A Noite Estrelada – Wikipédia, a enciclopédia livre quarta-feira, mar 30 2011 

 

A Noite Estrelada – Wikipédia, a enciclopédia livre

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YouTube – Vincent (Starry Starry Night) Don McLean quarta-feira, mar 30 2011 

 

Fotos e imagens quarta-feira, mar 30 2011 

Ilustrações obtidas no endereço www.fotoseimagens.etc.br

Fica como recomendação e a boa utilização de imagens gratuitas é uma atitude saudável também na Web.

:: Jardim de Flores – Flor-de-Lis :: quarta-feira, mar 30 2011 

 

A verdadeira flor-de-lis

Por: Rose Aielo Blanco*

Símbolo do escotismo, a flor-de-lis desperta muita curiosidade a respeito de sua origem e até controvérsias quanto à verdadeira planta popularmente batizada com este nome. É quase impossível precisar a exata origem do símbolo. A única certeza é que seu surgimento data de épocas bem remotas. Sabe-se que a imagem da flor-de-lis foi usada nas armas da França em 496. O desenho da flor era colocado no manto de reis na época pré-Cruzadas, na indumentária de luxo dos reis de armas, nos pavilhões, nas bandeiras e, ainda hoje, em vários brasões de municípios franceses. No ano de 1125, a bandeira da França apresentava o seu campo semeado de flores-de-lis, o mesmo acontecendo com o seu brasão de armas até o reinado de Carlos V (1364), quando passaram a figurar apenas três. Conta-se que este rei teria adotado oficialmente o símbolo como emblema para honrar a Santíssima Trindade.

Alguns historiadores relatam que o símbolo começou a ser utilizado no reinado de Luiz VII, o Jovem (1147) e também como emblema da cidade de Florença. Este rei teria sido o primeiro dos reis da França a servir-se desse desenho para selar suas cartas-patentes, principalmente em alusão ao seu nome Luiz, que na época se escrevia “Loys”. Os reis que vieram a seguir conservaram a flor-de-lis como atributo real e o mesmo fizeram seus descendentes.

Certos estudiosos da heráldica (arte ou ciência dos brasões) afirmam que a flor-de-lis teve sua origem na flor-de-lótus do Egito, outros defendem que foi inspirada na alabarda ou lírio – um ferro de três pontas que se colocava fincado nos fossos ou covas para espetar quem ali caísse. Outra possível origem é a de que seja uma cópia do desenho estampado em antigas moedas assírias e muçulmanas. A flor-de-lis é símbolo de poder e soberania, assim como de pureza de corpo e alma.

A verdadeira flor-de-lis é uma Amarilidácea

Entretanto, a relação do símbolo com determinada flor é encontrada em praticamente todas as referências. Mas qual seria
esta flor? Seria um lírio? Ou seria uma íris? Algumas referências afirmam que a planta chamada íris é a verdadeira flor-de-lis.
Segundo o livro ilustrado dos Signos e Símbolos, de Miranda Bruce-Mitford, Luís XVII adotou a íris como seu emblema
durante as Cruzadas e o nome evoluiu de “fleur-de-louis” para “fleur-de-lis” (flor-de-lis), representando com as três pétalas,
a fé, a sabedoria e o valor. Realmente, há uma grande semelhança entre a íris e a flor-de-lis, quando as analisamos de perfil.
Outras referências sugerem que a flor-de-lis é uma espécie de lírio. Os espanhóis traduzem “fleur-de-lis” como “flor del lírio”
(flor-de-lírio) e, neste caso, defende-se o lírio – e não uma íris – como a verdadeira flor-de-lis. Há uma lenda que ajuda a
reforçar esta idéia, contando que um anjo teria ofertado um lírio a Clóvis, rei dos Francos, em 496 d.C., quando este se
converteu ao Cristianismo.

A íris (Íris germanica) é uma planta da família das Iridáceas, originária da Europa. Já as espécies mais conhecidas de lírio (Lilium pumilum, Lilium speciosum, Lilium candidum) são plantas da família das Liliáceas, originárias da Ásia. A verdadeira flor-de-lis não pertence à família das Iridáceas, nem das Liliáceas: trata-se da Sprekelia formosissima, uma representante da família das Amarilidáceas, originária do México e da Guatemala. Conhecida em outros idiomas como lírio-asteca, lírio-de-Saint-James (St. James lily), lírio-de-saint-Jacques (Lis de Saint-Jacques) a Sprekelia formosíssima é a única espécie do gênero. O nome da espécie foi dado pelo botânico Linnaeus (Lineu) quando recebeu alguns bulbos de J. H. van Sprekelsen, um advogado alemão. Os espanhóis introduziram a planta na Europa, levando os bulbos do México, no final do século XVI.

Ficha da Planta

Nome Científico: Sprekelia formosissima
Nomes Populares: flor-de-lis, lírio-asteca, lírio de St. James, Jacobean lily, Lis de Saint-Jacques, Croix de Saint-Jacques
Família: Amarilidáceas
Origem: México e Guatemala
Características: Planta bulbosa, produz flores de cor vermelho-brilhante e folhas laminares que aparecem depois das flores.
Reprodução: Divisão de bulbos, durante o período de repouso
Luminosidade: sol pleno
Solo: Arenoso. Em vasos e canteiros, a mistura de solo ideal é a arenosa – 1 parte de terra vegetal, 1 parte de terra comum de jardim e 2 partes de areia.
Regas: Espaçadas no início do período vegetativo, intensificando para dias alternados até depois da floração, quando deve-se voltar a espaçar as regas. Recomenda-se evitar o excesso de água, pois pode provocar o apodrecimento do bulbos e o surgimento de doenças fúngicas.

