Ajude a fazer a revista POR EXEMPLO Para Crianças! terça-feira, nov 29 2011 

 

Olá! Estamos preparando a próxima edição da revista POR EXEMPLO Para Crianças e adoraríamos poder contar com a sua ajuda! Estamos buscando por histórias de crianças entre 7 e 12 anos. Você conhece alguma?
Procuramos pelas seguintes histórias:
– Criança que goste de ajudar o avô doente. Que lê histórias para o avô com problemas de visão; que ajuda no teste de glicemia do avô com diabetes; que não se importe com a memória ruim do avô com Alzheimer – e até goste de ficar repetindo as histórias…
– Criança que participe de algum projeto de apoio a asilos.
– Crianças que tenham se unido para criar um site, jornalzinho, programa de rádio ou outro meio de comunicação.
– Criança que tenha realizado algum sonho graças ao prêmio que ganhou num concurso cultural (de desenho, redação…)
– Criança que queira responder à pergunta: O que você já aprendeu sobre ser um time? É legal que ela tenha uma história para contar sobre uma lição bacana que aprendeu ao fazer alguma tarefa em equipe.
– Criança que more na roça e que goste de ajudar os pais nas tarefas da fazenda.

– Criança que sonhe em ser veterinário.
Para saber mais sobre a POR EXEMPLO, acesse www.revistaporexemplo.com.br
Obrigado!

Fundação Iberê Camargo domingo, nov 27 2011 

Fundação Iberê Camargo

O “site” está completo, inclusive com textos e frases de Iberê, além de obras, claro.

Imperdível, “Cartão de Natal”, já postado neste blog em: https://maluber2.wordpress.com/2006/06/14/cartao-de-natal-de-ibere-camargo/

Operação Sorriso domingo, nov 27 2011 

Recebi a mensagem de Maria Adelaide. Resolvi postá-la tal qual a recebi, pois todas as informações e comentários são pertinentes:

Pessoal, talvez alguns de vocês tenham ouvido falar da Operação Sorriso http://www.operationsmile.org.br/. É uma ONG que percorre várias cidades para operar gratuitamente crianças com lábio leporino. Este vídeo é fantástico, mostrando a expressão de surpresa e alegria da pequena Talita, de Fortaleza, ao ver-se pela primeira vez após a cirurgia. Dica: deixem uns lencinhos de papel por perto, vão precisar….

PS: Todos os anos circulam mensagens avisando da campanha da Operação Sorriso, mas é a mesma mensagem antiga, com data e local errados. Antes de repassar, verifiquem a informação. Graças ao Google, isso é muito fácil! Aqui no Rio, eles costumam vir em agosto, se não estou enganada. A agenda de 2012 não está ainda disponível, mas quem quiser fazer doações pode ver no site deles como fazer.

Ajude a fazer a revista POR EXEMPLO! sexta-feira, nov 25 2011 

 

Olá! Você gostaria de mandar um depoimento para a revista POR EXEMPLO? Estamos preparando a próxima edição e adoraríamos poder contar com a sua ajuda!
Procuramos repostas para as seguintes perguntas:
1) Qual é seu truque infalível?
Exemplos de respostas:
– Ouço música clássica para desestressar no trânsito.
– Tenho um relógio pendurado no banheiro, para nunca perder a hora no banho.
– Leite quente uma vez por semana para deixar o cabelo macio!
2) Que erro você já cometeu por não saber lidar com o tempo?
Exemplos de respostas:
– Atrasei, perdi um evento importante, aprendi a sempre ter um despertador reserva.
– Cheguei adiantado demais para um evento, quando começou já estava cansado, nem aproveitei direito. Aprendi que muita cautela nem sempre é bom.
– Como sempre, deixei tudo para a última hora. E dessa vez não dei conta. Aprendi que não sou o Super-Homem, preciso me organizar melhor.
3) Qual o melhor conselho que você já recebeu?
Exemplos de respostas:
– Meu pai sempre me disse para conservar as amizades. Hoje vejo como é importante ter amigos de longa data.
– Meu ex-chefe me aconselhou a estudar chinês. Segui a sugestão e consegui um emprego melhor.
– Um amigo me aconselhou a fazer o mesmo que ele e me mudar para o interior. Minha vida está muito melhor.
4) Qual foi a última vez em que você fez algo pela primeira vez?
Exemplos de respostas:
– Assei um bolo, nunca havia me aventurado a fazer um!
– Subi num palco com minha banda.
– Escrevi uma carta de amor.
Os melhores depoimentos serão publicados. Para saber mais sobre a POR EXEMPLO, acesse www.revistaporexemplo.com.br
Obrigado!

Convite Sarau no Rosário – 26 de novembro de 2011 terça-feira, nov 22 2011 

 


Ola pessoal.

Sábado que vem na Rosário:

Sarau com apresentação de musicas do século 19 e atores com figurinos da época.

