Ao que damos valor? – Reflexões para 2012 sábado, dez 31 2011 

Postagem de mensagem exatamente como me foi enviada por Maria Adelaide:

Essa história é fascinante. Um renomado jovem violinista, Joshua Bell, tocou por 40min no metrô de Washington alguns grandes clássicos, usando um Stradivarius valiosíssimo. Quase todos os usuários do metrô passam diretamente, ignorando-o, alguns colocam moedas na caixa do violino, apenas uma pessoa o reconhece. Dias antes, ele havia se apresentado em Boston, com ingresso mais barato a US$100. Mas …ali ele era apenas mais um músico de rua e as pessoas, ocupadas com seus compromissos, dão lhe deram a mínima atenção. O que teriam feito se soubessem quem ele era? Certamente mais pessoas iriam parar, mesmo que só por uns minutos, ainda que não se interessem por esse tipo de música.
Isso foi uma idéia genial do jornal Washington Post. A reportagem – vencedora de um Prêmio Pulitzer – está no link abaixo, apresentando inclusive entrevistas com alguns dos passantes, bem como um vídeo gravado no metrô.

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/04/04/AR2007040401721.html

Aqui tem um vídeo mais completo:

 
http://www.youtube.com/watch?v=myq8upzJDJc

 
A discussão por detrás desse episódio é: por que damos valor a um músico que se apresenta em um grande teatro e ignoramos o que está na rua? De uma forma mais abrangente, por que valorizamos mais o que nos é dito como sendo melhor – não só na arte, mas em roupas, eletrônicos, etc – do que o que nos é mais acessível em distância ou em custo?

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Happy New Year Fun sábado, dez 31 2011 

 

Happy New Year Fun

Recebi o cartão da prima "Melinha". Partilho com você.

Céu Azul Alimentos – unidade de Sorocaba – SP / vídeo Youtube unidade de Itapetininga quinta-feira, dez 29 2011 

Em visita à Céu Azul Alimentos, em Sorocaba – SP, no dia 27/12/2011, reuni 88 fotos, mas publico apenas três, pois não pedi permissão aos proprietários para isso.

Caso queira conhecer a Céu Azul alimentos, pela Internet, clique em

Céu Azul Alimentos – Institucional

A primeira foto é do espaço,  em Sorocaba – SP, destinado à educação e à interação social da parte da Céu Azul Alimentos, que recebe educandos para palestras e experiências, ao vivo, com as aves e os filhotinhos.

As duas outras fotos mostram o cuidado com o paisagismo e são “aperitivos” para o que essa unidade de Sorocaba guarda mais adiante.

Visita a Céu Azul Sorocaba SP 27dezembro2011 073

Visita a Céu Azul Sorocaba SP 27dezembro2011 002

Visita a Céu Azul Sorocaba SP 27dezembro2011 004

Abaixo, o “link” do YouTube, Céu Azul Alimentos, atividade com as crianças na unidade de Itapetininga:

http://www.youtube.com/embed/15_uFRhw1RQ

Ter brancos constantemente – Superinteressante segunda-feira, dez 26 2011 

Para os meus amigos Helena, Henrique e a todos aqueles que, como eu, começam a duvidar se não estão iguais à Kiki, no dia do aniversário, mesmo na nossa “tenra” idade.

Para relaxar, antes de ler o texto da Superinteressante: https://maluber2.wordpress.com/2011/04/05/assim-sero-nossos-futuros-aniversrioso-aniversrio-de-kiki/

 Ter brancos constantemente – Superinteressante.

Santuário de Nossa Senhora de Loreto na Itália. – YouTube / Texto complementar da Paróquia Nossa Senhora de Loreto – RJ segunda-feira, dez 26 2011 

 Minha curiosidade sobre o assunto foi despertada por um documentário exibido na TV por assinatura.

 

 

Mais de 700 anos de Devoção a Nossa Senhora de Loreto (1294-1997)

ÚLTIMAS DESCOBERTAS
Durante séculos a devoção a N. S. de Loreto se desenvolveu a partir de uma história que, embora fantástica em alguns aspectos, era propagada, relatada e chegou até nós. A Casa Santa de Loreto sempre fora, no entanto, objeto de estudos. E foram esses estudos bem recentes que vieram revelar fatos novos que possibilitam a reconstituição da história do surgimento da Santa Casa de Loreto. O Santuário de Loreto, conforme uma antiga tradição, guarda a Casa que morou Nossa Senhora em Nazaré na Galiléia. A casa da Virgem Santíssima, naquela cidade, era composta de duas partes: uma gruta escavada na rocha, ainda hoje venerada na Basílica da Anunciação em Nazaré, e a outra, uma construção de pedras na frente da gruta […]. Consoante a tradição, em 1291, quando os cruzados foram expulsos da Palestina, após a queda do Porto de Acon, a parte construída com pedras foi transportada por meio dos Anjos, primeiramente para a Híria e depois para o território lauretano (10 de dezembro de 1294). Atualmente, com base em novas indicações documentárias e nos resultados das escavações arqueológicas no subsolo da Santa Casa (1962-1965) e em estudos filológicos e iconográficos, se vai sempre mais consolidando a hipótese de que as pedras da Santa Casa foram trazidas em navios por iniciativa dos homens. De fato, um documento de setembro de 1294, descoberto recentemente, atesta que Nicéforo Ângelo, déspota do Epiro, dando sua filha Itamar como esposa a Filipe de Táranto, quarto filho de Carlos II de Angió, rei de Nápoles, entregou a ele uma série de dotes de casamento entre os quais apareciam, com clara evidência, “as Santas Pedras da Casa de Nossa Senhora , a Virgem Mãe de Deus, que foram trazidas para cá “. Este dado está de acordo com o que dizem alguns estudiosos do início deste século. Afirmam eles, com efeito, ter lido esta notícia em outros documentos do Arquivo Vaticano, presentemente desaparecidos. Neles se lia que uma família Bizantina chamada dos Anjos, em latim, De Angelis, no século XII, salvou da destruição muçulmana as pedras da Santa Casa de Nazaré e as mandou trazer para Loreto a fim de construir aqui a Capela.
ACHADOS ARQUEOLÓGICOS
Também alguns achados arqueológicos confirmam o documento de 1294. Foram encontradas debaixo da Santa Casa duas moedas de Guido de La Roche, duque de Atenas de 1287 a 1308 – época da transladação da Santa Casa. – O duque era filho de Helena dos Anjos, prima de Itamar e vassalo de Filipe de Táranto. Além das moedas, numa parede da Santa Casa há uns rabiscos onde parece que se pode ler ATENEORUM, isto é, dos Atenienses, com referência ao âmbito geográfico de família dos Anjos. Mais. Uma moeda de Ladislau de Angió-Durazzo, bisneto de Filipe Táranto e rei Nápoles de 1386 a 1414, se achava na parede entre pedras juntamente com cinco pequenas cruzes de fazenda vermelha, distintivo dos cruzados ou, mais provavelmente, de cavaleiros de uma ordem militar que, na Idade Média, defendia os lugares santos e suas relíquias. Encontrava-se, ainda, as cascas de um ovo de avestruz que lembra a Palestina e era símbolo do mistério da Encarnação. De grande importância são igualmente certos grafitos rabiscados em algumas pedras da Santa Casa. Estes daqui se assemelham muito aos que foram encontrados também em Nazaré. Provavelmente do nome da família dos Anjos ( DE ANGELIS ) do Epiro surgiu a versão popular de que a Santa Casa veio para cá mediante o “ministério angélico”, isto é, transportada pelos anjos.

Fonte: http://www.loreto.org.br/loreto.asp

Sobre Vincent Van Gogh e sua relação obsessiva por Millet – extensão “pps” – com crédito de tradução sábado, dez 24 2011 

_A_obsessão_de_Van_Gogh_JEmídio enviou em 08novembro2011

O NASCIMENTO DE JESUS, UM CORDEL SOBRE O NATAL – YouTube quinta-feira, dez 22 2011 

 Recebi do primo Jeferson, lá de Natal – RN.

 

ANOS 80 – BANCO NACIONAL – NATAL – QUERO VER VC NÃO CHORAR (OFICIAL) – YouTube quinta-feira, dez 22 2011 

 

ANOS 80 – BANCO NACIONAL – NATAL – QUERO VER VC NÃO CHORAR (OFICIAL) – YouTube

Apresentação de Natal nos Correios pelo Coral do Bairro Nereidas – YouTube quinta-feira, dez 22 2011 

 

http://youtu.be/wA7ItNOyV1w

Apresentação de Natal nos Correios pelo Coral do Bairro Nereidas – YouTube

Jornal de Poesia – Carlos Drummond de Andrade: Receita de ano novo terça-feira, dez 20 2011 

 

Recebi, como votos de Feliz 2012, o poema, abaixo, truncado.

