o galão e continuou a vazar água mineral sobre o “rack” de bebedouro e para o chão.

Já era noite, portanto deixamos a solução para o dia seguinte. Pelo “website” da IBBL, no dia 28/12, consegui o número de telefone de Televendas da IBBL  (08007254225), fui direcionada, após mencionar o problema, para a atendente Adriana que me indicou a Gama Filtros, 4023 58 45.

Telefonei para o número indicado e Sandra Gama me atendeu. A partir deste trecho, portanto, continuo a relatar sobre o atendimento ético a uma consumidora, em tempos de canibalismo capitalista, que me surpreendeu e encantou.

Para começar, a Televendas da IBBL poderia ter me atendido com aquela reação, parodiando o José “Macaco” Simão, de “cara de nojo de nóis” e nem ter me dado atenção. No entanto, que diferença de tranqueira – usualmente – de “telemarketing”, cujos atendentes parecem ter saído de uma gruta e nem sabem o que estão fazendo ali, exceto garantir o salário mensal, porque, quando fui atendida por Sandra Gama, da Gama Filtros, as primeiras perguntas feitas foram no sentido de identificar o produto, se estava na garantia e solicitar, então, qual era o problema.

Após as perguntas iniciais, respondidas por mim, diante de minha afirmação de que colocara só o bebedouro sobre a pia e o nível de água não baixara, pediu-me que trocasse o galão de 20 litros por um novo e explicou o motivo dessa sugestão: os galões são retornáveis e ficam estocados, às vezes, em locais cujo piso provoca micro furos, pelos quais a água não vaza, mas, quando emborcados no bebedouro, a água não é contida (lei da Física) e começa a vazar. Como não havia problema de refrigeração, Sandra tinha certeza de que essa medida seria suficiente para conter o vazamento.

Conversamos e Sandra me contou que Gama Filtros (4023 58 45), além de assitência técnica, faz, também, a higienização completa do bebedouro, com desmonstagem, troca de torneirinhas e, eventualmente, peças desgastadas. Lógico que, para isso, o bebedouro é retirado da residência ou da empresa.

Comentei a respeito de um bebedouro – que não é da IBBL – que tem gabinete e que não está refrigerando. Fiquei de fotografá-lo e enviar, por correio eletrônico, as fotos desse bebedouro, para confirmar se a Gama Filtros poderia consertá-lo, pois dependendo do bebedouro e do problema, não se encontram mais peças para reparos.

Nosso problema de vazamento se resolveu com a simples troca do galão de 20 litros no dia 28/12. Aproveitei e, com caneta dessas destinadas a escrever em CD ou embalagem de “freezer”, para mostrar, ao fornecedor de água mineral, que aquele galão não tem mais condição de uso, pois está com micro furos e isso não retém a água mineral, quando o galão é emborcado no bebedouro.

Não é por nada, não, mas escrevi que a água vazara e, até agora, embora o galão já tenha sido levado embora, em 31/12, por compra de mais galões de água, não recebemos outro, gratuitamente, para repor o que vazou. Se alguém removeu, do galão por problemas, o que escrevi, teve um trabalho grande, pois escrevi bastante no galão danificado.

Ontem, dia 11/01, Sandra retornou, por telefone, sobre a consulta de bebedouro de outra marca,  e, mais uma vez, sua orientação foi preciosa: seria preciso verificar, por meio de levar o bebedouro ao local de conserto, se compensa o conserto, pois, se a refrigeração não acontece por causa do gás utilizado para isso, é bem provável que o valor do conserto se equipare à compra de um novo bebedouro do mesmo estilo; citou, inclusive, o valor de um novo, que a Gama Filtros tem para vender que não é da mesma marca do nosso bebedouro com problema de refrigeração.

Espero, sinceramente, que ao descrever o problema e a solução com tantos detalhes, possa auxiliar mais pessoas que tenham o mesmo vazamento de água mineral logo após a troca do galão, além de mostrar o motivo do título desta postagem: meus agradecimentos sinceros a todos os que possibilitaram a solução desse vazamento sem retirar o bebedouro de minha casa, dias antes da passagem de ano, o que teria sido um transtorno para todos nós, sem dúvida.

Fiquei satisfeita com esta inserção: estava devendo essa gratidão à Gama Filtros desde o dia 28 de dezembro de 2011.

Transferência do Crédito de Proventos para outra instituição financeira – Resolução Banco Central n.º 3.402, de 06/09/2006 sábado, jan 7 2012 

Como funcionária pública estadual, aposentada,  por Decreto n.º 50.964, de 18/07/2006, Palácio dos Bandeirantes, Cláudio Lembo, que estabeleceu “prazos e condições para a transferência do pagamento de vencimentos, salários, proventos e pensões dos servidores civis e militares, ativos, inativos, pensionistas, beneficiários de pensões especiais e das Carteiras autônomas administradas pelo IPESP…”  e determinou “providenciar a abertura de conta corrente no Banco Nossa Caixa S.A., conforme cronograma previsto no Decreto [acima mencionado e que foi transcrito no comunicado que recebi]… para recebimento de seu vencimento, salário, provento ou pensão a partir de 1.º de janeiro de 2007″, fui obrigada a abrir conta corrente na Nossa Caixa S.A. (falecida, ou seja, foi assassinada).

Não descreverei, nesta postagem, todos os mal-entendidos, as omissões nas orientações [até mesmo protestos] da parte da Secretaria da Fazenda, de sindicato dos professores e outras associações correlatas e da própria Nossa Caixa S.A. à obrigatoriedade para abrir conta corrente  nessa instituição com cobranças de tarifas absurdas que comprometeram minha saúde moral, financeira e física (eu tinha que confirmar o depósito e, mediante emissão de cheque, depositar minha aposentadoria no Santander, minha opção, o que demandou, até 06 de janeiro de 2012, a me deslocar para essas duas instituições), para mim pelo menos, desde o mês de janeiro de 2007 , mas, em determinado mês subsequente, essa pantomima me levou a chamar, de dentro da Agência da Nossa Caixa S.A., pelo celular, o advogado de minha família.

O advogado providenciou, para mim, a cópia de uma resolução que mantinha a minha esperança de, em 2012, poder voltar a receber pela antiga conta Banespa e, depois, Santander. Detalhe: No comunicado “Importante” que recebi, mencionado acima, o parágrafo inicial é este: “Por conta da privatização do Banco Estado de São Paulo – Banespa S.A., o Governo do Estado de São Paulo assegurou contratualmente a permanência da opção pelo recebimento dos pagamentos por esta instituição bancária até 31 de dezembro de 2006, nos termos do Decreto n.º 31.106/89”.

Deus que me perdoe se estou cometendo uma injúria, porém é digno de desconfiança: por que o Decreto n.º 31.106/89 assegurou ao Santander a permanência da opção pelo recebimento dos pagamentos por essa instituição bancária? Eu ainda estava no exercício do magistério público. Se, naquela época da privatização do Banespa, isso já tivesse ocorrido [receber minha aposentadoria pela Nossa Caixa Nosso Banco – aqui, ó – ] a alteração não teria sido tão traumática. Certamente, meus proventos não teriam sido taxados com tanta perda financeira para mim.

O Santander, que sucedeu o Banespa, fez o que pôde para manter os correntintas que recebiam seus proventos como funcionários públicos estaduais. A imagem que me ocorre é a de um “cabo de guerra” que arrebentou do lado mais prejudicial, ou seja, para as vítimas, como eu.

O Banco do Brasil comprou a Nossa Caixa S.A. e passei a temer que a possibilidade de, em 2012,  ter uma conta salário na instituição bancária de minha preferência tivesse sido anulada por alguma outra resolução.

Nada contra o Banco do Brasil, mas ninguém me orientou que, com a extinção da Nossa Caixa Nosso Banco (nós, quem, cara pálida?) em vez de atualizar meu cadastro naquela instituição bancária, eu poderia ter optado por CONTA SALÁRIO.

Amaldiçoo todos os omissos, exceto aqueles que postaram, na Web, a tempo e eu bobeei, e tenho inserções neste espaço que mostram isso, que, desde 06 de setembro de 2006, a Resolução 3.402, que “dispõe sobre a prestação de serviços de pagamento de salários, aposentadorias e similares sem cobrança de tarifas” – que já estava em minhas mãos desde a sua publicação, com vigência a partir de 1.º/01/2007, entregue pelo advogado de minha família – deveria ter sido a minha opção, mesmo que tivesse que fazer isso por vias judiciais.

Tento lembrar-me se levei essa Resolução à Agência da Nossa Caixa S.A. e não fui atendida, mas precisaria consultar a correspondência que entreguei na Agência, queixando-me do excesso de tarifas. Tento lembrar-me se a culpa foi minha ou se fui induzida, por objetivos escusos do Governo do Estado de São Paulo e todos os envolvidos nesse processo de a Nossa Caixa S. A. comprar, à vista, do Governo do Estado de São Paulo, a Folha de Pagamento dos Funcionários Públicos, a abrir conta corrente para receber meus proventos a partir de janeiro de 2007 e os todos os envolvidos malditos já sabiam dessa resolução de junho de 2006, mas me fizeram de otária.

Omissão não é só crime passível de punição pela Justiça, mas pecado capital entre os cristãos.

Eu fui uma vítima, imagino quantos outros “comeram o pão que o diabo amassou com os pés” por causa dessa situação.

Agora, sim, a que vem esta postagem: quem quiser fazer um TERMO DE OPÇÃO PELA TRANSFERÊNCIA DO CRÉDITO PARA OUTRA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA já pode fazê-lo.

Não há mais o que nos segure: baseie-se na Resolução 3.402, Banco Central, de 06 de setembro de 2006, procure a instituição bancária de sua preferência e se informe sobre os benefícios.

Acredito que o Banco do Brasil agradeça, pois nem mesmo os “holerites” são entregues por essa instituição financeira. Nós, que recebemos como funcionários públicos estaduais aposentados, temos que acessar o site da SPPREV São Paulo Previdência http://www.spprev.sp.gov.br/ , entrar em “Serviços on line” e proceder às recomendações para imprimi-los ou para receber os holerites pelos Correios.

Insiro a Resolução Bacen 3.402, com alteração da data da vigência: antes era  a partir de 1.º de janeiro de 2007 , mas  mudou para 02 de abril de 2007, pela Resolução 3.424, de 21/12/2006. O advogado da família me entregou uma via da Resolução 3.402 e uma via da Resolução 3.424.

  Resolução Bacen número 3402 com data de 06setembro2006

Não digitei tudo o que eu queria, mas nem tudo se pode ver, ouvir ou dizer. Deixo isso para pessoas mais competentes do que eu, exceto os malditos.

 

Atendimento preferencial – reflexões do micro para o macro quarta-feira, nov 9 2011 

Em abril de 2006, nos extertores de Serviço Autônomo de Águas de Itu – SAAEI – teretetê, eu tinha que me dirigir ao SAAEI , que não tinha guichê para atendimento preferencial; o atendente decidia quem merecia esse nome (quando não estava com criancinha no colo) – e postei o comentário que continua a valer:

https://maluber2.wordpress.com/2006/04/06/atendimento-preferencial-uma-ova/

No meu retorno mais próximo, haviam destacado um local de atendimento preferencial. Parabéns!

No extinto SAAEI – que, exceto por alguns funcionários dedicados e não pertencentes a partidos políticos nem dependentes de manter seus cargos em função de eleição e reeleição – sentia-me tratada como substrato de pó de ameba, enquanto outros eram tratados respeitosamente.

Até a concessão para Águas de Itu, em 04 de outubro de 2007, minha mania persecutória foi colocada à prova de tal forma que, hoje, qualquer pessoa ligada ao extinto SAAEI – com exceção daqueles que mencionei anteriormente – me são motivo de profundo nojo e desrespeito.

Entre abril de 2006 e outubro de 2007 – embora eu, pessoalmente, discordasse da concessão (não por causa da concessionária), porque desejava que o tapete do SAAEI tivesse sido levantado e todos os envolvidos em deixar a cidade de Itu prostrada, de joelhos, como a Enron fez, nos EUA, com sucessivas interrupções generalizadas no abastecimento e indícios de que havia um gerencimaneto péssimo da autarquia – tivessem respondido a processos judiciais, tive que me dirigir, pessoalmente, ao SAAEI, para solucionar problemas que o próprio SAAEI causava à minha família.

Levava documentos e documentos para comprovar que não éramos devedores, conforme nos “acusavam”, sabe lá Deus quem era o sádico que nos impingia esses problemas.

Não retiro uma palavra do que escrevi, em abril de 2006, e “Atendimento preferencial, uma ova”, foi dirigido ao atendimento do SAAEI.

Tenho acompanhado, na imprensa local, acusações à concessionária Águas de Itu e defesas ao extinto SAAEI.

Posso afirmar que do SAAEI não tenho saudade alguma, mas, aparentemente, há pessoas que se esqueceram, completamente, do último nome de responsável pelo SAAEI e de que, antes da entrega do SAAEI a Águas de Itu, tivemos um racionamento digno de região árida, desértica.

Ao juntar o que escrevi em “Atendimento preferencial, uma ova” ao que digitarei a seguir, continuo a acreditar que nós, os alvos de atendimento preferencial, não temos educação ou caráter suficiente para merecê-lo.

Em 07 de novembro de 2011, providenciei um documento importantíssimo (embora o rascunho já estivesse delineado) e, por ser uma segunda-feira, passei o final de semana adiantando tudo o que podia para encerrar esse documento de 07 de novembro de 2011, que dependia de saldar um débito de consumo de água. Eu precisava de que esse pagamento fosse autenticado, mecanicamente, pelo banco, para evitar aquele comprovante solto que me obrigaria a, em cópia autenticada, a gastar mais do que era necessário.

Peguei a senha preferencial, na agência bancária, pois sou diabética e portadora de degeneração das córneas (há muitos anos entreguei, na agência bancária, comprovantes disso; não sei se ainda existem nos arquivos do banco) e aguardei, pacientemente, a minha vez: 15h31m. Esse foi o horário em que consegui me dirigir à agência bancária.

Havia outros afazeres, fora do banco, tais como: imprimir, numa copiadora, em impressora de melhor qualidade do que a minha, o documento; ir ao cartório, para reconhecimento de firma, para fazer cópias autenticadas dos recibos (inclusive a cópia autenticada do recibo que pagaria na agência bancária), anexar esses recibos ao documento impresso, subscrever o envelope, depositá-lo nos Correios por meio de Aviso de Recebimento.

Enquanto aguardava a chamada de minha senha, na agência bancária, ouvi os eternos comentários dos que lá, sentados, aguardavam a vez de atendimento: “puxa, estive em tal banco e foi rápido; aqui é demorado”; “olhe, eu tenho mais de uma senha, fique com a minha”; “muito obrigada por ter dado a outra senha para mim, já estou indo embora”.

São as pessoas que tiram até três ou quatro senhas e aguardam qual será chamada primeiro! Consideram-se muito espertas e são espertalhonas; são as que, no dizer de Lêdo Ivo, envileceram ao envelhecer. Repassam senhas para pessoas que chegaram depois de quem já retirou senha e aguarda sua vez, educadamente, fazendo uso dos bons exemplos que receberam na educação do lar.

Em determinado momento, ainda não eram 16h, uma voz esganiçada feminina, de uma senhora sentada na primeira fila, ordenou que outra senhora fosse atendida antes de que a senha preferencial seguinte fosse chamada. O atendendente bancário, educadamente, deu sinal para que a senhora, que aparentava ter uns oitenta anos, se aproximasse para ser atendida.

Lá estava o meu pensamento: “coitada (para mim, chamar alguém de ‘coitado’ é ofensivo) tão idosa e não tem quem venha ao banco para ela ou para acompanhá-la, pois ficaria a esperar a vez como qualquer outro mortal”. 

Chegou a vez da dona da voz esganiçada. Ao levantar-se para ser atendida, “mandou”, literalmente, que a senhora que estava ao lado dela se dirigisse ao atendente ao lado do guichê de preferencial. A senhora ao lado não teve dúvidas: obedeceu. Educadamente, o atendente do guichê ao lado dispensou essa senhora: não havia chamado o número da senha dela. Tinha que aguardar a vez.

Quando, por volta de 16h, eu já havia mudado de lugar, porque minha vez estava próxima, guichê de atendimento preferencial, atrás do que estava atendido, postou-se uma jovem, evidentemente grávida, passando, o tempo todo, a mão na barriga volumosa e, assim que o cliente saiu do guichê, aproximou-se do atendente e pediu para ser atendida.

Ô falta de sorte  a minha, bem próximo de minha vez. Ali ficou a grávida, por cerca de quinze minutos, retirando, de dentro de um envelope pardo, documentos e dinheiro separado por documentos, fazendo pagamentos. Vez ou outra, virava-se para o público que aguardava atendimento, pacientemente, e massageava a volumosa barriga.

O número de senha, na minha frente, foi chamado em outro guichê, não o preferencial. Eu estava com “um olho no peixe e outro no gato”, pois não sabia qual guichê me chamaria.

Logo depois de o senhor de número de senha na minha frente começar a ser atendido, o número de minha senha foi chamado exatamente no guichê não preferencial onde estava esse senhor.

Mudei, novamente, de lugar de assento, para ficar próxima a esse guichê que chamara meu número de senha. A evidentemente grávida continuava a retirar pacotes de documentos e seus respectivos montantes de dinheiro para pagamentos.

O senhor que fora chamado na minha frente, em outro guichê que não o preferencial, tinha muito a resolver. A evidententemente grávida continuava a ser atendida.

Por volta de 16h50m, uma atendente, sempre gentil comigo, perguntou se eu perdera a minha vez. Eu disse que não, que o número de minha senha tinha sido chamado pelo atendente onde se encontrava aquele senhor, ainda resolvendo seus problemas bancários. Então, disse-me a atendente, venha aqui, eu a atendo.

Profundamente irritada, fiz comentários sobre a falta de educação generalizada das pessoas, pois só elas existem no mundo; que eu perdera o dia preparando um documento que não seria enviado naquele dia, conforme eu havia me proposto e aguardava, há uma hora e vinte minutos, para pagar aquela conta de água. “Ah, dona Maria Lúcia, nós não recebemos mais conta de água a não ser em débito automático ou pago em locais que recebem”. Respondi que a conta dessa matrícula voltará a ser debitada, automaticamente, mas que eu precisava da autenticação mecânica no pagamento dessa, porque eu recebera o dinheiro do responsável pelo consumo.

Ao sair do banco, dirigi-me à copiadora, para que imprimisse o documento em duas vias (salvo em CD). Faltavam pouquíssimos minutos para as 17h. Na copiadora, a primeira fala de quem me atendeu foi que, talvez, eu tivesse que deixar o CD e só buscar as impressões e o CD no dia seguinte. Que bom que bom, que bom! Disse à atendente que confirmasse essa previsão, pois eu gostaria de esperar. Quando ela se afastou, falei bem alto, para ser ouvida pelas câmeras de vigilância: “Afinal, vocês não são o único local que imprime”.

A atendente voltou e me disse que teria que esperar por quinze minutos. Espero e esperei. O dia estava perdido, não daria mais tempo para nada do que eu havia me proposto e preparado para fazer.

Tenho uma prima que sempre agiu de modo honesto, é trabalhadora, solidária, desde a infância, com os mais necessitados. Em conversa, no domingo, dia 06 de outubro, ela me disse que anda blasmefando, porque a decepção com os mais necessitados é imensa. Incrível, mas ela externou o que eu blasfemo dentro de casa: “Deus, o senhor está perdendo espaço para o diabo. Alguma coisa anda muito errada”. Acrescento: faço tudo o que tem que ser feito e mais. Quando não depende mais de mim, encalacra, “dou de cara” com pessoas palpiteiras que, em vez de fazer o que têm que fazer me dão conselhos inúteis e os obstáculos vão daí por diante.

Quando saí da copiadora, ao chegar no Cartório (naquele dia, nem pensar em Correios mais), o Cartório havia acabado de fechar as portas. Dei meia volta e, profundamente frustrada, voltei para casa, remoendo, como sempre, as causas dessa frustração.

No dia seguinte, dia 08 de novembro, logo no período da manhã, providenciei o que era para ser feito no Cartório, tirei extrato bancário do meu “pé na cova”, voltei para casa, subscrevi o envelope para enviá-lo à p. q. p. e encerrar mais uma pendência em que o capeta da desorganização, da falta de atitudes e cumprimento de cláusulas contratuais nos deu um prejuízo moral e financeiro sem tamanho, dirigi-me à mesma agência bancária em que perdera meu precioso tempo e meu bom humor no dia anterior, depositei meu “pé na cova”, porém, antes, pedi desculpas à atendente do dia anterior, porque ela foi obrigada a me ouvir falar daquela prenha que encostou o barrigão no guichê e de lá não mais saiu, o que causou uma troca de atendimento de guichê preferencial, onde havia encostado um senhor que tinha tanto a resolver que deixou o guichê depois da prenha sem vergonha na cara.

Nos Correios, a cereja do bolo: há um aviso de quem são os preferenciais. Idosos, portadores de necessidades especiais, pessoas com crianças no colo, grávidas e lactantes.

Ao ser atendida por meio de chamada de número de senha, perguntei ao funcionário dos correios como é que identificam as lactantes.

A resposta do desolado funcionário foi que é preciso acreditar na pessoa que alega ser lactante; que há pessoas que alegam estar grávidas de um mês, por exemplo, e os atendentes não podem pedir comprovação e atendem a essas alegações.

Sinhá, cadê “seu” Padre? Alguém tem colocar ordem nesses atendimentos preferenciais. Quando alguém reclama, é taxado de nazista, louco, mal educado.

Diante desse desabafo, faço duas colocações importantes, a meu ver:

1) Nem sempre podemos utilizar “a porta ao lado” para fugir de irritações provocadas pelo capeta em forma de pessoas mal educadas, mal formadas, mal informadas, sociopatas. Entendi, Dr. Drauzio Varela, que, na sua mensagem, o que puder ser evitado para que o problema não se torne “uma bola de neve”, deva ser alvo de soluções em que, muitas vezes, somos submetidos a uma situação que poderia ser chamada de humilhante, covarde de nossa parte, por termos que abaixar a cabeça.

2) Não sei se terei paciência, nesta encarnação, para aguentar os mal educados, mal formados, mal informados, sociopatas que exigem “tratamento preferencial” em prejuízo daqueles que, de fato, merecem esse tratamento. Tenho observado portadores de necessidades especiais que não se impõem por esses motivos: ao contrário, são discretos, independentes, o “mundo não é culpado” pelo fato de serem portadores de necessidades especiais.

Com relação a uma parcela de pessoas idosas, infelizmente, porta-se como se a sociedade organizada inteira tivesse um débito com ela, a ponto de passar por cima dos que, ainda, não aparentam a idade.

Faltam-me três (03) anos para atingir os 60 anos. Espero, sinceramente, tornar-me a pessoa descrita no texto “Tenha idade, mas não seja velho”:

https://maluber2.wordpress.com/2010/10/11/tenha-idade-mas-no-seja-velho/

 Corro um risco muito grande de ser criticada por postar textos que exortam a manutenção do equilíbrio para manter a saúde física e mental de, de repente, inserir uma postagem como esta. Todavia, acredito que, muitas vezes, sou obrigada a enfrentar problemas causados por pobres de espírito (que só nos causam “pobremas”) e que precisam ser expostos, pois não sou pobre de espírito, não sou melhor do que ninguém, mas também  não sou pior.

Enfrentar com bom humor determinadas situações é a melhor atitude, mas, de vez em quando, há necessidade de “descer das tamancas” também.

O futuro da humanidade: os tri-hiper, de Augusto Cury – Editora Sextante quinta-feira, ago 25 2011 

Em dezembro de 2008, ganhei, de minha cunhada Roseli, o livro de Augusto Cury do título desta postagem.

Em março de 2009, formatei, em Microsoft Power Point, baseada na leitura desse livro, um anexo  cuja abordagem é a síndrome dos tri-hiper.

O anexo é ilustrado pela pintura “A Balsa da Medusa”, que se baseia, também, numa inserção, neste espaço, da leitura da pintura de Thèodore Géricault.

A partir do título do livro e do nome do autor, é possível encontrar, na Web, desde resenhas, resumo do livro, slides com o livro em “pdf” e até como e-book para deficientes visuais. Enfim, pode-se ler sobre o livro, comprar o livro, ler o livro por meio de “download”…

O anexo, portanto, é uma exposição, com cópias de trechos do livro, do meu entendimento da síndrome dos tri-hiper.

Esse é o motivo de eu ter escolhido, dentre as categorias, a denominada “Opinião pessoal e intransferível”, porque é uma interpretação da síndrome exposta, no livro, na minha perspectiva, ou seja, a de leitora.

Os tri-hiper_ilustração A balsa da Medusa_Maria Lúcia Bernardini 

Águas de Itu = consumo alto X consumo baixo terça-feira, jul 26 2011 

Em 03/11/2010, ao recolher a conta de água (a leitura havia sido recém feita), observei o valor a ser pago: R$ 29,36 (vinte e nove reais e trinta e seis centavos).

Entrei em contato com Águas de Itu, após ler o que o “relógio” do hidrômetro mostrava que o consumo, em metros cúbicos, não era o que estava no Demonstrativo de Consumo. Conversei com dois funcionários, no mesmo dia 03/11/2010: Oscar e, porque a “ligação caiu”, repeti a ligação e conversei com Fernanda. “A leitura está errada. Preciso que seja corrigida, porque, no próximo mês, o demonstrativo de consumo mostrará que consumi por dois meses”.

Passei, para a funcionária Fernanda, o que o hidrômetro registrava, após a minha releitura.

A média de consumo, em minha casa, nunca é a mínima, ou seja, nunca fica na faixa de 01 a 10, como constava na leitura equivocada de 03/11/2010.

Porque até o dia 05/11/2010 não havia, no endereço eletrônico de Águas de Itu, correção do consumo, liguei, novamente, Protocolo de Atendimento 182619, Luís Paulo, e, infelizmente, ele me pediu que lesse, novamente, o que constava no “relógio” do hidrômetro.

Dessa vez, fui ríspida: “já informei, em 03/11/2011, o correto, portanto, se quiserem uma releitura, peçam ao funcionário, que ganha para isso, que retorne ao imóvel; caso contrário, acreditem em mim; a leitura não era 230, como consta no Demonstrativo de Consumo, é 240, verificado minutos depois do engano do leiturista”.

O atendente Luís Carlos me orientou, então, a acessar, no dia 08/11/2010, o site, porque a 2.ª via estaria disponível, já corrigida com o que eu informara.

A 2.ª via, impressa no dia 08/11/2010, mostrou que o total a pagar era de R$61,78 (sessenta e um reais e setenta e oito centavos).

Se eu não tivesse comunicado Águas de Itu sobre esse engano, eu, provavelmente, teria ficado muito contente com o valor mínimo a ser pago, porém, no mês seguinte… eu teria que ficar de boca fechada, porque, em vez de ser encaixada na faixa de 20 a 30, cálculo de 1X10 de R$17,10 (na época), certamente, no vencimento de janeiro/2011, o valor do consumo seria enquadrado na quarta faixa, o que quadruplica ou quintuplica o total a pagar, considerando-se que existe a tarifa de esgoto.

Não coloquei faixa, em frente de minha casa, com relação à minha honestidade, porque, na verdade, eu seria a prejudicada, caso não reparasse que o consumo registrado foi muito abaixo do normal.

Deu um “trabalhão”, porque ser mal interpretada é impressionante (afinal, eu estava avisando que havia engano na leitura para menos), porém preveni um valor alto de consumo, no vencimento do mês seguinte, que se somaria a IPVA, IPTUs, seguros e todos as demais obrigações que, normalmente, vencem no último mês do ano e início do ano seguinte.

Não recebo benefício algum de Águas de Itu por estar postando isto, mas todas as vezes que tive alguma dúvida, estive, pessoalmente, na agência de Águas de Itu, munida de toda a documentação necessária e, se não solucionei algo é porque não tinha como solucionar: entendi as explicações.

Acredito, sinceramente, independente de funcionário de Águas de Itu mal informado, que eu tenha CREDIBILIDADE junto a Águas de Itu. Se o funcionário mal informado não me auxilia, procuro outro mais graduado e esse, sim, ou corrige o que necessita de correção ou prova que a errada no raciocínio sou eu. Não recorro a vereadores ou à imprensa falada e escrita local, porque o problema é particular e tem que ser resolvido nesse sentido.

Prova material dessa credibilidade que tenho junto a Águas de Itu: imensamente ocupada, resolvendo problemas de consumo de água de terceiros, que, enquanto receberam demonstrativos de consumo com o mínimo durante quatro (04) meses, ficaram bem quietinhos e felizes e, quando o hidrômetro foi trocado resgatou o consumo verdadeiro e a conta ficou “astronômica”, só no dia 11/07/2011 “caiu a minha ficha” de que o Demonstrativo de Consumo, vencimento 12/08/2011, da casa em que resido e moro, não estava em minhas mãos. A leitura anterior fora em 02/06/2011 e no dia 11/07 ainda não recebera o Demonstrativo de Consumo.

Por meio do n.º de atendimento 246705, por telefone, a atendente Daiane me informou que a leitura fora feita no dia 05/07 e que o “dispositivo” que imprime o Demonstrativo “bloqueou”, porque houvera um acréscimo de consumo de três (03) metros cúbicos em relação à média de consumo.

Raciocinei, com Daiane, que a leitura anterior era de 02/06 e a mais recente de 05/07, que, certamente, o consumo registrara esses 03 dias a mais na leitura. Isso comprova, para mim, que o alarde feito pelas pessoas a quem ajudei a solucionar o consumo “astronômico” registrado não foi pura e simplesmente vazamento (ou a casa teria flutuado diante do alegado “vazamento”), mas foi ignorância, inércia não atentar para o fato de que cinco pessoas jamais consumiriam o mínimo de água. Conclusão: consumo excessivamente alto: reclamar. Consumo excessivamente baixo: alertar Águas de Itu. Ou entra em contato ou entra em contato com Águas de Itu, não há outra solução.

No dia 14/07/2011, em consulta ao site de Águas de Itu, lá estava, disponível, a conta de vencimento 12/08/2011, com a data de leitura e o registro do consumo, na terceira faixa, entre 20 a 30 metros cúbicos, dentro da normalidade.

No mesmo dia 14/07, enviei uma mensagem eletrônica a Águas de Itu, identifiquei o número do atendimento e agradeci as providências, confirmando que a segunda via já estava impressa. Recebi resposta à minha mensagem.

Não vou questionar aqui os valores de consumo de água e de tarifa de esgoto, porque isso diz respeito ao Legislativo e ao Executivo ituanos: foram os que aprovaram a “tabela” de cobrança. As tais faixas de consumo incluem Tarifa de Esgoto, não me recordo, agora, em que porcentagem proporcional ao consumo, o que encarece muito o valor a ser pago.

Em pouco tempo (questão de meses), a legislação dessa tabela de consumo. graças ao poderes Legislativo e Executivo ituanos, determinará que a Tarifa de Esgoto incidirá em 100% na Tarifa de Água.

De que adiantará xingar Águas de Itu em verso e prosa? Mas estou antevendo o que está por ser publicado e falado em rádio e televisão.

Todavia, será preciso ficarmos atentos aos que “jogarão areia” em nossos olhos com objetivos eleitoreiros. Esses, sim, independentemente da inércia, quando era necessário ter agido em defesa da população, bradarão aos quatro ventos que resolverão o problema da água em Itu.

 

Demonstrativo de pagamento no site da Secretaria da Fazenda segunda-feira, jun 27 2011 

Ver a postagem atualizada: Demonstrativos de Pagamento – Inativos – Caminho das pedras para imprimi-los, de 04/08/2011

Infelizmente, até a data de hoje, 27 de junho de 2011, o site da Secretaria da Fazenda ainda não disponibilizou o demonstrativo de pagamento para aposentados e beneficiários referente a junho/2011. Disponível só o referente a maio/2011, ainda.

Recebi um comentário indignado, absolutamente pertinente, com relação a esse lapso da parte do site, porém não o postei, para poupar o emissor de quaisquer consequências por reclamar um direito.