* Rose Aielo Blanco é jornalista, escritora e editora do www.jardimdeflores.com.br

Onde encontrar: Bulbos de Flor-de-lis estão à venda na www.lojadojardim.com

:: Jardim de Flores – Flor-de-Lis ::

Flor de lis – Wikipédia, a enciclopédia livre quarta-feira, mar 30 2011 

 Porque é o tema deste espaço:

Flor de lis – Wikipédia, a enciclopédia livre

 

MUSEU DA MÚSICA – Itu/SP – Os sons da gente! Programação para abril/2011 terça-feira, mar 29 2011 

 

Recebi o convite eletrônico, para o dia 02 de abril de 2011, do amigo Joaquim Emídio. Aproveitei para acessar o site do Museu da Música de Itu, para confirmar a programação para abril/2011, porque, em Itu – SP, graças a iluminados, essa programação é estonteantemente bela!

 

Abril – 2011

01 de abril, 19h30 – II Diálogos 2011 – Luís Roberto de Francisco e Allie Marie Dias de Queiroz
A Paixão Segundo Itu – a permanência das práticas culturais do período colonial

Auditório do SINCOMÉRCIO – Itu – Rua Maestro José Victório, 137

02 de abril de 2011 (sábado), 20h. – Igreja do Carmo  – Concerto Cantos da Paixão – Madrigal do Museu da Música

09 de abril de 2011 (sábado), 20h. – Igreja do Carmo  – Concerto A Paixão Segundo Itu – Coral Vozes de Itu

16 de abril de 2011 (sábado), 19h30 – Igreja do Carmo – Cerimônia Ofício de Trevas – Coral Vozes de Itu e solistas

17 de abril de 2011 (domingo), 19h. – Igreja do Carmo – Procissão de Passos – Coral Vozes de Itu e conjunto de Câmara

15 de abril de.2011 (6ªf), 20h. – Espaço Cultural Almeida Jr. – Soirée Republicana – Madrigal do Museu da Música – Itu

 

MUSEU DA MÚSICA – Itu/SP – Os sons da gente!

Multidão protesta em Londres contra cortes nos serviços públicos terça-feira, mar 29 2011 

 

Caso interesse a alguém acessar “Carta Maior” (que, embora de esquerda – e esse “embora” foi utilizado para aqueles que fogem de ler qualquer texto, comentário ou crítica que esteja alinhada à esquerda – considero muito importante por conter, sempre, informações que não obtenho de outro modo; pena que meu tempo me impeça de ler tudo) fica esta chamada e a oportunidade de assinar o boletim:

From: newsletter@cartamaior.com.br

Caso não esteja visualizando, acesse aqui.

Boletim Carta Maior – 28 de Março de 2011
Ir para o site


Multidão protesta em Londres contra cortes nos serviços públicos
Mais de 300 mil pessoas foram às ruas da capital britânica neste sábado para se opor aos planos do governo de cortes de gastos públicos, na maior manifestação popular do gênero em décadas. “Eu nasci em 1945, no final da guerra, então eu cresci com educação pública e gratuita, eu fui para a universidade, eu tive acesso à saúde pública por toda minha vida e tudo isso agora está indo com os planos do governo, que são um assalto ideológico à esfera pública”, disse à Carta Maior a professora Harriet Bradley, da Universidade de Bristol.
> LEIA MAIS | Internacional | 27/03/2011
• Islândia, um país que pune os banqueiros responsáveis pela crise
• Cortar gastos com um desemprego elevado é um erro, diz Krugman
• Milhares protestam em Bruxelas contra pacote conservador
• Desordem financeira: austeridade só vai agravar crise

Japoneses e alemães pedem fim do uso de energia nuclear
Primeiros protestos em Tóquio e Nagoya pedem o encerramento de todas as centrais nucleares no Japão. Os manifestantes pediram ao governo que mude de política e adote fontes de energia renováveis em vez da energia nuclear. Exigiram também que seja divulgada mais informação sobre o acidente nuclear e que se assumam mais responsabilidades por aquilo que aconteceu desde o sismo e o tsunami que abalaram o país a 11 de Março. Nas quatro maiores cidades da Alemanha, mais de 200 mil pessoas foram às ruas protestar contra o uso da energia nuclear.
> LEIA MAIS | Internacional | 27/03/2011
• Vazamento em Fukushima: O medo nuclear assombra o mundo

Urânio empobrecido, uma estranha forma de proteger os civis líbios
Nas primeiras 24 horas de bombardeios a Libia, os aliados gastaram 100 milhões de libras esterlinas em munição dotada de ponta de urânio empobrecido. Trata-se de um resíduo do processo de enriquecimento de urânio que é utilizado nas armas e reatores nucleares, sendo uma substância muito valorizada no exército por sua capacidade para atravessar veículos blindados e edifícios. (…)
O artigo é de David Wilson.

> LEIA MAIS | Internacional | 27/03/2011

O circuito de bancos que lava o dinheiro de ditadores
O sociólogo e político Jean Ziegler, hoje vice-presidente do Conselho de Direitos Humanos da ONU, calcula que “dos 905 bilhões dos ativos estrangeiros na Suíça, 280 bilhões vêm dos países da Ásia, América Latina e África. Em cerca de 90% dos casos, trata-se de dinheiro roubado dos povos mais pobres do planeta”. (…)
O artigo é de Eduardo Febbro.

> LEIA MAIS | Internacional | 27/03/2011
• Grandes bancos dos EUA lavaram dinheiro do narcotráfico

A Etiópia está à venda
Imaginem terrenos férteis com uma área semelhante à do distrito de Lisboa arrendada durante 50 anos, por menos de 700 euros/mês. O negócio está sendo oferecido pelo governo da Etiópia. Apesar da Etiópia ser um dos países com maiores problemas de subnutrição do planeta – recebeu no ano passado 700 mil toneladas de alimentos como ajuda humanitária – os investidores vão produzir colheitas de alto valor como soja, óleo de palma, algodão e açúcar para exportação ao invés de cereais e outros vegetais para consumo das populações etíopes. O artigo é de Nelson Peralta.
> LEIA MAIS | Economia | 27/03/2011

4 de abril, Dia Nacional da Ação nos Estados Unidos
A Associação Nacional da Educação está convocando um dia nacional de ação nos Estados Unidos, para 4 de abril, contra as políticas privatizantes de governos estaduais e locais conservadores que estão retirando direitos de professores, bombeiros e outras categorias de servidores públicos. Os professores e os funcionários públicos foram escolhidos como alvos preferenciais, porque são os grupos menos organizados de toda a vasta oposição à agenda das grandes corporações e da imprensa-empresa. (…)
O artigo é de Amy Dean.

