Esta inserção se deve à programação de minha favorita – Antena 1 – que a tocou há alguns minutos.

Que ninguém confunda minhas inserções em francês com conhecimento (meu francês “dá para o gasto”: aulas nas duas primeiras séries do antigo ginasial; atenções a traduções “tempos de Hélio Ribeiro”, apresentador de rádio que traduzia as músicas estrangeiras), mas, principalmente, ao fato de o português e o francês terem origens comuns, ajuda a entender o que é importante em textos escritos. Para canções, preciso de ajuda de tradução.

Há muitos anos, enquanto assistia a um documentário sobre a região do Araguia, fiquei surpresa com um dos ribeirinhos, que, de violão, cantava o que entendia do refrão dessa canção: “guiá, guiá” e assim seguia. Não fiz piada dele, contava o fato aos alunos (eu mesma já cometi cada gafe e com letra de música em português, por que fazer piada disso?), para exemplificar como as pessoas, espontaneamente, podem reproduzir o que ouvem, de acordo com o que conhecem, no caso do ribeirinho, “Araguia”. Como quando minha sobrinha, que confundiu “musa inspiradora” com “mula respiradora” e me ofereceu o mote para inserir, neste espaço, como as pessoas nos usam como “mulas respiradoras”, quando são as mais espertas da sala.

Quando as mais espertas da sala morrerem, irão de corpo e alma para o inferno.

A letra da canção menciona “Amazone”. É uma viagem pelo mundo.

http://youtu.be/l8PlizxffCk

Outra opção (com letra e tradução):

http://letras.terra.com.br/desireless/#mais-acessadas/10518

 

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