Em 31 de dezembro de 2011, encerra-se o contrato da ex-Nossa Caixa Nosso Banco de prestar serviços de pagamento de salários, proventos, soldos, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares, de acordo com a Resolução 3.424, de 21 de dezembro de 2006. Isto é, se a venda da Nossa Caixa Nosso Banco não cancelou essa Resolução.

Descobri, sozinha, que, a partir de junho/2011, o Banco do Brasil não distribuiria os demonstrativos de pagamento. Depois de quinze dias de a aposentadoria referente a junho ter sido depositada, passei na agência e perguntei se havia reclamação da parte de quem se cadastrou no site da Secretaria da Fazenda porque o demonstrativo de junho ainda não estava disponível. Claro que a atendente, a que distribui senha, disse-me que ninguém reclamou absolutamente nada a respeito disso, que ela tinha conhecimento de que todos estavam de posse de seus demonstrativos de pagamento.

Então, tá, só esta parva, louca, destemperada é que não conseguira, até a data de 27 de junho de 2011, acessar o demonstrativo de junho/2011. Só podia ser isso.

Diante de um comentário indignado, que não postei aqui, descubro que não sou a única que não conseguiu acessar e imprimir o demonstrativo de pagamento de junho e já estamos quase no início de julho/2011.

Não posso me esquecer de acrescentar que, até a presente data, nenhum correspondência me foi enviada de que o demonstrativo de pagamento para aposentados e beneficiários não seria mais distribuído pelo Banco do Brasil e que há duas possibilidades para que os aposentados e beneficiários obtenham seus holerites.

Porque é muito chato cantar sozinho: ouvir, ler e falar terça-feira, maio 24 2011 

Acredito que tenha sido em 1981 que fiz minha primeira viagem às Cidades Históricas de Minas Gerais, mas, com certeza, foi por meio de uma agência de viagens de Campinas/SP.

Nossa guia turística se chama Conceição – espero que ainda se chame assim, se me entendem – e o que aprendi, nas cidades históricas visitadas, por causa da guia Conceição, continua, até hoje, em minha memória. O que vi, também, tanto que retornei mais duas vezes ao longo desses anos. Tenho fotos e outras lembranças.

Conceição tinha um modo de falar – nunca pareceu decorado – bem peculiar, para o meu entender na época, ou seja, “comia” todos os “esses” das palavras que deveriam estar no plural, o que, também na época e até recentemente, eu classificava como pertencente ao grupo que fala “nóis vai, nóis vem, nóis vorta”.

Voltei, porém, encantada com a viagem e com a Conceição. Quando a agência de viagens se comunicou comigo, por telefone, para saber do que tinha gostado, como transcorrera a viagem e outros assuntos pertinentes, comentei com a pessoa com quem falava do meu encanto em relação à guia Conceição, que ela “falava errado”, mas eu fiquei encantada com o conhecimento dela, com a simpatia etc e tal.

Ainda não era Professor (não existe feminino no cargo; muita gente faz, ainda, gozação, tanto que, na fala, eu usava Professora) Titular de Cargo Efetivo, o que só ocorreu em meados de 1984. Nesse mesmo ano, tive a felicidade de participar de encontros que discutiam os novos Parâmetros Curriculares (que ficou conhecido como “Verdão”), em São Paulo/SP, portanto, iniciei, junto com o Magistério Público, a aprendizagem de ser educadora, embora, naquele ano, meu cargo de Titular Efetivo fosse de Língua Estrangeira Moderna – Inglês. Juntamente com minha vivência e aprendizado na Cultura Inglesa de Campinas/SP, procurei praticar o que continuava a aprender na minha atuação no Magistério.

Em 1991, eu já havia me removido, por meio de concurso, para a cidade de Itu/SP, me exonerado do cargo de LEM – Inglês e, como havia prestado outros concursos públicos no Magistério, optei pelo cargo único de Português ou Língua Portuguesa, conforme a nomenclatura na Grade Curricular da época.

Quando aplicava avaliação de Interpretação de Texto, procurava, em outros livros didáticos de apoio que não aquele utilizado em sala de aula, os textos, as perguntas sobre a Interpretação de Texto e elaborava, para mim, um roteiro das respostas discursivas esperadas (sei ler, portanto, não tinham que ser exatamente da forma esperada), para a correção.

Conhecem As águias não sobem pela escada? Procurem, neste blog, em “Pesquisar” e o leiam: era eu mesma! Tudo criteriosamente elaborado, meticulosamente… bem, apesar de todo o aprendizado em cursos de aperfeiçoamento e da participação do início da elaboração dos Parâmetros Curriculares, que ficou conhecido como “Verdão”, as correções à Interpretação de Texto ficavam “contidas” nas respostas esperadas, destacando, com um círculo em vermelho, as palavras grafadas de modo incorreto.

Num dia de correção de Interpretação de Texto sobre o aniversário de “seu” Nonô, diante da pergunta “Por que todos cantaram parabéns?” um dos alunos de quinta série respondeu: “Porque é muito chato cantar sozinho”.

Felizmente, uma amiga estava junto comigo (não é professora) e ela adorou a resposta, riu muito (no bom sentido) e me impediu de colocar o sinal de errado. Digitei “no bom sentido”, porque nunca foi meu mau hábito “tirar sarro” de aluno ou juntar as respostas que eu considerasse absurdas para publicação de “olha como eu sou boa, mas eu sofro”. Nem foi esse o sentido da risada de minha amiga.

Refleti muito, depois, sobre a resposta daquele aluno de 5.ª série: ô pergunta boba, não? Por que todo mundo cantou parabéns? Porque era aniversário do “seu” Nonô (resposta esperada). Só que o garoto de 5.ª série, o único a responder “Porque é muito chato cantar sozinho” tinha entendido, sim, o texto, a pergunta é que era boba para o nível de conhecimento dele de  interpretação do texto. Ele foi além do que era esperado dele; não usou porque separado na resposta; não escreveu chato com “x” nem sozinho com “s”.

Passei a cuidar melhor das correções e, quando encontrava, em que série fosse, respostas que eram coerentes, no contexto do que os alunos tinham entendido como interpretação, além de verificar se não colocara errado para um aluno e certo para outro, considerava a resposta coerente e escrevia um elogio.

Mas, de fato, é muito chato cantar sozinha e percebi que era diferente dos demais e que, posteriormente, havia aqueles que faziam parte do círculo do Ensino, que esperavam “tudo pronto”, para assinar embaixo, sabe como é, trabalho de “equipenico”; que eu não sabia trabalhar em equipe e outros quetais.

Acredito que tenha sido em 1993 ou 1994 que, num encontro de professores de Língua Portuguesa, no “Regente Feijó”, a orientadora pedagógica nos proporcionou a oportunidade de conhecer João Wanderley Geraldi. Acrescentarei uma informação sem consultar a biografia de João Wanderley Geraldi: filho de pais agricultores, analfabetos, do RS, João Wanderley Geraldi tem diversos títulos acadêmicos, dentre eles “Doutor”. Leram a sentença judicial, postagem anterior? Sim, Geraldi percorreu todas as etapas da educação formal e muito mais.

Desse encontro, lembro-me de uma situação exposta: uma oração foi colocada para análise e nos foi perguntado sobre a análise sintática e sobre a análise morfológica dos termos. Choveram respostas corretas. João Wanderley Geraldi elogiou o conhecimento de Gramática dos participantes. Depois, ele nos colocou o seguinte, se me recordo: um cirurgião, numa sala de cirurgia, diante de um paciente com o abdômen aberto, que interesse há em que saiba qual é o sujeito da oração, se o sujeito é simples, composto? Uma de nós respondeu que, no momento de elaborar um relatório, se o cirurgião não souber escrever… Ah! Se o cirurgião não soubesse escrever, sim, mas não seria cobrado dele, no momento daquela cirurgia, se intestino é sujeito e qual sua classificação. Acrescento: o cirurgião aprendeu, ao longo de sua vida acadêmica, a ouvir, a ler, a escrever, portanto, saberá redigir o relatório.

Não estou comentando, neste ponto, sobre a decadência do Ensino, mas lembrando que um dos mais concorridos Vestibulares é Fuvest (para citar um), inteiramente voltado para a avaliação de habilidade de ler e escrever, visto que redação tem o peso maior, que, como o da Unicamp, tem questões que exigem respostas discursivas, que o “peso” de saber análise sintática, análise morfológica (saber que deve ser totalmente dominado por todos os professores não importa de que componente curricular seja) não reprova o candidato. Tem que saber ler e escrever, dominar o registro linguístico no português coloquial e no culto. Em vestibulares, por exemplo, o candidato tem temas e opta por dissertação, narração etc. É possível imaginar um vestibulando que opte por uma narrativa em que escreva diálogos e esses diálogos sejam escritos no mais puro português?

Então, concursos que são promovidos – que não os Vestibulares que seguem os PCNs – que “cobram” um domínio de Língua Portuguesa que seja obrigação de professores de Língua Portuguesa estão completamente fora de “órbita”.

Não corrigir mais o aluno? Balela! Isso nunca foi veiculado nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Como permitir ao aluno o domínio da língua materna e de língua estrangeira moderna? Há sugestões, mas os professores podem criar suas técnicas.

Agora, a denúncia é que não se corrige mais o português coloquial. Balela! Isso nunca foi nem será veiculado pelos Parâmetros Curriculares Nacionais ou por quaisquer livros didáticos de apoio adotados em escolas públicas municipais e estaduais. Atentar para a palavra “apoio”, após livro didático, porque essa é uma das recomendações dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais).

Ah, bom! Foi preciso ouvir João Wanderley Geraldi falar, naquele encontro, nos sacudir, balançar nossas tradições e comprei o livro:

 O texto na sala de aula

Fonte: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=8508101155&sid=87399917113523474632942139

Texto Na Sala De Aula, O

 
Organizador: GERALDI, JOAO WANDERLEY
Editora: ATICA
Assunto: PEDAGOGIA

João Wanderley Geraldi, professor do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), organizou essa coletânea inovadora, que vem fazendo sucesso desde seu lançamento, em 1984. Apresenta os aspectos pedagógicos e sociais do ensino da língua portuguesa com base na experiência dos professores em sala de aula. Especialistas das melhores universidades brasileiras assinam 12 artigos, em que revelam os fundamentos do ensino da língua, da literatura, da leitura e da produção de textos na escola. O texto na sala de aula é um convite à reflexão e uma oportunidade rara de atualização para professores e estudantes das áreas de Letras, Pedagogia e Lingüística.

Esse livro não contém “receitas”, mas sugestões de práticas pedagógicas para o ensino da Língua Portuguesa que fazem, parte, inclusive, dos Parâmetros Currilares Nacionais de 1997.

Tudo bem, eu estava só dez anos atrasada, mas tirei excelente proveito das lições.

Então, pedi aposentadoria, em 2003, e, dependendo do problemão levantado a respeito da péssima qualidade de Ensino Público, pergunto a mim mesma “Sinhá, cadê ‘seu’ Padre?” e não ouço, não falo e não vejo, a não ser em raras exceções.

Não é ninguém, não, é só a professora aposentada.

JUIZ ajuizou ação contra CONDOMÍNIO, por ser chamado de "VOCÊ" pelo porteiro. Leia a sentença: | Prestjur terça-feira, maio 24 2011 

Espero que ninguém se prenda ao “Juiz ajuizou”, mas leia o conteúdo do sentença judicial. 

O Juiz, ao contrário de muitos de nós, está a par de que o padrão culto não está ao alcance de todos os brasileiros, portanto, de modo extremamente polido, gostaria que a sentença desse Juiz fosse a portadora da seguinte mensagem de minha autoria:

Educadores: como o livro didático de apoio recomenda aos senhores, não façam pouco, em sala de aula, dos educandos que utilizam o padrão coloquial para falar e para escrever; respeitem o registro que trazem do lar – quiçá da rua, dependendo da injustiça social que impera neste País desde os tempos coloniais – e, após ler a introdução dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, no qual há uma análise soberba das condições do Ensino Público no Brasil, instrumentalizem os educandos sob suas responsabilidades de que não devem fazer pouco da cultura dos pais ou de outros com quem aprenderam a falar – após dominar e passar a utilizar o padrão culto, pois, eventualmente, encontrarão pessoas que os ridicularizarão e não os aceitarão como trabalhadores, porque utilizam, no falar,  “nós pega o peixe”, por exemplo.

Atenção: os educandos não foram ridicularizados nas críticas ao livro didático de apoio que compara o padrão coloquial e o padrão culto; a crítica recaiu sobre o fato de os autores do livro didático terem chamado a atenção para o que acontece, durante o processo de alfabetização, mas, infelizmente, os exemplos, extraídos do contexto, nos levam a acreditar que o padrão coloquial é que está sendo ensinado em sala de aula.

Perdoai-os, “seu” Padre, não conhecem Emília Ferrero e outros pedagogos geniais que ensinaram e continuam a ensinar, a nós, EDUCADORES, a entender as hipóteses de alfabetização, dentre elas a certeza de que, ao utilizar “os”, “as”, “um”, “umas” tudo o que se constroi (não uso mais o acento gráfico?), depois, subentende que esteja em concordância verbal, nominal etc.

Sinhá, e quando se trata de infinitivo flexionado ou não flexionado? Felizmente, para os que trabalham em jornais de repercussão e em revistas de repercussão, existem os Manuais de Redação, os revisores, que bom, Sinhá, ou encontraríamos muito o que criticar.

Antes que me esqueça, grata aos citados por me dar a oportunidade de fazer estas colocações pessoais e intransferíveis: são todos dignos de respeito, preocupados com a boa causa, mas corre, pela Internet e, também, por canais de televisão, as denúncias de uma professora a respeito das condições do Ensino Público, muito bem verbalizadas, que eu gostaria que tivesse tido a repercussão que está tendo há trinta anos, pelo menos.

Recebi a mensagem da sentença judicial, em 19/05/2011, da amiga Cidinha Carramenha, a quem ainda não agradeci. Insiro essa postagem (com os devidos créditos) como pretexto às críticas ao livro didático de apoio, “incluído entre os livros comprados pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLB), que consagra muitas obras didáticas no país, promove o não ensino da língua padrão, que todos os brasileiros, dos mais simples aos mais sofisticados, têm direito de conhecer e usar” (Lya Luft, Chancela para a ignorância, Veja, pág. 26, 25/05/2011, que se fundamentou em Alexandre Garcia, programa Bom Dia Brasil, da Rede Globo e, na mesma edição da revista Veja, páginas 86 e 87, Os adversários do bom português, de Renata Betti e Roberta de Abreu Lima.

JUIZ ajuizou ação contra CONDOMÍNIO, por ser chamado de “VOCÊ” pelo porteiro. Leia a sentença:

Enviado por Prestjur, ter, 09/02/2010 – 10:45

Observe a bela redação, sucinta, bem argumentada, até se solidariza com o juiz que se queixa, mas….

Bom, leia a sentença abaixo..

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO  COMARCA DE NITERÓI – NONA – VARA CÍVEL

Processo n° 2005.002.003424-4

S E N T E N Ç A

Cuidam-se os autos de ação de obrigação de fazer manejada por ANTONIO MARREIROS DA SILVA MELO NETO contra o CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO LUÍZA VILLAGE e JEANETTE GRANATO, alegando o autor fatos precedentes ocorridos no interior do prédio que o levaram a pedir que fosse tratado formalmente de ’senhor’. Disse o requerente que sofreu danos, e que esperava a procedência do pedido inicial para dar a ele autor e suas visitas o tratamento de ‘Doutor’, senhor’ ‘Doutora’, ’senhora’, sob pena de multa diária a ser fixada judicialmente, bem como requereu a condenação dos réus em dano moral não inferior a 100 salários mínimos. (…)

DECIDO. ‘O problema do fundamento de um direito apresenta-se diferentemente conforme se trate de buscar o fundamento de um direito que se tem ou de um direito que se gostaria de ter.’ (Noberto Bobbio, in ‘A Era dos Direitos’, Editora Campus, pg. 15).

Trata-se o autor de Juiz digno, merecendo todo o respeito deste sentenciante e de todas as demais pessoas da sociedade, não se justificando tamanha publicidade que tomou este processo. Agiu o requerente como jurisdicionado, na crença de seu direito. Plausível sua conduta, na medida em que atribuiu ao Estado a solução do conflito.

Não deseja o ilustre Juiz tola bajulice, nem esta ação pode ter conotação de incompreensível futilidade. O cerne do inconformismo é de cunho eminentemente subjetivo, e ninguém, a não ser o próprio autor, sente tal dor, e este sentenciante bem compreende o que tanto incomoda o probo Requerente.

Está claro que não quer, nem nunca quis o autor, impor medo de autoridade, ou que lhe dediquem cumprimento laudatório, posto que é homem de notada grandeza e virtude. Entretanto, entendo que não lhe assiste razão jurídica na pretensão deduzida. ‘Doutor’ não é forma de tratamento, e sim título acadêmico utilizado apenas quando se apresenta tese a uma banca e esta a julga merecedora de um doutoramento. Emprega-se apenas às pessoas que tenham tal grau, e mesmo assim no meio universitário. Constitui-se mera tradição referir-se a outras pessoas de ‘doutor’, sem o ser, e fora do meio acadêmico.

Daí a expressão doutor honoris causa – para a honra -, que se trata de título conferido por uma universidade à guisa de homenagem a determinada pessoa, sem submetê-la a exame. Por outro lado, vale lembrar que ‘professor’ e ‘mestre’ são títulos exclusivos dos que se dedicam ao magistério, após concluído o curso de mestrado. Embora a expressão ’senhor’ confira a desejada formalidade às comunicações – não é pronome -, e possa até o autor aspirar distanciamento em relação a qualquer pessoa, afastando intimidades, não existe regra legal que imponha obrigação ao empregado do condomínio a ele assim se referir.

O empregado que se refere ao autor por ‘você’, pode estar sendo cortês, posto que ‘você’ não é pronome depreciativo. Isso é formalidade, decorrente do estilo de fala, sem quebra de hierarquia ou incidência de insubordinação. Fala-se segundo sua classe social. O brasileiro tem tendência na variedade coloquial relaxada, em especial a classe ’semi-culta’, que sequer se importa com isso.

Na verdade ‘você’ é variante – contração da alocução – do tratamento respeitoso ‘Vossa Mercê’. A professora de linguística Eliana Pitombo Teixeira ensina que os textos literários que apresentam altas freqüências do pronome ‘você’, devem ser classificados como formais. Em qualquer lugar desse país, é usual as pessoas serem chamadas de ’seu’ ou ‘dona’, e isso é tratamento formal.

Em recente pesquisa universitária, constatou-se que o simples uso do nome da pessoa substitui o senhor/ a senhora e você quando usados como prenome, isso porque soa como pejorativo tratamento diferente. Na edição promovida por Jorge Amado ‘Crônica de Viver Baiano Seiscentista’, nos poemas de Gregório de Matos, destacou o escritor que Miércio Táti anotara que ‘você’ é tratamento cerimonioso. (Rio de Janeiro/São Paulo, Record, 1999).

Urge ressaltar que tratamento cerimonioso é reservado a círculos fechados da diplomacia, clero, governo, judiciário e meio acadêmico, como já se disse. A própria Presidência da República fez publicar Manual de Redação instituindo o protocolo interno entre os demais Poderes. Mas na relação social não há ritual litúrgico a ser obedecido. Por isso que se diz que a alternância de ‘você’ e ’senhor’ traduz-se numa questão sociolingüística ( é com você Weden), de difícil equação num país como o Brasil de várias influências regionais.

Ao Judiciário não compete decidir sobre a relação de educação, etiqueta, cortesia ou coisas do gênero, a ser estabelecida entre o empregado do condomínio e o condômino, posto que isso é tema interna corpore daquela própria comunidade.

Isto posto, por estar convicto de que inexiste direito a ser agasalhado, mesmo que lamentando o incômodo pessoal experimentado pelo ilustre autor, julgo improcedente o pedido inicial, condenando o postulante no pagamento de custas e honorários de 10% sobre o valor da causa. P.R.I. Niterói, 2 de maio de 2005.

ALEXANDRE EDUARDO SCISINIO

Juiz de Direito

Fonte: Internet.

JUIZ ajuizou ação contra CONDOMÍNIO, por ser chamado de “VOCÊ” pelo porteiro. Leia a sentença: | Prestjur

Parâmetros Curriculares Nacionais e o Projeto Escola sem Homofobia sexta-feira, maio 20 2011 

Enquanto quem critica o, erroneamente, denominado “Kit Gay” não tiver assistido ao filme Orações para Bobby (e outros do gênero), lido os Parâmetros Curriculares para o Ensino Fundamental e os Parâmetros Curriculares para o Ensino Médio, quaisquer críticas ao Projeto Escola sem Homofobia, na minha opinião, não têm credibilidade alguma.

Na minha opinião – e não é Maria Angula digitando, não – trata-se de “briga de foice no escuro” entre duas emissoras de televisão e não entro nessa briga, porque a sociedade toda só tem a perder.

Acima de tudo, a meu ver, o Projeto Escola sem Homofobia é um material que, distribuído em escolas públicas municipais ou estaduais – enquanto existirem – deve ser, primeiramente, exibido [todo o material] e discutido com os pais dos alunos que participam, de fato, da vida escolar dos filhos e, então, decidido, democraticamente, se deve ser utilizado com os filhos-educandos.

Disponibilizei a sinópse de um filme – Orações para Bobby – destacado dentre muitos outros (quem não se lembra de Philadelphia?) que podem ser exibidos nesses encontros com os educadores e os pais dos educandos.

Disponibilizo, também, os Parâmetros Curriculares Nacionais para Ensino Fundamental e Ensino Médio, além de uma nota oficial sobre o Projeto Escola sem Homofobia (atentar para o fato de que não é nota oficial do Governo Federal) e decidam o que pensam ser o correto para que a sociedade não crie mais “hipócritas fariseus” que não sabem nada sobre o assunto, não viram, não querem ver, nada leram e não querem ler, mas são contra, porque, como Drummond afirma sobre “cão latindo por princípio”, em O leiteiro, os críticos emitem suas críticas também por princípio.

Nota Oficial sobre o Projeto_Escola_Sem_Homofobia

Parâmetros Curriculares Nacionais_Ensino Fundamental_1997

Parâmetros Curriculares Nacionais_Ensino Médio_2000

Esta é minha opinião pessoal e intransferível e não foi baseada em quaisquer textos publicados, a respeito do Projeto Escola sem Homofobia, em revistas, jornais ou mesmo na Web, mas por críticas ao projeto veiculadas por uma emissora de televisão.

Considero essas críticas válidas, porém não fico apenas com a visão de uma emissora de televisão. Quando emito uma opinião, procuro saber os dois lados da história.

Ernani ou CUIDADO COM AS BRINCADEIRAS_Cecília enviou.pps – Windows Live sexta-feira, abr 15 2011 

 

Especial: Massacre de Realengo – Veja – Editora Abril, edição 2212 – ano 44 – n.º 15 – 13 de abril de 2011.

Na capa: O efeito imitação: Treino e uniforme de combate, vício em Internet e carta-testamento: a perturbadora semelhança entre os autores de crimes bárbaros em escolas.

Vidas interrompidas: Elas queriam ser da Marinha, atletas, modelos…

Vidas a construir: Como será o trabalho de superação do trauma dos sobreviventes.

O monstro mora ao lado: Como saber quando a loucura assassina emergirá das camadas profundas de anos de humilhação, solidão e frustração?

Foto da capa: Wellington Menezes de Oliveira, que matou a tiros doze crianças.

Anexo recomendado: o autor explica que não sabe se a história é verdadeira, porém ilustra muito bem, na minha opinião, as mágoas que brincadeiras de inconsequentes, de psicopatas, de pessoas mal formadas e mal informadas causam, não no caso da personagem do anexo, e que  podem despertar surtos de demência vingativa naqueles que se encontram fragilizados por algum motivo.

Postado em 30 de setembro de 2009, recebi o anexo da prima Cecília.

Ernani ou CUIDADO COM AS BRINCADEIRAS_Cecília enviou.pps – Windows Live

Cadê as cavernas brasileiras, sinhá? domingo, abr 3 2011 

Em novembro de 2007, postei, sob o título “Cavernas Brasileiras”, um link (aviso aos navegantes: não perca tempo clicando nele, não existe mais):

http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/meioamb/ecossist/caverna/apresent.htm

De responsabilidade de Clayton Ferreira Lino, a postagem foi motivada por uma revista que eu assinava (“Os caminhos da Terra”) e que foi substituída por uma de título “Viagens”.

Acessei o link e… nada! Acabou! O assunto foi esfacelado entre vários outros endereços eletrônicos.

Busquei “Cavernas Brasileiras” e… propagandas de agências de viagens mil… é preciso saber os nomes das Cavernas, para segui-las.

Qualquer dia destes, procurarei a revista “Os caminhos da Terra” que abordou o assunto e listarei as cavernas daquela edição.

Que decepção, sinhá!

Welcome back, WordPress! quarta-feira, mar 23 2011 

Ontem, dia 22/03/2011, o WordPress só estava acessível para leitura. Não foi possível fazer postagens, mas recebi avisos sobre o problema e que ações estavam sendo tomadas para reestabelecer a normalidade. Entendi e agradeço as providências.

MEU NOME É KHAN – filme magnífico!!!! – AUTO-AJUDA – Blogs Abril quarta-feira, fev 9 2011 

 Postado por Paulo Valzacchi, apelido “meu poder”.

Professor na área de crescimento pessoal, especialista em saúde emocional, biomédico, escritor, 5 livros publicados, mais de 50 CDs , DVDs e revistas na área de motivação e auto-ajuda.

Antes de reproduzir o “post” de Paulo Valzacchi, faço alguns comentários necessários:

Procurei uma crítica ao filme (assisti, na SKY, em 08/01/2011) e fiquei encantada com o conteúdo, mas o comentário de Paulo Valzacchi está perfeito, na minha humilde opinião (reler a biografia de Paulo, para entender a minha colocação como humilde), que o inseri aqui, em vez de eu mesma fazer qualquer comentário.

Senti, na pele e na profissão de professora, os efeitos da paranoia em relação aos muçulmanos, após os ataques de 11 de setembro, nos EUA, porque havia aceitado a sugestão da empresa de turismo que levaria os alunos da escola em que ministrava aulas de dois pontos de visita e um deles seria à Mesquita, em São Paulo/SP. Qualquer dia destes, postarei o que aconteceu, no seu todo, com relação a essa excursão didática, porém o mais importante é comentar que, no mesmo dia 11 de setembro de 2001, muitos pais de alunos que participariam da excursão ligaram para a escola e cancelaram a ida dos filhos à Mesquita, e a Diretora considerou por bem cancelar toda a excursão, sem ninguém perguntar se o outro local a ser visitado permaneceria no roteiro, sem nem perguntar se os muçulmanos, em São Paulo/SP, da Mesquita a ser visitada não seriam os primeiros a pedir que não fôssemos, pois tinham muito o que pensar, discutir e e fazer para esclarecer malentendidos com relação a todos os muçulmanos do mundo que não tinham participado do ataque terrorista.

Ao fazer a busca sobre comentário do filme, encontrei, inclusive, incluído no canal “Canção Nova”, católico (como eu sou católica também, mas não sou hipócrita) e fiquei muito contente com isso. Do fundo do meu coração, espero que os pais que cancelaram a ida de seus filhos à excursão, que incluía a PINACOTECA (oh, dor, depois desse fracasso, outras escolas foram à PINACOTECA com estardalhaço pela imprensa local, e, sinceramente, espero que tenham tido acesso ao Jogral que preparei – deixei a cópia com a agência de turismo que nos levaria, para outros “felizardos” –  para que os alunos da excursão soubessem o que estavam visitando e o que veriam e aprenderiam ali), sejam todos católicos praticantes e, hoje, talvez nem se lembrem quão ignorantes mostraram ser (incluam-se todos os de outras crenças religiosas que cancelaram essa ida dos filhos) ao cancelar a ida dos filhos à excursão, porque visitariam uma Mesquita e, hoje, por recomendação de um canal católico tenham assistido ao filme e não se lembrem de que agiram como na ficção desse filme, machucando física e psicologicamente inocentes, por causa de preconceito típico de ignorante, pois só é preconceituoso quem é ignorante.

Que o comentário de Paulo Valzacchi fique como algo que senti, também, ao assistir ao filme e que, como sempre, o conteúdo do filme seja transferido para outras situações da vida em que não se pode generalizar absolutamente nada.

04.12.2010

MEU NOME É KHAN – filme magnífico!!!!

Vasculhei de forma exaustiva o que tem de melhor em filmes indianos e encontrei o maravilhoso filme  My Name is Khan. que ganhou muitos prêmios no Festival de Berlim.

o texto abaixo é de um especialista em filmes indianos.

Sendo dirigido por Karan Johar e tendo música feita pelos SEL, My Name is Khan já tinha parte da fórmula garantida pro sucesso. Mas nada substitui a presença do mais unânime casal 20 de Bollywood: Shahrukh Khan e Kajol. E o filme é mesmo deles dois. Talvez o único ator um pouco famoso que também aparece é o jovem Tanay Chheda, que ficou famoso por fazer o amigo de Ishaan, em Taare Zameen Par, e o pequeno Jamal Malik, em Quem Quer Ser um Milionário?. Mas ele aparece pouco e só no começo, fazendo o personagem de SRK quando criança.

Bom, e a história é razoavelmente simples, mas cheia de emoções do começo ao fim. É tanto rir ou chorar que tem vezes que não sabemos o que fazer com nosso rosto e as duas coisas acabam acontecendo ao mesmo tempo. Logo no começo do filme já vemos que a história está sendo narrada por Risvan Khan (Shahrukh Khan), que está, em verdade, escrevendo tudo isso para Mandira (Kajol). É assim que ficamos sabendo que quando pequeno ele não era compreendido nem por seus amigos e nem por sua mãe. Ele visivelmente tinha algum problema, embora fosse ultra inteligente. Não se dando bem na escola, sua mãe acaba contratando um professor particular pra Risvan, potencializando sua inteligência.

Toda essa atenção dada a Risvan deixa seu irmão mais novo, Zakir, muito enciumado e, depois de grande, ele se muda a São Francisco, nos EUA. Mas o rancor não o impede de levar Risvan para lá depois que sua mãe morre. E Risvan leva na bagagem a coisa mais importante que ele tinha aprendido com sua mãe: que no mundo a única diferença que existe entre seres humanos é entre bons e maus.

Assim, lá em São Francisco, a esposa de Zakir, psicóloga, descobre que Risvan é portador da Síndrome de Asperger, uma espécie de autismo “leve”. Pra ajudar o irmão, então, Zakir propõe a Risvan ajudá-lo na venda dos cosméticos da empresa em que trabalha, indo de porta em porta nos salões de beleza em são Francisco.

E lá vai Risvan, com toda sua dificuldade de comunicação e de relacionamento – e toda a sua sinceridade -, vender os cosméticos. E é assim que ele conhece Mandira, uma cabeleireira, apaixonando-se por ela imediatamente. Desde então ele sempre volta lá pra vender os produtos, e ela sempre muito amorosa. Não precisa muito pra ele dizer que quer se casar com ela. Insiste tanto que ela aceita. A verdade é que desde o princípio ela também havia se encantado com a simplicidade e o coração puro de Risvan.

Mandira já tinha um filho de outro casamento, o Samir, e era hindu. Fosse na Índia, esse casamento aconteceria debaixo de mil e duas dificuldades, a começar pela diferença de religiões, já que Risvan é muçulmano. Mas sua mãe havia lhe ensinado somente duas diferenças, e era só isso que importava.

O casamento decorre muito bem até chegar o dia 11 de setembro de 2001. Nesta data, não temos como esquecer, ocorreram os ataques às torres gêmeas, em Nova Iorque, e ao Pentágono, em Washington. E, também nesta data, tem início uma nova era de recrudescimento da xenofobia nos EUA e no mundo, principalmente contra muçulmanos. Pouco a pouco, a vida de Risvan e sua família começa a virar um inferno, afetando inclusive Samir.

