CEMPRE – Compromisso Empresarial para Reciclagem quarta-feira, jun 29 2011 

Na aba Multimídia/Vídeos, a recomendação é assistir ao vídeo “Tecnologia de Plasma – Reciclagem de embalagens LongaVida via Tecnologia de Plasma”, dentre vários que se encontram disponíveis.

Recebi o vídeo de minha cunhada Sônia, fiquei encantada.

Ao procurar pelo vídeo, para recomendá-lo aqui, encontrei, na Wikipédia, o assunto da reciclagem de Tetrapak e, no site da CEMPRE – Compromisso Empresarial para Reciclagem – o vídeo recomendado acima.

Muito interessante, educativo, porém comecei a guardar as embalagens Tetrapak, após enxaguar a embalagem para retirar o resíduo de leite, cortar a ponta superior, em tira, deixar secar sobre um jornal e… não sei em que local depositar quando o número de embalagens compensar a entrega.

CEMPRE – Compromisso Empresarial para Reciclagem

MÃE.COM – 1.ª Convenção Familiar – Temporada 2011 quarta-feira, jun 29 2011 

 Recebi o texto da prima Melinha: encontrei-o postado no blog “Crescendo novas ideias”:

Postado por Patricia Baldarelli às 18:35

quinta-feira, 5 de maio de 2011

MÃE.COM – 1ª Convenção Familiar – Temporada 2011

Queridos Filhos,

Em primeiro lugar, Mamãe gostaria de agradecer a presença de todos nesta Primeira Convenção Familiar. Mamãe sabe como foi difícil abrir um espaço nas agendas de cada um de vocês: Papai tinha uma lavagem de carro praticamente inadiável, Júnior já tinha marcado de se trancar no quarto, Carol estava para receber pelo menos três telefonemas importantíssimos de uma hora e meia cada um.
Mamãe está comovida. Muito obrigada!
Bem, conforme Mamãe já tinha mais ou menos antecipado, esta convenção é para comunicar ao público interno – Papai, Júnior e Carol – todas as modificações nos produtos e serviços da linha Mamãe.
Como vocês sabem, a última vez que Mamãe passou por reformulações foi há 14 anos, com o nascimento do Júnior. De lá para cá, os hábitos e costumes, o panorama cultural, a economia e o mercado passaram por transformações radicais.
Mamãe precisa acompanhar a evolução dos tempos, sob pena de ver sua marca desvalorizada.
Para começar, Mamãe vai mudar a embalagem.
Mamãe sabe que esta é uma decisão polêmica, mas, acreditem, é o que deve ser feito. Mamãe sai desta convenção direto para um SPA, e de lá para uma clínica de cirurgia plástica.
Nada assim tão radical. Haverá pouquíssimas alterações de rótulo,vocês vão ver.
Mamãe vai continuar com praticamente o mesmo formato, só que com linhas mais retas em alguns lugares e linhas mais curvas em outros.
Calma, Papai! Mamãe já captou recursos no mercado.
Mamãe vai ser patrocinada por uma nova marca de comida congelada. Lei Rouanet, porque Mamãe também é cultura. Junto com o lançamento da nova embalagem de Mamãe, no entanto, acontecerá o movimento mais arriscado deste plano de reposicionamento.
Sinto informar, mas Mamãe vai tirar do mercado o produto Supermãe…
Não, não, não adianta reclamar!
Supermãe já deu o que tinha de dar. Trata-se de um produto anacrônico e superado, anti-econômico e difícil de fabricar.
Mamãe sabe que o fim da Supermãe vai aumentar a demanda pela linha Vovó, que disputa o mesmo segmento.
Paciência.
Você não pode atender todos os públicos o tempo todo!
No lugar da Supermãe, Mamãe vai lançar (queriam que eu dissesse ‘vai estar lançando’, mas eu me recuso) novas linhas de produtos mais adequados à realidade de mercado.
Vocês vão poder consumir Mamãe nas versões:
– Active (executiva e profissional),
– Light (com baixos teores de pegação de pé),
– Classic (rígida e orientadora),
– Italian (superprotetora) e
– Do-It-Yourself (virem-se, fui passear no shopping).
Mas uma de cada vez, sem misturar.
Ah, sim, Mamãe detesta esses nomes em inglês, mas me disseram que, se não for assim, não vende.
Mamãe gostaria de aproveitar a oportunidade para lançar seus novos canais de comunicação.
De hoje em diante, em vez de sair gritando pela casa, vocês vão poder ligar para o SAC-Mamãe, um 0300 que dá direto no meu celular (apenas R$0,27/minuto, mais impostos).
Mamãe também aceita sugestões e críticas no endereço [mamae@mamae.net]
Mais uma vez, Mamãe agradece a presença e a atenção de todos!

Autoria Desconhecida – e muito boa….

Postado por Patricia Baldarelli às 10:28

Crescendo Novas Idéias

Cratera da Colônia: da Wikípédia ao blog sobre a Cratera em São Paulo terça-feira, jun 28 2011 

 

Cratera da Colônia – Wikipédia, a enciclopédia livre

Parelheiros – Wikipédia, a enciclopédia livre

Complemente sua leitura por meio deste blog específico:

CRATERA-VARGEM GRANDE

Bibi Ferreira e Edith Piaf terça-feira, jun 28 2011 

 

Bibi Ferreira e Edith Piaf

Preciso acrescentar mais alguma coisa ou apenas agradecer à webmaster desse blog?

PIAF – UM HINO AO AMOR terça-feira, jun 28 2011 

Ganhei o DVD, comentado abaixo, da amiga Vera e recomendo: é, num certo sentido, depressivo, porém, como na crítica abaixo, pensamos de modo diferente depois de assistir à biografia de Edith Piaf.

Fonte: http://www.cranik.com/piaf_umhinoaoamor.html

CRÍTICA – PIAF – UM HINO AO AMOR –  Depois de ver “Piaf – Um hino ao amor”, você não será capaz de ouvir a versão de Cássia Eller para “Non, je ne regret rien”, sem associar com a derradeira cena final do filme, embalada pela música. Cássia, assim como Piaf, provavelmente não se arrependia de nada. Edith Piaf foi a maior cantora popular da França.
Ao vermos o filme a primeira sensação é a de inveja por não termos uma artista tão urbanamente decadente, visceral e fatalista. Ok, tivemos uma Dalva de Oliveira – que se inspirava nela – uma Elis Regina, uma Maysa, uma Cássia Eller e ainda temos uma comportada e desintoxicada Angela Ro Ro. Mas a artista “produzida” em Paris é única. Sua trajetória marcada por perdas e desacertos, justifica cada copo que tomava e que lhe roubaria o fígado e a mataria de falência hepática, agravada por anos de dependência química aos 47 anos, isso em 1963.
O filme de Olivier Dahan não é linear. Embaralha fatos, ignora outros, alterna passado, presente e futuro, sem a menor obrigação de seguir uma seqüência lógica – embora ela esteja por lá. O filme é uma grande e belíssima homenagem a um das maiores artistas francesas do século XX. Causou furor na França quando lançado e vem arrastando elogios e se tornou um forte candidato a abocanhar a famosa estatueta do Oscar.
Tal mérito recai sobre a atriz Marion Cotillard que impressiona com sua transfiguração e entrega, ela não interpreta, ela é Piaf. Assim como aconteceu com Helen Mirren (A Rainha), Nicole Kidman (As Horas) e Philip Seymour Hoffman (Capote) – entre outros – a academia adora premiar atores que se transfiguram para interpretar personagens reais. Em Piaf, eles encontrarão motivos de sobra.
Piaf (pardal em francês) passou sua infância dividida entre a mãe decadente que cantava nas ruas para sobreviver, o pai autoritário e acrobata que a obrigou a vagar com uma trupe de circenses e uma avó cafetina que não a reconhecia como tal, dona de um bordel, permitia que as prostitutas tivessem contato com a pequena garota. Curiosamente – ou não – desde pequena Edith viveu flertando com a decadência.
Não à toa cresceu “imitando” a mãe, sendo impessoal como o pai e desapegada, afinal Piaf nunca pode ter nada de concreto. Descoberta na rua, Piaf se torna uma grande e impulsiva cantora, que com seus olhos expressivos, seu corpo mignon e sua voz potente encantava os que a ouvia.
Impossível não se comover com o filme. Simplesmente porque a história e a arte de Piaf se misturam, numa macabra simbiose que a fez despencar em cena, numa de suas ultimas apresentações públicas. Geniosa, generosa e intensa, Piaf teve sua vida arrasada com a morte do grande amor de sua vida, o boxeador Marcel Cerdan. Tal relação resulta numa das mais belas cenas do filme, onde poesia, cinema e realidade se misturam para enfatizar o(s) grito(s) de dor, originado pela perda do amor.
Piaf é programa obrigatório. Intenso e emocional, sem ser piegas ou maniqueísta, a história de Edith Piaf vêm a tona sem maneirismos. Dahan se apropriou de sua história e a transformou em belas seqüências. Antes de reverenciar o mito, nos brinda com uma interpretação impagável e incontestável de uma artista que nunca se enquadrou, viveu solta num sistema que a acolheu, graças ao dom de cantar, concedido pelos deuses.
O filme no conecta com a utópica e necessária visão do artista que foi consumida pela arte e fez dela seu alimento. Para ter em casa e rever, assim não esqueceremos os predicados que compõem o “forro” de uma grande artista. Edith Piaf – Um Hino ao Amor é inesquecível.
Ficha Técnica:
Título Original: La Môme
Gênero: Drama
Duração: 140 min.
Ano: França/República Tcheca/Inglaterra – 2007
Distribuidora: Europa Filmes
Direção: Olivier Dahan

PIAF – UM HINO AO AMOR

Agora, um arquivo em extensão “pps”, que tenho na página Arquivos do Windows Live, enviado pela prima Sensão, há tempos, em espanhol, encontrado em “slideshare.net”, em português, com detalhes, não incluídos no filme “Piaf – um hino ao amor”, dos acontecimentos após sete anos da morte de Edith Piaf, sobre os quais não acreditei quando recebi o anexo em espanhol. É, porém, um final surpreendente:

edithpiaff-umahistoriadeamor-101013145727-phpapp01

Os Pássaros – Wikipédia, a enciclopédia livre segunda-feira, jun 27 2011 

Em 04 de junho de 2011, na Rodovia Castelo Branco, destino São Paulo/SP, minha irmã e eu paramos no Castelo da Pamonha para tomar um lanche.

