A história de um crime de 20 trilhões de dólares – documentário quinta-feira, fev 3 2011 

Fonte deste texto: postado em 24jan2011

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17314&boletim_id=812&componente_id=13366

Siga esse link: há uma inserção do YouTube para assistir a um trecho do documentário.

A história de um crime de 20 trilhões de dólares

Documentário que será lançado em fevereiro no Brasil mostra o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise mundial de 2008. Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas. “Inside Job” (que ganhou o título de “Trabalho interno” em português) conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível. Documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

Marco Aurélio Weissheimer

Como causar uma quebradeira de 20 trilhões de dólares, por meio de uma farra de negócios especulativos, e cobrar a conta de milhões de pobres mortais que não participaram da festa? O documentário Inside Job (“Trabalho interno”, em português) responde essa pergunta mostrando o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise econômica mundial de 2008. Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas.

Dirigido por Charles Ferguson (mesmo diretor de No End in Sight) e narrado por Matt Damon, o documentário conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível. Para repeti-la, provavelmente.

O documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

Em No End in Sight, Ferguson faz uma análise sobre o governo de George W, Bush e sua conduta em relação à Guerra do Iraque e a ocupação do país, questionando as mentiras utilizadas pelas autoridades norte-americanas para sustentar a ocupação. Agora, em Inside Job, mais uma vez o diretor expõe uma teia de mentiras e condutas criminosas que prejudicaram seriamente (e seguem prejudicando) a vida de milhões de pessoas. Agende-se: a estreia do documentário no Brasil está prevista para o dia 18 de fevereiro.

“Se você não ficar revoltado ao final do filme, você não estava prestando atenção” – diz uma das frases promocionais do documentário. Uma revolta necessária, pois, neste exato momento, muitos dos agentes causadores da crise (do roubo, seria melhor dizer) voltaram a dar “conselhos” para governos e sociedades. Algumas das mais novas vítimas são gregos, irlandeses, espanhóis, portugueses e outros povos europeus que estão sendo “convidados” a “aceitar a ajuda do FMI”.

Os arautos das privatizações e da desregulamentação seguem soltos como se nada tivesse ocorrido. Inside Job mostra as entranhas deste mundo de cobiça, cinismo e mentira. São estes criminosos, no frigir dos ovos, que seguem dando as cartas no planeta. Preparem o estômago, abram os olhos e ouvidos e não deixem de ver esse filme.

Aula sobre e-mail, vírus e Internet em Power Point terça-feira, jan 18 2011 

aula_sobre_email_vírus_Internet_origem www_powermensagens_com

Recebi, novamente, da amiga Cidinha Carramenha e acredito que esteja na página “Anexos do Windows Live Spaces”, mas repito a inserção, porque é, de fato, uma importantíssima aula

Origem: www.powermensagens.com

 

 

O destino dos três Reis Magos quinta-feira, jan 6 2011 

Figuras carismáticas do cristianismo, os três Reis Magos (que podem ter sido quatro) continuam a protagonizar inúmeras manifestações religiosas (no Brasil, inclusive) e, na tentativa de segui-los (atenção, não com intuito de desmistificá-los) encontramos algumas citações, como nesta abaixo: 

“Um escrito do calendário dos santos da época medieval impresso no Colégio de Colônia lê : ‘Tendo passado muitos problemas e muito cansados os três homens sábios se encontraram em Sewa (Sebaste em Armênio) no ano de 54 DC para celebrar a festa do Natal. Assim após a celebração da missa eles morreram: São Melchior com 116 anos em 11 de janeiro, São Baltazar em 6 de janeiro com 112 anos e São Gaspar em 11 de janeiro com 109 anos.  A Martirologia Romana também lista estas datas como as respectivas festas dos magos’.
Sua festa é celebrada no dia 06 de janeiro.
NR:
As relíquias dos três homens sábios, ou três reis magos, foram dadas ao Arcebispo Von Dassel em 1165 que as levou para Colonha [Colônia], Alemanha e construiu um santuário para elas. O santuário tornou-se local de peregrinação desde então. Estariam hoje na Catedral de Colonha [Colônia], Alemanha.
Estudos mais acurados mostram que eles eram astrônomos e sem dúvida sábios (magos significava homens de grande sabedoria) e eram de origem real. Provavelmente, vieram da Pérsia ou da Arábia visto que a Mirra e Frankincenso eram plantas originárias daquela região. Alem disso, quando se falava homens do oriente ou homens do leste siginificava vindos da Arábia”.

Fonte: Igreja de Santos Reis

É possível encontrar, no YouTube, diversos vídeos, sob o título de busca “Tumba dos Três Reis Magos”, nos quais podemos admirar a Catedral de Colônia, na Alemanha, bem como o receptáculo em que, supostamente, encontram-se as relíquias dos três Reis Magos.

