Para conhecer ou para relembrar: este é um bom começo.

Depois, procurar por trabalhos acadêmicos de análise dessa obra.

Tem “andado” em minha cabeça, muito, ultimamente, pois, na obra, as duas personagens principais (João Grilo e Chicó) são “salvas” por Nossa Senhora, no Julgamento após a Morte de ambos, porque Nossa Senhora se apieda de ambos por serem “vítimas” da opressão da sociedade oligárquica e intervém diante do Juiz (Nosso Senhor Jesus Cristo).

Muito importante entender o julgamento e a sentença de “inocentes” dentro do contexto; sentença válida.

No entanto, a “malandragem” contemporânea não pode ser desculpada desse modo, porque, a meu ver, a sociedade brasileira se tornou uma imensa “guerra de foice no escuro” em que os “oprimidos” querem levar vantagem daqueles que julgam (erroneamente) ser seus opressores.

Nossa solidariedade também tem limites: os de comportamento malandro contemporâneo não podem ser comparados às personagens de “Auto da Compadecida” que vão a julgamento.

Ultimamente, é difícil distinguir os que merecem nossa solidariedade daqueles que se comportam como os “mais espertos da sala”.

Auto da Compadecida – Wikipédia, a enciclopédia livre

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