Os ingressos tem que ser adquiridos antecipadamente e são limitados.

Vejam mais informações no convite em anexo.

Att

João Pacheco

11-9607-7483

Sarau na Rosário

Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo e a visita dos participantes do V Encontro Brasileiro à Fazenda Paraizo de Itu – SP sexta-feira, nov 18 2011 

V Encontro Brasileiro de Palácios, Museus-Casas e Casas Históricas

Preservar para o Futuro
Sustentabilidade nos Palácios, Museus-Casas e Casas Históricas,

de 16 a 18 de novembro de 2011
INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo

E a programação do dia 17/11/2011 incluiu uma visita à Fazenda Paraizo, em Itu-SP. O objetivo do proprietário da Fazenda Paraizo é encontrar investimento para o restauro da antiga Casa-Sede para que se torne um espaço destinado a atividades culturais, educacionais, de preservação da História de Itu e da região.

Antiga Casa Sede da Fazenda Paraizo visitada pelos participantes do V Encontro

De costas, Joaquim Emídio. De frente, João Pacheco Neto, mediador.

 A comitiva dos participantes do V Encontro chega à Fazenda Paraizo_destaque para João Pacheco

 Participantes do V Encontro aproximam-se da antiga Sede da Fazenda Paraizo

IMAG0536

Na foto acima, alguns participantes ouvem explicações de Joaquim Emídio sobre os objetivos para restaurar a antiga Casa-Sede: para fins sociais.

Foi uma tarde encantadora para quem, como eu e minha irmã, acompanhamos essa visita.

Alexandre Freire – Contas, crediário… tudo em nome de outros – Colaborações com Imprensa quarta-feira, nov 16 2011 

Enjoada e enojada de tanto receber correspondência (evidentemente cobranças, algumas com a possibilidade de se ler, pela “janela” de plástico do envelope, que a fatura vence em tal dia) em nome de pessoas absolutamente desconhecidas, com endereço de minha residência e, mesmo devolvendo as ditas cujas em local indicado pelos Correios, com as devidas anotações de “desconhecido” e continuar a recebê-las, com novos nomes desconhecidos acrescidos, procurei, hoje, por alguma orientação nesse sentido e o que encontrei não é o que buscava, mas vale como alerta a quem se interessar.

Meu problema específico é o de receber, em endereço particular, colocado na caixa de correspondências, portanto, sem possibilidade de me negar a receber, um “montão” delas destinadas a pessoas que desconheço e, evidentemente, tratar-se de uso indevido do endereço particular de terceiros

Não se trata de ter feito transações pela Internet e alguém ter utilizado os meus documentos e o meu endereço por meio de fraude. Trata-se da facilidade com que estelionatários mentem o endereço de residência e as empresas que concedem esses créditos não estão nem aí com isso.

Fica absolutamente claro que se trata de estelionatários que, por causa dessas malditas terceirizadas,  que utilizam espaços em supermercados, hipermercados, e até em bancos (não sei se, em bancos, já há medidas severas contra isso), por exemplo, não se preocupar em colher dados fidedignos dos estelionatários que, por sua vez, desaparecem do mapa para dar golpes em outras cidades e o dono do imóvel, cujo endereço foi utilizado como local de residência desses estelionatários, fica com aquele “monte” de correspondências que, mesmo devolvidas no local indicado pelos Correios, com anotações do motivo da devolução, não fica em paz. No mês seguinte, lá estão os montes de correspondências dirigidas aos estelionatários, com endereço falso.

Há cerca de uns três meses, foram muitas correspondências, com meu endereço, com o seguinte no envelope (destinatários desconhecidos por mim): “Sua nova conta de telefone chegou”. Que ótimo para o estelionatário que, provavelmente, assim que o telefone é “cortado” por falta de pagamento, parte para outra operadora.

Hoje, dia 16 de novembro, fui devolver, no Hipermercado Extra, uma correspondência destinada a um desconhecido, com nosso endereço, cujo envelope, pela janela de plástico, permitia ler o nome completo (desconhecido por nós), o nosso endereço, e aviso de que a fatura vencia no dia 21 de novembro.

Fui encaminhada, juntamente com a minha irmã, para conversar com um dos “carmas” de minha vida: aquela funcionária (poderia ser um funcionário) do crediário (que, como sempre, nada tem a ver com o Hipermercado Extra, mas ocupa um espaço dentro desse hipermercado) que, inicialmente, afirma nada ter a ver com aquilo. Como é que a descompromissada nada tem a ver com aquilo? Continua a mostrar ser um “carma”, pois, pretensiosa, sem saber do que se trata, já dá umas respostas que apenas provam que ela não tem compromisso com o fiasco em que trabalha, apenas recebe o salário e está muito contente.