Antes de entrarmos, observei “os pássaros” na fiação elétrica do poste e me lembrei do filme.

Ao sairmos, fiz questão de fotografar e pensei em postar as duas fotos.

A primeira, é um destaque para melhor visualização das pombas.

 

Os Pássaros – Wikipédia, a enciclopédia livre

Ganhei um presentão: o novo SkyDrive segunda-feira, jun 27 2011 

Ao rever uma postagem – “Vida Vívida”, na página Anexos do Windows Live – tive a grata surpresa de acessar meus arquivos do Windows Live Space com mais facilidade e melhor visualização.

Lá está o seguinte recado:

“Bem-vindo ao novo SkyDrive

Atualizamos o SkyDrive para que você possa encontrar facilmente seus arquivos, fotos e tudo o que compartilha com grupos em um único lugar”.

Quando migrei para o WordPress, tinha certeza de que perderia esses arquivos.

Não os perdi e melhorou, pois poderei postar os filmes que recebo por mensagem eletrônica.

Isso foi um presentão e tudo grátis, como tem sido desde que criei meu espaço no Windows Live Space e migrei para o WordPress.

Agradeço, muito, àqueles que têm “amarrado o meu paraquedas” e não sei quem são esses gênios da tecnologia de informática, pois eu não poderia, jamais, ter este espaço sem as ferramentas que esses gênios disponibilizam para amadoras como eu.

 

Demonstrativo de pagamento no site da Secretaria da Fazenda segunda-feira, jun 27 2011 

Ver a postagem atualizada: Demonstrativos de Pagamento – Inativos – Caminho das pedras para imprimi-los, de 04/08/2011

Infelizmente, até a data de hoje, 27 de junho de 2011, o site da Secretaria da Fazenda ainda não disponibilizou o demonstrativo de pagamento para aposentados e beneficiários referente a junho/2011. Disponível só o referente a maio/2011, ainda.

Recebi um comentário indignado, absolutamente pertinente, com relação a esse lapso da parte do site, porém não o postei, para poupar o emissor de quaisquer consequências por reclamar um direito.

Em 31 de dezembro de 2011, encerra-se o contrato da ex-Nossa Caixa Nosso Banco de prestar serviços de pagamento de salários, proventos, soldos, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares, de acordo com a Resolução 3.424, de 21 de dezembro de 2006. Isto é, se a venda da Nossa Caixa Nosso Banco não cancelou essa Resolução.

Descobri, sozinha, que, a partir de junho/2011, o Banco do Brasil não distribuiria os demonstrativos de pagamento. Depois de quinze dias de a aposentadoria referente a junho ter sido depositada, passei na agência e perguntei se havia reclamação da parte de quem se cadastrou no site da Secretaria da Fazenda porque o demonstrativo de junho ainda não estava disponível. Claro que a atendente, a que distribui senha, disse-me que ninguém reclamou absolutamente nada a respeito disso, que ela tinha conhecimento de que todos estavam de posse de seus demonstrativos de pagamento.

Então, tá, só esta parva, louca, destemperada é que não conseguira, até a data de 27 de junho de 2011, acessar o demonstrativo de junho/2011. Só podia ser isso.

Diante de um comentário indignado, que não postei aqui, descubro que não sou a única que não conseguiu acessar e imprimir o demonstrativo de pagamento de junho e já estamos quase no início de julho/2011.

Não posso me esquecer de acrescentar que, até a presente data, nenhum correspondência me foi enviada de que o demonstrativo de pagamento para aposentados e beneficiários não seria mais distribuído pelo Banco do Brasil e que há duas possibilidades para que os aposentados e beneficiários obtenham seus holerites.

Guerra de Canudos …e o sertão virou um mar de sangue – SUPERINTERESSANTE sábado, jun 25 2011 

 

Disponibilizo, em arquivo “pdf”, as duas páginas iniciais do texto Guerra de Canudos… e o sertão virou um mar de sangue, com os créditos:

Início do texto Guerra de Canudos_revista Superinteressante

 Superinteressante de novembro de 1993, edição 074, Editora Abril.

No link, abaixo, há uma falha e, na edição da revista, lê-se O “fanatismo” com sotaque sulista

Guerra de Canudos …e o sertão virou um mar de sangue – SUPERINTERESSANTE

Maria Bonita -100 anos – MyHeritage Portuguese Blog sábado, jun 25 2011 

Maria Bonita -100 anos.

YouTube – Quem sou, deixa marca – legendas em português sábado, jun 25 2011 

Em supermercado, você trabalha e ganha desconto – Superinteressante quarta-feira, jun 22 2011 

Antes de ler o “link” indicado, partilho o que recebi de prima Melinha:

Um moderníssimo supermercado foi inagurado em Nova York.

 A água é borrifada automáticamente, para manter os produtos frescos.

 Você escuta o som distante de trovões e o cheiro de chuva fresca.

Quando você passa na seção de laticínios, você escuta mugidos e
vivencia o aroma do leite sendo tirado das vacas.

No setor de carnes tem aquele agradável aroma de carne assada
na grelha com cebola.

Na prateleira de ovos, você escuta o som de galinhas cacarejando,
e o ar se enche do cheiro de bacon e ovos sendo fritos.

Na padaria, se pode sentir o aroma de pães e biscoitos sendo cozidos.

 Nunca mais compro papel higiênico lá….

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 Em supermercado, você trabalha e ganha desconto – Superinteressante.

Principal causa da confusão mental no idoso – eJesus – Cristianismo Inteligente Para Transformar Realidades quarta-feira, jun 22 2011 

 Recebi o texto sobre a principal causa de confusão mental no idoso de minha cunhada Sônia.

Telefunken, mania de perfeição, procurou a origem e o encontrou no “blog” indicado pelo “link”, em primeiro lugar.

Fica como sugestão para quem quiser visitar o “blog” todo, pois a informação do título é sempre benvinda a todos nós.

Principal causa da confusão mental no idoso – eJesus – Cristianismo Inteligente Para Transformar Realidades

YouTube – Book legendado terça-feira, jun 21 2011 

 Recomendação de minha prima Maria Adelaide.

Compatibilidade de existência de tecnologia em informática e tradição.

YouTube – Larry Griswold (1951) terça-feira, jun 21 2011 

 Recomendado pelo amigo Joaquim Emídio, em 14/06/2011, com a informação de que é uma participação de Larry Griswold no Frank Sinatra Show de 13 de novembro de 1951.

 

 

 

4 pioneiros da fotografia da cidade de São Paulo – por Gilberto Calixto Rios terça-feira, jun 21 2011 

12 – 4 Fotógrafos Pioneiros das imagens de São Paulo_crédito Gilberto Calixto Rios_Primo Sérgio enviou 03fevereiro2011

IBGE Mapa Mundi Digital terça-feira, jun 21 2011 

 

Um Mapa Mundi Digital.

Escolhe-se o país e clica-se nas abas Síntese, População, Indicadores Sociais, Economia, Redes, Meio Ambiente, Objetivos do Milênio.

Recebi esta indicação do amigo Júlio César em 09 de junho, mas só agora estou postando, porque tive dificuldade em acessá-lo antes.

Como a mensagem de Júlio recomendou, irá para “Favoritos”.

Muito útil, de fato, para qualquer pessoa, não apenas para escolares, como pensei a princípio.

IBGE · PAÍSES@

Uma reflexão familiar – MyHeritage Portuguese Blog terça-feira, jun 21 2011 

Após ler o texto, há um vídeo imperdível.

Uma reflexão familiar.

Drogas: o que fazer a respeito – Superinteressante domingo, jun 19 2011 

Edição 172, de janeiro de 2002, revista Superinteressante, Editora Abril.

Minha contribuição para o debate; utilizei, em sala de aula, com alunos do Ensino Médio, em 2002, a partir de distribuição de cópias da publicação desse conteúdo, dividindo as classes do Ensino Médio em dois grupos, cada grupo escolheu ser pró ou contra a descriminalização das drogas, baseado nos argumentos que o texto fornece.

