Saber-Literário : FRED FIGNER = Casa Edison; Odeon; Retiro dos Artistas em Jacarepaguá – RJ segunda-feira, fev 24 2014 

Recebi da prima Melinha um texto, com fotos, sobre Fred Figner.

Em “busca”, encontrei a origem do texto enviado no corpo da mensagem de e-mail.

Emocionante!

Saber-Literário : FRED FIGNER.

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Você tem um sósia? – MyHeritage.com.br – Blog português domingo, fev 23 2014 

Mesmo que você ainda não tenha um “website” de família no MyHeritage.Com, nada o impede de acessar a postagem abaixo e as demais postagens.

Aos que têm “website de família, verifiquem esse recurso de reconhecimento facial para localizar sósias.

Você tem um sósia? – MyHeritage.com.br – Blog português.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria domingo, fev 23 2014 

À venda em qualquer loja da Droga Raia, pelo valor de R$ 3,50 (três reais e cinquenta centavos). Esse valor, descontados os custos do projeto, é revertido para o GRAACC + Instituto Ayrton Senna (parceria social).

GRAACC, combatendo e vencendo o câncer infantil, é a sigla de Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer. É uma instituição sem fins lucrativos que, desde 1991, combate o câncer infantil.

Clique para folhear as revistas anteriores disponíveis para isso. Não se esqueça de, ao passar por uma das lojas da Droga Raia, adquirir uma ou mais revistas.

A de n.º 36 refere-se ao bimestre fevereiro e março/2014.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria.

Itu.com.br – Cinema – Vida do pintor ituano Almeida Junior é contada em documentário quarta-feira, fev 19 2014 

Itu.com.br – Cinema – Vida do pintor ituano Almeida Junior é contada em documentário.

Direitos Humanos Seletivos, de Ruy Fabiano, Blog do Noblat, 15-02-2014 domingo, fev 16 2014 

De 15-02-2014, Blog do Noblat, por Ruy Fabiano; recebido do primo PRoberto

Direitos Humanos Seletivos

Ruy Fabiano

A defesa dos direitos humanos, imperativo civilizatório, perde sentido e substância quando contaminada pelo viés ideológico. Direitos humanos não são nem de direita, nem de esquerda; ou se aplicam a todos ou apenas instrumentalizam um projeto de poder, o que configura mais um tipo de violação.

É o que tem ocorrido no Brasil há já muitos anos, ao ponto de sua simples menção provocar mais suspeita que conforto em grande parte da sociedade. Isso porque raramente as organizações humanitárias preocupam-se com o destino das vítimas, concentrando-se habitualmente nos agressores ou naqueles que personificam a luta política que consideram emblemática.

Vejamos os fatos mais recentes. O ajudante de pedreiro Amarildo de Souza desapareceu de sua residência, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, em julho do ano passado [2013].

As investigações indicam que foi morto por PMs. Mas, bem antes de sua morte estar evidenciada, fez-se campanha nacional, de grande repercussão, para denunciá-la. Muito justo e necessário. Artistas interrompiam shows para reclamar de seu paradeiro.

Porém, dia 2 passado [02-02-2014], a PM Alda Rafael Castilho, de 22 anos, foi covardemente assassinada, com um tiro no estômago, em seu posto na UPP de Vila Cruzeiro, no Rio.

Eram 15 os bandidos, que balearam outro PM, Melquisedeque Basílio, de 29 anos, e atingiram, com balas perdidas, um casal, sendo que a moça, Elaine Mariano, ferida na cabeça, está em estado grave no hospital. Alda foi o oitavo policial morto desde que as UPPs se instalaram, em 2008.

Alguma manifestação? Algum artista interrompeu seu show para reclamar sua morte? Algum muro na cidade para lembrar o crime? Alguma ONG empenhada em auxiliar a família das vítimas? Alguma declaração da ministra dos Direitos Humanos? Não.

O episódio circunscreveu-se ao noticiário de jornal. Policial, segundo se depreende de tal silêncio, não é humano – e, portanto, não tem direitos. Vamos em frente.

No dia 3 passado [03-02-2014], em São Luís, Maranhão, bandidos tocaram fogo em um ônibus cheio de passageiros. Vários feridos e uma criança de seis anos, Ana Clara Santos Souza, carbonizada. O crime chocou a opinião pública, mas não se tem notícia de qualquer protesto por parte das ONGs humanitárias ou qualquer pronunciamento da ministra dos Direitos Humanos.

Dia 11 [11-02-2014], Kaíque Augusto Batista dos Santos, de 17 anos, foi encontrado morto em São Paulo, embaixo de um viaduto, com o rosto deformado e uma fratura exposta na perna.

Antes que a perícia se manifestasse, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, ao saber que se tratava de um negro e homossexual, resolveu todo o enigma: o rapaz fora assassinado por homofóbicos racistas. Aproveitou, em nota oficial, para pedir rapidez na aprovação da lei que criminaliza a homofobia.