Porque estava com pressa de responder às mensagens recebidas, repassei-o truncado, ou seja, comi cru e quente.

Eis o poema completo:

Carlos Drummond de Andrade


Receita de ano novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Jornal de Poesia – Carlos Drummond de Andrade

Dê coração de Natal – Cora Coralina ou Cora Maria? terça-feira, dez 20 2011 

            Não repassem este poema como pertencente a CORA CORALINA.

Encontrei-o, conforme o blog abaixo, em “O Beijo da Estrela”, como pertencente a Cora Maria.

A busca, na Web, por Cora Maria se revelou muito estranha (ou estranho é meu microcomputador, muito antigo?).

Quem quiser comprovar o que digitei, procure em:

A Era do Espírito por um Mundo Novo e Melhor:

http://aeradoespirito.sites.uol.com.br/A_ERA_DO_ESPIRITO_-_Portal/Poesias/Poesinicial/PoestitulosCM.html

e em http://www.meu.cantinho.nom.br/tema_poesias4.htm

Dê Coração de Natal
Cora Maria
Enfeite a Árvore de sua vida com guirlandas de gratidão!
Coloque no coração laços de cetim azul, rosa, amarelo, carmim,
Decore seu olhar com luzes brilhantes estendendo as cores em seu semblante
Em sua lista de presentes, em cada caixinha, embrulhe um pedacinho de
Amor,
Carinho,
Ternura,
Reconciliação,
Perdão!
Tem presente de montão no estoque do nosso coração e não custa um tostão!
A hora é agora!
Enfeite seu interior!
Sejas diferente!
Sejas reluzente!

O Beijo da Estrela: Dê Coração de Natal – Cora Maria –

PEOPLE ARE AWESOME (DON’S VERSION) – YouTube terça-feira, dez 20 2011 

 Recebi do primo Sérgio (reenvio) com a pergunta, em “Assunto”: Fantástico?

Reproduzo o comentário, no corpo do texto:

“A natureza última do ser humano é essencialmente transgressora. Procuramos superar os nossos limites e infelizmente os superamos com sucesso. Daí termos nos tornado o ápice da criação, o topo da cadeia alimentar, os subjugadores dos demais seres do sistema biológico. Igualamo-nos aos deuses e, como eles, tudo podemos e nessa ilusão destruiremos a nós, não a natureza, que estabelecerá um novo ponto de equilíbrio.

O vídeo que se segue é a prova de como nos distanciamos do que originalmente fomos e nos aproximamos do delírio da deificação narcísica”.

Nada mais a acrescentar.

PEOPLE ARE AWESOME (DON’S VERSION) – YouTube

ÁGUA, EM ALGUNS LUGARES ELA JÁ NÃO EXISTE MAIS. – BLOGUINHO terça-feira, dez 20 2011 

 Recebi a mensagem do amigo Joaquim Emídio. Localizei a fonte e a postagem é de 22/11/2009.

 

ÁGUA. EM ALGUNS LUGARES ELA JÁ NÃO eXISTE MAIS. – BLOGUINHO

O Atlas da Água – livro de 2005; postagem de Planeta Sustentável – junho/2007 terça-feira, dez 20 2011 

 

 

O Atlas da Água

Paula Nadal

Planeta Sustentável – 06/2007

Cinqüenta anos. Este é o tempo estimado para que metade da população mundial conviva com a escassez crônica de água, caso nenhuma providência seja tomada para conter o consumo indiscriminado do recurso natural. Os sucessivos ataques ao ciclo hidrológico levam a crer que a humanidade aguarda um futuro em que a água será mais do que um bem de consumo em extinção, mas um fator decisivo na explosão de conflitos armados pela disputa gota a gota. Os navios-tanque, que antes eram associados ao petróleo, começam a ter outra finalidade.

Um acordo firmado em 2004 entre Turquia e Israel, por exemplo, permite que este carregue 50 milhões de metros cúbicos de água por ano, durante vinte anos, retirados do rio Manavgat. Em troca, a Turquia deve adquirir tanques de guerra e tecnologia aeronáutica importada de Israel. Este pacto transforma água em moeda e instrumento de crescimento político e econômico, embora o líquido venha sendo usado com fins militares desde as sociedades antigas, uma vez que os cursos d’água ultrapassam as fronteiras nacionais.

Mais de 260 bacias fluviais são internacionais e 13 se dividem entre cinco ou mais países. O mesmo estado de Israel, que entra em acordo com a Turquia, briga desde a década de 1950 com a Síria e a Jordânia pelo controle de seus recursos hídricos. As guerras no século XXI serão pela água.

Estes e outros dados estão registrados nos 33 mapas, além de tabelas e textos explicativos sobre os recursos hídricos mundiais, presentes em O Atlas da Água, escrito e organizado pelos pesquisadores americanos Robin Clarke e Jannet King, com tradução de Anna Maria Quirino. São informações e números atualizados sobre a escassez de água e os modos como o líquido vem sendo utilizado em 168 países, com um capítulo especial dedicado ao Brasil, detentor de aproximadamente 15% das águas do planeta. Tudo fundamentado em estudos oficiais realizados pela Organização das Nações Unidas, governos, institutos, publicações científicas e organizações voltadas aos cuidados com o meio ambiente, como a “World Water” e o ‘World Resources Institute”.

Autor de outros livros sobre a água e questões ambientais como “Water: The International Crisis”, “The Science of War and Piece”, “We all fall down” e “Science and Technology in World Development”, Robin Clarke é também editor de publicações para o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Trata, portanto, com objetividade da ausência de um recurso que já afeta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo e mata, anualmente, de acordo com dados publicados pela WWF (sigla em inglês para Fundo Mundial para a Natureza), cerca de 2 milhões de habitantes do planeta, já que apenas 2,5% de toda a água existente na Terra é doce e somente um terço disso está próprio para o consumo.

A parceria com Jannet King, autora e organizadora de diversos atlas ambientais, históricos e políticos, foi fundamental para que o livro, editado no Brasil pela PubliFolha, servisse mais do que como um excelente meio de instrução e fonte de informações preciosas, mas como um alerta detalhado. O mapeamento indica as principais contradições na utilização da água, as prioridades mundiais com relação ao recurso natural, as medidas que vêm sendo tomadas para amenizar o problema em diversas partes do globo, os erros e os acertos localizados no que se refere a usos e abusos do líquido mais precioso da Terra, responsável pela vida que conhecemos.

Clarke e King mostram, de forma clara e com estatísticas alarmantes, como, por exemplo, o fato de que entre os anos 1960 e 2000 o consumo mundial de água dobrou, sem que houvesse tempo suficiente para o restabelecimento das fontes, que hábitos devem ser modificados pela preservação da vida. O desperdício do recurso natural é cada vez maior, tanto na agricultura, quanto na indústria ou no uso doméstico. Desperdício e mau uso. Desmatamentos, poluição, contaminação de lençóis, exploração indevida de aqüíferos, drenagens, represamentos e irrigações malfeitas contribuem para o crescimento das enchentes e secas descontroladas que ameaçam a sobrevivência de mais um bilhão de pessoas em todo o mundo.

A preservação das fontes depende de ações locais e globais, como o incentivo a pesquisas sobre a conservação e reaproveitamento da água, bem como a valorização de comunidades e do uso que fazem do líquido. Caso medidas efetivas não sejam tomadas e o consumo não seja reduzido, os desastres ecológicos e os desequilíbrios sociais serão cada vez mais acelerados. Qualquer atitude distante da integração e do consumo consciente pode ser a gota d’água. Fenômenos que fazem de O Atlas da Água leitura emergencial, um grito incontido em tempos de crise ambiental.

O Atlas da Água

Robin Clarke e Jannet King

Publifolha
2005

Riqueza natural

O Atlas da Água

De forma clara e com estatísticas alarmantes, o livro dos pesquisadores americanos, Robin Clarke e Jannet King, fala da escassez de água no planeta e os modos como o líquido vem sendo utilizado em 169 países, com um capítulo especial para o Brasil. Eles alertam: as guerras no século XXI serão pela água

 

Paula Nadal

Planeta Sustentável – 06/2007

Cinqüenta anos. Este é o tempo estimado para que metade da população mundial conviva com a escassez crônica de água, caso nenhuma providência seja tomada para conter o consumo indiscriminado do recurso natural. Os sucessivos ataques ao ciclo hidrológico levam a crer que a humanidade aguarda um futuro em que a água será mais do que um bem de consumo em extinção, mas um fator decisivo na explosão de conflitos armados pela disputa gota a gota. Os navios-tanque, que antes eram associados ao petróleo, começam a ter outra finalidade.