> LEIA MAIS | Internacional | 26/03/2011
• O neopessimismo nos Estados Unidos
• A conexão Cairo-Madison: trabalhadores sob ataque nos EUA
• A eutanásia da classe média nos Estados Unidos e na Europa


Cobertura Especial



A luta por um Brasil solidário
As políticas de educação, de cultura, de direitos humanos, de luta contra as discriminações, dos direitos das mulheres, de comunicação têm que se articular para ajudar a promover novos valores que representem uma alternativa à visão mercantilista que acompanhou a ascensão da hegemonia neoliberal. – 27/03/2011



Colunistas

Antonio Lassance
“Los hermanos”, 20 anos depois
No momento atual, o Mercosul reúne mais razões de otimismo que os demais blocos. A União Europeia, sob crise aguda, vive um de seus piores momentos. O Nafta acentou os problemas da economia mexicana (o comércio que mais cresce com seu vizinho, do outro lado do Rio Grande, é o de drogas), e os Estados Unidos patinam para superar a recessão. – 27/03/2011

Paulo Kliass
Pontos sobre a Previdência Social (I)
Até o início da crise de 2008, as propostas que emanavam do então sólido e inquestionável Consenso de Washington sugeriam, pelo mundo afora, a privatização dos regimes previdenciários públicos. Alguns países levaram tal sandice a sério e depois se arrependeram amargamente da aventura. – 24/03/2011



Análise & Opinião

Fábio Py Murta Almeida
Já faz um ano…o Bumba e a morte seguem de mãos dadas
Desde os dias de chuvas até hoje pouquíssimo foi feito. Inicialmente, foram oferecidas moradias, mas depois se descobriu que no local para onde seriam direcionadas as famílias seria feito umm monumento em prol dos próprios mortos da tragédia do Bumba. – 27/03/2011

Lindbergh Farias
O legado fiscal de Lula
Em 2002, o investimento público realizado pelo governo foi de 1,3% do PIB. Em 2010, este número foi superior a 2,8%. Assim, a tese de que despesas de custeio impedem o investimento público é frágil. Além disso, FHC deixou para Lula uma taxa de juros Selic de 25%. Lula deixou para Dilma uma taxa de 10,25%. E a inflação, que em 2002 foi de 12,4%, caiu em 2010 para 5,9%. – 25/03/2011

Luiz Marques
A Constituição versus o Consenso de Washington
A esquerda necessita apropriar-se da bússola que remete ao Estado de bem-estar social, ainda por atingir, para legitimar-se diante do legalismo das novas classes médias, moral e politicamente conservadoras, com o intuito de receber o seu apoio ativo. – 25/03/2011




Conteúdoescola – Resenha: A águia e a galinha. (Leonardo Boff) quarta-feira, mar 23 2011 

 

Esta inserção foi graças a um comentário de um pai de amigo de meu sobrinho Pedro, comentário esse que minha cunhada Roseli partilhou comigo.

A resenha é de 26jan2006, o livro é de 1997.

Destaco dessa resenha:

A obra nos traz uma compreensão de que cada ser humano tem suas próprias dimensões e devemos respeitar cada uma delas. Há momentos em nossa vida que devemos articular as relações e realizar a síntese a partir da realidade da águia e em outros, a partir da realidade da galinha.

 Resenha: A águia e a galinha. (Leonardo Boff)
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Por Cátia Manoela Gasparetto

