O terrível mundo dos comentários na Internet – Superinteressante segunda-feira, fev 16 2015 

De debates todos gostamos. Antes de seguir a leitura da sugestão abaixo, leia a postagem, neste blog, sobre um debate religioso (humor) entre uma igreja católica e uma igreja presbiteriana sobre a afirmação “todos os cães vão para o céu”.

De modo bem humorado (em inglês), a discussão jamais terá fim. Aparentemente, isso acontece com os comentários na internet.

https://maluber2.wordpress.com/2011/09/29/all-dogs-go-to-heaven-debate-religioso-humor/

“Por que sites de notícias e redes sociais são infestados de comentários cheios de ódio, rancor e extremismo? O que são haterstrolls? Do que se alimentam? Como identificá-los?”

É do que você tomará conhecimento se clicar abaixo.

Aproveite para ler os comentários que seguem o texto.

Superinteressante! Ah, esse também é o nome da revista da Abril e o texto é de outubro/2014.

O terrível mundo dos comentários na Internet – Superinteressante.

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‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’ – Jornal O Globo terça-feira, jan 13 2015 

Recebi a indicação deste desabafo e tributo dos pais de Alex Schomaker Bastos de meu primo PR.

‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’

Pais de Alex Schomaker Bastos escrevem carta para o estudante, morto por ladrões na semana passada em Botafogo

POR ANDREI BASTOS E MAUSY SCHOMAKER

13/01/2015 5:00

Estudante de biologia Alex Schomaker Bastos, morto a tiros por ladrões em Botafogo – Reprodução / Facebook

“Alex, esta carta é para você ler onde quer que esteja, já que você nos foi tirado pela incompetência do Estado. O do Rio de Janeiro e o do Brasil.

Esta carta é para você, que estudou em bons colégios porque nós, seus pais, tivemos condições de te dar o melhor estudo possível.

Esta carta é para você, tão elogiado pelos seus professores desde o primário até o final da Faculdade de Biologia da UFRJ e da Faculdade de Educação. Para você, que vai receber seu diploma no próximo dia 26, mas um diploma post-mortem que nós receberemos, com muito orgulho, em seu nome.

Esta carta é para você, que no memorial descritivo para o mestrado em Biologia, também na sua querida Universidade Federal do Rio de Janeiro, escreveu que gosta de ciência e tecnologia desde pequeno, que se interessa pela origem e pela história da VIDA, estudando com muito interesse a evolução, os fósseis e a bioquímica, e que teve seu interesse despertado para as ciências quando recebeu de presente de Natal um kit de química experimental. Você disse no seu memorial descritivo que, a partir daquele instante, sabia que queria fazer algo relacionado à ciência e à vida. Que ironia.

Nós, seus pais, estamos escrevendo esta carta para pedir desculpas por não termos conseguido te proteger da violência de uma cidade abandonada e entregue à própria sorte.

Te pedimos desculpas por não termos te protegido dos assassinos, provavelmente jovens, que não tiveram uma família como a sua. Infelizmente, filho, nós, que te ensinamos a perdoar, não estamos seguindo o que tanto te ensinamos: Filho, não temos condição de perdoar.

Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos. Não perdoamos os assassinos, não perdoamos os governantes, não perdoamos as autoridades. Mas temos que te dizer que estamos tentando ter confiança na Justiça. Que os seus assassinos serão presos e receberão uma pena justa. Não queremos vingança. Lembre-se que nós sempre te ensinamos a não ser vingativo.

Esta carta é para te lembrar que este ano o Rio de Janeiro vai fazer 450 anos e muitas comemorações estão programadas. Mas você não vai assistir a nenhuma porque foi assassinado com SEIS TIROS no ponto de ônibus da Rua General Severiano, porque você prefere pegar o ônibus 434. E no Rio de Janeiro que comemora 450 anos, é crime escolher o ônibus favorito.

Esta carta é para te lembrar que o novo/velho governo escolheu como lema “Brasil, pátria educadora”.

Meu filho, nos despedimos pedindo perdão por não termos conseguido te proteger. Jamais nos perdoaremos.

EU SOU ALEX, SEMPRE”.

via‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’ – Jornal O Globo.

Fazenda Paraizo: há quatro gerações com a família Bicudo – apresentação de 2013 em Power Point terça-feira, jan 13 2015 

Esta apresentação me foi enviada em 2013 por Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

Faz um apanhado resumido da Fazenda Paraizo e das iniciativas para torná-la um ponto turístico e autossustentável.

Demorei para postá-la, mas valeu a pena.

É preciso ter paciência para abrir o anexo.

Apresentação de 2013_Fazenda Paraizo há quatro gerações com a família Bicudo

Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria* quarta-feira, out 29 2014 

Comprei a minha revista no dia 10/10/2014 e só neste momento estou podendo recomendar a compra e a leitura dela.

Fiquei muito contente, pois, dentre os excelentes textos,  nas páginas 20 e 21, “Como eu faço?”, “Manual de Boas Maneiras”, o texto de Carla Pimentel, ilustração de Giovana Medeiros, “Sua origem, sua história”, trata de árvore genealógica: na dica de número 4, Organize os dados, há a recomendação para o site MyHeritage.Com.

Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria*.

Faça uma homenagem aos que já partiram / MyHeritage Blog em português quinta-feira, out 16 2014 

Faça comentários na postagem e a melhor homenagem será escolhida e premiada no dia 03-11-2014.

Clique abaixo:

Faça uma homenagem aos que já partiram.

Como Estrelas Na Terra – Legendado – YouTube segunda-feira, out 13 2014 

Sinopse de “Como estrelas na Terra”

Ishaan é um garoto de nove anos que não possui muitos amigos. Vive com sua família em uma pequena comunidade da Índia. Ishaan apresenta muitas dificuldades na escola, tendo sido reprovado no ano anterior e tendo risco de ser reprovado novamente. Já seu irmão é o melhor da classe, com notas altíssimas e um grande sucesso nos esportes também. Após uma reunião com os professores de Ishaan, que informam aos pais que o menino não apresenta avanços na escola, o pai decide enviar o garoto a um colégio interno para que seja disciplinado e consiga êxito nos estudos. Após um período em que Ishaan se sente cada vez mais triste e solitário, sofrendo severas punições dos professores, ele conhece o professor Nikumbh, que além do trabalho no colégio, leciona também em um colégio para crianças com necessidades educacionais especiais. É o professor Nikumbh que descobre que Ishaan tem dislexia e, com ajuda dele, junto com os outros professores e com a família de Ishaan, o garoto começa a compreender o mundo da leitura e da escrita e vê sua infância tomar um rumo diferente

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Taare_Zameen_Par

Como Estrelas Na Terra – Legendado – YouTube.

Graças à prima Sensão, assisti ao filme e recomendo da mesma maneira que foi recomendado a uma pessoa querida por uma psicopedagoga.

Não é específico para quem convive com portadores de dislexia, caso da personagem principal, mas para qualquer pessoa que saiba que todos somos diferentes.

Super-heróis no enterro de um garotinho – MyHeritage Blog em português quarta-feira, out 8 2014 

A homenagem ao filho que morreu de câncer aos cinco anos de idade.

Tocante!

Super-heróis no enterro de um garotinho.

Fotos, livros e documentos antigos – como conservá-los – MyHeritage Blog em português quarta-feira, out 8 2014 

Compartilhado do MyHeritage Blog em Português

Fotos, livros e documentos antigos – como conservá-los.

Cadê o meu abraço?: Martha Medeiros – Jornal Zero Hora – 14/09/14 – O galão d’água (“coisas” do Japão) domingo, set 28 2014 

Crônica de Martha Medeiros, “O galão d’água”, foi publicada no Jornal Zero Hora e reproduzida no jornal “A Federação”, de Itu – SP, página 04, sexta-feira, 26-09-2014, ano 109, edição 5692, numa incrível similaridade, ao contrário, com a situação dos ituanos por causa do racionamento drástico de água tratada desde fevereiro/2014.

Cadê o meu abraço?: Martha Medeiros – Jornal Zero Hora – 14/09/14.

Biografia de Martha Medeiros =

Martha Medeiros

Martha Medeiros (1961) é gaúcha de Porto Alegre, onde reside desde que nasceu. Fez sua carreira profissional na área de Propaganda e Publicidade, tenho trabalhado como redatora e diretora de criação em vária agências daquela cidade. Em 1993, a literatura fez com que a autora, que nessa ocasião já tinha publicado três livros, deixasse de lado essa carreira e se mudasse para Santiago do Chile, onde ficou por oito meses apenas escrevendo poesia.

De volta ao Brasil, começou a colaborar com crônicas para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde até hoje mantém coluna no caderno ZH Donna, que circula aos domingos, e outra — às quartas-feiras — no Segundo Caderno. Escreve, também, uma coluna semanal para o sítio Almas Gêmeas e colabora com a revista Época.

