MyHeritage Portuguese Blog – 8 motivos pelos quais a chuva não tem que estragar seu inverno (ou verão) segunda-feira, jul 20 2015 

 

8 motivos pelos quais a chuva não tem que estragar seu inverno (ou verão)

Posted: 01 Jul 2015 01:06 AM PDT

O inverno no Brasil pode ser quente e seco ou chuvoso e até mesmo frio. O tempo é imprevisível e temos que tentar nos adaptar, o que também significa que devemos estar preparados para o sol ou chuva. Quando o sol brilha, a lista de possíveis atividades durante as férias escolares é muito grande: praia, passeios de bicicleta e pesca, para citar apenas alguns. Mas o que fazer quando chove e somos forçados a ficar dentro de casa, é um pouco mais difícil.

Então, deixe-nos pensar em atividades que podem interessar a ​​todos. Além disso, vamos aproveitar para destacarmos o nosso tema favorito: a genealogia. Ainda mais por este ser um tema que pode ser de interesse para várias gerações.

Apesar da chuva!

8 sugestões do que fazer em dias de chuva:

1) Entrevistar alguém mais velho, na sua família, como talvez os avós ou uma tia-avó. O que você sabe realmente sobre sua vida? Ligue para eles e descubra.

2) Deixe a tecnologia trabalhar para você. Nós gastamos muito tempo com nossos smartphones, então por que não usá-los para pesquisar a história familiar para nós? Você pode pesquisar diretamente no nosso site ou usando o nosso aplicativo móvel.

3) Criar uma árvore genealógica. Não custa nada. Use o aplicativo para preencher as lacunas em sua árvore genealógica e tirar fotos e salvá-las diretamente na árvore.

4) Confira as fotos antigas da família. A maioria de nós tem um monte de fotos guardadas em uma caixa de sapatos velhos. Aproveite o tempo ruim para tirá-las das caixas e para organizá-las e acrescentar informações como as datas e os locais quando foram tiradas.

5) Depois escaneie e faça o upload das fotos no seu site de família para que elas sejam mantidas em segurança para as gerações futuras. O mesmo se aplica às cartas e outros documentos.

6) Registre fatos da sua vida. O que você quer deixar para as gerações futuras? Qual era a sua escola? Como você cresceu? Liste os fatos como profissão, nomes de parentes e escreva aquilo que você sabe sobre quem eles eram, seus interesses e assim por diante.

7) Apesar do mau tempo: Saia de casa e visite seus parentes. Uma vez lá, é hora de perguntar sobre o passado, como era a vida antigamente, o que as pessoas costumavam fazer e falar calmamente sobre as raízes comuns.

8) Faça uma viagem! Visite o lugar onde seus antepassados ​​viveram. Visite lugares importantes de sua vida, tais como a casa onde você cresceu ou a escola primária e assim por diante. Não se esqueça de tirar fotos!

Então, não vamos deixar o clima estragar suas férias e sim usar o tempo livre para a pesquisa!

Igreja em Notícia Via Sacra 2015 em Itu SP segunda-feira, abr 6 2015 

Igreja em Notícia.

No dia 31-03-2015, Terça-Feira Santa, os fiéis que acompanharam a Via Sacra pelas ruas do Centro Histórico de Itu – SP oraram e refletiram diante de quinze (15) Estações, a maioria delas em altares montados por moradores do Centro.

Destaque para os altares da Secretaria de Cultura e Turismo, de dois altares montados na frente de condomínios verticais. As duas últimas Estações são dentro da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária: na frente do altar da Igreja e na frente do altar da Capela do Santíssimo.

Em nossa casa, a 10ª Estação, temos a foto do altar, com a ilustração apoiada no porta-Bíblia, foto por Tadeu Italiani, e uma foto em que apareço lendo, extraída do Igreja em Notícia Blogspot (“link” no início deste texto):

Décima Estação da Via Sacra: altar montado na entrada de nossa casa. Ilustração cedida pela Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária.

Décima Estação da Via Sacra: altar montado na entrada de nossa casa. Ilustração cedida pela Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária. Foto do jornalista Tadeu Italiani

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Leitura e reflexão sobre a Décima Estação da Via Sacra. Foto extraída do blogspot que abre esta postagem.

Itu resgata tradição de 360 anos na Semana Santa segunda-feira, abr 6 2015 

Homenagem aos abnegados que resgatam, anualmente, a tradição da Semana Santa em Itu – SP, aos participantes de toda a programação da Igreja Católica, aos fiéis que acompanham essa programação.

Itu resgata tradição de 360 anos na Semana Santa.

Feliz Aniversário, ou melhor, Fliz Anvers terça-feira, mar 31 2015 

 

Recebido do primo Sérgio em 31-03-2015.

Estou muito atrasada, pois desconhecia esse texto.

Ao pesquisar, a mais antiga postagem é de 2010, mas não cita a autoria.

Desconheço o autor desse texto:

FLIZ ANVERS

Minha filha completou quinze anos e organizamos a festa em um salão para que ela convidasse todos os seus amigos…

Na noite da festa, à medida que iam chegando, os convidados acomodavam-se no lugar designado e, em seguida, abriam seus celulares e começavam a conversar por meio de mensagens de texto, ou a jogar com esses aparatos maravilhosos entre mensagens e mensagens.

Era muito comovente vê-los concentrados, cada um na tela de seus sóbrios e negros aparatos, como especificava o convite “esporte elegante e celulares negros”.

Que grandes estão todos! E pensar que os conheço desde que falavam entre eles… Ainda me recordo da voz deles; alguns não acreditam que quando eram crianças falavam e se olhavam nos olhos! Eu não os corrigia, claro: “Já vão crescer e vão aprender sozinhos a não falar”, pensava eu.

Quando chegou o momento do baile, cada um conectou os auriculares ao seu celular, escolheu a lista de músicas de que mais gostava e entrou na pista de dança. Dava a sensação de que todos estavam bailando ao som da mesma música.

A entrada de minha filha foi apoteótica. Seus amigos se desesperavam para serem os primeiros a fazer-lhe chegar seu texto de felicitações, movendo os dedos a toda velocidade. Alguns, os mais precavidos, já tinham a mensagem preparada e tudo o que tinham a fazer era apertar “ok”. O telefone de minha filha não parava de vibrar e como era impossível ler todos os textos, guardou alguns para mais tarde.

Aproximei-me dela e, sem me dar conta, disse-lhe:
– Feliz aniversário, filhinha.

Ela me olhou horrorizada e se afastou de mim. Preocupado, fui atrás dela e lhe perguntei se havia algum problema, se eu havia feito algo que a incomodara. Tomou o celular e me mandou uma mensagem de texto:

– Vc qr m envrgonr frnte ms amgs? Fçme o fvor! pra q exst os tlfnes?

Não tive remédio a não ser abrir o meu celular e mandar-lhe minhas felicitações.

– Prdão. Fliz anvers, filnha. T am. Papa.

Foi um aniversário perfeito!

Como passa o tempo e que “velho” estou! Pensar que quase lhe dou um beijo!

INEZITA BARROSO – SITE OFICIAL quarta-feira, mar 11 2015 

Inezita Barroso faleceu em 08-03-2015, domingo, aos 90 anos de idade.

INEZITA BARROSO – SITE OFICIAL.

O terrível mundo dos comentários na Internet – Superinteressante segunda-feira, fev 16 2015 

De debates todos gostamos. Antes de seguir a leitura da sugestão abaixo, leia a postagem, neste blog, sobre um debate religioso (humor) entre uma igreja católica e uma igreja presbiteriana sobre a afirmação “todos os cães vão para o céu”.

De modo bem humorado (em inglês), a discussão jamais terá fim. Aparentemente, isso acontece com os comentários na internet.

https://maluber2.wordpress.com/2011/09/29/all-dogs-go-to-heaven-debate-religioso-humor/

“Por que sites de notícias e redes sociais são infestados de comentários cheios de ódio, rancor e extremismo? O que são haterstrolls? Do que se alimentam? Como identificá-los?”

É do que você tomará conhecimento se clicar abaixo.

Aproveite para ler os comentários que seguem o texto.

Superinteressante! Ah, esse também é o nome da revista da Abril e o texto é de outubro/2014.

O terrível mundo dos comentários na Internet – Superinteressante.

‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’ – Jornal O Globo terça-feira, jan 13 2015 

Recebi a indicação deste desabafo e tributo dos pais de Alex Schomaker Bastos de meu primo PR.

‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’

Pais de Alex Schomaker Bastos escrevem carta para o estudante, morto por ladrões na semana passada em Botafogo

POR ANDREI BASTOS E MAUSY SCHOMAKER

13/01/2015 5:00

Estudante de biologia Alex Schomaker Bastos, morto a tiros por ladrões em Botafogo – Reprodução / Facebook

“Alex, esta carta é para você ler onde quer que esteja, já que você nos foi tirado pela incompetência do Estado. O do Rio de Janeiro e o do Brasil.

Esta carta é para você, que estudou em bons colégios porque nós, seus pais, tivemos condições de te dar o melhor estudo possível.

Esta carta é para você, tão elogiado pelos seus professores desde o primário até o final da Faculdade de Biologia da UFRJ e da Faculdade de Educação. Para você, que vai receber seu diploma no próximo dia 26, mas um diploma post-mortem que nós receberemos, com muito orgulho, em seu nome.

Esta carta é para você, que no memorial descritivo para o mestrado em Biologia, também na sua querida Universidade Federal do Rio de Janeiro, escreveu que gosta de ciência e tecnologia desde pequeno, que se interessa pela origem e pela história da VIDA, estudando com muito interesse a evolução, os fósseis e a bioquímica, e que teve seu interesse despertado para as ciências quando recebeu de presente de Natal um kit de química experimental. Você disse no seu memorial descritivo que, a partir daquele instante, sabia que queria fazer algo relacionado à ciência e à vida. Que ironia.

Nós, seus pais, estamos escrevendo esta carta para pedir desculpas por não termos conseguido te proteger da violência de uma cidade abandonada e entregue à própria sorte.

Te pedimos desculpas por não termos te protegido dos assassinos, provavelmente jovens, que não tiveram uma família como a sua. Infelizmente, filho, nós, que te ensinamos a perdoar, não estamos seguindo o que tanto te ensinamos: Filho, não temos condição de perdoar.

Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos. Não perdoamos os assassinos, não perdoamos os governantes, não perdoamos as autoridades. Mas temos que te dizer que estamos tentando ter confiança na Justiça. Que os seus assassinos serão presos e receberão uma pena justa. Não queremos vingança. Lembre-se que nós sempre te ensinamos a não ser vingativo.

Esta carta é para te lembrar que este ano o Rio de Janeiro vai fazer 450 anos e muitas comemorações estão programadas. Mas você não vai assistir a nenhuma porque foi assassinado com SEIS TIROS no ponto de ônibus da Rua General Severiano, porque você prefere pegar o ônibus 434. E no Rio de Janeiro que comemora 450 anos, é crime escolher o ônibus favorito.