Um acordo firmado em 2004 entre Turquia e Israel, por exemplo, permite que este carregue 50 milhões de metros cúbicos de água por ano, durante vinte anos, retirados do rio Manavgat. Em troca, a Turquia deve adquirir tanques de guerra e tecnologia aeronáutica importada de Israel. Este pacto transforma água em moeda e instrumento de crescimento político e econômico, embora o líquido venha sendo usado com fins militares desde as sociedades antigas, uma vez que os cursos d’água ultrapassam as fronteiras nacionais.

Mais de 260 bacias fluviais são internacionais e 13 se dividem entre cinco ou mais países. O mesmo estado de Israel, que entra em acordo com a Turquia, briga desde a década de 1950 com a Síria e a Jordânia pelo controle de seus recursos hídricos. As guerras no século XXI serão pela água.

Estes e outros dados estão registrados nos 33 mapas, além de tabelas e textos explicativos sobre os recursos hídricos mundiais, presentes em O Atlas da Água, escrito e organizado pelos pesquisadores americanos Robin Clarke e Jannet King, com tradução de Anna Maria Quirino. São informações e números atualizados sobre a escassez de água e os modos como o líquido vem sendo utilizado em 168 países, com um capítulo especial dedicado ao Brasil, detentor de aproximadamente 15% das águas do planeta. Tudo fundamentado em estudos oficiais realizados pela Organização das Nações Unidas, governos, institutos, publicações científicas e organizações voltadas aos cuidados com o meio ambiente, como a “World Water” e o ‘World Resources Institute”.

Autor de outros livros sobre a água e questões ambientais como “Water: The International Crisis”, “The Science of War and Piece”, “We all fall down” e “Science and Technology in World Development”, Robin Clarke é também editor de publicações para o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Trata, portanto, com objetividade da ausência de um recurso que já afeta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo e mata, anualmente, de acordo com dados publicados pela WWF (sigla em inglês para Fundo Mundial para a Natureza), cerca de 2 milhões de habitantes do planeta, já que apenas 2,5% de toda a água existente na Terra é doce e somente um terço disso está próprio para o consumo.

A parceria com Jannet King, autora e organizadora de diversos atlas ambientais, históricos e políticos, foi fundamental para que o livro, editado no Brasil pela PubliFolha, servisse mais do que como um excelente meio de instrução e fonte de informações preciosas, mas como um alerta detalhado. O mapeamento indica as principais contradições na utilização da água, as prioridades mundiais com relação ao recurso natural, as medidas que vêm sendo tomadas para amenizar o problema em diversas partes do globo, os erros e os acertos localizados no que se refere a usos e abusos do líquido mais precioso da Terra, responsável pela vida que conhecemos.

Clarke e King mostram, de forma clara e com estatísticas alarmantes, como, por exemplo, o fato de que entre os anos 1960 e 2000 o consumo mundial de água dobrou, sem que houvesse tempo suficiente para o restabelecimento das fontes, que hábitos devem ser modificados pela preservação da vida. O desperdício do recurso natural é cada vez maior, tanto na agricultura, quanto na indústria ou no uso doméstico. Desperdício e mau uso. Desmatamentos, poluição, contaminação de lençóis, exploração indevida de aqüíferos, drenagens, represamentos e irrigações malfeitas contribuem para o crescimento das enchentes e secas descontroladas que ameaçam a sobrevivência de mais um bilhão de pessoas em todo o mundo.

A preservação das fontes depende de ações locais e globais, como o incentivo a pesquisas sobre a conservação e reaproveitamento da água, bem como a valorização de comunidades e do uso que fazem do líquido. Caso medidas efetivas não sejam tomadas e o consumo não seja reduzido, os desastres ecológicos e os desequilíbrios sociais serão cada vez mais acelerados. Qualquer atitude distante da integração e do consumo consciente pode ser a gota d’água. Fenômenos que fazem de O Atlas da Água leitura emergencial, um grito incontido em tempos de crise ambiental.

 

Cinqüenta anos. Este é o tempo estimado para que metade da população mundial conviva com a escassez crônica de água, caso nenhuma providência seja tomada para conter o consumo indiscriminado do recurso natural. Os sucessivos ataques ao ciclo hidrológico levam a crer que a humanidade aguarda um futuro em que a água será mais do que um bem de consumo em extinção, mas um fator decisivo na explosão de conflitos armados pela disputa gota a gota. Os navios-tanque, que antes eram associados ao petróleo, começam a ter outra finalidade.

Um acordo firmado em 2004 entre Turquia e Israel, por exemplo, permite que este carregue 50 milhões de metros cúbicos de água por ano, durante vinte anos, retirados do rio Manavgat. Em troca, a Turquia deve adquirir tanques de guerra e tecnologia aeronáutica importada de Israel. Este pacto transforma água em moeda e instrumento de crescimento político e econômico, embora o líquido venha sendo usado com fins militares desde as sociedades antigas, uma vez que os cursos d’água ultrapassam as fronteiras nacionais.

Mais de 260 bacias fluviais são internacionais e 13 se dividem entre cinco ou mais países. O mesmo estado de Israel, que entra em acordo com a Turquia, briga desde a década de 1950 com a Síria e a Jordânia pelo controle de seus recursos hídricos. As guerras no século XXI serão pela água.

Estes e outros dados estão registrados nos 33 mapas, além de tabelas e textos explicativos sobre os recursos hídricos mundiais, presentes em O Atlas da Água, escrito e organizado pelos pesquisadores americanos Robin Clarke e Jannet King, com tradução de Anna Maria Quirino. São informações e números atualizados sobre a escassez de água e os modos como o líquido vem sendo utilizado em 168 países, com um capítulo especial dedicado ao Brasil, detentor de aproximadamente 15% das águas do planeta. Tudo fundamentado em estudos oficiais realizados pela Organização das Nações Unidas, governos, institutos, publicações científicas e organizações voltadas aos cuidados com o meio ambiente, como a “World Water” e o ‘World Resources Institute”.

Autor de outros livros sobre a água e questões ambientais como “Water: The International Crisis”, “The Science of War and Piece”, “We all fall down” e “Science and Technology in World Development”, Robin Clarke é também editor de publicações para o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Trata, portanto, com objetividade da ausência de um recurso que já afeta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo e mata, anualmente, de acordo com dados publicados pela WWF (sigla em inglês para Fundo Mundial para a Natureza), cerca de 2 milhões de habitantes do planeta, já que apenas 2,5% de toda a água existente na Terra é doce e somente um terço disso está próprio para o consumo.

A parceria com Jannet King, autora e organizadora de diversos atlas ambientais, históricos e políticos, foi fundamental para que o livro, editado no Brasil pela PubliFolha, servisse mais do que como um excelente meio de instrução e fonte de informações preciosas, mas como um alerta detalhado. O mapeamento indica as principais contradições na utilização da água, as prioridades mundiais com relação ao recurso natural, as medidas que vêm sendo tomadas para amenizar o problema em diversas partes do globo, os erros e os acertos localizados no que se refere a usos e abusos do líquido mais precioso da Terra, responsável pela vida que conhecemos.

Clarke e King mostram, de forma clara e com estatísticas alarmantes, como, por exemplo, o fato de que entre os anos 1960 e 2000 o consumo mundial de água dobrou, sem que houvesse tempo suficiente para o restabelecimento das fontes, que hábitos devem ser modificados pela preservação da vida. O desperdício do recurso natural é cada vez maior, tanto na agricultura, quanto na indústria ou no uso doméstico. Desperdício e mau uso. Desmatamentos, poluição, contaminação de lençóis, exploração indevida de aqüíferos, drenagens, represamentos e irrigações malfeitas contribuem para o crescimento das enchentes e secas descontroladas que ameaçam a sobrevivência de mais um bilhão de pessoas em todo o mundo.

A preservação das fontes depende de ações locais e globais, como o incentivo a pesquisas sobre a conservação e reaproveitamento da água, bem como a valorização de comunidades e do uso que fazem do líquido. Caso medidas efetivas não sejam tomadas e o consumo não seja reduzido, os desastres ecológicos e os desequilíbrios sociais serão cada vez mais acelerados. Qualquer atitude distante da integração e do consumo consciente pode ser a gota d’água. Fenômenos que fazem de O Atlas da Água leitura emergencial, um grito incontido em tempos de crise ambiental.