Minha irmã disse a ela que era a empresa financiadora que estava tendo prejuízo. A pretensiosa deu de ombros e disse que não tinha nada a ver com isso. Minha irmã, então, disse o famoso “fuck you”, em português, e virou as costas para sair, pois minha irmã é ingênua a ponto de acreditar que a financiadora “irá para o brejo” e os funcionários descompromissados irão junto. Eu ouvi a pretensiosa dizer “mal educada” para a minha irmã. Então, foi a minha vez, CRISTIANE, do crediário lá no Hipermercado Extra (cuja empresa não é do Extra), o envelope lacrado sobre a mesa dela: “Você não tem ideia do que estamos passando”.

“Ela não precisava ser mal educada”.

“Minha irmã não foi mal educada, foi sincera, você está se omitindo de avisar a empresa em que trabalha que estelionatários estão utilizando endereços falsos“.

“Não é minha culpa. Provavelmente, a compra foi feita em outra cidade, eu mesma abro crediário de pessoas que não moram em Itu”.

“Mas como o nosso endereço é utilizado sem que vocês peçam comprovação? Eu posso abrir um Boletim de Ocorrência por esse motivo e você será chamada para depor”.

“Então, leve este envelope embora. Não tenho nada com isso”.

“Você e os demais brasileiros não têm nada com isso, Cristiane. Por esse motivo o nível de corrupção é tão alto. Faça o que quiser com esse envelope, mas o próximo que eu receber, será levado para uma Delegacia de Polícia. Abrirei, inicialmente, uma queixa por perturbação do sossego. Daí para frente, outras queixas seguirão”.

É isso aí. Sem a quem recorrer – de acordo com os sabidos, mas que não resolvem nada, como gerentes de banco, se eu abrir o envelope, serei processada por violação de correspondência; o endereço é o meu, mas o destinatário não sou eu; é tudo de que preciso na vida, o “carma” com os pretensiosos “sabem tudo” –  voltarei à minha rotina: fragmentar o calhamaço de correspondência destinada a terceiros (que desconheço quem são) e que, evidentemente, são cobranças por compras e créditos que jamais serão pagos.

Jamais serão pagos? Um erro de minha parte: nós, pagantes em dia, cobrimos essas dívidas, já embutidas em nossos débitos e parcelas, quando as fazemos. Pagamos, só para variar, pelos prejuízos que os estelionatários dão.

Destaco, também, do texto abaixo, uma provável explicação para o uso, no meu caso, indevido de endereço de residência, sem que o devedor precise comprová-lo: “A ânsia de fazer negócios leva as empresas a não fiscalizarem os dados como deveriam. Por outro lado, as empresas não tiram o nome pela certeza da impunidade, pois, quando há condenação [atentem para quando há condenação], a indenização é irrisória”.

Acompanhe, agora, o drama de Siley Muniz Paulino, que embora não se compare com o que relatei, me alertou para o fato de que  “o Judiciário entende que o uso indevido de documentos ou cadastro de terceiros para aquisição de bens, serviços ou crédito é sempre de responsabilidade das empresas”, portanto, a utilização indevida de endereço também é de responsabilidade das empresas que concedem créditos. Isto é, quando podem ser localizadas, quando não são apenas um endereço com Caixa Postal para devolução da correspondência. Alô, Itapeva – SP, a empresa que concedeu o crédito para o estelionatário que comprou no Hipermercado Extra é daí, ó. Não é daqui, ó.

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O Globo Economia
Contas, crediário… tudo em nome de outros

Internet e baixas indenizações da Justiça acabam elevando uso de cadastro de terceiros em transações comerciais
Por Luciana Casemiro
Siley Muniz Paulino estava em casa, ainda sofrendo pela morte de seu filho, Bruno Muniz Paulino, assassinado em dezembro de 2003, quando o telefone tocou à procura do rapaz. Se a ligação já a surpreendeu, espanto maior foi o motivo do chamado: o rapaz devia R$940 ao cartão do Supermercado Extra. A compra, no entanto, havia sido feita seis meses após sua morte. Apesar de ser óbvio que o débito não havia sido contraído pelo jovem, seu nome foi incluído no cadastro de devedores. Segundo especialistas, o Judiciário entende que o uso indevido de documentos ou cadastro de terceiros para aquisição de bens, serviços ou crédito é sempre de responsabilidade das empresas.

– A base jurídica é a teoria do risco profissional, pois o fornecedor, quando permite que um estelionatário use dados cadastrais fraudados, está visando a fazer mais um bom negócio e ter lucro. Cabe ao fornecedor, assim, as cautelas para que a fraude não ocorra – diz Antônio Mallet, presidente da Associação de Proteção e Assistência aos Direitos da Cidadania e do Consumidor (Apadic).

Especialista recomenda cuidados ao informar dados na internet

Alexandre Freire, professor do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ e gerente de Soluções da Disec Security Services, diz que a internet vem facilitando a vida dos fraudadores, que obtêm com facilidade dados cadastrais de consumidores idôneos.