Esta carta é para te lembrar que o novo/velho governo escolheu como lema “Brasil, pátria educadora”.

Meu filho, nos despedimos pedindo perdão por não termos conseguido te proteger. Jamais nos perdoaremos.

EU SOU ALEX, SEMPRE”.

via‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’ – Jornal O Globo.

Instant Discoveries – a mais nova ferramenta de MyHeritage sábado, dez 13 2014 

 É com imenso prazer que divulgo sobre a ferramenta “Instant Discoveries”, do MyHeritage, onde mantenho a árvore genealógica dos Bernardini, desde os bisavós Pietro e Maria Fortunata, enriquecida com informações sobre os Micai que me foram fornecidas por Geraldo Micai e com contribuição de vários descendentes tanto dos Bernardini quanto dos Micai.

Sent: Friday, December 12, 2014 12:23 PM

Oi Maria Lúcia,

tudo bem?
É com prazer que nós anunciamos a mais nova ferramenta de MyHeritage: Instant Discoveries™ – uma revolucionária experiência para todos com um interesse na genealogia, em especial para os iniciantes. Esta notícia foi mostrada até mesmo na TV americana: Fox News.

As Instant Discoveries™ mostram informações sobre antepassados e familiares já no cadastro no site de MyHeritage, uma introdução rápida e perfeita ao fascinante mundo da genealogia familiar. Basta incluir algumas informações sobre si próprio, sobre os pais e sobre os avós e o usuário estará entrando no mundo da genealogia com o pé direito – as nossas poderosas tecnologias irão buscar informações no banco de dados gigantesco de MyHeritage e também entre os nossos registros históricos.
Em poucos segundos os usuários podem ser surpreendidos com uma Instant Discovery™, que apresenta um provável familiar, juntamente com uma miríade de informações adicionais, incluíndo um ramo familiar inteiro, nomes, fatos, fotos e documentos. Os usuários podem então, com apenas um clique, adicionar todas estas informações às suas árvores genealógicas.
Para demonstrar como as Instant Discoveries™ funcionam, convidamos passantes de vários locais em Nova Iorque, como a Times Square ou a Central Station a testarem a nova ferramenta. As reações das pessoas, que participaram do teste, provam como a história familiar pode ser uma experiência super emocional e recompensadora, também para os iniciantes. Este vídeo é um dos mais bonitos jamais produzidos, na área da genealogia e aqui vai o link se quiser incluir diretamente no seu blog.

Ficariamos muito honrados se pudesse nos ajudar a espalhar esta notícia.
Segue abaixo a nota de imprensa e o link para o nosso blog.
Abraço,
Karen
Link para o blog:
http://blog.myheritage.com.br/2014/12/apresentando-instant-discoveries%E2%84%A2/

Nota de Imprensa:

MyHeritage lança ferramenta completamente única para levar a genealogia a todos

Com as Instant Discoveries™ leva apenas alguns segundos para descobrir antepassados e criar uma árvore genealógica repleta de familiares

SÃO PAULO, Brasil & TEL AVIV, Israel – 10 de dezembro de 2014. MyHeritage, o endereço número um para descobrir, preservar e compartilhar a história familiar, acaba de revelar a ferramenta Instant Discoveries™ (Descobertas Instântaneas), uma nova e revolucionária forma de explorar o passado da família. Informações sobre os antepassados e mesmo parentes mais próximos são fornecidas já no próprio processo de registro no site. As Instant Discoveriespermitem um acesso interessante, gratuito e traz uma recompensa imediata àqueles que se aventuram pelo mundo da história familiar.

Ideal para pessoas que ainda sabem pouco sobre a própria história familiar, durante o processo de registro no site, MyHeritage pergunta aos usuários iniciantes informações básicas sobre apenas 7 membros da família: eles mesmos, seus pais e avós. Assim, entram em ação poderosas tecnologias de busca que pesquisam informações sobre a família automaticamente no vastíssimo banco de dados de MyHeritage, com bilhões de registros históricos. Em segundos, os usuários recebem uma Instant Discovery exibindo um provável antepassado, juntamente com uma imensidão de informações relacionadas a ele, incluíndo um ramo familiar completo, nomes, fatos, fotos e documentos. Os usuários podem então utilizar todas estas informações na sua própria árvore genealógica, com um só clique.

“Estamos muito felizes com as Instant Discoveries™”, comenta Gilad Japhet, criador e CEO do MyHeritage. “É um deleite para qualquer usuário iniciante poder descobrir informações sobre sua família imediatamente, o que também vai de acordo com o nosso lema de fazer a história familiar mais acessível e prazerosa para todos. Nós realmente nos preocupamos em criar tecnologias inovadoras, para reinventar a maneira como a genealogia é explorada.”

Para mostrar as Instant Discoveries™ em ação, pedimos para passantes testar esta nova tecnologia em vários locais de Nova Iorque, como a Times Square ou a Grand Central Station. As reações das pessoas que participaram, veja aqui o vídeo, prova que a história da família pode ser uma experiência muito intensa e rica, até mesmo para novatos da genealogia.

As Instant Discoveries™ são fruto de uma nova tecnologia que aprimora as já conhecidas tecnologias de MyHeritage de Smart Matching™ e Record Matching, oferecendo excelentes resultados. Elas respeitam a privacidade dos outros usuários e exclui informações sobre pessoas vivas.

Mike Mallin, o Diretor de Produtos de MyHeritage complementa: “Milhões de pessoas querem entender melhor a si mesmos e querem encontrar suas raízes. Nosso trabalho é permitir que este seja um processo simples e mágico. Até agora, pesquisar a família era uma tarefa árdua, que requeria muito tempo. Através das nossas Instant Discoveries™, os usuários podem encontrar seus familiares instantes depois de se cadastrarem”.

A taxa de sucesso das Instant Discoveries™ depende de vários fatores, tais como o país de origem e o grau de detalhamento das informações iniciais. Em alguns países ela bate nos 35%. Com aproximadamente 1 milhão de novos perfis de árvore genealógica e 5 milhões de registros históricos sendo adicionados ao MyHeritage diariamente, esta marca vai se elevar constantemente com o passar do tempo. Nos próximos meses, esta tecnologia também estará disponível para os usuários antigos de MyHeritage, que serão capazes de tirar proveito da mesma para lançar novas informações em suas árvores, com apenas um clique.

Com o lançamento das Instant Discoveries™ e as notícias recentes de integração das tecnologias de MyHeritage por firmas líderes do mercado como a 23andMe, FamilySearch e outros parceiros ainda, MyHeritage está assegurando sua posição de líder tecnológico do mercado de genealogia.

Para testar você mesmo as Instant Discoveries™, vá até www.myheritage.com.br e faça o seu cadastro gratuito.

Sobre o MyHeritage

MyHeritage é o endereço ideal para descobrir, preservar e compartilhar a história da sua família. De forma inovadora e com o uso inteligente das tecnologias, MyHeritage está transformando a história familiar em uma atividade que é acessível e que dá resultados imediatos. Sua base de usuários global tem acesso a um banco de dados de registros históricos gigantesco, às coleções de árvores genealógicas mais internacionais e às tecnologias de busca por coincidências. MyHeritage é o ponto de encontro de milhões de famílias e oferece a elas um modo simples para a partilha da sua história, tanto a passada e a presente e é um verdadeiro tesouro para as gerações vindouras. MyHeritage está disponível em 40 idiomas.

www.myheritage.com.br

Contato:

MyHeritage: Karen Hägele
Country Manager Brazil
Fone: +55 (11) 3042 1278
Email: Karen.hagele@myheritage.com

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A Escada, o Milagre de São José – O mistério da escada Milagrosa de São José – Orações à São José – Oração, Devoção, Novena, Tríduo, Operário, Carpinteiro, Pai adotivo, escada de São José que leva ao Céu. quarta-feira, nov 12 2014 

Embora esse milagre seja bastante divulgado entre os católicos e encontremos muitas postagens, na Internet sobre esse milagre atribuído a São José, não sei por qual razão decidi postar um dos textos que conta sobre a Escada Milagrosa de São José.

Talvez porque esteja admirada com a recente pintura externa da Igreja de Santa Rita, tenha pensado numa possível vigilância por meio de câmeras que gravem o tempo todo toda e quaisquer atitudes de vândalos pichadores, talvez porque tenha lido em “A Federação” um comentário sobre a pintura recente e como fazer para preservá-la daqueles que causam danos a ela.

Quem sabe uma empresa de segurança pudesse – mas também não conheço a legislação e até que ponto o que sugiro seria considerado invasão de imagem privada ou nada se poderia fazer caso as câmeras flagrassem atos de vandalismo – instalar e monitorar, gratuitamente, câmeras de vigilância e, em caso de vandalismo contra a Igreja Santa Rita acionasse a polícia para que os policiais  detivessem os infratores. Sei lá, de repente, um milagre para preservar um patrimônio religioso e histórico de Itu – SP.

A Escada, o Milagre de São José – O mistério da escada Milagrosa de São José – Orações à São José – Oração, Devoção, Novena, Tríduo, Operário, Carpinteiro, Pai adotivo, escada de São José que leva ao Céu..

Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria* quarta-feira, out 29 2014 

Comprei a minha revista no dia 10/10/2014 e só neste momento estou podendo recomendar a compra e a leitura dela.

Fiquei muito contente, pois, dentre os excelentes textos,  nas páginas 20 e 21, “Como eu faço?”, “Manual de Boas Maneiras”, o texto de Carla Pimentel, ilustração de Giovana Medeiros, “Sua origem, sua história”, trata de árvore genealógica: na dica de número 4, Organize os dados, há a recomendação para o site MyHeritage.Com.

Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria*.

Super-heróis no enterro de um garotinho – MyHeritage Blog em português quarta-feira, out 8 2014 

A homenagem ao filho que morreu de câncer aos cinco anos de idade.

Tocante!

Super-heróis no enterro de um garotinho.

Cadê o meu abraço?: Martha Medeiros – Jornal Zero Hora – 14/09/14 – O galão d’água (“coisas” do Japão) domingo, set 28 2014 

Crônica de Martha Medeiros, “O galão d’água”, foi publicada no Jornal Zero Hora e reproduzida no jornal “A Federação”, de Itu – SP, página 04, sexta-feira, 26-09-2014, ano 109, edição 5692, numa incrível similaridade, ao contrário, com a situação dos ituanos por causa do racionamento drástico de água tratada desde fevereiro/2014.

Cadê o meu abraço?: Martha Medeiros – Jornal Zero Hora – 14/09/14.

Biografia de Martha Medeiros =

Martha Medeiros

Martha Medeiros (1961) é gaúcha de Porto Alegre, onde reside desde que nasceu. Fez sua carreira profissional na área de Propaganda e Publicidade, tenho trabalhado como redatora e diretora de criação em vária agências daquela cidade. Em 1993, a literatura fez com que a autora, que nessa ocasião já tinha publicado três livros, deixasse de lado essa carreira e se mudasse para Santiago do Chile, onde ficou por oito meses apenas escrevendo poesia.