Deslumbrante conteúdo, propiciou cerca de quatro aulas, de Língua Portuguesa em cada uma das três séries do Ensino Médio para as quais eu ministrava aulas, em que os alunos puderam ler e se manifestar, oralmente, para que não se sentissem inseguros (para poupá-los, caso a exigência fosse por escrito) de serem acusados de consumidores de droga.

Drogas o que fazer a respeito – Superinteressante.

Conto canino – Cãomício no calçadão sexta-feira, jun 17 2011 

Conto canino

Cãomício no calçadão

José Carlos de Oliveira

Reunidos no calçadão central da Avenida Atlântica, entre as Ruas Souza Aguiar e Sá Ferreira, dezenas de cães participaram sábado à tarde de um comício autorizado, em princípio, pela Administração Regional de Copacabana. Eram cachorros das mais variadas raças e dos mais diferentes tamanhos, desde Pastores Alemães até miniaturas Pintcher. Junto ao meio-fio, no local da concentração, um carro-choque do Batalhão de Gatos, armados de unhas e dentes, garantia a ordem.

O primeiro a subir ao tablado, que era um engradado de refrigerantes emborcado, foi um Poodle branquinho, de rabinho cotó

– Nossos donos são irresponsáveis! – gritou ele

– Abaixo os donos irresponsáveis! – respondeu a multidão raivosa (embora toda ela vacinada)

– Todo poder aos cachorros! – prosseguiu veemente o Poodle branco, cujo focinho lembrava vagamente o de Jane Fonda, e que era tido, entre o Posto 6 e o Posto 4, como o líder inconteste do Dog-Power.

Em seguida pediu a palavra um Weimaraner azulado, de olhos tristes. Do alto do caixote, falou ponderadamente:

– Meus modos if… if… (estava chorando o coitado)… Meus modos refletem o do meu dono… Não quero mais passar vergonha sujando a calçada!

– Nós também não! – responderam em uníssono os manifestantes caninos. Lá do meio do povo, alguém latiu com voz de Pointer:

– Nossos donos precisam aprender que lugar de cachorro fazer suas “coisas” é em casa!

– Bravo! Apoiado! – concordou a cãonalhada.

– Pipi-dog! Queremos pipi-dog! – Puseram-se a ladrar cadelinha Basser – cinco ou seis, provavelmente da mesma ninhada. – Somos moças de família, e portanto temos direito a um lugar no apartamento, onde possamos fazer a nossa toalete em que os intrusos invadam a nossa  privacidade”

– Muito bem! Falou! Podem crer! – entoaram em coro os cinco Dobermans que moram no Edifício Chopin, um dos mais luxuosos de Copacabana, e que fazem pipi – vejam só a heresia! – na piscina do Copacabana Palace, que fica ali ao lado.

Agora, estava no tablado um musculoso Boxer, com sua cara abobalhada e seu tradicional bom coração.

– Senhoras e senhores – disse ele – sejamos objetivos. Desejo colocar em votação uma proposta simples, de três pontos, a qual, se aprovada, será encaminhada aos nossos donos, em forma de abaixo-assinado. Primeiro ponto:

– “Quero meu pipi-dog no apartamento”

– Apoiado! – gritou a assembléia

Segundo ponto: … Mas, antes, para evitar tumulto, prefiro que os distintos companheiros, em vez de latirem, ladrarem, rosnarem e coisa e tal, balancem o rabo em sinal de aprovação. Aqueles que não mais possuem rabo poderiam uivar, mais docemente, pois uma de nossas preocupações principais há de ser a de não agravar a poluição sonora, de maneira a não indispor a opinião publica contra a nossa causa…

Todos balançaram o rabo, em silêncio. A questão do orador fora aceita. Ele então prosseguiu:

– Segundo ponto: – “Queremos fazer nosso cooper canino apenas no calçadão central da Avenida Atlântica…”

Rabinhos balançaram para lá e para cá: aprovado.

– Terceiro ponto: “É preferível que não nos levem à praia, onde involuntariamente causamos uma porção de doenças!”

Rabinhos alegres: de acordo.

– Desta forma – finalizou o Boxer – poderemos afirmar que somos felizardos e que temos donos educados!

– Nosso dono vai ser superlegal! – exclamou a assembléia, esquecendo a recomendação de só balançar o rabo.

Nessa altura, todos ali estavam com vontade de fazer cocô e pipi. Sendo assim, o Poodle branco decidiu dar por encerrada a reunião, recomendando que os manifestantes se dispersassem em ordem.

Mas nesse instante pulou no caixote um autêntico Vira-Lata, magrinho, de olhos famintos, as costelas aparecendo sob o pêlo ralo, o rabo entre as pernas.

– Irmãos! – bradou ele, ou melhor, essa palavra num gemido – Irmãos! Todos somos irmãos! Todos os cachorros são iguais! Portanto, o verdadeiro problema não está no pipi-dog doméstico nem no pinicão de apartamento. O necessário é que todos nós, os de pedigrees e os da rua, os de raça e os vira-latas, tenhamos, todos. direito aos cuidados veterinários periódicos, à vacinação gratuita, à alimentação farta e balanceada, à coleira protetora com sua placa de identificação, aos banhos seguidos de talcos contra pulgas.. Viva pois a revolução! Todo o poder aos cachorros, sem distinção de raça, cor ou credo!

-Uh! Fora! – gritaram os cães de luxo, que pertencem todos, naturalmente, à Direita, e preferem que as coisas continuem como estão, no plano da justiça social. – Fora! Sarnento! Babão! Comedor de restos! Ralé!

A multidão de sócios do Kennel Club avançou na direção do anarquista, rosnando ameaçadoramente. Foi preciso que os gatos salvassem o Vira-Lata do linchamento inevitável, para o que o cercaram, dispersando a cachorrada com bomba de gás lacrimogêneo.

Em seguida, o Batalhão de Gatos levou o Vira-Lata para o lugar adequado a essa espécie agitador. ele agora está sendo processado e é capaz de passar o resto da vida num canil-presídio. Acusação: trata-se de um CÃOMUNISTA.

Fonte: Para gostar de ler. vol. 7 – Crônicas. São Paulo: Editora Ática, 1987.

Conto canino – Cãomicio no calçadão

Fonte caso não acesse o link acima: http://www.tirodeletra.com.br/conto_canino/Contocanino-Caomicionocalcadao.htm

Folha.com – BBC Brasil – Vídeo reúne melhores momentos de "cão anarquista" da Grécia – 17/06/2011 sexta-feira, jun 17 2011 

 Amei o “cão anarquista” da Grécia.

Fiquei contente em tomar conhecimento dele por meio de:

Folha.com – BBC Brasil – Vídeo reúne melhores momentos de “cão anarquista” da Grécia – 17/06/2011

Neste sábado, 18 junho 2011: Festa São João na Rosário, Itu quinta-feira, jun 16 2011 

 


Vai ser um festão

Dança de quadrilha, comidas, quentão, vinho quente, brincadeiras, tudo por R$ 35,00 adultos e R$17 crianças de 5 a 12 anos.

Neste sábado, dia 18, na Rosário em Itu.

Venham se divertir muito com a gente!!!

Reserve já o seu ingresso que são limitados!

Mais informações e reservas pelo telefone 011 96077483

Ate sábado….

Ruraltur Turismo.

www.rural.tur.br

RuralTur Turismo

Depoimento – Revista Sorria – mensagem de 16junho2011 – sobre Reencontro quinta-feira, jun 16 2011 

 

Olá,
Estamos preparando a seção Amar da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!
O tema da vez é: o reencontro mais marcante da sua vida. Podem ser reencontros de todos os tipos…:
– com um amigo de infância que você não via desde aquela época;
– com um animal de estimação perdido;
– com um professor que foi importante para a sua formação, e que enfim você teve chance de agradecê-lo por tudo;
– com um objeto que tenha um significado especial;
– com um familiar separado por picuinhas, que após o reencontro foram superadas;
– com um lugar ao qual você não ia há muito tempo;
– com um ex-namorado, que após o reencontro acabou virando amigo (ou namorado de novo);
– com um amigo ou parente que foi exilado;
– um reencontro consigo mesmo, por meio de uma fotografia antiga, um momento de reflexão, uma conversa que lhe permitiu voltar a ser quem você realmente é;
– enfim: com qualquer pessoa importante, que não se via por muito tempo, e cujo reencontro foi um momento emocionante, transformador.
Você tem uma história assim para contar?
Não esqueça de informar, por favor:
Nome:
Idade:
Cidade/Estado:
Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):
Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção dentre os relatos recebidos.
Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: http://www.revistasorria.com.br/site/o-projeto/
Muito obrigada!
Jéssica Martineli
jessica@editoramol.com.br
Editora MOL
11 3024-2444
editoramol.com.br

Origem da expressão mineira “UAI” | Obreiros de Irajá quarta-feira, jun 15 2011 

 

Recebi, do amigo Joaquim Emídio, uma explicação sobre a origem da expressão mineira “UAI”.

