O mistério do quarto escuro quinta-feira, maio 5 2011 

 

Estimulada pela foto do Hospital de Panelas, lembrei-me da Unidade 1, A Narrativa, Língua Portuguesa no Ensino Médio – Produção de Textos, Coleção Horizontes, Língua Portuguesa no Ensino Médio, Hermínio Sargentim, Atende aos Parâmetros Curriculares do Ensino Médio [Parâmetros Curriculares Nacionais, Ensino Médio, Brasília, 1998), IBEP – Instituto Brasileiro de Edições Pedagógicas, São Paulo – SP.

O texto foi escrito por Carmo R. E. da Silva, quando tinha 14 anos e foi publicado, primeiramente, in Folhinha, Folha de São Paulo.

A leitura integral do texto mostra por que a foto do Hospital da Panelas me lembrou esse texto que, abordado em sala de aula, provoca imensa curiosidade nos alunos.

Infelizmente, minha busca pela data da publicação original não trouxe respostas, mesmo com o acervo digital da Folha de São Paulo disponível para degustação, aparentemente, porque eu não soube pesquisar.

Então, para efeito de fontes:

In Folhinha, Folha de São Paulo (sem a data);

Apud Língua Portuguesa no Ensino Médio, Hermínio Sargentim, IBEP, 1999 ou 2000 (não anotado no livro didático), São Paulo.

Acordo atordoada, tonta, não me lembro de nada, me viro para lá, me viro para cá e não consigo sair daqui. A porta está fechada. Por mais que eu tente, não consigo abrir. Aqui dentro está uma bagunça de roupas esparramadas, um mau cheiro. Está mal ventilado, sinto até falta de ar. Aqueles homens me prenderam sem motivo algum.

Tento mais uma vez, não consigo abrir a porta, me trancaram, está escuro, não enxergo nem onde piso, esbarrando em tudo. Aqui, apesar de fazer muito frio, estou até corada de calor e aflição.

Este escuro me dá medo. Apesar de tudo, preferia estar lá fora. Só consigo ver luz em uma brecha da porta. Pouca coisa posso ver do outro lado, não sei o que estão fazendo com as minhas amigas. Não sei se estão fazendo ou já fizeram. Ai! não quero nem pensar.

Esses homens que me prenderam aqui dentro não têm coração, não nos respeitam, a nós que somos tão inofensivas e indefesas.

Fico em silêncio e ouço vozes masculinas confusas do lado de fora. Acho que estão discutindo o que farão comigo. Essas cordas estão me machucando. Não gosto nem de pensar o que me vai acontecer. Acho que me prenderam por eu ser a mais gordinha.

Meu medo aumentou, ouço passos em minha direção, não posso me esconder, não consigo nem me movimentar. Estão forçando a porta e têm a chave. Não sei o que fazer. Acho que chegou a minha vez, vieram me buscar, não posso mais escapar.

Abriram a porta. É um moreno magro e comprido, de cabelo grande, feio que Deus me livre. Vem com as mãos em minha direção e me agarra com força em seus braços, me desamarra, joga as cordas e me leva para fora num gesto brutal, me põe no chão para fechar novamente o local. Tento correr mas não consigo. Ele sorri, me leva para outro lugar. Vejo uma de minhas amigas, penso em pedir socorro, mas ela não pode me ajudar, pois ela está sendo vigiada por um careca ainda mais feio que o outro (o que o outro tem de cabelo, neste está em falta). Coitada! será que o destino dela será o mesmo que o meu?

Até que ele para comigo, mas não me coloca no chão (acho que de medo de eu fugir outra vez) e então é a hora, ele me bate, bate, bate no chão. Entra comigo no garrafão, pula comigo e faz a primeira cesta do jogo!

 

 

Palavras homônimas e parônimas – 6 domingo, abr 23 2006 

Há e A (preposição)

substitui-se por faz, ao contrário de a, mera preposição. Ex.:

(faz) tempos não o vejo. Vi-o (faz) trinta dias.

 

Daqui a pouco serão dez horas. Morreu a três passos de mim. O Flamengo marcou o gol da vitória a dois minutos do final do jogo.