De volta ao Brasil, começou a colaborar com crônicas para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde até hoje mantém coluna no caderno ZH Donna, que circula aos domingos, e outra — às quartas-feiras — no Segundo Caderno. Escreve, também, uma coluna semanal para o sítio Almas Gêmeas e colabora com a revista Época.

Seu primeiro livro, Strip-Tease (1985), Editora Brasiliense – São Paulo, foi o primeiro de seus trabalhos publicados. Seguiram-se Meia noite e um quarto (1987), Persona non grata (1991), De cara lavada (1995), Poesia Reunida (1998), Geração Bivolt (1995), Topless (1997) e Santiago do Chile (1996). Seu livro de crônicas Trem-Bala (1999), já na 9a. edição, foi adaptado com sucesso para o teatro, sob direção de Irene Brietzke. A autora é casada e tem duas filhas.

Fonte: http://pensador.uol.com.br/autor/martha_medeiros/biografia/

Leia, também, aqui no meu blog, “A fita métrica do amor”, em http://wp.me/p161i6-IM

Terra – Planeta água – Blog do MyHeritage em português quarta-feira, set 3 2014 

Leia, no MyHeritage Blog em Português, sobre a falta de água em Itu – SP e o alerta para economizar água.

Terra – Planeta água.

Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria* quinta-feira, ago 28 2014 

Edição agosto/setembro 2014 – Venda Exclusiva: Droga Raia. R$ 3,50.

Visite o “link” abaixo

Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria*.

Moradores de Itu usam água de córrego para se abastecer – Agência Estado – UOL Notícias terça-feira, ago 19 2014 

Em meio ao nosso desespero de não receber água potável em dias alternados, como anuncia comunicado da concessionária, e, quando recebemos, a água não tem “força” para abastecer caixa d’água na altura do telhado.

Em meio a boatos – inúmeros – difundidos em postagens de rede social, encontrei esta notícia, no UOL Notícias, Agência Estado:

Moradores de Itu usam água de córrego para se abastecer – Agência Estado – UOL Notícias.

Breast Cancer Poems – YouTube sexta-feira, ago 8 2014 

Localizei mais dois poemas de Sonya Rose Atkinson, estimulada pelo primeiro que foi postado no blog do “The Breast Cancer Site”, e recomendo:

Breast Cancer Poems – YouTube.

Incredible! This woman’s strange dream led to her diagnosis. Now she’s sending a message to everyone about her “Year of Grace.” | The Breast Cancer Site Blog sexta-feira, ago 8 2014 

Clique, abaixo, para entrar no The Breast Cancer Site Blog para assistir ao vídeo com Sonya Rose declamando o poema “Year of Grace”

Incredible! This woman’s strange dream led to her diagnosis. Now she’s sending a message to everyone about her “Year of Grace.” | The Breast Cancer Site Blog.

No YouTube, podemos acompanhar os versos do poema “Year of Grace” que copio e colo abaixo:

“Year of Grace”, A Breast Cancer Poem = postagem de 2011

 

I sit here—

Dreaming for things to naturally fall into its place.
Staring into my living space, so weak I appear.
Can’t keep up the pace—
Of the human race, a well-established career;
I feel so out of place.
I look back at the years, a memory trace of an old frontier.
See the rough bumps, the crinkly pattern in an emerald green depression vase…
In my changing face, I feel a new tear.
If only I could embrace—
The colors of the wind in its breathing space (all-clear)
If only I could swim with the ocean and reappear—
Like a pearl in its hiding place…
If only I could jump on the next cloud and disappear—
Fly to a higher place.
If only I could touch the sun and give more cheer—
Not burn up in deep space.
If only I could walk on the moon (from here)—
Write that song I hear play from its imaginary place.

If only I could play bass… and drink some fine dark beer—
On and on and on, in a parking space
With no cars, just a gathering space—to give ear;
A meeting place, a change of pace

For anyone who needs breathing place, a life peer.
Like me, this is my visual place.
Some say it’s a prisoner’s base, to draw nearer
To a lower place; to interlace…
Others say its part of an obstacle race, never to interfere
With a higher space,
And now my dog at my feet, who I hold dear,
Just wants me to cut to the chase.
All I know, it’s still all unclear…
But, to be sincere,
I could never fight this (cancer) alone, without fear—
Not without Love or my heart in the right place;
And, especially, not without—Grace.

Description: 2011 is my Year of Grace. Through a vivid dream, I was led to receive proper healing. I was warned to get my breasts thoroughly checked. After ultrasound/MRI-biopsies, I was diagnosed: stage 2 ILC (Invasive Lobular Carcinoma), LCIS & DCIS, grade 3, node-positive. Following a lumpectomy, 8 cycles of chemo, deep in September, I had a bilateral total skin-sparring mastectomy with immediate reconstruction. In just one year, my risk dropped from 85% to 35% to 17.5% of breast cancer recurring. As, I am continuing my hormone therapy for the next five years, I have adopted even healthier ways of living, a greener lifestyle. I am learning more on what it means to be a BRCA mutation carrier, with a 50% chance plus 1% higher every year of hereditary ovarian cancer… and other cancers (pancreatic, malignant melanoma, subgroup of lymphomas and leukemia). Also, what I must do to further overcome my underlying condition of Chronic Lyme Disease.

I’ve been blessed through the miracle of more than just one dream (as my cancer went under the radar of GYN/self-breast exams and mammograms for over 8 long years, after 9/11 exposure, around age 30)… through excellent care of doctors and nurses, family and friends, my fiancé (now my husband), my sweet Sonny… through the power of God’s angels on Earth and in Heaven. Through those faces who I’ve seen in my dreams…

Please Visit Me:
CaringBridge:
http://www.caringbridge.org/visit/son…

Facebook:
http://www.facebook.com/SonyaRoseAtki…

Women’s Health Magazine, featured:
http://www.womenshealthmag.com/health…

Images: iPhone video clips from my Breast Cancer journey 2011

Malu Ribeiro fala sobre a falta de água em Itu – YouTube sábado, ago 2 2014 

Assista à fala de Malu Ribeiro: destaque para o trecho em que, sem agredir, comenta sobre  a falta de informação e de divulgação da concessionária para alertar a população e educá-la, antes que Itu atingisse estado de calamidade pública ainda não decretado desde que ficou evidente, em fevereiro/2014, de que a crise não seria solucionada.

viaMalu Ribeiro fala sobre a falta de água em Itu – YouTube.

 

 

 

 

 

Itu – SP está de joelhos com falta de água potável terça-feira, jul 29 2014 

A Estância Turística de Itu – SP sempre teve problemas de captação de água.

Cresceu de modo totalmente irresponsável,  sem a mínima consideração de que a captação e o consumo de água tenham sido levados em conta, ou seja, qual seria o impacto para o restante da população da cidade.

Em 2006, Itu entregou a exploração da água e a captação do esgoto – literalmente – a uma concessionária que não cumpriu absolutamente nada do que estava acordado ao assumir essa concessão.

Tudo o que os ituanos testemunharam,  desde que a concessionária assumiu, pelo menos no centro da cidade, foi reparar rompimentos de encanamentos antigos em vias públicas e calçadas, cujos vazamentos subterrâneos provocam afundamento dos locais em que estão localizados, abertura de buracos para esses reparos, demora de dias para que sejam recobertos ou a camada de asfalto reposta.

A falta de água nas torneiras ituanas continuou cíclica, porém a partir do final de 2013, chegou às raias do absurdo, da humilhação para a população ituana, de todos os moradores não-ituanos, de prejuízo moral e financeiro para a população que deveria ser atendida como consumidora de um produto pelo qual paga caro tanto para que entre em suas casas e estabelecimentos comerciais  quanto para que seja coletado como esgoto.

Desde o primeiro momento em que foi construída a primeira estação de tratamento de água em Itu (inaugurada em 1951; antes disso a água era fornecida sem tratamento algum e a maioria das moradias tinham até mesmo encanamento externo), as moradias passaram a ser construídas com encanamento embutido, pois a água era encanada, tratada. Caixas d’água em nível de telhado – o que significa que se a moradia tem dois andares, jamais passou pela cabeça dos proprietários de que deveriam ter uma cisterna no térreo, com bomba e encanamento direcionado para a caixa d’água no alto do telhado, como os ituanos sentem, agora, a necessidade. Há muitos meses, notadamente pela maioria da população a partir de fevereiro de 2014, a água, quando “chega”, tem horário, rodízio, sem força para abastecer caixas d’água de construções com dois ou mais andares.

Outras Estações de Tratamento de Água (ETAs) foram construídas ao longo de administrações mais recentes. O problema, porém, de captação de água para essas ETAs é que nunca foi solucionado, dependendo, sempre, de riachos e ribeirões.

A  “evolução dos tempos” marcou as residências e estabelecimentos comerciais que não têm garagem, não é verdade? Ficam prejudicados, porque os proprietários de residências sem garagem têm que procurar um estacionamento próximo para estacionar seus veículos e os estabelecimentos comerciais têm prejuízos – a não ser que estejam em “shoppings” – porque os clientes não têm onde estacionar ou o estabelecimento tem que fazer um convênio com estacionamentos.

Itu possui ruas em que não se pode estacionar o veículo,  seja por qual motivo tenhamos que estacionar nelas, porque há portões de garagem, portões de garagem, portões de garagem “proibido estacionar””, “proibido estacionar”…  Se há um local sem portão de garagem “proibido estacionar”, a vaga já está ocupada.

Pois, atualmente, em Itu, as residências e os estabelecimentos comerciais terão que modificar suas construções futuras: no térreo, uma cisterna que capte o fraco fluxo de água fornecida na entrada, encanamento adequado que leve essa água captada para os diversos cômodos e/ou caixas d’água, uma bomba que sugue a água para abastecer caixas d’água estrategicamente distribuídas pela edificação.

Quanto aos imóveis antigos, instalar uma cisterna ou uma nova caixa d’água no térreo  exige uma logística hidráulica de alto custo e, muitas vezes, com obstáculos a serem resolvidos por engenheiros hidráulicos “gênios”.

Ao passar ao longo de ruas ituanas e até mesmo dentro de condomínios horizontais, podemos observar caixas d’água instaladas em áreas de jardim e até substituição do jardim por cisternas. Outra visão muito comum é a de caminhões-pipa abastecendo caixas d’água de residências e de estabelecimentos comerciais.

O dia a dia dos ituanos se transformou de tal maneira que, durante a madrugada, alguém tem que ficar de plantão para encher recipientes – que possam ser cobertos para evitar proliferação de vetores de doenças – e reservá-los para, por exemplo, descargas de vaso sanitário (n.º 1 = tem que acumular;  n.º 02 = despejar baldes de água até que leve embora o n. 01 acumulado e o n.º 02);  lavar detritos de animais de estimação requer uma estratégia que nos exaure.  Famílias com pessoas doentes têm que implorar por atendimento de caminhão-pipa da concessionária… Esses são apenas alguns poucos aspectos do drama vivido pelos ituanos.