A propósito disso, ainda sem intenção de desmistificar, pois a simbologia da homenagem de três homens sábios, certamente astrônomos, que seguiram a estrela até Belém, para homenagear Jesus (embora haja uma passagem das Escrituras que comenta que essa visita teria acontecido quando Jesus já não estava mais em Belém e que teria dois anos de idade) é tão forte e presente que, dois mil anos depois, ainda são alvos de respeito, cito algumas colocações de um texto da revista Veja, de 21abr1999, que pode ser lido, na íntegra, em http://veja.abril.com.br/210499/p_070.html sob o título Pedaços de fé:

/…/

Situadas num campo fronteiriço entre a fé e a superstição, as relíquias são encaradas com muita cautela pela Igreja. Com o propósito de evitar abusos, o Vaticano instituiu uma espécie de selo de autenticidade para as relíquias dos santos e para as de Cristo. Mas em muitos casos prefere não se intrometer para não ferir suscetibilidades. A Catedral de Colônia, na Alemanha, por exemplo, abriga a suposta tumba dos três reis magos, os peregrinos que segundo as Escrituras visitaram a sagrada família por ocasião do nascimento de Jesus em Belém: “Sabemos que nem reis eles eram e é pouco provável que seus restos mortais estejam realmente na igreja”, dis o historiador monsenhor Maurílio César de Lima. Na Igreja de Santa Maria Maior, em Roma, reside outra relíquia de origem ainda mais nebulosa, as tábuas da manjedoura onde Jesus foi colocadoao nascer. Uma delas contém inscrições em grego do século VIII. Mesmo sem confirmação de autenticidade, esse pedaço do presépio atrai a atenção de milhares de fiéis”.

/…/

A Balsa da Medusa – entenda a pintura de Thèodore Géricault quinta-feira, dez 23 2010 

Há muitos anos, encontrei, na Internet, esta exibição em Microsoft Power Point que nos ajuda a entender a pintura de Géricault sobre o naufrágio de um navio.

Não me canso da exibição, pois a apresentação nos alerta para nossas diferentes atitudes diante dos problemas graves ou cotidianos.

Certamente, nossas atitudes diante desses problemas afetam a solução deles.

A Balsa da Medusa_estudo_www_otimismoemrede_com

Lua e Sonata ao Luar quarta-feira, dez 8 2010 

Que me importa se, dentre as imagens, há “photoshop”. É lindo!

Pey Clairs de lune et Be_A Lua_com som_Primo Sérgio enviou

O amor é lindo… entre os animais – parte 2 segunda-feira, dez 6 2010 

Comme_c’est_beau_l’Amour_O amor é lindo entre os animais_MAdelaide enviou

MyHeritage Portugeese Blog – Flintstones 50 anos sexta-feira, out 1 2010 

 


Flintstones

Posted: 30 Sep 2010 10:21 AM PDT

Olhando no Google hoje, vi o anúncio do Jubileu de Ouro dos Flintstones.

Esta família já alegrou duas gerações de pessoas e vai continuar a agradar.

A incrível história dos dois trabalhadores, (Fred e Barney),que faziam de tudo para enganar suas esposas, (Vilma e Betty), para poderem dar uma escapada para jogar um boliche, completa 50 anos e idade.

As histórias eram repletas de situações hilárias, onde Fred e Barney bolavam incríveis planos para conseguirem seu intento e só se davam mal, principalmente o fiel amigo Barney, um cara que todos nós gostaríamos de ter como amigo.

Os desenhos satirizavam a classe operária que em suas rotinas intermináveis conseguiam encontrar tempo para serem felizes. Enquanto muitos de nós nos deliciamos com um hambúrger, Fred preferia um Brontossaurobúrger de tamanho descomunal que dava água na boca de qualquer criança que assistia a TV.

O grito de Fred ao chegar em casa depois de um dia cansativo manobrando sua Retrossauro-escavadeira:

“- Vilmaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!”

Fazia com que as crianças copiassem este grito em suas chegadas da escola ou das brincadeiras, transformando a chegada, em “algo triunfal”. Esperimente chegar em casa e dar um grito assustador ” Mãeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!”.

O mais incrível de todos os detalhes da série de TV, que foi o primeiro e mais rentável desenho de Hanna Barbera,  é que originalmente era para ser uma série de desenhos para adultos, patrocinado por uma marca de cigarros, mas com o passar do tempo se transformou e ficou dirigido para o público jovem e infantil. Em 1960 a televisão no Brasil já buscava seu espaço e já com 10 anos de idade, importava os “enlatados” para serem exibidos no Brasil.

Quem se lembra do nome do dinossauro que agia como um cachorro e do Tigre Dente de Sabre que eram os animais de estimação de Fred?

Pedritas e Bambans ainda são fantasias bem “originais” nas festas atuais.

Parabéns Flintstones.

You are subscribed to email updates from MyHeritage Portuguese Blog
Email delivery powered by Google

Servidor de MEUSPARENTES será desativado quarta-feira, set 29 2010 

Para quem mantém dados genealógicos em MEUS PARENTES, repasso a informação de MyHeritage Portuguese Blog

MyHeritage Portugeese Blog


Desligamento Servidor Verwandt

Posted: 28 Sep 2010 11:12 AM PDT

Quando ocorreu a fusão de MeusParentes com Myheritage, todas as árvores foram transferidas para os provedores de Myheritage. Desde fevereiro de 2010 as milhares de árvores foram continuadas já com a segurança e tecnologia de Myheritage.

Desde a fusão, as árvores de MeusParentes ficaram inativas, mas podiam ser acessadas livremente pelos usuários que não podiam alterá-las , mas podiam recuperar um arquivo GEDCOM de sua árvore inclusive as suas fotos.