Seu primeiro livro, Strip-Tease (1985), Editora Brasiliense – São Paulo, foi o primeiro de seus trabalhos publicados. Seguiram-se Meia noite e um quarto (1987), Persona non grata (1991), De cara lavada (1995), Poesia Reunida (1998), Geração Bivolt (1995), Topless (1997) e Santiago do Chile (1996). Seu livro de crônicas Trem-Bala (1999), já na 9a. edição, foi adaptado com sucesso para o teatro, sob direção de Irene Brietzke. A autora é casada e tem duas filhas.

Fonte: http://pensador.uol.com.br/autor/martha_medeiros/biografia/

Leia, também, aqui no meu blog, “A fita métrica do amor”, em http://wp.me/p161i6-IM

24 dicas práticas para o uso consciente da água – Planeta Sustentável – Editora Abril quinta-feira, set 11 2014 

24 dicas práticas para o uso consciente da água.

MyHeritage em horário nobre – MyHeritage Blog em Português quinta-feira, set 11 2014 

Assista ao vídeo, com legendas em português, de uma entrevista com o fundador e CEO do MyHeritage, cujo assunto principal é a localização de herdeiros de obras de arte, imóveis e estabelecimentos comerciais, roubados pelos nazistas, e sobre o BillionGraves

MyHeritage em horário nobre.

Terra – Planeta água – Blog do MyHeritage em português quarta-feira, set 3 2014 

Leia, no MyHeritage Blog em Português, sobre a falta de água em Itu – SP e o alerta para economizar água.

Terra – Planeta água.

Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria* quinta-feira, ago 28 2014 

Edição agosto/setembro 2014 – Venda Exclusiva: Droga Raia. R$ 3,50.

Visite o “link” abaixo

Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria*.

Ituano Ulisses Duarte Guilger lançou livro, em 2013, sobre colonização alemã no Estado de São Paulo quinta-feira, ago 21 2014 

Embora o livro tenha sido lançado no final de 2013, registro a reportagem do jornal ituano [identificado no anexo “jpg”] sobre o livro:

Ituano lança livro sobre colonização alemã no Est de São Paulo Jornal Periscópio

Complemento com um texto da revista Campo & Cidade, de 2009, anterior ao lançamento do livro de Ulisses Duarte Guilger – mas que comenta, no final do texto, sobre o livro que Ulisses estava escrevendo – e o assunto é a imigração alemã em Itu – SP. Arquivo em extensão “pdf” =

Revista Campo & Cidade – A imigração Alemã em Itu – SP

Itu.com.br – Nossa Cidade – Indignada, moradora de Itu faz desabafo sobre a falta de água terça-feira, ago 19 2014 

Merece ser lido, com atenção, o desabafo dessa cidadã.

Quem não mora em Itu – SP terá uma pequena ideia do que estamos passando.

Meu primo PR, do RJ, entende e está solidário, sempre ligando para saber como estamos, pois, no final da década de 50 até meados da década de 60, o Rio de Janeiro passou por isso. O desespero pela falta de água era tamanho que até água salobra de construção civil era buscada para atender necessidades básicas de higiene de vaso sanitário e outras lembranças, tais como  estocar água na banheira, quando vinha, para a higiene pessoal.

Por incrível que pareça, quem solucionou o problema, no RJ, foi a administração Carlos Lacerda.

Itu.com.br – Nossa Cidade – Indignada, moradora de Itu faz desabafo sobre a falta de água.

Incredible! This woman’s strange dream led to her diagnosis. Now she’s sending a message to everyone about her “Year of Grace.” | The Breast Cancer Site Blog sexta-feira, ago 8 2014 

Clique, abaixo, para entrar no The Breast Cancer Site Blog para assistir ao vídeo com Sonya Rose declamando o poema “Year of Grace”

Incredible! This woman’s strange dream led to her diagnosis. Now she’s sending a message to everyone about her “Year of Grace.” | The Breast Cancer Site Blog.

No YouTube, podemos acompanhar os versos do poema “Year of Grace” que copio e colo abaixo:

“Year of Grace”, A Breast Cancer Poem = postagem de 2011

 

I sit here—

Dreaming for things to naturally fall into its place.
Staring into my living space, so weak I appear.
Can’t keep up the pace—
Of the human race, a well-established career;
I feel so out of place.
I look back at the years, a memory trace of an old frontier.
See the rough bumps, the crinkly pattern in an emerald green depression vase…
In my changing face, I feel a new tear.
If only I could embrace—
The colors of the wind in its breathing space (all-clear)
If only I could swim with the ocean and reappear—
Like a pearl in its hiding place…
If only I could jump on the next cloud and disappear—
Fly to a higher place.
If only I could touch the sun and give more cheer—
Not burn up in deep space.
If only I could walk on the moon (from here)—
Write that song I hear play from its imaginary place.

If only I could play bass… and drink some fine dark beer—
On and on and on, in a parking space
With no cars, just a gathering space—to give ear;
A meeting place, a change of pace

For anyone who needs breathing place, a life peer.
Like me, this is my visual place.
Some say it’s a prisoner’s base, to draw nearer
To a lower place; to interlace…
Others say its part of an obstacle race, never to interfere
With a higher space,
And now my dog at my feet, who I hold dear,
Just wants me to cut to the chase.
All I know, it’s still all unclear…
But, to be sincere,
I could never fight this (cancer) alone, without fear—
Not without Love or my heart in the right place;
And, especially, not without—Grace.

Description: 2011 is my Year of Grace. Through a vivid dream, I was led to receive proper healing. I was warned to get my breasts thoroughly checked. After ultrasound/MRI-biopsies, I was diagnosed: stage 2 ILC (Invasive Lobular Carcinoma), LCIS & DCIS, grade 3, node-positive. Following a lumpectomy, 8 cycles of chemo, deep in September, I had a bilateral total skin-sparring mastectomy with immediate reconstruction. In just one year, my risk dropped from 85% to 35% to 17.5% of breast cancer recurring. As, I am continuing my hormone therapy for the next five years, I have adopted even healthier ways of living, a greener lifestyle. I am learning more on what it means to be a BRCA mutation carrier, with a 50% chance plus 1% higher every year of hereditary ovarian cancer… and other cancers (pancreatic, malignant melanoma, subgroup of lymphomas and leukemia). Also, what I must do to further overcome my underlying condition of Chronic Lyme Disease.

I’ve been blessed through the miracle of more than just one dream (as my cancer went under the radar of GYN/self-breast exams and mammograms for over 8 long years, after 9/11 exposure, around age 30)… through excellent care of doctors and nurses, family and friends, my fiancé (now my husband), my sweet Sonny… through the power of God’s angels on Earth and in Heaven. Through those faces who I’ve seen in my dreams…

Please Visit Me:
CaringBridge:
http://www.caringbridge.org/visit/son…

Facebook:
http://www.facebook.com/SonyaRoseAtki…

Women’s Health Magazine, featured:
http://www.womenshealthmag.com/health…

Images: iPhone video clips from my Breast Cancer journey 2011

Malu Ribeiro fala sobre a falta de água em Itu – YouTube sábado, ago 2 2014 

Assista à fala de Malu Ribeiro: destaque para o trecho em que, sem agredir, comenta sobre  a falta de informação e de divulgação da concessionária para alertar a população e educá-la, antes que Itu atingisse estado de calamidade pública ainda não decretado desde que ficou evidente, em fevereiro/2014, de que a crise não seria solucionada.

viaMalu Ribeiro fala sobre a falta de água em Itu – YouTube.

 

 

 

 

 

Expedição Alagoas: Em Alagoas, 62% dos municípios passam por processo de desertificação – TNH1 – O portal de notícias de Alagoas sábado, ago 2 2014 

Expedição Alagoas: Em Alagoas, 62% dos municípios passam por processo de desertificação – TNH1 – O portal de notícias de Alagoas.

Itu – SP está de joelhos com falta de água potável terça-feira, jul 29 2014 

A Estância Turística de Itu – SP sempre teve problemas de captação de água.

Cresceu de modo totalmente irresponsável,  sem a mínima consideração de que a captação e o consumo de água tenham sido levados em conta, ou seja, qual seria o impacto para o restante da população da cidade.

Em 2006, Itu entregou a exploração da água e a captação do esgoto – literalmente – a uma concessionária que não cumpriu absolutamente nada do que estava acordado ao assumir essa concessão.

Tudo o que os ituanos testemunharam,  desde que a concessionária assumiu, pelo menos no centro da cidade, foi reparar rompimentos de encanamentos antigos em vias públicas e calçadas, cujos vazamentos subterrâneos provocam afundamento dos locais em que estão localizados, abertura de buracos para esses reparos, demora de dias para que sejam recobertos ou a camada de asfalto reposta.