Não quero ser terrorista nem paranoica, mas leia o texto abaixo e infira, por meio dele, o que, provavelmente, levou a cidade de Itu a fica “de joelhos” e não posso me esquecer da ENRON, cuja política de fornecimentos de energia elétrica “virtual” levou o estado da Califórnia, nos EUA, a “ficar de joelhos”.

Mas leia, mesmo! Sua cidade estará na mesma situação de Itu muito em breve.

Superinteressante junho 2003 Vai faltar água?

Superinteressante junho 2003 – Vai faltar água?

Ambiente

Vai faltar água?

Dois terços da superfície do planeta são cobertos por água. Mas, apesar disso, a água boa para consumo humano está cada vez mais escassa. Saiba o que está drenando esse líquido tão precioso e como é possível evitar um colapso

por Adriano Quadrado / Rodrigo Vergara

Quem vê uma foto do planeta feita do espaço pode pensar que água é algo que nunca vai faltar. Afinal, esse líquido incolor, insípido e inodoro, vital para a vida, ocupa mais de dois terços da superfície da Terra. Nada mais enganoso. A quantidade de água no planeta, de fato, não se altera. Desde que o globo se esfriou, há muitos milênios, são os mesmos 1,4 bilhão de quilômetros cúbicos. Mas só podemos usar uma gota desse manancial. Primeiro porque precisamos de água doce. E só 2,5% da água do mundo é doce. Dessa pequena parte, tire dois terços, confinados nas calotas polares e no gelo eterno das montanhas. Do que sobrou, desconsidere a maior parte, escondida no subsolo. Resultado: a água pronta para beber e fácil de captar está nos rios e lagos, num total de 90 mil quilômetros cúbicos, ou 0,26% do estoque mundial. Mas nem essa porção está inteiramente disponível. Para não esgotar o precioso líquido, só podemos utilizar a água renovável pelas chuvas.

E aí chegamos a um limite de consumo de 34 mil quilômetros cúbicos anuais, ou 0,002% das águas do planeta. Nem uma gota a mais. Como diz em seu livro Água o jornalista canadense Marq de Villiers: “A água pode ser poluída, maltratada e mal utilizada, mas não é criada nem destruída”.

Mas o ser humano se multiplica, e muito. A população já soma 6 bilhões, e segue aumentando. O consumo de água também cresce, mas com um detalhe: em ritmo mais acelerado. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o crescimento do uso da água foi mais do que o dobro do aumento populacional no século passado, de maneira que, hoje, consumimos metade do estoque disponível. Em 35 anos, estima-se que o consumo terá dobrado, ou seja, estaremos utilizando toda a água que o planeta produz. Resumindo: não é apenas o aumento populacional que preocupa, mas também o consumo desenfreado.

Os problemas desse uso indiscriminado já começaram, por um problema simples: distribuição. Há muita água boa onde não mora ninguém, e pouca água saudável em áreas povoadas. Resultado: escassez. Segundo a ONU, 1,1 bilhão de pessoas, um sexto da população mundial, vivem sem água de boa qualidade. O Brasil é um exemplo de que ter água não basta. Apesar de sermos a maior potência hídrica do planeta, há muita gente vivendo situação de seca. Atualmente, 31 países sofrem com sérios problemas de escassez, especialmente no Oriente Médio, no norte da África e no sul da Ásia. As projeções são ainda mais catastróficas: se o consumo não se alterar, duas em cada três pessoas estarão vivendo condições de escassez em 2025.

A água não serve apenas para beber. Ela é necessária, também, como destino final de bilhões de litros de resíduos que a humanidade produz todo dia. Para essa finalidade, a escassez é ainda pior. Há, hoje, 2,4 bilhões de pessoas, ou 40% da população, sem condições adequadas de saneamento básico. “De todas as crises sociais e naturais que nós humanos enfrentamos, a da água é a que mais afeta a nossa sobrevivência”, diz Koïchiro Matsuura, diretor-geral da Unesco, braço da ONU para Ciência e Educação.

Mas, afinal, a escassez de água pode pôr em cheque nossa sobrevivência? Há várias respostas, dependendo de quem responde. Para os ambientalistas mais radicais, a água está com os dias contados, a não ser que haja um freio no consumo. É o caso dos canadenses Maude Barlow e Tony Clarke, autores de Ouro Azul, um livro-denúncia sobre a apropriação dos mananciais por grandes empresas. “A raça humana julgou mal a capacidade dos sistemas de água da Terra de se recuperarem. E agora o mundo está sendo pressionado a tomar decisões cruciais, talvez irrevogáveis, sobre a água”, escrevem.

Mas há gente gabaritada que vê um cenário menos apavorante. “A ONU pintou um quadro catastrófico para provocar uma reação da população, mas a água não deve acabar”, diz o geólogo Aldo da Cunha Rebouças, da Universidade de São Paulo (USP), especialista em gestão de recursos hídricos. De fato, há indícios de que o consumo começa a regredir. Segundo artigo publicado pela revista científica americana Science, na década passada [1991-2000] usou-se metade do que se havia previsto 30 anos antes. “A quantidade de água utilizada em 2025 poderá não ser tão maior do que a usada hoje”, diz Peter Gleick, chefe da ONG Instituto Pacífico para Estudos em Desenvolvimento, Ambiente e Segurança, dos Estados Unidos.

Na Declaração do Milênio, publicada em 2000, a ONU divulgou suas metas, entre elas a de diminuir pela metade, até 2015, o número de pessoas que hoje sofrem com escassez de água e más condições de saneamento básico. De novo, há diversos caminhos para chegar lá. Em um mundo tão transformado pela ação humana, sempre haverá quem defenda novas intervenções para corrigir o estrago anterior. As soluções, nesse caso, passam por transposições de rios, exportação de água, derretimento de grandes icebergs e por aí vai. Mas, no caso da água, menos pode ser mais. Para muitos especialistas, respeitar o ambiente e tirar o dedo da ferida pode ser a melhor maneira de curar o dano causado.

Veja o caso da drenagem, por exemplo. Para povoar áreas desérticas, é comum retirar água do subsolo. Mas essa estratégia é perigosa, sobretudo porque esses reservatórios subterrâneos, chamados de aquíferos, se renovam muito mais vagarosamente do que rios e lagos. O aquífero de Ogallala, por exemplo, a maior reserva de água dos Estados Unidos, com mais de meio milhão de quilômetros quadrados, é drenado por mais de 200 mil poços, em um ritmo 14 vezes superior ao que a natureza gasta para restituí-lo. O resultado mais óbvio disso é que o poço pode secar. Tudo bem, você pode pensar. Usa-se a água enquanto ela existe. Mas os efeitos dessa retirada vão mais além. A drenagem de aquíferos subterrâneos pode baixar o nível de rios e lagos e causar ou agravar a desertificação.

O transporte de água é outra intervenção humana de grande impacto. Esse, no entanto, não é um problema moderno. Terraços para cultivo, diques e aquedutos são usados há milênios. Uma das Sete Maravilhas do Mundo, os Jardins Suspensos da Babilônia, construídos por Nabucodonosor II (604 a 562 a.C.), usava água bombeada do rio Eufrates. Os mais antigos sistemas de irrigação, os qanats, mistos de poço e aqueduto, viabilizaram as civilizações da Mesopotâmia e ainda são muito usados no Afeganistão, no Iraque, no Irã e no Egito. Durante o Império Romano, entre os anos 312 e 455 d.C., foram construídos enormes sistemas de distribuição de água, muitos dos quais continuam de pé. Mas nada disso se compara ao manejo de águas desenvolvido no século 20. Em 1950, havia pouco mais de 5 mil grandes represas. Hoje, são 40 mil.

Não é preciso dizer que, quando se desvia ou se bloqueia um curso de água para construir uma represa, alguém rio abaixo ficará sem água, temporária ou definitivamente. Seja de animais ou de ribeirinhos, essa alteração afeta muitas vidas. De acordo com a ONU, existem 261 bacias hidrográficas transnacionais, compartilhadas por 145 nações, o que sempre deu margem a disputas, conflitos e guerras. Sem contar que, ao desviar a água de seu destino natural, pode-se romper o ciclo natural que a devolve.

Hoje, há mais de 500 conflitos entre países envolvendo disputas pela água, muitos deles com uso de força militar. Nada menos que 18 desses conflitos violentos envolvem o governo israelense, que vive brigando pelo líquido com os vizinhos. Cerca de 40% do suprimento de água subterrânea de Israel se origina em territórios ocupados, e a escassez de água foi um dos motivos das guerras árabe-israelenses passadas. Em 1965, a Síria tentou desviar o rio Jordão de Israel, provocando ataques aéreos israelenses que a forçaram a abandonar a tentativa. Na África também houve conflitos. As relações entre Botsuana e Namíbia, por exemplo, ficaram estremecidas depois que a Namíbia anunciou um plano de aqueduto para desviar um rio compartilhado pelos dois países. Na Ásia, Bangladesh depende da água de rios que vêm da Índia. Nos anos 70, em meio a uma escassez de alimentos, a Índia desviou o fluxo desses rios para suas lavouras. Bangladesh foi deixado a seco por 20 anos, até a assinatura de um tratado que pôs fim às disputas.

A qualidade da água é outro fator crucial. Nesse caso, o alarme vem soando faz tempo. Nos países em desenvolvimento, diz a ONU, até 90% do esgoto é lançado nas águas sem tratamento. Todos os anos, de 300 a 500 milhões de toneladas de metais pesados, solventes, produtos tóxicos e outros tipos de dejeto são jogados na água pelas indústrias. Cerca de 2 bilhões de toneladas de lixo são despejados em rios, lagos e riachos todos os dias. A verdade é que a maioria dos produtos químicos produzidos pelo homem mais cedo ou mais tarde acaba em um curso ou depósito de água. Uma das conseqüências disso é que 80% das doenças nos países pobres do hemisfério sul estão relacionadas com a água de baixa qualidade.

Mas, apesar de ser um recurso tão frágil e escasso, a água ainda é muito desperdiçada. De toda a água utilizada, 10% vão para o consumo humano, 20% ficam com a indústria e o restante, 70%, são utilizados na agricultura. Porém o desperdício e o uso irracional são uma constante em todos esses setores. Vazamentos, métodos obsoletos e desperdício drenam cerca de 50% da água usada para beber e 60% da água de irrigação. Com a tecnologia disponível atualmente, a agricultura poderia reduzir sua taxa de uso em até 50%, as indústrias em até 90% e as cidades em um terço sem prejudicar a produção econômica ou a qualidade de vida.

Mas a grande questão debatida hoje sobre o futuro da água é quem deveria gerenciar as reservas e como isso deveria ser feito. Com a globalização, grandes empresas transnacionais estão ampliando sua presença em serviços de saneamento e ganhando o direito de explorar fontes de água, o que, para os ambientalistas, pode comprometer o acesso das populações mais pobres.