O Atlas da Água – Planeta Sustentável

CPFL Energia – Pagina Inicial alerta sobre mensagens falsas: arquivos com extensão “.exe” nunca são enviados por e-mail segunda-feira, dez 19 2011 

 Detesto qualquer site ou provedores que não alertam sobre mensagens falsas.

Desse modo, considero a atitude da CPFL Energia, ao alertar, em sua página inicial, digna de ser divulgada. 

A CPFL Informa:

Circulam por e-mail mensagens em nome da CPFL com links para sites contendo vírus. Em hipótese alguma a CPFL coloca em seu site arquivos com extensão “.EXE” para download (baixar).
Fique atento!

CPFL Energia > Pagina Inicial

L’Italia in Brasile – Musica Italiana – Famoso Hino ‘Va pensiero’ (do Nabucodonosor de Giuseppe Verdi) segunda-feira, dez 19 2011 

L’Italia in Brasile – Musica Italiana – Famoso Hino ‘Va pensiero’ (do Nabucodonosor de Giuseppe Verdi)

Recebi, hoje, dia 03/01/2012, do primo Sérgio, uma mensagem que pede uma prece pela Itália.

No corpo do texto, este link para o vídeo:

http://youtu.be/DzdDf9hKfJw

Chega às livrarias ‘A Privataria tucana’, de Amaury Ribeiro Jr. CartaCapital relata o que há no livro | Carta Capital domingo, dez 18 2011 

Chega às livrarias ‘A Privataria tucana’, de Amaury Ribeiro Jr. CartaCapital relata o que há no livro | Carta Capital.

Sorria N.º 23. Gratidão | Revista Sorria* sexta-feira, dez 16 2011 

 Adquira o seu exemplar e leia as matérias extras no site da “Sorria pra ser feliz agora”

Sorria nº 23 | Gratidão

amar

Eu, melhor
Qual foi a experiência que transformou você em alguém melhor? A resposta, muitas vezes, está em um olhar de gratidão, capaz de reescrever vidas inteiras

trabalhar

Chefia: o Y da questão
Virar chefe não é o único caminho para quem quer crescer na carreira. Há quem prefira continuar com a mão na massa, fazendo melhor o que já sabe

proteger

Para viver em paz
Está sufocado? Sente que não dá conta? Parece que os outros são muito mais felizes? Nada de soluções mágicas. Lidar com isso é um aprendizado que ensina a ficar com o essencial

movimentar

Tempo de verão
Sol, calor, brisa fresca, água e alegria. Basta combinar os ingredientes da estação mais quente do ano e pôr o corpo para se mexer. Aproveite, o verão está lá fora!

Sorria Nº 23. Gratidão | Revista Sorria*

Profissões de Futuro – Página da Petrobras sexta-feira, dez 16 2011 

 

Recebi esta informação utilíssima de minha prima Maria Adelaide.

Profissões de Futuro

“Querido Jesus, a girafa você queria assim mesmo ou foi um acidente?” – Como as crianças se relacionam com Jesus? quarta-feira, dez 14 2011 

Recebi esta pérola, em forma de anexo em extensão “pps”, do amigo Joaquim Emídio.

Procurei-a em forma de texto e, ao encontrá-la, não resisti à postagem.

“Querido Jesus, a girafa você queria assim mesmo ou foi um acidente?”

Maria Lucia Camões da Costa
Como as crianças se relacionam com Jesus?

Em dezembro de 2006, o jornal italiano Corriere della Sera publicou, em sua edição eletrônica, uma  enquete muito divertida. Retirou frases de um livro recém lançado chamado: “Caro Gesù, la giraffa la volevi proprio così o è stato un incidente?”, pela editora Sonzogno, e pediu aos leitores que escolhessem a que mais achavam significativa. Vários sites repercutiram essa pesquisa. Fui atrás e achei mais algumas frases do livro. Eu tomei a liberdade de ao traduzi-las a meu modo modificá-las um “nadinha” para se adaptarem a nossa realidade.
Vale a pena lê-las e refletir sobre elas:
“Querido Jesus, a girafa você queria assim mesmo ou foi um acidente?”
“Querido Menino Jesus, todos os meus colegas da escola escrevem para o Papai Noel, mas eu não confio naquele cara. Prefiro você.”
“Querido Menino Jesus, obrigada pelo irmãozinho. Mas na verdade eu estava orando pra ganhar um cachorro”
“Querido Jesus, porque você não esta inventando nenhum animal novo nos últimos tempos? A gente vê sempre os mesmos”.
“Querido Jesus, por favor, ponha um pouco mais de férias entre o Natal e a Páscoa. No meio, agora, não tem nada”.
“Querido Jesus, o pastor Mário é seu amigo ou você conhece ele só do trabalho?”
“Querido Menino Jesus, por gentileza, mande-me um cachorrinho. Eu nunca pedi nada antes, pode conferir.”
“Querido Jesus, talvez Caim e Abel não se matassem tanto se tivessem um quarto pra cada um. Com meu irmão funciona.”
“Querido Jesus, no carnaval eu vou me fantasiar de diabo, você tem alguma coisa contra?”
“Querido Jesus, eu gosto muito do “Pai Nosso”. Você escreveu tudo de uma só vez  ou você teve que ficar apagando? Qualquer coisa que eu escrevo eu tenho que fazer um monte de vezes.”
“Querido Jesus, o meu nome é André e o meu físico é baixo e magrinho, mas não sou fraco. O meu irmão diz que minha cara é horrorosa. Mas eu gosto, porque assim não vou ter aquelas esposas que ficam o tempo todo pegando no pé, fazendo fofoca.”
“Querido Jesus, você é invisível mesmo ou é só um truque?”
“Querido Jesus, na minha opinião, é impossível existir um Deus melhor do que você. Bom, eu só queria que você soubesse, mas estou te dizendo isso não é porque você é Deus.”
“Querido Jesus, em vez de você fazer as pessoas morrerem e aí criar novas pessoas, porque você não fica com as que já tem?”
“Querido Jesus, se não tivesse acontecido a extinção dos dinossauros não ia ter lugar para nós, você fez muito bem.”
“Querido Menino Jesus, não compre os presentes na loja embaixo no prédio, mamãe diz que eles são uns ladrões. O preço é muito melhor num Hiper Mercado.”
“Querido Jesus, nós estudamos na escola que Thomas Edson inventou a luz. Mas na Bíblia diz que foi você. Pra mim ele roubou a sua idéia.”
“Querido Jesus, a girafa você queria desse jeito ou foi um acidente?”
“Querido Jesus, tu que tudo vês me diga: quem escondeu meu estojo?”
“Querido Jesus, os malvados riram de Noé por ele ter feito uma Arca na terra seca. Que tolinhos! Noé foi muito mais esperto ficando do lado se Seu Pai, eu também faria o mesmo.”
“Querido Jesus, o senhor sabe que eu gosto tanto de você quanto da minha namoradinha Simone?”
“Querido Jesus, a história que eu mais gosto é aquela de quando você caminha sobre as águas. Você aprontou uma boa com eles. A minha segunda preferida é aquela dos pães e dos peixes.”
“Querido Jesus, já me ensinaram tudo aquilo que você faz,  mas eu queria perguntar uma coisa: Quando você está descansando quem faz essas coisas no seu lugar?”
“Querido Menino Jesus, como você fez para saber que era Deus?”
“Querido Menino Jesus, quando Deus criou todo o Universo não teria sido melhor que em vez de descansar no domingo ele tivesse descansado nos outros dias que tem escola?”
“Querido Menino Jesus, é certo que no meio de tantas denominações você não se confunde nunca?”
“Querido Menino Jesu,s eu gostaria muito de saber o nome do seu Boi e do seu Jumento.”
“Querido Menino Jesus, quando você anota os pecados usa o lápis vermelho como nossa professora?”
“Querido Jesus, a girafa você queria assim mesmo ou foi um acidente?”