A procurar a fonte da informação que me enviou, encontrei esta, completíssima:

Origem da expressão mineira “UAI” | Obreiros de Irajá

Lendas e folclore da Internet: as pulhas virtuais. As lendas, as verdades e as meia-verdades / meia-mentiras em ordem alfabética quarta-feira, jun 15 2011 

Eu havia parado, há longos meses, de acessar o site “Quatro Cantos”, principalmente para me informar a respeito de lendas e folclores da Internet, porque meu sistema de segurança do micro informava a tentativa de instalar malwares e quetais.

Estimulada por um acesso ao site “Quatro Cantos”, entrei e não veio aviso algum de perigo.

Não era uma ironia? Afora as propagandas mil que temos que aguentar, este site é uma boa recomendação, inclusive para aqueles bem intencionados que continuam a veicular correntes e “hoaxes” (lendas e folclores da Internet), sem notar os perigos a que nos expõem e aos demais endereçados.

Está bem: eu, no início (e duvido que ainda não o faça) de minhas experiências na Web me considerava uma benfeitora, ao tentar divulgar informações que me passavam.

Antes de reenviar mensagens aos inúmeros correspondentes eletrônicos, seria interessante ler as lendas, as verdades, as meia-verdades, as meia-mentiras em ordem alfabética desse endereço.

Tenha paciência e boa leitura. Pelo menos, percorra os títulos, para ficar a par de mensagens que não deve divulgar entre seus correspondentes e, se puder, colabore com o endereço “Quatro Cantos”, para divulgar outros “hoaxes”.

Lendas e folclore da Internet: as pulhas virtuais. As lendas, as verdades e as meias-verdades / meias-mentiras em ordem alfabética

São Paulo em Imagens – Um passeio no tempo – Gilberto Calixto Rios segunda-feira, jun 13 2011 

 Recebi um presente e partilho com vocês:

O CENTRO VELHO DE SP_9_JEmídio enviou 13junho2011_autor Gilberto Calixto Rios

O autor dessa maravilha tem um endereço na Web.

Para visitar e colocar em “Favoritos”:

São Paulo em Imagens – Um passeio no tempo –

Aquele estranho animal – Mário Quintana sábado, jun 11 2011 

Repostagem

Como as pessoas reagem ao novo, ao estranho?

Aquele estranho animal

(Mário Quintana)

            Os de Alegrete dizem que o causo se deu em Itaqui, os de Itaqui dizem que foi no Alegrete, outros juram que só poderia ter acontecido em Uruguaiana. Eu não afirmo nada: sou neutro.

            Mas, pelo que me contaram, o primeiro automóvel que apareceu entre aquela brava indiada, eles o mataram a pau, pensando que fosse um bicho. A história foi assim como já lhes conto, metade pelo que ouvi dizer, metade pelo que inventei, e a outra metade pelo que sucedeu às deveras. Viram? É uma história tão extraordinária mesmo que até tem três metades… Bem, deixemos de filosofança e vamos ao que importa. A coisa foi assim, como eu tinha começado a lhes contar.

            Ia um piazinho estrada fora no seu petiço – tropt, tropt, tropt (esse é o barulho do trote) – quando, de repente, ouviu – fufufupubum! fufufupubum chiiiipum!

            E eis que a “coisa”, até então invisível, apontou por detrás de um capão, bufando que nem touro brigão, saltando que nem pipoca, chiando que nem chaleira derramada e largando fumo pelas ventas como a mula-sem-cabeça.

            “Minha Nossa Senhora!”.

            O piazinho deu meia-volta e largou numa disparada louca rumo da cidade, com os olhos do tamanho de um pires e os dentes rilhando, mas bem cerrados, para que o coração, aos corcoveios, não lhe saltasse pela boca.

            É claro que o petiço ganhou luz do bicho, pois no tempo dos primeiros autos, eles perdiam para qualquer matungo.

            Chegado que foi, o piazinho contou a história como pôde, mal-e-mal e depressa, que o tempo era pouco e não dava para maiores explicações, pois já se ouvia o barulho do bicho que se aproximava.

            Pois bem, minha gente: quando este apareceu na entrada da cidade, caiu aquele montão de povo em cima dele, os homens uns com porretes, outros com garruchas que nem tinham tido tempo de carregar de pólvora, outros com boleadeiras, mas todos a pé, porque também nem houvera tempo para montar, e as mulheres umas empunhando as suas vassouras, outras as suas pás de mexer marmelada, e os guris, de longe, se divertindo com os seus bodoques, cujos tiros iam acertar em cheio nas costas dos combatentes. E tudo abaixo de gritos e pragas que nem lhes posso repetir aqui.

            Até que, enfim, houve uma pausa para respiração.

            O povo se afastou, resfolegante, e abriu-se uma clareira, no meio da qual se viu o auto emborcado, amassado, quebrado, escangalhado, e não digo que morto, porque as rodas ainda giravam no ar, nos últimos transes de uma teimosa agonia. E, quando as rodas pararam, as pobres, eis que o motorista, milagrosamente salvo, saiu penosamente engatinhando de seu ex-automóvel.

            – A la pucha! – exclamou então um guasca, entre espantado e penalizado – o animal deu cria!

(Mário Quintana. Aquele estranho animal. Caderno H, Porto Alegre, 1973. In Português de todo dia, 7.ª série, Luís Agostino Cadore, Editora Ática, São Paulo, 4.ª edição, 1990.)

VOCABULÁRIO

A la pucha = locução interjectiva ou interjetiva: mostra espanto, admiração, surpresa.

Às deveras = de verdade; na realidade; realmente.

Boleadeiras = aparelho que serve para prender o animal em campo aberto. É formado por três bolas de pedra ou de ferro, envolvidas num couro espesso e ligadas entre si por meio de cordas de couro. O mesmo que bolas, pedras ou três-marias.

Capão = porção de mato isolado no meio do campo; ilha de mato.

Causo = história; caso; acontecimento; conto.

Corcoveios = pulos; saltos (próprios de cavalos).

Disparada = corrida a toda brida; corrida desenfreada.

Garruchas = pistolas de carregar pela boca.

Guasca = gaúcho; homem do campo ou do interior.

Indiada = grupo de gaúchos; gauchada; grupo de homens qualquer.

Neutro = imparcial; nem contra nem a favor.

Petiço = cavalo pequeno.

Piazinho = diminutivo de piá, palavra tipicamente sulina, significa menino que, nas estâncias, presta pequenos serviços.

Resfolegante = ofegante; que respira com esforço e ruído.

Rilhando = rangendo; ringindo; roendo ou comendo entre resmungos.

Sucedeu = aconteceu; ocorreu; seguiu-se.

CONTO  s.m. Gênero de prosa de ficção. / Narrativa folclórica. / História mentirosa. / Historieta, estória, narrativa; conto popular. / Fig. Invenção, peta, embuste, engodo. / Extremidade inferior da lança. / Ant. Número, conta. // Conto de réis, um milhão de réis. // Conto (ou história) da carochinha, lenda ou conto popular para crianças. // Sem conto, grande quantidade; inumerável, incontável.

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Boca no trombone!
Já passou por alguma situação em que as palavras ficaram entaladas na sua garganta? Inspirados pelo tema da nova Sorria, que é “conversa”, saímos às ruas perguntando às pessoas: o que você gostaria de dizer, mas faltou coragem?
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EDITORA MOL Rua Andrade Fernandes, 303, sala 3, Alto de Pinheiros, São Paulo / SP
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Universo Feminino Ponto Com: Os Outros quarta-feira, jun 8 2011 

Reinsiro esta postagem para me lembrar que tenho o mau hábito de criticar os outros com frequência.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Os Outros

 

“o inferno são os outros”