Os dados de MeusParentes ainda estão em provedores localizados em Hamburgo na Alemanha. Por razões contratuais, MyHeritage deve entregar estes provedores aos seus proprietários. O desligamento contratual foi feito originalmente em 18 de agosto de 2010, mas, MyHeritage.DE renegociou um aluguél por mais algum tempo, até 31/01/2011, quando os provedores serão definitivamente desligados e entregues aos proprietários. A manutenção destes provedores não será mais prorrogada.

Nesta data, afim de preservar todos os dados de nossos usuários e sob a supervisão de nossa equipe, os dados de todos os usuários  serão definitivamente excluídos dos provedores Verwandt. Ninguém deve se preocupar pois como já sabemos, todos os dados já foram exportados para os provedores de MyHeritage e estão seguros e garantidos.

Como, desde fevereiro, nosso acesso a esta antiga base de dados era apenas uma visita, comunicamos que a partir de 31/01/2011,  não teremos mais nenhum acesso a estes dados, assim, com antecedência, você ainda poderá fazer uma saudosa visita ou copiar seus dados em arquivos GEDCOM, e tenha tempo suficiente.

Não sei muito de TI, mas tomo algumas precauções domingo, out 4 2009 

TI é Tecnologia da Informática.

Meus conhecimentos em informática se resumem à utilização do microcomputador. Quando no exercício do Magistério Público, principalmente para preparar, desenvolver, aplicar, fazer controles de ausências, de conceitos durante o bimestre, de médias bimestrais e média final, de controle de ausências semestrais… enfim, tudo o que se relacionasse ao exercício de minhas atividades pedagógicas. Tudo o que produzi, já de posse de microcomputador, está arquivado em disquetes. Vez ou outra, a impressora “emperrava”, mas pude imprimir o que era absolutamente urgente em impressora de uma pessoa amiga em especial. Não citarei o nome dela, porque não pedi permissão a ela para fazê-lo.

Vez ou outra, também, inexplicavelmente, o que eu salvara em disquete, ao ser aberto em outro micro, de um de meus irmãos, por exemplo, o disquete se degradou.

Com o passar do tempo, minha mania persecutória ficou mais aguçada. Será que consegui expressar, nas entrelinhas anteriores, o motivo de minha mania persecutória?

Três ou quatro vezes, acho que até mais, meu microcomputador precisou de ser “reformatado”. Minha mania persecutória me avisava que o motivo seria – não, não era vírus – porque quem estava mexendo em meu micro, lá do outro lado de uma tela que se abria assim que eu ligava o micro, estava prestes a ser detectado (recuso-me a tirar o “c” dessa palavra; “detetado” não me é familiar). Assim, perdia todos os “Favoritos” (mas não meus Planos de Aula nem meus controles sistemáticos de ausências de alunos, tarefas cumpridas por eles, notificações à diretoria de péssimos comportamentos de alunos, suas ausências, suas necessidades de repor as aulas, os direitos e os deveres tantos meus quanto dos alunos sob minha responsabilidade, enfim, tudo impresso e arquivado em disquetes).

Houve um tempo – bom tempo – em que o sistema de segurança do micro – que assino desde 2002 – registrava IPs e localização geográfica daqueles que o Norton System Works acusava como tentativa de invasão. Fiz o “backup” de tudo isso: em disquete e impressão.

Antes de perder o HD de meu micro, em setembro de 2008, já adquirira o bom hábito de arquivar em CDs as mensagens enviadas, recebidas, enviadas a mim mesma dos dois endereços eletrônicos que tenho – já contei que recebi e imprimi, há uns quatro ou cinco anos, uma mensagem com endereço do UOL destinada a uma professora, remetente uma agência de viagem, com a única diferença de que se destinava a “Maria Luisa” e, pelo teor não era para mim? já contei, também, dos inúmeros telefonemas que dei para denunciar aos provedores o que estava acontecendo e fui tratada como uma extraterrestre, como se o que eu digitava ou falava não pudesse ser entendido? – e, atualmente, tenho um HD que, supostamente, foi retirado de meu micro, porque se danificou E QUE TINHA O SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS VALIDADO, ou seja, poderia ser atualizado a qualquer momento e inúmeros CDs com mensagens recebidas, enviadas e enviadas a mim mesma? Se já contei, reconto. Servirá para que alguém se precavenha.

E por que estou comentando isso?

Porque quem nunca utilizou a Internet para praticar o mal, não tem, em seus arquivos deletados ou atuais, vestígios ou provas de ter praticado o mal seja por “brincadeira” seja por motivos que minha razão não consegue alcançar.

Como iniciei esta inserção, não sou “expert” em TI, e o conselho “sempre faça um back-up” é muito vago, pois se eu fizer um “back-up” de meus arquivos e ficar com esse “back-up” dento do microcomputador, quando a CPU e o sistema operacional se desentenderem (ou outro sistema operacional quiser se impor e se sobrepor ou qualquer outra empresa que desenvolveu um “software” quiser se impor e sobrepor ao que temos) como recuperaremos esse “back-up”? De que tamanho tem que ser o disco de “back-up” para salvar todo o conteúdo do nosso microcomputador, incluindo o sistema operacional? Será que existe um vírus bomba-relógio que, depois de um tempo, danifica nossos microcomputadores, para que necessitem de reformatação?