“Querido Menino Jesus, por que havia todos aqueles milagres antigamente e agora não tem mais?”
“Querido Jesus, você sabe mesmo as coisas antes da gente fazer?”
“Querido Jesus, quando você fez o primeiro homem funcionava tão bem como nós funcionamos hoje?”
“Querido Jesus, eu sou italiano e você?”
“Querido Menino Jesus, eu queria que você fizesse as pessoas de um jeito que não quebrassem tanto. Eu já tive que levar 3 pontos e uma injeção.”
“Querido Jesus, por favor, não deixa eu ser como a Ana Luísa porque ela é muito antipática!”
“Querido Jesus, estou esperando a primavera há tanto tempo e ainda não chegou. Não vai esquecer viu?”
“Querido Menino Jesus, dê uma olhada no culto de domingo quero mostrar meu tênis novo!”
“Querido Jesus, de todos os que trabalhavam com você eu prefiro o Pedro e o João.”
“Querido Menino Jesus, parabéns você consegue pôr sempre as estrelas no lugar certo.”
“Querido Jesus, eu achava que cor de laranja não combinava com o lilás, mas depois que vi o pôr-do-sol que você fez na terça-feira passei a achar lindo.”
“Querido Jesus, quem desenha as fronteiras entre os países?”
“Querido Jesus, fui a um casamento e vi que os noivos se beijaram na Igreja. Eu não sabia que isso podia…”

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Inovações da Nova Conta-Salário, de Nadialice Francischini de Souza, publicado em 09/04/2007 segunda-feira, dez 12 2011 

INOVAÇÕES DA NOVA CONTA-SALÁRIO

Publicado em 09/04/2007

Nadialice Francischini de Souza

Nos últimos dias, virou manchete na imprensa que a partir de 02 de abril de 2007 começou a vigorar a nova conta-salário, onde o “empregado não mais seria obrigado a ter uma conta no banco indicado pelo patrão”1.
Têm-se afirmado, também, que com a nova conta-salário, os empregados terão a oportunidade de negociar taxas e tarifas com as instituições financeiras.2
A despeito de todas as noticias serem verdadeiras, cabe esclarecer a diferença entre o contrato de conta corrente e o contrato de conta-salário, e, principalmente, quais foram as inovações trazidas pela Resolução nº 3.402 do Banco Central do Brasil, posteriormente alterada pela Resolução nº 3.424, também, do Banco Central do Brasil.
O contrato de conta corrente, regulamentado pela Resolução nº 2.025, do Banco Central do Brasil, e suas posteriores alterações, é o contrato mediante o qual o banco contratado oferece ao correntista contratante serviço para que este mantenha seu dinheiro em um local relativamente seguro e disponível para transações diárias, como saques, débitos e depósitos, tudo mediante o pagamento de tarifas previamente estipuladas e permitidas pelo Banco Central do Brasil. Esses são os serviços essenciais do contrato de conta corrente comum.
Trata-se de um contrato simples. Basicamente o banco se responsabiliza pelo pagamento das ordens emitidas pelo cliente, este lhe remunera por meio do pagamento das taxas de serviços previamente fixadas responsabilizando-se também, pelo pagamento dos tributos referentes a este numerário.
Serviços como cheque especial, limite de crédito direto ao consumidor, pagamento de contas, entre outros são realizados por meio da conta corrente, mas não lhes são inerentes. Estes serviços são contratos adicionais, autônomos, que podem ou não serem pactuados pelos contratantes correntistas.
No contrato de conta corrente comum, o contratante correntista dirige-se a uma instituição bancária e expressa sua vontade livre e desembaraçada de pactuar com ela. A escolha do Banco é do pactuante e é ele quem procura a instituição, não havendo intervenção de terceiros interessados.
No momento da contratação o contratante assina um termo de contrato e é informado dos serviços que lhe será prestado, bem como das taxas que pagará por estes serviços.
O contrato de conta-salário, apesar de aparentemente, e somente aparentemente, se parecer com o contrato de conta corrente comum, ele possui características próprias que o torna especial, e, portanto, distinto daquele outro tipo de contrato de conta corrente.
Ele é regulamentado pela Resolução nº 2.718, de 24 de abril de 2000, do Banco Central do Brasil, e suas posteriores alterações, sendo as últimas, as que foram implantadas pelas Resoluções nº 3.402 e nº 3.424.
O contrato conta corrente salário é um tipo especial de conta de depósito à vista, em conta não movimentáveis, aberta pela empresa fonte pagadora em nome de um favorecido/beneficiário, exclusivamente para pagar-lhe salários e/ou vencimentos. Não é o correntista/cliente quem efetua o contrato. O contratante é a empresa pagadora. O correntista é somente beneficiário.
A abertura dessa conta é feita, como já salientado, pela empresa ou fonte pagadora, cabendo a ela toda a responsabilidade de identificação do favorecido/beneficiário. O instrumento contratual de abertura da conta-salário é firmado entre o banco e a instituição/empresa pagadora.
Neste tipo de contrato não estavam disponíveis os serviços de transações diárias, como saques, débitos e depósitos, bem como a instituição bancária não era obrigada a cumprir as ordens emitidas pelo cliente. Essa conta somente é movimentada por cartão magnético, nas agências do banco e nos equipamentos de auto-atendimento internos e externos.
A conta-salário só recebe créditos da empresa ou fonte pagadora e não pode ser utilizada para débitos decorrentes da quitação de contas de consumo, títulos, boletos bancários, impostos e taxas.
O cliente (empregado/funcionário/beneficiário) é, também, isento de tarifa de manutenção da conta-salário, bem como não incidem outras taxas que seriam cobradas no contrato de conta corrente comum. As tarifas devidas são negociadas e arcadas pela empresa ou órgão pagador do salário/vencimento.
Assim, as diferenças essenciais entre os contratos de conta corrente e o contrato de conta-salário são: 1. a pessoa quem contrata com a instituição financeira, que nas contas correntes é a pessoa física correntista, e na conta-salário é a empresa, fonte pagadora; 2. na conta salário a responsabilidade de pagar as taxas e tarifas decorrente do contrato, bem como promover o encerramento da conta, no caso de não mais a empresa existir ou no caso de o empregado correntista ser desligado da empresa, é da fonte pagadora que possui o convênio.
Feitas as devidas distinções entre a conta corrente comum e a conta-salário que já era utilizada pelas empresas e órgãos públicos, passemos a analisar a inovação trazida pela Resolução nº 3.402, alterada pela Resolução nº 4.424, ambas do Banco Central do Brasil.
A principal mudança trazida pela Resolução 3.402 foi a possibilidade de, o empregado/beneficiário, efetuar a transferência dos créditos para uma outra conta corrente ou poupança, sem a cobrança de taxas ou tarifas, como disposto no inciso II, do artigo 2º:
RESOLUÇÃO 3.402
Art. 2º – (…)
II – a instituição financeira contratada deve assegurar a faculdade de transferência, com disponibilidade no mesmo dia, dos créditos para conta de depósitos de titularidade dos beneficiários, por eles livremente abertas na forma da Resolução 2.025, de 1993, e alterações posteriores, ou da Resolução 3.211, de 2004, em outras instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
(…)
§ 2º Para efeito do disposto no caput, inciso II, a indicação da conta de depósitos a ser creditada deve ser objeto de comunicação pelo beneficiário à instituição financeira contratada, em caráter de instrução permanente, por escrito ou mediante a utilização de meio eletrônico legalmente aceito como instrumento de relacionamento formal, observada a obrigatoriedade de aceitação pela instituição no prazo máximo de cinco dias úteis, contados da data do recebimento da referida comunicação.
Como já antecipado, com a entrada em vigor da Resolução 3.402, alterada pela Resolução 3.424, em 02 de abril de 2007, o empregado/beneficiário poderá automaticamente autorizar, por escrito e em caráter permanente, a transferência da quantia creditada na sua conta-salário, aberta pela fonte pagadora, para uma conta corrente ou conta poupança, desde que esta seja de sua titularidade, sem a cobrança de taxas ou tarifas (art. 3º, caput, da Resolução 3.402 do BCB).
Importante ressaltar que, o fato de o empregado/beneficiário autorizar a transferência dos valores creditados na conta-salário para uma outra conta, não faz com que esta última passe a ser beneficiada com as isenções de taxas e tarifas típicos do contrato de conta-salário. Somente tem as isenções de taxas e tarifas, as contas-salários, abertas pelas fontes pagadoras com a finalidade de nela depositar os salários, remunerações, soldos e benefícios.
Cabe ainda observar que, conforme dispostos nos artigos 4º e 5º da Resolução 3.424 do BCB, ficou determinado que, no caso de o beneficiário da conta-salário aberta pela fonte pagadora já tenha, antes de 5 de setembro de 2006, uma outra conta, mesmo que corrente, onde, por hábito, recebia seus rendimentos, a transferência acima será imediata, sendo dispensado a autorização do empregado/beneficiário.
Caso o empregado/beneficiário não tenha interesse na transferência dos créditos, este devem comunicar ao Banco através de documento escrito, sendo que, a comunicação tem que ser feita com um prazo de no mínimo cinco dias úteis de antecedência à data de efetivação dos créditos, posto caso contrário, somente valerá para o mês subseqüente.
RESOLUÇÃO 3.424
Art. 4º – Observadas as disposições previstas nesta resolução e no art. 1º da Resolução 3.402, de 2006, os créditos decorrentes da prestação de serviços de pagamento podem ser transferidos automaticamente para conta de depósitos da qual o beneficiário seja titular, ou um dos titulares, aberta por sua iniciativa na instituição financeira contratada, ficando dispensada a necessidade de prévia indicação, nos casos em que conta da espécie estivesse sendo utilizada pelo beneficiário para o recebimento de pagamento em 5 de setembro de 2006.
Art. 5º – A transferência dos créditos na forma referida nos arts. 4º desta resolução e 2º, inciso II, da Resolução 3.402, de 2006, deve ser suspensa, por solicitação do beneficiário, a partir do mês de referência imediatamente posterior ao pedido, desde que a respectiva formalização tenha sido realizada com, no mínimo, cinco dias úteis de antecedência à data de efetivação dos créditos, voltando os recursos a ser mantidos na conta de registro de que trata esta norma.
Outro ponto importante da norma e que merece ser analisado é o quanto disposto no artigo 2º e 3º da Resolução 3.424 do BCB, abaixo, que tratam da obrigatoriedade de implantação da inovação acima analisada:
RESOLUÇÃO 3.424
Art. 2º A obrigatoriedade prevista no art. 1º e o disposto nos arts. 2º a 5º da Resolução 3.402, de 2006, aplicam-se, a partir de 2 de janeiro de 2009, aos convênios ou contratos firmados até 5 de setembro de 2006, cuja prestação de serviços de pagamento de
salários, proventos, soldos, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares ali referidos, tenha sido também efetivamente implementada até 5 de setembro de 2006, ressalvado o contido no art. 6º.
Parágrafo único. Considera-se efetivamente implementada a prestação de serviços quando tiver sido processado, pela instituição financeira contratada, o pagamento de, pelo menos, uma folha de salários, proventos, soldos, vencimentos, aposentadorias, pensões ou similares, aos respectivos beneficiários.
Art. 3º As instituições financeiras devem informar ao beneficiário acerca da abertura de conta de registro e controle de que trata a Resolução 3.402, de 2006, mediante divulgação por qualquer meio de comunicação disponível.
Percebe-se da exegese dos artigos acima que a obrigatoriedade das instituições financeiras de proporcionar aos empregados/beneficiários a transferência dos créditos da fonte pagadora sem a cobrança de taxas ou tarifas, somente se aplica aos convênios ou contratos firmados até 05 de setembro de 2006, e que, até aquela data, já tinham sido efetivamente implantados.
Percebe-se que, somente tem direitos ao benefício da transferência sem cobrança de taxas e tarifas, os empregados/beneficiários que, até 05 de setembro de 2006, tenham recebido pelo menos um crédito em conta-salário, oriundas de convênios ou contratos entre a fonte pagadora e a instituição financeira contratada.
Também não têm direito ao beneficio da transferência sem adicional de taxas, a luz do artigo 6º da Resolução 3.424 do BCB, os:
I – a beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS;
II – até 31 de dezembro de 2011, a servidores e empregados públicos, cujos contratos sejam firmados em decorrência de procedimento realizado pelo Poder Público nos termos da Lei 8.666, de 21 de junho de 1993.
Cabe, ainda, reforça que, conforme disposto no artigo 5º da Resolução, abaixo transcrito, ficou mantida a determinação que, nas contas-salários, somente podem ser depositados valores referentes às remunerações, rendimentos, soldos e benefícios, ou seja, fica vedado o depósito de valores outros.
Art. 5º Nas contas de registro utilizadas pela instituição financeira contratada para o controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços nos termos do art. 1º somente podem ser lançados, a crédito, valores originários da entidade contratante, em
cumprimento ao objeto do instrumento contratual, vedado o acolhimento de créditos de outras origens.
§ 1º Após a efetivação do crédito por ordem da entidade contratante, os recursos somente podem ser movimentados pelo beneficiário.
§ 2º A partir da comunicação de exclusão do beneficiário, referida no art. 4º, inciso IV, não podem ser admitidos novos créditos na conta até então utilizada para o controle dos recursos a ele pagos.
Cabe, neste caso a instituição financeira contratada efetuar o bloqueio da conta-salário, a fim de evitar que nela seja creditados valores que não os originário da fonte pagadora contratante.
Desta forma, percebe-se que, a partir de 02 de abril de 2007, todos os empregados/beneficiários que recebiam seus rendimentos/proventos através de contas-salários, por convênios firmados entre as fontes pagadoras e as instituições financeiras efetivamente implementados até 05 de setembro de 2006, tem o direito de ter seus créditos automaticamente transferidos para contas correntes ou contas poupanças de suas titularidades, sem a cobrança de taxas ou tarifas adicionais por esses serviços.
Referencias bibliográficas:
1. Com a nova conta-salário, trabalhador receberá pagamento onde quiser; publicado na internet no site: http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2703453&sub=Economia, acessado em 31.03.2007.
3. FEBRABAN – texto publicado no site http://www.febraban.org.br/Arquivo/Servicos/Dicasclientes/dicas1.asp, acessado em 14 de março de 2007.
2. Nova conta-salário permitirá que trabalhador negocie tarifas e serviços; publicado na internet no site: http://br.pfinance.yahoo.com/070402/22/1hle7.html, acessado em 02.04.2007.
4. O ESTADÃO – texto publicado no site http://www.estadao.com.br/ext/financas/servicos/bancos1b.htm, acessado em 14 de março de 2007.