Jean Paul Sartre

Os outros não entendem. Os outros não colaboram. Os outros ganham na loteria. Os outros perdem o irmão num acidente. Os outros pegam lepra, leishmaniose, peste, bico-de-papagaio, hemorróidas, câncer, gripe espanhola. Os outros têm histórias para contar. Os outros dormem no ponto. Os outros moram em favelas. Os outros vacilam. Os outros são seqüestrados, torturados e assassinados. Os outros não sabem de nada. Os outros são presos injustamente. Os outros são viciados em remédios, coca-cola e café expresso. Os outros não se entendem. Os outros moram em mansões. Os outros são cheios de manias. Os outros são babacas, otários e arrogantes. Os outros não têm limites. Os outros são pegos em flagrante. Os outros mentem muito. Os outros esquecem. Os outros vão para os Estados Unidos de férias. Os outros tiram férias. Os outros são os Estados Unidos. Os outros são ingênuos e tropeçam na rua. Os outros se jogam do viaduto e do décimo-nono andar. Os outros não são de confiança. Os outros fazem fila no hospital. Os outros sabem mecânica quântica e lógica paraconsistente. Os outros cantam e dançam. Os outros não perdem por esperar. Os outros fazem dívidas. Os outros não sabem o que querem. Os outros têm vergonha e verrugas. Os outros saem no jornal. Os outros não são de nada. Os outros perdem a hora. Os outros comem mortadela com sorvete escondido. Os outros não têm o que comer. Os outros ficam tão bonitos com suas roupas caras. Os outros são feios. Os outros trabalham para nós. Os outros perdem. Os outros são cafonas. Os outros fazem regime e ginástica. Os outros são cultos. Os outros só lêem orelha. Os outros não sabem de nada. Os outros não nos entendem. Os outros enganam. Os outros exploram. Os outros desamam. Os outros desaparecem. Os outros deixam a casa bagunçada. Os outros têm obrigação. Os outros jamais vão dormir sem lavar a louça. Os outros gostam de pornografia. Os outros são ladrões, desonestos e pão-duros. Os outros são cretinos. Os outros esnobam. Os outros traem. Os outros desconfiam. Os outros não dão explicações. Os outros esquecem. Os outros falam a verdade quando dão entrevistas. Os outros dão entrevistas. Os outros ficam velhos. Os outros têm com quem comentar o filme. Os outros estrelam os filmes. Os outros querem assim. Os outros são de Lua. Os outros tomam Sol. Os outros são teimosos. Os outros morrem na guerra. Os outros morrem. Os outros são neuróticos, histéricos, obsessivos, possessivos e psicóticos. Os outros passam nos concursos. Os outros perdem tudo no jogo. Os outros são certinhos. Os outros choram de barriga cheia. Os outros decidem. Os outros falam mal da gente. Os outros fazem de propósito. Os outros são vítimas. Os outros fazem de conta. Os outros pedem esmola. Os outros ficam paraplégicos. Os outros são pegos pelo fisco. Os outros têm mau-hálito. Os outros nem sonham. Os outros são paranóicos. Os outros são preguiçosos. Os outros não estão tão tristes assim. Os outros vão levando. Os outros estão muito pior. Os outros não têm motivo. Os outros não estão nem aí. Os outros fazem tudo escondido. Os outros nem desconfiam. Os outros não sabem o que fazem. Os outros é que são felizes. Os outros não trabalham. Os outros são tarados, perversos e serial killers. Os outros não compram a prestação. Os outros são um bando de incompetentes. Os outros dirigem muito mal. Os outros furam fila. Os outros vivem histórias de novela. Os outros vêem novela. Os outros ainda têm tempo pela frente. Os outros, no fundo, são bons. Os outros são tão infantis. Os outros vão dormir sem tomar banho. Os outros não prestam. Os outros ficam velhos. Os outros dão um duro danado. Os outros são chatos. Os outros são todos iguais. Os outros não sabem dar valor. Os outros, sim, é que sabem viver. Os outros são egoístas. Os outros nos perseguem. Os outros são diferentes. Os outros são uns ingratos. Os outros não guardam segredo. Os outros fazem promessas, jogam búzios e acreditam em milagres. Os outros só querem aparecer. Os outros desaparecem quando se precisa deles. Os outros vão dormir tarde porque fazem amor. Os outros vão para o céu. Os outros são o inferno. Os outros apanham da vida. Os outros nunca esquecem. Os outros são mal amados e acordam cedo. Os outros são bregas, caipiras e modernos. Os outros jogam papel na rua. Os outros soltam a franga. Os outros têm medo e dormem com a luz acesa. Os outros não têm coração. Os outros não fazem nada. Os outros não tomam providência. Os outros tomam na cabeça. Os outros desistem. Os outros insistem.

Texto de Maria Alzira Brum Lemos, Jornalista, Doutora e Pesquisadora em Comunicação.

Postado por Cidinha Meca às 3:46:00 PM

Universo Feminino Ponto Com: Os Outros

Objetos escolares do passado – anexo “pps” com créditos quarta-feira, jun 8 2011 

Não é saudosismo do autor do anexo em extensão “pps”, mas fatos.

Excelente arquivo em Power Point, extensão “pps”.

Lembrei-me de tudo! Que bom, porque, dentre as lembranças abordadas, o autor menciona o movimento de modernização no ensino de Matemática, década de 60 e que perdurou até a década de 70, então deixou de ser denominada Matemática Moderna.

Lembrei-me de que um de meus irmãos, ao preencher em “conjunto vazio”, escreveu: o conjunto de cabelos de um careca.

Ué, sem ofensa, pois nosso pai era careca, não é, de fato, um conjunto vazio? Só que virou piada, claro.

Matemos saudade por meio do reenvio deste anexo pelo amigo Joaquim Emídio:

Objetos escolares antigos_JEmídio enviou em 03junho2011

 

Auguste de Saint-Hilaire – Wikipédia, a enciclopédia livre quarta-feira, jun 8 2011 

 O verbete da Wikipédia é um pretexto para inserir um poema de Durce Gonçalves Sanches, Memorial de José Mariano, que tomei a liberdade de redigitar e cito a fonte.

Auguste de Saint-Hilaire passou pela cidade de Itu/SP e, na minha opinião, o poema seria a oportunidade para que os alunos se interessassem por ele, por meio do eu-lírico José Mariano.

Auguste de Saint-Hilaire – Wikipédia, a enciclopédia livre

Em 20/02/2010, a partir das 16h, no Auditório da Sede do Sincomércio – Itu/SP, a Academia Ituana de Letras promoveu a Sessão Solene comemorativa do Quarto Centenário da Cidade de Itu.

Lançou, então, o livro Itu, pelos ituanos, uma seleção de crônicas de autoria de ituanos natos ou por opção, em concurso promovido pela ACADIL.

Embora seja “uma seleção de crônicas”, a participação de ituanos natos ou por opção diversificou de tal modo que encontramos discursos, poemas, crônicas, ensaios…

Itu, pelos ituanos, Acadil – Textos de vários autores – Academia Ituana de Letras, Ottoni Editora, Itu-SP, 1.ª edição/2010, páginas 63 e 63:

De Durce Gonçalves Sanches

Memorial de José Mariano

(redigitado a partir do original)

Arrieiro de profissão, rês humana,

na carga, na prestação do ofício,

servi. E ao servir, calado, silente,

eu vi: as tralhas de tanto em tanto

ao meu espanto de cargueiro aguçou.

Homem de elegante passo, na medida.

De olhar a flora, as águas, a fauna,

botica ambulante de hervas curadeiras

a encher-se nos virgens campos dessas

fartas amostras nas bagagens guardadas,

eu vi: guainases de espia pelas aberturas

das taipas das casas, mulheres feito gentes

no jeito de rir, beber, cuspir, fumar

em longos canos de cachimbos, descuidadas

cabeças arredondadas, campeavam prosa

na venda, atrevidas, além ponte do arraial.

Maciços de árvores e arbustos, tufos d’orquídeas

ladeando pequeno rancho, casa de vigário,

à direita do rio, Nossa Senhora da Ponte,

capela,  se não fosse ela, ramos de flores purpurinas,

encanto ao olhar franco do estrangeiro.

Ajuntado de andorinhas em círculos

pela arcada de pedra, o Tietê em espuma,

espumarada, no ruído forte, ensurdecedor,

qual só eu ouvi, ouvi e sou aqui narrador.

Dos lombos dos burros as cargas pesadas

para os burgos lá em Itu descarreguei.

Cidade estreita essa, alongada, paralelas ruas

marginadas de jardins, em pedras compactas,

lisas às ruas à mercê e ao dom de calçar.

Outras vias de areia abertas aos transeuntes,

sem cuidados de afogar os pés no leito mal feito,

a dirigirem às casas baixas, rés do chão;

vastos quintais, jardins sempre floridos.

Pequenas praças, de uma, feita a principal,

em quadrilátero, ornada, limpa ao culto divino

d’outro lado: a capela mor da Candelária.

N’outro ângulo a câmera; a rés a candeia.

Enfim, casinhas de obscuras espécies

nas transversais, locadas a moedas de cobre.

Café, algodão, chá, trigo, feijão, açúcar,

riqueza das terras férteis à beira do Tietê.

Umas gentes  que nem ch, nem tch ou ts,

mas molemente falantes de uma mescla

que só eu pensei de indígenas e portugueses,

mas qual, não sei. Só sei que as vestes surradas

do então forasteiro aumentavam-se em sujeira

do suor; diminuíam as plantas, as aves,

e coisa e loisa, diziam que então partiria

à província de Castro de Mendonça,

cinco léguas de Itu, Araritaguaba chamada.

E eu, arrieiro de profissão, Mariano José,

seu criado e irmão, enfardei os passarinhos,

juntei tralhas de pastas de plantas e carreguei.

Despediu-se o tal, com nome de Saint Hilaire,

e eu pra outras jornadas, arrieiro, fiquei.

Fiquei nesta magna urbe de então, Ituguassu.

 

Carta Maior – Antonio Lassance – A Educação e a prova dos nove quarta-feira, jun 8 2011 

DEBATE ABERTO

A Educação e a prova dos nove

Apesar de inúmeros avanços nos últimos anos, estamos apenas caminhando em uma área na qual o País precisaria estar voando. O que impera é não só o dissenso, fustigado pelo obscurantismo, como uma disputa sobre o papel do sistema público, seu peso no orçamento do Estado e sua relação com o mercado da educação, um dos mais rentáveis do País.