 

Se Não e Senão

Se não substitui-se por caso não, ao contrário de senão. Ex.:

O que acontecerá se não houver eleições (caso não haja). Todo artigo precede o substantivo. Se não (é assim), vejamos: a xérox, o guaraná, etc. (Caso não seja assim)

 

Tomara que chova, senão (do contrário) estamos perdidos! Não grite, senão[MLB1]  (do contrário) você apanha. Não fiz isso com a intenção de magoá-lo, senão (mas sim) de adverti-lo. Você nada faz senão (a não ser) reclamar. Elisa não diz duas palavras senão (sem que) cometa dois erros.

 

Formas variantes:

São formas equivalentes, embora distintas na grafia. Ex. aluguel / aluguer; assovio / assobio; espuma / escuma; flocos / frocos; neblina / nebrina; ouro / oiro; toucinho / toicinho; loura / loira; cousa / coisa. Constam do índice alfabético do livro de onde isto foi redigitado. A bibliografia desta fonte consta, também, no final da edição. Em nenhum momento o autor do livro afirma que tudo lhe pertence de sapiência ou de informação registrada no livro. Caso queira utilizar estas informações, respeite a fonte e não faça como determinados “sábios” que utilizam fontes alheias para escrever calúnias, ups, colunas, em jornais ou revistas, que ensinam Português.

 

Repito a fonte: Nossa Gramática, Teoria e Prática, de Luiz Antonio Sacconi, Atual Editora, São Paulo / SP, 1985. O que foi redigitado está entre as páginas 19 e 24.

 

Redigitei com muito prazer, apesar de ter feito isso antes, porque é uma forma de relembrar o quanto ainda preciso aprender.


 [MLB1]Isto era em 1985. Falhas ou equívocos na interpretação do ECA e na criação equivocada de filhos, trarão conseqüências trágicas a quem usar esta oração para conter os pirralhos.

Palavras homônimas e parônimas – 5 domingo, abr 23 2006 

 

