Donna Summer – Mac Arthur Park – YouTube sexta-feira, maio 18 2012 

 

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Portal FEB – O Portal da Força Expedicionária Brasileira | quinta-feira, maio 17 2012 

 

Portal FEB – O Portal da Força Expedicionária Brasileira |

Vídeo: o emocionante salvamento de 30 golfinhos em praia de Arraial do Cabo (RJ) quinta-feira, maio 17 2012 

Peço desculpas para aqueles que considerarem essa notícia antiga (é de março/2012), mas só tomei conhecimento do fato por mensagem eletrônica de minha cunhada Sônia.

Enviou-me o “link” do vídeo, no YouTube e, ao assisti-lo, fiquei emocionada e impressionada com a atitude espontânea dos que participaram desse salvamento.

Ao longo da exibição do filme, pensei na possibilidade de danos físicos aos golfinhos, porém, ao considerar a espontaneidade dos que devolveram os golfinhos para mais longe da praia, onde esses animais puderam nadar (o vídeo tem duração de quatro minutos), também louvei a atitude desses banhistas. Eu, naquele momento, não saberia o que fazer. Aos que tomaram atitude no intuito de salvar os golfinhos, minha admiração.

Ao ler os comentários, no próprio YouTube, um deles afirma que todos os golfinhos morreram, em virtude de danos na delicada estrutura óssea da cauda.

Aproveito, portanto, para fazer um comentário pessoal: procurei pelas consequências da atitude rápida dos banhistas e não encontrei, em “Busca”, nenhuma nota jornalística, a não ser essa postagem, abaixo, identificada como de “Veja”, Editora Abril. Há muitas outras postagens, mas eu procurava uma nota de jornal impresso. Não sei se os voluntários teriam tempo de avisar algum setor de preservação ambiental para que tomassem as medidas corretas para devolver os golfinhos para local mais profundo, ou seja, esperar a maré subir, suportar os golfinhos na altura da “barriga” para conduzi-los o mais longe da praia etc…

Registro, aqui, uma observação filosófica pessoal sobre determidas pessoas que falam, depois que tudo aconteceu, e palpitam em cima da frieza dos fatos. A meu ver, são aquelas que apenas observam e, depois, demonstram como seria correto ter agido.

Sabemos que, em caso de acidentes com seres humanos, a não ser que a vítima sofra riscos de morrer numa explosão, a melhor solução é aguardar a chegada de pessoal qualificado para removê-la, pois o salvamento por pessoas não qualificadas pode agravar o estado da vítima.

Todavia, no caso desses golfinhos, por exemplo, não encontrei, em “Busca”, nenhuma opinião de especialistas que louvassem a atitude dos voluntários e acrescentassem que, embora entendessem a urgência dos sentimentos desses voluntários, numa próxima ocasião, esses voluntários e os cidadãos, em geral, agissem de tal modo (e fornecessem todas as orientações corretas).

Acompanhem, agora, para quem não conhecia esse fato, os eventos do título da postagem. 

Vídeo: o emocionante salvamento de 30 golfinhos em praia de Arraial do Cabo (RJ).

Brasil. Uma história inconveniente (BBC 2000) – YouTube terça-feira, maio 15 2012 

 

Enviado por geografismos em 05/07/2011

Portugal, Brasil e diversas nações africanas foram responsáveis pela maior emigração forçada da história da humanidade.
Brazil: An Inconvenient History é um documentário dedicado ao passado colonial do Brasil, realizado em 2000 por Phil Grabsky, para a BBC/History Channel. Ganhou um Gold Remi Award no Houston International Film Festival em 2001.
A “história inconveniente do Brasil” é uma história inconveniente de Portugal até 1808 (invasões francesas e fuga da corte para o Brasil) e do Brasil até 1888 (abolição oficial da escravatura) e dos diversos reinos africanos (capturavam e vendiam escravos aos traficantes). Uma história inconveniente para todos (à excepção dos próprios escravos).
CONTEXTO HISTÓRICO: ESTIMATIVAS GROSSEIRAS:
40% dos escravos capturados não sobreviviam ao percurso no interior do continente africano (até ao litoral onde eram vendidos)
15% dos escravos embarcados não sobrevivia à travessia do Atlântico
40% de todos os escravos que sobreviviam à travessia do Atlântico eram destinados ao Brasil.
4% e todos os escravos iam para os EUA.
Vindos de Angola, chegaram ao Brasil 10 vezes mais escravos do que os destinados aos EUA.
Chegou uma época em que a metade da população brasileira era constituída por escravos.
O Brasil teve o maior comércio de escravos.
O Brasil foi o último país a abolir a escravidão, em 1888.

/…/ [Leia mais na própria postagem do YouTube]

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Educação

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O Estado de São Paulo lança acervo público – MyHeritage.com.br – Blog português quarta-feira, maio 9 2012 

Clique para ler o conteúdo e acessar a notícia:

O Estado de São Paulo lança acervo público – MyHeritage.com.br – Blog português

Excelente notícia não apenas pelo valor inestimável do Acervo do Estadão, mas para pesquisas, inclusive, de quem mantém site de genealogia.