Antonio Lassance

Ao contrário do que parece, não existe e nunca existiu no Brasil o propalado consenso sobre a importância da educação. O que impera é não só o dissenso, fustigado pelo obscurantismo, como um disputa sobre o papel do sistema público, seu peso no orçamento do Estado e sua relação com o mercado da educação, um dos mais rentáveis do País.
É curioso, mas dificilmente fruto de uma mera coincidência, que o fogo cruzado contra o ministro da Educação, Fernando Haddad, tenha se intensificado justamente quando o debate sobre o Plano Nacional de Educação e sobre o futuro de suas políticas no País deveria ser o mais relevante a ser travado neste momento.
Apesar de inúmeros e significativos avanços nos últimos anos, estamos apenas caminhando em uma área na qual o País precisaria estar voando.
O principal obstáculo decorre do fato de que a educação sofreu um profundo processo de fragmentação, confusão gerencial, subfinanciamento, desmonte de suas estruturas e desarticulação dos setores defensores do sistema público.
A Constituição de 1988 promoveu uma positiva institucionalização da autonomia dos sistemas estaduais, municipais e da universidade. Promoveu a descentralização e a expansão da oferta de vagas, rumo à quase universalização do ensino fundamental.
Todavia, sobretudo a partir dos anos 1990, o federalismo brasileiro passou por um processo de grave distorção. A falência econômica de muitos Estados, por conta de gestões irresponsáveis ao longo dos anos 1980, e suas políticas de terra arrasada (torrar recursos e deixar a casa destruída para governos seguintes) levaram a um contexto favorável ao ajuste fiscal rígido.
Estados e Municípios foram obrigados a reduzir custos, e a educação foi um dos setores prioritários da operação-desmonte. Salários dos professores foram achatados e proliferaram os contratos temporários. Muitos se tornaram “concurseiros”, policiais, funcionários de bancos, analistas de carreiras vinculadas à gestão da máquina do Estado (tributação, orçamento, administração) e tudo o que, com salários bem mais elevados, demonstrava que a educação não era prioridade.
Ao mesmo tempo, escolas desmoronavam sobre a cabeça de alunos e professores. O ensino técnico havia sido abandonado. O ensino médio, excluído do Fundef, foi deixado à míngua. A maioria dos governadores, na prática, abandonou por completo seu compromisso com a educação, preferindo redirecionar a missão essencial dos Estados às políticas de desenvolvimento econômico, com estímulo à guerra fiscal e obsessão por atrair empresas e e empreendimentos que guardariam relação direta com o financimento de campanhas políticas.
A educação chegou ao fundo do poço, e é por isso que ainda é tão difícil esperar que ela dê saltos. Cada tentativa tem o provável resultado de bater com a cabeça na parede.
A fragmentação é tal que há diferenças muito pronunciadas de desempenho entre Estados vizinhos, em uma mesma região, e mesmo de escolas vizinhas, em um mesmo município. A depender do governador, do prefeito e até do diretor, a cada quatro anos tudo pode ser perdido, e a educação passar do vinho ao vinagre. Avanços de uma gestão podem ser revertidos pelas gestões seguintes.
O governo Lula patrocinou grandes conquistas, sob o comando do ministro Haddad. Elevou o gasto com educação e transformou o Fundef em Fundeb, finalmente abrangendo o Ensino Médio. Lula também tomou a decisão crucial de suspender a Desvinculação das Receitas da União (a famigerada DRU), que diminuía o valor dos recursos a serem repassados para a educação. Desde 2003, foram construídos 214 centros de formação profissional e tecnológica, mais do que os 140 erigidos desde 1909. Há 14 novas universidades, além de mais de 30 novos campi ligados às universidades já existentes.
O Judiciário brasileiro também deu uma contribuição importante, recentemente, derrotando cinco governadores que haviam pedido a decretação da inconstitucionalidade do piso salarial dos professores estabelecido nacionalmente.
Reverteu-se a absurda situação anterior, na qual, em nome da “responsabilidade” fiscal, o Governo Federal se desincumbia de cumprir sua responsabilidade com a educação.
O fato de o Brasil ocupar, segundo a Unesco, o 88º lugar, entre 127 países, e o 53º, entre 65 países pesquisados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), tem muito a ver com o fato de a educação ser, igualmente, não a primeira, mas a 53ª ou a 88ª prioridade de muitos governos estaduais e municipais.
É fácil jogar toda a culpa, ou a maior parte dela, sobre o Ministério da Educação (MEC), e mais especificamente, sobre os ombros do ministro Fernando Haddad. Fácil, mas simplista.
Certamente, o MEC cometeu vários erros. O ministério não se empenhou por consolidar a coalizão de defesa do sistema público para além de suas reuniões com outros governos. Demorou muito para fazer a Conferência Nacional de Educação e está longe de ter uma boa relação com as organizações nacionais de professores. Não priorizou o tema da gestão democrática, verdadeira pedra de toque da autonomia do ensino, mas que precisa de parâmetros claros para que não seja mais um ingrediente de desagregação do sistema.
Também não conseguiu estabelecer uma nova estratégia de relacionamento com Estados, Municípios e DF. Hoje, a política do Governo Federal para a educação não é uma política de educação nacional. O que existe são diferentes políticas educacionais espalhadas pelo país, e o esforço do MEC no sentido de harmonizá-las por estratégias de apoio e cooperação.
Mas os ataques que Haddad tem sofrido ultimamente vêm de quem nunca o aplaudiu, quando de seus acertos. A coalizão que mira no MEC quer acertar na testa destes avanços proporcionados em menos de uma década
Quem conhece um pouco da história da educação no Brasil sabe que inúmeras tentativas de transformá-la mais profundamente são estigmatizadas com pesadelos e fantasmas.
Por exemplo, nos anos 1930, o prefeito do Distrito Federal, Pedro Ernesto, chamou para conduzir seu projeto de reforma do ensino ninguém menos do que o honorável Anísio Teixeira, velho batalhador da educação pública, laica e inovadora. Ambos criaram, como modelo, a Universidade do Distrito Federal. Entre em seus quadros, estavam nomes que reinventaram as ideias sobre o Brasil, como Sérgio Buarque de Holanda, Cândido Portinari, Heitor Villa Lobos, Cecília Meirelles, Álvaro Vieira Pinto, Josué de Castro, Gilberto Freyre e Mário de Andrade. Portanto, gente de todos os matizes.
O que isso rendeu a Pedro Ernesto? A acusação, feita pelos conservadores, de abrigar comunistas, de ser um ateu, contrário ao ensino da palavra de Deus. Anísio Teixeira demitiu-se. O prefeito foi exonerado e preso, acusado de simpatia com comunistas. A UDF foi absorvida, no Estado Novo, pela Universidade do Brasil (atual UFRJ) e seus professores passaram a ser contratados com crivo sobre suas convicções ideológicas e religiosas, sob a lupa de Alceu Amoroso Lima e do Cardeal Leme.
O projeto de Anísio Teixeira retornou revigorado, décadas depois, em Brasília, no projeto de Escola Parque, de tempo integral, e com Darcy Ribeiro, com a Universidade de Brasília. Nova ditadura, a de 1964, interrompeu o experimento.
A educação no Brasil, sucessivamente golpeada pelo autoritarismo, em períodos democráticos é bloqueada quando pretende avançar. É por isso que ela se arrasta vagarosamente. A primeira Lei de Diretrizes e Bases só foi promulgada em 1961, sendo que estava prevista desde a Constituição de 1934 (na forma de um Plano Nacional de Educação). Foram 13 anos de tramitação, desde o envio de seu projeto, em 1948. A segunda LDB, estabelecida pela Constituição de 1988, só chegaria à sua redação final em 1996.
A institucionalização das regras nacionais para a educação é sempre muito lenta. Isso nada tem a ver com democracia e tempo de debate. Pelo contrário. Esses projetos são deliberadamente entregues a uma tramitação modorrenta, com parlamentares que se esmeram por mantê-los em total monotonia, enquanto agridem a compreensão pública com polêmicas disparatadas. Atiram para todos os lados em questões pontuais, enquanto agem solenemente em prol do silêncio de cemitério, trilha sonora mais comum do debate sobre os rumos da educação.
Enquanto esperamos que o MEC seja rápido para corrigir seus erros e evitar que eles se repitam (como no caso do 10-7=4), é preciso ter clareza dos grandes desafios que se tem pela frente. O importante já não é apenas superá-los, evitando retrocessos, mas fazê-lo ainda mais rapidamente. O atraso histórico amargado pelo sistema público de educação é de tal monta que mesmo alguns resultados exuberantes colecionados nos últimos anos deixam a sensação de uma vitória de Pirro para professores e estudantes.
Mais do que dar continuidade ao que foi feito, seria hora de uma guinada.

Antonio Lassance é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor de Ciência Política. As opiniões expressas neste artigo não refletem necessariamente opiniões do Instituto.

Carta Maior – Antonio Lassance – A Educação e a prova dos nove

Carambola – Wikipédia, a enciclopédia livre terça-feira, jun 7 2011 

 

Ler, com atenção, tudo sobre a carambola, porque é fruta boa.

Recebi, da prima "Melinha", um alerta sobre o fato de que portadores de insuficiência renal não devem consumir essa fruta, porque contém uma toxina e pode levar à morte. Diabéticos, também, só podem consumi-la após conversar com o endocrinologista.