Previdência

Qualidade daquele que prevê as coisas

Providência

Medida prévia para conseguir um fim: a suprema sabedoria atribuída a Deus

Prostrar-se

Humilhar-se, curvar-se

Postar-se

Colocar-se, permanecer por muito tempo

Ratificar

Confirmar

Retificar

Corrigir

Reboco

Argamassa

Reboque

Ato ou efeito de rebocar, ou seja, de comboiar; veículo puxado por outro veículo

Romeno

Da Romênia

Romaico

Idioma grego moderno

Ruço

Grisalho, desbotado

Russo

Da Rússia

Sexta

Numeral correspondente a seis

Sesta

Descanso depois do almoço

Cesta

Utensílio de transporte

Sobrescrever ou sobrescritar

Escrever sobre, endereçar

Subscrever ou subscritar

Escrever embaixo de, assinar

Sustar

Suspender

Suster

Sustentar

Tacha

Pequeno prego; mancha

Taxa

Imposto, percentagem

Tachar

Censurar, pôr defeito

Taxar

Estipular; qualificar

Tenção

Propósito, intento

Tensão

Esticamento

Terço

Fracionário correspondente a três

Terso

Puro, limpo

Tilintar

Soar

Tiritar

Tremer

Tráfego

Movimento, trânsito

Tráfico

Comércio lícito ou não

Vadear

Passar ou atravessar a vau, a pé ou a cavalo

Vadiar

Levar a vida de vadio

Válido

Sadio, vigoroso

Valido

Protegido

Vasa

Fundo lodoso do rio, do mar; lodo, lodaçal, limo

Vaza

Cartas; forma verbal

Viagem

Em Classe de palavras: substantivo

Viajem

Em Classe de palavras: verbo conjugado

Vivido

Experiente

Vívido

Vivaz, ardente

Vultoso

Volumoso, de grande vulto

Vultuoso

Vermelho, inchado

Zumbido

Sussurro de insetos alados

Zunido

Som agudo do vento

Palavras homônimas e parônimas – 4 domingo, abr 23 2006 

Incipiente

Principiante

Insipiente

Ignorante

Indefeso

Desarmado, fraco

Indefesso

Incansável, laborioso

Inerme

Sem arma

Inerte

Parado

Inflação

Desvalorização do dinheiro; expansão

Infração

Violação, transgressão

Infligir

Aplicar pena ou castigo

Infringir

Transgredir, violar, não respeitar

Insolúvel

Que não se pode dissolver ou resolver

Insolvível

Que não se pode pagar

Insosso

Sem sal

Insulso

Sem graça

Intemerato

Puro, íntegro, incorrupto

Intimorato

Destemido, valente, corajoso

Intercessão

Ato de interceder, de intervir

Intersecção

Ato de cortar

Laço

Lasso

Frouxo, gasto, bambo; cansado, fatigado

Lactante

Que amamenta, que produz leite

Lactente

Que ainda mama

Lenimento

Suavização

Linimento

Remédio de fricção

Lista

Relação, rol

Listra

Linha, risco

Locador

Proprietário, o que dá por aluguel

Locatário

Inquilino

Lustre

Candelabro

Lustro

Período de cinco anos

Lutulento

Lamacento

Lutuoso

Fúnebre, triste

Mal

Antônimo de bem

Mau

Antônimo de bom

Malgrado

Apesar de

Mau grado

Má vontade

Mandado

Ordem

Mandato

Período de missão política

Moradia

Ato de morar

Morada

Lugar onde se mora, habitação

Ótico

Relativo ao ouvido

Óptico

Relativo à visão

Paço

Palácio

Passo

Passada

Peão

Aquele que anda a pé

Pião

Brinquedo

Pequenez

Qualidade de pequeno

Pequinês

Raça de cães; de Pequim

Plaga

Região, país

Praga

Maldição

Pleito

Disputa

Preito

Homenagem

Precedente

Antecedente

Procedente

Proveniente, oriundo

Preeminente

Nobre, distinto

Proeminente

Saliente

Prescrição

Ordem expressa

Proscrição

Eliminação, expulsão

Palavras homônimas e parônimas – 3 domingo, abr 23 2006 

Dilatar

Alargar, ampliar

Descargo

Alívio

Desencargo

Desobrigação de um encargo

Descrição

Ato de descrever, expor

Discrição

Reserva, qualidade de discreto

Descriminar

Inocentar

Discriminar

Distinguir

Despensa

Lugar de guardar mantimentos

Dispensa

Isenção, licença

Despercebido

Não notado

Desapercebido

Desprovido, desaparelhado

Destratar

Insultar

Distratar

Desfazer

Édito = édito

Ordem judicial; provém do Judiciário

Edito = edito

Decreto, lei; provém do Executivo ou do Legislativo

Emergir

Vir à tona

Imergir

Mergulhar

Emigrar

Sair da Pátria

Imigrar

Entrar num país estranho para nele morar

Eminente

Notável, célebre; elevado

Iminente

Próximo, prestes a acontecer

Esbaforido

Ofegante, cansado

Espavorido

Apavorado, assustado

Espectador

Assistente

Expectador

Aquele que espera

Esperto

Ativo, inteligente, vivo