21 de janeiro de 2006

ImageA presente obra divide-se em sete capítulos, onde contaa história de uma águia criada como uma galinha. Essa história é compreendida como uma metáfora da condição humana. Cada um poderá lê-la e interpretá-la conforme o chão que os seus pés pisam. Essa obra sugere caminhos, mostra uma direção e projeta um sonho promissor.
O autor Leonardo Boff, em 1938, formou-se em Teologia e Filosofia no Brasil e na Alemanha. Durante mais de vinte anos foi professor de Teologia Sistemática no Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis. Por vários anos esteve à frente do editorial religioso da Editora Vozes. Junto com outros ajudou a formular a Teologia da Libertação, que por causa desta teve conflitos com a Igreja Católica, sendo proibido de dar aulas por um determinado período e a fazer um ano de silêncio. Mais tarde foi professor de Ética e Filosofia da Religião na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É autor de mais de sessenta livros ligados à teologia, à filosofia, à espiritualidade e à ecologia, em sua grande maioria publicados pela Editora Vozes. É membro da Comissão da Carta da Terra. Em 2002, em razão de seu compromisso com o direito dos pobres, ganhou o prêmio Nobel alternativo para a paz.
Ao ler a obra você vai se confrontar com duas dimensões fundamentais da existência humana: a dimensão do enraizamento, do cotidiano, do limitado, que seria o símbolo da galinha e a dimensão da abertura, do desejo, do ilimitado, o qual seja o símbolo da águia. A partir disso o autor nos questiona em como equilibrar essas duas dimensões. E como impedir que a cultura da homogeneização afogue a águia dentro de nós e nos impeça de voar.
Para dar uma resposta convincente a esses desafios, o autor visita a moderna cosmologia, a nova antropologia, a psicologia profunda, a ecologia, a espiritualidade e a mística. O resultado é uma reflexão instigante que provoca entusiasmo na busca da identidade humana através da inclusão das contradições e da superação dos eventuais obstáculos a nível pessoal, social e planetário.
A história da águia e a galinha evoca dimensões profundas do espírito, indispensáveis para o processo de realização humana: o sentimento da auto-estima, a capacidade de dar a volta por cima nas dificuldades quase insuperáveis, a criatividade diante de situações de opressão coletiva que ameaçam o horizonte da esperança.
Mas não podemos nos limitar a sermos somente galinha ou somente águia. Como galinhas somos seres concretos e históricos, mas jamais devemos esquecer nossa abertura infinita, nossa paixão indomável, nosso projeto infinito, nossa dimensão águia. Se não buscarmos o impossível (a águia) jamais conseguiremos o possível (a galinha).
Cada ser humano tem uma estrutura básica que se manifesta mais como a águia em alguns, mais como a galinha em outros. Cada um precisa escutar essa natureza interior, captar a águia que se anuncia ou a galinha que emerge. Após escutá-las, importa usar a razão para ver claro e o coração para decidir com inteireza. Somente assim se conquistará a promessa de um equilíbrio dinâmico.
A história da águia e da galinha nos evoca o processo de personalização pelo qual todo ser humano passa. Não recebemos a existência pronta. Devemos construí-la progressivamente. Há uma larga tradição transcultural que representa a caminhada do ser humano, homem e mulher, como uma viagem e uma aventura na direção da própria identidade.
Recusamo-nos a ser somente galinhas. Queiramos ser também águias que ganham altura e que projetam visões para além do galinheiro. Acolhemos prazerosamente nossas raízes (galinha), mas não à custa da copa (águia) que mediante suas folhas entra em contato com o sol, a chuva, o ar e o inteiro universo. Queremos resgatar nosso ser de águias. As águias não desprezam a terra, pois nela encontram seu alimento. Mas não são feitas para andar na terra, senão para voar nos céus, medindo-se com os picos das montanhas e com os ventos mais fortes.
Hoje, no processo de mundialização homogeneizadora, importa darmos asas à águia que se esconde em cada um de nós. Só então encontraremos o equilíbrio. A águia compreenderá a galinha e a galinha se associará ao vôo da águia.
Ao final do livro, o autor apresenta a bibliografia de alguns títulos em português que ajudarão o leitor no aprofundamento da metáfora da águia e da galinha, entre eles; BARRÈRE, Martine. Terra. Patrimônio comum. São Paulo, Nobel, 1995; BOFF, Leonardo. Ecologia: grito da Terra, grito dos pobres. São Paulo, Ática, 1995; BONAVENTURE, Leon. Psicologia e mística. Petrópolis, Vozes, 1978; e outros.
A obra nos traz uma compreensão de que cada ser humano tem suas próprias dimensões e devemos respeitar cada uma delas. Há momentos em nossa vida que devemos articular as relações e realizar a síntese a partir da realidade da águia e em outros, a partir da realidade da galinha.
Na nossa atual humanidade e em nosso planeta, assistimos aos mandos e desmandos dos mais fortes, dos detentores do saber, do ter e do poder, que querem controlar, para nos reduzir a simples galinhas e nos subordinar aos seus interesses, mas é preciso que não aceitemos essa submissão, que rejeitemos os conformismos, os comodismos, porque essa dominação sempre será causadora de muitos sofrimentos à maioria da humanidade diante da pobreza e da exclusão social, por isso é necessário que despertemos a águia que existe dentro de nós para juntos construirmos um mundo melhor, onde todos possam participar e decidir sem omissões, libertando-se da opressão.
Referência Bibliográfica:
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha, a metáfora da condição humana. 40 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
Cátia Manoela Gasparetto é acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI Campus de Erechim / Janeiro de 2006.

Conteúdoescola – Resenha: A águia e a galinha. (Leonardo Boff)

Sinais – MyHeritage.com.br – Blog português quarta-feira, mar 23 2011 

 

22    mar 20110 Comentário

Sinais

Um dia destes, parei diante de um carro na rua e percebi que existia na lateral , na lataria, um adesivo muito legal. Vi exatamente o adesivo da figura ai ao lado.

Pai, mãe, três filhos e um cachorro.

Na hora, me lembro bem que pensei no significado da figura.

Família. Uma família feliz. Lembro-me que admirei o proprietário do veículo.

Lendo hoje na internet, vi uma matéria sobre estes adesivos que já esta se tornando uma mania entre motoristas.

Colar estes adesivos se tornou uma mania ? Ou uma maneira de dizer aos outros motoristas que aquele carro é ocupado por uma família feliz e que os integrantes mantêm um laço afetivo muito forte e que deve ser respeitado.

Na violência do trânsito, isto pode significar um gesto de consciência, na família ele é um recado aos outros membros de seus verdadeiros afetos.

Para alguns é segurança no trânsito e para outros, que sabem o significado da família, é uma maneira de demostrar a todos a sua privilegiada posição de Membro de uma Família.

A novidade, apesar de algumas polêmicas, traduz o sentimento que temos visto em diversas pesquisas de opinião sobre o modo como as pessoas estão encarrando os seus relacionamentos afetivos familiares e na maneira com que assumem publicamente estes relacionamentos. Mudança de comportamento?

Famílias mais jovens, hoje adotam diversos tipos de comportamento. A mídia, a sociedade, a multiplicidade de opiniões e a liberdade de pensamento, fizeram com que as pessoas se distanciassem, criando muitas vezes uma convivência apenas geográfica ou convivência de hospitalidade, onde, morar junto não significa compartilhar pensamento e onde cada qual tem os seus interesses e suas decisões, independente da vontade coletiva. Alguns, em função dos inúmeros exemplos que temos presenciado, até alertaram para o “desaparecimento” das tradições familiares.

A busca de realizações pessoais, de independência financeira, de liberdade de ação e outros fatores exigidos hoje pela sociedade, tem assustado alguns pais.