Estamos falando aqui de um choque entre ideologias completamente diferentes, com concepções de mundo antagônicas. De um lado, há os que entendem a água como um produto que se pode manejar, engarrafar, pôr preço e vender. Esse grupo acredita na tecnologia e no mercado e vê a água como uma necessidade humana que pode ser atendida eficientemente pela iniciativa privada. Para eles, a água pode e talvez deva se tornar “o petróleo do século 21”. Do lado oposto, estão os ambientalistas, para quem a água não tem preço nem dono, pois pertence a todos. Eles acreditam no resgate da relação primitiva com a natureza, na cooperação entre os povos e no manejo sustentável dos recursos naturais e veem a água como um direito fundamental e inegociável do ser humano.

A despeito dessa bipolaridade [empresários X ecologistas], a presença da iniciativa privada avança por ter o poder do capital a seu lado. Em 1998, o Banco Mundial previa que, em breve, o comércio global da água faturaria 800 bilhões de dólares. Antes de 2001, essa projeção foi elevada para 1 trilhão de dólares. Desde 1995, o mercado de água engarrafada cresce a uma espantosa taxa de 20% ao ano. Em 2000, só esse negócio faturou 22 bilhões de dólares, com a venda de cerca de 89 bilhões de litros de água. Detalhe: o líquido engarrafado para venda é uma gota nesse mar de dinheiro que envolve a água. A fonte maior é o mercado de saneamento e de distribuição de água, um ramo com um potencial de crescimento astronômico, já que apenas 5% da população mundial recebe água fornecida por empresas privadas. As duas gigantes do setor de saneamento são as transnacionais Vivendi e Suez, que têm sede na França e respondem por 70% do faturamento do setor.

O fato é que a água transformou-se em uma commodity como o petróleo ou a soja, com direito a ser exportada, inclusive. O Canadá, por exemplo, exporta água para regiões sedentas do México e dos Estados Unidos. Pode parecer estranho, mas a exportação de água é uma realidade. Neste exato momento, há barcaças e caminhões de grande capacidade cruzando fronteiras carregados com nada mais do que água.

A situação colocou o Brasil em uma situação estratégica, de maneira que, quando o assunto é água, o mundo todo volta seus olhos para cá. Para começar, somos o país que tem mais água disponível. Para se ter uma idéia, nossos rios reúnem 13% do volume fluvial mundial. Não bastasse toda essa abundância, temos, sob nossos pés, a maior reserva de água doce do mundo, o aquífero Guarani, uma superpoça subterrânea que cruza a fronteira de sete Estados e avança pelos territórios argentino, paraguaio e uruguaio. Só ali jazem 37 mil quilômetros cúbicos de água potável, o que daria para encher até a boca 7,5 milhões de estádios do Maracanã, segundo cálculos do geólogo Heraldo Campos, especialista no aquífero. E o Brasil só utiliza 5% desse potencial.

Nas discussões internacionais sobre o uso dos recursos hídricos, o Brasil é uma liderança natural, segundo o costarriquenho Manuel Dengo, Chefe da Divisão de Água, Recursos Naturais e Desenvolvimento Sustentável da ONU. “O Brasil desempenha um papel importante no cenário mundial das águas. Sua presença, na maioria dos encontros intergovernamentais e outros fóruns, é altamente respeitada.” Mas, como em outras áreas da vida brasileira, essa liderança deve-se mais ao nosso potencial e às nobres intenções do que às boas práticas.

Nossa legislação, por exemplo, é moderna e democrática, inspirada nas melhores leis ambientais do mundo. A tecnologia brasileira de tratamento de água também é destaque, caracterizada pela eficiência com baixo custo, segundo o ambientalista Leonardo Morelli, coordenador da rede de ONGs Grito das Águas.

Mas, quando se vê a situação dos rios que cortam as grandes cidades brasileiras, percebe-se que nosso conhecimento não se traduz em qualidade de água ou de vida. O resultado disso chega a ser paradoxal, como no caso da cidade de Manaus, incrustada na maior bacia hidrográfica do mundo e submetida a um rodízio de água entre os bairros por falta do produto. Embora moderna, a lei não funciona sozinha, e são comuns os acidentes ambientais com mortandade de peixes e contaminação das águas. Para Aldo Rebouças, o grande problema brasileiro, ironicamente, é a abundância. “Por termos muita água, a cultura do desperdício impera no país todo. Nossos problemas são de grande desperdício, baixa eficiência das companhias e degradação da qualidade da água.”

Faz pouco tempo que o mundo acordou para a importância econômica e estratégica da água. Mas, em meio a divergências sobre a posse e o destino da água, já aflorou um consenso mínimo. Especialistas, empresários e ecologistas concordam que a ameaça de escassez é real, mas que há tempo para evitá-la. Para isso, é preciso estancar o desperdício, recuperar as reservas poluídas, garantir o direito à água para os mais pobres e criar projetos de educação ambiental. A educação, dizem os especialistas, é importante porque a ação de cada um é maior do que qualquer intervenção que governos ou empresas podem fazer. Saber qual é verdadeira dimensão da ameaça é o primeiro passo para vencer o problema. Portanto, ao ler essa reportagem, você está fazendo a sua parte.

Para saber mais

Na livraria: Ouro AzulMaude Barlow e Tony Clarke, M.Books, São Paulo, 2003

Água

Marq de Villiers, Ediouro, Rio de Janeiro, 2002

Grito das Águas

Leonardo Morelli, Letradágua, Joinville, 2003

Na internet:

http://www.ana.gov.br

http://www.biodiversidadeglobal.org

http://www.un.org/events/water

http://www.waterday2003.org

http://www.un.org/esa/sustdev/sdissues/water/water.htm

 

Repositório Genealógico Nacional – Universidade do Minho – Portugal quinta-feira, jul 10 2014 

Do Blog em Português do MyHeritage.Com

Repositório Genealógico Nacional.

Homenagem póstuma: “Pai, eu vou realizar o seu sonho” quinta-feira, jul 10 2014 

Do Blog em Português do MyHeritage.Com

Homenagem póstuma: “Pai, eu vou realizar o seu sonho”.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria domingo, jul 6 2014 

À venda nas lojas da Droga Raia.  Adquira a sua! R$3,50.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria.

Reescrevendo a História – de João Ulbaldo Ribeiro – Jornal O Globo segunda-feira, jun 2 2014 

Recebi a indicação de leitura do primo PR.

A crônica foi publicada em 01-06-2014 no jornal “O Globo”.

Assim como o texto de Cristovam Buarque, de 2006, é uma reflexão aterradora da displicência com o ensino formal que afeta o futuro dos cidadãos e do país, a crônica de João Ubaldo Ribeiro  aborda  a dificuldade, na leitura, dos clássicos da Literatura Brasileira, pelo fato de não serem acessíveis no formato, no vocabulário, no conteúdo, nas sutilezas, por exemplo, a jovens e a pessoas menos cultas.

João Ubaldo Ribeiro critica, portanto, uma iniciativa de reescrever obras clássicas brasileiras numa versão mais “light” para que se tornem acessíveis a jovens e a pessoas menos cultas.

Comentário pessoal de Maria Lúcia: quando estudava Inglês, na Cultura Inglesa – Campinas/SP, li versões de obras teatrais de Shakespeare adaptadas para leitores que estudavam uma segunda língua. Eu tinha plena consciência de que essa leitura (são dois volumes) jamais substituiria as peças originais. Conforme avancei nos estudos, tinha que ler obras originais contemporâneas, sem versões mais leves. Ressalto que a língua inglesa não é a minha língua materna, portanto, a leitura de versões adaptadas é um recurso estratégico de evolução do domínio da língua estrangeira.

Concluo, portanto, como João Ubaldo Ribeiro me deu a entender na crônica, “link” abaixo, que as versões mais leves de originais da Literatura Brasileira serão destinadas aos leitores brasileiros que não dominam a Língua Portuguesa como língua materna. O que, convenhamos, é algo muito estranho.

Reescrevendo a História – Jornal O Globo.

Vale a pena ser sede da Copa 2014? – Superinteressante fevereiro 2008 sexta-feira, maio 30 2014 

Não discuto as manifestações – tardias no meu entender – não repasso mensagens de críticas à realização da Copa 2014 no Brasil, porque, em fevereiro de 2008, já havia lido em Superinteressante que, para o Brasil, a realização da Copa seria mais um problema acrescido aos que o Brasil já tinha e que pioraram desde então.

Em julho de 2011, postei, aqui, o mesmo título com o teor do texto da Superinteressante.

Na época da escolha do Brasil como país-sede, deveria ter havido uma mobilização contra. Agora, Inês é morta e não adianta colocar a mão na cintura e perguntar “Sinhá, cadê ‘seu’ Padre?”

Vale a pena ser sede da Copa 2014? – Superinteressante.

Adeus ao Baiji, golfinho do rio Yang-tsé| Natural History Museum – YouTube terça-feira, maio 6 2014 

Tomei conhecimento deste vídeo, no YouTube, numa das abas de “The Breast Cancer Site”.

A postagem é de 2013: golfinhos do rio Yantze, na China, extintos.

viaGoodbye to the baiji, the Yangtze River dolphin | Natural History Museum – YouTube.

A notícia abaixo é de 08-08-2007 =

Cientistas declaram ‘extinto’ o golfinho chinês de água doce

Atividade humana é a causa do desaparecimento do animal, cuja existência começou há 20 milhões de anos

08 de agosto de 2007 | 9h 08

Efe

Depois de mais de 20 milhões de existência, o golfinho chinês de água doce, uma espécie conhecida como “baiji”, foi declarada oficialmente extinta nesta quarta-feira, 8. A causa de seu desaparecimento é a atividade humana, afirmaram cientistas da Sociedade Zoológica de Londres (ZSL).

Segundo os membros da organização, este golfinho é o primeiro cetáceo a desaparecer da Terra como resultado direto da influência do homem, devido à pesca desregulada.

Os especialistas, que publicaram o estudo nesta quarta na Royal Society Biology Letters, asseguram que não conseguiram localizar nenhum golfinho no rio Yang-tsé – seu habitat natural – durante uma intensa pesquisa que durou seis semanas.

Na década de 50, a população deste golfinho – espécie única do Yang-tsé – era de milhares, mas diminuiu com os anos, enquanto a China se modernizava e começava a utilizar o rio para a pesca, o transporte e a geração de eletricidade, acrescentam os cientistas.

Um dos autores do estudo e integrante do ZSL, Sam Turvey, classificou a extinção de “trágica”. “O golfinho do rio Yang-tsé era um mamífero incrível que se separou de outras espécies há mais de 20 milhões de anos”, disse.

“A extinção representa o desaparecimento de um galho completo da árvore da evolução da vida, e é preciso ressaltar que temos que assumir a responsabilidade sobre nossa tarefa como guardiães do planeta”, acrescentou.

Evolução

A espécie, conhecida cientificamente como Lipotes vexillifer, era a única da família Lipotidae, que aparentemente se separou de outros mamíferos marítimos, como baleias, golfinhos e botos, entre 20 e 40 milhões de anos atrás.

Os “baijis” têm um bico longo e estreito e vivem em grupos de três ou quatro.