Sobre o Autor

Mestre em Direito pela UFBA, Especialista em Direito Empresarial pela UFBA, Docente, Advogada.

INOVAÇÕES DA NOVA CONTA-SALÁRIO

Cobrança de Tarifas em Conta-Salário é ilegal – Ramos & Maier Advogados segunda-feira, dez 12 2011 

Encontrei esta informação útil em 12/12/2011.

Sinto-me com um cachorro que persegue, tenazmente, um carro e, quando o carro pára, não sabe o que fazer com ele.

Ramos & Maier Advogados

Com atuação em Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Distrito Federal

Cobrança de Tarifas em Conta-Salário é ilegal

É prática comum nos bancos brasileiros a abertura de contas-salário, em especial nas contratações com empresas para realização de folhas de pagamento de funcionários.

Na maioria das vezes estas contas são abertas sem a menor intervenção do próprio consumidor, que somente é chamado a retirar seu cartão bancário para poder movimentar a conta.

Entretanto, os bancos têm metas de abertura de contas-corrente a serem atingidas e estas contas, sempre com a concessão de limites de crédito que lhes assegura a cobrança de tarifas.

Por vezes, a pretexto de abertura de conta-salário, o banco abre uma conta-corrente com pequenos limites de crédito e o desavisado consumidor vê cobrado mensalmente em sua conta, pequenos valores.

Esta prática abusiva tem recebido repulsa pelo Poder Judiciário que, atento à esta realidade, declara a ilegalidade da conduta e obriga o banco a indenizar o consumidor.

Tal conduta afronta até mesmo as normas administrativas baixadas pelo próprio Banco Central do Brasil sobre este tipo especial de contas (a conta-salário), onde não pode haver cobrança de tarifa alguma (artigo. 1º da Resolução 3.042/06 do BACEN a conta salário é um tipo especial de conta de depósito à vista destinada a receber salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares. Não é movimentável por cheques e é isenta da cobrança de tarifas. Ou seja, o que caracteriza a conta ser do tipo salário é a não utilização de qualquer produto oferecido pela instituição bancária, exceto o permitido consoante as regras do Banco Central do Brasil).

Há entendimento de que uma conta-salário pode até mesmo ser aberta pelo próprio consumidor, sem a intervenção direta do empregador, que, mesmo assim, não será descaracterizada esta sua natureza se a conta for utilizada unicamente para o saque de valores depositados ali a título de pagamento de salários ou remunerações.

Assim, se você tem cobrados tais valores em sua conta, exija o respeito a seus direitos. Procure um profissional de confiança e exija a restituição, em dobro, dos valores cobrados.

Acaso haja saldo negativo em sua conta decorrente da cobrança de tarifas em contas-salário, exija, ainda, a reparação por danos morais.

O Código de Defesa do Consumidor lhe garante estes direitos.