– As pessoas ainda não se deram conta de que o mundo virtual apresenta várias ameaças. E, por isso, costumam ser mais cautelosas em informar seus dados no dia-a-dia do que pela internet. Nos sites de relacionamento, costumam dar informações que permitem que se trace um perfil completo, onde trabalham, os lugares que freqüentam, até o banco em que têm conta.

Advogado de Siley na ação contra o Extra e a Fininvest (administradora do cartão), João Tancredo atribui o crescimento desse tipo de fraude também à baixas indenizações estabelecidas pela Justiça:

– A ânsia de fazer negócios leva as empresas a não fiscalizarem os dados como deveriam. Por outro lado, as empresas não tiram o nome pela certeza da impunidade, pois, quando há condenação, a indenização é irrisória. Fora que há consumidor que, para tirar o nome da lista de devedores, acaba pagando pela dívida que não fez e deixa pra lá, com medo da lentidão e do preço da Justiça.

Siley não se conformou com a arbitrariedade e, além do processo civil contra as empresas Extra e Fininvest, entrou com uma ação criminal pelo uso dos documentos:

– O endereço dado pelos fraudadores não era o da minha casa. Fui a uma loja da Fininvest, tirei um extrato e levei à delegacia para abrir um inquérito. Primeiro tive de provar que meu filho foi assassinado, mas não era bandido, agora incluem o nome dele no SPC e na Serasa…

A Fininvest informa que aguarda citação da Justiça para saber dos detalhes do caso e que só se pronunciará em juízo. Consultado, o Extra não respondeu.

Como o endereço dados pelos fraudadores normalmente não é o das vítimas, os consumidores acabam descobrindo a fraude quando tentam fazer uma compra a crédito ou contrair financiamento, aí a surpresa: seu nome já está no cadastro de devedores. Foi o que aconteceu com Olga da Silva Rocha, cujo nome foi parar em cadastros por uma dívida com o cartão Ibi, que ela nunca teve. O processo tramitou pela 24ª Vara Cível, onde foi fixada a sentença de R$12 mil por danos morais, confirmada posteriormente pela 8ª Câmara Cível.

O Banco Ibi esclarece que se trata de fraudes praticadas por quadrilhas especializadas, “onde as vítimas são as instituições financeiras e seus clientes, apesar dos investimentos em prevenção à fraude.” A instituição destaca ainda que o assunto está sub judice, em fase recursal.

Já Leonídia Rosa dos Santos não pára de descobrir fraudes com o seu nome. Uma delas foi a abertura de uma conta corrente no Banco Sudameris, usando os seus dados cadastrais. O caso foi parar na Justiça, na 25ª Vara Cível, que fixou o dano moral em R$5.200, além da exclusão de todas as listas de devedores.

– Foram passados vários cheques, e quando fui informada estava no SPC e no Serasa. Entrarei contra todas as empresas que me negativarem na Justiça – diz Leonídia.

O Banco Real, que adquiriu o Sudameris, esclarece que o processo judicial em questão foi encerrado e inexistem obrigações pendentes por parte do banco. Sobre os procedimentos de segurança, a empresa destaca seu compromisso com o aprimoramento dos processos de verificação, confrontação de documentos originais na abertura de contas e confirmação das fontes de referência apresentadas.

Para advogado, empresa precisa pedir mais documentos

Em caso de negativação, diz Mallet – que tem mais de duas mil ações desse tipo em andamento – a primeira providência é ir ao SPC e à Serasa informar-se em que empresas o consumidor consta como devedor:

– Com o documento em mãos, a primeira providência é comunicar oficialmente à empresa o que se passa. Infelizmente, o índice de solução administrativa é próximo a zero. E aí não resta outra opção a não ser requerer judicialmente a retirada do nome do banco de dados de devedores, dano moral e outras perdas, se houver.

Aos consumidores não restam muitas possibilidades de proteger-se do golpe, diz o advogado:

– Em caso de furto ou roubo de documentos, no entanto, é dever do consumidor registrar o fato numa delegacia de polícia para se resguardar caso alguma fraude venha a acontecer posteriormente.

E exatamente por não poder evitar a fraude, reforça o advogado Armando Miceli, o consumidor não pode ser punido pela falta de zelo da empresa:

– Não estou falando que precise exigir cópia autenticada de toda papelada, mas é preciso pedir mais de um documento, comprovante de residência, outros dados que garantam que a pessoa que se apresenta ali é mesmo aquela. A conferência dos dados é o cuidado mínimo que se espera de uma companhia.

Alexandre Freire, por sua vez, destaca que os fraudadores atacam justamente na fraqueza dos outros. Há, nesse sentido, duas frentes a serem trabalhadas, diz o professor: a humana e a tecnológica.

– Em relação à humana, o que se recomenda é que o internauta só divulgue informações pessoais em site idôneos, de credibilidade. E dê preferência aos que oferecem transações em tempo real, pois nesse caso não há retenção das suas informações financeiras. No quesito tecnologia, estamos avançando na certificação digital para o uso da íris e da digital, o que impedirá as fraudes, mas isso ainda é muito caro – explica Freire.