A equipe realizou um estudo visual e acústico durante seis semanas no final de 2006.

Apesar de existir a chance de algum golfinho não ter sido encontrado durante a pesquisa, “a impossibilidade de detectar um ‘baiji’ durante a pesquisa indica que as possibilidades de encontrá-los e levá-los (a uma reserva) praticamente desapareceram”, ressaltam os especialistas.

No entanto, o Fundo Mundial para a Vida Selvagem (WWF, na sigla em inglês) considera que a análise não é definitiva.

“O WWF não acredita que o golfinho ‘baiji’ possa ser declarado extinto ou ‘extinto de fato’ porque a pesquisa foi realizada em um curto período de tempo em uma área limitada do rio”, afirmou um porta-voz da organização.

Tópicos: Golfinho chinês de água doceExtinçãoChina

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cientistas-declaram-extinto-o-golfinho-chines-de-agua-doce,31154,0.htm

 

My Deployment Homecoming Surprise – YouTube sexta-feira, abr 25 2014 

Encontrei este vídeo na aba “Veterans” do “The Breast Cancer Site”, site onde clico todos os dias desde 2002.

Uma pérola de demonstração da recepção de um cão, no aeroporto,  ao dono que estava a serviço militar no exterior.

O dono do cão explica que houve uma permissão, dentro do aeroporto, para que isso acontecesse e agradece.

viaMy Deployment Homecoming Surprise – YouTube.

Procissão de Passos em Itu – 13 abril 2014 – fotos na frente de nossa casa – copyright Tadeu Italiani terça-feira, abr 15 2014 

Há mais de duzentos anos, em Itu – SP, a tradicional Procissão de Passos, com sete (07) Estações celebradas em altares montados em residências do centro da cidade e em frente às Igrejas do Bom Jesus com encerramento na Igreja do Carmo (de onde sai com duas procissões: uma com a imagem de Nosso Senhor carregando a cruz; outra,  com a imagem de Nossa Senhora das Dores; cada uma segue por diferentes ruas até que as procissões se encontram na frente da Igreja Bom Jesus) e seguem de volta à Igreja do Carmo, aconteceu, neste ano, no Domingo de Ramos, 13 de abril de 2014.

As três (03) fotos abaixo são do jornalista,  ex-aluno e amigo Tadeu Italiani.

Após ver as fotos, recomendo visitar os “links”, abaixo delas, para entender sobre Ofício das Trevas, sobre Procissão de Passos e notícias anteriores sobre essa Procissão:

Por Tadeu Italiani - Coral Vozes de Itu entoa canto, sob a regência do professor e historiador Luis de Francisco.

Por Tadeu Italiani – Coral Vozes de Itu entoa canto, sob a regência do professor e historiador Luis Roberto de Francisco.

“Chegando em cada passo, que é armado em residências de famílias e igrejas do itinerário, o padre entra, deposita a relíquia [ o Santo Lenho] sobre o altar especialmente preparado e a incensa. O incenso tem a finalidade de purificação e de levar nossas orações ao céu, pela fumaça. Enquanto é incensada a relíquia, coro e orquestra executam os “motetes”, que são alusões àquilo que representa cada passo. Os cânticos são em latim, compostos no século XIX pelo maestro ituano José Mariano da Costa Lobo”. [Altair Estrada, em Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e procissão de Passos, 28março2007]

 

Por Tadeu Italiani - Verônica entoa o lamento de Nossa Senhora.

Por Tadeu Italiani – Verônica entoa o lamento de Nossa Senhora.

/…/ “há o comovente canto da Verônica, também em latim e de autoria do Pe. Jesuíno do Monte Carmelo, que o compôs no século XVIII. Embora seja cantado pela Verônica, que ao mesmo tempo desenrola e mostra ao povo a face de Cristo, a letra é tirada do livro do Profeta Jeremias e, na verdade, representa um apelo de Nossa Senhora a todos nós; “Ó vós todos que passais pelo caminho, atendei e vede se pode haver dor como a minha dor” – O vos omnes qui transitis per viam, attendite et videte si est dolor sicut dolor meus”. [Altair Estrada, em Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos, 28março2007]

Por Tadeu Italiani - Verônica encerra o lamento de Nossa Senhora.

Por Tadeu Italiani – Verônica encerra o lamento de Nossa Senhora.

Itu.com.br – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos – 28março2007

Itu.com.br- Colunistas – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos – em 29março2011

Itu.com.br – Tradicional Procissão de Passos acontece em Itu desde o século XVIII – 20março2012

Itu.com.br – Tradicional Procissão de Passos é realizada em Itu – 15abril2014

 

 

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu terça-feira, abr 1 2014 

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu.

De mãos dadas pela eternidade – Blog do MyHeritage em português quinta-feira, mar 6 2014 

Tocante postagem sobre a vida e a morte de um casal de diferentes religiões sepultado em um cemitério, na Holanda, na época separado em seções por religião.

De mãos dadas pela eternidade.

Saber-Literário : FRED FIGNER = Casa Edison; Odeon; Retiro dos Artistas em Jacarepaguá – RJ segunda-feira, fev 24 2014 

Recebi da prima Melinha um texto, com fotos, sobre Fred Figner.

Em “busca”, encontrei a origem do texto enviado no corpo da mensagem de e-mail.

Emocionante!

Saber-Literário : FRED FIGNER.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria domingo, fev 23 2014 

À venda em qualquer loja da Droga Raia, pelo valor de R$ 3,50 (três reais e cinquenta centavos). Esse valor, descontados os custos do projeto, é revertido para o GRAACC + Instituto Ayrton Senna (parceria social).

GRAACC, combatendo e vencendo o câncer infantil, é a sigla de Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer. É uma instituição sem fins lucrativos que, desde 1991, combate o câncer infantil.

Clique para folhear as revistas anteriores disponíveis para isso. Não se esqueça de, ao passar por uma das lojas da Droga Raia, adquirir uma ou mais revistas.

A de n.º 36 refere-se ao bimestre fevereiro e março/2014.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria.

Direitos Humanos Seletivos, de Ruy Fabiano, Blog do Noblat, 15-02-2014 domingo, fev 16 2014 

De 15-02-2014, Blog do Noblat, por Ruy Fabiano; recebido do primo PRoberto

Direitos Humanos Seletivos

Ruy Fabiano

A defesa dos direitos humanos, imperativo civilizatório, perde sentido e substância quando contaminada pelo viés ideológico. Direitos humanos não são nem de direita, nem de esquerda; ou se aplicam a todos ou apenas instrumentalizam um projeto de poder, o que configura mais um tipo de violação.

É o que tem ocorrido no Brasil há já muitos anos, ao ponto de sua simples menção provocar mais suspeita que conforto em grande parte da sociedade. Isso porque raramente as organizações humanitárias preocupam-se com o destino das vítimas, concentrando-se habitualmente nos agressores ou naqueles que personificam a luta política que consideram emblemática.

Vejamos os fatos mais recentes. O ajudante de pedreiro Amarildo de Souza desapareceu de sua residência, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, em julho do ano passado [2013].

As investigações indicam que foi morto por PMs. Mas, bem antes de sua morte estar evidenciada, fez-se campanha nacional, de grande repercussão, para denunciá-la. Muito justo e necessário. Artistas interrompiam shows para reclamar de seu paradeiro.

Porém, dia 2 passado [02-02-2014], a PM Alda Rafael Castilho, de 22 anos, foi covardemente assassinada, com um tiro no estômago, em seu posto na UPP de Vila Cruzeiro, no Rio.

Eram 15 os bandidos, que balearam outro PM, Melquisedeque Basílio, de 29 anos, e atingiram, com balas perdidas, um casal, sendo que a moça, Elaine Mariano, ferida na cabeça, está em estado grave no hospital. Alda foi o oitavo policial morto desde que as UPPs se instalaram, em 2008.

Alguma manifestação? Algum artista interrompeu seu show para reclamar sua morte? Algum muro na cidade para lembrar o crime? Alguma ONG empenhada em auxiliar a família das vítimas? Alguma declaração da ministra dos Direitos Humanos? Não.

O episódio circunscreveu-se ao noticiário de jornal. Policial, segundo se depreende de tal silêncio, não é humano – e, portanto, não tem direitos. Vamos em frente.

No dia 3 passado [03-02-2014], em São Luís, Maranhão, bandidos tocaram fogo em um ônibus cheio de passageiros. Vários feridos e uma criança de seis anos, Ana Clara Santos Souza, carbonizada. O crime chocou a opinião pública, mas não se tem notícia de qualquer protesto por parte das ONGs humanitárias ou qualquer pronunciamento da ministra dos Direitos Humanos.

Dia 11 [11-02-2014], Kaíque Augusto Batista dos Santos, de 17 anos, foi encontrado morto em São Paulo, embaixo de um viaduto, com o rosto deformado e uma fratura exposta na perna.

Antes que a perícia se manifestasse, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, ao saber que se tratava de um negro e homossexual, resolveu todo o enigma: o rapaz fora assassinado por homofóbicos racistas. Aproveitou, em nota oficial, para pedir rapidez na aprovação da lei que criminaliza a homofobia.

Ato contínuo, organizações de homossexuais, ONGs de direitos humanos e partidos de esquerda entraram em cena para reverberar as palavras da ministra. Chegaram a fazer uma manifestação de protesto no local. Dias depois, o diagnóstico da polícia, reconhecido pela família, silenciou o protesto: Kaíque se suicidara. Seu cadáver perdeu então importância.

No dia 31 [31-01-2014] passado, um adolescente negro foi espancado e amarrado a um poste no bairro do Flamengo, Rio. Ele teria praticado roubos nas redondezas e fora justiçado por rapazes de classe média, que, na ausência da polícia, decidiram agir como milicianos. Um absurdo, claro.

Porém, o alarido que as mesmas organizações promoveram em defesa do rapaz – justa, diga-se – contrasta com o silêncio em torno da morte da PM Alda e da menina Ana Clara.

Em São Paulo, dia 25 passado [25-01-2014], a polícia baleou o black bloc Fabrício Proteus Chaves, de 22 anos, que investira contra um policial com um estilete na mão. A mesma turma dos direitos humanos, antes que as imagens colhidas do episódio viessem à tona – e comprovassem que a polícia agiu em legítima defesa – julgaram e condenaram os PMs.

Fabrício tinha em sua mochila, entre outros artefatos, duas bombas caseiras e uma chave inglesa, usada para quebrar vitrines e caixas eletrônicos. O episódio serviu também para que diversos personagens do meio político e artístico reiterassem a legitimidade da ação predadora dos black bloc.

No Rio [em 06-02-2014], dois black bloc mataram [atingiram Santiago Andrade com um rojão] o cinegrafista Santiago Andrade [05-09-1964/10-02-2014]. Antes que as imagens fossem divulgadas – e mostrassem a autoria efetiva -um repórter de TV disse ter visto a polícia jogar a bomba. Abriu-se uma discussão para atenuar o crime. Os rapazes não queriam matar o cinegrafista. Quem então? Um policial? Talvez. Não haveria tanto barulho. Polícia não é gente.