O que por fim acontece não irei contar, para resguardar a emoção. Mas é a partir daí que Risvan promete à sua esposa ir de encontro com o presidente dos EUA e dizer a ele uma única frase: “My name is Khan and I’m not a terrorist” (Meu nome é Khan e eu não sou um terrorista). E é daí que a jornada começa e é daí que o link com o começo do filme é feito, já que tudo isso são apenas recordações que ocorrem nessa peregrinação de Risvan em direção ao presidente estadunidense.

E no caminho há uma oposição ultra óbvia a George Bush e um reverenciamento ultra óbvio a Barack Obama, embora nenhum nome seja citado. Também há uma lembrança ultra óbvia com a tragédia do furacão Katrina em Nova Orleans e as populações negras desassistidas. No filme, o furacão passa no estado da Geórgia. E, nesta comunidade negra, que seja feito um merecido destaque à Mama Jenny e seu filho, que acolheram Risvan em sua passagem por lá.

E claro, também é ultra óbvia a inspiração no filme estadunidense Forrest Gump, com Tom Hanks. Há várias referências a ele e isso não se esconde. Mas a história é outra.

A mensagem que o filme passa é algo primoroso, escolher entre o perdão e a raiva, dessa forma podemos nos perguntar:

– Como anda nosso coração.

Um dos melhores filmes que já assisti.

Os melhores filmes indianos: Black, Taare e hoje Khan.

Vale a pena conferir

postado por meupoder, às 07:20

MEU NOME É KHAN – filme magnífico!!!! – AUTO-AJUDA – Blogs Abril

Curioso, Curieux postou comentário sobre alteração do WLS para WordPress segunda-feira, out 25 2010 

Já comentei que meu espaço, no Windows Live Space migrou para o WordPress porque aceitei a sugestão para isso no momento em que apareceu na tela.

Inseri “Em breve, você verá alterações no seu Windows Live Space”, porque há explicações para os que ficaram tão perdidos quanto eu a princípio.

Dentre as vantagens do WordPress, e vou citar apenas uma agora, é que os comentários de terceiros passam pelo “crivo” de quem é o responsável pelo blog por meio de notificações enviadas ao endereço eletrônico do autor do espaço e, importante, tem um recurso que o Windows Live Space não tinha: identificação do IP de quem quer postar algum comentário.

”Por favor”, diz o assunto da mensagem que recebemos, “mediar comentário …” e lá está, bonitinho, o endereço eletrônico de quem enviou o comentário, a identidade do computador (IP) e outras informações, desde, claro, que o remetente tenha nome, sobrenome e não mero apelido ou uma “sopa de letrinhas”.

A WEB é um recurso absolutamente fantástico, mas, como alertou algo que a Superinteressante abordou há alguns anos, numa de suas ótimas ediições, “Seu amigo psicopata”, o número de psicopatas é tão grande que corremos o risco de nos relacionarmos com eles e, na WEB, há usuários de todos os tipos, qualidades, sanidade ou insanidade e, eventualmente, lemos a respeito – ou sofremos –  assédio moral por meio de mensagens eletrônicas ou de comentários caluniosos, injuriosos, maledicientes em nossos espaços e, sem recursos para denunciar (temos que registrar Boletim de Ocorrência, é mole?) ou para rastrear esses portadores de distúrbio de conduta, somos submetidos ao que Curieux [Curioso] – lamento, meu francês é resultado de dois anos de estudos, quando cursava as antigas primeira e segunda séries ginasial – comentou: não tem endereço eletrônico do MSN, não mantém espaço no Windows Live Space, não tem a mínima idéia de por que recebeu a mesma mensagem que postei em meu espaço, pensou que fosse mais uma dessas “pegadinhas”, mas o endereço do remetente , Curieux confirmou, é o que consta na mensagem que postei sobre a alteração do Windows Live Space.

Caro Curieux: Não postei seu comentário, porque não tenho seu nome completo – o meu espaço está perfeitamente identificado, meu endereço eletrônico é o meu nome , o que prova que não me escondo, porque não tenho nada a esconder, nem esqueleto em armário; se há psicopatas que pensam o contrário, fica por conta dos surtos que têm – e quando duvido de algo ou de alguém, por desconfiança, tento evitar cair em armadilhas… embora nem sempre tenha sucesso, porque pessoas com distúrbios mentais são como aranhas armadeiras, cujo veneno é impressionantemente letal, mas não tecem teias, escondem-se, usualmente, entre bananeiras.

E o que Curieux tem a ver com tudo isso, visto que enviou um comentário que é um alerta para mim?

Agradeço que tenha feito esse comentário e não sei lhe responder o motivo de ter recebido uma  mensagem que não lhe diz respeito. Apenas lembro a você que não há ferramenta que denuncie ou nos alerte sobre esses doentes mentais que conseguem “clonar” endereço eletrônico e nos enviam mensagens como se fossem nossos correspondentes eletrônicos ou até mesmo com alguns sinais de que pertencem a provedores. Criam endereços que não existem e conseguem enviar mensagens a quem quiser, burlando, desse modo, até mesmo ferramentas que detectam “spams” e poderiam evitar que passássemos por riscos de receber vírus e quetais.

Já recebi mensagem com endereço eletrônico de “sopa de letrinha” me ameaçando ser eliminada do ORKUT. Nunca orkutei, nunca pedi para orkutar, nunca quis receber convite para pertencer a alguma comunidade do ORKUT, mas lá estava, em um de meus endereços eletrônicos legítimos, perfeitamente identificados junto aos provedores, uma mensagem ameaçadora – quase pedi ajuda à Leci Brandão, uma das maiores divulgadoras de comunidades que merecem, mesmo, o nome de comunidade, composta de pessoas briosas – que me recebesse na dela.

Faz poucos dias que li sobre o fato de o Facebook (nem imagino o que seja, um local de espaços? mas que é poderoso, é) ter sido invadido e dados pessoais de seus usuários estarem sendo divulgados. Algum parasita que se vangloria (ou mais de um) por ser hacker, cracker e todos os nomes que esses criminosos cibernéticos recebem está se vangloriando pelo que fez.

Algumas ações de minha parte são por intuição. Às vezes, fracasso, porque sempre fui crédula ao esperar que todos com quem me relaciono tenham boas intenções. Todavia, são, no Brasil, cinco milhões de psicopatas. É muita areia para o meu caminhãozinho carregar.

Migrei para o WordPress e, quinze dias depois, recebi a mensagem (que postei em meu espaço) do Windows Live Space que o prazo final para essa migração será no dia 16 de março de 2011. Não creio que tenha sido um engodo. Todavia, se eu perder tudo o que já postei no antigo espaço, farei como o que contam a respeito de Penélope, que tecia e desmanchava e tornva a tecer. A pior perda não é a material ou a perda de produção intelectual. A pior perda é de pessoas que amamos, para a morte.

Foi no WordPress que encontrei, em abril de 2010, uma oração ao Divino Espírito Santo. Espero que o Divino Espírito Santo me ajude a me manter afastada dos que não são iluminados por luzes. Meu pai querido, de quem herdei um sobrenome honrado e viveu de modo honrado, jamais sujando o sobrenome que herdou dos pais, acreditava, sinceramente, que Deus está sempre presente e nos socorre nos momentos mais necessários – porque agimos de modo correto ou alguém conhece ladrão que presta conta à vítima? – e assim tem sido comigo: Deus há de me afastar dos dementes que só sentem prazer em prejudicar quem nunca lhes fez mal algum.

Grata, Curieux, pela oportunidade de expressar tudo o que digitei. Espero que tenha entendido todas as colocações que fiz. Finalmente, algo que não trouxe do meu perfil do Windows Live Space: vivo no mundo real; não acredito em conto de fadas, alma gêmea, amar quem sempre desgostei ou considero desonesto. Em tempo: não me correspondo pelo Messenger com quem não tem webcam e não possa enxergar quem é.

Portanto, psicopata que é um estelionatário por natureza – inteligente, cativa para poder enganar, iludir, ludibriar – não tem vez comigo, porque minha intuição é de grau mil e os engodos em que fui envolvida por psiopatas me tornaram, também, excessivamente desconfiada, o que é uma doença, eu sei. No entanto, mesmo desconfiada em grau mil, não perco meu tempo enviando mensagens caluniosas, injurioras, maledicentes, como se eu fosse uma “mariquinha” (fofoqueira, o que em homens é um vício tão grande quanto em mulher), uma dessas pessoas que só sentem prazer em “ver o circo pegar fogo”. Se o fizesse, então deveria estar cercada de cuidados médicos ou trancada num local de onde não pudesse prejudicar outros.

Um crisântemo como saudade sexta-feira, out 8 2010 

Repito a fonte: www.fotosearch.com.br

Hoje, gostaria de enviar luz para uma pessoa muito especial de prenome Daniel, que toda vez que vai ao cemitério de Itu/SP, homenagear os pais falecidos, coloca um crisântemo num dos vasos do jazigo de nossa família.

Dedica esse crisântemo, que destaca do vaso que levou para os pais sepultados, à minha irmã Maria Regina Bernardini, porque, quando Maria Regina era funcionária da APAE de Itu, estabeleceu uma ligação afetiva que só uma pessoa linda como o Daniel é capaz de dedicar àqueles a quem ama.

Daniel é imensamente querido por uma legião de pessoas de Itu.

Sim, Daniel, você é bonzinho e sempre será e essa atitude de não se esquecer jamais de Maria Regina o torna melhor ainda para nós, irmãos, cunhadas e sobrinhos.

Que você a mantenha em suas orações, sempre, pois para pessoas como você, Deus está sempre on-line.

 

Falando sobre Brasil pode se tornar alvo de hackers do Leste Europeu, alerta chefe do FBI – MSN Notícias segunda-feira, set 20 2010 

  Não bastassem os cybercriminosos aborígenes, teremos que lidar com os que acessam as instituições financeiras do Brasil como se estivessem no exterior!

Não engulo essa de que os cybercriminosos estejam, de fato, no Leste Europeu, porém recomendo a leitura do texto, porque instituição financeira que não toma precauções, entre outras, em relação à invasão de cybercriminosos aborígenes e do exterior nos deixa inseguros.

Eu pago a assinatura de segurança no microcomputador. Renovo, rigorosamente, dentro da data, Confio nela, tanto que estou com a mesma desde 2002.

Todavia, cybercriminosos, usualmente competentes e habilidosos (muito mais do que eu, reconheço, mera mortal que utiliza a Web para o bem), assim como determinados funcionários públicos de todos os setores, querem "ganhar por fora" ajudando o crime organizado, que não registra carteira profissional, não paga as obrigações trabalhistas e permite que os cybercriminosos "acumulem" funções para as quais recebem e não precisam declarar rendimentos.

Detalhe importante: assim como determinados funcionários da segurança da vida real, depois que "as portas são arrombadas", oferecem os serviços de segurança. Que país complicado, não? Assim, também, alguns candidatos a cargos eletivos: participam ou incentivam determinados atos ilegais e omissões na elaboração de leis e, depois, oportunisticamente, fazem disso plataformas eleitorais.

Já comentei, aqui mesmo neste meu espaço, sobre um oportunista que anunciava aparato para impedir entrada de ar junto com a água e me senti ultrajada porque, como deputado, deveria apresentar lei de que todos, sem exceção, que exploram serviços de água e esgoto deveriam instalar hidrômetros com esses aparelhos já acoplados, sem que isso representasse custo para o consumidor que paga para nascer, paga para viver, paga para morrer, enquanto muitos terceirizados só lucram e não prestam contas, não pagam tributos (em benefício da sociedade em que prestam serviços) e não estão sujeitos às penas das leis trabalhistas. Hoje, esse deputado é candidato a governardor: xô, Satanás! E que não finja que não tem acesso, por meio de lacaios, às minhas opiniões, porque tenho provas por meio de retaliações a mim e a familiares: sou tonta, mas não sou barata, sou muito cara! 

Citação

Brasil pode se tornar alvo de hackers do Leste Europeu, alerta chefe do FBI – MSN Notícias
Brasília – O crescimento da economia brasileira pode resultar em uma mudança no perfil dos crimes cometidos pela internet contra as instituições financeiras do país. A exemplo do que já ocorre com bancos norte-americanos, o Brasil poderá passar a ser …

Tudo o que eu devia saber na vida, aprendi no jardim de infância terça-feira, set 7 2010 

Sim, já inseri esse texto que, é um trecho do livro com o mesmo título, de Robert Fulghum, editado, em Lisboa/Portugal ,pela Difusão Cultural e, no Brasil, pela Editora Best Sellers.
Porque estou até aqui, ó, de receber, por correiro eletrônico, as denúncias sobre campanha política 2010, para cargos dos Poderes Legislativo e Executivo, porque há candidatos precisando “virar” o rumo da campanha, e, para isso, repetem os mesmos vícios de campanhas eleitorais desde que o voto era “de cabresto”, porque estou até aqui, ó, também, de ser tratada por pessoas como se fosse uma ignorante completa a respeito de cidadania – não por publicações de jornais e revistas que, tendenciosas ou isentas, me permitem, ao ler, me informar ou rechaçar como tendenciosas as informações – repito o texto de Robert Fulghum, captado de
para mostrar que, de fato, a reflexão (o Credo) de Robert Fulghum é de uma lucidez ímpar:

 

“Tudo que eu preciso mesmo saber sobre como viver, o que fazer, e como ser, aprendi no jardim-de-infância.

A sabedoria não estava no topo da montanha mais alta, no último ano de um curso superior, mas no tanque de areia do pátio da escolinha maternal.

Vejam o que aprendi:

Dividir tudo com os companheiros.

Jogar conforme as regras do jogo.

Não bater em ninguém.

Guardar os brinquedos onde os encontrava.

Arrumar a “bagunça” que eu mesmo fazia.

Não tocar no que não era meu.

Pedir desculpas, se machucava alguém.

Lavar as mãos antes de comer.

Apertar a descarga da privada.

Biscoito quente e leite frio fazem bem à saúde.

Fazer de tudo um pouco – estudar, pensar e desenhar, pintar, cantar e dançar, brincar e trabalhar, de tudo um pouco, todos os dias.

Tirar uma soneca todas as tardes.

Ao sair pelo mundo, cuidado com o trânsito, ficar sempre de mãos dadas com o companheiro e sempre “de olho” na professora.

Pense na sementinha de feijão, plantada no copo de plástico: as raízes vão para baixo e para dentro, e a planta cresce para cima – ninguém sabe como ou por quê, mas a verdade é que nós também somos assim.

Peixes dourados, porquinhos-da-índia, esquilos, hamsters e até a semente no copinho plástico – tudo isso morre. Nós também. E lembre-se ainda dos livros de histórias infantis e da primeira palavra que você aprendeu, a mais importante de todas: Olhe!

Tudo que você precisa mesmo saber está por aí, em algum lugar. A regra de ouro, o amor e os princípios de higiene. Ecologia e política, igualdade e vida saudável.

Escolha um desses itens e o elabore em termos sofisticados, em linguagem de adulto; depois aplique-o à vida de sua família, ao seu trabalho, à forma de governo de seu país, ao seu mundo, e verá que a verdade que ele contém mantém-se clara e firme. Pense o quanto o mundo seria melhor se todos nós – o mundo inteiro – fizéssemos um lanche de biscoitos com leite às três da tarde e depois nos deitássemos, sem a menor preocupação, cada um no seu colchãozinho, para uma soneca. Ou se todos os governos adotassem, como política básica, a idéia de recolocar as coisas nos lugares onde estavam quando foram retiradas; arrumar a “bagunça” que tivessem feito.

E é verdade, não importa quantos anos você tenha: ao sair pelo mundo, vá de mãos dadas, e fique sempre “de olho” no companheiro”.

 

Mula Respiradora sexta-feira, jul 23 2010 

Foi a pergunta de minha sobrinha, há alguns anos, que queria saber o que significava “mula respiradora”. O que ela queria saber, na verdade, era o significado de “musa inspiradora”, que entendeu mal. Foi uma graça, mas não rimos dela, rimos com ela. Tanto que jamais deixou de perguntar o que não sabe.

Somos, a todos os instantes, usados como “mulas respiradoras”, porque os impotentes sexuais e intelectuais precisam de nós para se autopromover, ficar com glórias de que não necessitamos, aproveitar-se de nós, porque não nos negamos a fornecer informações, mas, principalmente, usar outros (ingênuos ou velhacos, depende dos interesses pessoais) que têm acesso pessoal a nós. Perguntam-nos opiniões, enviam suas informações ou opiniões para, depois, usá-las como bem entendem.

Esse assunto está sendo tratado porque fiquei impressionada – ainda estou – ao ler, em lista de falecimentos de “A Federação”, sobre a morte de um professor da última escola em que exerci a função no Magistério Público, Titular de Cargo Efetivo, onde, inclusive, me aposentei, a meu pedido, e tratei da aposentadoria sozinha, não sem enfrentar enormes obstáculos. Esses obstáculos, tenho certeza, foram criados pelos que gostariam de ter ganho um “trocadinho” às minhas custas, pois, funcionária pública, acredito que esse assunto deva ser tratado pelo departamento competente do Estado e não com intervenção de “terceiros”.

Lamentei o falecimento desse professor, tão jovem, porque era uma pessoa dedicada, esforçada – não que isso tenha alguma importância para a “máquina” federal, estadual ou municipal, pois máquina não seleciona, apenas tritura. Divertidíssimo professor, dentro e fora de sala de aula, impôs-se pelo respeito próprio e nunca testemunhei algum aluno o desrespeitando.

Todavia, foi um dos agentes de uma tentativa de alguém me usar como mula respiradora. Quem estava por trás dessa tentativa, na minha opinião pessoal e intransferível, é um desses velhacos que se consideram escritores e não foi a primeira vez que o velhaco tentou se aproximar de mim, para me usar como trampolim para seus fins pessoais. Já havia emitido minha opinião sobre esse velhaco para uma orientadora pedagógica e o velhaco tentou, por outras vias, se aproximar de mim, com intuito de promover suas obras literárias – puras reproduções de livros paradidáticos que eu comprava e emprestava aos alunos sob minha responsabilidade para que lessem. Poxa, o cara já tinha publicado vários títulos – com ampla repercussão em jornal local – e precisava de entrar em minha sala de aula para apresentá-los e discutir o conteúdo de um deles com os alunos sob minha responsabilidade?

Muitas vezes, no ano de 1999, tive a sensação de que havia um concurso para “O professor do século”. Muitas vezes, procurava microfones e câmeras escondidas, tamanha a intensidade de provocações com intuito de criar situações de “pegadinhas” odiosas, sempre considerei “pegadinhas” atitudes de pessoas doentes. Posteriormente, fiquei com a sensação de que era usada como "mula respiradora", porque algum assediador (ou mais de um) caluniava, difamava e injuriava para, depois, se apresentar como aquele (ou aqueles) que me defenderia. Claro, eu teria que entregar o ouro, mostrar o mapa da mina (todo meu material pedagógico de consulta e o que eu tivesse elaborado) a esse "salvador". Como se pode observar, o parágrafo seguinte mostra como eu estava física e mentalmente louca de atar.

Descobri, finalmente, por diversos motivos, que a única doente era eu mesma, física e mentalmente. Do mesmo modo que em “O Alienista”, considerei que a anormal era eu mesma. Em "O Alienista", o psiquiatra "solta" do hospício todos os que considerou doentes, fecha a porta do hospício com apenas ele dentro. Providenciei a aposentadoria, peguei meu banquinho e sumi de fininho. Homenagens? Deixei para quem as merecia, eu não merecia homenagens. Cumpri meus deveres e fui além disso, sem invadir seara alheia.

Num dos aforismos de Friedrich Nietzsche, de Cantos de “Assim falava Zaratustra”, em Ler e escrever, um dos meus preferidos é: “Vós me dizeis: ‘A vida é uma carga pesada’. Mas para que vosso orgulho pela manhã e vossa submissão pela tarde? A vida é uma carga pesada; mas não vos ponhais tão compungidos. Todos somos asnos carregados”.

Portanto, sou, sim, uma mula respiradora. Quando permito e posso fazer algo por alguém ou por algum objetivo que considero válido, não meço esforços para ajudar. Quando percebo que estou sendo usada como asno carregado, esperneio, blasfemo, corto o mal pela raiz.

Provocação? Enjoei de ser provocada ou, como dizia outra professora contemporânea, também, desse professor que morreu – como não soube no dia do falecimento nem conheço os familiares, rezei pela paz dele – não suportava ter o ouvido usado como penico. Quantos diz-que-diz-que ouvi. Entrou por um ouvido, saiu pelo outro. Até hoje, recebo eventuais visitas que me contam algo nada abonador a respeito de tranqueiras com quem fui obrigada a conviver em escola. Que sejam muito felizes. Conto para minha irmã e deixo de lado. Continuo sendo provocada!

Para esclarecer, quando o recém falecido professor tentou enfiar “goela abaixo” o tal do escritor, devolvi o livro – com uma lanterna de bolso como presente, porque era época do “apagão” e esse professor não estava mais na mesma escola em que eu estava – e escrevi os motivos da devolução do livro, de modo polido (mas sabe-se lá: o que estava escrito pode não ter sido lido como escrevi) na certeza de que seria lido pelo pretenso escritor. Só muito tempo depois é que me lembrei da frase de Diógenes que, ao ser indagado por que carregava uma lanterna (claro que era um facho de luz; lanterna alimentada por combustível inflamável) respondeu que estava à procura de um homem (de verdade; não porque Diógenes fosse homossexual) e o meu presente pode ter sido mal interpretado.

Coisas da vida!

Então, fica assim: quando me disponho a colaborar, colaboro. Quando me disponho a doar, não há o que me faça a voltar atrás. Quando percebo que estou sendo usada como mula respiradora ou sob pretexto de musa inspiradora, não colaboro de livre e espontânea vontade. É a minha revelia que isso acontece.

Ah, também evito “esperar para ver no que vai dar”, em situações como essas, porque considero isso “pegadinha” e, como já digitei, para mim, “pegadinha” é coisa de gente doente, portadora de psicopatia. Então, como reajo, sou louca de atar. Mas ninguém me respeita por esse motivo. "Aquela? é louca coitada". Pelo contrário, os presunçosos continuam a provocar.

Fiz o que pude, desde o primeiro ano, para que os alunos sob minha responsabilidade conhecessem os objetivos do ENEM (muito mais uma oportunidade de retomada, da parte dos educadores, de revisão de conteúdos e de estratégias de ensino do que um recurso de vestibular ou de promoção de escolas particulares; quem não sabe que escola particular é melhor do que escola pública, dãããã?) e por essse motivo leio as manchetes dos resultados do Enem e não pergunto Sinhá, cadê “seu” Padre?, porque eu, sozinha, na época não pude fazer o trabalho de todos, ou seja, pegar cada professor pela orelha e mostrar que o Enem se baseia nos Parâmetros Curriculares de mil novecentos e bolinha e poucos estão a par dele. Leio as manchetes (não leio os textos) e passo para o assunto seguinte que me interesse. Nisso, de fato, “fechei a banquinha e fui embora para casa”, porque sou louca de atar.

Qualquer dia destes, insiro minha opinião a respeito de como "o amor é lindjo", por causa dos "rolos" e das tragédias que acontecem porque "o amor é lindjo".

 

TEMPO MAGICO: quando somos solução e não o problema segunda-feira, maio 24 2010 

Autoria do texto, com o título “O valioso tempo dos maduros” é de Mário Pinto de Andrade, escritor e ativista angolano, que faleceu em 1990.

A autoria e o titulo do texto foram corrigidas em 17/02/2011, por meio de postagem.

Não é a primeira vez que indico esta apresentação de “Tempo Mágico”

Já postei apenas o texto e chamei para assistir à apresentação em formato “pps”.

Recentemente, procurei a autoria do texto (na apresentação, quem a formatou desconhece a autoria) e, em muitos blogs, encontrei como de Rubem Alves.

No endereço oficial “A casa de Rubem Alves”, não encontrei essa crônica ou reflexão.

Aprendi, no lar, que tudo o que fazemos para sermos solução é algo que se entrega, sem esperar prêmios, lucros pessoais, autopromoção.

Os elogios são benvindos e nos fazem aumentar a produção de serotonina, que nos impede de cair em depressão por discordar, eventualmente, de que “tudo vale a pena se a alma não é pequena”. As ações dos perversos, muitas vezes, são tão danosas que nos fazem mal para a beleza, para o talento e para o charme.

Já “quebrei a cara” muitas vezes por ser mal interpretada ao tentar ser solução.

Aprendi, no lar e com a experiência de vida, que se não formos solução, como na música cantada por Raul Gil, pego “o meu banquinho” e saio “de fininho”. Foi o que fiz quando ficou mais claro do que nunca que, no Magistério, eu não era solução, era problema.

Fechar a banquinha, voltar para casa e deixar que outros “se lasquem”, nunca!

Agora, acesse o anexo e usufrua aquilo que, com certeza, também é seu pensamento de modo de viver:

TEMPO MAGICO_Goreti enviou.pps – Windows Live

As águias não sobem pela escada – Parte 1 domingo, maio 9 2010 

Antes de inserir o texto As águias não sobem pela escada, gostaria de relatar minha experiência, como educadora, a respeito de sentido figurado e linguagem figurada.
Algumas pessoas – e o número é muito grande – não alcançam a significação secundária (conotativa) de metáforas e, consequentemente, ao ler ou ouvir as figuras de linguagem, “empacam” e perdem todo o texto ou discurso.
Deixam-nos exaustas com comentários – que algumas pretendem que sejam jocosos ou que, realmente, demonstram a pouca familiaridade com leitura ou com a capacidade “escutatória” mencionada algumas postagem atrás – e o primeiro comentário óbvio seria que as águias não sobem pela escada porque voam.
Como as pretensas pessoas que emitem comentários jocosos a respeito de metáforas são as que atrapalham a comunicação e criam ruídos que a impedem, quis alertar para o fato de que o texto a ser inserido, como Parte 2, não deve ser criticado por essas pessoas nem o pedagogo, autor do texto, deva ser denunciado por maus tratos e por colocar educandos em risco de morte.
As metáforas são para enriquecer a “pedagogia das águias” citada no final do texto, tá bom, jocosos e curtos de intelecto?

Inserções em pasta “Público” quarta-feira, mar 31 2010 

A falta de tempo para inserções tem sido tão grande que recomendo abrir a pasta "Público" onde arquivo mensagens em vídeo ou em formato "pps".
Acredito que, mesmo que as inserções na pasta "Público" sejam de conhecimento dos internautas, quem sabe não seja possível recuperar algum anexo que se perdeu no meio das correspondências eletrônicas?
Atentar para o fato de que, embora seja trabalhoso, pelo menos uma vez por mês ou a cada dois meses, é interessante fazer um arquivo em CD gravável – ou em disquete, um recurso que lamento que os microcomputadores mais modernos não tenham mais – de mensagens recebidas e mensagens enviadas e "limpar" o correio eletrônico, para dar espaço para as novas mensagens recebidas e enviadas.
 

Crimes e homenagens às vítimas dos crimes terça-feira, nov 3 2009 

Crimes e homenagens às vítimas

Para comentar sobre crimes e homenagens às vítimas dos crimes, preciso estabelecer que tipo de crimes.

Há muitos tipos de crimes, mas, por uma enorme falha de caráter do povo brasileiro – claro que não do povo inteiro, mas de um número considerável de pessoas que não conhecem ou foram impedidas de aprender sobre valores morais – há o crime de destruir o caráter (vulgarmente chamamos de reputação) de determinadas pessoas que nunca se incomodaram em agir de modo cidadão para receber prêmios ou obter vantagens pessoais e financeiras por terem cultivado essa reputação ao longo de suas vidas pessoais e profissionais.

As pessoas que sempre agiram de modo cidadão – sem esperar recompensa por isso – mesmo quando já morreram são respeitadas por aqueles que, também, as admiram por motivos naturais, que não esperam, também, usá-las como escadas, trampolins ou corrimões para seus interesses pessoais mesquinhos.

Quem respeita os que agem ou agiram como cidadãos os citam como exemplos a serem seguidos – não precisam, necessariamente, publicar um livro sobre elas – transmitem, espontaneamente, esses exemplos aos filhos, aos parentes, aos amigos e, desse modo, os verdadeiros cidadãos nunca são esquecidos, mesmo que não se erijam monumentos, não se confeccionem placas comemorativas nem os admirados entrem na lista dos “mais bem” do ano, do século, do milênio.

Há, no entanto, uma parcela da população brasileira que destrói com uma facilidade imensa toda e qualquer reputação que não lhe interesse, porque não é espelho de suas personalidades defeituosas e exatamente por esse motivo. Quero com isso significar que as pessoas que construíram algo são perigosas para os que apenas se aproveitam de outros em benefício próprio e, como já citei inúmeras vezes, os detratores fazem essa destruição por tabela, porque “ouviram” dizer isto ou aquilo (e quem disse nunca é localizado), assumem como verdade e, no lodaçal de suas personalidades mal amadas e mal resolvidas, espalham as maledicências como um travesseiro de penas que é aberto, ao vento, do alto de um edifício.

Aprendi isso com meu pai: detratores são como aquela personagem que espalhava fofocas e maledicências pela cidade em que morava até que foi penalizado com a sentença de subir ao edifício mais alto, com um travesseiro de penas debaixo do braço, num dia de muito vento e abri-lo, para que as penas voassem sobre a cidade.

Cumprida a sentença, o detrator voltou à presença de quem a proferira.. A resposta que recebeu foi ótima: “Muito bem! Agora, no chão, recolha todas as penas que espalhou ao abrir o travesseiro num dia de vento”. “Mas como? Como recolher tudo que voou para árvores, campos, até para outras cidades?”. “E de que modo o senhor gostaria de recolher suas maledicências? Há outro modo?”.

Quem espalha maledicências, seja por qual motivo for, pelo meio que espalhar, muitas vezes, tenta corrigir esses crimes que cometeu prestando homenagens às vítimas.

Só que não há como recolher as calúnias, as injúrias, as difamações. Lembram-se de Inês de Castro, aquela que “depois de morta foi rainha” (Camões, Os Lusíadas)? Então, essa é a origem da expressão “Agora, Inês é morta”. De que adianta transformar alguém em rei ou rainha, num determinado momento, se o que resta da pessoa difamada, injuriada, caluniada são os sonhos destruídos, o caráter vilipendiado, o desânimo e a descrença serem seus sentimentos constantes e que leva a vida adiante para que os inimigos a tenham, sempre, como uma lembrança de como agiram de modo criminoso (Salmo 23: “O Senhor é meu pastor / nada me faltará…”).

Homenagear vítimas de crimes coletivos (em determinado momento, muitos resolvem “copiar” as atitudes de detratores) de assédio moral é desconhecer, por completo, capacidades humanas de empatia, simpatia, respeito pelo próximo. É rotular as vítimas de “otárias”.

Mais recentemente, uma das estratégias de se defender de crimes cometidos com auxílio de Tecnologia da Informática é espalhar, feito penas ao vento, denúncias de invasão de correios eletrônicos (nos provedores) e, desse modo, fingir que os criminosos não utilizaram endereços eletrônicos furtados por meio de “escarafunchar” hardwares de micros que foram entregues para conserto, por exemplo, mas não exclusivamente por esse meio, clonar esses endereços e corresponder-se com os destinatários dos “otários” como se fossem os próprios “otários”.

Como uma empresa que presta serviços de conserto permite que isso aconteça? Já não foi dito, redito, tredito que em todos os segmentos da sociedade existem pessoas sem caráter? Então, os criminosos que se utilizaram desses recursos estarão se defendendo de acusações de invasão de micros, de correspondências com endereços eletrônicos falsos por meio desse álibi: meu endereço foi clonado e não fui eu quem cometeu esses crimes.

Quem cometeu crimes que citei deve estar se “rebolando” para utilizar álibi de que teve o endereço eletrônico furtado. Vade retro!

Sobre a calúnia – 2 quarta-feira, set 16 2009 

Tenho assistido, num jornal televisivo de determinado canal, as acusações de comunidades contra determinados policiais, algo que, infelizmente, afeta toda a corporação.