Os relacionamentos que nossos filhos e netos estão expostos na escola, na sociedade, nos grupos de interesse e nas redes sociais, tem feito de nossas crianças seres fantásticos, antenados no mundo a sua volta, extremamente críticos e decididos, o que as leva a definirem mais cedo o conceito de “bom e ruim”, “agradável ou desagradável”, “certo e errado” e tantos outros conceitos que formam a nossa personalidade. Nossas crianças estão se tornando adultos mais cedo. E como adultos irão definir o que é melhor para eles.

Os exemplos familiares ajudam a todos, sem exceção, na formação do nosso caráter, o que vai definir nossa formação, nossos relacionamentos e nosso modo de interagir com outras pessoas. Pais introspectivos não representam filhos fechados em si, mas pais ausentes podem significar filhos distantes. Filhos distantes não significam filhos insensíveis.

Acredito que possam existir sim, famílias com membros que queiram se sentir livres, independentes, donos de seus destinos e senhores de suas vontades, mas acredito ainda que após algumas tentativas de “acertos e erros”, é possível que a pessoa perceba que é na família onde a liberdade, a independência e o controle de sua vida encontra mais exemplos.

Talvez algumas famílias tenham perdido este sentido, ou seja, o sentido de oferecer internamente e a qualquer um a liberdade, segurança, independência e preparo para vencer desafios futuros. Este é o verdadeiro motivo pelo qual as pessoas se mantêm juntas e ligadas pelos laços familiares. Famílias estáveis não são determinadas pelas dificuldades mas pelo modo como enfrentam as dificuldades.

O adesivo Família Feliz é um dos sinais de que a cada dia, mais pessoas desejam intimamente fazer parte de uma família.  Isto é um fato. Um sinal claro de que este adesivo é mais que um aviso de segurança no trânsito, ele é acima de tudo o aviso de Segurança Familiar.

Torço para ver mais destes adesivos.

Opine a respeito deste assunto.

Escrito por Walter Olivas no dia março 22nd, 2011 – 08:00

Sinais – MyHeritage.com.br – Blog português

Golpe via e-mail promete cenas proibidas do filme ‘Bruna Surfistinha’ – 23/03/2011 – UOL Tecnologia – Da Redação quarta-feira, mar 23 2011 

 

Atenção, pessoal, há outros golpes comentados.

Não tenho interesse, mas se você tem, leia sobre o golpe via e-mail e assista a algumas cenas de “Bruna Surfistinha” (que não é um golpe) no link abaixo.

A propósito, a Superinteressante, Editora Abril, do mês de março traz uma matéria sobre prostituição na Internet que é muito interessante e merece ser lida com atenção. Eu não sabia que, atualmente e já há algum tempo, as prostitutas deram um “chapéu” nos cafetões (bem feito para eles) e utilizam a Internet para contatos e para a própria segurança.

Golpe via e-mail promete cenas proibidas do filme ‘Bruna Surfistinha’ – 23/03/2011 – UOL Tecnologia – Da Redação

Welcome back, WordPress! quarta-feira, mar 23 2011 

Ontem, dia 22/03/2011, o WordPress só estava acessível para leitura. Não foi possível fazer postagens, mas recebi avisos sobre o problema e que ações estavam sendo tomadas para reestabelecer a normalidade. Entendi e agradeço as providências.

Cachorros desaparecidos quarta-feira, mar 23 2011 

 

Adorei esta iniciativa do UOL, porque uma sociedade organizada cuida de todos o seres e lhes proporciona condições dignas, justas.

Tudo bem que nosso Brasil ainda tenha graves problemas sociais, políticos e econômicos, mas os animais domésticos o são há milhares de anos, portanto, não basta "usá-los", é preciso cuidar e se preocupar com eles.

Não nos esquecemos de que há sites que têm como conteúdo crianças e pessoas desaparecidas também.

Cachorros desaparecidos

The Holy Sepulchre Virtual Tour – Jerusalem www.360tr.com terça-feira, mar 22 2011 

The Holy Sepulchre Virtual Tour  –  Jerusalem   www.360tr.com

Recebi essa indicação do amigo Júlio César Soares.

Gostei muito.

YouTube – in memoriam Thomas Döerflein e de Knut, o urso polar segunda-feira, mar 21 2011 

Esta postagem é de 24/09/2008, para homenagear Thomas Doërflein, que criou o urso polar Knut após ser rejeitado pela mãe.

Knut morreu aos quatro anos, em 19/03/2011, no zoológico de Berlim, para onde foi após se tornar grande demais para permanecer fora de cativeiro.

Vejam os cuidados do tratador, em vídeo, que encontrei no YouTube, também, quando Knut era bebê.

Sentimos as mortes de tantas pessoas, nos solidarizamos com todas as tragédias que provocam perdas de vidas e prejuízos materiais.

Que dor que nos causam essas perdas todas.

O vídeo abaixo, que me foi enviado por Maria Adelaide e, para postagem, procurei no YouTube, é de 28/06/2007.

Arte em casca de ovo segunda-feira, mar 21 2011 

Recebi do amigo Joaquim Emídio. Demorei para postar esta pérola.

Arte em casca de ovo

Todo dia é dia, de Ivan Angelo, VejaSãoPaulo segunda-feira, mar 21 2011 

Foi um prazer redigitar esta crônica, mesmo que haja acesso a ela na Internet, para postar em meu blog.

Todo dia é dia

(Ivan Ângelo, Veja São Paulo, 16/03/2011, página 142, Editora Abril)

            Ao contrário do que aconteceu em anos anteriores, no último Dia Internacional da Mulher [08/03/2011], as redes nacionais de televisão aberta do país do Carnaval preferiram homenagear um tipo de mulher: a pelada.