Esta semana [13-02-2014], em Brasília, uma manifestação do MST feriu 30 PMs, sendo oito em estado grave. Alguma solidariedade às famílias, alguma declaração da ministra contra a violência? Nada.

Indignação seletiva é sempre falsa – e, em vez de combater a violência, realimenta-a.

Ruy Fabiano é jornalista.

http://oglobo.globo.com/pais/n…seletivos-524517.asp

Silêncio cúmplice , de Heloísa Seixas, em “O Globo”, 12-02-2014 domingo, fev 16 2014 

Publicado em 12-02-2014, de Heloísa Seixas, em “O Globo”; recebido do primo PRoberto

Silêncio cúmplice

‘Os comentários que tenho ouvido me passam a impressão de que, de alguma maneira, nos sentimos culpados’

Recebi o telefonema de um amigo da TV Bandeirantes, muito abalado com a morte do cinegrafista Santiago Andrade, atingido por um morteiro disparado pelos black blocs na manifestação do dia 6 de fevereiro. Claro que todos nós — a sociedade civil e especialmente nós, jornalistas — estamos chocados com a história. Mas uma frase de meu amigo me chamou a atenção:

“Fico me perguntando se não devíamos ter sido mais duros desde o início, se não devíamos ter denunciado com mais vigor esses vândalos”, disse ele. Aí está: talvez haja, nessa morte, mais do que a sensação de perplexidade e revolta que sentimos quando ficamos sabendo, por exemplo, da morte de alguém vítima de bala perdida. Os comentários que tenho ouvido me passam a impressão de que, de alguma maneira, nos sentimos culpados.

Desde que começaram os movimentos de junho do ano passado, temos assistido à crescente violência nas manifestações. Essa escalada de violência tem sido atribuída quase sempre à maneira truculenta de agir por parte dos policiais. Mas, por maior que seja o despreparo do aparato policial, há vândalos agindo livremente nas ruas durante esses atos, saindo com o objetivo puro e simples de destruir, sem qualquer reivindicação a movê-los.

Jovens advogados, políticos progressistas, instituições que sempre defenderam os direitos humanos, todos têm saído em defesa dos manifestantes, na presunção de que, entre perseguidos e policiais, os primeiros têm sempre razão. Mas os black blocs, ou seja lá que nome tenham, vinham dando sinais nos quais devíamos ter prestado mais atenção: havia tintas neonazistas no comportamento deles, inclusive na hostilidade à imprensa.

Mas parecia retrógrado, uma coisa velha, de direita (como se dizia antigamente), ser contra os manifestantes. Poucos de nós, na imprensa, tivemos coragem de escrever contra eles com a força necessária. Afinal, como defender policiais e governos suspeitos, logo nós, que já trabalhamos sob censura e combatemos a ditadura? Melhor ficarmos quietos, em nome da democracia. Em nome do direito à livre manifestação — mesmo com bombas e pedras.

E agora estamos assim, como o meu amigo da Bandeirantes. Com esse nó na garganta, essa pergunta presa no peito: será que nosso silêncio constrangido nos faz cúmplices na morte de Santiago?

*Heloisa Seixas é jornalista e escritora

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/silencio-cumplice-11577996#ixzz2t82FOE1V
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APOD: 2012 July 10 – Happy People Dancing on Planet Earth segunda-feira, fev 10 2014 

Saiba algo sobre o idealizador dos vídeos:

http://www.wherethehellismatt.com/about

http://www.wherethehellismatt.com/about/faq#triplyrics

APOD: 2012 July 10 – Happy People Dancing on Planet Earth.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória – MyHeritage Blog em Português segunda-feira, jan 27 2014 

Imperdível!

Atenção para o documentário (em vídeo) que não pretende dar explicações ou respostas, mas levar à reflexão.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória.

Compartilhando histórias de família com nossos maiores tesouros: nossos filhos terça-feira, jan 21 2014 

Imperdível essa postagem.

Você já pensou em ter sua árvore genealógica on-line?

É possível preservar tudo de que trata o texto da postagem abaixo e compartilhar com os membros da família.

Compartilhando histórias de família com nossos maiores tesouros: nossos filhos.

Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre – A vida imortal de Henrietta Lacks segunda-feira, jan 20 2014 

Henrietta Lacks morreu em 1951, vítima de uma forma agressiva de câncer de colo de útero.

Acompanhe, abaixo, pelo “link” da Wikipédia, por que uma humilde norte-americana se tornou imortal.

Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em 2011, presenteei uma amiga, médica, com o livro, na época, recém lançado no Brasil pela Companhia das Letras, cuja resenha pode ser lida no “link” abaixo:

http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12974

Minha amiga comentou, posteriormente, que ficou encantada e emocionada com a leitura.

Espero estimular outras pessoas a comprar o livro e a refletir sobre o conteúdo.

Adianto alguns detalhes, com citação da fonte de onde foram extraídos:

Descrição do produto e ficha técnica

Título: A Vida Imortal de Henrietta Lacks
Autor: Rebecca Skloot
Editora: Companhia das Letras
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 456 páginas
ISBN: 978-85-3591-815-1
Peso: 570g
Dimensões: 210mm x 140mm

Sinopse

Henrietta Lacks era descendente de escravos e nasceu em 1920, numa fazenda de tabaco no interior da Virgínia. Aos trinta anos, casada e mãe de cinco filhos, Henrietta descobriu que tinha câncer.

Em poucos meses, um tumor no colo do útero se espalhou por seu corpo. Ela se tratou no Hospital Johns Hopkins, e veio a falecer em 1951. No hospital, uma amostra do colo do útero de Henrietta havia sido extraída sem o seu conhecimento, e fornecida à equipe de George Gey. Gey demonstrou que as células cancerígenas desse tecido possuíam uma característica até então inédita –mesmo fora do corpo de Henrietta, multiplicavam-se num curto intervalo, tornando-se virtualmente imortais num meio de cultura adequado.

Por causa disso, as células “HeLa” logo começaram a ser utilizadas nas pesquisas em universidades e centros de tecnologia. Como resultado, a vacina contra a poliomielite e contra o vírus HPV, vários medicamentos para o tratamento de câncer, de AIDS e do mal de Parkinson, por exemplo, foram obtidos com a linhagem “HeLa”.

Apesar disso, os responsáveis jamais deram informações adequadas à família da doadora e tampouco ofereceram qualquer compensação moral ou financeira pela massiva utilização das células. “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” reconstitui a vida e a morte desta injustiçada personagem da história da medicina. O livro demonstra como o progresso científico do século 20 deveu-se em grande medida a essa mulher negra, pobre e quase sem instrução.

Fonte: http://livraria.folha.com.br/livros/ciencias-biologicas/vida-imortal-henrietta-lacks-rebecca-skloot-1163086.html?tracking_number=734

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria segunda-feira, dez 23 2013 

À venda em qualquer loja da Droga Raia:

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria.

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! Recebido em 18/11/2013 terça-feira, nov 19 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: qual o amigo mais diferente que você já fez?

Estamos procurando relatos de amizades improváveis, de pessoas que, aparentemente, não combinam, mas que acabaram virando amigas e construindo uma relação sólida e especial. Podem ser histórias como:

– Quando a conheci, ela era a menina mais bagunceira da escola e eu, a representante de classe. Acabamos fazendo um trabalho em grupo e descobri na minha colega uma grande amiga, que me ensinou a levar a vida com mais leveza.

– Conheci meu amigo em uma viagem de férias com a turma. Cheguei atrasadíssimo para a partida e ele, muito pontual e organizado, ia me deixando para trás. Quando nos conhecemos melhor, descobrimos que, fora a organização, temos muito em comum.

– Minha amiga é daquelas pessoas sérias, que levam tudo com firmeza. O incrível é que eu admiro seu jeito ajuizado de viver e ela gosta da minha maneira alegre, de dar risadas com o que me acontece. Quando nos veem juntas, ninguém acredita que somos tão próximas!

– Tenho 66 anos e meu melhor amigo tem a metade da minha idade. Gostamos muito de conversar sobre diversos assuntos. Ele me ensina a ver a vida com outros olhos.

– Tenho uma amiga que adora viajar, fazer coisas novas e não para um minuto sequer! Eu gosto mesmo é de ficar em casa, sem muitas emoções. Não temos nada em comum, mas ela está sempre por perto quando preciso. Foi com ela que vi que podia deixar meus preconceitos para trás: uma boa amiga vai além das aparências.

– Conheci meu amigo na faculdade e estávamos sempre juntos. Depois, ele se tornou empresário e hoje tem um excelente salário. Eu resolvi fazer trabalhos sociais. Nossos estilos de vida são opostos, mas nossos laços continuam fortes. Estamos juntos nos momentos alegres e nos difíceis: uma amizade verdadeira vai além do dinheiro.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: www.revistasorria.com.br

Também estamos no Facebook: www.facebook.com/revistasorria

Muito obrigado!

Equipe Sorria

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Ajude a fazer a próxima revista Sorria! – de 07 de outubro de 2013 terça-feira, out 8 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: qual a melhor coisa que já fizeram por você?

Estamos procurando relatos de pessoas que foram alvo de generosidade. Daquelas atitudes gratuitas, feitas sem esperar retribuições, grandes ou pequenas, mas cheias de significado para quem recebe. Podem ser histórias de pessoas como:

– Um jovem que foi morar em uma cidade distante e foi acolhido por alguém que não cobrou nem pediu nada em troca, feliz em poder ajudar.

– Uma pessoa que estava com problemas de saúde e encontrou um benfeitor: seja alguém que ajudou financeiramente ou com cuidados.

– Um profissional que, no início da carreira, encontrou uma pessoa que lhe ensinou tudo que sabia e lhe mostrou os caminhos do ofício, sem ser sua obrigação ou ganhar nada em troca.

– Uma pessoa que, no momento em que mais precisava, ganhou de um desconhecido um ouvido e um ombro amigo, que lhe apoiou e ajudou a enxergar as dificuldades com mais clareza.

– Alguém que recebeu um rim ou outra parte do corpo para sobreviver e, com esse ato de generosidade, passou a ter uma nova vida.

– Uma pessoa que, sem pedir, ganhou de alguém algo necessário que não conseguia pagar: um computador para estudar, a viagem para ver um parente no fim da vida, o equipamento que precisava para começar a trabalhar…

Alguém que fez algo errado contra outra pessoa, arrependeu-se, foi perdoado por ela e, acima de tudo, tornaram-se grandes amigos.

– Uma estudante que teve seu curso custeado por alguém – e esse alguém nunca pediu nada em troca.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

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Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

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Cidades sem Fome: Revista Sorria edição 34, out/nov/2013 domingo, out 6 2013 

A revista “Sorria para ser feliz agora”, edição n.º 34, outubro/novembro/2013, Editora Mol, já está à venda nas lojas da Droga Raia.

A capa é: Você é feliz com seu trabalho?