Experto

Perito, entendido

Espiar

Observar, espionar

Expiar

Sofrer castigo

Estada

Permanência de pessoa

Estadia

Permanência de veículo

Estádio

Fase, período

Estágio

Preparação

Estância

Propriedade

Instância

Insistência

Estático

Firme, imóvel

Extático

Admirado, pasmado

Estrato

Tipo de nuvem

Extrato

Resumo; essência

Estreme

Puro, genuíno

Extremo

Distante

Flagrante

Evidente

Fragrante

Perfumado

Fluir

Correr

Fruir

Gozar, desfrutar

Fuzil

Carabina, espingarda

Fusível

Fio de instalação elétrica

Genitor

Pai

Progenitor

Avô

Glosa

Comentário, interpretação

Grosa

Doze dúzias

História

Narrativa de fatos reais

Estória

Narrativa de ficção

Incerto

Não certo

Inserto

Incluído

Incidente

Episódio

Acidente

Acontecimento casual

Palavras homônimas e parônimas – 2 domingo, abr 23 2006 

Bucho

Estômago

Buxo

Arbusto

Caçar

Apanhar animais ou aves

Cassar

Anular

Cadafalso

Patíbulo

Catafalco

Estrado alto em que se coloca o féretro

Cardeal

Prelado do Sacro Colégio; principal, fundamental

Cardial

Relativo à cárdia

Cartucho

Canudo de papel ou papelão

Cartuxo

Frade da ordem cartuxa

Cavaleiro

Aquele que sabe andar a cavalo

Cavalheiro

Homem educado

Cela

Pequeno quarto de dormir

Sela

Arreio

Cemento

Substância para metais

Cimento

Pó para argamassa

Censo

Recenseamento

Senso

Raciocínio, juízo claro

Cerração

Nevoeiro denso

Serração

Ato de serrar

Cerrar

Fechar

Serrar

Cortar

Cervo

Veado

Servo

Escravo

Cessão

Ato de ceder

Seção ou Secção

Corte, divisão

Sessão

Reunião

Cesto

Balaio

Sexto

Ordinal de seis

Chá

Bebida

Título do ex-imperador do Irã

Chácara

Sítio

Xácara

Narrativa popular em verso

Cheque

Ordem de pagamento

Xeque

Lance de jogo de xadrez; perigo; chefe de tribo

Cidra

Fruto

Sidra

Vinho de maçã

Comprimento

Extensão

Cumprimento

Saudação; execução

Concelho

Município

Conselho

Sugestão; nome coletivo

Conjetura

Suposição; hipótese

Conjuntura

Situação, circunstância

Concerto

Sessão musical; acordo

Conserto

Reparo

Coser

Costurar

Cozer

Cozinhar

Deferimento

Concessão

Diferimento

Adiamento

Deferir

Atender, conceder

Diferir

Distinguir-se, ser diferente; adiar

Defeso

Proibido

Defesso

Cansado

Degredado

Desterrado, exilado

Degradado

Estragado, rebaixado, aviltado

Delatar

Denunciar

Palavras homônimas e parônimas – 1 domingo, abr 23 2006 

Palavras homônimas e parônimas

Fonte: Nossa Gramática, Teoria e Prática, de Luiz Antonio Sacconi. Atual Editora Ltda., rua José Antônio Coelho, 785, São Paulo / SP, 7.ª edição, atualizado, 1985.

Redigitado em 21/04/2006, para inserção em página da WEB.

Obs. Este assunto deveria, em rigor, constar apenas de Semântica. O propósito didático fez-nos, contudo, incluí-lo aqui.

            Palavras homônimas são aquelas que possuem grafia ou pronúncia igual. Ex.: sessão (reunião), seção (divisão, corte), cessão (ato de ceder); almoço (substantivo), almoço (verbo).

            Palavras parônimas são aquelas que possuem grafia e pronúncia parecidas. Ex.: comprimento (extensão), cumprimento (saudação); despercebido (não notado), desapercebido (desprovido).

            As principais palavras homônimas e parônimas são estas:


Palavras homônimas e parônimas

Significado

Absolver

Inocentar, perdoar

Absorver

Sorver; consumir, esgotar

Acender

Pôr fogo, alumiar

Ascender

Subir

Acento

Tom de voz; sinal gráfico

Assento

Lugar de sentar-se

Acerca de

Sobre, a respeito de

Cerca de

Aproximadamente

Há cerca de

Faz

Acerto

Ato de acertar

Asserto

Afirmação

Acostumar

Contrair hábito

Costumar

Ter por hábito

Acurado

Feito com muito cuidado

Apurado

Seleto, fino, refinado

Afear

Tornar feio

Afiar

Aguçar, amolar

Afeito

Habituado

Afoito

Corajoso

Aferir

Conferir, comparar

Auferir

Colher, obter

Afim de

Semelhante a, parente de

A fim de

Para

Ante

Antes

Anti

Contra

Aonde

Usa-se com verbos dinâmicos. Ex. Aonde você vai?

Onde

Usa-se com verbos estáticos. Ex. Onde você está?

Amoral

Indiferente à moral.

Imoral

Contra a moral, libertino, devasso

Apóstrofe

Figura de linguagem; interpelação.