A falta de água nas torneiras ituanas continuou cíclica, porém a partir do final de 2013, chegou às raias do absurdo, da humilhação para a população ituana, de todos os moradores não-ituanos, de prejuízo moral e financeiro para a população que deveria ser atendida como consumidora de um produto pelo qual paga caro tanto para que entre em suas casas e estabelecimentos comerciais  quanto para que seja coletado como esgoto.

Desde o primeiro momento em que foi construída a primeira estação de tratamento de água em Itu (inaugurada em 1951; antes disso a água era fornecida sem tratamento algum e a maioria das moradias tinham até mesmo encanamento externo), as moradias passaram a ser construídas com encanamento embutido, pois a água era encanada, tratada. Caixas d’água em nível de telhado – o que significa que se a moradia tem dois andares, jamais passou pela cabeça dos proprietários de que deveriam ter uma cisterna no térreo, com bomba e encanamento direcionado para a caixa d’água no alto do telhado, como os ituanos sentem, agora, a necessidade. Há muitos meses, notadamente pela maioria da população a partir de fevereiro de 2014, a água, quando “chega”, tem horário, rodízio, sem força para abastecer caixas d’água de construções com dois ou mais andares.

Outras Estações de Tratamento de Água (ETAs) foram construídas ao longo de administrações mais recentes. O problema, porém, de captação de água para essas ETAs é que nunca foi solucionado, dependendo, sempre, de riachos e ribeirões.

A  “evolução dos tempos” marcou as residências e estabelecimentos comerciais que não têm garagem, não é verdade? Ficam prejudicados, porque os proprietários de residências sem garagem têm que procurar um estacionamento próximo para estacionar seus veículos e os estabelecimentos comerciais têm prejuízos – a não ser que estejam em “shoppings” – porque os clientes não têm onde estacionar ou o estabelecimento tem que fazer um convênio com estacionamentos.

Itu possui ruas em que não se pode estacionar o veículo,  seja por qual motivo tenhamos que estacionar nelas, porque há portões de garagem, portões de garagem, portões de garagem “proibido estacionar””, “proibido estacionar”…  Se há um local sem portão de garagem “proibido estacionar”, a vaga já está ocupada.

Pois, atualmente, em Itu, as residências e os estabelecimentos comerciais terão que modificar suas construções futuras: no térreo, uma cisterna que capte o fraco fluxo de água fornecida na entrada, encanamento adequado que leve essa água captada para os diversos cômodos e/ou caixas d’água, uma bomba que sugue a água para abastecer caixas d’água estrategicamente distribuídas pela edificação.

Quanto aos imóveis antigos, instalar uma cisterna ou uma nova caixa d’água no térreo  exige uma logística hidráulica de alto custo e, muitas vezes, com obstáculos a serem resolvidos por engenheiros hidráulicos “gênios”.

Ao passar ao longo de ruas ituanas e até mesmo dentro de condomínios horizontais, podemos observar caixas d’água instaladas em áreas de jardim e até substituição do jardim por cisternas. Outra visão muito comum é a de caminhões-pipa abastecendo caixas d’água de residências e de estabelecimentos comerciais.

O dia a dia dos ituanos se transformou de tal maneira que, durante a madrugada, alguém tem que ficar de plantão para encher recipientes – que possam ser cobertos para evitar proliferação de vetores de doenças – e reservá-los para, por exemplo, descargas de vaso sanitário (n.º 1 = tem que acumular;  n.º 02 = despejar baldes de água até que leve embora o n. 01 acumulado e o n.º 02);  lavar detritos de animais de estimação requer uma estratégia que nos exaure.  Famílias com pessoas doentes têm que implorar por atendimento de caminhão-pipa da concessionária… Esses são apenas alguns poucos aspectos do drama vivido pelos ituanos.

Não quero ser terrorista nem paranoica, mas leia o texto abaixo e infira, por meio dele, o que, provavelmente, levou a cidade de Itu a fica “de joelhos” e não posso me esquecer da ENRON, cuja política de fornecimentos de energia elétrica “virtual” levou o estado da Califórnia, nos EUA, a “ficar de joelhos”.

Mas leia, mesmo! Sua cidade estará na mesma situação de Itu muito em breve.

Superinteressante junho 2003 Vai faltar água?

Superinteressante junho 2003 – Vai faltar água?

Ambiente

Vai faltar água?

Dois terços da superfície do planeta são cobertos por água. Mas, apesar disso, a água boa para consumo humano está cada vez mais escassa. Saiba o que está drenando esse líquido tão precioso e como é possível evitar um colapso

por Adriano Quadrado / Rodrigo Vergara

Quem vê uma foto do planeta feita do espaço pode pensar que água é algo que nunca vai faltar. Afinal, esse líquido incolor, insípido e inodoro, vital para a vida, ocupa mais de dois terços da superfície da Terra. Nada mais enganoso. A quantidade de água no planeta, de fato, não se altera. Desde que o globo se esfriou, há muitos milênios, são os mesmos 1,4 bilhão de quilômetros cúbicos. Mas só podemos usar uma gota desse manancial. Primeiro porque precisamos de água doce. E só 2,5% da água do mundo é doce. Dessa pequena parte, tire dois terços, confinados nas calotas polares e no gelo eterno das montanhas. Do que sobrou, desconsidere a maior parte, escondida no subsolo. Resultado: a água pronta para beber e fácil de captar está nos rios e lagos, num total de 90 mil quilômetros cúbicos, ou 0,26% do estoque mundial. Mas nem essa porção está inteiramente disponível. Para não esgotar o precioso líquido, só podemos utilizar a água renovável pelas chuvas.

E aí chegamos a um limite de consumo de 34 mil quilômetros cúbicos anuais, ou 0,002% das águas do planeta. Nem uma gota a mais. Como diz em seu livro Água o jornalista canadense Marq de Villiers: “A água pode ser poluída, maltratada e mal utilizada, mas não é criada nem destruída”.

Mas o ser humano se multiplica, e muito. A população já soma 6 bilhões, e segue aumentando. O consumo de água também cresce, mas com um detalhe: em ritmo mais acelerado. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o crescimento do uso da água foi mais do que o dobro do aumento populacional no século passado, de maneira que, hoje, consumimos metade do estoque disponível. Em 35 anos, estima-se que o consumo terá dobrado, ou seja, estaremos utilizando toda a água que o planeta produz. Resumindo: não é apenas o aumento populacional que preocupa, mas também o consumo desenfreado.

Os problemas desse uso indiscriminado já começaram, por um problema simples: distribuição. Há muita água boa onde não mora ninguém, e pouca água saudável em áreas povoadas. Resultado: escassez. Segundo a ONU, 1,1 bilhão de pessoas, um sexto da população mundial, vivem sem água de boa qualidade. O Brasil é um exemplo de que ter água não basta. Apesar de sermos a maior potência hídrica do planeta, há muita gente vivendo situação de seca. Atualmente, 31 países sofrem com sérios problemas de escassez, especialmente no Oriente Médio, no norte da África e no sul da Ásia. As projeções são ainda mais catastróficas: se o consumo não se alterar, duas em cada três pessoas estarão vivendo condições de escassez em 2025.

A água não serve apenas para beber. Ela é necessária, também, como destino final de bilhões de litros de resíduos que a humanidade produz todo dia. Para essa finalidade, a escassez é ainda pior. Há, hoje, 2,4 bilhões de pessoas, ou 40% da população, sem condições adequadas de saneamento básico. “De todas as crises sociais e naturais que nós humanos enfrentamos, a da água é a que mais afeta a nossa sobrevivência”, diz Koïchiro Matsuura, diretor-geral da Unesco, braço da ONU para Ciência e Educação.

Mas, afinal, a escassez de água pode pôr em cheque nossa sobrevivência? Há várias respostas, dependendo de quem responde. Para os ambientalistas mais radicais, a água está com os dias contados, a não ser que haja um freio no consumo. É o caso dos canadenses Maude Barlow e Tony Clarke, autores de Ouro Azul, um livro-denúncia sobre a apropriação dos mananciais por grandes empresas. “A raça humana julgou mal a capacidade dos sistemas de água da Terra de se recuperarem. E agora o mundo está sendo pressionado a tomar decisões cruciais, talvez irrevogáveis, sobre a água”, escrevem.

Mas há gente gabaritada que vê um cenário menos apavorante. “A ONU pintou um quadro catastrófico para provocar uma reação da população, mas a água não deve acabar”, diz o geólogo Aldo da Cunha Rebouças, da Universidade de São Paulo (USP), especialista em gestão de recursos hídricos. De fato, há indícios de que o consumo começa a regredir. Segundo artigo publicado pela revista científica americana Science, na década passada [1991-2000] usou-se metade do que se havia previsto 30 anos antes. “A quantidade de água utilizada em 2025 poderá não ser tão maior do que a usada hoje”, diz Peter Gleick, chefe da ONG Instituto Pacífico para Estudos em Desenvolvimento, Ambiente e Segurança, dos Estados Unidos.