Alexandre Freire – Contas, crediário… tudo em nome de outros – Colaborações com Imprensa

Queremos sua história de Natal quarta-feira, nov 16 2011 

Queremos sua história de Natal.

As crianças e a Internet – MyHeritage Portuguese Blog sábado, nov 12 2011 

As crianças e a Internet.

The Dreaded Stairs – YouTube sábado, nov 12 2011 

Enviado pela minha cunhada Sônia com os seguintes dizeres no corpo do texto:

“Veja o que um grupo de engenheiros da VOLKSWAGEN realizou para motivar as pessoas a subirem de escada. No começo ninguém pegava a escada, cerca de 97% da população pegava a escada rolante. Veja que uma simples ideia pode mudar uma vida, motivando as pessoas a fazer exercícios sem mesmo notar. Boa iniciativa”.

Conta de bar de 73 mil! – YouTube sábado, nov 12 2011 

 

Enviado por kikasalomao em 10/04/2010

Como você pode fazer as pessoas pensar duas vezes antes de dirigir alcoolizadas? Quando elas acham que não é um grande negócio! O Bar Aurora e o Boteco Ferraz adicionaram os custos reais de dirigir alcoolizado na conta de seus clientes, falando a eles no momento certo (encerrando a conta), antes de dirigir não beba. Num primeiro momento os clientes ficam chateados, se surpreendem… Mas logo entendem a mensagem.

(Enviado pelo amigo Joaquim Emídio)

Programação do feriado de novembro/2011 – Rosário – Itu/SP quinta-feira, nov 10 2011 

Cavalgada do feriado na Rosário em Itu SP_novembro 2011

Atendimento preferencial – reflexões do micro para o macro quarta-feira, nov 9 2011 

Em abril de 2006, nos extertores de Serviço Autônomo de Águas de Itu – SAAEI – teretetê, eu tinha que me dirigir ao SAAEI , que não tinha guichê para atendimento preferencial; o atendente decidia quem merecia esse nome (quando não estava com criancinha no colo) – e postei o comentário que continua a valer:

https://maluber2.wordpress.com/2006/04/06/atendimento-preferencial-uma-ova/

No meu retorno mais próximo, haviam destacado um local de atendimento preferencial. Parabéns!

No extinto SAAEI – que, exceto por alguns funcionários dedicados e não pertencentes a partidos políticos nem dependentes de manter seus cargos em função de eleição e reeleição – sentia-me tratada como substrato de pó de ameba, enquanto outros eram tratados respeitosamente.

Até a concessão para Águas de Itu, em 04 de outubro de 2007, minha mania persecutória foi colocada à prova de tal forma que, hoje, qualquer pessoa ligada ao extinto SAAEI – com exceção daqueles que mencionei anteriormente – me são motivo de profundo nojo e desrespeito.

Entre abril de 2006 e outubro de 2007 – embora eu, pessoalmente, discordasse da concessão (não por causa da concessionária), porque desejava que o tapete do SAAEI tivesse sido levantado e todos os envolvidos em deixar a cidade de Itu prostrada, de joelhos, como a Enron fez, nos EUA, com sucessivas interrupções generalizadas no abastecimento e indícios de que havia um gerencimaneto péssimo da autarquia – tivessem respondido a processos judiciais, tive que me dirigir, pessoalmente, ao SAAEI, para solucionar problemas que o próprio SAAEI causava à minha família.

Levava documentos e documentos para comprovar que não éramos devedores, conforme nos “acusavam”, sabe lá Deus quem era o sádico que nos impingia esses problemas.

Não retiro uma palavra do que escrevi, em abril de 2006, e “Atendimento preferencial, uma ova”, foi dirigido ao atendimento do SAAEI.

Tenho acompanhado, na imprensa local, acusações à concessionária Águas de Itu e defesas ao extinto SAAEI.

Posso afirmar que do SAAEI não tenho saudade alguma, mas, aparentemente, há pessoas que se esqueceram, completamente, do último nome de responsável pelo SAAEI e de que, antes da entrega do SAAEI a Águas de Itu, tivemos um racionamento digno de região árida, desértica.

Ao juntar o que escrevi em “Atendimento preferencial, uma ova” ao que digitarei a seguir, continuo a acreditar que nós, os alvos de atendimento preferencial, não temos educação ou caráter suficiente para merecê-lo.

Em 07 de novembro de 2011, providenciei um documento importantíssimo (embora o rascunho já estivesse delineado) e, por ser uma segunda-feira, passei o final de semana adiantando tudo o que podia para encerrar esse documento de 07 de novembro de 2011, que dependia de saldar um débito de consumo de água. Eu precisava de que esse pagamento fosse autenticado, mecanicamente, pelo banco, para evitar aquele comprovante solto que me obrigaria a, em cópia autenticada, a gastar mais do que era necessário.