            Para uma mulher aparecer pelada na televisão, ela tem de ter corpo. Corpaço. E isso é problema para quem precisa encarar mais de três horas de condução diária, oito de trabalho, refeição barata e calórica, tentações de padaria e fast-food, e várias horas de tarefas em casa.

            A preferência da televisão não fez jus à mulher da nossa vida, mães, esposas, namoradas, irmãs, amigas. Ninguém mais merece tanto amor e amizade, como celebra Vinicius de Moraes na Elegia Desesperada, ninguém mais deseja tanto poesia e sinceridade, ninguém mais precisa tanto de alegria e serenidade.

            Poeta, acaso sabias que há mais mulheres do que homens no país? – 3,9 milhões a mais, no último Censo, a que acabamos de responder.

            Haverá para todas, poeta, haverá amor e amizade, poesia e sinceridade, alegria e serenidade? Não que os homens sejam os únicos provedores de tais bens. Eles falham muitas vezes nessa missão, e se tornam, reconheçamos, provedores justamente dos bens contrários, semeando decepção e mágoa. Filhas são agredidas e esposas desrespeitadas por homens considerados de bem quando as portas do lar se fecham. Que descontrole os governa?

            Muitas nem precisam tanto assim de homens para amor, poesia e alegria. Têm amizades, namoradas e companheiras que saberão atendê-las. Mas 4 milhões é muita gente, pode haver falta.

            Até a idade de 20 anos, a balança dos sexos feminino e masculino é mais equilibrada, os homens são na verdade pequena maioria. Depois, até os 50 anos, o número de mulheres ultrapassa muito o de homens. Porque, jovens, eles morrem de aventura – acidentes, assaltos, brigas; e, maduros, morrem de stress. Após os 50 anos, é ainda maior o número proporcional de mulheres. Resultado: elas ficam sós por mais tempo.

            Já há alguns anos, o Rio é a capital em que sobram mais mulheres; há 86 homens para cada 100 mulheres. A violência é uma das razões. Em São Paulo, seis anos atrás, a conta era 91 mulheres para 100 homens. Está sendo atualizada e deve continuar por aí. São cerca de 900 000 mulheres a mais na área metropolitana. A prefeitura fez até um levantamento por região, detectando predomínio de viúvas na Mooca e de descasadas em Pinheiros.

            O excesso aumenta nossa responsabilidade – a nossa, dos homens de boa vontade – e o mês da mulher, março, convida a pensar nisso. O pior, ou melhor, sei lá, é que se diz que o déficit alto de homens no Rio está direcionando de lá para São Paulo as antenas das mulheres com esperança de união estável.

            É responsabilidade nossa contribuir para o bem-estar da mulher, 50%, pelo menos. Elas já têm contra si a variação hormonal, a obrigação da beleza, a pele mais sensível, o peso da gravidez, a amamentação, o salário menor, o funcionamento da casa, a maior suscetibilidade à celulite, o prazer mais trabalhoso… Ela quer beijo, bom humor, saber que foi lembrada durante o dia. Mínimas coisas: uma flor, uma frase, uma empadinha, um telefonema, um torpedinho. Tendo carinho, os outros 50% pode deixar que ela faz.

            E, às que sobram na estatística, quem dará seu quinhão de amizade, sinceridade e serenidade que o poeta pedia? Vamos, homens, temos trabalho extra a fazer.

 

Nota de Maria Lúcia: “Todo dia é dia”, de Ivan Ângelo, Vejinha

Para “Elegia desesperada”, de Vinicius de Moraes

http://www.releituras.com/viniciusm_desespero.asp

tiro de letra – Ivan Angelo domingo, mar 20 2011 

 

tiro de letra – Ivan Angelo

:: ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO :: Centro de Difusão e Apoio à Pesquisa sexta-feira, mar 18 2011 

 Embora já postado aqui, por informação prestada por MyHeritage Portuguese Blog, considero a repetição importante, porque, muitas vezes, desconhecemos que os documentos sobre nossos antepassados imigrantes podem ser solicitados via Internet, assim como muitos cartórios brasileiros estão habilitados a fornecer documentos com pedidos pela Internet. Feito o pedido, imprimimos um boleto para as despesas, pagamos o valor anunciado, avisamos sobre o pagamento e recebemos, pelos Correios, os documentos solicitados.

ACERVO DO MEMORIAL DO IMIGRANTE CHEGA AO ARQUIVO

O Arquivo Público do Estado de São Paulo recebeu, no final de dezembro de 2010, mais um acervo fundamental para a memória pública paulista. Trata-se da documentação do Memorial do Imigrante, instituição que passa atualmente por uma fase de reorganização e reforma do seu prédio, localizado na Mooca. Entre 1887 e 1978, a antiga Hospedaria dos Imigrantes recebeu pessoas de mais de 60 nacionalidades e etnias, todas devidamente registradas em livros e listagens. Atualmente, o Memorial, além de ter se tornado uma atração turística, presta um serviço público importante, fornecendo certidões de chegada de estrangeiros aos seus descendentes.

O recebimento desses documentos exigiu da equipe do Arquivo uma mobilização considerável. Foram transferidas 3.730 caixas, contendo processos e vários outros itens documentais, além de 92 arquivos de aço com fichas. Quanto ao material iconográfico, o Arquivo recebeu 28 mapotecas e 53 caixas de variados tamanhos, contendo álbuns fotográficos, fotos dos núcleos coloniais e dos imigrantes e suas famílias, cartões postais, negativos fotográficos de vidro e álbuns com negativos flexíveis.

O recebimento do acervo foi realizado no dia 29 de dezembro de 2010, com a participação de mais de 30 funcionários do Arquivo. O trabalho de organização foi iniciado no dia 3 de janeiro e prosseguirá nos próximos meses, possibilitando que o público tenha acesso a segmentos do acervo até então indisponíveis à consulta.

Procedimentos para emissão de certidões

O atendimento para emissão de certidões relativas a imigrantes foi iniciado em 11 de janeiro e ocorrerá sempre de 3ª a sábado, das 9 às 17h.