(Processo nº 2009.700.006272-8, Turma de Recursos dos Juizados Especiais Cíveis do Rio de Janeiro)

Cobrança de Tarifas em Conta-Salário é ilegal « Ramos & Maier Advogados

HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL – YouTube sexta-feira, dez 9 2011 

Recebi de minha cunhada Sônia: postagem de dezembro de 2010 no YouTube.

Papai Noel dos Correios sexta-feira, dez 9 2011 

 

Papai Noel dos Correios
Esclarecimento

A ECT esclarece que não é responsável por pedidos de presentes em nome da Campanha Papai Noel dos Correios eventualmente entregues em residências ou deixados em caixas de correspondência.

A Campanha Papai Noel dos Correios nunca solicita presentes diretamente à população, seja por meio de carta ou telefonema. Da mesma forma, a ECT não deixa cartas para adoção em residências.

http://www.correios.com.br/

e

http://www.correios.com.br/papainoelcorreios2011/

Realizada há mais de 20 anos, o Papai Noel dos Correios é uma das maiores campanhas sociais natalinas do Brasil. É uma ação corporativa, desenvolvida em todas as 28 Diretorias Regionais da ECT, que tem como foco principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao Papai Noel. Além de estimular a redação de cartas manuscritas pelas crianças, a campanha incentiva a solidariedade dos empregados e da sociedade.

Desde 2010, a campanha passou a contemplar, além das cartas oriundas das crianças da sociedade, as cartas de crianças de escolas, abrigos, núcleos socio-educativos e creches. Dessa forma, a campanha alinha-se a um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: Educação Básica de qualidade para todos e, por conseguinte, associa-se aos preceitos de Responsabilidade Social Empresarial.

Essa vinculação configura uma importante iniciativa de convergência da atuação da ECT em prol da educação, sendo as crianças em situação de vulnerabilidade social as principais beneficiadas. Desenvolver a habilidade da redação de carta, de como endereçar, o uso do CEP(Código de Endereçamento Postal) e do selo postal serão ações trabalhadas nas escolas, visto que um problema recorrente nos anos anteriores era a impossibilidade de aceitação/adoção da carta em razão de endereços incorretos, ausentes ou ilegíveis. Assim, a campanha tem por objetivo responder às cartinhas das crianças em situação de vulnerabilidade social que escrevem ao Papai Noel e também estimular a redação de cartas manuscritas nas escolas. Trabalhar com as crianças o poder da comunicação por meio da redação de cartas ao Papai Noel significa estimulá-las a aprender, com o resgate do prazer em escrever.

O principal benefício que o Papai Noel dos Correios proporciona à sociedade é a disseminação em todo país dos valores natalinos como amor ao próximo, solidariedade e felicidade. A união de empregados ecetistas e da sociedade brasileira em torno da realização dos sonhos infantis é a maior contribuição social da campanha. Em 2010, a campanha ganhou mais um atributo social: contribuir para a educação por meio da parceria com escolas e instituições.

Resultados de 2009

Em 2009, o total de cartas recebidas foi de 1.981.000. Houve adoção de 413.602 cartas, o equivalente a 21%. A campanha contou com o apoio e a participação de 3.818 empregados da ECT, 669 voluntários externos e 462 parcerias.

Papai Noel dos Correios

Após erros de português e falhas nas provas, candidatos pedem anulação de vestibular em Alagoas – 09/12/2011 – UOL Vestibular sexta-feira, dez 9 2011 

 Após erros de português e falhas nas provas, candidatos pedem anulação de vestibular em Alagoas – 09/12/2011 – UOL Vestibular

Depois de ler o conteúdo do “link” acima, acompanhe a crônica de João Ubaldo Ribeiro (abaixo), enviada a mim pelo primo Sérgio:

O Verbo For

João Ubaldo Ribeiro


Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas. Acho inadmissível e mesmo chocante (no sentido antigo) um coroa não ser reacionário. Somos uma força histórica de grande valor. Se não agíssemos com o vigor necessário — evidentemente o condizente com a nossa condição provecta —, tudo sairia fora de controle, mais do que já está. O vestibular, é claro, jamais voltará ao que era outrora e talvez até desapareça, mas julgo necessário falar do antigo às novas gerações e lembrá-lo às minhas coevas (ao dicionário outra vez; domingo, dia de exercício).

O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito tão ruybarbosianamente quanto possível, com citações decoradas, preferivelmente. Os textos em latim eram As Catilinárias ou a Eneida, dos quais até hoje sei o comecinho.

Havia provas escritas e orais. A escrita já dava nervosismo, da oral muitos nunca se recuperaram inteiramente, pela vida afora. Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio, insuperável por qualquer esporte radical desta juventude de hoje. A oral de latim era particularmente espetacular, porque se juntava uma multidão, para assistir à performance do saudoso mestre de Direito Romano Evandro Baltazar de Silveira. Franzino, sempre de colete e olhar vulpino (dicionário, dicionário), o mestre não perdoava.

— Traduza aí quousque tandem, Catilina, patientia nostra — dizia ele ao entanguido vestibulando.

— “Catilina, quanta paciência tens?” — retrucava o infeliz.

Era o bastante para o mestre se levantar, pôr as mãos sobre o estômago, olhar para a platéia como quem pede solidariedade e dar uma carreirinha em direção à porta da sala.

— Ai, minha barriga! — exclamava ele. — Deus, oh Deus, que fiz eu para ouvir tamanha asnice? Que pecados cometi, que ofensas Vos dirigi? Salvai essa alma de alimária. Senhor meu Pai!

Pode-se imaginar o resto do exame. Um amigo meu, que por sinal passou, chegou a enfiar, sem sentir, as unhas nas palmas das mãos, quando o mestre sentiu duas dores de barriga seguidas, na sua prova oral. Comigo, a coisa foi um pouco melhor, eu falava um latinzinho e ele me deu seis, nota do mais alto coturno em seu elenco.

O maior público das provas orais era o que já tinha ouvido falar alguma coisa do candidato e vinha vê-lo “dar um show”. Eu dei show de português e inglês. O de português até que foi moleza, em certo sentido. O professor José Lima, de pé e tomando um cafezinho, me dirigiu as seguintes palavras aladas:

— Dou-lhe dez, se o senhor me disser qual é o sujeito da primeira oração do Hino Nacional!

— As margens plácidas — respondi instantaneamente e o mestre quase deixa cair a xícara.

— Por que não é indeterminado, “ouviram, etc.”?

— Porque o “as” de “as margens plácidas” não é craseado. Quem ouviu foram as margens plácidas. É uma anástrofe, entre as muitas que existem no hino. “Nem teme quem te adora a própria morte”: sujeito: “quem te adora.” Se pusermos na ordem direta…

— Chega! — berrou ele. — Dez! Vá para a glória! A Bahia será sempre a Bahia!

Quis o irônico destino, uns anos mais tarde, que eu fosse professor da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia e me designassem para a banca de português, com prova oral e tudo. Eu tinha fama de professor carrasco, que até hoje considero injustíssima, e ficava muito incomodado com aqueles rapazes e moças pálidos e trêmulos diante de mim. Uma bela vez, chegou um sem o menor sinal de nervosismo, muito elegante, paletó, gravata e abotoaduras vistosas. A prova oral era bestíssima. Mandava-se o candidato ler umas dez linhas em voz alta (sim, porque alguns não sabiam ler) e depois se perguntava o que queria dizer uma palavra trivial ou outra, qual era o plural de outra e assim por diante. Esse mal sabia ler, mas não perdia a pose. Não acertou a responder nada. Então, eu, carrasco fictício, peguei no texto uma frase em que a palavra “for” tanto podia ser do verbo “ser” quanto do verbo “ir”. Pronto, pensei. Se ele distinguir qual é o verbo, considero-o um gênio, dou quatro, ele passa e seja o que Deus quiser.

— Esse “for” aí, que verbo é esse?

Ele considerou a frase longamente, como se eu estivesse pedindo que resolvesse a quadratura do círculo, depois ajeitou as abotoaduras e me encarou sorridente.

— Verbo for.

— Verbo o quê?

— Verbo for.

— Conjugue aí o presente do indicativo desse verbo.

— Eu fonho, tu fões, ele fõe – recitou ele, impávido. — Nós fomos, vós fondes, eles fõem.

Não, dessa vez ele não passou. Mas, se perseverou, deve ter acabado passando e hoje há de estar num posto qualquer do Ministério da Administração ou na equipe econômica, ou ainda aposentado como marajá, ou as três coisas. Vestibular, no meu tempo, era muito mais divertido do que hoje e, nos dias que correm, devidamente diplomado, ele deve estar fondo para quebrar. Fões tu? Com quase toda a certeza, não. Eu tampouco fonho. Mas ele fõe.