Na seção Gente que faz, “Semeando o futuro”, texto de Jéssica Martineli; foto de Ilana Bar, Hans Dieter Temp, gaúcho, administrador de empresas ameniza a pobreza por meio de hortas comunitárias, diminuindo a fome e gerando emprego e renda, como fundador da ONG Cidades Sem Fome que, desde 2004, cria hortas comunitárias na Zona Leste de São Paulo. A iniciativa já beneficiou 2.000 mil pessoas. Em 2011, a ONG recebeu um prêmio internacional como iniciativa a ser replicada. [Trecho redigitado da página 42, revista Sorria]

Passe numa das lojas da Droga Raia, compre a revista e  leia não apenas essa recomendação, mas a revista inteira.

Visite, abaixo, o “link” indicado nessa mesma revista:

Cidades sem Fome.

Sorria 33 by Editora MOL – folheie a revista segunda-feira, set 30 2013 

Depois de folhear a revista, assim que passar por uma das lojas da Droga Raia, adquira a sua revista impressa.

Entenderá por que merece ser aguardada e comprada a cada edição.

ISSUU – Sorria 33 by Editora MOL.

Em Sertãozinho, um velho engenho se tornará museu domingo, ago 25 2013 

Enviado pelo amigo Joaquim Emidio:

Em Sertãozinho, um velho engenho se tornará museu

Usina fundada no começo do século 20, que conserva maquinário e galpões da época, passa por recuperação no interior do Estado

25 de agosto de 2013 | 2h 05

EDISON VEIGA , ENVIADO ESPECIAL , SERTÃOZINHO (SP) – O Estado de S.Paulo

Seja no prédio principal, seja em qualquer um dos sete pequenos galpões que o orbitam, entrar nas ruínas do Engenho Central de Sertãozinho é um privilégio de aguçar os olhos daqueles que gostam de História. Parece uma viagem no tempo, entre centrífugas escocesas do século 19 – importadas pela família de Santos Dumont -, telhas inglesas, velhas fornalhas, balanças, tonéis e um obsoleto maquinário que movimentou a indústria da cana de 1903 a 1974, período em que a usina funcionou.

Veja também:
linkProjeto de zeladoria pode se espalhar por outras cidades
linkGaleria de fotos

Tiago Queiroz/AE

Antigos galpões da usina, que produzia açúcar desde o início do século 20, foram preservados

Esse eldorado histórico-industrial paulista fica no coração da Fazenda Vassoural, entre Sertãozinho e Pontal, perto de Ribeirão Preto. Foi criado pelo coronel Francisco Schmidt, que nos primeiros anos do século 20 chegou a acumular um patrimônio de 62 fazendas. O Engenho Central era o motor de seus negócios: dali saíam as sacas de açúcar cristal – e os litros de cachaça. Diariamente, uma maria-fumaça adentrava a usina e de lá saía carregada – o ramal da Estrada de Ferro Mogiana foi puxado até a fazenda por força do próprio coronel.

Nos anos 1960, as terras foram compradas dos Schmidt pela família Biagi. Desde que a usina parou de funcionar, há quase 40 anos, os novos proprietários acalentavam o sonho de transformar tudo em museu. Por isso, o velho maquinário não foi vendido como sucata, a exemplo de tantas indústrias centenárias, e os velhos galpões não foram demolidos.

Nos últimos anos, o museu começou a sair do papel. Primeiro, com a criação de uma fundação – o Instituto Cultural Engenho Central. A instituição deve custar R$ 15 milhões. Pela Lei Rouanet, a fundação foi autorizada a captar R$ 10,5 milhões. Até agora, conseguiram R$ 3 milhões – o que seria suficiente para a primeira fase.

Representantes da fundação esperam que, a partir de dezembro, o espaço já tenha se convertido em um memorial – com possibilidade de visitas monitoradas de escolas e também de outros pequenos grupos. O Museu Nacional do Açúcar e do Álcool será a fase seguinte, a conclusão do projeto ainda não tem um prazo definido.

O trabalho já começou. Há dois meses, o instituto contratou os serviços do Estúdio Sarasá, de São Paulo, para implementar um projeto de zeladoria de patrimônio no local (leia mais abaixo). Foram selecionados 14 jovens da região, todos com ensino médio, e eles ganham cerca de R$ 900 por mês para aprender a lidar com um prédio histórico.

Os jovens chegam diariamente à fazenda em uma van contratada pelo projeto. Ali, eles têm aulas teóricas e práticas. Nas práticas, colocam a mão na massa e ajudam a recuperar o velho Engenho Central e os galpões anexos.

Aos poucos, a sujeira e o pó vão saindo e a história, brotando. “Em breve, deixaremos este local em condições de visitação”, explica o arquiteto Fabio Di Mauro, um dos orientadores dos aprendizes. “Algumas patologias do prédio vão ser estabilizadas, outras serão corrigidas. É preciso analisar caso a caso.” Enquanto isso, a historiadora Mirza Pellicciotta se detém na tarefa de compreender cada uma das peças antigas – ela está inventariando os milhares de itens encontrados dentro dos imóveis. “Os equipamentos serão protegidos para não deteriorar”, adianta.

Jovens. Ao mesmo tempo em que nasce um museu, 14 jovens descobrem uma vocação. “Eu estou achando muito legal trabalhar com isso, e agora quero me tornar engenheiro civil”, afirma Marlon Gomes da Silva, de 18 anos. O rapaz cursa o 3.º ano do ensino médio e, antes de ser contratado para estudar e trabalhar na zeladoria do Engenho Central, era office-boy em Sertãozinho.

“Quando entrei para o projeto, nem sabia o que estava fazendo aqui, o que iria encontrar”, admite Marcela Giovana Ferreira da Silva, de 19 anos, que antes era cabeleireira na cidade de Pontal. “Estou gostando tanto que, no futuro, quero me tornar arquiteta.”

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! Edição 34 – outubro/novembro 2013 segunda-feira, ago 12 2013 

Olá,

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O tema da vez é: por que você ama o que faz?

Estamos procurando relatos de pessoas que amem o seu trabalho, sejam quais forem. Afinal, às vezes, não é ter o trabalho dos sonhos que torna especial o que fazemos. Podem ser depoimentos como:

– Trabalho com a diagramação de livros didáticos. É um trabalho difícil, que exige dias e dias em frente ao computador. Mas faço bem feito porque sei que minha atividade contribui para a educação de centenas de crianças.

– Gosto muito de conversar com as pessoas e tornei-me recepcionista em um escritório. Sinto-me realizada ao perceber que minha atitude pode tornar melhor o dia de alguém.

– Trabalho em banco e mexo com impostos e tarifas. Minha atividade exige muito cuidado e atenção, pois qualquer erro pode levar alguém a perder muito dinheiro. Saber que ajudo desconhecidos a organizar sua vida financeira me faz muito bem.

– Todos os dias saio de casa às 5h e vou para o prédio onde trabalho. Faço os serviços de jardinagem e fico orgulhoso quando alguém elogia meu trabalho. Gosto de tornar a vida das pessoas mais bonita.

– Sou fotógrafo, especializado em casamentos. É muito recompensador quando, em meio a tantas festas, consigo captar em imagens o amor entre duas pessoas. É o que dá sentido ao meu trabalho.

– Faço as refeições que as crianças comem nos intervalos da escola. E vê-las nutridas e felizes com a comida que preparo também me faz muito feliz.

Sou engenheiro e trabalho fazendo projetos em uma construtora. É recompensador enxergar um pouquinho do que faço nos lugares onde pessoas vão morar ou trabalhar. Sei que estou contribuindo para que tenham uma rotina segura e sólida.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

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Sorria Nº 33. A força do bom humor | Revista Sorria – à venda na Droga Raia segunda-feira, ago 12 2013 

Sorria Nº 33. A força do bom humor | Revista Sorria.

Água (música infantil) – 2013 Ano Internacional da Cooperação pela Água – YouTube quinta-feira, jul 4 2013 

viaÁgua (música infantil) – 2013 Ano Internacional da Cooperação pela Água – YouTube.

POST 1313: CONSELHO AOS DA MINHA GERAÇÃO. Por Professor Pachecão | MASTER quinta-feira, jun 20 2013 

Recebi esta indicação da prima “Melinha”.

Excelente!

POST 1313: CONSELHO AOS DA MINHA GERAÇÃO. Por Professor Pachecão | MASTER.

Sorria Nº 32. Até onde você pode ir? | Revista Sorria quarta-feira, jun 19 2013 

Adquira a sua edição impressa numa das unidades da Droga Raia.

Sorria Nº 32. Até onde você pode ir? | Revista Sorria.

Campanha contra abuso infantil traz mensagem oculta que só crianças veem segunda-feira, jun 17 2013 

Recebi de minha cunhada Sônia.

Clique para saber tudo.  Embora a visualização do vídeo, no “link” abaixo, seja em inglês, o texto de apresentação está em português.

Campanha contra abuso infantil traz mensagem oculta que só crianças veem.

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! Recebida em 13/06/2013 segunda-feira, jun 17 2013 

 

Olá,

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O tema da vez é: que história você viveu que seria trágica se não fosse cômica?

Estamos procurando relatos de situações que tinham tudo para ser um fracasso, mas que, encaradas com bom humor, se tornaram divertidas lembranças. Por exemplo:

– Decidi cortar eu mesma meu cabelo antes de uma festa, e ficou horrível. Mesmo assim, fui. Chegando lá, muita gente me olhou estranho. Mas meus amigos deram muita risada comigo. Foi uma boa maneira de identificar quem realmente gostava de mim.

– Na final do campeonato, tive a chance de fazer o gol que nos daria o título, mas furei. Por meses me odiei por isso, nem quis ver o vídeo que um amigo havia gravado do jogo. Um dia vi e achei muito engraçado. Só assim me perdoei, entendendo que dei o melhor de mim, e que erros todos cometem.

– Reencontrei um conhecido que não via há muito tempo. Não lembrava seu nome. Na hora de apresentá-lo à minha esposa, não teve jeito: precisei admitir meu esquecimento. Acabamos rindo todos. E, desde então, em vez de apenas conhecidos, nos tornamos bons amigos.

– Quando fui me declarar à Lourdes, fiquei tão nervoso que o discurso que eu tinha ensaiado saiu todo errado, sem fazer o menor sentido. Ela deu risada, eu também, e foi graças a essa piada involuntária que começamos a namorar.

– Na escola, escrevi uma longa cola na palma da mão. Graças a isso, fiz a prova sem dificuldade. Mas, na hora de entregar pra professora, estendi justamente a mão rabiscada. Ela viu e me deu zero. Hoje, dou risada dessa minha burrada. E lembro como ela foi importante: fiquei tão irado que estudei pra valer e tirei 10 no teste seguinte.

– No trabalho, deletei por engano um relatório que eu havia levado semanas fazendo. Chorei, gritei, todo mundo ficou olhando. Até que um colega me ensinou a recuperar o arquivo. Em um minuto, o problema estava resolvido. Claro que meu escândalo virou piada. Hoje, eu mesma gargalho da minha reação, que me lembra que não é preciso se descabelar à toa.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

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Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

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