Ao ler, com atenção, o verbete "Carambola" da Wikipédia, há uma complementação: acesse "Uma cidade proíbe o consumo de carambola", notícia publicada no jornal O Estado de São Paulo, de 02/05/2008: a cidade de Jaú – SP, proibiu, por meio de decreto municipal,  "o suco e a fruta nas lanchonetes, bares, restaurantes, hospitais e repartições públicas municipais".

Grata, portanto, à prima "Melinha" pelo envio do alerta, o que me motivou a procurar pelo verbete na Wikipédia.

Carambola – Wikipédia, a enciclopédia livre

YouTube – A Morte – A dor de uma perda na visão dos passarinhos terça-feira, jun 7 2011 

 Este vídeo existe no YouTube há muito tempo, postado em 2008.

Em busca do vídeo sobre o leão que abraça a criadora, postado anteriormente, como recomendação, encontrei este cujo tema me foi lembrado pelo amigo Joaquim Emídio.

Postei, em 14/04/2009, uma formatação em extensão “pps”, na página “Anexos do Windows Live”, a partir de uma mensagem enviada por minha prima, “A morte – A dor de uma Perda” – que não chega aos pés da formatação abaixo – e não sabia da existência desse vídeo no YouTube.

YouTube – Prova do que o AMOR existe!!! terça-feira, jun 7 2011 

 

O vídeo existe, no YouTube, há pelo menos três anos: a criadora visita o leão no Zoológico, em Cali, na Colômbia.

Conheci uma versão, enviada pelo amigo Júlio César, e procurei a mais aproximada da que me enviou.

Encontrei esta, postada em 05/10/2010. Há outras versões, também no YouTube.

Uma fábula: autoria desconhecida – do livro didático de apoio Descoberta & Construção, volume para 8.ª série segunda-feira, jun 6 2011 

De Descoberta & Construção, 8, Tadeu Rossato Bisognin, FTD, São Paulo, Português, 1991, páginas 39 e 40.

Curiosidade: a coleção que foi proibida por Jânio Quandros, quando prefeito de São Paulo/SP, foi Reflexão & Ação, com volumes para 5.ª, 6.ª, 7.ª e 8.ª séries, Marilda Prates, Editora do Brasil S. A., SP. A minha edição é de 1984 e foi muito bem utilizada, em sala de aula, como livro didático de apoio. O texto “Uma fábula” aparece, também, nessa coleção, na página 63, em Atividades de Reflexão e Conclusão, no volume indicado para a 7.ª série.

Na página 65, item 7, Leia e comente, dentre as questões, a de número 10, pergunta [em 1984]: Por que alguns políticos falam tanto da educação, mas somente agora, em alguns estados, começa-se a pensar na transformação da educação em algo concreto? Todo sistema e inclusive o livro didático estão sendo questionados. A educação deve, acima de tudo, estimular a reflexão, a consciência crítica do aluno. E consciência crítica não se adquire quando as regras do jogo são para enaltecer o poder dominante e manter o povo dominado.

Uma fábula

(Autoria não identificada)

Certa vez, os animais resolveram preparar seus filhos para enfrentar as dificuldades do mundo atual e, por isso, organizaram uma escola. Adotaram um currículo prático que constava de corrida, escalagem, natação e voo. Para facilitar o ensino, todos os alunos deveriam aprender todas as matérias.

O pato, exímio em natação (melhor mesmo que o professor) conseguiu notas regulares em voo, mas era aluno fraco em corridas e escalagens. Para compensar essa fraqueza, ficava retido na escola todo dia, fazendo exercícios extras. De tanto treinar corrida, ficou com os pés terrivelmente esfolados e, por isso, não conseguia mais nadar como antes. Entretanto, como o sistema de promoção era a média aritmética das notas nos vários cursos, ele conseguiu ser um aluno sofrível e ninguém se preocupou com o caso do pobre pato.

O coelho era o melhor aluno do curso de corrida, mas sofreu tremendamente e acabou com um esgotamento nervoso de tanto tentar a natação.

O esquilo subira tremendamente, conseguindo belas notas no curso de escalagem, mas ficou frustrado no voo, pois o professor o obrigava a voar de baixo para cima e ele insistia em usar os seus métodos, isto é, subir nas árvores e voar de lá para o chão. Ele teve que se esforçar tanto em natação que acabou por passar com nota mínima em escalagem, saindo-se mediocremente em corrida.

A águia foi uma criança problema, severamente castigada desde o princípio do curso, porque usava métodos exclusivos dela para atravessar o rio ou subir nas árvores. No fim do ano, uma águia anormal, que tinha nadadeiras, conseguiu a melhor média em todos os cursos e foi a oradora da turma.

Os ratos e os cães de caça não entraram na escola porque a administração se recusou a incluir duas matérias que eles julgavam importantes, como escavar tocas e escolher esconderijos. Acabaram por abrir uma escola particular junto com as marmotas e, desde o princípio, conseguiram grande sucesso.

 

 

Rita Levi-Montalcini – Wikipédia, a enciclopédia livre segunda-feira, jun 6 2011 

 

Rita Levi-Montalcini – Wikipédia, a enciclopédia livre

Recebi um anexo em extensão “pps” da prima Meire sobre Rita Levi-Montalcini, o que me estimulou a procurar informações sobre ela na Wikipédia.

Disponibilizo o anexo recebido (créditos no final da apresentação):

Nos 100 anos da Dra Rita Levi Montalcini_2009_prima Meire enviou

Vista cansada – de Otto Lara Rezende – anexo em extensão “pps” – com créditos de formatação segunda-feira, jun 6 2011 

A quem se interessar por visualizar este anexo, quando tentar abrir e pedir “senha”, clique em “somente leitura”.

Vista-Cansada_com créditos_prima Meire enviou

YouTube – 森の木琴 – propaganda segunda-feira, jun 6 2011 

 

“Jesus Alegria dos Homens” em propaganda.

Além de ouvir a canção executada com arte, tem-se a visão da natureza.

Recebi de meu irmão e de minha cunhada Sônica.

Cavalgada da Lua Cheia, 18 junho, sábado – Rosário – Itu/SP segunda-feira, jun 6 2011 

 

Cavalgada da Lua Cheia, sábado 18 de junho, na Rosário, Itu.

Ótimo programa para os namorados!

R$ 70,00 por pessoa com passeio a cavalo, o jantar  e os violeiros. R$ 35,00 se for só o jantar ou só o passeio a cavalo.

Lindo casarão histórico de mais de 250 anos. Acesso super fácil.

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A noite vai ser linda, esperamos por vcs!
RuralTur Turismo

Novo Índice de Museus – MyHeritage Portuguese Blog segunda-feira, jun 6 2011 

Novo Índice de Museus.

Agenda Cultural Cidade de Salto/SP – de Balcão de Informações Turísticas de Salto – SP sexta-feira, jun 3 2011 

Agenda junho 2011_Salto SP_recebida em 03junho2011 

Bom dia!
Segue anexo agenda cultural.
Att,
Rosana Alves
Balcão de Informações Turísticas
Secretaria Cultura e Turismo
Prefeitura da Estância Turística de Salto
11 4021-0530 / 4028-1649

Uma lista de coisas que não sabemos ou não lembramos… quinta-feira, jun 2 2011 

Recebi do amigo Joaquim Emídio, amei.

Procurei, na Web, para os devidos créditos, mas, aparentemente, há longo tempo, essas curiosidades têm sido transmitidas por mensagem eletrônica e postadas em blog.

Indico a leitura curiosa da postagem do blog abaixo: 

Uma lista de coisas que não sabemos ou não lembramos….

YouTube – A Pedra – Antonio Pereira (Apon) quinta-feira, jun 2 2011 

Recebi da amiga Germana, com a seguinte indicação e os créditos:

http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html

Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência.  Autor: Antonio Pereira (Apon)

Visitem o blog: encontrarão uma denúncia que me irrita, profundamente, no virtual e no real: apropriação intelectual. 

Assistam, aqui, a postagem no YouTube. 

YouTube – Volkswagen: The Making of "The Force" Commercial quinta-feira, jun 2 2011 

 

YouTube – The Force: Volkswagen Commercial quinta-feira, jun 2 2011 

 Recebi este vídeo (e o que foi postado em seguida) de Maria Adelaide, em 08/03, mas não havia postado ainda, porque não tenho a ferramenta do WordPress para inserir vídeos.

Já comentei, neste blog, que é preciso pagar por ela, o que considero muito justo, inclusive para evitar que postemos vídeos de modo ilegal.

Do que mais gosto, ao postar propaganda que me agrada, é não ter competição de programas de TV aberta, pois elas não divulgarão sem receber.

Atentem para a interpretação do garoto, pois, fantasiado, mostra, por gestos, ser ator nato.

Pancadaria entre passageiros por causa de assento reclinado obriga avião a pousar – 01/06/2011 – UOL Notícias – Internacional quarta-feira, jun 1 2011 

 

Essa notícia confirma que precisamos, urgentemente, repensar ATITUDES.