Na Declaração do Milênio, publicada em 2000, a ONU divulgou suas metas, entre elas a de diminuir pela metade, até 2015, o número de pessoas que hoje sofrem com escassez de água e más condições de saneamento básico. De novo, há diversos caminhos para chegar lá. Em um mundo tão transformado pela ação humana, sempre haverá quem defenda novas intervenções para corrigir o estrago anterior. As soluções, nesse caso, passam por transposições de rios, exportação de água, derretimento de grandes icebergs e por aí vai. Mas, no caso da água, menos pode ser mais. Para muitos especialistas, respeitar o ambiente e tirar o dedo da ferida pode ser a melhor maneira de curar o dano causado.

Veja o caso da drenagem, por exemplo. Para povoar áreas desérticas, é comum retirar água do subsolo. Mas essa estratégia é perigosa, sobretudo porque esses reservatórios subterrâneos, chamados de aquíferos, se renovam muito mais vagarosamente do que rios e lagos. O aquífero de Ogallala, por exemplo, a maior reserva de água dos Estados Unidos, com mais de meio milhão de quilômetros quadrados, é drenado por mais de 200 mil poços, em um ritmo 14 vezes superior ao que a natureza gasta para restituí-lo. O resultado mais óbvio disso é que o poço pode secar. Tudo bem, você pode pensar. Usa-se a água enquanto ela existe. Mas os efeitos dessa retirada vão mais além. A drenagem de aquíferos subterrâneos pode baixar o nível de rios e lagos e causar ou agravar a desertificação.

O transporte de água é outra intervenção humana de grande impacto. Esse, no entanto, não é um problema moderno. Terraços para cultivo, diques e aquedutos são usados há milênios. Uma das Sete Maravilhas do Mundo, os Jardins Suspensos da Babilônia, construídos por Nabucodonosor II (604 a 562 a.C.), usava água bombeada do rio Eufrates. Os mais antigos sistemas de irrigação, os qanats, mistos de poço e aqueduto, viabilizaram as civilizações da Mesopotâmia e ainda são muito usados no Afeganistão, no Iraque, no Irã e no Egito. Durante o Império Romano, entre os anos 312 e 455 d.C., foram construídos enormes sistemas de distribuição de água, muitos dos quais continuam de pé. Mas nada disso se compara ao manejo de águas desenvolvido no século 20. Em 1950, havia pouco mais de 5 mil grandes represas. Hoje, são 40 mil.

Não é preciso dizer que, quando se desvia ou se bloqueia um curso de água para construir uma represa, alguém rio abaixo ficará sem água, temporária ou definitivamente. Seja de animais ou de ribeirinhos, essa alteração afeta muitas vidas. De acordo com a ONU, existem 261 bacias hidrográficas transnacionais, compartilhadas por 145 nações, o que sempre deu margem a disputas, conflitos e guerras. Sem contar que, ao desviar a água de seu destino natural, pode-se romper o ciclo natural que a devolve.

Hoje, há mais de 500 conflitos entre países envolvendo disputas pela água, muitos deles com uso de força militar. Nada menos que 18 desses conflitos violentos envolvem o governo israelense, que vive brigando pelo líquido com os vizinhos. Cerca de 40% do suprimento de água subterrânea de Israel se origina em territórios ocupados, e a escassez de água foi um dos motivos das guerras árabe-israelenses passadas. Em 1965, a Síria tentou desviar o rio Jordão de Israel, provocando ataques aéreos israelenses que a forçaram a abandonar a tentativa. Na África também houve conflitos. As relações entre Botsuana e Namíbia, por exemplo, ficaram estremecidas depois que a Namíbia anunciou um plano de aqueduto para desviar um rio compartilhado pelos dois países. Na Ásia, Bangladesh depende da água de rios que vêm da Índia. Nos anos 70, em meio a uma escassez de alimentos, a Índia desviou o fluxo desses rios para suas lavouras. Bangladesh foi deixado a seco por 20 anos, até a assinatura de um tratado que pôs fim às disputas.

A qualidade da água é outro fator crucial. Nesse caso, o alarme vem soando faz tempo. Nos países em desenvolvimento, diz a ONU, até 90% do esgoto é lançado nas águas sem tratamento. Todos os anos, de 300 a 500 milhões de toneladas de metais pesados, solventes, produtos tóxicos e outros tipos de dejeto são jogados na água pelas indústrias. Cerca de 2 bilhões de toneladas de lixo são despejados em rios, lagos e riachos todos os dias. A verdade é que a maioria dos produtos químicos produzidos pelo homem mais cedo ou mais tarde acaba em um curso ou depósito de água. Uma das conseqüências disso é que 80% das doenças nos países pobres do hemisfério sul estão relacionadas com a água de baixa qualidade.

Mas, apesar de ser um recurso tão frágil e escasso, a água ainda é muito desperdiçada. De toda a água utilizada, 10% vão para o consumo humano, 20% ficam com a indústria e o restante, 70%, são utilizados na agricultura. Porém o desperdício e o uso irracional são uma constante em todos esses setores. Vazamentos, métodos obsoletos e desperdício drenam cerca de 50% da água usada para beber e 60% da água de irrigação. Com a tecnologia disponível atualmente, a agricultura poderia reduzir sua taxa de uso em até 50%, as indústrias em até 90% e as cidades em um terço sem prejudicar a produção econômica ou a qualidade de vida.

Mas a grande questão debatida hoje sobre o futuro da água é quem deveria gerenciar as reservas e como isso deveria ser feito. Com a globalização, grandes empresas transnacionais estão ampliando sua presença em serviços de saneamento e ganhando o direito de explorar fontes de água, o que, para os ambientalistas, pode comprometer o acesso das populações mais pobres.

Estamos falando aqui de um choque entre ideologias completamente diferentes, com concepções de mundo antagônicas. De um lado, há os que entendem a água como um produto que se pode manejar, engarrafar, pôr preço e vender. Esse grupo acredita na tecnologia e no mercado e vê a água como uma necessidade humana que pode ser atendida eficientemente pela iniciativa privada. Para eles, a água pode e talvez deva se tornar “o petróleo do século 21”. Do lado oposto, estão os ambientalistas, para quem a água não tem preço nem dono, pois pertence a todos. Eles acreditam no resgate da relação primitiva com a natureza, na cooperação entre os povos e no manejo sustentável dos recursos naturais e veem a água como um direito fundamental e inegociável do ser humano.

A despeito dessa bipolaridade [empresários X ecologistas], a presença da iniciativa privada avança por ter o poder do capital a seu lado. Em 1998, o Banco Mundial previa que, em breve, o comércio global da água faturaria 800 bilhões de dólares. Antes de 2001, essa projeção foi elevada para 1 trilhão de dólares. Desde 1995, o mercado de água engarrafada cresce a uma espantosa taxa de 20% ao ano. Em 2000, só esse negócio faturou 22 bilhões de dólares, com a venda de cerca de 89 bilhões de litros de água. Detalhe: o líquido engarrafado para venda é uma gota nesse mar de dinheiro que envolve a água. A fonte maior é o mercado de saneamento e de distribuição de água, um ramo com um potencial de crescimento astronômico, já que apenas 5% da população mundial recebe água fornecida por empresas privadas. As duas gigantes do setor de saneamento são as transnacionais Vivendi e Suez, que têm sede na França e respondem por 70% do faturamento do setor.

O fato é que a água transformou-se em uma commodity como o petróleo ou a soja, com direito a ser exportada, inclusive. O Canadá, por exemplo, exporta água para regiões sedentas do México e dos Estados Unidos. Pode parecer estranho, mas a exportação de água é uma realidade. Neste exato momento, há barcaças e caminhões de grande capacidade cruzando fronteiras carregados com nada mais do que água.

A situação colocou o Brasil em uma situação estratégica, de maneira que, quando o assunto é água, o mundo todo volta seus olhos para cá. Para começar, somos o país que tem mais água disponível. Para se ter uma idéia, nossos rios reúnem 13% do volume fluvial mundial. Não bastasse toda essa abundância, temos, sob nossos pés, a maior reserva de água doce do mundo, o aquífero Guarani, uma superpoça subterrânea que cruza a fronteira de sete Estados e avança pelos territórios argentino, paraguaio e uruguaio. Só ali jazem 37 mil quilômetros cúbicos de água potável, o que daria para encher até a boca 7,5 milhões de estádios do Maracanã, segundo cálculos do geólogo Heraldo Campos, especialista no aquífero. E o Brasil só utiliza 5% desse potencial.