Quando eu falava – e digitava – que tinha receio de técnico em informática que “enfiava” e retirava discos do microcomputador que eu não sabia de que se tratavam, era “crucificada” por meio de retaliações, de calúnias, injúrias e difamações. No entanto, com 5 milhões de psicopatas, quem me garante que não haja malfeitor, também, entre os técnicos em informática?

Não são todos, não, psicopatas ou lacaios do crime organizado.

Tudo leva a crer que, ao trocar a empresa de conserto de micro – diferente daquela que detectou que o HD estava “inconsertável” – acertei “em cheio” nas pessoas honestas: tanto a empresa quanto o técnico. Um dia destes, revelo o nome da empresa. É a mesma da qual adquiri meu primeiro microcomputador e meu primeiro “scaner”. Tive problemas com essa empresa, em pouco tempo depois das compras. No entanto, foi numa época em que o assediador-mor sabia de tudo o que acontecia em meu microcomputador e fora dele e, aparentemente, me caluniava, difamava e injuriava não apenas na empresa da qual adquiri o micro, mas em todos os estabelecimentos comerciais, dentro e fora de minha vida pessoal.

Caldo de galinha e precaução, embora pareçam, muitas vezes, excesso de preocupação, mania persecutória, fazem bem e nunca sabemos se os efeitos serão a longo prazo.

Olha o tempo passando! Depois de Deus, o melhor remédio para tudo é o tempo! 

“Seu” Padre, dá para resolver problema com a Telefonica? sexta-feira, jan 23 2009 

Não é por falta de pagamento, não.

Não contratamos, também, a manutenção de nossas linhas telefônicas (na residência, só temos uma e está muda há 24 horas, apesar da reclamação!) para ser feita por terceirizados, o que, aparentemente, é um desejo desesperado da parte de alguns, mas, acontece, “seu” Padre, que esses que fazem manutenção não sobem em laje e, se subirem, eu não tenho informações da idoneidade dos mesmos, exceto denúncias de jornais de que há funcionários desonestos que vendem escutas telefônicas e fazem “gatos” com nossas linhas para uso de ligações telefônicas e uso de Internet por meios ilegais, ou seja, surrupiando o que o usuário paga, para “fornecer” serviço para piolhentos, muitos deles hackers e crackers ou comodamente instalados em presídios. Os que não estão em presídios deveriam estar, sem possibilidade alguma de comunicação, muito menos por meio de nossas suadas e caras linhas telefônicas móveis ou fixas.

Desde o mês de AGOSTO de 2008, nossa linha telefônica fixa parece a usina de Angra dos Reis (vaga-lume ou vagalume como queiram, como era conhecida desde que foi colocada em funcionamento). Já passamos por vários momentos de estado de mudez, com a vinda de técnicos que escrevem nos laudos que o problema é interno, que precisamos pagar, mensalmente, por manutenção (aqueles que só verificam as tomadas, não sobem em laje porque a contratadora não paga por acidentes que aconteçam numa situação como essa) ou, desconfio, de empresas que prestam serviço de telecomunicações e que devem estar numa situação desesperadora para, como empresas de segurança, ter novos clientes em suas listas, receber por manutenção e não prestar serviço algum, quem contratou que se lasque!

Entre agosto e setembro de 2008, gastamos R$ 50,00 com um eletricista de nossa confiança, que percorreu, na laje, toda a fiação telefônica, trocou o cabo em determinado trecho, por precaução e, nem assim, o sinal de telefone voltou. É muito estranho ou eu é que sou louca?

Em dezembro/2008, a instituição bancária que fica vizinho à nossa residência é que passou por esse problema de sinal intermitente. Numa das ligações que fiz à instituição bancária, a funcionária me disse que, até aquele momento, o telefone estava mudo, por isso não me ligara.

Desde ontem, dia 22/01, por volta de 10h (tenho registrado no celular o horário da comunicação do defeito), foi aberto um protocolo para que sejamos atendidos – prazo de 24h a 48h, SANTO DEUS, É A ÚNICA LINHA TELEFÔNICA FIXA DA RESIDÊNCIA, estamos com duas pessoas da família doentes – e, até este momento da postagem deste pedido de SINHÁ, CADÊ SEU PADRE PARA QUE O BISPO INTERVENHA NESSA SITUAÇÃO?, não recebemos a visita de nenhum técnico para nos informar, pela enésima vez, que o problema é interno.

Estarão criminosos mexendo e remexendo nas linhas telefônicas sem o conhecimento da Telefonica? Ah, é, a empresa só recebe dos usuários por meio de cobrança em fatura, destinando um ICMS astronômico aos que lucraram com a privatização. As terceirizadas é que não prestam serviços e os usuários que se ardam. Afinal, terceirizadas não são regulamentadas por nada.

Em agosto de 2008, liguei para a Ouvidoria da Telefonica do celular! Desta vez, esperarei todas as consequências e tratarei na Delegacia de Polícia – se o Delegado estiver lá e se meu Boletim de Ocorrência for encaminhado para as devidas providências legais.

“Seu” Padre, o Procon, na metrópole de Itu, onde nasci, cresci e continuo a morar, fica DENTRO da Prefeitura, que fica há muitos quilômetros de quem reside no centro, cumpre todas as obrigações cidadâs e não tem a quem recorrer quando exige que os direitos sejam cumpridos.