01/06/2011 – 12h54

Pancadaria entre passageiros por causa de assento reclinado obriga avião a pousar

Do UOL Notícias*
Em São Paulo

Comentários [18]

Um voo da United Airlines foi obrigado a fazer um pouso de emergência por causa de uma briga entre dois passageiros devido a um assento reclinado, no último domingo (29). O avião, um Boeing 767 que fazia o trajeto entre Washington (EUA) e Acra, em Gana, ainda foi escoltado por dois caças F-16 por causa do incidente.
Segundo  o jornal “The Washington Post”, o incidente começou logo no início do voo, que partiu às 22h44 (horário local) do aeroporto Dulles, em Washington, quando um passageiro reclinou seu assento e o passageiro que estava atrás dele reclamou.
O passageiro da frente teria “reclinado demais” o seu assento. Como a viagem deveria durar cerca de 11 horas, o passageiro do banco de trás se sentiu incomodado com a possibilidade de ter a cabeça da pessoa à sua frente em seu colo e teria dado um soco. Isso deu incio a uma troca de socos entre os passageiros.
Não há informações de qual área do avião os passageiros estavam sentados. O avião tinha 114 pessoas a bordo.
Um comissário de bordo e um passageiro tentaram conter a briga. O piloto do avião decidiu retornar ao aeroporto, apesar de não ter ideia da extensão do problema, segundo um porta-voz da United Airlines.
Logo que o avião decidiu retornar, a torre de comando ordenou que ele sobrevoasse por 25 minutos, escoltados por dois caças F-16, para queimar combustível.
Desde os atentados de 11 de setembro de 2001, caças das Forças Aéreas dos EUA ficam de prontidão para escoltar aviões de passageiros em casos de potenciais ameaças terroristas.

* Com informações do Daily Mail

Pancadaria entre passageiros por causa de assento reclinado obriga avião a pousar – 01/06/2011 – UOL Notícias – Internacional

Daniella Thompson on Brazil – sobre Jean e Paulo Garfunkel e Mazzaropi quarta-feira, jun 1 2011 

 “Óia” o Mazzaropi e os irmãos Garfunkel nos “istates”!

Sério: tive dificuldade em acessar os “links” (ou melhor, não consegui acessá-los), porém foi desse endereço eletrônico que acessei o Museu Mazzaropi, inserido anteriormente. 

Thursday, June 6, 2002

Mazzaropi and the Garfunkels

In Com Pacto Duplo, Jean and Paulo
Garfunkel sing a hymn to nostalgia.
 

Nothing gives me as much pleasure as finding connections where they are least expected. The comic actor Amácio Mazzaropi (1912–1981), screen personification of the crafty caboclo Jeca Tatu, made an appearance in these pages earlier this week, and here he is again.
Mazzaropi
(Jean & Paulo Garfunkel)
Calça na canela borzeguim
Um bigodinho de pó de café
Era o sertão lá no telão da matinê
E o povo todo sendo o Jeca com você
Era uma coisa divertida de se ver.
Pra ser um palhaço
Um carlito, um caipira
No grande circo da vida
Tem que ser louco e não ser
E o povo todo sendo o Jeca com você
Era uma coisa muito linda de se ver.
Saco de pipoca, amendoim
Mais a Rosinha de braço dado
Era nós três das quatro as seis
No cine Roque
Era teu filme o nosso sonho Mazzaropi
Era uma coisa brasileira dando IBOPE.
Pra ser um palhaço…

You can listen to Jean & Paulo Garfunkel’s 5-minute live recording of this moving toada in the anthology UMES Cantarena 1. Opening their recent CD Com Pacto Duplo, the brothers’ studio version is even better.
A little masterpiece, “Mazzaropi” has been recorded several times before—by the Garfunkels with César Brunetti and Celso Viáfora, by Pena Branca e Xavantinho (twice), and by Trovadores Urbanos. In Com Pacto Duplo the song is arranged as a vocal duet with guitar and clarinet accompaniment that pays tribute not only to the actor but to Nino Rota (whose “Amarcord” theme is quoted) and to Angelino de Oliveira’s “Tristeza do Jeca” (listen to part of Ney Matogrosso’s recording).
Like the Garfunkels, Mazzaropi was a city-bred paulista who took on a caipira persona. He was also a good singer who included songs in his movies, including “Tristeza do Jeca” in the eponymous film of 1961.
In a Web chat last year, Jean Garfunkel said: “My music is above all a love declaration to Brazilian song, including various genres from waltz to rock ’n roll, and I don’t imitate those who came before but try to seek the same thing they sought. […] I think that rock is part of our history, like chorinho, maxixe, and forró. At present I’m more for maxixe.”
The songwriter’s declaration is borne out by Com Pacto Duplo, a disc featuring a variety of musical styles (although heavy on the country accent) with arrangements by Roberto Lazzarini, Sizão Machado, Bocato, and Mozar Terra. A good distance away from “Mazzaropi” is “Yara,” an ethereally romantic song that progresses from a dreamy opening reminiscent of “Baubles, Bangles and Beads” into a vaguely oriental creation in Francine Lobo’s astonishing voice.
Yara Yara Yá
Vem soltar os teus cabelos
Se mirar
No espelho transparente
Destas águas
Luas e alvoradas
No seu corpo de sereia
Yara do Amapá
Grande rio, verde mata
Azul do céu
O teu reino é belo e pleno
De mistérios
Entre os hemisférios
Onde a vida floresceu
[…]
The beautifully restrained “Por Toda Vida” poetically expresses all the ups and downs of a love affair:
Foi quando um raio de luar
Riscou um sim no seu olhar
Chamei por mim mas nem olhei pra trás
Fiquei assim como se o mar
Me convencesse a naufragar
Vi meu veleiro se afastar do cais
Aconteceu de acontecer
Inferno e céu
Medo e poder
Você e eu
Eu e você
[…]
Jean sings, accompanied by Yamandú Costa (7-string guitar), Mozar Terra (piano and arrangement), Paulo Garfunkel (bass clarinet, clarinet, and G flute), Prata (Bandolim, flute, and G flute), Sizão Machado (bass), and Francine Lobo (vocalese).
“Maxixe da Neuza” is the kind of hilariously boisterous tune Mazzaropi might have sung. Paulo G. gives it all the right vocal nuances:
Minha Neuza me mandou embora
Ai ai chorei
Ai chorei que nem que
Se tivesse cascado cebola
E não casquei
Se eu soubesse eu ficava com a Aurora
Arrependi
Justo a Neuza está honesta
Ela está costurando fora
E logo vi
E logo vi
Eu logo virei bicho do mato
Virei a mesa quebrei os pratos
Virou-se a Neuza e me deu um sopapo
Eu caí de quatro
E ela disse assim
Dando ultimatum pra mim
“Arreda o pé daqui seu Merda
Vê se te enxerga e queima o chão
Que eu não tô pra vagabundo
Pondo banca de patrão
Vá curar tua tristeza
Com canjibrina no lombo
Vá procurar outras Neuzas
Na Bósnia Herzegovina
Ou no Congo
Que tu é, um homem ou um camundongo?”
E o que será que eu respondo?

Another fine vocalist, Ana Amélia, steps in to sing the brief “Má Água,” a lyrical song in the Villa-Lobos line, with an arrangement for piano, cello, and clarinet:
Água parada
Má Água
Mágoa
Estagnada essa tristeza
Escura
E o olho d’água que espelhava a lua
Agora turva refletindo
Nada
Nada

And there’s more: the humorous samba “Dois Cachorro”; “Boi Tatá,” with a long bass solo by Sizão Machado; and the reflective “Em Suma” that closes the disc on the songwriters’ summation of life:
Uma a uma
A vida carregou minhas paixões
Luzes se apagaram
Sonhos soçobraram
Em suma so sobraram canções
[…]

The Garfunkels won Fampop 1985 with “Filhos do Sol”
Garfunkel & Garfunkel: Com Pacto Duplo
(Rainbow Records RR-RG 010/01; 2001) 41:45 min.
01. Mazzaropi (Jean & Paulo Garfunkel)
02. Tio Barnabé (Jean & Paulo Garfunkel)
03. Yara (Jean & Paulo Garfunkel)
04. Banzo (Jean & Paulo Garfunkel)
05. Lua de Erê (Jean & Paulo Garfunkel)
06. Boi Marruá (Jean Garfunkel/Oswaldo Viana)
07. Por Toda Vida (Jean Garfunkel)
08. Maxixe da Neuza (Jean & Paulo Garfunkel)
09. Má Água (Paulo Garfunkel)
10. Dois “Cachorro” (Jean & Paulo Garfunkel)
11. Boi Tatá (Jean Garfunkel)
12. Em Suma (Jean & Paulo Garfunkel)
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Daniella Thompson on Brazil

YouTube – Mazzaropi – Pena Branca e Xavantinho quarta-feira, jun 1 2011 

Não poderia faltar a canção “Mazzaropi” com a dupla Pena Branca e Xavantinho, que aprendi a amar por causa do CD “Ao vivo em Tatuí”, Renato Teixeira, Pena Branca e Xavantinho.

Quem diz que “burra véia” não aprende? 

YouTube – Mazzaropi (Jean e Paulo Garfunkel / Prata) quarta-feira, jun 1 2011 

 Porque é com “gente moça”. Que lindo! Que orgulho!

Vocês pensam que, na adolescência, eu não morria de vergonha do Mazzaropi? Sim, mas eu mudei de modo de pensar, por isso, ao assistir a esse jovem interpretando uma canção em homenagem a Mazzaropi, fiquei muito emocionada.

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