Nas discussões internacionais sobre o uso dos recursos hídricos, o Brasil é uma liderança natural, segundo o costarriquenho Manuel Dengo, Chefe da Divisão de Água, Recursos Naturais e Desenvolvimento Sustentável da ONU. “O Brasil desempenha um papel importante no cenário mundial das águas. Sua presença, na maioria dos encontros intergovernamentais e outros fóruns, é altamente respeitada.” Mas, como em outras áreas da vida brasileira, essa liderança deve-se mais ao nosso potencial e às nobres intenções do que às boas práticas.

Nossa legislação, por exemplo, é moderna e democrática, inspirada nas melhores leis ambientais do mundo. A tecnologia brasileira de tratamento de água também é destaque, caracterizada pela eficiência com baixo custo, segundo o ambientalista Leonardo Morelli, coordenador da rede de ONGs Grito das Águas.

Mas, quando se vê a situação dos rios que cortam as grandes cidades brasileiras, percebe-se que nosso conhecimento não se traduz em qualidade de água ou de vida. O resultado disso chega a ser paradoxal, como no caso da cidade de Manaus, incrustada na maior bacia hidrográfica do mundo e submetida a um rodízio de água entre os bairros por falta do produto. Embora moderna, a lei não funciona sozinha, e são comuns os acidentes ambientais com mortandade de peixes e contaminação das águas. Para Aldo Rebouças, o grande problema brasileiro, ironicamente, é a abundância. “Por termos muita água, a cultura do desperdício impera no país todo. Nossos problemas são de grande desperdício, baixa eficiência das companhias e degradação da qualidade da água.”

Faz pouco tempo que o mundo acordou para a importância econômica e estratégica da água. Mas, em meio a divergências sobre a posse e o destino da água, já aflorou um consenso mínimo. Especialistas, empresários e ecologistas concordam que a ameaça de escassez é real, mas que há tempo para evitá-la. Para isso, é preciso estancar o desperdício, recuperar as reservas poluídas, garantir o direito à água para os mais pobres e criar projetos de educação ambiental. A educação, dizem os especialistas, é importante porque a ação de cada um é maior do que qualquer intervenção que governos ou empresas podem fazer. Saber qual é verdadeira dimensão da ameaça é o primeiro passo para vencer o problema. Portanto, ao ler essa reportagem, você está fazendo a sua parte.

Para saber mais

Na livraria: Ouro AzulMaude Barlow e Tony Clarke, M.Books, São Paulo, 2003

Água

Marq de Villiers, Ediouro, Rio de Janeiro, 2002

Grito das Águas

Leonardo Morelli, Letradágua, Joinville, 2003

Na internet:

http://www.ana.gov.br

http://www.biodiversidadeglobal.org

http://www.un.org/events/water

http://www.waterday2003.org

http://www.un.org/esa/sustdev/sdissues/water/water.htm

 

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria domingo, jul 6 2014 

À venda nas lojas da Droga Raia.  Adquira a sua! R$3,50.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria.

Reescrevendo a História – de João Ulbaldo Ribeiro – Jornal O Globo segunda-feira, jun 2 2014 

Recebi a indicação de leitura do primo PR.

A crônica foi publicada em 01-06-2014 no jornal “O Globo”.

Assim como o texto de Cristovam Buarque, de 2006, é uma reflexão aterradora da displicência com o ensino formal que afeta o futuro dos cidadãos e do país, a crônica de João Ubaldo Ribeiro  aborda  a dificuldade, na leitura, dos clássicos da Literatura Brasileira, pelo fato de não serem acessíveis no formato, no vocabulário, no conteúdo, nas sutilezas, por exemplo, a jovens e a pessoas menos cultas.

João Ubaldo Ribeiro critica, portanto, uma iniciativa de reescrever obras clássicas brasileiras numa versão mais “light” para que se tornem acessíveis a jovens e a pessoas menos cultas.

Comentário pessoal de Maria Lúcia: quando estudava Inglês, na Cultura Inglesa – Campinas/SP, li versões de obras teatrais de Shakespeare adaptadas para leitores que estudavam uma segunda língua. Eu tinha plena consciência de que essa leitura (são dois volumes) jamais substituiria as peças originais. Conforme avancei nos estudos, tinha que ler obras originais contemporâneas, sem versões mais leves. Ressalto que a língua inglesa não é a minha língua materna, portanto, a leitura de versões adaptadas é um recurso estratégico de evolução do domínio da língua estrangeira.

Concluo, portanto, como João Ubaldo Ribeiro me deu a entender na crônica, “link” abaixo, que as versões mais leves de originais da Literatura Brasileira serão destinadas aos leitores brasileiros que não dominam a Língua Portuguesa como língua materna. O que, convenhamos, é algo muito estranho.

Reescrevendo a História – Jornal O Globo.

Paixão nacional. Um artigo de Cristovam Buarque = Oito anos depois! segunda-feira, jun 2 2014 

O artigo do título foi postado em 10-06-2006 no blog Instituto Humanitas Unisinos e  refere-se ao artigo publicado no jornal “O Globo” na mesma data de 10-06-2006.

Recebi um anexo em extensão “pps” do primo Sérgio com esse texto e se não tivesse buscado a confirmação da autoria e do teor do artigo, teria certeza de que se refere a este ano da Copa 2014.

Não perca a oportunidade de reflexão.

Paixão nacional. Um artigo de Cristovam Buarque.

Vale a pena ser sede da Copa 2014? – Superinteressante fevereiro 2008 sexta-feira, maio 30 2014 

Não discuto as manifestações – tardias no meu entender – não repasso mensagens de críticas à realização da Copa 2014 no Brasil, porque, em fevereiro de 2008, já havia lido em Superinteressante que, para o Brasil, a realização da Copa seria mais um problema acrescido aos que o Brasil já tinha e que pioraram desde então.

Em julho de 2011, postei, aqui, o mesmo título com o teor do texto da Superinteressante.

Na época da escolha do Brasil como país-sede, deveria ter havido uma mobilização contra. Agora, Inês é morta e não adianta colocar a mão na cintura e perguntar “Sinhá, cadê ‘seu’ Padre?”

Vale a pena ser sede da Copa 2014? – Superinteressante.

Sorteio de livro! MyHeritage Blog em Português quinta-feira, maio 15 2014 

Sorteio de livro!.

Entrevista com a presidente-executiva do Museu da Imigração – Marília Bonas Conte segunda-feira, maio 12 2014 

Notícia ótima: o antigo Memorial do Imigrante será reaberto, como Museu da Imigração, no dia 31-05-2014.

O MyHeritage está no website do Museu da Imigração.

Leia a postagem que traz o “link” de acesso ao Museu da Imigração com informações sobre localização, horários de visitas, agendamentos, exposições…

Entrevista com a presidente-executiva do Museu da Imigração – Marília Bonas Conte.

Parceria de MyHeritage e BillionGraves para conservar informações dos cemitérios do mundo todo terça-feira, maio 6 2014 

Parceria de MyHeritage e BillionGraves para conservar informações dos cemitérios do mundo todo.

MyHeritage atinge novo marco: 5 bilhões de registros históricos! quinta-feira, maio 1 2014 

O blog do MyHeritage, em português, completa 04 anos.

Aproveite para ler sobre os 5 bilhões de registros históricos.

MyHeritage atinge novo marco: 5 bilhões de registros históricos!.

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu terça-feira, abr 1 2014 

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu.

SPPREV = Alerta de 25fev2014 sobre correspondência falsa enviada aos beneficiários domingo, mar 2 2014 

25/02/2014 –  SPPREV alerta sobre falsa correspondência enviada aos beneficiários

Correspondências de um falso órgão de previdência, intitulado Superintendência Geral de Previdência Privada, estão sendo enviadas a beneficiários da SPPREV.

Com o assunto “Encerramento de conta previdenciária”, os ofícios informam que os cidadãos têm direito a uma indenização no valor de R$ 65.840, sendo que para o seu resgate seria necessário o pagamento de uma pretensa taxa de habilitação, no valor de R$ 945, e das supostas taxas das “custas judiciais”, que equivaleriam a R$ 6.584.

A São Paulo Previdência alerta seus participantes sobre a existência da referida fraude. Em caso de dúvidas sobre a veracidade de uma informação ou de uma correspondência, a recomendação da autarquia é de que os beneficiários entrem em contato com o Teleatendimento (0800 777 7738) ou compareçam presencialmente a uma das unidades de atendimento da SPPREV.

Confira abaixo a imagem da correspondência falsa:

viaSPPREV – São Paulo Previdência.

SPPREV – São Paulo Previdência – Informe de Rendimentos 2013 acessível a partir de 01março2014 domingo, mar 2 2014 

Calma, pessoal! Acessível a partir de 1.º de março de 2014 não significa que, hoje, dia 02 de março já esteja disponível.