É minha última esperança, “seu” Padre, que a intervenção divina coloque ordem no imenso prostíbulo em que se transformou o Brasil, por causa desses criminosos que só querem lucro e não prestam serviço algum, usam os serviços dos prostituídos

É muito gigolô para poucos “funcionários” prostituídos.

Enquanto redigia esta postagem, recebi uma mensagem de um dos controladores do MEU micro, um dos criminosos que quer porque quer fingir que nunca foi responsável por problemas e obstáculos que me impedem de pogredir (só fico enxugando gelo, enquanto os impotentes sexuais e intelectuais se apossam de tudo o que produzo, além de manipular e distorcer tudo) por meio de endereço de um de meus correspondentes. Melhor seria se esses controladores tomassem conta da própria vida, pois devem até aquele lugar por onde defecam aos patrões do crime organizado.

Viu no que deu copiar o modelo do neoliberalismo capitalista selvagem dos Estados Unidos e da Europa toda? Madoff neles, é o que merecem! Só que quem paga a conta somos nós, que não lidamos com dinheiro público nem dinheiro virtual nem somos fachadas (laranjas) de empresas de fachada.

Coluna – Operação-Serra e a demissão de Nassif sexta-feira, jan 23 2009 

Tenho por característica saber as versões dos dois lados (ou de três, quatro… mas aí já provoca uma miscelânea impressionante, por causa dos interesses escusos de terceiros, visto que, dos dois lados há, certamente, os espertalhões que estão tirando proveito da situação) e já li muitas críticas ao jornalista Nassif. Nenhuma crítica ao Nassif supera, todavia, o governo equivocado do PSDB, representado pelo governador Serra, porque sinto, na pele, no bolso e na saúde física as consequências de uma prolongada noite de pesadelo que é a permanência do PSDB no governo do Estado de São Paulo. Xô, PSDB! O mais recente “equívoco” que continuo a sentir na pele – o mais antigo é a política salarial dos funcionários públicos estaduais que não se altera desde que o PSDB, em SP, tomou o governo para si e não larga o osso – é o fato de Nossa Caixa, Nosso Banco estar envolvido em compra e venda do salário dos funcionários públicos, de cobrar taxa de manutenção extorsiva de quem é obrigado a receber pela Nossa Caixa, Nosso Banco e ninguém nem entidades sindicais nem órgãos jornalísticos se interessar pelas transações que, como qualquer terceirizada, não é regulamentada pela Justiça, pelo Poder Judiciário.

Continuo a afirmar que senso de humor de criminoso do colarinho branco é sujo.

Até que alguém me prove o contrário, a demissão de Nassif da TV Cultura é motivo de muita preocupação.

Texto na íntegra ao clicar abaixo: fonte “Carta Maior”.

Coluna – Operação-Serra e a demissão de Nassif

Os dez pecados dos brasileiros – 1988 sábado, abr 1 2006 

 

Os dez pecados dos brasileiros 1988.

            Na visão de dez agências de propaganda, em 1988, recortados do jornal em que foi publicado, Folha de São Paulo, tive a felicidade, a partir desse ano, de trabalhar aspectos éticos do comportamento brasileiro, em sala de aula, com os alunos sob minha responsabilidade ou com textos de terceiros, publicados em grandes jornais a partir das produções dessas dez agências.

Grandes jornais, para mim, são aqueles que, apesar de uma falha ou outra, de uma deslizada ou outra na Ética, porque em todas as profissões existem os parasitas que destroem a reputação de profissões ou de profissionais que as conseguiram a duras penas, têm CREDIBILIDADE, algo denominado pelo Prof. Marins como “ser crível, ser credor; não ser débil, isto é, devedor”. Sorry, Prof. Marins, mas os vídeos que COMPREI COM MEU DINHEIRO, da sua empresa, foram emprestados, na maior boa vontade, de que ajudariam alunos. Uma aluna, certamente, passou esses vídeos para criminosos, que os utilizaram muito mal. Sabe o tipo rufião? Pois é, um gigolô que usa prostitutas, provavelmente por exemplos de casa, e me confundiu com uma! Ou confundiu os alunos a quem emprestei seus vídeos. Vários farsantes de auto-ajuda também, locais, de Sorocaba e das arredondezas, usaram e abusaram de seus vídeos, para venderem, como deles, suas idéias, seus conceitos, seus estímulos, suas histórias. Um deles, ousou, em período que eu estava utilizando retroprojetor, em sala de aula, tomá-lo emprestado para “dar aulas de auto-ajuda” numa outra escola pública. Se duvidar, coloco o nome completo dele, pois foi essa a história que uma diretora saudabilíssima me contou, para que eu não pudesse usar o retroprojetor. Retroprojetor da escola, conteúdo dos vídeos do Prof. Marins. Vídeos com dispositivos de segurança, para não haver cópia, mas o que criminoso não consegue, aliciando hackers e crackers debilóides? Redundância: não existe hacker ou cracker que não seja debilóide. Debilóide de devedor. Aquele que deve até aquele local por onde deveria sair o que se evacua no banheiro.