Apóstrofo

Sinal gráfico

Aprender

Instruir-se

Apreender

Assimilar

Arrear

Pôr arreios

Arriar

Abaixar, descer

Assoar

Limpar o nariz

Assuar

Vaiar, apupar

Avir-se com

Entender-se com, conciliar-se com

Haver-se com

Ajustar contas com, defrontar-se com

Bem-vindo

Bem recebido, quando se chega

Benvindo

Nome de pessoa

Brocha

Prego curto

Broxa

Pincel grande; indivíduo sem potência sexual

Produção de texto, passo a passo segunda-feira, abr 10 2006 

Redigitação de atividades de livro didático de apoio

Língua Portuguesa no Ensino Médio, de Hermínio Sargentim, Coleção Horizontes, IBEP, Livro do Professor, Venda Proibida, recebido da editora, para análise, e adotado em 1999.

Roteiro de leitura

  1. Você leu três textos [“O meu amor”, Chico Buarque; “O mistério do quarto escuro”, Carmo R. E. da Silva, 14 anos, in Folhinha, Folha de São Paulo; “Diário de um detento”, Racionais MC’s]. Identifique o autor da cada texto.
  2. A voz que fala no texto é de uma personagem criada pelo autor. Essa personagem que fala no texto chama-se narrador. Identifique [Texto 1: uma mulher apaixonada; Texto 2: uma bola de basquete; Texto 3: um detento] de cada um dos textos.
  3. Ao ler cada um dos textos, você, como leitor, deve ter tido sensações diferentes. Qual a sensação presente em cada texto? [Texto 1: sensualidade; Texto 2: mistério / suspense; Texto 3: violência]

 

Produção de textos

            Ao ler esses textos, você deve ter observado que os autores se colocaram na posição de uma personagem e escreveram a história. Vamos fazer o mesmo.

            Escreva um texto como se você fosse uma personagem qualquer. Pode ser uma pessoa, um animal ou um objeto.

 

1.ª Fase = PREPARAÇÃO:

            Imagine a personagem que você vai ser.

            Pense

a)       O que ela faz?

b)       Como ela é?

c)       Qual é seu nome?

d)       Onde mora?

e)       Quantos anos tem?

 

Dramatização: Responda, oralmente, às perguntas abaixo como se você fosse a personagem que imaginou:

a)       Qual é seu nome?

b)       Qual a sua idade? E a sua profissão?

c)       Onde você mora?

d)       Como é sua vida diária?

e)       O que mais o preocupa na vida?

f)         Fale sobre sua infância.

g)       Você é feliz?

h)       Se você pudesse, o que mudaria no mundo?

i)         O que você acha do amor?

j)         Quem é seu melhor amigo?

k)       Você acredita em Deus?

 

2.ª Fase = ESCRITA DO TEXTO

            Escreva apenas as respostas da entrevista na seqüência que você julgar mais adequada. Você pode também acrescentar outras perguntas ou eliminar algumas perguntas da entrevista.

            Procure construir frases curtas e claras.

 

3.ª Fase = REVISÃO DO TEXTO

            Escrever é um ato social. Através da escrita, as idéias são impressas e transmitidas aos demais membros da comunidade. O ato da escrita é também profissional. Os textos são intencionalmente orientados para públicos determinados.

            Você escreve, portanto, para ser lido. Por esse motivo, o texto final deve ser produto de muita análise. Nesta fase, você se tornará um leitor crítico do próprio texto.

            Para que seu trabalho de revisão do texto seja organizado, nós lhe sugerimos um roteiro dos itens fundamentais que podem ser observados.

Roteiro de revisão I – Você é outra pessoa

Aspecto formal

  1. A letra é legível?
  2. Faz margens regulares?
  3. Deixa espaço no início do parágrafo?

Aspecto gramatical

  1. Escreve e acentua as palavras corretamente?
  2. Concorda o verbo com o sujeito?
  3. Emprega corretamente os sinais de pontuação?

Aspecto estilístico

  1. Constrói frases claras e precisas?

8.   Escreve sem repetir desnecessariamente as mesmas palavras?

Aspecto estrutural

  1. O texto oferece elementos para o leitor conhecer a personagem?
  2. Existe coerência entre os aspectos apresentados?
  3. Relata ações e pensamentos da personagem?
  4. O texto apresenta originalidade?

 

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