Consultem diariamente.

Leia mais em:

SPPREV – São Paulo Previdência.

Você tem um sósia? – MyHeritage.com.br – Blog português domingo, fev 23 2014 

Mesmo que você ainda não tenha um “website” de família no MyHeritage.Com, nada o impede de acessar a postagem abaixo e as demais postagens.

Aos que têm “website de família, verifiquem esse recurso de reconhecimento facial para localizar sósias.

Você tem um sósia? – MyHeritage.com.br – Blog português.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria domingo, fev 23 2014 

À venda em qualquer loja da Droga Raia, pelo valor de R$ 3,50 (três reais e cinquenta centavos). Esse valor, descontados os custos do projeto, é revertido para o GRAACC + Instituto Ayrton Senna (parceria social).

GRAACC, combatendo e vencendo o câncer infantil, é a sigla de Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer. É uma instituição sem fins lucrativos que, desde 1991, combate o câncer infantil.

Clique para folhear as revistas anteriores disponíveis para isso. Não se esqueça de, ao passar por uma das lojas da Droga Raia, adquirir uma ou mais revistas.

A de n.º 36 refere-se ao bimestre fevereiro e março/2014.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria.

Itu.com.br – Cinema – Vida do pintor ituano Almeida Junior é contada em documentário quarta-feira, fev 19 2014 

Itu.com.br – Cinema – Vida do pintor ituano Almeida Junior é contada em documentário.

Pesquisa genealógica enquanto dorme – Webinar – MyHeritage.com.br – Blog português sábado, fev 8 2014 

O que é Webinar?

É um novo meio de comunicação entre MyHeritage e seus usuários. De uma maneira bem fácil, é possível explicar ao vivo na forma de palestra/aula algumas funções em que muitos usuários podem encontrar dúvidas ou até mesmo não usarem pois não conhecem todo o potencial do site.

Fonte: Trecho extraído da postagem “Webinar de MyHeritage.com – comandos básicos”, 20-06-2013, por Walter Olivas. http://blog.myheritage.com.br/2013/06/webinar-de-myheritage-comandos-basicos/

Agora, clique, abaixo, para acompanhar o Webinar esclarecedor para “Smart Matches”, uma ferramenta disponível, nos planos pagos do MyHeritage, para as coincidências de perfis entre a sua árvore genealógica e outras árvores; para adicionar, na sua árvore, dados de perfis de árvores coincidentes; para unir árvores…

Pesquisa genealógica enquanto dorme – Webinar – MyHeritage.com.br – Blog português.

São Paulo, Minha Cidade e as histórias contadas pela prima Haydée segunda-feira, jan 27 2014 

Acessem as histórias contadas pela prima Haydée. São Pérolas, Resgate da Memória da cidade de São Paulo.

Primeira vez em São Paulo_por Haydée M Brock

Procurando Arnobio_por Haydée M Brock

Quase só para mulheres_por Haydée M Brock

Origem: São Paulo, Minha Cidade

Garanto que se interessarão, também, por outras histórias contadas pelos demais autores.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória – MyHeritage Blog em Português segunda-feira, jan 27 2014 

Imperdível!

Atenção para o documentário (em vídeo) que não pretende dar explicações ou respostas, mas levar à reflexão.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória.

Não consigo acessar SPPREV nem encontro meu demonstrativo de pagamento como inativo sexta-feira, jan 24 2014 

A melhor solução é acessar em

SPPREV página inicial

o Atendimento ao Usuário, utilizar as informações ali prestadas e tirar todas as dúvidas com os atendentes (consulta presencial ou por telefone).

Apresenta-se assim, na página inicial do SPPREV

Atendimento ao Usuário


Atendimento presencial


Sede: Rua Bela Cintra, 657
Consolação – SP
2ª a 6ª feira: 9h às 16h

Teleatendimento


0800 777 7738

2ª a 6ª feira: 8h às 21h
Sábado: 8h às 16h

Locais de Atendimento


Encontre na SPPREV


BUSCA NO SITE:

 

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria segunda-feira, dez 23 2013 

À venda em qualquer loja da Droga Raia:

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria.

Era Virtual Museus – Visitas Virtuais terça-feira, dez 17 2013 

Indicação da revista História Viva impressa, página 10, ano VII, n.º 78, Duetto Editorial, com o título

Exposições na tela do computador – Visitar 12 museus brasileiros em um dia pode parecer impossível. O site Era Virtual, no entanto, promete transformar isso em realidade ao criar visitas virtuais gratuitas a instituições de quatro estados brasileiros: Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás e Pernambuco.

Atualmente, já é possível ver na tela do computador os acervos do Museu de Artes e Ofícios (MG), do Museu Nacional do Mar (SC), da Casa de Cora Coralina (GO), do Museu Victor Meirelles (SC) e do Museu do Oratório (MG). Na sequência, outras seis instituições mineiras e uma pernambucana ganharão suas versões eletrônicas.

Para digitalizar os museus, os idealizadores do projeto fotografaram os espaços de exposição e seus acervos, para, em seguida, filmá-los em diversos ângulos e em alta definição. O sistema utilizado permite ao visitante virtual entrar no museu, avançar, aproximar-se de alguma obra ou voltar no momento em que quiser, sem itinerário obrigatório. O projeto pretende ajudar a suprir uma das carências culturais do país: segundo pesquisas, 92% da população brasileira nunca foi a um museu”.

Era Virtual Museus – Visitas Virtuais.

Na página principal, clique em “Visita Virtual” e saberá quais museus já estão disponíveis.

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Site da revista: http://www.historiaviva.com.br

Papai Noel dos Correios 2013 sábado, dez 7 2013 

Papai Noel dos Correios.

Pontos de adoção das cartinhas no Estado de São Paulo:

http://blog.correios.com.br/papainoeldoscorreios/wp-content/uploads/2013/10/spi-tabela.pdf

Encerra em 13 de dezembro de 2013.

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! Recebido em 18/11/2013 terça-feira, nov 19 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: qual o amigo mais diferente que você já fez?

Estamos procurando relatos de amizades improváveis, de pessoas que, aparentemente, não combinam, mas que acabaram virando amigas e construindo uma relação sólida e especial. Podem ser histórias como:

– Quando a conheci, ela era a menina mais bagunceira da escola e eu, a representante de classe. Acabamos fazendo um trabalho em grupo e descobri na minha colega uma grande amiga, que me ensinou a levar a vida com mais leveza.

– Conheci meu amigo em uma viagem de férias com a turma. Cheguei atrasadíssimo para a partida e ele, muito pontual e organizado, ia me deixando para trás. Quando nos conhecemos melhor, descobrimos que, fora a organização, temos muito em comum.

– Minha amiga é daquelas pessoas sérias, que levam tudo com firmeza. O incrível é que eu admiro seu jeito ajuizado de viver e ela gosta da minha maneira alegre, de dar risadas com o que me acontece. Quando nos veem juntas, ninguém acredita que somos tão próximas!

– Tenho 66 anos e meu melhor amigo tem a metade da minha idade. Gostamos muito de conversar sobre diversos assuntos. Ele me ensina a ver a vida com outros olhos.

– Tenho uma amiga que adora viajar, fazer coisas novas e não para um minuto sequer! Eu gosto mesmo é de ficar em casa, sem muitas emoções. Não temos nada em comum, mas ela está sempre por perto quando preciso. Foi com ela que vi que podia deixar meus preconceitos para trás: uma boa amiga vai além das aparências.

– Conheci meu amigo na faculdade e estávamos sempre juntos. Depois, ele se tornou empresário e hoje tem um excelente salário. Eu resolvi fazer trabalhos sociais. Nossos estilos de vida são opostos, mas nossos laços continuam fortes. Estamos juntos nos momentos alegres e nos difíceis: uma amizade verdadeira vai além do dinheiro.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: www.revistasorria.com.br

Também estamos no Facebook: www.facebook.com/revistasorria

Muito obrigado!

Equipe Sorria

(11) 3024 2444

Espaço Santa Rita on Vimeo e no Facebook segunda-feira, out 14 2013 

Espaço Santa Rita on Vimeo

via Espaço Santa Rita on Vimeo.

No “Facebook” o link é https://pt-br.facebook.com/Espacosantaritarestaurante

SPPREV – São Paulo Previdência – Fale conosco sexta-feira, out 11 2013 

Muitas vezes, recebo mensagens de dificuldades ou dúvidas com relação a pagamentos de aposentadoria e até mesmo de acesso ao “site” da SPPREV.

Divulgo, portanto, que, no “site” da SPPREV, a melhor alternativa é clicar em “Fale conosco”, para tentar dirimir as dúvidas por telefone ou por presença na Sede ou em Local de Atendimento mais próximo.

