Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: que história você viveu que seria trágica se não fosse cômica?

Estamos procurando relatos de situações que tinham tudo para ser um fracasso, mas que, encaradas com bom humor, se tornaram divertidas lembranças. Por exemplo:

– Decidi cortar eu mesma meu cabelo antes de uma festa, e ficou horrível. Mesmo assim, fui. Chegando lá, muita gente me olhou estranho. Mas meus amigos deram muita risada comigo. Foi uma boa maneira de identificar quem realmente gostava de mim.

– Na final do campeonato, tive a chance de fazer o gol que nos daria o título, mas furei. Por meses me odiei por isso, nem quis ver o vídeo que um amigo havia gravado do jogo. Um dia vi e achei muito engraçado. Só assim me perdoei, entendendo que dei o melhor de mim, e que erros todos cometem.

– Reencontrei um conhecido que não via há muito tempo. Não lembrava seu nome. Na hora de apresentá-lo à minha esposa, não teve jeito: precisei admitir meu esquecimento. Acabamos rindo todos. E, desde então, em vez de apenas conhecidos, nos tornamos bons amigos.

– Quando fui me declarar à Lourdes, fiquei tão nervoso que o discurso que eu tinha ensaiado saiu todo errado, sem fazer o menor sentido. Ela deu risada, eu também, e foi graças a essa piada involuntária que começamos a namorar.

– Na escola, escrevi uma longa cola na palma da mão. Graças a isso, fiz a prova sem dificuldade. Mas, na hora de entregar pra professora, estendi justamente a mão rabiscada. Ela viu e me deu zero. Hoje, dou risada dessa minha burrada. E lembro como ela foi importante: fiquei tão irado que estudei pra valer e tirei 10 no teste seguinte.

– No trabalho, deletei por engano um relatório que eu havia levado semanas fazendo. Chorei, gritei, todo mundo ficou olhando. Até que um colega me ensinou a recuperar o arquivo. Em um minuto, o problema estava resolvido. Claro que meu escândalo virou piada. Hoje, eu mesma gargalho da minha reação, que me lembra que não é preciso se descabelar à toa.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

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Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

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Muito obrigado!

Equipe Sorria

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