Peguei a senha preferencial, na agência bancária, pois sou diabética e portadora de degeneração das córneas (há muitos anos entreguei, na agência bancária, comprovantes disso; não sei se ainda existem nos arquivos do banco) e aguardei, pacientemente, a minha vez: 15h31m. Esse foi o horário em que consegui me dirigir à agência bancária.

Havia outros afazeres, fora do banco, tais como: imprimir, numa copiadora, em impressora de melhor qualidade do que a minha, o documento; ir ao cartório, para reconhecimento de firma, para fazer cópias autenticadas dos recibos (inclusive a cópia autenticada do recibo que pagaria na agência bancária), anexar esses recibos ao documento impresso, subscrever o envelope, depositá-lo nos Correios por meio de Aviso de Recebimento.

Enquanto aguardava a chamada de minha senha, na agência bancária, ouvi os eternos comentários dos que lá, sentados, aguardavam a vez de atendimento: “puxa, estive em tal banco e foi rápido; aqui é demorado”; “olhe, eu tenho mais de uma senha, fique com a minha”; “muito obrigada por ter dado a outra senha para mim, já estou indo embora”.

São as pessoas que tiram até três ou quatro senhas e aguardam qual será chamada primeiro! Consideram-se muito espertas e são espertalhonas; são as que, no dizer de Lêdo Ivo, envileceram ao envelhecer. Repassam senhas para pessoas que chegaram depois de quem já retirou senha e aguarda sua vez, educadamente, fazendo uso dos bons exemplos que receberam na educação do lar.

Em determinado momento, ainda não eram 16h, uma voz esganiçada feminina, de uma senhora sentada na primeira fila, ordenou que outra senhora fosse atendida antes de que a senha preferencial seguinte fosse chamada. O atendendente bancário, educadamente, deu sinal para que a senhora, que aparentava ter uns oitenta anos, se aproximasse para ser atendida.

Lá estava o meu pensamento: “coitada (para mim, chamar alguém de ‘coitado’ é ofensivo) tão idosa e não tem quem venha ao banco para ela ou para acompanhá-la, pois ficaria a esperar a vez como qualquer outro mortal”. 

Chegou a vez da dona da voz esganiçada. Ao levantar-se para ser atendida, “mandou”, literalmente, que a senhora que estava ao lado dela se dirigisse ao atendente ao lado do guichê de preferencial. A senhora ao lado não teve dúvidas: obedeceu. Educadamente, o atendente do guichê ao lado dispensou essa senhora: não havia chamado o número da senha dela. Tinha que aguardar a vez.

Quando, por volta de 16h, eu já havia mudado de lugar, porque minha vez estava próxima, guichê de atendimento preferencial, atrás do que estava atendido, postou-se uma jovem, evidentemente grávida, passando, o tempo todo, a mão na barriga volumosa e, assim que o cliente saiu do guichê, aproximou-se do atendente e pediu para ser atendida.

Ô falta de sorte  a minha, bem próximo de minha vez. Ali ficou a grávida, por cerca de quinze minutos, retirando, de dentro de um envelope pardo, documentos e dinheiro separado por documentos, fazendo pagamentos. Vez ou outra, virava-se para o público que aguardava atendimento, pacientemente, e massageava a volumosa barriga.

O número de senha, na minha frente, foi chamado em outro guichê, não o preferencial. Eu estava com “um olho no peixe e outro no gato”, pois não sabia qual guichê me chamaria.

Logo depois de o senhor de número de senha na minha frente começar a ser atendido, o número de minha senha foi chamado exatamente no guichê não preferencial onde estava esse senhor.

Mudei, novamente, de lugar de assento, para ficar próxima a esse guichê que chamara meu número de senha. A evidentemente grávida continuava a retirar pacotes de documentos e seus respectivos montantes de dinheiro para pagamentos.

O senhor que fora chamado na minha frente, em outro guichê que não o preferencial, tinha muito a resolver. A evidententemente grávida continuava a ser atendida.

Por volta de 16h50m, uma atendente, sempre gentil comigo, perguntou se eu perdera a minha vez. Eu disse que não, que o número de minha senha tinha sido chamado pelo atendente onde se encontrava aquele senhor, ainda resolvendo seus problemas bancários. Então, disse-me a atendente, venha aqui, eu a atendo.

Profundamente irritada, fiz comentários sobre a falta de educação generalizada das pessoas, pois só elas existem no mundo; que eu perdera o dia preparando um documento que não seria enviado naquele dia, conforme eu havia me proposto e aguardava, há uma hora e vinte minutos, para pagar aquela conta de água. “Ah, dona Maria Lúcia, nós não recebemos mais conta de água a não ser em débito automático ou pago em locais que recebem”. Respondi que a conta dessa matrícula voltará a ser debitada, automaticamente, mas que eu precisava da autenticação mecânica no pagamento dessa, porque eu recebera o dinheiro do responsável pelo consumo.