            No ano de 1996, quando fui obrigada a escolher outra escola, em virtude da “reorganização” das escolas, decretada em 1995, à revelia dos professores, porque os superiores hierárquicos eram cordeirinhos e acatavam as “ordens” de quaisquer tresloucados que, distantes da realidade do Ensino Público, com objetivos eleitoreiros, determinavam mudanças na grade curricular, na vida profissional das pessoas envolvidas e comprometidas com a Educação, na vida dos alunos e de seus familiares, mentindo, desavergonhada e criminosamente, com a conivência de lacaios da imprensa falada, escrita e televisada (essa falha os grandes jornais também têm; os atrelados a grupos ou pessoas de moral duvidosa têm em evidência), saí da escola “Convenção de Itu”, que se transformou em ensino para alunos de 1.ª a 4.ª séries, alfabetização (adianta alguma coisa utilizar os nomes pomposos, esclarece algo?) e TIVE que optar, sem concurso de remoção, entre duas escolas distantes de minha casa: cada uma delas num extremo da cidade. E eu era professora titular de cargo efetivo! Que importância isso tinha? De excelente formação e informação, pagas pela minha família ou por mim mesma, mas que importância isso tinha?

            Ao optar pela escola “Pinheiro Júnior”, num bairro de muita afinidade com a minha família, “desbanquei” a professora que não era efetiva (mais um ponto negativo a meu favor, afinal, por que eu fiz isso com pessoas que não eram efetivas e eram tão amadas pela direção e pelos alunos e precisavam dessas aulas para sobreviver?) e, a partir de julho de 1996 – porque eu fizera uso DE UM DIREITO, UM DECRETO ou outro nome na legislação, que permitia que eu ministrasse aulas mais perto de meu local de residência e, em fevereiro de 1996, fui designada, por meio de ato publicado em Diário Oficial, para a escola “Regente Feijó” e lá permaneci até o início do recesso de julho de 1996 – e o livro didático de apoio, utilizado pelos alunos, no volume referente a 7.ª série, tratava desses pecados dos brasileiros, abordando, em especial, um deles, no capítulo para discussão, entendimento de texto, prática de estudos de linguagem e de estruturas lingüísticas.

            Em março de 1997, mais precisamente em duas aulas de 15/03/1997, enriqueci as informações desse capítulo do livro sobre um dos pecados do brasileiro, na visão de determinada agência de propaganda, por meio de cópias ampliadas de todos os pecados, em número de dez, a fim de provocar uma discussão ética entre os alunos, permitir-lhes redigir o entendimento de cada pecado abordado e o modo como foi abordado pelas agências de propaganda, respondessem às questões escritas nos versos das cópias – que não tinham sido ampliadas, mas estavam nas mãos dos alunos – redigissem, em grupo, um texto, baseado nas respostas às perguntas, enquanto eu trabalhava, em sala de aula, junto com os alunos, mas conferindo outras redações produzidas por eles.

            Antes que alguém critique que isso era “muito para o caminhãozinho de bagagem formativa e informativa dos coitadinhos dos alunos”, é óbvio que eu não os sacrificaria no “altar de minha sabedoria, aquela que nunca passou pelo que os coitadinhos tinham passado na vida”, mas, junto com os alunos, aprenderíamos, TODOS, a melhorar a prática dessa atividade proposta e a praticar o oposto do que estava sendo abordado como errado.

            Os resultados foram tão pífios, as atitudes dos alunos tão agressivas (em relação a mim e a eles próprios, porque eu sempre ganhei para ensiná-los; se nunca deram valor para o que pagavam para aprender, foi absoluta falta de preparo e de prontidão para aprender, culpa de todos os professores que me antecederam, porque não eram educadores) que anotei, e li para os alunos, “Os alunos fizeram ‘corpo mole’, ‘tentaram levar vantagem’ da professora’, ‘deram um jeitinho’ de responder mal e porcamente às perguntas e os trabalhos tiveram que ser revistos, refeitos, fazendo com que a professora perdesse um tempo precioso. Se os alunos são fracos, como demonstram ser, se o desempenho deixa tanto a desejar, que, pelo menos, aproveitem a oportunidade de ‘beber da fonte do saber’, pois os professores [notem bem, não os excluí, eu os incluí] têm conhecimento, o material e o preparo para ensinar, mas há poucos alunos interessados em aproveitar. Itu, 18 de março de 1997. Trabalho que foi tentado fazer em duas aulas de 15/03/1997. Refeito por Maria Lúcia Bernardini. Professora Titular de Cargo Efetivo – Português”.

            Vou citar o que, certamente, aconteceu. Cópias dessa atividade foram distribuídas a parasitas, que se aproveitaram do material para “fazer bonito” e, quem sabe, defender tese de mestrado e de doutorado às custas de meu material em, já sabendo dos problemas que a atividade causaria, prevendo-os antes que acontecesse com eles mesmos. Além disso, eu digitei todas as dissertações sobre os pecados, na minha visão, adequando-as à realidade do Ensino Público, mas não sabia, naquela época, como sei hoje, tudo o que eu digitava era, automaticamente, repassado para integrantes do crime organizado (já existia, então, o recurso de invadir micro por meio da energia elétrica e, quando instalei um CD de acesso à Internet, que veio junto com a revista Superinteressante, da Editora Abril, editora que publicava uma revista sobre educação desde antes de me remover, por concurso, de Salto para Itu, Escola, hoje, Nova Escola, e não ter acessado à Internet por ignorância de minha parte, ficou muito mais fácil controlar toda e qualquer produção de atividade pedagógica elaborada por mim. Qual era o objetivo disso? Não sei! Nesta altura dos acontecimentos, perdeu-se a razão, pois se o objetivo era “homenagear-me”, colocaram minha vida em risco, pois, em evidência, eu sempre estava, por MEU mérito. Nunca por mérito de um louco de atar ou uma louca de atar que quisesse aparecer, no rastro do meu cometa, do rastro de minha luz própria. Abriram as portas para que todo tipo de gentalha esfaimada por oportunidades que nunca conseguiram por seus próprios méritos – acreditando, piamente, que tudo o que fazia ou era – Jesus Cristinho! uma educadora que nunca quis ser mais do que professora, em sala de aula – ou alvo de criminosos para quem eu e minha família nunca fomos espelhos, ou pior, que corriam o risco de serem descobertos por meio de nossos ótimos exemplos. 