O interessado deverá dirigir-se ao Arquivo para solicitar a pesquisa. Caso não o possa fazer, deverá entrar em contato pelo telefones (11) 2089-8151, (11) 2089-8100 ou pelo e-mail certidoes@arquivoestado.sp.gov.br para mais informações.

Nesta página pode ser acessado o Formulário de solicitação de certidão. Quanto mais informações o requerente trouxer a respeito do imigrante, mais fácil se tornará a busca e a identificação do documento. É muito importante que o requerente nos cientifique acerca da finalidade da pesquisa e das informações específicas de que necessita.

O Arquivo produzirá três tipos de documentos:

  • certidão de registro certidão de registro (transcrição literal dos dados das fichas de estrangeiro);
  • declaração de que nada consta (produzida com base na inexistência da ficha de registro de estrangeiro);
  • certidão de desembarque (produzida com base nos livros e listas de desembarque).

Em breve, disponibilizaremos em nosso site os bancos de dados antes acessados na página do Memorial do Imigrante, de forma que algumas informações sobre imigrantes presentes nos livros de entrada já possam ser acessadas pela internet.

Formulário de solicitação de certidão

Pesquise aqui seu familiar

:: ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO :: Centro de Difusão e Apoio à Pesquisa

Daqui de Pitangui: Maio 2010 – Sinhá Braba quinta-feira, mar 17 2011 

 

Por causa de um dos  livros de Agripa Vasconcelos, Sinhá Braba, encontrei esta pérola, dentre outros resultados de busca. Uau! Nem na Wikipédia está tão completo. Centenário de Agripa Vasconcelos: 2007.

sábado, 15 de maio de 2010

Joaquina de Pompéu: As duas faces da matriarca

Grande dama? Messalina dos trópicos? Até hoje não se sabe ao certo quem foi Joaquina do Pompéu, uma das mulheres mais ricas e poderosas do século XIX

