A história do biquíni e como chegou aos EUA – em inglês quarta-feira, jan 29 2014 

Meu primo PRoberto ficou curioso com o sobrenome da primeira corajosa a posar de biquíni, uma dançarina francesa.

Enviou-me a foto e o comentário sobre a modelo.

Encontrei esta “pérola” de 2006 =

A história do biquíni, como chegou nos EUA, em inglês

Agora, em português, cujo texto aborda a paixão de brasileiros e brasileiras pelo biquíni =

A evolução do biquíni, inventado na França em 1946, até o fio dental

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Flagra: Sapo “cavalheiro” usa folha para proteger fêmea da chuva – Globo Rural | Planeta Bicho quarta-feira, jan 29 2014 

Indicação do amigo JEmídio.

Uma pérola, de fato.

Flagra: Sapo “cavalheiro” usa folha para proteger fêmea da chuva – Globo Rural | Planeta Bicho.

São Paulo, Minha Cidade e as histórias contadas pela prima Haydée segunda-feira, jan 27 2014 

Acessem as histórias contadas pela prima Haydée. São Pérolas, Resgate da Memória da cidade de São Paulo.

Primeira vez em São Paulo_por Haydée M Brock

Procurando Arnobio_por Haydée M Brock

Quase só para mulheres_por Haydée M Brock

Origem: São Paulo, Minha Cidade

Garanto que se interessarão, também, por outras histórias contadas pelos demais autores.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória – MyHeritage Blog em Português segunda-feira, jan 27 2014 

Imperdível!

Atenção para o documentário (em vídeo) que não pretende dar explicações ou respostas, mas levar à reflexão.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória.

Não consigo acessar SPPREV nem encontro meu demonstrativo de pagamento como inativo sexta-feira, jan 24 2014 

A melhor solução é acessar em

SPPREV página inicial

o Atendimento ao Usuário, utilizar as informações ali prestadas e tirar todas as dúvidas com os atendentes (consulta presencial ou por telefone).

Apresenta-se assim, na página inicial do SPPREV

Atendimento ao Usuário


Atendimento presencial


Sede: Rua Bela Cintra, 657
Consolação – SP
2ª a 6ª feira: 9h às 16h

Teleatendimento


0800 777 7738

2ª a 6ª feira: 8h às 21h
Sábado: 8h às 16h

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Compartilhando histórias de família com nossos maiores tesouros: nossos filhos terça-feira, jan 21 2014 

Imperdível essa postagem.

Você já pensou em ter sua árvore genealógica on-line?

É possível preservar tudo de que trata o texto da postagem abaixo e compartilhar com os membros da família.

Compartilhando histórias de família com nossos maiores tesouros: nossos filhos.

“Tico-Tico no fubá” 79 anos após a morte de Zequinha de Abreu em 22-01-1935 terça-feira, jan 21 2014 

Canção de choro composta por Zequinha de Abreu.

José Gomes de Abreu, o Zequinha de Abreu, nasceu em Santa Rita do Passa Quatro – SP, em 19-09-1880. Morreu em São Paulo – SP, no dia 22-01-1935

Na Wikipédia= “Tico-Tico no Fubá” é uma canção de choro composta por Zequinha de Abreu. Com o tempo, tornou-se uma das canções brasileiras mais conhecidas de todos os tempos. Foi gravada pela pequena notável  Carmen Miranda, pela Rainha do Chorinho Ademilde Fonseca e por Ray Conniff, entre outros. Foi apresentada pela primeira vez em um baile da cidade de Santa Rita do Passa Quatro em 1917 sob o nome de Tico-Tico no Farelo. A canção recebeu o nome atual em 1931, já que existia outra de mesmo título, composta por Canhoto. No mesmo ano foi incluída pela primeira vez em disco, gravado pela Orquestra Colbaz. [Origem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tico-Tico_no_Fub%C3%A1, onde se pode ouvir a gravação de “Tico-Tico no fubá” com a Orquestra Colbaz]

Composição de 1917, já famosa no exterior, apenas tocada. A primeira letra foi feita em 1941 pelo Dr. Eurico Barreiros. Ademilde Fonseca gravou-a (10.8.1942) na Columbia (55.386-A). Nos Estados Unidos, Aloysio de Oliveira, ignorando o precedente, escreveu outra letra […] Em carta a Almirante (12.3.1943), toda em versos, ele comenta: “Agora, um outro assunto/ eu quero lhe perguntar/ É sobre aquele chorinho/ “Tico-Tico no Fubá”/ Espécie de adaptação/ Eu fiz para Carmen cantar/ Quero a sua opinião/ Pois aqui tem-se a impressão/ que vai ficar popular/ Depois de tudo já feito/ Num jornal vi publicado/ que haviam já no Rio/ o “Tico-Tico” cantado/ Li a letra que fizeram/ E comparando com a minha/ Conclui comigo mesmo/ que a minha era “melhorzinha”/ Aqui, inclusa, uma cópia/ Da minha letra eu envio/ Para que a compare/ com a que fizeram no Rio.” (Abel Cardoso Junior) [Origem: http://carmen.miranda.nom.br/grv_284.html]

Em http://letras.mus.br/ney-matogrosso/1096637/, a canção na performance de Ney Matogrosso: a letra é de Eurico Barreiros (a primeira letra de 1941). [A Informação sobre o crédito da letra cantada por Ney Matogrosso foi extraída de http://www.beakauffmann.com/mpb_t/tico-tico-no-fuba.html, onde é possível ouvir duas “midis” de “Tico-Tico no fubá” – Beatriz Kauffmann’s Web Site = www.beakauffmann.com].