            Não sei se fui clara, mas afirmo que nunca ganhei revista ou jornal que utilizei em sala de aula em benefício dos alunos, CITANDO A FONTE, muito menos dormi, comi ou tomei banho com quem quer que seja que tenha servido de fonte para as atividades pedagógicas que elaborava com auxílio das publicações, com fins educacionais, nada mais do que isso. Meu pai assinava o jornal O Estado de São Paulo e o lia, na nossa frente, bem como minha mãe o lia, na nossa frente, desde que eu me entendo por gente. Hábito de leitura foi cultivado em casa, não aproveitou quem não quis, mas tudo era PAGO, exceto as revistas Manchete e Cruzeiro, que tio Renato e tia Alzira enviavam, do Rio de Janeiro, para os meus avós, Ignez e Brazil, E PERMANECIAM NA CHÁCARA, porque eram destinadas a eles, nossos avós, e meu pai não permitia que essas correspondências fossem violadas, antes de chegar às mãos de meus avós. Aproveitei, sim, depois que meus avós tinham lido as revistas e ficavam à disposição de quem mais quisesse lê-las, na casa deles, para recortar tudo o que saía sobre os Beatles, mas nunca antes de meus avós terem lido as revistas.

            Assino, até hoje, as revistas Superinteressante e Os caminhos da Terra, das quais sempre aproveitei conteúdos, utilizados em sala de aula, por meio de estratégias elaboradas por mim. Na época em que ministrava aulas na escola “Pinheiro Júnior”, passei a assinar, pessoalmente, o jornal Folha de São Paulo e, juntamente com O Estado de São Paulo, que meu pai assinava desde que eu era criança, preparei atividades pedagógicas magníficas, me antecipando, em muito, às “ordens” da Secretaria da Educação, exigindo a abordagem de determinados temas, cujos objetivos eram claramente políticos-eleitoreiros, para auto-promoção estadual ou federal – e, então, comecei a perceber e denunciei aos alunos, à direção da escola essa estratégia da parte de políticos municipais e candidatos municipais – e ninguém estava interessado ou eu atingia seus calos. Nunca me esquecer de citar que a utilização da Internet no preparo das atividades também foram de imensa valia. Provedores pagos por mim, acesso telefônico pago por meu pai, cópias pagas por mim, para que os alunos pudessem acompanhar não só com os ouvidos, mas com a palavra escrita. Pude notar, também, o desespero das publicações locais [ituanas] em “forçar-me” a utilizá-las como fonte e não havia nenhum interesse de minha parte nisso. Meu pai sempre assinou todas as publicações locais e nunca recebeu exemplares gratuitos, exceto quando acompanhavam os recibos, para comprovar as propagandas do comércio que tinha nessas publicações. Pagava mesmo, nunca houve troca de favores escusos nem recibos sem as devidas publicações.

Espero ter deixado bem claro que nunca recebi dinheiro ou “favores” da parte de publicações de jornais e revistas ou, neste caso, de agências de propaganda. Se alguém se aproveitou dessas citadas, à minha revelia, nunca fui informada disso, mas, em minha conta bancária ou em minha carteira, só posso comprovar as saídas de dinheiro para pagar o que as publicações tinham o direito de receber.

            Como sempre, as evidências me levam a crer que todas as pessoas, revistas e jornais, autores de textos jornalísticos ou literários a quem promovi, no sentido de demonstrar que eram os autores originais do que eu estava usando como fonte, de um modo ou de outro, receberam péssimas referências a meu respeito. Provavelmente, o crime organizado patrocinou isso, porque era mais fácil me “apagar” por meio de calúnias, injúrias e difamações, para que não fossem descobertos como autores de crimes autorais e de usurpação de material sem citar a fonte. Trouxas e coniventes os que nunca se prestaram a confirmar se a culpada, de fato, era eu e os motivos para que eu fosse alvo de retaliações de doentes morais e mentais.

            Nunca será demais citar a frase que uma professora, Dra. Maria da Glória Novak, de Curso de Especialização, Arte e Técnica de Tradução, na PUCC, utilizava, quando nos avisava, em aula, de algo e, depois, dizia: “Não adianta, depois, pôr as mãos na cintura e perguntar ‘Sinhá, cadê seu padre?, porque não haverá mais o que fazer para consertar”.