Ato contínuo, organizações de homossexuais, ONGs de direitos humanos e partidos de esquerda entraram em cena para reverberar as palavras da ministra. Chegaram a fazer uma manifestação de protesto no local. Dias depois, o diagnóstico da polícia, reconhecido pela família, silenciou o protesto: Kaíque se suicidara. Seu cadáver perdeu então importância.

No dia 31 [31-01-2014] passado, um adolescente negro foi espancado e amarrado a um poste no bairro do Flamengo, Rio. Ele teria praticado roubos nas redondezas e fora justiçado por rapazes de classe média, que, na ausência da polícia, decidiram agir como milicianos. Um absurdo, claro.

Porém, o alarido que as mesmas organizações promoveram em defesa do rapaz – justa, diga-se – contrasta com o silêncio em torno da morte da PM Alda e da menina Ana Clara.

Em São Paulo, dia 25 passado [25-01-2014], a polícia baleou o black bloc Fabrício Proteus Chaves, de 22 anos, que investira contra um policial com um estilete na mão. A mesma turma dos direitos humanos, antes que as imagens colhidas do episódio viessem à tona – e comprovassem que a polícia agiu em legítima defesa – julgaram e condenaram os PMs.

Fabrício tinha em sua mochila, entre outros artefatos, duas bombas caseiras e uma chave inglesa, usada para quebrar vitrines e caixas eletrônicos. O episódio serviu também para que diversos personagens do meio político e artístico reiterassem a legitimidade da ação predadora dos black bloc.

No Rio [em 06-02-2014], dois black bloc mataram [atingiram Santiago Andrade com um rojão] o cinegrafista Santiago Andrade [05-09-1964/10-02-2014]. Antes que as imagens fossem divulgadas – e mostrassem a autoria efetiva -um repórter de TV disse ter visto a polícia jogar a bomba. Abriu-se uma discussão para atenuar o crime. Os rapazes não queriam matar o cinegrafista. Quem então? Um policial? Talvez. Não haveria tanto barulho. Polícia não é gente.

Esta semana [13-02-2014], em Brasília, uma manifestação do MST feriu 30 PMs, sendo oito em estado grave. Alguma solidariedade às famílias, alguma declaração da ministra contra a violência? Nada.

Indignação seletiva é sempre falsa – e, em vez de combater a violência, realimenta-a.

Ruy Fabiano é jornalista.

http://oglobo.globo.com/pais/n…seletivos-524517.asp

Silêncio cúmplice , de Heloísa Seixas, em “O Globo”, 12-02-2014 domingo, fev 16 2014 

Publicado em 12-02-2014, de Heloísa Seixas, em “O Globo”; recebido do primo PRoberto

Silêncio cúmplice

‘Os comentários que tenho ouvido me passam a impressão de que, de alguma maneira, nos sentimos culpados’

Recebi o telefonema de um amigo da TV Bandeirantes, muito abalado com a morte do cinegrafista Santiago Andrade, atingido por um morteiro disparado pelos black blocs na manifestação do dia 6 de fevereiro. Claro que todos nós — a sociedade civil e especialmente nós, jornalistas — estamos chocados com a história. Mas uma frase de meu amigo me chamou a atenção:

“Fico me perguntando se não devíamos ter sido mais duros desde o início, se não devíamos ter denunciado com mais vigor esses vândalos”, disse ele. Aí está: talvez haja, nessa morte, mais do que a sensação de perplexidade e revolta que sentimos quando ficamos sabendo, por exemplo, da morte de alguém vítima de bala perdida. Os comentários que tenho ouvido me passam a impressão de que, de alguma maneira, nos sentimos culpados.

Desde que começaram os movimentos de junho do ano passado, temos assistido à crescente violência nas manifestações. Essa escalada de violência tem sido atribuída quase sempre à maneira truculenta de agir por parte dos policiais. Mas, por maior que seja o despreparo do aparato policial, há vândalos agindo livremente nas ruas durante esses atos, saindo com o objetivo puro e simples de destruir, sem qualquer reivindicação a movê-los.

Jovens advogados, políticos progressistas, instituições que sempre defenderam os direitos humanos, todos têm saído em defesa dos manifestantes, na presunção de que, entre perseguidos e policiais, os primeiros têm sempre razão. Mas os black blocs, ou seja lá que nome tenham, vinham dando sinais nos quais devíamos ter prestado mais atenção: havia tintas neonazistas no comportamento deles, inclusive na hostilidade à imprensa.

Mas parecia retrógrado, uma coisa velha, de direita (como se dizia antigamente), ser contra os manifestantes. Poucos de nós, na imprensa, tivemos coragem de escrever contra eles com a força necessária. Afinal, como defender policiais e governos suspeitos, logo nós, que já trabalhamos sob censura e combatemos a ditadura? Melhor ficarmos quietos, em nome da democracia. Em nome do direito à livre manifestação — mesmo com bombas e pedras.