Sempre pensei assim e já tive mais de uma oportunidade de ler, em textos de JORNALISTAS críveis – em virtude de suas ações, pois a credibilidade não é algo que se crie e, depois, sirva de leito, para dormir sobre ela, como se não nos tornássemos críveis por nossas ações, mas pela fama – que quaisquer denúncias, acusações, boatos devem ser confirmados, primeiro, junto à pessoa caluniada, difamada ou injuriada, porque, primeiro, precisamos analisar se não estamos “fazendo o serviço” para alguém que tem problemas gravíssimos de comportamento e quer livrar-se desses problemas jogando outros “na arena”, desviando a atenção de seus problemas reais.

Junto, agora, calúnia, policiais, crime organizado.

Quem combate o crime de peito aberto, literalmente, são os policiais municipais, estaduais, federais, cada um dentro de suas limitações estatutárias e com isso quero significar que não podem invadir seara alheia, porque estão restritos aos seus Estatutos.

Não penso que seja novidade alguma que o Brasil inteiro está contaminado pelo crime organizados – caso contrário, seria desorganizado – e, desse modo, em cada estrato social há mais de um representante do crime organizado, a quem me refiro como lacaios. Atentar bem: em cada estrato social, em cada empresa pública ou privada, em cada círculo social, há lacaios de plantão que, se não são os próprios responsáveis pelas calúnias, injúrias, difamações recebem as ordens para espalhá-las.

Expliquei bem ou preciso desenhar, estendendo-me mais do que deveria?

Não é novidade, também, que as ações policiais afetam o crime organizado que, muitas vezes, ocupa as funções do Estado em comunidades carentes e, desde há muito tempo, na própria sociedade organizada (que inclui as comunidades, cada uma delas com seus integrantes com histórias maravilhosas de vida), mas que alguns desses integrantes agem como lacaio, não tenho dúvida.

O crime organizado é um dos maiores responsáveis por disseminar calúnia, injúria, difamação com o objetivo de jogar areia nos olhos daqueles que deveriam analisar, com calma e firmeza, essas calúnias, injúrias, difamações, o que inclui qualquer cidadão, de que estrato social for.

Há, no entanto, dentro e fora da sociedade organizada, aqueles que são cruéis ou se tornaram perversos – por razões que não discutirei aqui, mas crueldade, perversidade são sintomas de personalidade com distúrbio – e que têm prazer em ouvir, criar e espalhar calúnias, injúrias, difamações, sentem prazer diante da desgraça alheia.

Só Deus sabe os objetivos reais de perversos, de cruéis.

Estão a serviço do crime organizado – na maioria das vezes, sem saber disso – insiro, portanto, a imagem de um manual, publicado pela Superinteressante de dezembro 2008, que ensina como se livrar do crime organizado.

Talvez, até que me provem o contrário, as denúncias contra policiais (que devem ser investigadas, porque é um direito de quem denuncia) não sejam, na verdade, uma das ações do crime organizado, para jogar areia nos olhos de quem está investigando as ações do crime organizado, para que os criminosos, de fato, não sejam penalizados.

Como escapar do crime organizado_Super_dez 2008_editada

Grata, “seu” Padre: problema com a Telefonica foi resolvido quinta-feira, fev 5 2009 

De 22/01 até o dia 27/01/2009, ficamos como nosso telefone fixo mudo.
Após reclamar e abrir dois protocolos (o primeiro constava como executado e foi reclamado por telefone celular), fui à agência da Telefonica, pessoalmente, como quer significar "fui", e, como na Agência nada podia ser resolvido, apesar de haver três (03) veículos da prestadora de serviços "Tel," com mais de um técnico com o logotitipo da "Tel" no uniforme, contatei a Ouvidoria, no dia 26/01/2009 (por telefone fixo, tive muuuuuuuuita paciência para ser atendida) e, no dia 27/01/2009, por volta de 14h, um técnico da "Tel" subiu no poste e, milagre!, o sinal do telefone retornou.
Grata, "seu" Padre, por não ter que partir para macumba na encruzilhada.
Agora, de acordo com dois telefonemas da parte da Ouvidoria da Telefonica, nossa conta telefônica estará sendo acompanhada, para que não paguemos por uma conta que inclua seis (06) dias em que o telefone fixo não foi utilizado (estava mudo para nós; quem ligava para nós era, imediatamente, encaminhado para a secretária eletrônica), mas como o "pacote" a que aderimos inclui um gasto fixo, pressupõe-se que tenhamos utilizado todos os créditos.
Então, antes de uma nova inserção, que fique o registro de que não fui lááááááá no Procon, mas recorri à Ouvidoria.
Avisei a Ouvidoria (alertei, também, que tenho mania persecutória, sou ótima em teorias conspiratórias que, um dia ou outro se demonstram realidade e não delírios) de que pode ser briga de foice no escuro da parte de concorrentes desleais, ou seja, os concorrentes desleiais pagam "por fora" para que gente "de dentro" danifique a prestação de serviços e os concorrentes desleais entram no mercado.
Bom assunto: desde a geração de meu pai, comerciante leal, culto (autodidata aparado por excelente formação moral de berço) existem concorrentes leais? Ou a globalização, a terceirização, a privatização só se aproveita de caracteres duvidosos?
 

Senso de humor de criminoso do colarinho branco é sujo terça-feira, jan 6 2009 

Senso de humor de criminoso do colarinho branco é sujo.

Corrupto tem senso de humor absolutamente desvirtuado. Só consegue se “realizar” quando sente estar no poder, no comando.

Canalha, assim como hackers e crackers que apenas surrupiam o que todas as pessoas têm de bom, quando sente não ser o alvo das atenções das vítimas, dá um jeito qualquer de chamar a atenção.

Porque dominam tudo neste país, os canalhas são capazes de dar gargalhadas – e, quem sabe, ter alguns milímetros de ereção, algo que não conseguem pelas vias normais – porque interferem na energia elétrica (provocam as alterações na entrega de energia elétrica e danificam todos os aparelhos elétricos), na telefonia (ouvem todas as conversas telefônicas; quando flagrados, rebelam-se e querem anular os processos contra si mesmos, baseados em escutas telefônicas “ilegais”), no fornecimento de água (com concessões, dominam o abastecimento e a cobrança de taxa de esgoto, não fazem manutenções nem melhorias, apenas recebendo os lucros). Claro que, para tudo isso, precisam dos lacaios para auxílio. Imagino quem em troca de alguns reais – já está muito bom para os lacaios – ou de os lacaios serem “usados” como prostitutos – o que, para os lacaios é melhor ainda – e, assim mesmo quem fica devendo são os lacaios.

Os dois exemplos mais recentes que relato a respeito do assédio dos criminosos são:

1) No supermercado Carrefour (tenho o comprovante para data, hora, caixa que me atendeu), esperei por dois clientes de carrinhos cheios – em caixa rápido – e, quando chegou a minha vez, a do caixa passou na minha frente o cliente que estava atrás – não a pedido dele – porque o que eu pedira demoraria para ser entregue no caixa. O cliente que foi beneficiado pela demora da entrega do que eu pedira manifestou-se a mim, contrário ao que fora feito, mas a do caixa disse que, quando isso acontecer comigo, ela também me passará na frente. Ri com sarcasmo.

2) Na noite desse mesmo dia, fomos a uma casa que é especializada em comida árabe. Minha irmã pediu uma taça com salada. A demora foi absurda e minha irmã teve que reclamar duas vezes: uma taça de salada foi entregue a um casal que chegou depois de nós; outra taça foi entregue a outro cliente que chegou depois do casal que chegou depois de nós. Fizemos um “fuá”. Desconfio que o suíno capado que deu as “ordens” aos lacaios estivesse ali mesmo. Os criminosos nos odeiam. Por que será?

Se isso não é uma demonstração de que, presente ou por meio de câmera de vigilância, os impotentes sexuais e intelectuais que nos assediam são os que estão manipulando os lacaios “da hora”, não sei, então, de que se trata.

Agora, como ontem, não consigo abrir as páginas que quero, porque impotente sexual e intelectual precisa de conseguir alguns milímetros de ereção.

Senso de humor de corrupto, calhorda, criminoso do colarinho branco é sacal! Por que os programas humorísticos não satirizam isso? Esqueci-me: vivem disso.

Levo uma “data” para fazer algo, conectada à Internet, e o suíno capado desmonta tudo. Caso consiga montar o que quero, não permite a conexão.

Os larápios brasileiros me impedem de receber os “reminders” do site The Breast Cancer Site, que tive que mudar para The Animal Rescue Site, porque não têm como prestar contas como prestam todos os rótulos do The Breast Câncer Site.

Mudei de provedor para receber os “reminders”. Os canalhas me perseguem e, desde hoje, dia 06/01/2009, já não recebi “reminder”.

Mudei de provedor para receber os boletins de Carta Maior. Os canalhas me perseguem e não tenho recebido boletim de Carta Maior desde 26/12/2008.

Os danos irreparáveis em meu microcomputador (outro será comprado no devido tempo, quando houver dinheiro, não adianta desesperados enviarem ofertas), aparentemente causados pelo no-break que “venceu” – eu não sabia que, a cada dois anos, é necessário trocar a bateria do no-break, ninguém me orientou para isso – que não mais segurava as horrendas variações de energia elétrica, determinaram que o HD fosse trocado, para gáudio dos criminosos de todas as estirpes – e, desse modo, perdi meu Windows VALIDADO – quem será o criminoso que o está utilizando, pois, antes de perder o HD, meu Windows VALIDADO já fora “chupado”. O técnico em informática que fez isso – aprendiz de hacker e de cracker à procura de uma “boquinha” em empresa de informática duvidosa – escreveu no laudo que havia “recupera o BADBLOCK no HD + reparação no WINDOWS + remoção do SP3 (muito pesado p/ configuração do micro) + limpeza interna”. Estranhamente, meu micro não conseguia mais fazer o UPDATE do Windows. Recuperei o Norton (Symantec), tão mal falado em prosa e verso pelos técnicos em inoformática que não podem atualizá-los, assim como o Windows, se não tiverem o código de quem o comprou, pagou por ele. Não sei se meu Norton não foi “chupado”, também, para que pobrinho de espírito o esteja usando como se pertencesse a ele. Tomara que tenha dado o maior problema para quem ficou com o meu código do Norton.

Quando o micro enguiçou, novamente, foi retirado e o HD não conseguia encontrar mais nada. Tinha que trocar o HD.

Mudei de loja de conserto. Tinha, mesmo, que trocar o HD. Foi trocado. Estou com o HD velho aqui, comigo. Será que é mesmo meu HD velho? Não terá sido substituído na loja de conserto anterior? Observar que, quando o meu sistema operacional validado foi “chupado”, o Norton foi atualizado pelo código que recuperou do HD. Depois disso, quando recebi a notícia de que o HD “se fora”, não consegui nem sei comprovar se é o HD antigo. Terá que passar por uma perícia. Aquela que prometi fazer, inserido no blog, para detectar todos os piolhentos que invadem meu micro e se correspondem comigo como se fossem os meus correspondentes. Meu HD pode ter ido parar nas mãos de criminosos? Meus arquivos todos sendo remexidos por criminosos? Se aparecer quem quer que seja, querendo fazer homenagem à minha família, estarei “armada” para perguntar onde conseguiram as informações, as fotos, as mensagens que recebi e enviei. Houve piolhento que “montou” notícia em jornal de grande circulação e enviou essa notícia como mensagem eletrônica. Precisaram de um Windows validado para isso? Com o meu nome no registro?

Hoje, meu Windows não pode ser atualizado. Se o fizer, apresentará aquele aviso de que o sistema operacional é pirata.

Será que algum imbecil acreditou que eu optaria por “software” livre? Se acreditou, deu com os burros na água. Não denunciarei o que foi feito em meu micro por todos os parasitas que abundam neste país. O tempo se encarregará deles todos. Não se esqueçam, criminosos, vocês não se livrarão, nunca, do crime organizado. O preço é alto demais.

Será que algum imbecil acreditou que, na minha família, vivemos de apreensões, para que se inocentassem dos crimes que cometem, apontando-nos como criminosos? Tática usual de criminosos: denunciam vítimas deles mesmos como sendo criminosas. Se acreditaram nisso, deram com os burros n’água, porque meu microcomputador é de 2002 e continua a ser de 2002. Exceto, claro, pelo HD, que se for novo, de fato, é 2008. Não sei, não. Teve tanto siricutico depois de instalado.

Conclusão deste desabafo: quando eu comprar o novo microcomputador, como farei para que não “chupem” o meu sistema original quando “precisar” de conserto, o que suspeito será necessário logo, logo, pois os hackers e crackers nos enviam (pela eletricidade, pela telefonia, pelos sites que visitamos, pelas mensagens que recebemos; quando é “wifire”, então, os piolhentos estacionam na nossa porta e utilizam nossa conexão para fazer seus malfeitos) “bombas-relógios” que nos danificam o micro (além de, importante, interromper nossas conexões a bel-prazer) e, assim que o técnico sai com a nossa CPU (nunca podem consertá-la em nossas casas, precisam levar à oficina) é uma festa para todos os criminosos. Como os piratas antigos, dividem o “botim” entre eles. Que maravilha! Sistema operacional legítimo no mercado! Isso, certamente, é distribuído on-line!

Ah! O SP3 não pode ser removido! Li isso no site da Microsoft. Portanto, o técnico que “consertou” meu micro não removeu SP3 algum. Removeu foi meu Windows validado do HD e, conseqüentemente, quando o micro precisou de ser “consertado” novamente, teve que alegar que eu perdera o HD.

Assim como há mercado para o que foi furtado de nós, bens materiais de nossas casas, há mercado, também, entre os hackers e crackers que vendem nossas informações, HD e tudo mais que podem furtar quando nossos micros são “levados para a oficina” para conserto. Reclamar a quem? Aparentemente, aqueles a quem deveríamos reclamar não passam por esses problemas que nós, mortais, passamos.

Lógico que há os técnicos em informática que são honestos, não é mesmo técnico em informática Roberto? Eu é que estou cada vez mais louca, não é verdade, técnico em informática Roberto?

SINHÁ, CADÊ SEU PADRE?

Falando sobre Tabaco causou 2,4 milhões de casos de câncer nos EUA–relatório – Artigo – notícias quinta-feira, set 4 2008 

  O tabaco, o filho de "um marrom que fuça", causou dois milhões e quatrocentas mortes, só nos EUA!

Sinhá, cadê "seu" padre que a poluição que tem origem, também, no monóxido de carbono de fábricas, escapamentos de todos os tipos de veículos não têm a mesma atenção nem a mesma pesquisa? E o tal do amianto?

Eu "se" esqueci de que a pesquisa é nos EUA, que, embora não tenham assinado o Protocolo de Kyoto, têm qualidade de vida muito melhor que a nossa, no Brasil, um país de "piolhentos" (lesados pela corrupção endêmica) e que segue os moldes dos países mais desenvolvidos do mundo quanto à legislação "preventiva" dos males do tabaco.

Sim, tem que pagar Plano de Saúde, mas, por favor, "seu" padre, tem que parar de fumar, para não dar despesa para o plano de saúde e para não provocar câncer nos fumantes passivos. É? E quem não fuma, não bebe também (o álcool é responsável por câncer, viu, Sinhá?), não é verdade? E não resolve os complexos de inferioridade comprando carros vistosos e poluindo a atmosfera com a emissão de gases do escapamento.

E, para não me esquecer de um detalhe maravilhoso: a frota de veículos velhos, daqueles que trafegaram na lama do dilúvio, dos mortais e frotas de caminhões e ônibus…

Quando ouço as palavras de "conselheiros" que só não têm um vício, o de fumar, de resto têm todos os vícios, fico com muita raiva de mim mesma por não estar desobedeçendo a etiqueta – não fumando em recintos fechados, por exemplo, e todas as obediências a que me obrigo, porque faço parte da sociedade organizada – lembro-me das raposas que tomam conta do Poder Legislativo, as que se apossam de dinheiro público e mesmo aquelas que não se apossam do dinheiro público, mas nada fazem para impedir que isso aconteça e fazem propostas de decretos de proibições hipócritas, fariséias, pergunto:

Sinhá, cadê "seu" padre para expulsar os vendilhões de câmaras de vereadores, de deputados e de senadores? E os vendilhões dos demais poderes também. 

Citação

Tabaco causou 2,4 milhões de casos de câncer nos EUA–relatório – Artigo – notícias

Um país de psicopatas: Sinhá, cadê “seu” padre? segunda-feira, ago 25 2008 

Um país em que o número de psicopatas é calculado em cinco milhões, incluindo-se, portanto, todos os tipos de criminosos, ou seja, dos que dão golpes de estelionato aos mais escabrosos, em que o dinheiro público é de tal modo utilizado na corrupção que tira, inclusive, oportunidade de sobrevivência daqueles que não fazem parte de quadrilha alguma.

A psicopatia se caracteriza pela incapacidade de sentimentos comuns a animais que tenham um cérebro, tenham intelecto para sentir emoções que incluam as emoções básicas da solidariedade, do exercício de cidadania (no caso dos seres humanos), de solidariedade (sentimento partilhado, também, entre os animais ditos "irracionais").

Assim, qualquer parasita (psicopata, piolhento) que pensa ser humano se reveste de "autoridade" para exercer as psicopatias que jamais serão coibidas por medidas punitivas, visto que psicopatas não se submetem à autoridade das leis que regulam a sociedade organizada. Psicopatas não reconhecem as leis como um parâmetro para que a sociedade não se transforme num caos. Sociopatas, apesar de reconhecidamente inteligentes (quanto ao intelecto) não conseguem desenvolver a inteligência emocional (exatamente por lhes faltar um gen ou por terem nascido com deformação em determinado lóbulo cerebral) e, assim, com um ego maior do que o próprio aspecto físico, consideram-se superiores e abraçam filosofias que deturpam, no entendimento, a seu bel-prazer e de acordo com as deformações do caráter. Julgam-se "anarquistas" sem saber que, assim como quem não acredita em Deus não pode acreditar no Diabo, não pode haver "anarquia" se não houver uma sociedade organizada a ser desafiada.

Todos os psicopatas são piolhentos (lesados pela corrupção endêmica que impediu o desenvolvimento intelectual e a formação de uma personalidade com um mínimo de capacidade de viver em sociedade organizada) e, como no ranço do comportamento de submetidos à ditadura recente deste país, incapacitados de reação civilizada, porque nunca tiveram acesso à formação intelectual que os permitisse ser "combatentes" civilizados da ditadura da injustiça social que sempre imperou num mundo e na colônia de Portugal, quando os psicopatas alcançam alguma posição privilegiada, seja  na forma de poder econômico seja na forma de posição hierárquica "superior" (cargos, funções públicas ou privadas), reproduzem a mentalidade distorcida do "salve-se quem puder", interferindo, desse modo, nas vidas dos que não têm nada a ver com eles, por meio de lacaios que se submetem a qualquer situação, visto que não têm dignidade, auto-estima, respeito próprio, mas querem fazer "parte" e lucrar algo com o crime organizado.

Lacaios do crime organizado são, também, psicopatas, piolhentos, querendo vingar-se da sociedade, como um todo, por meio da falsa idéia de que se servem ao "poder" também têm poder. O que os lacaios, por serem piolhentos (lesados intelectual e psicologicamente pela corrupção endêmica) não alcançam – e, quando recebem algum tipo de justiça se revoltam mais ainda, pois não conseguem diferenciar vida criminosa de vida honesta – é que, "quando a casa cai" (como se diz para o fato de que a quadrilha, de algum modo, foi identificada), quem paga são as vítimas e os próprios lacaios, porque, assim como os patrões do crime organizado jamais são localizados, apenas os lacaios é que ficaram expostos e, certamente, incluídos como integrantes de quadrilha. De todos os submetidos a algum tipo de punição, a pior situação é a das vítimas dos crimes.

Portanto, quando leio demais artigos ou reportagens defendendo a privatização generalizada, a terceirização como promotora de maior índicie de empregos e de empregados, como sempre, fico com "um pé atrás", pois ninguém defende algo que usa, por isso, cuida, algo que, no futuro bem próximo, explodirá, como uma bomba, no colo de quem? Claro, das vítimas que pagam impostos, pagam plano de saúde, empregam funcionários com respeito a toda legislação trabalhista… enfim, no colo de quem nunca fez parte de quadrilha alguma e continuou a levar a vida honesta que sempre foi pregada como sendo o comportamento de sociedade organizada.

Não sou advogada, subentendendo-se, portanto, ignorante completa em leis de quaisquer códigos. No entanto, sei que não existe legislação para TERCEIRIZAÇÃO, TERCEIRIZADOS E TERCEIRISTAS. Quando as conseqüências da falta absoluta de legislação a respeito de terceirização, terceirizados, terceiristas começarem a ser sentidas pela sociedade organizada – por enquanto, estão restritas aos tribunais do trabalho, nos processos trabalhistas, gerando dinheiro apenas para quem trabalha como advogado e aos que entraram com processos trabalhistas (assim mesmo, mediante "piruetas" de juízes do trabalho, cônscios de que os direitos trabalhistas têm que ser respeitados, porque, HELOUUUUU, não existe legislação que segure ou regule terceirização e terceirizados, então, as "piruetas" das decisões judiciais têm que se basear no que existe na legislação trabalhista; empresas terceirizadas abrem e fecham muito mais do que pequenas e micro empresas; imagino como deve ser difícil, ou impossível, localizar os "responsávies" por terceirizadas, por terceirizadoras) – será um tal de Sinhá, cadê "seu" padre? sem tamanho e impossível de ser contado quando a "bomba" explodir num futuro bem próximo. INSS, SUS, construção de hospitais e sua manutenção, de escolas e sua manutenção, de habitação e controle na distibuição de habitação aos que não possuem habitação, funcionários públicos municipais, estaduais e federais e outras funções do ESTADO que não estão sendo citadas (lembram-se de quando telefonia, água e esgoto, por exemplo, além de eletricidade eram funções do ESTADO?; pois é, a gente sabia e tinha acesso a quem reclamar; tudo era tão mais fácil que, em cidade do interior ou em aldeias como Itu, a gente podia falar, pessoalmente, com o responsável por tudo!), mesmo porque, muitas delas já passaram para responsabilidade de privatizadas (quiá, quiá, quiá, pois só a arrecadação passou para a responsabilidade das privatizadas; os serviços são setorizados – cadê a filosofia global de que era necessário reduzir o número… perdão, falha minha, era REDUZIR O NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS, não o de setores –  prestados por terceirização, terceirizados, politerceirizados dentro dos terceirizados; ninguém sabe de ninguém, ninguém se responsabiliza por nada; todos são "empresas terceirizadas" ou "empresas terceirizadoras" E NÃO EXISTE LEGISLAÇÃO PARA ISSO), porque cadê o dinheiro que, supostamente, se reverteria em retorno de investimento ou para pagar aposentadorias de trabalhadores que, durante trinta, trinta e cinco, quarenta, cinqüenta anos tiveram os pagamentos realizados para INSS, só para citar um exemplo? Não entraremos em FGTS, pois, como funcionária pública estadual, nunca consegui entender nem para onde foram os descontos, em recibo de pagamento, que foram feitos para fins de atendimento da saúde, fundo de aposentadoria etc e tal, por isso, não me meterei à besta nem quebrarei a cabeça para saber aonde foram parar os recolhimentos de obrigações trablhistas de CLT. Sei, apenas, que sou um estorvo, como aposentada, custo caro. Sei, apenas, que o Hospital do Servidor, que só existe na capital do Estado de São Paulo, está à míngua há décadas, não faz uma semana ou duas.

Será que tenho algum leitor que consegue acompanhar meu vomitório ou sou considerada analfabeta por vomitar tudo e não entrar em detalhes que piolhentos não entendem e os que conseguiram escapar de ser piolhentos (mas o são de caráter, ou seja, parasitas) fazem questão de não entender?

O que custa eu poder levar minha vida, agir do modo como sempre fui educada a agir e, para isso, tive ótimos exemplos no lar, sem que os psicopatas se metam comigo, ou para me aporrinhar ou para me usar para suas denúncias desonestas, porque não são feitas no momento adequado aos superiores hierárquicos, como se eu fosse uma prostituta a ser usada por esses canalhas, sem pagamento, para variar, porque os "cafetões" e as "cafetinas" se apropriam de tudo?

Quem leu "Ensaio sobre a cegueira" e "Ensaio sobre a lucidez" de José Saramago? Li "Ensaio sobre a cegueira" porque meu afilhado me recomendou e me emprestou o livro. Li "Ensaio sobre a lucidez" porque comprei o livro. Se este é um país de analfabetos, porque as pessoas não sabem ler, porque os livros são caros, porque é mais fácil ouvir o que a mídia lesiva tem a dizer e a escrever do que interpretar o que a mídia lesiva trasmite ou publica, por que os piolhentos que manipulam meu micro – hackers, crackers e derivados – são tão analfabetos também? Metidos a "conhecedores" de tecnologia, são impotentes sexuais e intelectuais em entendimento a respeito de vida honesta. "Resolvem-se" infernizando a vida de outros que nada têm com eles e nada querem com eles.

Ah, bom, então, Sinhá, cadê "seu" padre para que o Espírito Santo ilumine os analfabetos piolhentos, lesados pela corrupção endêmica? Isso eu posso pedir, não posso? Porque pedir que sejam exterminados é ser nazista, fascista. Posso pedir, também, "seu" padre, para que os corruptos se aposentem o mais breve possível? Que não tenham descendentes que continuem a seguir as pegadas sujas dos pais? Considere, por favor, esses pedidos, pois não sou nazista, neonazista, fascista, neofascista, não ordenei o massacre do Carandiru e continuo no "poder" e perseguindo meus objetivos criminosos. Parodiando: "Perdoai-os, Pai, pois sabem o que fazem, mas não fazem o que deveria ser feito". Eu pedi perdão a eles, Pai, mas não sou obrigada a perdoá-los. Posso desejar que morram com a boca cheia de formiga. Isso eu posso.

“Uma boa lei pressupõe as piores ações e os piores sujeitos” sexta-feira, jun 27 2008 

Essa frase foi destacada da inserção anterior O segredo do pensamento negativo que, mesmo que não possa ser lido, servirá de mote para o que digitarei a seguir.

Faz parte do parágrafo final do texto, sobre a melhor forma de melhorar o mundo: só se faz isso com pessimismo, pois o pessimismo está na raiz de todas as coisas que garantem uma boa vida atualmente. Leia e aprenda, como eu aprendi, a partir de um texto informativo:

"Para garantir paz a seus cidadãos, a defesa militar de um país precisa levar em conta o pior cenário de guerra. O sistema político que mais assegura a democracia é o que divide direitinho o poder entre o Judiciário, o Legislativo e o executivo, prevendo que um vai querer cortar as pernas do outro [meu destaque]. Uma boa lei pressupõe as piores ações e os piores sujeitos. Como disse o dramaturgo americano David Mamer, num artigo publicado em abril, a Constituição dos EUA funciona espetacularmente bem porque ‘em lugar de sugerir que nos comportemos todos como deuses, reconhece que as pessoas são porcos e aproveitarão qualquer oportunidadade que lhes aparecer para subverter qualquer pacto, visando a defender o que consideram ser seus interesses próprios’. Na verdade, existe aí um motivo para ser otimista. Se pensarmos sempre negativamente, se desconfiarmos sempre do nosso caráter, talvez exista uma possibilidade, mesmo que bem pequena, de as coisas darem certo".

Portanto, todos os pacotes sociais, como por exemplo o PAC – Plano de Aceleração ao Crescimento, se não foi pensado, primeiramente, nas brechas que os corruptos e corrompidos utilizarão para obter lucro pessoal de uma camarilha, como estamos confirmando que existe, por meio da Operação João de Barro (e não adiantou um jornal ou outro, uma pessoa ou outra denunciar, foi preciso que uma operação, cujo espalhafato é justificável para acordar os mal informados ou mal intencionados) será encerrado, como sempre, com o dinheiro público distribuído aos que legislaram em favor próprio e se esqueceram, como sempre, de tomar as medidas preventivas para evitar a evasão dos recursos para bolsos e contas no exterior.

A revista Veja de 25 de junho de 2008, como muitos órgãos da imprensa falada e escrita – exceto os que vivem às custas "de", de rabo preso "com", exceto os veículos de comunicação que alienam, para não mostrar como estão envolvidos nos crimes do colarinho branco e colarinho de outras cores – abordou em textos como "E quanto aos bandidos sem farda?", de Marcelo Bortoli, "O cimento da tragédia", de Diogo Mainardi, "Tudo muito normal", de Roberto Pompeu de Toledo, todos a respeito da tragédia do assassinato de três jovens, no Rio de Janeiro, que foram entregues a traficantes do morro – rivais – por militares que, supostamente, deveriam estar patrulhando a obra de reforma das casas do morro da Providência. Numa alusão às camadas de tijolos, o texto de Roberto Pompeu de Toledo assim se exprime, e me permite ligar o fato de que as lei, os contratos, as licitações, as orientações às autarquias, ou seja, as "belezuras" das Portarias que, como lembram porta, escancaram as portas para a corrupção ativa da parte de funcionários e usuários desses meios para ganhar dinheiro fácil: "Camada n.º 5 – Os soldados, depois de meses de permanência, já se inserem, para o bem ou para o mal, no contexto local. Aparentemente, funcionam com rédea solta. Provocam e são provocados. Um advogado morador das redondezas dá queixa na polícia de espancamento, depois de ter sido obrigado a parar e identificar-se. Na manhã de sábado 14, os soldados julgam-se desacatados por três jovens que saíam de um baile funk. Detêm os rapazes. Normal".

Sinhá, cadê "seu" padre? que as pessoas, de modo geral, se aproveitam das falhas, dos casuísmos de legislações e portarias falhas, porque não foram escritas para os objetivos a que se propõem, mas como oportunidades de lucro político ou financeiro e, depois, quando tudo se tranformou num imenso bordel, punam-se os culpados. Onde encontrá-los e quem assumirá responsabilidades? Os ignorantes que abusam da autoridade que lhes é atribuída e, depois, para se defender, apresentam a legislação, a portaria? Onde estavam os verdadeiros cidadãos, quando as brechas nas leis e nas portarias deveriam ter sido apontadas?

Agora, ao ponto: as ruas de Itu, de acordo com o testemunho de qualquer pessoa, não suportam mais o número de veículos. Pedestres e veículos estão em guerra civil: quem será o mais mal educado?

Acontece que, além dos veículos particulares, todos em dia com suas taxas de IPVA, licenciamento e o que mais é necessário pagar para nascer, para viver e para morrer, concorrem com os lacaios do crime organizado, que circulam pelas ruas em carros "doados" a título de prestação de "serviços escusos", além de nenhuma garantia de que paguem pelo combustível que utilizam – e como rodam esses desgraçados! – e, não nos esqueçamos, também, dos que estacionam durante o período de "zona azul", sem que ninguém fiscalize em que mês, ano e hora colocaram cartões fajutos. Conseqüentemente, cidadãos honestos que precisam estacionar no centro da cidade, por um motivo ou outro, ficam rodando, rodando até atordoar, porque os parasitas que estacionam o dia inteiro, em finais de semana também, não evacuam nem desocupam a vaga para que outro possa estacionar.

Transformar o centro de Itu em calçadão? Só na cabeça de mal intencionado, que não pensa na infra-estrutura necessária para isso, tal como renovação da rede de abastecimento e de esgoto, fiação elétrica subterrânea, educação de motoristas e de transeuntes, pois ambos apresentam atitudes típicas de lacaios do crime oroganizado, ou seja, nenhum senso do que seja cidadania, além de, ao passar por mim, em hostes de hunos, godos e visigodos, me esnobar, empurrando-me contra a parede ou para que eu caia na rua e um carro passe por cima de mim, olhando-me, de cima a baixo, como seu eu fosse da laia desses piolhentos, mal formados e mal informados.