            Ao me aposentar, em 2003, a meu pedido, todo o processo cuidado por mim, não precisei de pagar a “terceiros” para que obtivessem as certidões que eram de obrigação da ex-Delegacia de Ensino de Itu, atualmente Diretoria de Ensino de Itu, fornecer. A bem da verdade, duas pessoas com quem mais tive contato, nesse período de dois anos em que batalhei pela aposentadoria, quando da publicação de minha aposentadoria, a meu pedido, com 28 anos de trabalho comprovados, enviei, a cada uma, uma cesta contendo bombons e balas. Nunca soube se as receberam. Questão de educação, no aspecto de que esse item se adquire ao longo da vida, observando algumas delicadezas de algo já esquecido: polidez. A Diretoria de Ensino de Itu também tem muitos parasitas. Pode ser que um desses parasitas tenha se apropriado das cestas de bombons e balas e não tenham chegado às mãos das destinatárias: havia cartões.

Deixei a sugestão de trabalhar com Os dez pecados dos brasileiros na visão de dez agências de propaganda, de 1988, “prontinha”, com todas as pedras do caminho das águas fincadas, como trilha. Inclusive, na sala em que eu ministrava aulas, a de número 1, na parede, as cópias ampliadas, pagas por mim, das dez mensagens sobre os dez pecados, de brinde, para que professores do período da manhã e da tarde utilizassem as mensagens para tentar conter a selvageria, a falta de educação no lar, a falta de formação e informação dos alunos que utilizavam aquela sala e outras salas de aula. Ooops! Será que a selvageria, a falta de educação no lar, a falta de formação e informação não era, afinal, da parte dos alunos? Os alunos estavam ali para serem formados, informados, contidos – dentro dos limites dos direitos humanos e dos artigos do ECA – e expostos, totalmente expostos ao aliciamento da parte de traficantes de droga, traficantes de influência, de criminosos comuns e criminosos do colarinho branco, além, claro, dos doentes por aparecer e usam outros como trampolins, escadas e corrimões.

Nem por isso os alunos que praticaram “bullying” contra mim, e os que não eram alunos e, na rua, praticaram “bullying” contra mim, que me caluniaram, difamaram, injuriaram, levaram gravadores escondidos e câmeras escondidas para dentro de sala de aula – entregues a eles por criminosos – são de todos inocentes, pois eu nunca dei mau exemplo, sempre forneci material didático para que acompanhassem minhas aulas com os olhos, nunca cheguei atrasada ou os deixei sem conteúdo programático – em faltas abonadas – nunca me apresentei bêbada ou sob efeito de drogas ilegais. Embora fumante, procurava fazer isso apenas nos intervalos de 15m ou 20m, num local aberto, além da sala dos professores, uma área de luz e, no período da noite, aqueles 10m de intervalo, tão preciosos para quem trabalha, de fato, eram os momentos em que, após um cafezinho, eu fumava um cigarro, para voltar para a classe assim que o sinal de término de intervalo tocava. Nunca menti sobre faltas dos alunos, procurava ser justa nas avaliações a ponto de ficar finais-de-semana, em casa, conferindo e digitando o que podia digitar no micro, salvando em disquetes. Não fui bom exemplo para os que praticaram atos criminosos contra mim – delinqüentes é muito leve – e, no momento em que puderam tirar proveito de algo que, até a presente data, não sei a que se destinava ou a quem se destinava, como qualquer adulto de personalidade distorcida, tiraram proveito e não duvido que tenham ganho dinheiro sujo para isso, além de promessas de cargos ou funções para as quais não tinham aptidão ou moral para ocupar.

            Não fui EDUCADORA para esses alunos criminosos: seus “mestres” eram os patrões do crime organizado. Bom proveito, enquanto não forem assassinados para “apagar arquivo”.

            Mas… fui EDUCADORA dos que venceram, sozinhos, todas as barreiras de um ensino público antidemocrático, farsante, descomprometido com os objetivos educacionais. Fui EDUCADORA, com orgulho, da maioria que, certamente, pronta para aprender, apesar das ameaças dos criminosos, dentro e fora de sala de aula, e que, hoje, com toda a certeza, está construindo a vida de forma digna, por seus próprios méritos. Desses, tenho orgulho de pensar que fui EDUCADORA, que tive o privilégio de tê-los tido como alunos.

            Posto tudo isso, se as publicações das dez agências, recortadas de jornal e coladas em papel sulfite, para que pudessem ser copiadas, ampliadas e servir de material para atividade pedagógica que discutisse Ética, comportamento cidadão puderem ser lidas em toda a sua beleza e o seu conteúdo, que só poderiam, mesmo, ter sido produzidos por essas agências, cito os pecados abordados, na ordem em que se apresentaram.

 

Os dez pecados dos brasileiros na visão de dez agências de propaganda – 1988.

  1. Furar fila.
  2. Fazer corpo mole.
  3. Depender do Estado.
  4. Deixar para a última hora.
  5. Mentir.
  6. Tentar levar vantagem.
  7. Chegar atrasado.
  8. Desrespeitar o trânsito.
  9. Jogar lixo nas ruas.
  10. Dar um jeitinho.

 Em breve, adicionarei as imagens correspondentes às mensagens das agências sobre esses pecados.

Por enquanto, corno manso não está permitindo. Como determinadas pessoas mal amadas e mal resolvidas fazem, a impotência, diante de todo mal que já causou, o remorso, o desespero de tentar esconder ser responsável, fazem com que corno manso aja como se fosse da SS, da Gestapo, do IV Reich. Não vivi, até hoje, para ser subalterna a doentes mentais dessa laia.