Ao sair do banco, dirigi-me à copiadora, para que imprimisse o documento em duas vias (salvo em CD). Faltavam pouquíssimos minutos para as 17h. Na copiadora, a primeira fala de quem me atendeu foi que, talvez, eu tivesse que deixar o CD e só buscar as impressões e o CD no dia seguinte. Que bom que bom, que bom! Disse à atendente que confirmasse essa previsão, pois eu gostaria de esperar. Quando ela se afastou, falei bem alto, para ser ouvida pelas câmeras de vigilância: “Afinal, vocês não são o único local que imprime”.

A atendente voltou e me disse que teria que esperar por quinze minutos. Espero e esperei. O dia estava perdido, não daria mais tempo para nada do que eu havia me proposto e preparado para fazer.

Tenho uma prima que sempre agiu de modo honesto, é trabalhadora, solidária, desde a infância, com os mais necessitados. Em conversa, no domingo, dia 06 de outubro, ela me disse que anda blasmefando, porque a decepção com os mais necessitados é imensa. Incrível, mas ela externou o que eu blasfemo dentro de casa: “Deus, o senhor está perdendo espaço para o diabo. Alguma coisa anda muito errada”. Acrescento: faço tudo o que tem que ser feito e mais. Quando não depende mais de mim, encalacra, “dou de cara” com pessoas palpiteiras que, em vez de fazer o que têm que fazer me dão conselhos inúteis e os obstáculos vão daí por diante.

Quando saí da copiadora, ao chegar no Cartório (naquele dia, nem pensar em Correios mais), o Cartório havia acabado de fechar as portas. Dei meia volta e, profundamente frustrada, voltei para casa, remoendo, como sempre, as causas dessa frustração.

No dia seguinte, dia 08 de novembro, logo no período da manhã, providenciei o que era para ser feito no Cartório, tirei extrato bancário do meu “pé na cova”, voltei para casa, subscrevi o envelope para enviá-lo à p. q. p. e encerrar mais uma pendência em que o capeta da desorganização, da falta de atitudes e cumprimento de cláusulas contratuais nos deu um prejuízo moral e financeiro sem tamanho, dirigi-me à mesma agência bancária em que perdera meu precioso tempo e meu bom humor no dia anterior, depositei meu “pé na cova”, porém, antes, pedi desculpas à atendente do dia anterior, porque ela foi obrigada a me ouvir falar daquela prenha que encostou o barrigão no guichê e de lá não mais saiu, o que causou uma troca de atendimento de guichê preferencial, onde havia encostado um senhor que tinha tanto a resolver que deixou o guichê depois da prenha sem vergonha na cara.

Nos Correios, a cereja do bolo: há um aviso de quem são os preferenciais. Idosos, portadores de necessidades especiais, pessoas com crianças no colo, grávidas e lactantes.

Ao ser atendida por meio de chamada de número de senha, perguntei ao funcionário dos correios como é que identificam as lactantes.

A resposta do desolado funcionário foi que é preciso acreditar na pessoa que alega ser lactante; que há pessoas que alegam estar grávidas de um mês, por exemplo, e os atendentes não podem pedir comprovação e atendem a essas alegações.

Sinhá, cadê “seu” Padre? Alguém tem colocar ordem nesses atendimentos preferenciais. Quando alguém reclama, é taxado de nazista, louco, mal educado.

Diante desse desabafo, faço duas colocações importantes, a meu ver:

1) Nem sempre podemos utilizar “a porta ao lado” para fugir de irritações provocadas pelo capeta em forma de pessoas mal educadas, mal formadas, mal informadas, sociopatas. Entendi, Dr. Drauzio Varela, que, na sua mensagem, o que puder ser evitado para que o problema não se torne “uma bola de neve”, deva ser alvo de soluções em que, muitas vezes, somos submetidos a uma situação que poderia ser chamada de humilhante, covarde de nossa parte, por termos que abaixar a cabeça.

2) Não sei se terei paciência, nesta encarnação, para aguentar os mal educados, mal formados, mal informados, sociopatas que exigem “tratamento preferencial” em prejuízo daqueles que, de fato, merecem esse tratamento. Tenho observado portadores de necessidades especiais que não se impõem por esses motivos: ao contrário, são discretos, independentes, o “mundo não é culpado” pelo fato de serem portadores de necessidades especiais.

Com relação a uma parcela de pessoas idosas, infelizmente, porta-se como se a sociedade organizada inteira tivesse um débito com ela, a ponto de passar por cima dos que, ainda, não aparentam a idade.