Mais recentemente, a exigência, para renovação de Carteira Nacional de Habilitação, de comprovar residência por meio de uma conta de água, de luz ou de telefone, mas tem que ser original. De acordo com telefonema que dei ao Ciretran – 4023 10 65 – e logo após ser "cobrada" sobre minha identidade, ao perguntar de onde parte a instrução de que a pessoa deve apresentar o original da conta para comprovar residência – e isso depois de todo o escândalo de carteiras de habilitação falsas – no dia 26/06/2008, a funcionária me orientou a passar depois da "uma" (leia-se treze horas) que, na recepção mesmo do Ciretran, me seria oferecida a Portaria (palavra mágica que justifica o injustificável) que exige que o documento seja o original. Será que alguém parou para pensar o prejuízo moral e financeiro que eu teria por, IGNORANTEMENTE (atenção, mal intencionados, eu assumo minhas ingorâncias e são muitas), no dia 12/06/2008, ter cedido uma conta da CPFL que venceria só no dia 20/06/2008? Se eu não tivesse tirado uma cópia da conta, na minha impressora, e a conta não estivesse em débito automático e eu não tivesse acesso à Internet, teria que pagar por uma segunda via da conta, sem tempo hábil para quitá-la no dia do vencimento. Liguei para a CPFL e, de acordo com informação do departamento jurídico, não há amparo algum para exigir o original da conta como comprovante de residência. Pois é, no ano passado, 2007, para comprovar residência na agência dos Correios de Itu e "hierarquicamente superiora à funcionária" dos Correios não a orientou a exigir de mim o extrato bancário que comprovaria que a conta da CPFL que eu estava apresentando, estava paga de fato? Exigência dos Correios? Não! Comprovei depois, pois entrei em contato com os Correiros. Foi abuso de autoridade de uma lacaia do crime organizado, sem dúvida! Mais uma "portaria" a se abrir para que minha conta bancária fosse invadida por hackers e crackers, lacaios do crime organizado.

Agora, o que eu faço com a "Portaria" que, segundo a funcionária do Ciretran, exige original de documentos como comprovante de residência? Leis, portarias elaboradas por quem sabe muito bem como cometer crime? Ah, tenho que provar? Por que a tal portaria que exige original de comprovante, para comprovar residência, nunca foi questionada até a presente data? O despachante policial – que enfrenta essa situação há quanto tempo mesmo? – a CPFL e o Ciretran nada podem fazer. Quem pode, então? Este país é ou não é um bordel, onde o crime organizado é o cafetão (ou a cafetina) e "pede a cada estrela fria um brilho de aluguel"?

Quem legisla neste país? Sinhá, cadê "seu" padre, que, enquanto educadora, enxuguei gelo e fui tachada, por alunos, por outros professores, por diretores, por supervisores, por funcionários de escola como "louca". Não por todos. Só que os que abusam de seus privilégios de criminosos é que contam!

De fato, ser usada por parasitas para ser aquela que denuncia o que esses parasitas não podem ou não têm condição de denunciar cansa minha beleza, meu talento e meu charme.

As leis, antes de serem aprovadas (e todas as suas subdivisões) devem ser muito bem pensadas com relação às brechas que permitem que "portarias" prevaleçam ao direito cidadão.

Publique-se, sem revisão.

 

Espaço SINHÁ, CADÊ "SEU" PADRE?

O mais recente golpe dos hackers e crackers, lacaios do crime organizado, contra meu micro sexta-feira, jun 27 2008 

O mais recente golpe desses estelionatários é ter "danado" meu micro de tal maneira, no intuito de me forçar a desistir de clicar no site The Breast Cancer Site (o que faço, diariamente, desde 2002, a partir da recomendação feita por minha prima, Maria Adelaide), bem como desistir de navegar pelo MSN e manter meu blog no MSN.

Pois bem, os estelionatários, junto atualizações necessárias, sejam do Norton ou da própria Microsoft, satisfizeram a libido torta (são impotentes sexuais e intelectuais, nada faz com que tenham mais intelecto ou "consigam" todo mundo sabe o quê) e, assim, porque contaminaram minhas atualizações com todo o tipo de lixo moral e de recursos de informática, recebo, constantemente, aviso de "Memória virtual baixa", seguido de um aviso incompleto para sanar esse problema (junto com o aviso, o micro se torna absolutamente lento, supostamente porque está sendo "repaginado"; é óbvio que se trata, na verdade, de um recurso que foi "enfiado" em meu micro, para dar tempo aos estelionatários para que mexam e remexam em meus documentos do Word, nas minhas imagens, nas minhas músicas, enfim, em tudo o que está arquivado nele (e que os técnicos em informática, que são lacaios do crime organizado (atenção para a oração subordinada adjetiva restritiva, o que significa que nem todos os técnicos em informática sejam lacaios do crime organizado; apenas os que querem arranjar uma "boquinha" como funcionários de segurança em infórmática) e, eventualmente, como o que está acontecendo não é apenas esse aviso de que a memória virtual está baixa, mas, também, ao abrir o site do Câncer de Mama, para clicar em todos os rótulos gratuitamente, os estelionatários conseguiram com que não feche mais a mensagem diária que me é encaminhada, para não me esquecer de clicar todos os dias, e, assim, o Windows Live Messenger fecha, literalmente, o "hotmail".

Como o meu micro não abre e fecha, mas taxia, como os aviões, na decolagem e na aterrissagem, perco um tempo danado e, apesar do aviso (fajuto) para reportar essa falha à Microsoft, o fato de não estar sendo resolvido me leva a acreditar naquilo que todos já sabem: ninguém sofre ação criminosa se não houver ajuda de funcionários, sejam eles de que empresa for, de que provedor for, de que terceirizada for.

Quanto aos técnicos em informática, que são lacaios do crime organizado, quando chegam com aqueles cds em que fazem o back-up de tudo o que meu micro contém, quem me garante a integridade desse cd? Em quais outros micros o cd já foi inserido? Quando devolvem o back-up para meu micro, quem me garante que não está instalando uma bomba-relógio junto, permitindo que, quando aciono o botão do estabilizador, pelo fato de meu micro, para abrir, ter que taxiar, os criminosos já não estão com a minha tela e o conteúdo de meu micro aberto no deles antes de mim?

Isso quando se consegue que o técnico em informática "conserte" o micro na nossa frente, pois, usualmente, levam a minha CPU para sabe Deus onde, longe dos meus olhos, portanto… será que preciso acrescentar mais?

Tudo que tenho no micro, da Microsoft, é legalizado. Todos os técnicos em informática só trabalham com produtos legalizados ou os lacaios do crime organizado só trabalham com pirataria, para faturar dos dois lados: com o produto pirata, pelo qual não pagam nada, baixam em qualquer endereço eletrônico salafrário e, junto, toda a poluição em informática, e dos patrões do crime organizado, aqueles que, como ladrões de carro, encomendam aos lacaios em informática a marca, o tipo, o ano, de qual dono querem os arquivos de micro.

Bem, há quinze dias, para acessar as mensagens do site do Câncer de Mama, voltarei para clicar na mensagem do dia de hoje, pois a mensagem de ontem não finalizou, a não ser fechando todo o Windows Live Messenger.

Não mudarei nem sairei do Messenger nem do provedor que assino (e pelo qual pago desde 1996), pois, um dia, a casa cai e não será a minha que cairá.

Isto será publicado sem correção. Se reler, encontrarei orações incompletas, pensamentos incompletos ou erros de digitação. Como detesto ser lida por ignorante, por impotente sexual e intelectual, acredito que os que não sofrem dessas deformações de caráter tenham entendido o que digitei.

Ah, é mesmo! Não sou lida, exceto pelos que danam meu micro. Que esquecida! VADE RETRO, ASSEDIADORES MORAIS!

A “Nossa Caixa” comprou a folha de pagamento dos funcionários públicos para que mesmo? quarta-feira, maio 21 2008 

Ah, é! A "Nossa Caixa" comprou a folha de pagamento dos funcionários públicos do Estado de São Paulo, por mais de oito bilhões de reais, "in cash", do Governo do Estado de São Paulo (PSDB há dezesseis anos no "pudêr" e no desvio de dinheiro público), para entre outras "benfeitorias", investir na CPTM (Companhia Paulista de Trasnportes Metropolitanos, que inclui os trens que, hoje, deram um prejuízo moral e financeiro para a população que o utiliza e para a cidade de São Paulo inteira) e para investir, também, nos rombos do Metrô paulista. Há duas outras "benfeitorias", tais como, reforma e construção de fóruns e qualquer coisa a ver com rodovias, cujos postos de pedágio ainda não foram privatizados.

Então, Sinhá, cadê "seu" padre, que, embora sem intervenção da associação dos funcionários públicos, do sindicato dos professores do Estado de São Paulo, fui obrigada a abrir conta na Nossa Caixa e, para receber minha merreca de aposentadoria, não posso transferi-la para o banco de minha opção sem diexar, atualmente, treze reais e cinqüenta centavos a título de manutenção da conta?

Sinhá, cadê "seu" padre, que ninguém, ninguém, nem mesmo o advogado a quem recorri essas denúncias tiveram o poder de sensibilizar associações, sindicatos e a sociedade, de modo geral, para que acordassem e se revoltassem com o que estava sendo feito? O Poder Judiciário acreditou, mesmo, que o dinheiro seria repassado para que a defasagem entre o que se espera do Poder Judiciário e o que é a realidade diminuísse? Conheço um fórum que está sendo reformado há meses, mas a placa diz que é mérito da Prefeitura da cidade. Então, o Governo do Estado repassou MEU dinheiro suado, honesto para que as prefeituras façam campanha política com o dinheiro público, como sempre?

Por que os trens metropolitanos causaram tamanho prejuízo moral e financeiro na data de hoje, dia 21/05/2008? Falta de investimento? Falta de recursos financeiros? Quem nos esclarecerá sem se apegar a "razões político-partidárias"? Eu não pretendo votar em nenhum sindicalizado, portanto, não serei demovida de meus objetivos por alguém denunciar o óbvio! Quando qualquer pessoa denuncia o óbvio, já fico com os dois pés atrás e me pergunto, sempre, por que não fez isso no momento correto? Por que não deu a "cara para bater" no momento certo? Depois, com na lenda, não adianta colocar Inês no trono, pois está morta e fedendo.

Por que a associação dos funcionários públicos do Estado de São Paulo, o sindicato dos professores do Estado de São Paulo não agiram no momento exato em que os funcionários públicos estavam sendo prejudicados, em todo o sentido dessa palavra, no plural, ou seja, sendo usados e lesados por serem usados? Será que estão aguardando o momento "oportuno" para isso? Nesse meio tempo, o que foi feito com os mais de oito bilhões de reais que a Nossa Caixa entregou nas mãos desse governo corrupto há mais de dezesseis anos? Como poderá ser recuperado? A resposta está no poema "O corvo": nunca mais!

Quem pagará meu prejuízo moral e financeiro desde janeiro de 2007, quando tenho sido punida com descontos, em minha ridícula aposentadoria que não foi conseguida por meios ilícitos, e pelo prejuízo da população inteira do Estado de São Paulo que não ganha dinheiro fácil nem vive às custas de dinheiro público?

Então, Sinhá, cadê "seu" padre?, é, mesmo, uma pergunta retórica, porque enquanto o padre evangeliza para que sejamos cristãos, os hipócritas, os fariseus se apresentam, em época de eleição, como os salvadores da Pátria. Usualmente, foram eles mesmos que causaram os prejuízos, as mortes, os scuicídios, as prisões de inocentes que foram transformados em réus pelos que, de fato, cometeram os crimes.

Cadê os mais de oito bilhões de reais que a Nossa Caixa pagou ao Governo do Estado de São Paulo e os está recuperando às custas de quem não devia nada, como é o meu caso? Aliás, o Estado de São Paulo me deve! O País inteiro deve à minha família, por ser otária, pagar os impostos, assistir a esses impostos irem parar em bolsos alheios e em contas no exterior, ter pessoas da família honestas que se mataram por causa do inferno em que os criminosos do colarinho branco transformaram suas vidas…

Quem berrará, agora, que Inês é morta?

Hackers são bandidos, sim sexta-feira, abr 18 2008 

Hackers e derivados são bandidos, porque, psicopatas, são, também, estelionatários.
De libido desvirtuada, só conseguem gozar, porque são impotentes sexuais e intelectuais, quando concretizam suas invasões, por meio de endereços eletrônicos que clonam e, infelizmente, dentro de empresas de segurança em informática ou empresas que terceirizam serviços e utilizam QUALQUER UM, sem preocupar-se com os antecedentes criminais ou a estabilidade mental desses contratados.
A mais recente prova é o envio de mensagens, utilizando a empresa COMPRA FÁCIL, para meus dois endereços eletrônicos de que o pedido que fiz – não fiz pedido algum – está a caminho.
De que adiantaria avisar a empresa, por telefone, de que está sendo usada para o envio de mensagens falsas que carregam links que nos levam a páginas falsas, para a captura de nossos dados (phishing) ou que nos infectam com vírus, se nossos telefonemas são interceptados por hackers de telefonia (a empresa telefônica, por meio de atendentes tercerizados, jura, de pés juntos, que não há centrais clandestinas, que não há funcionários desonestos) e entregamos o mapa da mina e o ouro para os bandidos?
Só há uma solução: repetir o que escrevi para os hackers e os demais nomes que esses lacaios do crime organizado recebem.
Como sempre escreveu o baiano João Ubaldo Ribeiro: quem quiser reclamar, envie carta para o redator chefe. Como eu sou a redatora chefe do meu blog… reclamem com o bispo, porque Sinhá, cadê "seu" Padre não responderá às críticas. Monte seu blog, salafrário, mas não use micro alheio, nem endereço eletrônico alheio, para seus crimes. "Haqueie" o micro daquela que o pariu ou, se souber quem é seu pai biológico, tome satisfação dele por que não lhe deu educação, senso de cidadania.

Hackers sao bandidos, sim

Sinhá, cadê “seu” padre? Para avisar que hackers são bandidos, sim!

            Inicio com uma série de frases feitas, de chavões, mas com informações também. Li o texto da Superinteressante com a maior boa vontade e imparcialidade possível e quero discutir idéias. Ao citar o nome da empresa de segurança em informática que contrata hackers para invadir o sistema dos clientes “na cara deles”, pretendo fazer o paralelo entre o real e o virtual: quem trabalha e é honesto vale menos do que delinqüentes que conseguem tudo, inclusive ótimos salários. Retomo portanto, os conceitos de trabalhadores versus aventureiros. Hackers são aventureiros, parasitas, psicopatas, corruptos e corruptíveis. Quem nos garante que, ao trabalhar em empresas de segurança em informática não se “leiloem” a quem pagar mais? Ah, vai ver são tão bem vigiados quanto os terceirizados que nos atendem para associar-nos e, quando queremos nos desassociar, cancelar assinaturas, salve-se quem puder! Todos são descomprometidos, como é a lei da selva, do capitalismo selvagem.

1)       Há cinco milhões de psicopatas no Brasil. Não adianta tentar “curá-los”, não têm cura. Psicopatas não têm simpatia, não conseguem ter empatia (capacidade de se colocar no lugar de outro ser vivo) e quando parecem ter, estão fingindo, para alcançar objetivos pessoais. Especialistas dizem que não adianta castigá-los, puni-los para que “endireitem” (apresentam os “sintomas” em tenra idade) e sejam como a maioria da sociedade, pois a psicopatia é parte integrante do ser psicopata, como se tivesse um gen defeituoso. Por esse motivo, são marginais, vivem à margem da sociedade. Na maioria absoluta das vezes, são “171” (artigo do Código Penal, estelionatários), praticam crimes denominados “contos do vigário”, passam a mão no dinheiro público com a maior cara lavada e se consideram “justiçados” ou “justiceiros”. São malandros, assim como são os malandros de “Auto da Compadecida”, que são perdoados por Nossa Senhora, Mãe de Jesus, porque se defendem (no raciocínio torto de corruptos), com suas malandragens, da injustiça, da opressão praticada por “coronéis”, os donos do poder econômico. Acreditam, piamente, que “ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”, mas jamais se consideram ladrões (ficam ofendidos, “meu amor, não sou hacker”, vade retro, satanás), porque estão roubando dos ricos para dar aos pobres, no caso, os pobres são eles mesmos. E o amor é lindo!

2)       Pessoas de intelecto pouco desenvolvido (os piolhentos, os lesados pela corrupção de mais de 500 anos), psicopatas não conseguem distinguir realidade de ficção e, desse modo, utilizam o subterfúgio de ter “visto na Rede Globo” ou numa outra imbecil que quer fazer concorrência e, sem conseguir interpretar (piolhento não sabe ler no sentido pleno da palavra, foi lesado já no útero), utiliza-se de argumentos, sofismas e outros recursos, mesmo que não saiba o significado disso, para justificar o injustificável.

3)       Trambiqueiro, malandro ou “esperto” só conhece direitos. Sempre existiram, porém em menor número, cada cidade do país conhecia, muito bem, cada trambiqueiro, malandro ou “esperto”. O tempo passou, elaborou-se um estatuto de proteção ao menor e ao adolescente (ECA!) de primeiro mundo, mas se esqueceram da tal da justiça social (ou seja, para leis de primeiro mundo, é preciso que exista uma sociedade de primeiro mundo) para que esse estatuto pudesse ser posto em prática. Porém, foi colocado em prática, com interpretações, muitas vezes, de tal ignorância ou má fé que, agora, todos perguntam: “Sinhá, cadê ‘seu’ padre, que ninguém segura esses criminosos de menor idade?”. Como os legisladores são, na maioria absoluta das vezes, raposas velhas, sabiam, de antemão, que esse estatuto geraria lucro: o voto dos adolescentes delinqüentes que, podem até matar, mas por serem menores de idade, quando alcançam a maioridade, as “folhas corridas” zeram. Aliás, para proteção deles, nem “folha corrida” existe. Construíram instituições para reeducar esses jovens. Como tudo no país, não funcionaram, pois os vícios de uma sociedade apodrecida ali estavam, escancarados. Mudaram o nome da instituição, ou seja, mudaram as moscas. Por que será que hackers, cracker são tão jovens? Não confiam em ninguém com mais de trinta anos? Ora, faz décadas que os filhos de mães “independentes” sabem que quem os sustentará, para o resto da vida, é uma mulher! A sociedade criou cafetões com registro de nascimento, RG, CPF, endereço conhecido, mas a ética pública prevalece sobre a ética particular. “Menino, tenha respeito por aquela que o criou”. “Por quê? Ela não me dá o que quero, é obrigação dela me dar tudo o que quero!”. Há uma diferença enorme em adolescente saudável que quer tudo o que pode querer e psicopata que pensa só ter direitos. Um entende, na marra, que não pode ter, pois dinheiro não é capim. Outro jamais entenderá e se apossará do que não lhe pertence.

4)       Leu no texto “Como funciona a cabeça de um corrupto”, que o colonizador usufrui a mãe sem o interdito do pai? A mãe é a sociedade, o pai é o Estado e o psicopata, o corrupto (o colonizador) se locupleta às custas do dinheiro recolhido da sociedade, porque o Estado não gera dinheiro, não é uma empresa, portanto tem que tirar dinheiro da sociedade por meio de taxas, impostos, empresas terceirizadas, empresas públicas tornadas privadas etc e tal, sem que o pai (o Estado) imponha limites, punições e, obrigatoriamente, correção no comportamento. Estabelecida a bacanal, a libertinagem, não há como impor a liberdade, pois a liberdade pressupõe consciência de Ética, assim como a liberdade pressupõe o livre arbítrio (saravá, Prof. Marins) e o livre arbítrio pressupõe que, se a escolha foi errada, o “livre-arbitrador” terá que agüentar as conseqüências dessa escolha. Como o Estado não interdita aqueles que deveria interditar (não pune os que merecem punição, entope o sistema carcerário com os malandros representados em “Auto da Compadecida”, deixa para fora os que comandam a roubalheira e lhes dá novos períodos legislativos ou finge que não sabe que os verdadeiros “patrões” se escondem por trás de quem tem mandato legislativo, enfim, não tira a liberdade de quem precisa ser contido) a suruba está disseminada, de norte a sul, de leste a oeste e todas a subdivisões. Pensou que eu estava defendendo a ditadura, o nazismo? Não, você é que é ditador, nazista, fascista, xiita, fundamentalista, mas banca de “democrata”, apenas quando lhe interessa. Alegar que sou nazista, ditatorial é estratégia de estelionatário, aquele que acusa porque sabe ser criminoso.

5)       Muito bem explicado, o texto mencionado da Superinteressante nos relembra que não existe uma ética pública e uma ética privada, do mesmo modo que a mulher de César não tem apenas que parecer séria, mas tem que ser séria ou que não existe estar “um pouco” grávida. Ou é ou não é. Ou está ou não está. Simples leis da Física demonstram essas verdades.

6)       Estamos “carecas” de saber que informações obtidas por meio de “escutas” ilegais não condenam criminosos, mesmo que saibamos que são criminosos. A lei não funciona com o coração, funciona de acordo com um rígido entendimento de legal ou de ilegal, de justo ou injusto. É certo que os “casuísmos” transformam advogados em “feras” disputadas por aqueles que têm dinheiro para pagá-los.

7)       Como todos, sem exceção, querem se destacar em algo – sem exageros, isso é até sadio; porém quando a mentalidade é a de “pertencer” ou ser “exclusivo” já é caso de doença, de psicopatia – aquele que consegue se destacar é disputado com unhas e dentes, para que pertença ao “quadro” e traga mais dinheiro. Vichi, este item dá um livro.

8)       A sociedade tolerou os bicheiros, perdeu o controle sobre os bicheiros. A sociedade tolerou os menores infratores, perdeu o controle sobre os que se tornaram adultos e os que se tornarão adultos. A sociedade perdeu o controle sobre a paternidade responsável, sobre o exercício da sexualidade responsável (aquela que evita doenças sexualmente transmissíveis, desencoraja a promiscuidade, a gravidez indesejada) e, assim, a paternidade passou a ser responsabilidade de avós e, na ausência deles, dever do Estado – mas o número de abandonados cresceu – e criou-se um círculo vicioso, pois o Estado só participa daquilo que lhe dê lucro, não investe em sociedade organizada, espera que a sociedade organizada se resolva sozinha. A sociedade tolerou as roubalheiras do dinheiro público (cada um disputando o seu quinhão, quem denunciasse se tornaria réu) até que perdeu, de tal maneira, o controle que se tornou ético ser um ladrão; otário é quem vive de modo honesto. Típico comportamento e pensamento de psicopata, de corrupto.

Agora, querem me convencer que, quando o virtual reproduz o real – hacker é do bem? Que quem sempre invadiu meu micro ou me vigiou ou me ouviu até dentro de minha casa estava prestando um serviço? Que quem contava aos alunos sob minha responsabilidade tudo o que eu preparara no micro e copiara – às minhas custas – antes que eu apresentasse em sala de aula (quando não havia uma equipe qualquer de saúde bucal, por exemplo, que me impedia de executar o que passara o dia preparando para aquele dia de aula) estava me prestando um serviço, mostrando as falhas de segurança, mas não me prevenindo sobre isso? Que esses carros funerários que circulam ao meu redor, quando ando pelas ruas, estão me protegendo? Protegendo-me de quê? De uma promoção que não pedi? Querem me convencer de que o “mouse” que trava, a tela que trava, a demora para navegar são problemas do meu micro? Querem me convencer que os lobistas, mortos de fome, que precisam “enfiar goela abaixo” o que promovem, para sustentar seus impulsos distorcidos estão a meu serviço? Ei, nada é gratuito! Querem me convencer que sou musa inspiradora? Ou, como dizia minha sobrinha, na sua santa ingenuidade de cinco ou seis anos, mula respiradora? Querem me convencer que os constantes avisos de que a memória virtual está baixa não é interferência de hackers, crackers em busca de uma “boquinha” às minhas custas e às custas de meu prejuízo moral e financeiro, além de se exibir, de modo indecente, para que eu saiba que há um calhorda ali, mesmo que não haja conexão com cabo? Que o aviso que recebi, logo após renovar – paga em dinheiro – a proteção do micro, de que se esse canalha fosse mal intencionado teria invadido meu micro e esse aviso estava numa das pastas vitais de meu micro, que eu atentasse para falhas de segurança? Vá te catar e masturbe-se às custas de outra vítima, não de mim, canalha! Está à procura de “brecha”? Ache a da sua mãe, a da sua irmã. E querem me convencer que assediador é do bem? Assediador é criminoso com libido psicopata, que precisa de estímulos anormais para se excitar e chegar ao orgasmo. Isso é hacker, cracker e toda a quadrilha para mim: são escaladores, usam outros como corrimão, escada, trampolins, para conseguir os objetivos pessoais doentios que perseguem; do mesmo modo que os parasitas do mundo real fazem. São recalcados que sonham com bens materiais, fuçando, como suínos capados, micros de outras pessoas para que se tornem “visíveis” para empresas que os contratam de modo criminoso, pois contratam criminosos – muitos deles menores de idade – estimulando-os a permanecer como são: criminosos que, quando adultos, quando não forem mais úteis, assim como os suínos capados são abatidos, serão lançados à marginalidade. Técnicos em informática hackers, crackers? São lacaios do crime organizado, pois injetam veneno em nossos micros (precisam do crime para se excitar, lembram-se?) e são tão tontos e pobres de espírito que justificam tudo no estilo “o amor é lindo!”.

A ICTS – aprendi no texto da Superinteressante – é uma multinacional israelense de segurança de informação que presta serviços para várias empresas e está há dez anos no Brasil. Utiliza mão-de-obra hacker tanto do Brasil quanto de Israel, fazendo testes de invasão. Quantos dessa “mão-de-obra” são éticos pelos parâmetros da sociedade? Sabemos que não há crimes reais ou virtuais sem que haja “ajuda”, “colaboração” de funcionários, o famoso “trabalho interno”. Então, por que devo aceitar ser assediada (invasão de micro é assédio moral, prejuízo moral e financeiro), ter os arquivos do micro invadidos, minha vida pessoal vigiada e PAGAR por isso? Que diferença há entre os que fazem isso e os integrantes do crime organizado? Sempre avisei, com todas as letras e força pulmonar que não sou mulher de malandro, que apanha, ajoelha-se e pede mais, pois é doente. Nunca houve uma consulta pessoal ou por escrito para ter essa permissão de invasão de privacidade. Ao contrário dos calhordas, não pratico isso contra eles para me defender. Afinal, defender-se praticando crime é Lei de Talião, olho por olho, dente por dente e o Código de Hamurabi é base da Ética, mas não pode ser praticado pela legislação moderna. Eu li “1984” e não entendo como boçais queiram praticar o conteúdo do livro, como se vivêssemos no virtual o tempo todo, 24 horas por dia, a não ser que seja técnica de tortura psicológica de psicopata.

“Para mostrar que os hackers são necessários, empresas de segurança em informática invadem o sistema dos clientes na cara deles”. E eu sendo chamada de louca, com mania persecutória por afirmar que doentes mentais mexem e fuçam em meu micro desde o primeiro momento em que o conectei à Internet? E, naquela época, era tecnologia de fios telefônicos! Logo depois, passou a ser por meio de satélite. Meu toca CDs sendo danificado por um otário que o paralisava: “anjo, anjo, anjo…”. E, agora, vai trocar o leitor de CD ou vai me dar um novo? Claro, fiquei com o prejuízo. E eu pagando para ser invadida por um bando de dar ânsia de vômito por ter que considerá-los seres humanos? E ter a agressão, na cara, de ler um recado de que havia uma “brecha na segurança” do recém-renovado pacote de segurança, para que outras empresas de segurança em informática se autopromovam às minhas custas, com meu dinheiro suado e honesto, tendo que reformatar muitas vezes o micro antigo e o atual, por causa desses calhordas? Com calhordas “segurando” minha navegação a ponto de, em vez de inserir o endereço eletrônico, inserir a senha e ter que trocá-la, só para que eu recebesse, na cara, o entendimento de que, não importa quantas vezes troque a senha de acesso, sabem minha senha assim que a troco? E avisando ao UOL que já instalei e reinstalei o AntiSpam e o pacote de segurança alerta que bloqueou o Banking Infostealer (um cavalo de tróia que rouba senhas e informações bancárias) que está, certamente, atrelado ao “serviço terceirizado”  e funcionários, por escrito e por telefone, tentam me convencer que o problema é o pacote de segurança?

E eu sendo chamada de louca, com mania persecutória, porque percebo, claramente, que o destinatário de minhas mensagens eletrônicas não foi o autor da resposta, que o meu interlocutor, no Messenger, não é, de fato, com quem supostamente deveria estar conversando, com a imagem do interlocutor sendo repetida à exaustão, dia após dia, e não coincidindo com o que está falando ou com o momento em que está digitando? E por qual razão o meu diálogo não se concretiza por microfone, enquanto meu interlocutor me avisa que não tem problemas com outros? Dá licença, foi um técnico em informática que o formatou!

Quem são esses imbecis? Vivem à custa de adrenalina, endorfina ou de drogas ilícitas? E ainda têm a audácia de fazer com que lacaios, ao meu redor, demonstrem saber tudo o que digitei, falei, comi, interrompendo-me exatamente no momento em que não deveriam me interromper, apenas para demonstrar que sabem o que falo, o que como, onde estou, para onde vou, com quem vou, de que modo me locomoverei. Vade retro, satanás!

Quem contrata hackers, para variar, poderia fazer um grande favor? Que tal contratar profissionais honestos e valorizar os que merecem, de fato, ganhar os salários que esses cafajestes crackers, hackers menores de idade ou já distorcidos pelo “passado de experiência” e demais denominações odiosas ganham, duas vezes o salário de um educador, já no início, e, mais à frente, com a “experiência”, dez vezes, ou mais, o salário de um policial honesto? Que tal, então, preparar os educadores (que ganham uma miséria e são humilhados por ESTELIONATÁRIOS dentro de sala de aula) para que orientem esses ESTELIONATÁRIOS MENORES DE IDADE a não fazer o que fazem, visto que os pais perderam o controle sobre suas crias mal-criadas? Que tal investir esse conhecimento em pessoas bem formadas que exerçam a função de policiais, os que deveriam estar fazendo segurança, pois essas são suas atribuições, e não terceirizar as funções dos funcionários públicos, deixando-os, para variar, à margem da sociedade, humilhando-os, desacreditando-os?

“Mamãe, quando eu crescer, quero ser hacker”. Antigamente, era jogador de futebol. Logo, os hackers terão empresários que levam a maior parte da grana.  

Certo, todos têm um lugar ao sol, inclusive as empresas de segurança privada do real e do virtual, mas a concorrência poderia ser mais leal? O Estado não está nem aí e, comprovadamente, na minha atuação de EDUCADORA, é o maior gigolô de todos, tolerado há 500 anos e, agora, não há Sinhá, cadê ‘seu’ padre que solucione essa mentalidade do salve-se quem puder.

Como não há a quem recorrer, “Sinhá, cadê ‘seu’ padre?”.

Afinal, o raio-X foi um avanço extraordinário para o diagnóstico, mas provoca doenças e mata, por excesso de exposição e pelo componente que utiliza, o césio. A bomba atômica foi um avanço do raio-X, mas mata! Hackers e crackers são conseqüência do desenvolvimento da informática, mas matam, porque foram tolerados e, hoje, são utilizados para segurança em informática.

 

Hackers sao bandidos, sim sexta-feira, fev 29 2008 

Sinhá, cadê “seu” padre? Para avisar que hackers são bandidos, sim!

            Inicio com uma série de frases feitas, de chavões, mas com informações também. Li o texto da Superinteressante com a maior boa vontade e imparcialidade possível e quero discutir idéias. Ao citar o nome da empresa de segurança em informática que contrata hackers para invadir o sistema dos clientes “na cara deles”, pretendo fazer o paralelo entre o real e o virtual: quem trabalha e é honesto vale menos do que delinqüentes que conseguem tudo, inclusive ótimos salários. Retomo portanto, os conceitos de trabalhadores versus aventureiros. Hackers são aventureiros, parasitas, psicopatas, corruptos e corruptíveis. Quem nos garante que, ao trabalhar em empresas de segurança em informática não se “leiloem” a quem pagar mais? Ah, vai ver são tão bem vigiados quanto os terceirizados que nos atendem para associar-nos e, quando queremos nos desassociar, cancelar assinaturas, salve-se quem puder! Todos são descomprometidos, como é a lei da selva, do capitalismo selvagem.

