Caso interesse a alguém acessar “Carta Maior” (que, embora de esquerda – e esse “embora” foi utilizado para aqueles que fogem de ler qualquer texto, comentário ou crítica que esteja alinhada à esquerda – considero muito importante por conter, sempre, informações que não obtenho de outro modo; pena que meu tempo me impeça de ler tudo) fica esta chamada e a oportunidade de assinar o boletim:

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Boletim Carta Maior – 28 de Março de 2011
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Multidão protesta em Londres contra cortes nos serviços públicos
Mais de 300 mil pessoas foram às ruas da capital britânica neste sábado para se opor aos planos do governo de cortes de gastos públicos, na maior manifestação popular do gênero em décadas. “Eu nasci em 1945, no final da guerra, então eu cresci com educação pública e gratuita, eu fui para a universidade, eu tive acesso à saúde pública por toda minha vida e tudo isso agora está indo com os planos do governo, que são um assalto ideológico à esfera pública”, disse à Carta Maior a professora Harriet Bradley, da Universidade de Bristol.
> LEIA MAIS | Internacional | 27/03/2011
• Islândia, um país que pune os banqueiros responsáveis pela crise
• Cortar gastos com um desemprego elevado é um erro, diz Krugman
• Milhares protestam em Bruxelas contra pacote conservador
• Desordem financeira: austeridade só vai agravar crise

Japoneses e alemães pedem fim do uso de energia nuclear
Primeiros protestos em Tóquio e Nagoya pedem o encerramento de todas as centrais nucleares no Japão. Os manifestantes pediram ao governo que mude de política e adote fontes de energia renováveis em vez da energia nuclear. Exigiram também que seja divulgada mais informação sobre o acidente nuclear e que se assumam mais responsabilidades por aquilo que aconteceu desde o sismo e o tsunami que abalaram o país a 11 de Março. Nas quatro maiores cidades da Alemanha, mais de 200 mil pessoas foram às ruas protestar contra o uso da energia nuclear.
> LEIA MAIS | Internacional | 27/03/2011
• Vazamento em Fukushima: O medo nuclear assombra o mundo

Urânio empobrecido, uma estranha forma de proteger os civis líbios
Nas primeiras 24 horas de bombardeios a Libia, os aliados gastaram 100 milhões de libras esterlinas em munição dotada de ponta de urânio empobrecido. Trata-se de um resíduo do processo de enriquecimento de urânio que é utilizado nas armas e reatores nucleares, sendo uma substância muito valorizada no exército por sua capacidade para atravessar veículos blindados e edifícios. (…)
O artigo é de David Wilson.

> LEIA MAIS | Internacional | 27/03/2011

O circuito de bancos que lava o dinheiro de ditadores
O sociólogo e político Jean Ziegler, hoje vice-presidente do Conselho de Direitos Humanos da ONU, calcula que “dos 905 bilhões dos ativos estrangeiros na Suíça, 280 bilhões vêm dos países da Ásia, América Latina e África. Em cerca de 90% dos casos, trata-se de dinheiro roubado dos povos mais pobres do planeta”. (…)
O artigo é de Eduardo Febbro.

> LEIA MAIS | Internacional | 27/03/2011
• Grandes bancos dos EUA lavaram dinheiro do narcotráfico

A Etiópia está à venda
Imaginem terrenos férteis com uma área semelhante à do distrito de Lisboa arrendada durante 50 anos, por menos de 700 euros/mês. O negócio está sendo oferecido pelo governo da Etiópia. Apesar da Etiópia ser um dos países com maiores problemas de subnutrição do planeta – recebeu no ano passado 700 mil toneladas de alimentos como ajuda humanitária – os investidores vão produzir colheitas de alto valor como soja, óleo de palma, algodão e açúcar para exportação ao invés de cereais e outros vegetais para consumo das populações etíopes. O artigo é de Nelson Peralta.
> LEIA MAIS | Economia | 27/03/2011

4 de abril, Dia Nacional da Ação nos Estados Unidos
A Associação Nacional da Educação está convocando um dia nacional de ação nos Estados Unidos, para 4 de abril, contra as políticas privatizantes de governos estaduais e locais conservadores que estão retirando direitos de professores, bombeiros e outras categorias de servidores públicos. Os professores e os funcionários públicos foram escolhidos como alvos preferenciais, porque são os grupos menos organizados de toda a vasta oposição à agenda das grandes corporações e da imprensa-empresa. (…)
O artigo é de Amy Dean.

> LEIA MAIS | Internacional | 26/03/2011
• O neopessimismo nos Estados Unidos
• A conexão Cairo-Madison: trabalhadores sob ataque nos EUA
• A eutanásia da classe média nos Estados Unidos e na Europa


Cobertura Especial



A luta por um Brasil solidário
As políticas de educação, de cultura, de direitos humanos, de luta contra as discriminações, dos direitos das mulheres, de comunicação têm que se articular para ajudar a promover novos valores que representem uma alternativa à visão mercantilista que acompanhou a ascensão da hegemonia neoliberal. – 27/03/2011



Colunistas

Antonio Lassance
“Los hermanos”, 20 anos depois
No momento atual, o Mercosul reúne mais razões de otimismo que os demais blocos. A União Europeia, sob crise aguda, vive um de seus piores momentos. O Nafta acentou os problemas da economia mexicana (o comércio que mais cresce com seu vizinho, do outro lado do Rio Grande, é o de drogas), e os Estados Unidos patinam para superar a recessão. – 27/03/2011

Paulo Kliass
Pontos sobre a Previdência Social (I)
Até o início da crise de 2008, as propostas que emanavam do então sólido e inquestionável Consenso de Washington sugeriam, pelo mundo afora, a privatização dos regimes previdenciários públicos. Alguns países levaram tal sandice a sério e depois se arrependeram amargamente da aventura. – 24/03/2011



Análise & Opinião

Fábio Py Murta Almeida
Já faz um ano…o Bumba e a morte seguem de mãos dadas
Desde os dias de chuvas até hoje pouquíssimo foi feito. Inicialmente, foram oferecidas moradias, mas depois se descobriu que no local para onde seriam direcionadas as famílias seria feito umm monumento em prol dos próprios mortos da tragédia do Bumba. – 27/03/2011

Lindbergh Farias
O legado fiscal de Lula
Em 2002, o investimento público realizado pelo governo foi de 1,3% do PIB. Em 2010, este número foi superior a 2,8%. Assim, a tese de que despesas de custeio impedem o investimento público é frágil. Além disso, FHC deixou para Lula uma taxa de juros Selic de 25%. Lula deixou para Dilma uma taxa de 10,25%. E a inflação, que em 2002 foi de 12,4%, caiu em 2010 para 5,9%. – 25/03/2011

Luiz Marques
A Constituição versus o Consenso de Washington
A esquerda necessita apropriar-se da bússola que remete ao Estado de bem-estar social, ainda por atingir, para legitimar-se diante do legalismo das novas classes médias, moral e politicamente conservadoras, com o intuito de receber o seu apoio ativo. – 25/03/2011




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