Esta crônica foi publicada no jornal “O Globo” (e em outros jornais) na edição de domingo, 13 de setembro de 1998 e integra o livro “O Conselheiro Come”, Ed Nova Fronteira – Rio de Janeiro, 2000, pág. 20.

 Fonte: http://www.releituras.com/joaoubaldo_overbofor.asp

Essência dos amigos – anexo em “pps” – com créditos sexta-feira, dez 9 2011 

Essencia Dos Amigos_primo Sérgio enviou

MANEIRAS DE MELHORAR A SAÚDE sexta-feira, dez 9 2011 

 

São 25 conselhos com ilustrações de animais.

Recebi de Maria Adelaide e o autor desabilitou o download da apresentação. Portanto, partilho-a com o link do "Slideshare".

MANEIRAS DE MELHORAR A SAÚDE

Amigos x inimigos (Max Gehringer) | Dr. S/A sexta-feira, dez 9 2011 

Recebi do amigo Joaquim Emídio:

 O Sucesso consiste em não fazer inimigos :

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras.

Regra número 1: colegas passam (e chefes também), mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.

Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007.

Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo, mas isso só dura até um dos dois mudar de cargo ou de emprego.

Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar como você está e sempre reclama porque sumiu. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos, na verdade teve colegas e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A Lei da Perversidade Profissional diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é possível que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos amigos.

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que tem boa memória, e segundo ditado popular (bem popular mesmo ):

“Os amigos vem e vão, os inimigos se acumulam….”

Max Gheringer

Amigos x inimigos (Max Gehringer) | Dr. S/A

Bar da Cocheira e Cavalgada para ver o por-do-Sol e o nascer da Lua Cheia – novidades de Itu SP – 10/12/2011 sexta-feira, dez 9 2011 

Recebi do amigo Joaquim Emídio e faço questão de divulgar:

Ola Pessoal,

Neste sábado, dia 10 de Dezembro preparamos um programa diferente para vocês. Uma Cavalgada para poder ver o Por do sol e o nascer da Lua cheia e depois faremos um happy hour no novo BAR DA COCHEIRA.

 O encontro será as 16:30hs na Chácara do Rosário e a previsão da saída será as 17:00hs.

 Preço Único: R$ 70,00

 Vagas Limitadas.

 Será uma cavalgada mais longa (de aproximadamente umas 2 hs) e inesquecível.

 Reservas e maiores informações pelo e-mail info@rural.tur.br ou pelo telefone: 11-9607-7483.

 João Pacheco

Projeto de Genealogia nas Escolas – MyHeritage Portuguese Blog quarta-feira, dez 7 2011 

A postagem (e os comentários já adicionados) são de interesse de educadores, ou seja, de cada ser humano que compõe a sociedade organizada.

Que o projeto chegue muito breve ao Brasil, pois sabemos que há educadores, há muitos anos, empenhados no resgate da história de família de cada educando sob sua responsabilidade, com respeito, claro, à realidade social familiar desses educandos.

Projeto de Genealogia nas Escolas.

“A estrutura de uma criança é fruto do que vê, do que aprende e do que sabe de seus antepassados, caso contrário a busca dos valores terá outras fontes”.

Citação em http://blog.myheritage.com.br/2011/09/a-arvore-genealogica/

Placas | www.fotocomedia.com terça-feira, dez 6 2011 

 Da série placas divertidas, sem sentido, com erros de grafia, de bom gosto, de mau gosto…

Placas | www.fotocomedia.com

Encontrei esta placa que prova que o amor é lindo!

Ligue já!

O amor é lindo_ fotocomedia_categoria placa

Fotos: Mito ou verdade? Conheça o poder dos alimentos para tratar doenças – UOL Ciência e Saúde terça-feira, dez 6 2011 

Recebi do primo Sérgio. Não resisti postar:

A sabedoria popular indica diversos alimentos para o tratamento de doenças, mas nem sempre o que é passado de boca a boca está correto. “Esses mitos, de que certos alimentos curam alguma enfermidade surge porque alguém comeu enquanto estava doente e depois saiu comentando que melhorou por causa daquele alimento”, comenta Vanderlí Marchiori, nutricionista e secretária geral da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva (ABNE). O UOL Ciência e Saúde ouviu especialistas para descobrir quais são os mitos e verdades relacionados aos poderes de alguns alimentos Getty Images:

Fotos: Mito ou verdade? Conheça o poder dos alimentos para tratar doenças – UOL Ciência e Saúde

Hortifruti :: Hortifruti | Campanhas da Hortifruti | [Nome da campanha] terça-feira, dez 6 2011 

 

Hortifruti :: Hortifruti | Campanhas da Hortifruti | [Nome da campanha]

Sugestão de Maria Adelaide: cliquem, no link acima, para visualizar títulos de filmes conhecidos e suas reproduções de “outdoors”, cujas personagens, nos “cartazes” são hortifruti.

Cavalgada da Lua Cheia numa sexta-feira, 09 de dezembro de 2011, Chácara Rosário Itu SP terça-feira, dez 6 2011 

Ola Pessoal,

Exclusivamente neste mês de Dezembro, nossa cavalgada da Lua Cheia será na sexta feira, dia 9 de Dezembro, a partir das 19:30hs.

 Serão:

2 SAÍDAS SOMENTE,

ROTEIRO DIFERENTE E MAIS LONGO

VAGAS LIMITADAS, FAÇA A SUA RESERVA!!!!

Para reservas e maiores informações:

Pelo e-mail: info@rural.tur.br

Pelo telefone: (11) 9607-7483

Esperamos por vocês.

João Pacheco

Agenda Cultural | Salto – SP | Dezembro 2011 terça-feira, dez 6 2011 

 agenda-dezembro2011(1)_Salto SP

De: 

Rosana Alves
Balcão de Informações Turísticas
Secretaria Cultura e Turismo
Prefeitura da Estância Turística de Salto
11 4021-0530 / 4028-1649

Twitter | twitter.com/SaltoCultura

Facebook | facebook.com/SaltoCultura

saltoecultura.blogspot.com

Papai Noel dos Correios sábado, dez 3 2011 

Enviado por Maria Adelaide em 1.º de dezembro de 2011:

Pessoal,
A campanha Papai Noel dos Correios está em ação com um prazo muito apertado. Aqui no Rio o prazo de apadrinhamento é amanhã, 2/12 e, por enquanto, não foi dilatado. Outros estados têm prazos diferentes, vejam aqui:

http://www.correios.com.br/papainoelcorreios2011/cronogramaCampanha.cfm

É fácil participar: basta ir a uma das agências participantes em sua cidade, escolher a cartinha, comprar o presente e entregá-lo, já embrulhado, na mesma agência.
Participem e divulguem. Há muitas cartas disponíveis ainda. Não vamos deixar estas crianças tristes neste Natal!

http://www.youtube.com/watch?v=IRQ1ywJRZcY

Ajude-nos a fazer a próxima Sorria! sábado, dez 3 2011 

 

Mensagem enviada em 1.º de dezembro de 2011 pela Equipe da Sorria, Editora Mol

Olá,
Estamos preparando a seção Amar da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!
O tema da vez é: Qual o maior ato de coragem que você já fez? Podem ser gestos de todos os tipos…:
– o dia em que você decidiu ir atrás de um sonho, mesmo que só você acreditasse nele;
– quando venceu o preconceito e levou adiante uma história de amor em que ninguém acreditava;
– lançou-se em uma atividade que ninguém ainda tinha pensado em fazer;
– lutou por algo em que só você acreditava;
– o dia em que você conseguiu dar o primeiro passo para reatar com alguém distante;
– superou um temor por alguém (andar de avião, visitar um país estrangeiro, experimentar um esporte radical);
– mudou-se para uma cidade desconhecida e percebeu que era capaz;
– escolheu uma profissão contra a vontade de sua família;
– quando você salvou alguém da morte;
– aprendeu uma habilidade que achava que não conseguiria (cozinhar, cuidar de crianças, escrever…);
– enfim, quando você encheu-se de coragem e fez o que parecia impossível.
Você tem uma história assim para contar?
Não se esqueça de informar, por favor:
Nome:
Idade:
Cidade/Estado:
Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):
Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.
Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site:
http://www.revistasorria.com.br/site/o-projeto
Muito obrigada,
Equipe Sorria
11_ 3024 2444

1º DE DEZEMBRO – MyHeritage Portuguese Blog quinta-feira, dez 1 2011 

1º DE DEZEMBRO.