Faltam-me três (03) anos para atingir os 60 anos. Espero, sinceramente, tornar-me a pessoa descrita no texto “Tenha idade, mas não seja velho”:

https://maluber2.wordpress.com/2010/10/11/tenha-idade-mas-no-seja-velho/

 Corro um risco muito grande de ser criticada por postar textos que exortam a manutenção do equilíbrio para manter a saúde física e mental de, de repente, inserir uma postagem como esta. Todavia, acredito que, muitas vezes, sou obrigada a enfrentar problemas causados por pobres de espírito (que só nos causam “pobremas”) e que precisam ser expostos, pois não sou pobre de espírito, não sou melhor do que ninguém, mas também  não sou pior.

Enfrentar com bom humor determinadas situações é a melhor atitude, mas, de vez em quando, há necessidade de “descer das tamancas” também.

The Orchestrated Heist ou Assalto durante o concerto (trecho da versão norueguesa de um filme holandês) terça-feira, nov 8 2011 

 

The Orchestrated Heist

The ‘Olsen Gang’ bombs, drills, and hammers its way through the opera house basement in synchronicity with the music of the Elverhøj Overture.

From the Norwegian version of the Danish film “The Olsen Gang Sees Red” directed by Erik Balling.   Music: Elverhøj (Elves’ Hill) Overture by Friedrich Kuhlau   Wikipedia

Fonte: http://www.flixxy.com/olsen-gang-elverhoj-overture-comedy-film.htm

Enviado pela amiga Cidinha Carramenha, mas lembro-me, também, de já ter recebido essa sugestão (recebo tantas mensagens boas de tanta gente boa que não consigo me lembrar quem a enviou pela primeira vez).

A mensagem de Cidinha Carramenha veio acompanhada de uma sugestão de Coral do Brasil, uma “pérola”:

Visite o blog:
www.idadedamusica.blogspot.com

Tem bastante novidade por lá!

A porta ao lado – anexo com texto de Dráuzio Varela domingo, nov 6 2011 

O anexo em Power Point, extensão “pps”, abaixo, foi postado, em outubro/2010, na página “Anexos do Windows Live”, recebido do amigo Júlio César.

Porque me foi reenviado pelo primo Sérgio, considero uma excelente oportunidade para partilhá-lo.

“A porta ao lado” é uma metáfora aos problemas causados por mal-educados, egoístas, amorais, sociopatas – observem como os qualifiquei em ordem crescente – e, no teor da mensagem, precisamos “maneirar”  nossas reações, de modo a não aumentar os problemas e não estragar a nossa saúde.

Afinal, mal-educados, egoístas, amorais, sociopatas não se reeducarão nunca; porém, podemos amenizar o impacto que causariam em nossas vidas, em nossa saúde se não nos rebaixarmos ao nível deles.

A PORTA AO LADO_primo Sérgio enviou

Agenda Cultural | Salto – SP | Novembro 2011 domingo, nov 6 2011 

 agenda-novembro2011_Prefeitura da Estância Turística de Salto SP

Rosana Alves

Balcão de Informações Turísticas
Secretaria Cultura e Turismo
Prefeitura da Estância Turística de Salto
11 4021-0530 / 4028-1649

Twitter | twitter.com/SaltoeCultura
Facebook | facebook.com/SaltoeCultura

Notícias | Dengue sábado, nov 5 2011 

 

Ajude na mobilização:

http://www.combatadengue.com.br/

Notícias | Dengue

Dengue: que tal a beleza para combater o mosquito? do blog “Livre pensar é só pensar” sexta-feira, nov 4 2011 

 Gostaria de creditar meu interesse pela informação prestada pelo blog ao fato de que, em Desfile do Divino/2011, a EJA Municipal de Itu-SP distribuiu mudinhas dessa Crotalária Juncea com um cartão informativo de que é “Inimiga da Dengue; amiga da sua saúde”.

Ao lermos o texto, no blog abaixo, ficamos sabendo que as flores atraem libélulas que devoram os mosquitos da dengue.

Atenção, também, para o fato de que a utilização da Crotalária Juncea ainda está [texto de março 2010] em teste.

Na Wikipédia, a enciclopédia livre, temos mais informações sobre Adubação Verde ou plantio verde:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Aduba%C3%A7%C3%A3o_verde

 

Dengue: que tal a beleza para combater o mosquito? « Livre pensar é só pensar!

Site da Família Só – “Família é prato difícil de preparar”, de Francisco Azevedo quarta-feira, nov 2 2011 

 

Contribuição da amiga Cidinha Carramenha.

FAMÍLIA SÓ

Após ler esta inserção, clique em “Família Só” acima, para apreciar tudo o que lhe interessar:

SITE DA FAMÍLIA SÓ

Família é prato difícil de preparar

de ‘O Arroz de Palma?, de Francisco Azevedo

Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite.

O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.

E você?  É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.

Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.

Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.

O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo,  em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é ?à Moda da Casa?. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha.  Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.

Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie.

Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo!

Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.

 

 

FAMILIARES

Em princípio `pessoas que te fazem, no sentido mais amplo do termo, se sentir em casa

ENCONTROS

Possibilitam que as pessoas se conheçam e estreitem laços de amizade…

AMIGOS

Como os escolho???…