SPPREV – São Paulo Previdência.

São Paulo – Minha Cidade quinta-feira, out 10 2013 

Fazia tempo que não visitava “São Paulo – Minha Cidade”, onde há relatos da prima Haydée.

Hoje, entrei no “site” e que surpresa agradável: novo visual e novas funcionalidades.

São Paulo – Minha Cidade.

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! – de 07 de outubro de 2013 terça-feira, out 8 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: qual a melhor coisa que já fizeram por você?

Estamos procurando relatos de pessoas que foram alvo de generosidade. Daquelas atitudes gratuitas, feitas sem esperar retribuições, grandes ou pequenas, mas cheias de significado para quem recebe. Podem ser histórias de pessoas como:

– Um jovem que foi morar em uma cidade distante e foi acolhido por alguém que não cobrou nem pediu nada em troca, feliz em poder ajudar.

– Uma pessoa que estava com problemas de saúde e encontrou um benfeitor: seja alguém que ajudou financeiramente ou com cuidados.

– Um profissional que, no início da carreira, encontrou uma pessoa que lhe ensinou tudo que sabia e lhe mostrou os caminhos do ofício, sem ser sua obrigação ou ganhar nada em troca.

– Uma pessoa que, no momento em que mais precisava, ganhou de um desconhecido um ouvido e um ombro amigo, que lhe apoiou e ajudou a enxergar as dificuldades com mais clareza.

– Alguém que recebeu um rim ou outra parte do corpo para sobreviver e, com esse ato de generosidade, passou a ter uma nova vida.

– Uma pessoa que, sem pedir, ganhou de alguém algo necessário que não conseguia pagar: um computador para estudar, a viagem para ver um parente no fim da vida, o equipamento que precisava para começar a trabalhar…

Alguém que fez algo errado contra outra pessoa, arrependeu-se, foi perdoado por ela e, acima de tudo, tornaram-se grandes amigos.

– Uma estudante que teve seu curso custeado por alguém – e esse alguém nunca pediu nada em troca.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: www.revistasorria.com.br

Também estamos no Facebook: www.facebook.com/revistasorria

Muito obrigado!

Equipe Sorria

(11) 3024 2444

Cidades sem Fome: Revista Sorria edição 34, out/nov/2013 domingo, out 6 2013 

A revista “Sorria para ser feliz agora”, edição n.º 34, outubro/novembro/2013, Editora Mol, já está à venda nas lojas da Droga Raia.

A capa é: Você é feliz com seu trabalho?

Na seção Gente que faz, “Semeando o futuro”, texto de Jéssica Martineli; foto de Ilana Bar, Hans Dieter Temp, gaúcho, administrador de empresas ameniza a pobreza por meio de hortas comunitárias, diminuindo a fome e gerando emprego e renda, como fundador da ONG Cidades Sem Fome que, desde 2004, cria hortas comunitárias na Zona Leste de São Paulo. A iniciativa já beneficiou 2.000 mil pessoas. Em 2011, a ONG recebeu um prêmio internacional como iniciativa a ser replicada. [Trecho redigitado da página 42, revista Sorria]

Passe numa das lojas da Droga Raia, compre a revista e  leia não apenas essa recomendação, mas a revista inteira.

Visite, abaixo, o “link” indicado nessa mesma revista:

Cidades sem Fome.

Histórico da Fazenda Paraizo e inauguração do Espaço Santa Rita Restaurante e Eventos quinta-feira, out 3 2013 

O Histórico da Fazenda Paraizo, localizada no km 102 da Avenida Dr. Ermelindo Maffei, na Estância Turística de Itu – SP, nos remete ao período do Brasil-Colônia, quando os primeiros habitantes do planalto paulista viviam em função do sertão, em busca de indígenas para escravidão, de metais e pedras preciosas. Os que permaneciam em suas roças plantavam milho, mandioca e praticavam outras atividades próprias para sua subsistência.

No início do século XVII, muitos deles, dentre os quais os membros da família de Domingos Fernandes, começaram a procurar terras mais férteis para suas roças, dando início, por exemplo, às Vilas de Santana do Parnaíba, Sorocaba e Itu.

A pequena capela construída por Domingos Fernandes, sob invocação de Nossa Senhora da Candelária, deu origem à povoação de Itu em 1610. Por muito tempo, a Vila de Itu foi local de parada e de partida de bandeirantes e monçoneiros em busca do sertão.

Itu passou a integrar a agricultura de exportação quando iniciou o cultivo de cana-de-açúcar, pois as terras eram consideradas de boa qualidade para essa cultura e, então, surgiram grandes fazendas exploradas com mão-de-obra escrava.

No cinturão de fazendas que foram sendo abertas ao redor de Itu, construíram-se casas, engenhos e os demais aparelhamentos próprios da cultura canavieira. As moradas que ainda restam desse período são do assim chamado “estilo bandeirista”, casas de taipa-de-pilão, com plantas simples e simétricas, construídas de acordo com o sistema que vigorava em terras paulistas desde o tempo das bandeiras.

A antiga Casa-Sede da Fazenda Paraizo ou o Sobradão – que necessita, urgentemente, de restauro – é um exemplo concreto dessa arquitetura: um casarão semelhante ao que hoje abriga o Museu Paulista/Museu Republicano “Convenção de Itu”, porém modificado, arquitetonicamente, após 1910.

O mais antigo dono da Fazenda Paraizo de que se tem conhecimento é o Padre João Leite Ferraz, edificador da Igreja Matriz de Itu. Pertenceu, depois, ao Barão de Itu: o nome do sítio era Tietê. Em 1868, o Capitão Bento de Almeida Prado (Barão de Itaim) e a mulher passam a ser proprietários da Fazenda mediante permuta com a Fazenda Floresta. O sítio, após 1868, passa a ser denominado Paraizo. Por volta de 1870, o Sr. Antonio Franklin de Toledo, casado com uma prima do Capitão Bento, supervisor do plantio de cana-de-açúcar do sítio Paraizo, montou a primeira moenda do engenho e se tornou o maior produtor de açúcar de Itu.

Por um século, aproximadamente de 1750 a 1850, o plantio de cana e o comércio de açúcar se constituíram na base da economia de Itu.

A grande crise do mercado internacional provoca a decadência do plantio da cana, gerando conflito entre políticos e fazendeiros. É criada a primeira Convenção Republicana do país, em 1873, sediada em Itu – SP, no mesmo casarão onde está instalado o Museu Paulista/Museu Republicano de Itu.

Em 1890, o Barão de Itaim vendeu a Paraizo para um primo por 30 contos de réis. Já produzia café. Dez meses depois, acrescida de 1.800 pés de café, sem quaisquer outras benfeitorias, foi revendida por noventa contos.

Inicia-se o ciclo do café que, até 1935, foi a base da economia do município de Itu – SP.

No ano de 1910, a Fazenda Paraizo pertencia ao Coronel Carlos Augusto de Vasconcelos Tavares que a vendeu, nesse ano, ao senhor Joaquim da Fonseca Bicudo (“Seu” Quinzó) e à sua mulher Sra. Maria Adelaide (“Dona” Manoca) do Amaral Gurgel.

Desde então, a Fazenda Paraizo pertence à família Bicudo mediante sucessão. O atual proprietário da sede, com 9 alqueires, é Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

Todo o conjunto arquitetônico da Fazenda Paraizo, além da beleza natural, é um resgate desse breve histórico. Qualquer visitante, ao se deparar com a História viva que emana desse conjunto, passa, também, a partilhar de um objetivo que não é só do proprietário Joaquim Emídio = restaurar a antiga Casa-Sede ou Casarão ou Sobradão, para que se destine a uma finalidade social em prol de jovens de Itu e região, ou seja, para que abrigue projetos de cunho social.

A inserção da foto abaixo pretende fazer uma conexão ao fato de que é de 1939 ou 1940 (a fonte é citada) e meu pai descreveu, em um depoimento de março de 1999, a meu pedido [o depoimento], como se lembrava da Fazenda e como eram as casas dos trabalhadores. Observem o “quadrado” a que ele se refere:

Itu_Fazenda Paraizo núm Tombo 1925_IGC 1939_1940_para o blog

“Este sobradão [antiga Casa-Sede da Fazenda Paraizo] tem para mim, que praticamente nasci na Fazenda Paraizo – fui para lá com meus pais com menos de dois anos de idade [1924 ou 1925] – um significado especial. Ao tomar consciência de minha existência, já vivia lá, na época na “colônia” da fazenda, ou seja, onde residiam os trabalhadores, numa das casas construídas em grupos de duas, enfileiradas, situadas obliquamente ao “quadrado” (outro grupo de casas unidas umas às outras, dispostas em forma de quadrado) e que, antigamente, fechavam o quintal onde os escravos eram reunidos”. Trecho inicial do depoimento escrito de Agenor Bernardini, a meu pedido [Maria Lúcia] sobre as lembranças que a foto da antiga Casa-Sede, de 1999, evocavam nele.