1)       Há cinco milhões de psicopatas no Brasil. Não adianta tentar “curá-los”, não têm cura. Psicopatas não têm simpatia, não conseguem ter empatia (capacidade de se colocar no lugar de outro ser vivo) e quando parecem ter, estão fingindo, para alcançar objetivos pessoais. Especialistas dizem que não adianta castigá-los, puni-los para que “endireitem” (apresentam os “sintomas” em tenra idade) e sejam como a maioria da sociedade, pois a psicopatia é parte integrante do ser psicopata, como se tivesse um gen defeituoso. Por esse motivo, são marginais, vivem à margem da sociedade. Na maioria absoluta das vezes, são “171” (artigo do Código Penal, estelionatários), praticam crimes denominados “contos do vigário”, passam a mão no dinheiro público com a maior cara lavada e se consideram “justiçados” ou “justiceiros”. São malandros, assim como são os malandros de “Auto da Compadecida”, que são perdoados por Nossa Senhora, Mãe de Jesus, porque se defendem (no raciocínio torto de corruptos), com suas malandragens, da injustiça, da opressão praticada por “coronéis”, os donos do poder econômico. Acreditam, piamente, que “ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”, mas jamais se consideram ladrões (ficam ofendidos, “meu amor, não sou hacker”, vade retro, satanás), porque estão roubando dos ricos para dar aos pobres, no caso, os pobres são eles mesmos. E o amor é lindo!

2)       Pessoas de intelecto pouco desenvolvido (os piolhentos, os lesados pela corrupção de mais de 500 anos), psicopatas não conseguem distinguir realidade de ficção e, desse modo, utilizam o subterfúgio de ter “visto na Rede Globo” ou numa outra imbecil que quer fazer concorrência e, sem conseguir interpretar (piolhento não sabe ler no sentido pleno da palavra, foi lesado já no útero), utiliza-se de argumentos, sofismas e outros recursos, mesmo que não saiba o significado disso, para justificar o injustificável.

3)       Trambiqueiro, malandro ou “esperto” só conhece direitos. Sempre existiram, porém em menor número, cada cidade do país conhecia, muito bem, cada trambiqueiro, malandro ou “esperto”. O tempo passou, elaborou-se um estatuto de proteção ao menor e ao adolescente (ECA!) de primeiro mundo, mas se esqueceram da tal da justiça social (ou seja, para leis de primeiro mundo, é preciso que exista uma sociedade de primeiro mundo) para que esse estatuto pudesse ser posto em prática. Porém, foi colocado em prática, com interpretações, muitas vezes, de tal ignorância ou má fé que, agora, todos perguntam: “Sinhá, cadê ‘seu’ padre, que ninguém segura esses criminosos de menor idade?”. Como os legisladores são, na maioria absoluta das vezes, raposas velhas, sabiam, de antemão, que esse estatuto geraria lucro: o voto dos adolescentes delinqüentes que, podem até matar, mas por serem menores de idade, quando alcançam a maioridade, as “folhas corridas” zeram. Aliás, para proteção deles, nem “folha corrida” existe. Construíram instituições para reeducar esses jovens. Como tudo no país, não funcionaram, pois os vícios de uma sociedade apodrecida ali estavam, escancarados. Mudaram o nome da instituição, ou seja, mudaram as moscas. Por que será que hackers, cracker são tão jovens? Não confiam em ninguém com mais de trinta anos? Ora, faz décadas que os filhos de mães “independentes” sabem que quem os sustentará, para o resto da vida, é uma mulher! A sociedade criou cafetões com registro de nascimento, RG, CPF, endereço conhecido, mas a ética pública prevalece sobre a ética particular. “Menino, tenha respeito por aquela que o criou”. “Por quê? Ela não me dá o que quero, é obrigação dela me dar tudo o que quero!”. Há uma diferença enorme em adolescente saudável que quer tudo o que pode querer e psicopata que pensa só ter direitos. Um entende, na marra, que não pode ter, pois dinheiro não é capim. Outro jamais entenderá e se apossará do que não lhe pertence.

4)       Leu no texto “Como funciona a cabeça de um corrupto”, que o colonizador usufrui a mãe sem o interdito do pai? A mãe é a sociedade, o pai é o Estado e o psicopata, o corrupto (o colonizador) se locupleta às custas do dinheiro recolhido da sociedade, porque o Estado não gera dinheiro, não é uma empresa, portanto tem que tirar dinheiro da sociedade por meio de taxas, impostos, empresas terceirizadas, empresas públicas tornadas privadas etc e tal, sem que o pai (o Estado) imponha limites, punições e, obrigatoriamente, correção no comportamento. Estabelecida a bacanal, a libertinagem, não há como impor a liberdade, pois a liberdade pressupõe consciência de Ética, assim como a liberdade pressupõe o livre arbítrio (saravá, Prof. Marins) e o livre arbítrio pressupõe que, se a escolha foi errada, o “livre-arbitrador” terá que agüentar as conseqüências dessa escolha. Como o Estado não interdita aqueles que deveria interditar (não pune os que merecem punição, entope o sistema carcerário com os malandros representados em “Auto da Compadecida”, deixa para fora os que comandam a roubalheira e lhes dá novos períodos legislativos ou finge que não sabe que os verdadeiros “patrões” se escondem por trás de quem tem mandato legislativo, enfim, não tira a liberdade de quem precisa ser contido) a suruba está disseminada, de norte a sul, de leste a oeste e todas a subdivisões. Pensou que eu estava defendendo a ditadura, o nazismo? Não, você é que é ditador, nazista, fascista, xiita, fundamentalista, mas banca de “democrata”, apenas quando lhe interessa. Alegar que sou nazista, ditatorial é estratégia de estelionatário, aquele que acusa porque sabe ser criminoso.

5)       Muito bem explicado, o texto mencionado da Superinteressante nos relembra que não existe uma ética pública e uma ética privada, do mesmo modo que a mulher de César não tem apenas que parecer séria, mas tem que ser séria ou que não existe estar “um pouco” grávida. Ou é ou não é. Ou está ou não está. Simples leis da Física demonstram essas verdades.

6)       Estamos “carecas” de saber que informações obtidas por meio de “escutas” ilegais não condenam criminosos, mesmo que saibamos que são criminosos. A lei não funciona com o coração, funciona de acordo com um rígido entendimento de legal ou de ilegal, de justo ou injusto. É certo que os “casuísmos” transformam advogados em “feras” disputadas por aqueles que têm dinheiro para pagá-los.

7)       Como todos, sem exceção, querem se destacar em algo – sem exageros, isso é até sadio; porém quando a mentalidade é a de “pertencer” ou ser “exclusivo” já é caso de doença, de psicopatia – aquele que consegue se destacar é disputado com unhas e dentes, para que pertença ao “quadro” e traga mais dinheiro. Vichi, este item dá um livro.

8)       A sociedade tolerou os bicheiros, perdeu o controle sobre os bicheiros. A sociedade tolerou os menores infratores, perdeu o controle sobre os que se tornaram adultos e os que se tornarão adultos. A sociedade perdeu o controle sobre a paternidade responsável, sobre o exercício da sexualidade responsável (aquela que evita doenças sexualmente transmissíveis, desencoraja a promiscuidade, a gravidez indesejada) e, assim, a paternidade passou a ser responsabilidade de avós e, na ausência deles, dever do Estado – mas o número de abandonados cresceu – e criou-se um círculo vicioso, pois o Estado só participa daquilo que lhe dê lucro, não investe em sociedade organizada, espera que a sociedade organizada se resolva sozinha. A sociedade tolerou as roubalheiras do dinheiro público (cada um disputando o seu quinhão, quem denunciasse se tornaria réu) até que perdeu, de tal maneira, o controle que se tornou ético ser um ladrão; otário é quem vive de modo honesto. Típico comportamento e pensamento de psicopata, de corrupto.

Agora, querem me convencer que, quando o virtual reproduz o real – hacker é do bem? Que quem sempre invadiu meu micro ou me vigiou ou me ouviu até dentro de minha casa estava prestando um serviço? Que quem contava aos alunos sob minha responsabilidade tudo o que eu preparara no micro e copiara – às minhas custas – antes que eu apresentasse em sala de aula (quando não havia uma equipe qualquer de saúde bucal, por exemplo, que me impedia de executar o que passara o dia preparando para aquele dia de aula) estava me prestando um serviço, mostrando as falhas de segurança, mas não me prevenindo sobre isso? Que esses carros funerários que circulam ao meu redor, quando ando pelas ruas, estão me protegendo? Protegendo-me de quê? De uma promoção que não pedi? Querem me convencer de que o “mouse” que trava, a tela que trava, a demora para navegar são problemas do meu micro? Querem me convencer que os lobistas, mortos de fome, que precisam “enfiar goela abaixo” o que promovem, para sustentar seus impulsos distorcidos estão a meu serviço? Ei, nada é gratuito! Querem me convencer que sou musa inspiradora? Ou, como dizia minha sobrinha, na sua santa ingenuidade de cinco ou seis anos, mula respiradora? Querem me convencer que os constantes avisos de que a memória virtual está baixa não é interferência de hackers, crackers em busca de uma “boquinha” às minhas custas e às custas de meu prejuízo moral e financeiro, além de se exibir, de modo indecente, para que eu saiba que há um calhorda ali, mesmo que não haja conexão com cabo? Que o aviso que recebi, logo após renovar – paga em dinheiro – a proteção do micro, de que se esse canalha fosse mal intencionado teria invadido meu micro e esse aviso estava numa das pastas vitais de meu micro, que eu atentasse para falhas de segurança? Vá te catar e masturbe-se às custas de outra vítima, não de mim, canalha! Está à procura de “brecha”? Ache a da sua mãe, a da sua irmã. E querem me convencer que assediador é do bem? Assediador é criminoso com libido psicopata, que precisa de estímulos anormais para se excitar e chegar ao orgasmo. Isso é hacker, cracker e toda a quadrilha para mim: são escaladores, usam outros como corrimão, escada, trampolins, para conseguir os objetivos pessoais doentios que perseguem; do mesmo modo que os parasitas do mundo real fazem. São recalcados que sonham com bens materiais, fuçando, como suínos capados, micros de outras pessoas para que se tornem “visíveis” para empresas que os contratam de modo criminoso, pois contratam criminosos – muitos deles menores de idade – estimulando-os a permanecer como são: criminosos que, quando adultos, quando não forem mais úteis, assim como os suínos capados são abatidos, serão lançados à marginalidade. Técnicos em informática hackers, crackers? São lacaios do crime organizado, pois injetam veneno em nossos micros (precisam do crime para se excitar, lembram-se?) e são tão tontos e pobres de espírito que justificam tudo no estilo “o amor é lindo!”.

A ICTS – aprendi no texto da Superinteressante – é uma multinacional israelense de segurança de informação que presta serviços para várias empresas e está há dez anos no Brasil. Utiliza mão-de-obra hacker tanto do Brasil quanto de Israel, fazendo testes de invasão. Quantos dessa “mão-de-obra” são éticos pelos parâmetros da sociedade? Sabemos que não há crimes reais ou virtuais sem que haja “ajuda”, “colaboração” de funcionários, o famoso “trabalho interno”. Então, por que devo aceitar ser assediada (invasão de micro é assédio moral, prejuízo moral e financeiro), ter os arquivos do micro invadidos, minha vida pessoal vigiada e PAGAR por isso? Que diferença há entre os que fazem isso e os integrantes do crime organizado? Sempre avisei, com todas as letras e força pulmonar que não sou mulher de malandro, que apanha, ajoelha-se e pede mais, pois é doente. Nunca houve uma consulta pessoal ou por escrito para ter essa permissão de invasão de privacidade. Ao contrário dos calhordas, não pratico isso contra eles para me defender. Afinal, defender-se praticando crime é Lei de Talião, olho por olho, dente por dente e o Código de Hamurabi é base da Ética, mas não pode ser praticado pela legislação moderna. Eu li “1984” e não entendo como boçais queiram praticar o conteúdo do livro, como se vivêssemos no virtual o tempo todo, 24 horas por dia, a não ser que seja técnica de tortura psicológica de psicopata.

“Para mostrar que os hackers são necessários, empresas de segurança em informática invadem o sistema dos clientes na cara deles”. E eu sendo chamada de louca, com mania persecutória por afirmar que doentes mentais mexem e fuçam em meu micro desde o primeiro momento em que o conectei à Internet? E, naquela época, era tecnologia de fios telefônicos! Logo depois, passou a ser por meio de satélite. Meu toca CDs sendo danificado por um otário que o paralisava: “anjo, anjo, anjo…”. E, agora, vai trocar o leitor de CD ou vai me dar um novo? Claro, fiquei com o prejuízo. E eu pagando para ser invadida por um bando de dar ânsia de vômito por ter que considerá-los seres humanos? E ter a agressão, na cara, de ler um recado de que havia uma “brecha na segurança” do recém-renovado pacote de segurança, para que outras empresas de segurança em informática se autopromovam às minhas custas, com meu dinheiro suado e honesto, tendo que reformatar muitas vezes o micro antigo e o atual, por causa desses calhordas? Com calhordas “segurando” minha navegação a ponto de, em vez de inserir o endereço eletrônico, inserir a senha e ter que trocá-la, só para que eu recebesse, na cara, o entendimento de que, não importa quantas vezes troque a senha de acesso, sabem minha senha assim que a troco? E avisando ao UOL que já instalei e reinstalei o AntiSpam e o pacote de segurança alerta que bloqueou o Banking Infostealer (um cavalo de tróia que rouba senhas e informações bancárias) que está, certamente, atrelado ao “serviço terceirizado”  e funcionários, por escrito e por telefone, tentam me convencer que o problema é o pacote de segurança?

E eu sendo chamada de louca, com mania persecutória, porque percebo, claramente, que o destinatário de minhas mensagens eletrônicas não foi o autor da resposta, que o meu interlocutor, no Messenger, não é, de fato, com quem supostamente deveria estar conversando, com a imagem do interlocutor sendo repetida à exaustão, dia após dia, e não coincidindo com o que está falando ou com o momento em que está digitando? E por qual razão o meu diálogo não se concretiza por microfone, enquanto meu interlocutor me avisa que não tem problemas com outros? Dá licença, foi um técnico em informática que o formatou!

Quem são esses imbecis? Vivem à custa de adrenalina, endorfina ou de drogas ilícitas? E ainda têm a audácia de fazer com que lacaios, ao meu redor, demonstrem saber tudo o que digitei, falei, comi, interrompendo-me exatamente no momento em que não deveriam me interromper, apenas para demonstrar que sabem o que falo, o que como, onde estou, para onde vou, com quem vou, de que modo me locomoverei. Vade retro, satanás!

Quem contrata hackers, para variar, poderia fazer um grande favor? Que tal contratar profissionais honestos e valorizar os que merecem, de fato, ganhar os salários que esses cafajestes crackers, hackers menores de idade ou já distorcidos pelo “passado de experiência” e demais denominações odiosas ganham, duas vezes o salário de um educador, já no início, e, mais à frente, com a “experiência”, dez vezes, ou mais, o salário de um policial honesto? Que tal, então, preparar os educadores (que ganham uma miséria e são humilhados por ESTELIONATÁRIOS dentro de sala de aula) para que orientem esses ESTELIONATÁRIOS MENORES DE IDADE a não fazer o que fazem, visto que os pais perderam o controle sobre suas crias mal-criadas? Que tal investir esse conhecimento em pessoas bem formadas que exerçam a função de policiais, os que deveriam estar fazendo segurança, pois essas são suas atribuições, e não terceirizar as funções dos funcionários públicos, deixando-os, para variar, à margem da sociedade, humilhando-os, desacreditando-os?

“Mamãe, quando eu crescer, quero ser hacker”. Antigamente, era jogador de futebol. Logo, os hackers terão empresários que levam a maior parte da grana.  

Certo, todos têm um lugar ao sol, inclusive as empresas de segurança privada do real e do virtual, mas a concorrência poderia ser mais leal? O Estado não está nem aí e, comprovadamente, na minha atuação de EDUCADORA, é o maior gigolô de todos, tolerado há 500 anos e, agora, não há Sinhá, cadê ‘seu’ padre que solucione essa mentalidade do salve-se quem puder.

Como não há a quem recorrer, “Sinhá, cadê ‘seu’ padre?”.

Afinal, o raio-X foi um avanço extraordinário para o diagnóstico, mas provoca doenças e mata, por excesso de exposição e pelo componente que utiliza, o césio. A bomba atômica foi um avanço do raio-X, mas mata! Hackers e crackers são conseqüência do desenvolvimento da informática, mas matam, porque foram tolerados e, hoje, são utilizados para segurança em informática.

A César o que é de César: também há vitórias a relatar quarta-feira, jan 16 2008 

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São estas as vitórias mais recentes:

1) Recebi, de volta, do SAAEI, trezentos e dois reais e quarenta centavos, descontados os dezessete reais e quarenta centavos de consumo mínimo, de uma conta de vencimento em 12/10/2007, paga em débito automático, para cujo valor, antes de ser pago, lavrei Boletim de Ocorrência de Preservação de Direitos, requeri, no SAAEI,  revisão de conta, vistoria no local, aferição de hidrômetro, entrei com recurso contra a devolução de um valor que implicaria em assumir um consumo de cento e onze reais e alguns centavos – com hidrômetro fechado, sem sinais de invasão e furto de água, sem que tenhamos fornecido água para caminhão-pipa particular abastecer ituanos durante o pior racionamento de água da História de Itu. Foi uma luta insana, com pessoas me dizendo que eu deveria agarrar, com os pés e com as mãos, o que o SAAEI oferecera. Recusei-me, pois tinha certeza absoluta, mas eu não poderia invadir os arquivos do SAAEI para provar que estava certa, de que não fora a responsável por algum equívoco de leitura ou de emissão de contas. VITÓRIA! Agradeço, porém, a quem intermediou essa luta, mesmo que não aparecendo nem se postando de "salvador da pátria". Àqueles que criaram essa situação, para dela obter alguma vantagem pessoal ou vingar-se, utilizando-me como escada, corrimão ou trampolim: morte lenta destinada aos que não merecem ver Deus de perto!

2) Obtive, em Águas de Itu, no mesmo dia 09/01 em que entrei com um arrazoado de que outro imóvel – no mesmo local do que havia sido "penalizado" com um consumo, em setembro de 2007, de 73 milímetros cúbicos de consumo de água – ao qual fora atribuído um consumo no valor de cento e sessenta reais, a ser pago em 12/01/2008, uma correção da conta, emissão de segunda via e, providenciei o pagamento no dia 10! Agradeço a atenção e a prontidão de Águas de Itu, que deu um banho de eficiência no SAAEI.

3) Hoje, dia 15/01/2008, após cumprir o dever cívico de pagar todos os carnês de IPTU 2008 (menos o carnê do apartamento da rua Santana que, estranhamente, foi entregue ao responsável da Construtora, mas preciso ir procurá-lo [o carnê] na Prefeitura, pois a lista do entregador não retornou à Prefeitura, bem como os carnês que não foram recebidos), além de IPVA, consegui recuperar o meu alegre guarda-chuva listrado em que predomina o vermelho. Fui com a "capinha" dele, na bolsa, para mostrar que aquele tristinho guarda-chuva verde escuro não era o meu! Apareceu! Estava facílimo de achar, hoje, e combinou direitinho com a "capinha". Estranhei o cabo, mas que vá! A pontinha que arrebanha o tecido não estava colocada. foi colocada na minha presença. Que vá!

4) Ontem, dia 14/01, passei o dia inteiro no escritório, arquivando o que precisava ser arquivado, abrindo novas pastas suspensas, tirando um pouco a poeira e fotografei meus Guerreiros de Xi’An, que serão mostrados oportunamente neste Blog. A escrivaninha está surpreendentemente arrumada, com as pendências solucionadas devidamente arquvadas. Restam muitas, mas, aos poucos, pelo fato de a solução não depender de mim, terão seus destinos: arquivo.

Parecem problemas fúteis, diante de tantas tragédias diárias, mas quem enfrenta esses problemas, sem se esquecer daqueles que vivem tragédias diárias, sabe, muito bem, que se não for em frente, os problemas se avolumarão de tal maneira que se afogará neles e perderá a capacidade de se solidarizar com outros.

Os assediadores (psicopatas do crime organizado) não me dão paz! sexta-feira, jan 4 2008 

clip_image002Um anel semelhante a esse (só que não era jóia, mas uma bijuteria muito fina, os olhos da cobra eram duas zircônias), que pertenceu à minha falecida irmã, desapareceu, sumiu, de dentro de minha casa. Minha última lembrança foi tê-lo usado num evento, um sarau, e, depois, naquele sábado à noite, em vez de guardá-lo em local próprio, seguro, deixei-o sobre uma das prateleiras da cômoda de meu armário. Visível, dentro de meu quarto, alguém o entregou a um de meus assediadores ou de minhas assediadora. Sim, há muitas pistoleiras no crime organizado. Talvez tenha feito essa entrega por uns trocados; talvez em troca de uma “indicação” de criminoso (tráfico de influência) para uma vaga de trabalho para um dos seus ou para si próprio; talvez para agir, de modo cafetão ou cafetina, alcoviteiro, porque “caiu na lábia” para ganhar algo para si, de assediadores morais, impotentes sexuais e intelectuais, que precisam provar, a si mesmos, inclusive, que “possuem” algo que pertenceu à minha irmã e para me afetar, claro, pois só me dei conta que o anel “sumira”, “desaparecera”, após ver essa foto (um modelo semelhante à bijuteria desaparecida) numa revista que nunca comprei nem recebi pelo correio: a revista Medalhão Persa Vip, ano 03, edição 19 / 2007, de onde retirei essa foto de anel semelhante, mas, repito, o que foi furtado era uma bijuteria, não essa jóia que se vê na foto.

Ah, sim, sou louca de pedra, tenho mania de perseguição. Porém, não sou perigosa como os assediadores morais que me perseguem há longos anos. Nem sou perigosa como os cúmplices babacas, deslumbrados desses assediadores, esses que entram em minha vida, em minha casa, em meu micro, me seguem pelos estabelecimentos comerciais para, inclusive, “afanar” o que deixei para conserto, usualmente, objetos pessoais que não foram danificados por mim.

Foi o caso de um guarda-chuva mini, desses que se carregam na bolsa. No dia 26/12/2007, deixei um lindo guarda-chuva mini para conserto. Eu não provocara o dano, mas desconfio que tenha sido danificado numa loja de roupas, onde eu comprava camisetas de presente para o aniversário de outra irmã. De repente, não enxergava mais o guarda-chuva (esta otária o havia deixado na entrada da loja, para não molhar, sujar a loja ou as roupas) e descobri que fora colocado num canto mais próximo, ainda, da entrada da loja. Depois disso, já fora da loja há algum tempo, reparei que a pontinha do guarda-chuva, aquela que arrebanha o tecido e, quando aberto, fica no alto, fora quebrada e arrancada. Isso já acontecera na última escola em que eu ministrei aulas até pedir a aposentadoria. Psicopatas, esquizóides, lacaios do crime organizado, de quem dependiam, inclusive, para ter “uma aulinhas” para “dar” arrancaram a alça do guarda-chuva que eu deixara aberto, num canto da sala dos professores, para secar.

No dia 29/12/2007, como orientada, fui buscá-lo. Quem disse que o guarda-chuva foi encontrado? Nem entre os consertados nem entre os para consertar.

O guarda-chuva, xadrez em que impera o vermelho, foi deixado para conserto e DESAPARECEU. Deixei para voltar depois da passagem de ano.

No dia 02 de janeiro de 2008, os donos da loja de conserto, após terem revirado a loja, descobriram que ELE anotou o número do conserto em meu guarda-chuva (e me entregou o controle de retirada) e ELA anotou o mesmo número num guarda-chuva que está lá, triste, em piores condições do que o meu. E, agora, assediador ou assediadora que precisa disso para suprir seus recalques e se deliciar de prazer patológico?

Se eu listar, aqui, tudo o que desapareceu quando eu estudava, quando eu ministrava aulas, que desapareceu de dentro de minha casa (inclusive documentos absolutamente bem arquivados, guardados e não ter a quem acusar, a não ser que eu tenha um surto psicótico e passe a desconfiar de minha própria família, gosto que jamais darei ao crime organizado), teria que contar, também, quantas vezes fiz Boletim de Ocorrência que jamais “deram resultado”. Um único Boletim de Ocorrência, feito por esquizóides que “davam” (namorado e namorada escandalosos) aulas na escola em que eu era efetiva, contra mim foi resolvido em quinze dias e tive que comparecer perante o delegado para aprender o que é calúnia, difamação e aconselhada a “agir corretamente” no prazo de tantos meses, para que o Boletim de Ocorrência não se transformasse em Processo Judicial. Estranhamente, da Delegacia, meu pai, minha irmã que nos levara de carro e eu fomos ao escritório do advogado que nos pôs a par de uma vitória, na Justiça, contra uma construtora que se envolveu com cachorros e está repleta de pulga, embora a construtora seja um cão vira-lata que não recebe punição pelos crimes que cometeu e continua a cometer. “Cães com costas-quentes” são mais perigosos do que os cães raivosos. Para ataques de cães raivosos, tomamos vacina anti-rábica.

Dentre as ações criminosas dos assediadores, há uma, em especial, que diz respeito a “costureiras” (entre aspas porque só têm uma loja porque o crime organizado as sustenta, duvido que paguem impostos e quetais, ou seja, são teúdas e manteúdas de empresas que precisam lavar dinheiro sujo e para quem, certamente, emitem notas fiscais, visto que as empresas psicopatas usam os documentos dessas tresloucadas para “abrir” as lojas de fachada): em duas ou três lojas de costureiras, além de ações desaforadas, tais como, indicar o tecido e a metragem, saio da loja para comprar, retorno e a loja está fechada, a pistoleira voltará “daqui a pouco” (mais uma prova de que sou seguida por assediadores); buscar as roupas para diminuir barra e, ao chegar em casa, nenhuma barra foi diminuída (lógico que não voltei mais na loja, porque, inclusive, a costureira se cercava de tipos mal encarados e não sei se me agrediriam); ouvir da atendente, ao chamar a costureira o seguinte: “tem mala para conserto” (mala é a genitora que a pariu, aquela que não deveria ter aberto as pernas para quem abriu), ficar quieta, enfrentar uma costureira com “cara de nojo de nóis” (e a loja me foi indicada por irmã de minha cunhada, o dono era parente delas!) e, ao voltar buscar as roupas, perguntar sobre isso e uma piolhenta duma policial municipal estar do lado de dentro do balcão, desculpar a atendente, dizendo que ouvi errado (a piolhenta não estava lá, no dia, mas estava naquele momento, uniformizada, de rádio em punho, abrindo e fechando o rádio, do lado de dentro do balcão. Piolhenta: fui eu quem reclamou para seu superior, tá bom? Quer tomar satisfação? Tome! Mas não mande seus amigos policiais piolhentos me retaliar. Não merecem ganhar do dinheiro QUE MINHA FAMÍLIA PAGA EM FORMA DE IMPOSTOS, não estão preparados, são bandidos uniformizados, todo lacaio é bandido); ir buscar a calça que não ficou pronta no dia marcado (queria lavá-la antes de usar) e, no dia em que fui buscar a calça, dia do evento em que a usaria, a piolhenta da costureira estava sentada sobre a minha calça (piolhenta, desaforenta por tabela, porque o patrão mandou, passei a ferro, no máximo da potência, para eliminar possíveis vírus sexualmente transmissíveis! O quê? Sempre me cuidei, muito bem, para não pegar doença ou engravidar. Não vou pegar doença de uma piolhenta, lacaia do crime organizado). Oh, sim, sou louca de pedra e maníaca, tanto que recebo desaforo de quem vive às custas do dinheiro que pagamos em forma de taxas, impostos, de empregados com carteiras registradas que, se aposentados, recebem todos os direitos que lhes cabem, mesmo aposentados.

Sim, sou louca de pedra e não tenho admiração alguma por criminosos do colarinho branco nem por seus descendentes malditos (usualmente seguidores dos péssimos exemplos de seus genitores, pais e mães).

Por esse motivo sou estranha, sou esquisita e não admito ser assediada por quem só quer se vingar dos próprios crimes que comete ou quer lucrar com minha credibilidade e com a credibilidade de minha família, principalmente porque essa credibilidade é um legado de meu pai e de minha mãe e dos ascendentes deles. Não admito, também, ser usada como escada, trampolim, corrimão por quem não tem moral para denunciar o que deveria ter denunciado ANTES DE PARTICIPAR do crime.

Apenas aviso que, ao contrário de minha irmã que, antes de morrer, teve cadeiras retiradas da sala que ocupava na Superintendência, na ausência dela, sala trancada a chave (redigiu uma representação, temos cópia em nossos arquivos, mas ela foi chamada de “instável” – instável era ou é a mãe de quem declarou isso na imprensa, porque o pariu!, as denúncias e os inquéritos para pôr para fora quem era bandido começaram a não dar em nada, filho de uma instável! – certamente, declaração de quem ajudou que ela morresse muito antes do que deveria morrer), furto de caneta Mont Blanc (não cito o nome de quem a presenteou com essa caneta, em sinal de admiração por medo de que alguém alegue que “comprou” minha irmã com uma caneta cobiçada por pobres de espírito que não a merecem) que ficava dentro da bolsa dela, furto de um brinco absolutamente maravilhoso, que lembrava uma teia de aranha e que, conseqüentemente, não teve mais utilidade para ela (depois da morte dela, sou capaz de contar sobre tapete arraiolo que aparecia em uma novela “sertaneja” da Globo e que atriz global usava um par de brincos idêntico ao que fora furtado de minha irmã, apenas um deles foi furtado, minha irmã, como eu, a princípio, dizia que tinha perdido, depois se “tocou” que eram os criminosos que haviam feito isso), bem como dinheiro vivo que foi retirado da bolsa dela pela quadrilha que a envolveu em momento de tamanha carência, visto que todos os inquéritos que presidira, sozinha, com empecilhos de dentro e de fora da própria polícia, passaram a ser arquivados e os mesmos bandidos que eram os acusados nesses inquéritos continuam a nos roubar e a viver muito bem, enviando seus lacaios para nos atormentar, para mostrar que estão muito próximos e, com isso, tentar nos intimidar. Deus é tão grande que os mesmos bandidos estão, atualmente, com “a água batendo na bunda”, o que justifica que estejam tão desesperados para nos intimidar ou mentir que são “nossos” amigos.

Vão intimidar as digníssimas senhoras que os pariram e os amaldiçoados que depositaram sêmen nelas, pois ambos jamais deveriam ter exercitado a sexualidade, visto que não são seres humanos, são desclassificados que pariram desclassificados ao quadrado que geram desclassificados ao cubo.

Não adianta perguntar “Sinhá, cadê ‘seu’ padre?”, porque não foi religião católica que pariu esses desclassificados nem Deus que os criou desse modo. Foram instruídos pela miséria intelectual e pela miséria material, incapazes de valorizar o que não seja bem material. São psicopatas.

Lamento, apenas, que alguns pais jamais mereceriam minha ira, visto que há provas de pais analfabetos que têm filhos doutores de verdade, portanto, apesar de analfabetos, foram capazes de estimular os filhos para o saber, para o conhecimento, para defender teses de mestrado e de doutorado. Atenção: não são doutores de títulos comprados, não! Assim, deve haver pais criminosos, cujos filhos repudiam os maus exemplos e não são criminosos. Deve haver, mas a desorganização da sociedade brasileira não nos deixa vê-los como exemplos. Os exemplos ruins, principalmente, têm-nos sido impingido pela mídia propagandística, aquela mídia que obriga os funcionários a “abrir uma empresa”, a emitir nota fiscal para a própria empresa em que o funcionário trabalha, aquela que ganha ao promover alguém sem mérito algum ou ganha para destruir alguém que não tenha sido formalmente acusado e julgado. Precisa disso para esconder os próprios crimes. As empresas poderosas que beijam o bumbum dos patrões do crime organizado.