No Youtube, Ney Matogrosso, Show “Batuque” de 2001, postado em 2011

http://youtu.be/7O3CL1_a8kg

Para ouvir com Carmen Miranda

Em http://letras.mus.br/carmen-miranda/241982/, a letra é de E. Drake e Alloysio de Oliveira.

TICO-TICO NO FUBÁ
[Choro – De Zequinha de Abreu, E. Drake e Aloysio de Oliveira. Acompanhamento do Bando da Lua e Garoto. Gravado nos Estados Unidos em 27 de janeiro de 1945]

Origem da informação = http://carmen.miranda.nom.br/grv_284.html

No Youtube, postado em 2011, Carmen Miranda interpreta a letra gravada em 1945:

http://youtu.be/bioGCIPKuiM

Rendeu bastante o fato de eu não saber disso e ter pesquisado.

Tico Tico no Fubá – Ney Matogrosso – YouTube terça-feira, jan 21 2014 

Recebi mensagem reenviada pelo primo Sérgio com a letra integral de “Tico-tico no fubá”, chamando a atenção para essa letra, pois quem enviou a mensagem, originalmente, comenta que nunca tinha prestado atenção na letra inteira.

Acontece que, com todo o talento, Ney Matogrosso interpreta a canção de modo que é possível entender os versos.

Aparentemente, os intérpretes anteriores sempre foram obrigados a interpretá-la de acordo com o ritmo absolutamente alucinante do acompanhamento musical.

Vale a pena assistir à interpretação de Ney Matogrosso, “Show Batuque”,  gravado em 2001, postado em 2011.

Tico Tico no Fubá – Ney Matogrosso – YouTube.

Na postagem subsequente, entendi o motivo de a letra cantada por Ney Matogrosso não se parecer em nada com a letra cantada por Carmen Miranda = Ney Matogrosso interpretou a primeira letra de “Tico-Tico no fubá”.

Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre – A vida imortal de Henrietta Lacks segunda-feira, jan 20 2014 

Henrietta Lacks morreu em 1951, vítima de uma forma agressiva de câncer de colo de útero.

Acompanhe, abaixo, pelo “link” da Wikipédia, por que uma humilde norte-americana se tornou imortal.

Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em 2011, presenteei uma amiga, médica, com o livro, na época, recém lançado no Brasil pela Companhia das Letras, cuja resenha pode ser lida no “link” abaixo:

http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12974

Minha amiga comentou, posteriormente, que ficou encantada e emocionada com a leitura.

Espero estimular outras pessoas a comprar o livro e a refletir sobre o conteúdo.

Adianto alguns detalhes, com citação da fonte de onde foram extraídos:

Descrição do produto e ficha técnica

Título: A Vida Imortal de Henrietta Lacks
Autor: Rebecca Skloot
Editora: Companhia das Letras
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 456 páginas
ISBN: 978-85-3591-815-1
Peso: 570g
Dimensões: 210mm x 140mm

Sinopse

Henrietta Lacks era descendente de escravos e nasceu em 1920, numa fazenda de tabaco no interior da Virgínia. Aos trinta anos, casada e mãe de cinco filhos, Henrietta descobriu que tinha câncer.

Em poucos meses, um tumor no colo do útero se espalhou por seu corpo. Ela se tratou no Hospital Johns Hopkins, e veio a falecer em 1951. No hospital, uma amostra do colo do útero de Henrietta havia sido extraída sem o seu conhecimento, e fornecida à equipe de George Gey. Gey demonstrou que as células cancerígenas desse tecido possuíam uma característica até então inédita –mesmo fora do corpo de Henrietta, multiplicavam-se num curto intervalo, tornando-se virtualmente imortais num meio de cultura adequado.

Por causa disso, as células “HeLa” logo começaram a ser utilizadas nas pesquisas em universidades e centros de tecnologia. Como resultado, a vacina contra a poliomielite e contra o vírus HPV, vários medicamentos para o tratamento de câncer, de AIDS e do mal de Parkinson, por exemplo, foram obtidos com a linhagem “HeLa”.

Apesar disso, os responsáveis jamais deram informações adequadas à família da doadora e tampouco ofereceram qualquer compensação moral ou financeira pela massiva utilização das células. “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” reconstitui a vida e a morte desta injustiçada personagem da história da medicina. O livro demonstra como o progresso científico do século 20 deveu-se em grande medida a essa mulher negra, pobre e quase sem instrução.

Fonte: http://livraria.folha.com.br/livros/ciencias-biologicas/vida-imortal-henrietta-lacks-rebecca-skloot-1163086.html?tracking_number=734

Aprendiz da vida – Letícia Thompson 2011 segunda-feira, jan 13 2014 

Repostando o texto, pois postei, anteriormente, o anexo em extensão “pps” que recebi do primo Sérgio

Aprendiz da vida – Letícia Thompson 2011.

Últimos Desejos | Kombi | Volkswagen quinta-feira, jan 9 2014 

Imperdível. Fui direcionada a essa pérola pela publicação, na revista Superinteressante, Edição “verde” 327, dezembro/2013, página 27, Editora Abril:

Os últimos desejos da Kombi_anúncio na Superinteressante dez2013 ed 327 Editora Abril

No final da mensagem publicitária, há a recomendação para acessar = vw.com.br/kombi

Acesse o “link” abaixo com tempo, para ver as histórias completas e acompanhar as entregas das “retribuições” da Kombi a pessoas especiais que fizeram parte da vida dela.

Últimos Desejos | Kombi | Volkswagen.