Agenor Bernardini, meu pai, era filho de Brazil Bernardini (1897 – 1976) e Ines Micai Bernardini (1902 – 1978). Meu avô, Brazil Bernardini, foi o primeiro filho nascido no Brasil de meus bisavós Pietro Bernardini e Maria Fortunata Venturelli Bernardini. Os laços trabalhistas de meus bisavós Pietro e Maria Fortunata, filhos, genros e noras são, em Registros Cartorários de Nascimento e Óbito, anteriores a 1910. De acordo com depoimentos de descendentes, meu bisavô Pietro iniciou o pomar da Fazenda Paraizo e teria retornado, pela primeira vez, a Itália em 1906, de onde trouxe mudas de árvores frutíferas.

Observa-se, na foto abaixo (acervo das filhas de Ida Bernardini Mazulo e Cármine Mazullo) , provavelmente de 1906, a família de Pietro e Maria Fortunata (meu avô Brazil está na frente do pai, Pietro, cuja mão esquerda se encontra no ombro do filho) a presença de um nenê, Túlio, no colo da mãe, Domingas Todesco Bernardini, casada com Antonio (Tonin) Bernardini que, de acordo com Certidão de Nascimento, nasceu na Fazenda Paraizo em 01-06-1906:

Pietro, Maria, filhos, neto e nora_inserções 30set2013

Pietro, Maria, filhos, nora e neto = acervo da família Ida Bernardini Mazullo e Cármine Mazullo. Provavelmente dos últimos quatro meses de 1906

Brazil Bernardini administrou a Fazenda Paraizo por mais de trinta anos. Quando meu pai, Agenor Bernardini, foi para a Fazenda Paraizo com os pais Brazil e Ines, com menos dois anos, ou seja, por volta de 1924 ou 1925, residiram numa das casas da colônia e, quando meu avô foi promovido a administrador da Fazenda, talvez uns seis anos depois, residiram, até por volta de 1959, na casa ao lado da antiga Casa-Sede ou Sobradão ou Casarão.

Agenor Bernardini_jan1999_casa do administrador da Fazenda Paraizo

Agenor Bernardini, em janeiro de 1999, em frente à antiga casa em que morou com os pais e irmãos, enquanto Brazil Bernardini foi administrador da Fazenda Paraizo. O proprietário da Fazenda Paraizo a restaurou e reformou e, desde então, é moradia e residência de uma das filhas, a de prenome Luciana. Acervo da família Bernardini. Crédito da foto: Maria Regina Bernardini (in memorian).

Cativados pela amizade sincera de Joaquim Emídio por nosso pai Agenor Bernardini, pelo respeito e pelas lembranças que guarda de nossos avós Brazil e Ines e de todos os filhos (irmãos de meu pai), pelo interesse genuíno de Joaquim Emídio em resgatar a antiga Casa-Sede da Fazenda Paraizo para finalidades sociais, continuamos a acompanhar e a vibrar com as ações e com as conquistas de Joaquim Emídio para tornar a Fazenda Paraizo autossustentável, de modo que, é o sonho de todos que admiram esse patrimônio histórico, em breve, se realizará por meio de alguma empresa a transformação da antiga Casa-Sede em um empreendimento em prol da sociedade ituana e da região.

Assim, as fotos que se seguirão tentarão mostrar o que já foi conquistado com relação à antiga cocheira ou antigo curral – uma construção do ano de 1929 – porém, antes, fotos das transformações da região até a inauguração do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos.

Foto aérea Fazenda Paraizo_1982_para o blog

Aérea Fazenda Paraizo de 1982 – Acervo de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo

1_Google Earth_ Fazenda Paraizo_20set2013

Do Google Earth, que permite a utilização de imagens desde que as preserve e não sirvam para ganhos particulares = Fazenda Paraizo captada em 20/09/2013. Foi onde aprendi que há fotos de “Panoramio”.

Aérea de anel viário e novo acesso à Fazenda Paraizo_de apresentação Espaço Santa Rita_para o blog

Aérea de anel viário e novo acesso à Fazenda Paraizo: crédito é a Apresentação do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos

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Aérea da Fazenda Paraizo. Crédito da foto= Apresentação do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos.

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Acesso e vista da cocheira ou do curral a ser Espaço Santa Rita. Crédito= Apresentação do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos.

Acesso e vista mais aproximada da cocheira a ser Espaço Santa Rita_da apresentação do Espaço_para o blog)

Acesso e vista mais aproximada da cocheira ou do curral a ser o Espaço Santa Rita. Crédito = Apresentação do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos.

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Curral ou cocheira da Fazenda Paraizo; foto de 08-10-2006. Acervo de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

Curral da Fazenda Paraizo_08 10 2006_para o blog

Curral ou cocheira da Fazenda Paraizo; foto de 08-10-2006. Acervo de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

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Fachada do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos no dia da inauguração = 28-09-2013. Crédito da foto: Luís Roberto Exner (Beto)

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Varanda do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos, inaugurado em 28-09-2013. Varanda de onde se avista a rodovia. Crédito da foto = Luís Roberto Exner (Beto).

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28-09-2013, inauguração do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos. Luís Roberto Exner (cerimonialista) e Francisco Macedo (um dos proprietários do Espaço). Crédito da foto: Camila Exner

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28-09-2013 = Getúlio Macedo (um dos proprietários do Espaço Santa Rita), Maria Angélica Marins Exner, Maria Lúcia Bernardini, Maria do Carmo Bernardini e Luís Roberto Exner (Beto). Crédito da foto = Camila Exner.

A inauguração do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos, na Fazenda Paraizo, em Itu-SP, em 28-09-2013, não apenas serviu comida saborosa, com sobremesas deliciosas: foi um sábado muito especial, com um sol digno de dia de inauguração de um empreendimento arrojado e que, certamente, todos os presentes desejam que seja um sucesso. Minha irmã Maria do Carmo e eu nos sentimos honradas por termos visitado o local antes e durante a inauguração.

Espero, sinceramente, ter deixado a vontade de que todos os que virem estas fotos e lerem sobre o breve histórico da Fazenda Paraizo, muito em breve, o visitem pessoalmente.

Sucesso aos amigos Joaquim Emídio, à Cida e a todos os familiares Bicudo = os filhos de Agenor Bernardini e Adalgisa de Souza Bernardini os amam muito e se sentem honrados pelas memórias e lembranças dos familiares de Brazil Bernardini e Ines Micai Bernardini.

Créditos para o texto:

CHIERIGHINI, H., GUARNELLI, I., OLIVEIRA, J. Itu: Patrimônio da Cultura Paulista. São Paulo. DeskTop Publishing, Editorial, 1997.

SOUZA, Jonas Soares de & WAKAHARA, Júlio Abe (CONDEPHAAT). Museu Paulista – Museu Republicano Itu – SP. São Paulo – SP. Graphon’s – Comércio e Indústria Gráfica Ltda., s/d.

LEPSCH, Inaldo C. S. O Barão de Itaim. Itu – SP. Ottoni Editora. 1999.

Depoimento escrito e histórico da Fazenda Paraizo de Agenor Bernardini – IN MEMORIAN.

Organizado por Maria Lúcia Bernardini. Itu – SP

Sorria 33 by Editora MOL – folheie a revista segunda-feira, set 30 2013 

Depois de folhear a revista, assim que passar por uma das lojas da Droga Raia, adquira a sua revista impressa.

Entenderá por que merece ser aguardada e comprada a cada edição.

ISSUU – Sorria 33 by Editora MOL.

Das voltas que o mundo dá – MyHeritage Portuguese Blog terça-feira, set 10 2013 

Apresentação da nova gerente, na Alemanha e no Brasil, do MyHeritage.com

Das voltas que o mundo dá.

BLOG DE ELIANA BELO SILVA SOBRE A FAZENDA PARAIZO – ITU – JOAQUIM EMIDIO NOGUEIRA BICUDO quarta-feira, ago 21 2013 

Prezados amigos,

Abaixo, o BLOG de  Eliana Belo Silva, onde ela conta a história da Fazenda Paraizo em  Itu que está em família há mais de 100 anos e que hoje pertence a mim. Pretendo fazer dela um centro turístico, com restaurante, salão de eventos e uma escola de artesões para crianças carentes da região. Para isto estou em busca de  empresa que queira restaurar a antiga casa sede, utilizando o próprio nome, em troca da restauração e criação de um projeto social.

Blog da Eliana Belo Silva :

http://historiadeindaiatuba.blogspot.com.br/2013/08/fazenda-paraizo-itu.html

Atenciosamente,

Joaquim Emidio

21/08/2013 11:36:09

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