O problema principal é que há milhões de psicopatas, não importa a educação e os castigos que os pais deram. Portanto, a psicopatia sempre será a “campeã de audiência”. Há até psiquiatras e psicólogos psicopatas! E terapeutas de auto-ajuda que nem diplomas têm! Que copiam dos que produzem com conhecimento! Há os que, fiando-se na ignorância dos brasileiros, na falta de leitores no Brasil, no alto preço que se paga por um livro ou por um jornal copiam livros e textos de outros autores (sem lhes dar o devido crédito) e os lançam como de suas autorias!

Do mesmo modo, quem fez chegar até mim a revista do Medalhão Persa Vip de onde me surgiu a lembrança de procurar o anel que era de minha falecida irmã e mostrar a foto para outra e descobrir, então, que o anel tinha desaparecido não merece respeito, pois ou sabe quem furtou o anel que pertencia à minha irmã ou foi a própria pessoa que ficou com ele e se deliciou que eu tomasse conhecimento disso no momento em que vi um anel muito parecido na revista. Se a intenção, ao enviar a revista, fosse boa, teria telefonado, se identificado e contado quem pegou o anel e a quem o entregou. Ou vindo, pessoalmente, e contado a mim o que acontecera.

Xô, impotentes sexuais e intelectuais que infernizaram a vida de minha falecida irmã, a de meus pais, a minha e usam e abusam de abobados, vendidos que nos cercam para nos infernizar. E, ainda, se dão ao desplante de mostrar que sabem o que acontece até dentro da casa da gente. Xô, parasitas! Não sou hospedeira de parasitas!

Sinhá, cadê “seu” padre que a moça ficou presa numa cela com outros vinte presidiários? sexta-feira, nov 30 2007 

Pois então, ninguém sabia que, há muitas décadas, a situação carcerária já era alvo de críticas e de denúncias, sinhá! Que a Pastoral Carcerária existia, mas não podia agir, de verdade, por absoluta falta de interesse público em solução para o problema de reintegrar o presidiário na sociedade, dando-lhe condições mínimas de dignidade, de escolarização, profissionalização que a maioria dos condenados jamais teve acesso quando não era um condenado. Enquanto isso, sinhá, outras crenças religiosas se refestelavam, cantando suas conquistas em verso e prosa, até elegendo integrantes delas para cargos do Legislativo e do Executivo.

Ninguém sabia o que acontecia dentro e fora dos presídios.

Ninguém sabia que, até pouco tempo, no Estado de São Paulo, as Delegacias de Polícia abrigavam presidiários que fugiam, constantemente, causando terror na população, pois as Delegacias de Polícia costumam ficar, nas cidades do interior, no centro dessas cidades. Downtown! Sorte dos moradores de condomínios (uptown; nos EUA, suburbanos, mas, aqui, a palavra é pejorativa), que fugiram para os arredores das cidades, sinhá! Construíram muros, guaritas, contrataram seguranças particulares – lógico que, dentre os seguranças contratados sempre houve policiais que, em períodos de folga do serviço público, são, também, seguranças privados. Que fique entre nós, sinhá, mas, nos EUA, os condomínios têm até prefeitos! Santa Sinhá! Se resolvem imitar isso aqui!

Interessante, sinhá, e cadê "seu" padre para nos fazer entender, que, assim como professores de escolas públicas também são professores de escolas particulares, parece que os policiais funcionários públicos, a serviço particular, são muito mais eficientes do que quando exercem suas funções como funcionários públicos! Só que tem um detalhe, sinhá, as condições de trabalho, tanto para professores de escolas privadas quanto para os policiais que trabalham como seguranças particulares, são muito melhores. Parece que os salários também são melhores. Outro porém: não é producente ou competente, na área privada, ra re ri ro RUA! Porque há supervisão e, aparentemente, os supervisores não podem se dar ao luxo de gozar a vida pelo fato de serem supervisores. Se fizerem isso, dormir em berço esplêndido porque são supervisores, ra re ri ro RUA! Fiscal fiscaliza, professor tem que ministrar aulas, têm que estar atualizados, desenvolver projetos (nada de um desenvolve projeto e os demais "assinam" como se tivessem participado), policiais têm que vigiar e educar os que não estão agindo de modo correto. Se bem que, na hora do "vamos ver", tem que recorrer à Segurança Pública, pois não podem deter, não podem "enfiar" o delinqüente no carro da patrulha privada e levar para a Delegacia. Os "pagantes" do serviço é que têm que fazer todo o serviço. Tanto, sinhá, que para nós, mortais, que não moramos em condomínio, chamar a polícia não adianta. Tem que "descer" ou "subir" até o Distrito de jurisdição, aguardar, pacientemente, a vez de lavrar o Boletim de Ocorrência e, se der sorte, sair com uma via do B.O. assinada pelo Delegado, porque não é sempre que o Delegado está na Delegacia. Uma falta de sorte! O dia e a noite anteriores… ficou de plantão e o bandido resolveu atacar quando o Delegado está no seu merecido repouso. Sinhá, cadê "seu" padre?

Sinhá, cadê seu padre para resolver mais essa possibilidade de privatização? Claro! Quando a escola pública não funciona, o jeito é privatizar. Quando a segurança não funciona, o jeito é privatizar. Não foi assim que tudo começou a funcionar? A partir do momento em que houve privatizações? Andam, inclusive, forçando a barra no sentido de revitalizar, digo, reconstruir o transporte ferroviário por meio de privatização! Já existe até um processo de privatização de linha do metrô, sinhá!

Será que a solução para o problema carcerário será privatizar os presídios? Ora, sinhá, ou sonhei ou li, mesmo, uma manchete de que, nos EUA, estão pensando, seriamente, em voltar o Poder Judiciário para responsabilidade do Estado. Sabia que lá os promotores e os juízes, faz um bocado de tempo, se elegem? E as campanhas para eleição são um "pega para capar". Vence quem tem maior respaldo da mídia, ou seja, tem que ter muito sucesso junto à mídia, que avisa a população quem presta e quem não presta para ser promotor, juiz etc e tal. Daí para um cargo no Executivo ou no Legislativo, é um pulo. Os candidatos a promotores, a juízes têm, também, os que colaboram em suas campanhas para eleição.

Sinhá, cadê "seu" padre que, no Brasil, tudo anda ao contrário?

Vale pena sediar a Copa em 2014? quarta-feira, out 31 2007 

Vale a pena sediar a Copa de 2014?

 

            Em editorial de Folha de São Paulo, de 30/10/2007, intitulado “A Copa e as contas”, em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz3010200701.htm (se não é assinante do Uol ou de Folha de São Paulo nem tente utilizar o link, xééééééé, como lidarão com a queda de leitores? Que leitores, cara pálida, se o que menos existe, aparentemente, na vida real e no virtual, sejam leitores? Todos vivem “de ouvir falar”, sem consultar mais de uma fonte!), há ótimas colocações sobre o que seria positivo e o que é necessário para que o Brasil sedie a Copa em 2014. Esta “tia” não pode reproduzir o editorial, porque não tem permissão e, como esta “tia” não tem por hábito cometer crimes, não o reproduzirá.

            Todavia, como esta “otária” (aquela de quem todos riem, porque vive na legalidade) nunca foi admoestada pela reprodução de textos de “Superinteressante” ou de “Os caminhos da Terra”, os textos estão lá, no site da "Superinteressante", os de "Os caminhos da Terra" sempre estiveram disponíveis, reproduzirá uma “Superrespostas” de junho de 2007, Superinteressante, edição 240, do exemplar de assinante.

            Por conhecer bem o caráter da maioria absoluta da população brasileira (que jamais poderá ser desculpada pela obra de Suassuna, Auto da Compadecida, aquela em que Nossa Senhora perdoa o criminoso que foi para o inferno e lhe dá uma nova oportunidade de voltar à vida e continuar suas malandragens, se compadece dele, porque ele só aprendeu a viver pelos maus exemplos dos criminosos e por eles sempre foi lesado; pois isso foi há muito tempo, ou seja, quem comete crimes para se defender ou para se vingar dos crimes que cometeram contra ele não é desculpável, não merece perdão nem ser alvo de compaixão; por acompanhar a sujeira toda que envolve times, jogadores, cartolas, patrocinadores – não é justo nem lícito generalizar, a generalização inclui os inocentes, mas, como eu costumava dizer aos alunos, que se queixavam da injustiça de medidas punitivas a fim de evitar novos delitos por causa daqueles que os tinham cometido, visto que eles (os generalizados) não tinham cometido os delitos, “Eva comeu a maçã e, catapimba, todos nós nascemos com o pecado original e não adianta chiar; por que não evitaram que os delinqüentes delinqüissem no ato? Ah, é, riram bastante, deram ‘Ibope’ aos delinqüentes”,– por, aturdida, acompanhar, impotente, os atos de torcidas desnorteadas,por saber que haverá “exclusividade” de transmissão (sabe-se lá o que “rola” para haver exclusividade) e outras perversidades com dinheiro do povo contra o povo, declaro que a Copa de 2014, no Brasil, está fadada a ser uma grande festa para os bolsos de poucos e um imenso prejuízo para os bolsos de todos os brasileiros.  

Quanto vale o show?

Vale a pensa ser sede de um Pan?

Texto Francis Jones

            Não se sabe ao certo – e varia muito de caso a caso. Faltam estudos e balanços confiáveis sobre os jogos já realizados que permitam analisar se um Pan gera recursos e impactos positivos o suficiente para pagar pelo investimento necessário. Winnipeg, no Canadá, sede dos jogos de 1999, é a cidade que fez o balanço mais preciso até hoje de um Pan. Pela contabilidade das autoridades, o evento mais ou menos se pagou. Ou melhor, na época, deixou um prejuízo de cerca de R$ 3,6 milhões na tesouraria. Como essa conta não leva em consideração os impactos de longo prazo, o evento valeu a pena. Os jogos de 2003, em São Domingos, na República Dominicana, não tiveram o mesmo resultado. Deixaram obras sem utilidade na capital e dívidas.

            A comparação entre as duas cidades dá um bom exemplo do que costuma acontecer com as sedes. Em geral, as do hemisfério norte não precisam investir tanto em obras para receber um Pan. Com recursos urbanos melhores, elas aproveitam a infra-estrutura já existente e apenas reformam o necessário. No hemisfério sul, muita coisa é construída. E os gastos vão lá para o alto. “Nunca se investiu tanto num Pan como neste, do Rio”, diz o professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo André Viana, contratado pelo governo federal para analisar o impacto econômico e social que os jogos no Rio terão. Estima-se um gasto oficial de R$ 3,5 bilhões no evento – desses R$ 1,9 bilhão são classificados como “legado” pelo comitê do governo federal para o Pan. Por legado entenda as melhorias que ficam para a cidade após os jogos e que costumam justificar a realização de eventos desse porte. A herança mais valiosa que os cariocas receberão é a reforma de hospitais, do autódromo de Jacarepaguá e o novo estádio olímpico.

            Viana acredita que o balanço final do Pan será positivo e que o investimento retornará na forma de impostos. Mas a opinião não é consensual. Gilmar Mascarenhas, especialista em geografia do esporte da Uerj, acredita que o Pan virou “uma grande oportunidade de negócios com farto subsídio público” para empresas, em detrimento dos interesses da cidade. “O esporte adquiriu força imensa para catalisar recursos públicos. É uma grande festa, mas o legado para a população está muito aquém do que poderia ser”.  Para ele, exemplo de Pan bem feito é o de São Paulo, em 1963, onde o “custo público beirou zero”: tudo que o governo gastou foi o equivalente a 17 fusquinhas.

Ofende os bons quem poupa os maus sexta-feira, out 26 2007 

 

"Tudo está perdido quando os maus servem de exemplo e os bons de mofa"

 

Ofende os bons quem poupa os maus

 

            No resumo do “folder” de propaganda, recebido hoje, dia 26/10/2007[1], destaco o que tem o título da inserção: “Ofende os bons quem poupa os maus”, Coleção “Treinando a Empresa por Inteiro”, Programa de Treinamento Contínuo Commit, Prof. Luiz Marins, www.commit.com.br

            Assim está no resumo: “Neste DVD o Prof. Marins explica que um dos mais importantes fatores de motivação na empresa é ter chefes ‘justos’. Toda vez que um funcionário relapso é poupado, os bons sentem-se injustiçados. De que adianta você ser um funcionário comprometido e dedicado se os que não são têm a mesma avaliação? E ainda zombam de seu comprometimento. 20 m – Bônus: Os ofendidos pelo sucesso alheio – 19m”.

            Os vídeos, as palestras do Prof. Marins são de um acerto ao alvo que impressionam. Lógico que, sem ter assistido ao vídeo, meus comentários podem ser mera repetição do que ele contém, pois, certamente, o Prof. Marins deve abordar o mal (oposto de bem) que um dos vícios mais perniciosos de toda a sociedade brasileira (que é, claro, um reflexo dos vícios de empresas privadas e públicas) que é o de, pelas mais diferentes explicações, o de poupar os maus (oposto de bons) e prejudicar os bons, causando-lhe, inclusive, doenças profissionais que afetam suas vidas pessoais. Por esse motivo, não me estenderei mais sobre o conteúdo do vídeo. Já expliquei que não o assisti.

            Todavia, pelo fato de as empresas privadas e públicas serem o reflexo do que ocorre na sociedade organizada (o crime organizado recompensa, e muito bem, os lacaios, por meio de dinheiro na mão, de promoções, e tudo o que já se sabe), os que se submetem às Leis, à Ética são, sempre, os punidos, aqueles que são considerados “estranhos no ninho” (loucos, birutas, esquisitos), “peixes fora d’água”, “coitados, não se enturmam”, “chatos, são os que estragam a festa”.

            Enquanto aproveito o fato de que, miraculosamente, pelo segundo dia, as torneiras que recebem água da rua têm água, para que possa lavar a roupa suja, literalmente, acumulada pelo fato de querer poupar água da caixa, do reservatório, aquele que, há muito tempo, na “calada da noite”, só recebia um fio de água da rua, insuficiente para abastecer os reservatórios (alô, concessionária de serviço de água e esgoto da metrópole de Itu, Água de Itu, que assumiu a concessão em 04 de outubro de 2007, ainda aguardo a revisão da conta que nos puniu com uma conta de R$ 319.80, enquanto a água, na calada da noite, já no mês de setembro, entrava feito um fio, o que não era suficiente para abastecer reservatório e, pior, em local onde o registro do hidrômetro é mantido fechado), porque os bons pagadores são ofendidos pelo fato de os maus pagadores não sofrerem as conseqüências de serem maus pagadores ou de pagarem por consumo mínimo, enquanto os bons pagam os prejuízos desses maus, aproveito para desabafar, aproveitando-me dos conteúdos dos DVDs e das palestras do Prof. Marins para mostrar, aos curtos de intelecto, que não é possível separar vivência profissional da vivência pessoal e da vivência social.

            Retomo, também, o conteúdo do documentário “Enron – os mais espertos da sala”, porque, não há como duvidar, os que queriam porque queriam que a concessão fosse concedida, como os “traders” da Enron, deixaram a população de Itu ajoelhada, implorando por água. A mesma água que deveria ter sido poupada, pois Itu, desde que nasci há 53 anos, sofre com a estiagem, aparentemente, a única fonte de abastecimento de água de Itu: a chuva.

            É, também, impressionante o número de empresas públicas e privadas que não investem na formação moral e intelectual dos donos, dos chefes, dos funcionários e se negam a pagar por palestras, cursos de reciclagem, cursos que supram a defasagem de formação moral e intelectual dos contratados. Mas a empresa (ou o órgão público) não pode contratar quem nada sabe para, então, ensinar! Ah, é? Então por que contratou o piolhento, o lesado por 500 anos de intensivo exercício da corrupção, a maior responsável por injustiças sociais?

            Pois é, como na lenda que mostra que existem que, enquanto uns resgatam os prestes a morrer afogados, há os que saem à procura de quem os está lançando na água, tem que haver os que ganham dinheiro para ensinar como não existir quem lança outros para a morte.

            É corriqueiro, também, ouvir que “só pagando é que as pessoas aprendem a não cometer os mesmos erros, as mesmas infrações”. No entanto, os bons continuam a pagar pelos maus e os maus não são punidos, são premiados com privilégios, para que continuem a cometer os mesmos erros, as mesmas infrações, os mesmos crimes.

            Sinhá, cadê “seu” Padre?

 


[1] Recebo esses “folders” desde que adquiri, ainda no exercício do Magistério PÚBLICO, uma coleção em vídeo cassete, na época, denominada “Motivando para Vencer”, que utilizei, em sala de aula, emprestei a alunos, para que levassem os vídeos para as empresas em que trabalhavam (os vídeos têm dispositivo que bloqueia gravação pirata), a uma professora que os levou à escola particular em que trabalhava e, infelizmente, os vídeos devem ter sido utilizados, também, por picaretas (entenda-se: o conteúdo foi “sugado”), para que o utilizassem em suas palestras picaretas de auto-ajuda. Os temas das palestras do Prof. Marins se encontram, também, em www.anthropos.com.br. São tão interessantes, que não entendo como muitas pessoas perdem um tempo enorme, na Internet, com besteiras ou com visitas a sites que não enriquecem em nada. Bastaria ler os textos que se encontram disponíveis no endereço eletrônico do Prof. Marins! Ah, esqueci-me de que há cinco milhões de psicopatas. Só no Brasil!

Dá-lhe, Polícia Federal ! Estou esperando restituição de taxa desde 21/12/2004 quinta-feira, out 18 2007 

Manchete de Folha de São Paulo, 17/10/2007:
PF aponta fraude de R$ 1,5 bi envolvendo multinacional

Operação prende 40 acusados de importação ilegal, entre eles o presidente da Cisco no país

Segundo a investigação, a empresa de informática, uma das maiores do mundo, foi beneficiada por esquema de sonegação de impostos

 
Claro que tem mais do que a manchete, mas o que me levou a inseri isso é que aguardo, desde dezembro de 2004, que a Receita Federal me restitua um Imposto de Importação, pago nos Correios no ato da retirada de uma compra (e se não pagasse o ‘tributo", minha compra, já paga por meio de cartão, seria devolvida) pelo The Breast Cancer Site (única organização confiável, em meio a uma, em especial, trambiqueira, que serve para esconder dinheiro que é falsamente declarado como contribuição), que me custara, em reais, R$ 261,04 (conversão da compra de braceletes de bijuteria, para presentear pessoas da família, que custara US 94,65) e o Imposto de Importação (quiáquiáquiáquiá) me custou MAIS R$ 133,93. Ou seja, uma compra de presentes de Natal, com o objetivo de proporcionar mais mamografias para mulheres desprivilegiadas, me custou R$ 394,97, enquanto, há quantos anos?, calhordas  se refestelam, com ajuda de funcionários graduados da Receita Federal (que vergonha! que falta de caráter!!) e de rufiões e rufiãs em importar sonegando impostos.
Eu mesma redigi uma Recurso Voluntário, com data de 16/12/2004, Protocolado em 21/12/2004, Indeferido em 19/01/2005, que chegou às minha mãos em 04/03/2005, com data de 23/02/2005 e, depois, redigi um Recurso Voluntário ao CC – Manifestação de Inconformidade, protocolado na ARF / Itu em 11/03/2005.
Está, até agora, na caixa de "pendências" (quem manda não ser amiga do "rei" e não ter ido embora para Passárgada? Acontece que não sou barata, sou muito cara! Barata é a mãe de quem abriu as pernas e calculou mal para quem as abriu, evacuou esses parasitas que se refestelam com dinheiro que deveria se transformar em benefícios para toda a sociedade)
Não sei se essa multinacional psicopata, apanhada na Operação Persona (dá-lhe, Polícia Federal; em breve, nos jornais, os defensores estarão declarando que isso é "normal, todo mundo faz"), será suficiente para me consolar por ter sido feita, mais uma vez, de idiota, escada, corrimão, trampolim.
A decepção, o sentimento de depressão é muito caro, para que eu me sinta justiçada!
"Também entre os presos estão seis auditores da Receita, sendo dois aposentados. Ao ser preso em Santos (SP), um deles, da ativa, tinha consigo US$ 200 mil. No total, a operação apreendeu US$ 290 mil e R$ 240 mil em espécie, além de R$ 10 milhões em mercadorias".
E então, para que o crime organizado fature tanto é ou não é necessário ter "lacaios" em todos os postos-chave?

Globalização, neoliberalismo, terceirização: causadores da tragédia nacional moderna? terça-feira, out 9 2007 

Globalização, neoliberalismo, terceirização: causadores da tragédia nacional moderna?

            Como tudo, absolutamente tudo, que não é como o conselho de Fernando Pessoa (“nem tanto ao mar, nem tanto a terra”), a “tal” da globalização desaguou na terceirização,  que é uma das vertentes mais perversas, que gerou, também, a adoção do neoliberalismo na estruturação de empresas: a biboca é “exclusiva”, pagamos tudo, mas tem que emitir nota fiscal para a nossa empresa psicopata, pois precisamos “esconder” dinheiro sujo.

O neoliberalismo do século XX se resume no seguinte: eu (empresa privada, governo municipal, estadual ou federal) privatizo (terceirizo) empresas ou bibocas ou serviços, não tenho mais obrigação alguma, “só corro para o abraço de recolher a grana ou esconder a grana”. Não importa como, se por meio de ISS, de ICMS, de venda de folha de pagamento dos funcionários, de dinheiro em mala, em cueca, mas eu (governo, sistema político que não sofre vigilância alguma da parte do povo, seja qual for a razão que pessoas esclarecidas e não-participantes do esquema entendam) quero a parte que me cabe em dinheiro.

Que as empresas privadas se utilizem desse expediente da terceirização, vá lá, porque causam prejuízos à saúde dos funcionários (a mais grave é a Síndrome de Burnout), prejuízos ao SUS, ao INSS, à Receita Federal para, no final do esquema, quem sofre os processos trabalhistas dos quais as empresas de terceirização deveriam ser as responsabilizadas (não são regidas pelas Leis Trabalhistas, são os tais “casuísmos” de qualquer legislação brasileira, casuísmos que nossos legisladores “piolhentos” e proprietários ou lacaios de empresas terceirizadas aprovam) são os que contrataram os serviços das empresas de terceirização.

O consumidor final, sim, é o maior penalizado, pois os serviços não são prestados corretamente, se cancelados representam um calvário, porque, de terceirizado em terceirizado, nenhuma terceirizada tem a responsabilidade, palavra-chave, de fechar, com chave de ouro, o que se iniciou com a adesão do consumidor ao serviço e, agora, quer o cancelamento dele.

Não sei se me fiz entender, mas, entre a manchete – atenção, não discutirei as pessoas citadas, discutirei idéias – “Lula supera FHC em despesas com terceirizados”, no endereço http://noticias.br.msn.com/brasil/artigo.aspx?cp-documentid=5543139, mais o excelente texto “Você está globalizado?”, “Superinteressante”, edição 242, agosto de 2007, mais o excelente texto “A Super faz 20 anos. Vai fazer 30?” (“A Internet está tirando os classificados dos jornais, roubando leitores e fechando algumas revistas”, “Como as pessoas vão se informar daqui a 10 anos? Esse é o grande enigma dos executivos da imprensa”), mais os dados impressionantes de que uma das causas modernas da Síndrome de Burnout é o fato de estar “globalizado” ou “não globalizado”, dúvida que poderá ser esclarecida no trabalho FONSECA, Ricardo Tadeu Marques da. Saúde Mental para e pelo trabalho. Sem data. Procurador Regional do Ministério Público do Trabalho – 9ª Região, Professor de direito do Trabalho da Faculdades do Brasil, Especialista e Mestre em Direito do Trabalho pela Universidade de São Paulo e Doutorando pela Universidade Federal do Paraná. Disponível em

http://www.unibrasil.com.br/publicacoes/direito/02/E.pdf . As dicas para acessá-lo são estas: UniBrasil, Curitiba, PR http://www.unibrasil.com.br/.

Na página inicial, clicar em “Publicações”;

em http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=17, clicar em “Publicações Científicas”;

em http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=81, clicar em “Cadernos da Escola de Direito e Relações Internacionais”;

em http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=447,  clicar em “Edição 2”;

em http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=452 “Edição 2 / Editorial”, clicar em “Clique aqui para ter acesso aos artigos”;

em http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=453, em “Artigos do corpo docente”, encontra-se listado o texto do Professor Ricardo Tadeu Marques da Fonseca: “Saúde mental para e pelo trabalho”.

            Finalmente, a fonte desse texto particularmente esclarecedor do Professor Ricardo Tadeu Marques da Fonseca é uma monografia apresentada, em 2006, à Academia Nacional de Polícia, Brasília / DF, e à Universidade Federal de Tocantins – UNITINS – pelos Delegados da Polícia Federal Cláudio Pires Martins e Agenor Bernardini Júnior, intitulada “Síndrome de Burnout”, como pré-requisito para obtenção do certificado de conclusão do XX Curso Superior de Polícia para obtenção de título de especialista em Gestão de Políticas de Segurança Pública.

            Após essa leitura, imperdível, refletir se ser terceirizado como Trabalhador em Informática, e funcionário terceirizado é, de fato, uma promessa ou uma ameaça. Se o presidente Lula está pensando como estadista ou como um presidente que não consegue romper os grilhões da globalização. Se empresas privadas que trilharam o mesmo caminho da globalização, neoliberalismo, terceirização estão fadadas a provocar tragédias na saúde dos funcionários e na economia nacional, mas suas situações e jamais responderão pela tragédia que provocaram e continuam a provocar.  

A Internet é muito louca, mais do que eu! domingo, out 7 2007 

A Internet é muito louca. Em 15/05/2002, imprimi, para ler para os alunos, em sala de aula, dois textos de um site chamado “Armazém Literário”. O endereço era www.armazem.literario.nom.br . Vale a pena visitar esse endereço para descobrir que “saiu do ar” em 17/03/2003 e qual foi a razão.

A responsável pelo site “Armazém Literário” era Malva Barros. Ao colocar esse nome em “Busca”, em 07/10/2007, porque, para fragmentar meu ex-material pedagógico preciso de guardar pelo menos um exemplar, descobri a importância de Malva Barros, porque esperava que já tivesse voltado.

Uma antiga indicação para o site é a seguinte:

"Armazém Literário


Site coordenado pela poeta e escritora Malva Barros, que colocou o Estado de Sergipe no circuito internacional dos concursos literários, chegando a ser considerado o Canto do Conto, da Crônica e da Poesia, ou seja, parada obrigatória do contista, do cronista e do poeta. O Armazém promove concursos, divulga poesias, contos, crônicas, possui colunas com escritores, além de ofertar uma série de dicas e novidades para o navegante".

Fonte: http://www.sobresites.com/poesia/tematicos.htm

 

Obviamente, é uma indicação antiga, pois o site consta como “novo”.

Estou contando tudo isso porque quero redigitar “O novo padre da paróquia”, que constava de “Rir ainda é o melhor remédio”, era uma piada que fora enviada por Jandyra adami Neves de Carvalho e, naquela época, os colaboradores podiam colocar o endereço eletrônico, sem medo de serem assediados pelos imbecis que se satisfazem em perturbar outros.

 

Antes, vale a pena colocar “Malva Barros” em “Busca”, pois tentei

 www.armazemliterario.com.br

(para saber se a Malva voltara) e “dei com a cara na porta”, pois o “dito cujo” está passando por manutenção ou coisa que o valha.

 

Procurei, também, por “O novo padre da paróquia” e seria encaminhada para blogs que colocaram a piada recentemente, o primeiro deles avisando que “um amigo enviara”.

Tem coisa mais chata do que a mensagem enviada não ter autoria, crédito e no início dela aparecer  “uma amiga de (cita a cidade) me enviou” ?

Toda essa introdução para redigitar a piada (mesmo sabendo que os xiitas se ofenderão), porque é divertida e pode funcionar como um alerta para o abuso de bebida alcoólica e, também, porque não suporto enviar uma mensagem que o povo que recebe diz “Já é velha, já corre na Internet há muito tempo”. Claro que é antiga, eu já acessara a mesma piada em 2002!

 

 Na próxima inserção: O novo padre da paroquia.