E agora estamos assim, como o meu amigo da Bandeirantes. Com esse nó na garganta, essa pergunta presa no peito: será que nosso silêncio constrangido nos faz cúmplices na morte de Santiago?

*Heloisa Seixas é jornalista e escritora

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/silencio-cumplice-11577996#ixzz2t82FOE1V
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Italianos em Salto (1996) – YouTube terça-feira, fev 11 2014 

Havia oito (08) postagens, do YouTube, com o título “Italianos em Salto”.

Eliminei-as, porque havia um aviso que impossibilitava assisti-las.

Encontrei esta, de 2013, com 1h11m32s.

viaItalianos em Salto (1996) – YouTube.

APOD: 2012 July 10 – Happy People Dancing on Planet Earth segunda-feira, fev 10 2014 

Saiba algo sobre o idealizador dos vídeos:

http://www.wherethehellismatt.com/about

http://www.wherethehellismatt.com/about/faq#triplyrics

APOD: 2012 July 10 – Happy People Dancing on Planet Earth.

Pesquisa genealógica enquanto dorme – Webinar – MyHeritage.com.br – Blog português sábado, fev 8 2014 

O que é Webinar?

É um novo meio de comunicação entre MyHeritage e seus usuários. De uma maneira bem fácil, é possível explicar ao vivo na forma de palestra/aula algumas funções em que muitos usuários podem encontrar dúvidas ou até mesmo não usarem pois não conhecem todo o potencial do site.

Fonte: Trecho extraído da postagem “Webinar de MyHeritage.com – comandos básicos”, 20-06-2013, por Walter Olivas. http://blog.myheritage.com.br/2013/06/webinar-de-myheritage-comandos-basicos/

Agora, clique, abaixo, para acompanhar o Webinar esclarecedor para “Smart Matches”, uma ferramenta disponível, nos planos pagos do MyHeritage, para as coincidências de perfis entre a sua árvore genealógica e outras árvores; para adicionar, na sua árvore, dados de perfis de árvores coincidentes; para unir árvores…

Pesquisa genealógica enquanto dorme – Webinar – MyHeritage.com.br – Blog português.

Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo – Laosp | Centro Cultural do Liceu quarta-feira, fev 5 2014 

Gostaria que “Era Virtual” tivesse tido a oportunidade de incluir o Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo para visita virtual antes que pegasse fogo na madrugada de 04-02-2014. Fechado há um ano (2013), só tive um vislumbre do acervo após o incêndio. Alguém declarou que tudo pode ser restaurado. Outras notícias, na Web, afirmam que o Centro Cultural do Liceu não tinha alvará dos bombeiros e que a razão do incêndio pode ter sido um curto-circuito.

Atualizado: 04/02/2014 07:40 | Por Agência Brasil, Agência Brasil

Incêndio destroi Centro Cultural do Liceu em SP

Um incêndio de grandes proporções nesta madrugada [04-02-2014] destruiu o Centro Cultural do Liceu de Artes de Ofícios de São Paulo. Parte do acervo que incluía réplicas em escala natural de esculturas clássicas foi perdida. Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve vítimas.

As chamas começaram por volta da 1h e foram enviadas 21 viaturas. No início desta manhã, o fogo já estava controlado e os homens do Corpo de Bombeiros faziam o trabalho de rescaldo.

O Centro Cultural na rua da Cantareira, 1351, no bairro do Bom Retiro, região central da capital paulista funcionava num prédio anexo à escola Liceu. O estabelecimento publicou um comunicado no seu site informando que o prédio da escola não foi atingindo. Porém, as aulas estarão suspensas nesta terça-feira (4).

Adendo: na Internet, no website do Liceu, encontramos o aviso de que as aulas no prédio não atingido pelo fogo retornam na segunda-feira, dia 10-02-2014. MLB

Agência Brasil – Todos os direitos reservados.

Fonte: http://noticias.br.msn.com/brasil/inc%C3%AAndio-destroi-centro-cultural-do-liceu-em-sp

Sobre o Liceu de SP, clique em:

Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo_Wikipédia a enciclopédia livre

e complemente com:

Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo – Laosp.

Fachada do Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo_orgiem Wikipédia

Fachada do Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo_origem Wikipédia, a enciclopédia livre

200px-Pinacoteca_do_Estado_de_São_Paulo,_Brasil_-_interiores

O edifício da Pinacoteca de São Paulo originalmente foi construído para abrigar o Liceu de Artes, além do acervo artístico do Estado, embora a escola tenha se mantido por um curto período aí. (Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre)

Por enquanto, maravilhe-se com a visita virtual ao Museu de Artes e Ofícios de Minas Gerais, de “Era Virtual”

Espere carregar. Quando aparecer a Praça da Estação, com música e narração, você pode fazer a visita virtual pela praça. Depois, no canto inferior esquerdo, escolha os itens pelos quais deseja navegar, um a um, que, além de imagens, há narração.

Era Virtual, Museu de Artes e Ofícios de Minas Gerais, Brasil