Leia, no link abaixo, uma das mais emocionantes demonstrações do valor do jornal impresso e de acervo digitalizado:

https://maluber2.wordpress.com/2006/03/29/a-capelinha-do-carreiro/

Por ocaisão dos 400 anos de Itu – SP, em 2010, esse relato foi publicado no livro “Itu, pelo ituanos”, ACADIL – Academia Ituana de Letras, OTTONI Editora.

Por causa da regulamentação do concurso promovido pela ACADIL, em parceria com a OTTONI Editora, “A Capelinha do Carreiro” ocupa as páginas 184, 185, 186 e 187 em forma de crônica.

 

 

Ticket de Espera – YouTube terça-feira, maio 8 2012 

 

Ticket de Espera – YouTube

Muito interessante. Excelente divulgação sobre doação de órgãos.

Recebi do primo Sérgio.

A arte de Alfredo Rodriguez (México – 1954) = os índios e os colonos norte-americanos quinta-feira, maio 3 2012 

Recebi um anexo belíssimo de MAdelaide e, ao procurar, na Internet sobre o pintor Alfredo Rodriguez, encontrei o anexo que disponibilizo (com som e créditos):

aartedealfredorodriguez-091224133904-phpapp02

Obviamente, a colonização norte-americana provocou tragédias para os índios. O anexo sobre a arte de Alfredo Rodriguez, no final, aborda os aspectos históricos dessa colonização. 

Neste último final de semana prolongado pelo feriado de 1.º de Maio, na TV por assinatura, assisti ao filme (não consegui ir até o final) Enterrem meu coração na Curva do Rio.

Havia lido o livro, no início dos anos da década de 1980, mas me lembrava muito pouco, exceto da agonia de acompanhar os fatos que provocaram a criação de reservas indígenas em áreas de pouco valor para a habitação dos índios.

Não estou ignorando os índio brasileiros – a revista Veja apresentou, na semana do Dia do Índio, uma reportagem belíssima sobre os irmãos Villas Boas – que passaram, também, por tragédias similares.

Desse modo, tanto a filosofia dos irmãos Villas Boas quanto a apresentação do anexo sobre a arte de Alfredo Rodriguez me remetem a uma fuga da realidade atroz do destino dos nativos de todos os continentes colonizados.

Nunca esquecer que, para esses nativos, a ideia de “posse da terra” jamais existiu.

Entenda por que o juiz tem que ouvir as duas partes – Piada boa quinta-feira, maio 3 2012 

Enviada por MAdelaide

ENTENDA POR QUE O JUIZ TEM QUE OUVIR AS DUAS PARTES
Seu Zé, mineirinho, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal.
No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Zé:
– O Senhor não disse na hora do acidente ‘Estou ótimo’?
E seu Zé responde:
– Bão, vô ti contá o que aconteceu. Eu tinha acabado di colocá minha mula favorita na caminhonete…
– Eu não pedi detalhes! – interrompeu o advogado.
– Só responda à pergunta: O Senhor não disse na cena do acidente: ‘Estou ótimo’?
– Bão, eu coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a rodovia…
O advogado interrompe novamente e diz:
– Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, e isso é uma fraude. Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta.
Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Zé e disse ao advogado:
– Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu Zé agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
– Como eu tava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a Rodovia quando uma picape travessô o sinal vermeio e bateu na minha Caminhonete bem du lado. Eu fui lançado fora do carro prum lado da rodovia e a mula foi lançada pro outro lado. Eu tava muito ferido e não podia me movê. Mais eu podia ouvir a mula zurrano e grunhino e, pelo baruio, percebi que o estado dela era muito feio. Em seguida o patrulheiro rodoviário chegou. Ele ouviu a mula gritano e zurrano e foi até onde ela tava. Depois de dá uma oiada nela, ele pegou o revorve e atirou 3 vezes bem no meio dos ôio dela.  Depois ele travessô a estrada com a arma na mão, oiô para mim e disse:
– Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. E o senhor? Como o senhor está se sentindo?
– Aí eu pensei bem e falei: … Tô ótimo!!!
-=-=-=-

FLOAT ON -THE FLOATERS – YouTube quarta-feira, maio 2 2012 

 

Dentre inúmeras postagens, no YouTube, esta é encantadora.

The Floaters – Float On (vinil) – YouTube quarta-feira, maio 2 2012 

Minha homenagem à minha rádio favorita, Antena 1, pois passei a ouvi-la, há muitos anos, por causa dessa música, tocada no rádio do carro do meu irmão Júnior.

Com um ritmo extremamente atraente, a letra da canção pode ser entendida por quem tem um mínimo de conhecimento da língua inglesa. Além disso, um excelente exercício para os que estão aprendendo a língua inglesa e não têm preconceitos com relação à “idade” da música: é de 1977. Ouso denominá-la uma “evergreen”e, pelas inúmeras inserções no próprio YouTube, não sou a única.

Cita, primeiramente, quatro signos do zodíaco, depois quatro nomes masculinos e, ao longo da letra, os eu-líricos descrevem a mulher ideal e pedem “take my hand/ let me take you to loveland/ let me show you how sweet it could be/ sharing love with (nome do eu-lírico – espertinho!) – com algumas variações – e convoca “float, float on”…

Ouça, primeiramente, a introdução (é a versão extensa) e, depois, a interpretação da letra.

No YouTube, encontramos, também, um histórico do grupo, de vida efêmera.