Por que sou contra a concessão privada do SAAEI sexta-feira, out 5 2007 

Em primero lugar, SAAEI significa Serviço AUTÔNOMO de Água e Esgoto de Itu
Nunca entendi como, salvo raras exceções que conheço pessoalmente, um SERVIÇO AUTÔNOMO tenha desviado tanto dinheiro para cobrir buracos (será?) da dívida pública de Itu. Afirmo isso porque, uma cidade como Itu, aldeia metida à metrópole, com todos os vícios de "cidade grande", não tem de onde tirar água para o abastecimento. Em determinado ano, uma empresa contratada para tratar do esgoto, lançá-lo limpo no Tietê, a CAVO, originou um problema que deveria ser de intervenção municipal, pois os pagantes de contas de água eram cobrados, em conta de consumo, pelos serviços e, para encurtar a história, a CAVO precisou entrar com um processo judicial, pois não recebera a parte que lhe cabia. Os pagantes de contas de água e de tratamento de esgoto, passaram a não pagar mais o tratamento, porém, a conta DUPLICA com o iem "manutenção de esgoto", o que significa que o SAEEI recebe o dobro do que o pagante paga pelo consumo de agua. Supostamente, a água que entrou no imóvel, sai pelo esgoto e, assim, pagamos duas vezes.
Não sei se é um mito, mas muitos mortais afirmam que o pagante paga em excesso pelo consumo de água, porque o ar faz o "contador" de consumo girar adoidado.
Um deputado federal, Celso Russomano, de grande influência na aldeia de Itu, aproveitou-se disso para fazer propaganda de um aparelho que, instalado na entrada de água, após o hidrômetro, impediria que o ar fizesse parte dos milímetros cúbicos de consumo. Fiquei "p." da vid, porque, como REPRESENTANTE DO POVO, eleito pelo povo tonto que o elegeu, agora deputado federal, Sua Insolência deveria, há muito tempo, ter dado origem a uma lei a um decreto em que os servços de abastecimento e manutenção de esgoto DE TODO O PAÍS, fossem obrigados a instalar esse aparato, juntamente com o hidrômetro, sem custos adicionais para os pagantes de contas de água e manutenção de esgoto.
Pagantes, porque nem todos pagam e, sabidamente, alguns inquilinos que têm "costas quentes", deixam de pagar suas contas por anos. Quando o locador do imóvel descobre, autoriza o corte. Até A ÚLTIMA GESTÃO MUNICIPAL, vereadores piolhentos, para manter a "freguesia", se metiam na administração do serviço AUTÔNOMO de água e esgoto, par que a água fosse religada, mesmo que o devedor não pagasse a conta. Havia uma "promessa" de pagamento, que o devedor não cumpria, Desocupado o imóvel, por via judicial, uma luta titânica para tirar o "piolhento" e sua família piolhenta (os lesados pela corrupção que se deixam levar pelos péssimos exemplos dos criminosos oficiais, os lesados que acreditam que o dono do imóvel é que deve sutentá-los, pois o Estado assim os deixa acreditar, visto que o Estado é ausente, omisso, conivente com os criminosos, não ensina nem dá bons exemplos de cidadania), o dono do imóvel fica com o débito de anos e anos de contas de água e manutenção de esgoto. Além do prejuízo de aluguéis atrasados e prejuízos (os piolhentos têm total proteção da Justiça, coitadinhos), o dono do imóvel, se não pagar os atrasados, ALÉM DE TER QUE PROVAR QUE É DONO DO IMÓVEL, fica sem abastecmento para o resto da vida.
Muito bem, sem água para abastecer a aldeia de Itu, quando começa o tempo de estiagem, ninguém começa o racionamento e, como muito bem lembrado por uma amiga, não estoca água em período de chuva, e, neste mês de setembro, por exempo, o abastecimento de água virou questão de calamidade pública. Na rua Floriano Peixoto, onde se localiza minha casa há quase cinqüenta anos, o abastecimento começa a acontecer por volta das 23 horas, mas a água não tem "força" para abastecer o andar superior (residência) nem a caixa do andar inferior (que abastece o comércio e tem conta e hidrômetro separado da residência, embora funcionários piolhentos do SAAEI, a mando de seus "patrôes" do crime organizado, não necessariamente superiores deles no SAEEI, porque o serviço AUTÔNOMO sempre teve mais cacique do que tribo para chefiar, sempre duvidem e dêem um jeito de obstruir o abastecimento (mesmo que não estejamos em débito). Essas obstruções parecem ser retaliações. A quê? Algo a ser investigado com muito cuidado, mesmo que eu seja considerada louca, com mania de perseguição. Tenho muitas provas de tratamento diferenciado de SAAEI, CPFL, Telefônica e problemas quase incontornáveis, com os funcionários sempre prevendo que a solução será impossível. Por esse motivo, estou sempre digitando que não sou escada, corrimão, trampolim de ninguém, pois sou obrigada a ouvir – nunca por escrito – que o problema foi causado por tais e tais motivos (não trabalho em nenhum desses locais mencionados, não sou causadora dos problemas, pago e quero os serviços corretos, soluções imediatas, pois os pagamentos são feitos em dia).
Além de não haver como captar água para o abastecimento, os tresloucados irresponsáveis (Prefeitura e SAAEI) permitem que condômínios horizontais e verticais, loteamentos de casas de alto padrão sejam instalados e, obviamente, quem paga a conta e fica com os prejuízos são os cidadãos pontuais nos pagamentos de seus débitos de abastecimento de água e de manutenção de esgoto. Sem me estender no fato de que o Centro da Aldeia de Itu tem um sistema de abastecimento de água e captação de esgoto que se aproxima dos cem anos, sem manutenção, sem modernização (foi tudo asfaltado, às custas dos moradores, os consertos, os remendos levam um dia inteiro). Mas isso será resolvido! Há um complô para tornar o centro um imenso calçadão e esses problemas serão escamoteados. Os que ainda resistem a morar no centro que se mudem para um dos loteamentos ou condomínios verticais. Muito mais chique! Uma expectativa de lucro medonho para os especuladores imobiliários, cuja primeira providência é demolir o imóvel, para construir o que lhes dê na veneta!
Tenho provas de que, especificamente, um condomínio vertical, com 39 unidades ou apartamentos consome o equivalente ao mínimo por unidade (somos proprietários de UMA unidade e sustentamos, há dezesse anos, a construtora e os que nada pagaram para que esse prédio fosse construído E NÃO SOMOS PROPRIETÁRIOS LEGÍTIMOS DA UNIDADE, a luta, na justiça, a quem o imóvel e as unidades foram penhorada, à revelia de seus legítimos proprietários, pois a construtora nunca legalizou a propriedade dos que construíram o prédio e as unidades habitacionais, dura dez anos. O processo de quem cedeu a hipoteca se iniciou no ano de 1997, com Auto de Penhora em 1998. Digitado isso, o condomínio, que só foi legalizado em 2004, nunca ficou devendo o consumo de água e manutenção de esgoto (exceto em 2000, quando os condôminos adimplentes, sem a participação da construtora, tiveram que fazer uma "vaquinha" e pagar extras, pois a arrecadação não era suficiente para pagar contas de água e de luz; três meses atrasadas, o corte no abastecimento já havia sido anunciado). Pois é, 39 unidades habitacionais, não sei por qual contrato lesivo à cidade entre SAAEI e Construtora, a R$ 17,40 o consumo mínimo por unidade, a conta fica em R$ 678,60. Mencionei que a construtora não pagou, durante dez anos, a taxa de condomínio ordinária e as taxas extras bem como outros proprietários espertos? Após 2004, com a legalização da convenção do condomínio, os inadimplentes, ameaçados de processos de cobrança judiciais, estão tratando de colocar as taxas em dia, mas só a partir de setembro de 2004. Isso não é problema do SAAEI, pois o SAAEI não é responsável pela adimplência do condomínio.
A responsablidade, ou melhor, a irresponsabilidade do SAAEI (juntamente com quem fornece o Habite-se, que é a Prefeitura) é PERMITIR a instalação de condomínios horizontais e verticais, sem que haja um planejamento de como serão abastecidos por água tratada, EM PREJUÍZO DA POPULAÇÃO QUE MANTÉM A PREFETURA E O SAAEI azeitados, sem que os pagamentos se revertam em serviços adequados, regulares, perfeitos, pagando os funcionários CONCURSADOS com salários dignos, porque prestam serviços corretos, honestos. Diferentemente daqueles que ocupam cargos de confiança, não estão à altura, não são comprometidos com os órgãos que chefiam ou fingem que chefiam.
Ironicamente, um de nossos imóveis, invadido, depredado, com fiação e torneiras externas furtadas em abril de 2007 (e que não apresentou aumento de consumo de água), foi avisado de que, entre 12/08 e 11/09, apresentou um consumo de água exorbitante, em valores R$ 319,80, e, mesmo eu tendo entrado com uma petição para que essa cobrança seja suspensa, os funcionários que me atenderam disseram que isso não será possível. Todas as medidas foram tomadas, para confirmar que o hidrômetro está registrando corretamente um consumo impossível de ter acontecido (todas os canos sem torneiras receberam "plugs", todos os registros internos da propriedade foram fechados e confirmados como fechados após a depredação, não havia sinal de que a água vazara pelos canos que tiveram as torneiras quebradas ou furtadas, em contas com vencimentos de abril, maio, junho, julho e agosto o consumo foi mínimo e para consumir 78 milímetros cúbicos, entre agosto e setembro, haveria necessidade que alguém estacionasse um veículo para transportar esse volume de água, o que não foi denunciado pelos vizinhos). Comparado o consumo no valor de R$ 319,80 (que não saiu pelo esgoto, certamente, mas a conta inclui os valores de manutenção de esgoto) com o consumo do condomínio vertical, com 39 unidades, a indignação é imensa!
Não tem água para fazer os testes de aferição do hidrômetro. Não há, de acordo com os funcionários, possibilidade de suspender essa cobrança até que o hidrômetro seja testado com água, sobram muitas dúvidas.
Todos os proprietários de imóveis em condomínios, horizontais e verticais, pagam consumo mínimo?
O leiturista (do imóvel que apresentou um consumo exorbitante a que estou me refererindo) estava fazendo a leitura corretamente ou fingindo que fazia e, agora, porque existe a concessão do SAAEI para uma empresa privada – QUE PASSARÁ A COBRAR DOS PAGANTES O ISS QUE A PREFEITURA RECEBERÁ SEM NADA TER FEITO PARA MERECER, muito pelo contrário, que não investigou nem investigará TODAS AS IRREGULARIDADES anteriores nem os que cometeram as irregularidades jamais serão punidos, jamais devolverão dinheiro que se apossaram indevidamente – o leiturista, repito, estava lendo corretamente o consumo. De repente, alguém foi ao local e descobriu que a leitura não era feita desde o mês de fevereiro, por exemplo, É UMA HIPÓTESE, e os prejudicados seremos nós? Nunca dormi, comi ou tomei banho com qualquer funcionário ou superior hierárquico do SAAEI, portanto, não há como ter feito acordo ilícito para não pagar o consumo real. Aliás, o Boletim de Ocorrência de 18 de abril de 2007 me ampara a afirmar que nenhum consumo foi exagerado, mesmo com furto e depredação de torneiras. O imóvel não apresenta sinais de vazamento, o encanador que "plugou" todos os canos comprovará isso por meio de um laudo que fornecerá. O funcionário que fez capina no imóvel, durante cinco dias da semana, antes dessa leitura de consumo exagerado testemunhará que, enquanto eu o acompanhava e fechava a propriedade, nunca presenciou que eu consumira água, excesso para uso absolutamente necessário, quem nem mexeria no hidrômetro.
Sou contra a concessão do SAAEI sem que haja uma auditoria rigorosa, sem que a população seja esclarecida dos motivos de uma empresa querer um "abacaxi" tão grande, sem que sejam esclarecidos quem serão os cobrados pelos prejuízos que aconteceram até agora, sem que esse consumo exorbitante que ns está sendo cobrado seja esclarecido, para que eu não me sinta, mais uma vez, sendo usada como escada, corrimão, trampolim por situação ou por oposição à concessão do SAAEI a uma empresa privada. 

A maior parte de meus erros de digitação se devem… sexta-feira, out 5 2007 

Ao inserir páginas, quando o faço on-line, diretamente, tenho problemas com a digitação.
Não sei se é uma falha do "blog" ou de intervenção alienígena (suínos capados, impotentes sexuais e intelectuais) ou intervenção de suínos capados, impotentes sexuais e intelectuais que querem me impedir de apresentar as provas dos crimes que cometeram, quando no exercício do Magistério, e que continuam a cometer, interferindo na minha vida pessoal e familiar.
Se isso acontece por intervenção de QUAISQUER outros que não os mencionados, solicito que enviem proostas, por escrito, para que eu faça parte de seus provedores ou seja uma colaboradora de portais. Todavia, esses provedores ou portais terão que ser acessíveis (contas abertas) para que eu comprove que não existem às custas de sacrifício de dinheiro público desviado, ou seja, que o dinheiro utilizado seja LIMPO e não às custas de sacrifício de quem paga as contas em dia, para privatizados, por exemplo, que dão um lucro absurdo para governos municipais, estaduais e ara o governo federal, por meio de recolhimento, dos usuários, de ISS, ICMS (os usuários é que pagam essas taxas) e nós, pagantes, contribuintes não temos acesso a o que é feito com esse dinheiro que vai para AS MÃOS dos municípios, dos Estados, da Federação.
A lentidão com que a digitação aparece na tela, bem como a falta de letras fica por conta de quem está com a MINHA tela aberta enquanto digito.
Quando produzo o documeto no Word, salvo e quero copiar e colar na inserção do blog, dependendo do que digitei, o documento não é inserido.
Provavelmente, atingi, exatamente, quem está "filtrando", como em regimes ditatoriais, o que digitei.
Mensagens eletrônicas, também, quando enviadas diretamente para o site para o qual pretendo enviar reclamação ou crítica, não são enviadas.
A mais recente mensagem que não foi enviada e apareceu na tela que a página não estava acessível foi uma denúncia à franquia "Embeleze" sobre o responsável, um senhor oriental, que estacionava o veículo, plotado com o nome da franquia "Embeleze", o dia inteiro, numa rua (a Floriano Peixoto), em frente ao Instituto Embleze, como se não houvesse "zona azul", sem cartão, sem ser multado.
Telefonei para o Secretário de Trânsito e, assim como o oriental do Instituto Embeleze, minha denúncia quase me transforma em ré.
Vale para este comentário, também, pois se tentar me comunicar com o MSN Messenger, serei interceptada por criminosos (os mesmos que manipulam meu micro) e entregarei ouro, mapa da mina para bandidos.
 

The Breast Cancer Site segunda-feira, set 24 2007 

Embora, novamente, assediadores de micros, impotentes sexuais e intelectuais, tenham desconfigurado meu acesso ao The Breast Cancer Site e eu tenha enviado, pelo Hotmail (que só recebe mensagem de quem EU autorizo, portanto, os insistentes são classificados como lixo eletrônico, quando não relatados como tentativas de "phishing") e meus erros de digitação sejam provocados pelo impotente sexual e intelectual mór que, no momento da digitação está tentando "levantar" o que não levanta sem estratégias criminosas), estou aguardando, novamente, que o site The Breast Cancer Site me envie os lembretes para clicar.
São muitas as explicações para que isso aconteça. Em primeiro lugar, claro, estão os impotentes sexuais e intelectuais dos hackers, crackers que precisam de desconfigurar MEU micro, para que possam apresentar "resultados" para seus patrões do crime organizado e, ao mesmo tempo, conseguir uma ereçãozinha. Em segundo lugar, estão as "empresas" de fachada brasileiras que "guardam" e "lavam" dinheiro "investindo-o" em campanhas de diagnóstico e educação para diagnóstico de câncer de mama. Essas empresas psicopatas prestariam um serviço maior se VIGIASSEM os investimentos públicos na Saúde, se cobrassem dos governos municipais, estaduais e do governo federal programas nesse sentido, além de prestar muita atenção em como é gasto o CPMF recolhido daqueles que têm conta bancária.
Ou essas empresas não pagam CPMF exatamente para que não tenham como cobrar em que é investido e para que possam utilizar o dinheiro em operações criminosas?
Assim como não consigo acessar o SAC da Editora Abril nem tentar recuperar textos que li e merecem ser citados (sem que tenha que localizar a revista em que foram publicados), bem como para avisar, por meio do acesso on-line (cantado em verso e prosa pela editora como sendo o meio mais rápido de contato) e reclamar que a revista que assino, que deveria chegar na primeira semana do mês, não chegara até op dia 12. Agora, recebi uma nova revista, mas chegou no dia 21. Que ironia dos assediadores de micro impotentes sexuais e intelectuais.
Toda empresa tem que, semanalmente, verificar que funcionários estão ganhando "dos dois lados" e pedir para que optem por um apenas. De preferência o lado correto. Porém, se for homossexual, que assuma, que saia do armário, pois "enrustidos" causam tragédias imensuráveis. Depois, a família do enrusido fica manobrando para trazer o dinheiro que foi "lavado" e coisa e tal e usando métodos do crime organizado para que o defunto não tenha a biografia revelada. Um tédio para o meu talento, para a minha beleza e para o meu charme.
Lembrando: não é para qualquer um, por esse motivo não me correspondo sem que haja imagem de webcam em tempo real. Por isso, também, a minha webcam fica voltada para o teto. Já bastam as câmeras e microfones internos, além de portas que não podem ficar abertar à bisbilhotice de assediadores.
CUIDADO COM OS QUE "CORTAM DOS DOIS LADOS", usualmente não são capazes de discernir entre o certo e o errado.
Funcionários "gilette" são tão ruins como quaisquer parasitas.
 

Continuo a não entender antivírus “de grátis” segunda-feira, set 24 2007 

Continuo a não entender ofertas de antivírus "de grátis", pois, como digitei antes, não "alcanço" que vantagem "Maria leva" em fazer download de antivírus gratuito.
Todavia, o meu pacote de antivírus, firewall etc. e tal, pago, e, supostamente submetido a registro na empresa em que adquiri o produto (quem me garante que assediadores de micro não se meteram no meio, antes que o download fosse feito, e o que paguei não é apenas e tão somente o que os impotentes sexuais e intelectuais dos assediadores me fazem acreditar ser o original?) não está reconhecendo o meu próprio micro e o está acusando como invasor. Não, sou a primeira a admitir ignorância, pois, ao contrário daquele que têm intelecto de substrato de pó de ameba, quando erro ou ignoro algo, reconheço o erro e a ignorância. Por exemplo, logo após confirmar que a forma de pagamento fora aprovada e receber permissão para fazer o upgrade, tiv uma dúvida e contatei, on-line, alguém da empresa fornecedora do pacote de antivírus, firewall etc. e tal para tirar a dúvida. Constatei que era o assediador impotente sexual e intelectual que estava, como sempre, respondendo à minha dúvida quando, logo após digitar que eu não deveria fornecer minha chave de segurança do produto  ninguém, pediu a chave de segurança. Nesse meio tempo, claro, estava fuçando o micro e, certamente, teve sua ereçãozinha do dia. A unanimidade dos que criticam a empresa da qual adquiri o produto (desde 2002) impressiona. O que me faz crer que as outras empresas, desesperadas, gostariam de que o MEU micro utilizasse os produtos delas. Claro, não me pagam nada por isso. Em compensação, continuam a contratar impotentes sexuais e intelectuais para quebrar a segurança das "concorrentes".
Podem tirar o cavalinho da chuva, assediadores de micro impontentes sexuais e intelectuais: até que alguém me prove (e não esteja aqui no meu micro para roubar o que não é pirata para transformá-lo em pirata e ganhar dinheiro sujo – como a mãe e o pai devem ter dado como maus exemplos, ah, esqueci que psicopata não presta atenção em bons exemplos, mesmo que os pais tenham dado bons exemplos, sorry mamis e dédis), continuarei comendo o que o diabo (os marrom-que-fuça) amassou com os pés (só para que impotentes sexuais e intelectuais consigam uma porcaria duma ereçãozinha) até que, como já digitei, um de nós morra.
Vade retro, impotoentes sexuais e intelecuais. Se eu fosse pobre de espírito, tinha dado o golpe de gravidez, golpe do baú para ser sustentada e ter que agüentar calhorda psicopata!
Tenho o que se chama de INTELIGÊNCIA EMOCIONAL, embora os obstáculos que enfrento para contornar as ações criminosas dos assediadores impotentes sexuais e intelectuais de micros seja um círculo vicioso: os parasitas ficam excitados e APRENDEM o que nao sabem com as minhas ações para contornar os obstáculos que criam. Não mudarei, também, o programa, pois tio Bill Gates, apesar dos processos judiciais, RESPONDE JUDICIALMENTE, não utiliza tráfico de influência para que os processos sejam "desaparecidos" e toca a vidaem frente. Enquanto isso, as empresas psicopatas "compram" os que deveriam promover justiça e continuam a dominar, de modo criminoso, fazendo apenas crescer o contingente do crime organizado.
Como não há possibilidade de acontecer crime sem que alguém "de dentro" ajude… tamos dominados pelo crime organizado.
Gentinha sem dignidade que, como o primeiro texto que inseri neste blog, "Os piolhentos e nós", são cascavéis delirantes que acreditam que têm dignidade.
 

Sinhá, cadê seu padre? O túnel desencontrou! sexta-feira, set 21 2007 

Não é por nada, não, mas a famosa Linha Amarela do Metrô de São Paulo teve mais um "pobrema" (dentre tantos, inclusive o pior, a corrupção): o túnel desencontrou.
E não é por nada, porque, no domingo, dia 16/09/2007, em "Mundos Perdidos", espetacular documentário de canal pago, aprendi que a civilização minóica, de tão avançada, pode ter sido a tão buscada Atlântida e, para resolver um problema de abastecimento de água – sim, tinham serviço de abastecimento de água por meio de condutores e de aquedutos e, também, serviço de esgoto – precisaram construir um túnel, para que a água abastecesse os minóicos. O cálculo foi feito por um mestre da álgebra e não é que deu certo? 
Sinhá, cadê seu padre? para que os "piolhentos" do meu Brasil varonil sejam enviados para … Creta?

Continuo a ser assediada por impotentes sexuais e intelectuais quarta-feira, set 5 2007 

Sim, o que é uma pena muito grande, pois esses lacaios do crime organizado só conseguem uma leve ereção quando me impedem de abrir as páginas que quero abrir, de ler o que quero ler. Metem-se em minha vida pessoal do mesmo modo que se meteram (única forma de "meter") em minha vida profissional, até que eu pedisse aposentadoria, perdendo uma porção de direitos que me eram inerentes por não ter me prostituído para ganhar merreca, ou seja, porque eu era concursada e titular de cargo efetivo e nunca dependente de indicação a quem eu teria ficado devendo o que tenho: dignidade.
Em virtude de eu ser otária, mas não burra, é muito fácil distinguir quem merece ou não merece minha atenção, meu respeito. São pouquíssimos os que merecem minha atenção, meu respeito. Cortados, absolutamente cortados, estão todos os metidos à besta, que se consideram poderosíssimos, acima da lei. Infelizmente, o número dos metidos à besta, que vivem às custas do dinheiro público e não têm vergonha na cara, é muito maior do que os que agem como cidadãos (homens e mulheres). Basta tomar conhecimento dos que são "suspeitos" de algo criminosos ou dos mandados de prisão que estão sendo cumpridos (uma grande quantidade desses parasitas foge antes que sejam detidos, porque, claro, os criminosos estão em todos os setores da sociedade, até mesmo entre aqueles que deveriam estar lado da Lei). É impressionante o número, nas ruas desta metrópole, de piolhentos que me encaram de cima em baixo (piolhentos e piolhentas), que agem como se EU não merecesse respeito, que ameaçam jogar o carro em cima ou dão ré, na descida, para que eu seja atingida pelo carro, quando passo por trás. Claro, estão send prejudicados pelo fato de minha família não pertencer às suas quadrilhas.
Claro que dentre os que que nos vendem estão parentes. Apenas não podemos deixar de agir em benefício de nossos parentes, mesmo que sejam retardados mentais que nos vendem a troco de migalhas, porque estaríamos no mesmo nível desses parentes. São parentes e não parentes que nos atrapalham, inclusive abrindo as portas de nossas casas e de nossos micros para os medíocres e psicopatas que querem nos usar como escadas, trampolins, corrimões. Usualmente, quem nos quer usar como escadas, trampolins ou corrimões devem aquele orifício por onde evacuam. Precisam pagar, mesmo tendo "dado" o que não deveriam ter dado. Não têm dignidade, portanto, entregam os orifícios por onde evacuam e querem nos USAR para pagar seus débitos. Porque nós temos dignidade, querem usar a NOSSA dignidade, a NOSSA credibilidade para continuar a agir de modo criminosos e ganhar o que não deveriam ganhar. Caluniam-nos, difamam-nos, mas nos usam como escadas, trampolins e corrimões. À nossa revelia, usam NOSSAS dignidades, NOSSAS credibilidades. Psicopatas, agem como esquizóides. Antigamente, invadiam nossos micros por meio de salas de bate-papo. Hoje, vivem "second lives" e, depois, entupidos de hormônios não-naturais, sob efeito de drogas que os emburrecem querem, por força, invadir nossas vidas, fazer parte delas. Fingem-se de nossos protetores, nossos admiradores, mas foram eles mesmos que nos caluniaram, nos difamaram, nos injuriaram, para, depois, "interceder" a nosso favor contra aqueles deslumbrados que se deixaram envenenar a nosso respeito. Têm raiva de nós porque não devemos o que devem.
Esquecem-se que, mesmo que se considerem imortais, inimputáveis (porque têm "costas quentes") nós temos plena consciência de que somos mortais. Portanto, um dia, nos livraremos desses psicopatas, lacaios do crime organizado, impotentes sexuais e intelectuais. Pena que seja apenas a partir do  dia em que estivermos mortos. Todavia, será um prazer enorme sobrarem apenas os que mandam nesses calhordas todos. Faltará saco para ser puxado e vítimas de préstimos de serviços dos laciaos. Que mundo chato, não? Ah, mas chato vive de ser chato. Continuará tentando ter ereções puxando os sacos de seus patrões.
Xô, psicopata! Xô, lacaio do crime organzado que vive de pirataria, à serviço de quem os paga para que invadam nossos micros! Xô, impotentes sexuais e intelectuais! Eu mereço o melhor, calhordas! Não mereço esquizóides que despertam a libido apenas porque conseguem "romper" as ferramentas de defesa de meu micro. Pago caro por elas, calhordas! Não preciso de que façam "loby" para outras empresas. Se querem ganhar dinheiro de modo honesto, comecem pondo ordem no galinheiro de suas casas, perguntando para a mãezinha por que deu tantos maus exemplos, gerando vocês com o auxílio de calhordas que foram seus pais biológicos, aqueles que não lhes deram bons exemplos porque nem sabem quem são.
A propósito, assunto a ser discutido em outro momento: que vantagem Maria leva em ter antivírus gratuito? Quem paga pela gratuidade de antivírus? Que lucro tem uma empresa de antivírus gratuito? O mesmo lucro que têm provedores gratuitos? O fato de ser otária me impede de entender isso.

A globalização venceu: acentuação sofre modificações a partir de 1.º/01/2008 quarta-feira, ago 22 2007 

 A globalização venceu: acentuação sofre modificações a partir de 1.º de janeiro de 2008
Não se esqueça, porém, de, em cartões de fim de ano, continuar a acentuar "próspero", pois as proparoxítonas continuam a ser acentuadas.
Ah, não sabe o que é proparoxítona? Que pena! É produto de aprovações automáticas! Sem saber ler ou escrever, foi aprovado!
É esse "pogréssio" (ups, não será mais preciso acentuar "pogréssio" em 2008) que "astravanca" a comunicação.
Na década de 1980, a irmã de uma grande amiga, então na sexta série ("série" não será mais acentuada a partir de 2008), ao ler um classico de José de Alencar, em voz alta, em casa, deixou minha grande amiga absolutamente chocada, pois lia "Cêci", "Pêri" e, sintomaticamente, a professora de "Bortugueis" não estava corrigindo a pronúncia dos alunos em sala de aula.
Mais tarde, a minha grande amiga, educadora em sala de aula, ouvia dos alunos (quinta a oitava séries) que não sabiam o que era "ochitôna, parochitôna e proparochitôna" (estou tentando reproduzir a fonética), mesmo OLHANDO, mas não enxergando que havia acentos agudos em oxítona, paroxítona e proparoxítona.
Aparentemente, como a língua inglesa não tem sinal de acentuação, isso não se torna uma dificuldade para os que a usam como língua materna. Contundo, há que se considerar o nível de ensino / aprendizagem nas escolas públicas e privadas dos que têm o inglês como língua materna, além do acesso à escolarização. Na Grã-Bretanha, por exemplo, nos idos de antes do primeiro ano 1.000, houve um rei, de nome Alfred, que instituiu as primeiras escolas públicas. Deve ter sido por volta dos anos 600 D.C. , mas não consultarei minha farta bibliografia (nem a apostila que montei, baseada no acervo a respeito da Literatura Inglesa e da Literatura Norte-Americana, porque sou "uma" fóssil).
No Brasil, a meu ver, acentuação incorreta nunca ELIMINOU concursandos seja para Vestibular, para Concursos Públicos ou Privados seja para "passar de ano" nas escolas formais.
No entanto, a meu ver também, a acentuação correta, que entra em ortografia (= igual a escrita correta, portanto, "erro de ortografia" não existe; existe erro de grafia) sempre foi a linha delimitadora de alfabetizados e fingidores de que são alfabetizados. Por quê? Porque quem lê, de fato, cruza (ou tropeça nas) com as palavras acentuadas de modo correto e detecta (ups!, perdão, deteta) falta de acentuação ou acentuação incorreta.
Há uma palavra, em português, que se lida como a pronúncia inglesa de mister, "senhor", não significa nada. É mistér que se continuem com determinados acentos diferenciais ou determinativos de oxítona terminada em "r". Mas as "ochitonas" não estão sendo ameaçadas.
Os ameaçados, de acordo com a leitura de "O que muda", fonte www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2008200703.htm (não me processem, estou citando a fonte para fazer os comentários, estou fazendo "popraganda de grátis", algo que fiz a vida toda, como educadora, para, há muito anos, ser motivo de chacota de impotentes sexuais e intelectuais) são em relação a hífen (palavra acentuada por ser paroxítona terminada em "n"), trema (que já foi abolido, inclusive pela Folha de São Paulo, há uns trocentos anos; procurar, em Freud, a razão), em acento diferencial (eu, ainda, uso acento em "fôrma", porque é estranho colocar a massa em fôrma em forma (ou formato) de coração, se não houver acento em "fôrma"), alfabeto (que voltará a admitir as letras "k", "w" e "y", o que, sem dúvida, despertará a atenção de quem bate-papo em chats, pois esta aki, seria denunciada pela ortografia), acento circunflexo (aqueles chapéus em crer, ler dar, ver e seus derivados, além daqueles em enjôo, vôo, que serão grafados enjoo, voo e, com o tempo, alguém perguntará por que têm – acento será abolido – dois "os" e um será abolido), acento agudo nos ditongos abertos (será que ditongo é de comer ou é para falar mal?), nas palavras paroxítonas com "i" e "u" tônicos (tônicos? o que é isso?), nas formas verbais que têm (esse circunflexo será abolido) o acento tônico na raiz (do que estão falando? sinhá, cadê seu padre?), com "u" tônico precedito de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i (bobinhos, não precisarão mais acentuar averigúe, apazigúe.
Visto que as edições de livros serão partilhadas entre os países cuja língua materna é o português, quem ganhará com mais essa globalização? Como defensora de absoluta necessidade de se prestigiar editoras de livros didáticos e paradidáticos, não estou sendo má ao afirmar que apenas a editoras de livros e os importadores e exportadores. Como tudo já está devidamente informatizado, é uma mentira muito grande, da globalização, afirmar que haverá "geração de postos de trabalho".
Li, em jornal de hoje, 22 de agosto, que adorável governador de São Paulo promete reduzir reprovas (de alunos) pela metade. Alguém precisa ensinar aritmética ao governador, pois zero de reprova não pode ser reduzido à metade. Exceto se considerarem uma hipótese que elaborei há muitos anos: toda e qualquer criança, ao ter seu registro de nascimento confirmado pelo Cartório, "teje", "tomaticamente" cosiderada "matriculada", portanto, já está aprovada e o dinheiro público que DEVERIA ser utilizado em Educação Pública não precisa ser destinado a ela, já pode ser desviado para os bolsos e contas correntes C5 particulares e para pagar os gastos de futuras eleições.
Preciso, certamente, colocar placa na porta de casa, "Ensino a ler e a escrever", pois já sou aposentada e não serei acusada de não ministrar aulas de forma correta, para garantir dinheiro por meio de aulas particulares. Quando na ativa, concursada e efetiva, jamais teria coragem de ministrar aulas particulares, pois era o mesmo que trair meu juramento, ao me tornar Bacharel em Letras, de ensinar tudo o que soubesse e o que aprendesse aos educandos. Fracassei e pedi aposentadoria.
Por esse motivo, só tomei conhecimento das mudanças na acentuação pelo texto que foi publicado em 20/08/2007, pois tudo o que se relaciona com Educação está tão distante para mim quanto criminosos de qualquer cor de colarinho. Tomei asco. Não cansei, porque não apóio (acento será eliminado) aqueles que rezam para Deus e para o diabo, dependendo de quem pague melhor. Sou a favor de Reage, Brasil, mas não pela violência. Pela denúncia! Quem é a autoridade competente que tome as medidas legais cabíveis. Isto é, se não estiver comprometido com um dos dois citados, dependendo de quem pague melhor.
 
 
 

SINHÁ, CADÊ SEU PADRE? terça-feira, ago 7 2007 

 

“Depois da greve, Metrô anuncia demissão de 61 funcionários”.

“Rodoanel – Serra autoriza privatização do trecho oeste, que vai ter pedágio”

Manchetes da página inicial do UOL, 07-08-2007, 24h43m.

Sinhá, cadê seu padre? Que a Nossa Caixa comprou a folha de pagamento dos funcionários públicos, contrato celebrado em 27-03-2007, por dois bilhões e oitenta e quatro milhões, à vista, sendo que:

  1. Um bilhão e oitenta e quatro milhões serão destinados ao Rodoanel (mas vai precisar privatizar o trecho oeste, com instalação de pedágio; parece até compra de apartamento em construção, igualzinho! Ô saco sem fundo!).
  2. Trezentos milhões são para as estradas vicinais (ai, seu Padre, quem vigiará isso?).
  3. Seiscentos milhões para as obras do Metrô e da CPTM (parece que o dinheiro não chegou, porque nem a tal da “antecipação nas participações dos resultados do ano que vem [2008]” aconteceu! A greve de 02 e 03 de agosto foi por esse motivo).
  4. Cem milhões para reforma e construção de fóruns de justiça em vários municípios (e tiram dos funcionários públicos barnabés para construir e reformar fóruns de justiça para os juízes e promotores que podem, eventualmente, não aceitar processos contra o governo do Estado, visto que dinheiro, para eles, aparentemente também, não é problema, os salários são muito mais altos do que os dos funcionários barnabés, de onde sairá o dinheiro para construir e reformar fóruns de justiça para que os juízes, promotores além de muitos advogados de criminosos do colarinho branco possam ter um teto para atuar!).

Sinhá, cadê seu padre? Tem alguém aí? Alô! Será que me fiz entender? Será que se fosse para a construção e reforma de escolas e para pagar os professores com salários dignos eu não estaria tão indignada? Estaria, sim, pois sei que esse dinheirão jamais chegaria, muito menos serviria para a construção e reforma de escolas e para pagar salários dignos para os professores. Precisa babar e tomar sorvete pela testa para acreditar nisso!

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