por Gilberto Cézar de Noronha
Uma grande dama do século XIX, pia, conservadora, religiosa e bem comportada, ou uma sinhá da “pá-virada” que escandalizava a sociedade fornicando com os próprios escravos? É entre esses dois extremos que oscila a fama de Joaquina do Pompéu, uma das mulheres mais poderosas das Minas Gerais do seu tempo. Quando morreu, aos 72 anos, em 7 de dezembro de 1824, vítima de derrame cerebral, deixou uma herança avaliada, em dinheiro atual, em aproximadamente 2 bilhões de reais. E também uma memória controversa. Até os dias de hoje, circulam inúmeras histórias sobre a grande senhora, relembradas e transmitidas boca-a-boca e também registradas pela literatura e pela historiografia.
Dona de um nome extenso que lhe dava foros de nobreza – Joaquina Bernarda da Silva de Abreu e Silva Castelo Branco Souto Maior de Oliveira Campos – ela nasceu em Mariana (MG) em 20 de agosto de 1752. Era a quinta dos nove filhos de um advogado português, Jorge de Abreu Castelo Branco, e da açoreana Jacinta Teresa da Silva. Ficou órfã de mãe aos 10 anos de idade, mas d. Jacinta teve tempo de educá-la como uma pequena dama à moda européia, ensinando-lhe a “ler, bordar, coser e cozinhar, assim como a rigorosa política do século XVIII, que era a polidez de receber as pessoas e tratá-las com fineza”. Viúvo, o pai de Joaquina retomou os estudos eclesiásticos começados em Coimbra e se ordenou padre. Em 1762, transferiu-se com a família de Mariana para Pitangui, vila localizada no oeste da capitania de Minas. Foi lá que Joaquina conheceu o capitão de milícias Inácio de Oliveira Campos, com quem se casaria em 1764.
É nesse período que se revelam as primeiras expressões de um temperamento forte, arrebatado e independente. Embora, aos onze anos, estivesse apaixonada por Inácio, se vê obrigada, como era costume na época, a ficar noiva, por imposição do pai, de um homem de que não gostava, o comerciante Manuel de Sousa e Oliveira. No dia do noivado, no entanto, recusou-se a um brinde com o “prometido”. Para espanto dos presentes, aproximou seu copo do copo do capitão de milícias, que comparecera à festa, e disse em alto e bom som: “Não é para beber a saúde do noivo escolhido? Pois eu bebo a saúde de meu noivo, capitão-mor Inácio de Oliveira Campos”. A atitude de Joaquina quase resultou num duelo entre Inácio e o noivo ultrajado, que acabou demovido da idéia.
Apesar dos protestos paternos, Joaquina e Inácio acabaram se casando, em 20 de agosto de 1764. Ela com 12 anos, e ele 30. O casal mudou-se para uma pequena propriedade nos arredores de Pitangui: a Fazenda Lavapés. Conta-se que Joaquina se mostrou uma esposa trabalhadeira, sempre disposta a encarar a lida da fazenda. Em 1771 Inácio é designado para missões de apresamento de índios e negros fugidos nos sertões do oeste mineiro e recebe por isso, como recompensa, várias sesmarias que aumentam consideravelmente seu patrimônio. Com a morte de seu pai, em 1774, herda terras em Paracatu (região noroeste de Minas), e fica ainda mais rico. Como o capitão passava muitos meses fora de casa, a administração da Fazenda Lavapés ficava por conta de Joaquina, que se desincumbia com extrema competência da tarefa. Em 1784, o casal se muda para a Fazenda do Pompéu, localizada no centro-oeste de Minas, que pertenceu oficialmente a Manuel Gomes da Cruz até 1792.
Este é um período bastante controverso da vida de Joaquina, sobretudo pelos seus negócios escusos que lhe renderam a fama de intransigente, violenta e desonesta: Referem-se a esse período as histórias, narradas ainda hoje, sobre suas práticas de roubo de gado e assassinato de boiadeiros, cujos corpos seriam enterrados embaixo de seu sobrado. Este, aliás, conhecido como o Solar de Joaquina do Pompéu, uma construção iniciada em 1785, era um casarão muito grande, de dois pavimentos divididos em 79 quartos, feito de esteio de aroeira em sistema de pau-a-pique, cujas ruínas se mantiveram de pé até 1954, quando foi demolido para a construção de uma rodovia. Os pontos controvertidos desse período são muitos: entre eles, a própria mudança do casal para Pompéu e a construção do imenso solar quando ainda não tinha a posse oficial da terra. A escritura da Fazenda do Pompéu é lavrada apenas em 1792, conforme registrado em uma ação de Antônio José de Faria movida contra Joaquina. O demandante acusava Joaquina de dar um golpe contra o antigo proprietário do Pompéu, aproveitando-se de sua idade avançada, comprando-lhe a terra por preço irrisório e, como se não bastasse, não lhe pagando tudo que devia. Uma série de cartas escritas entre 1792 e 1798 pelo próprio Manuel Gomes, endereçadas a Joaquina, hoje localizadas no Arquivo Público Mineiro, traz indícios de que ela atrasava o pagamento da dívida.
Em 1795, Inácio ficou paralítico e Joaquina assume os negócios e o controle do latifúndio. Com a morte do marido, nove anos depois, é que a grande proprietária, aos 52 anos, começa a construir, de fato, a sua fama. Desde então as versões sobre sua conduta moral e sexual são desencontradas. Alguns, como o poeta e jornalista Lindolfo Xavier, afirmam que a viúva todo-poderosa jamais pensou em casar de novo, mantendo-se “fiel à memória do marido, honrando-lhe o nome e as tradições”. Austera, portava-se como um verdadeiro comandante, não poupando nem os dez filhos de sua disciplina quase militar. Mulher de grandes pudores, não se mostrava nua, no banho, nem para as escravas de confiança. Tratava e alimentava bem os escravos. Religiosa, caridosa com as causas da igreja católica, era respeitada até pelas autoridades reais.
Mas existe o “lado B” da viúva Joaquina do Pompéu, construído a partir dos pontos mais obscuros de sua vida e de sua condição de mulher, viúva, senhora de escravos que estava à frente dos negócios. Os que defendem sua memória dizem que tudo não passaria de “maledicência, lendas, coisas inventadas”, mas o fato é que algumas histórias que circulavam na época não lisonjeiam sua personalidade. Em vez de boa, seria muito cruel com os escravos. Em vez de honesta, era corrupta nos negócios. Pior do que tudo, pela ótica da sociedade colonial, tratava-se de uma mulher lasciva e mesmo “depravada”. Sua conduta escandalosa caiu em breve na boca do povo, que se encarregou de passar, de geração a geração, histórias que envolviam descomedimentos e sexo desregrado.
Uma delas é que gostava de recrutar negros escravos para o seu deleite erótico. Naquele tempo os senhores podiam até fazer isso, mas nunca as mulheres. Dizia-se que dava ordens para que se colocasse o amante eventual “de molho” numa banheira, durante dias, antes dos seus serviços sexuais, a fim de retirar-lhe o “bodum”. Alguém chegou a vê-la enlaçada com um escravo à margem do córrego das Areias, em plena luz do dia, num lugar onde havia um monjolo. Segundo as más línguas, a engenhoca, com suas batidas intercaladas e constantes, ditaria o ritmo da cópula, enquanto transformava o milho em fubá. Ainda hoje, as pessoas da região contam risonhamente esta história concluindo quase sempre com uma frase inusitada: “Era uma pancada de lá e outra de cá! Na beira do corgo, êta mulher safada, Sô!”.
Fora esse lado mais obscuro, Joaquina foi – isto comprovadamente – anfitriã de viajantes estrangeiros que estiveram aqui a serviço do rei de Portugal e recebeu no seu solar os alemães Eschwege e Freyreiss, respectivamente em 1811 e 1813. Participou também, indiretamente, da Independência do Brasil, em 1822, enviando bois para as tropas de d.Pedro, na Bahia. Por sua influência política, embora “não tivesse exercido cargo eletivo”, é constantemente evocada como matriz de uma elite política regional mineira.
Quando morreu, tinha 74 netos e 15 bisnetos. Do seu testamento constavam 11 fazendas, 40 mil cabeças de gado e algumas centenas de escravos, fora baixelas de prata e bandejas e barras de ouro, entre outros tesouros. Mas talvez sua grande herança seja justamente a imagem múltipla que deixou: “sinhá braba” ou “dama do sertão”? É esta que até hoje povoa a imaginação da posteridade.
Gilberto Cézar de Noronha é professor de história da Faculdade do Alto São Francisco – FASF/LUZ e autor do livro Joaquina do Pompéu: Tramas de memórias e histórias nos sertões do São Francisco. Uberlândia: EDUFU, no prelo.
 

O barão e as más línguas

Quando fazia um levantamento das riquezas minerais do Alto São Francisco, a serviço do rei de Portugal, Wilhelm Ludwig Von Eschwege (1777-1885), o barão de Eschwege, hospedou-se no solar de Joaquina do Pompéu. Os resultados da viagem foram apresentados no livro Pluto brasilienses, escrito por volta de 1821 e publicado, pela primeira vez, em 1833, em Berlim. Na obra, o autor narra a chegada à Fazenda do Pompéu, registrando a sua surpresa com o tamanho da propriedade, que descreve como tendo pelo menos 150 léguas quadradas. Ficou também bem impressionado com a hospitalidade de Joaquina e a assistência por ela oferecida. Sua comitiva ficou ali abrigada por vários dias, munindo-se de víveres necessários à retomada da viagem em direção aos rios Indaiá e Abaeté. O barão registra, em nota de rodapé, seu agradecimento especial a Joaquina e procura esclarecer um boato que surgiu a respeito do mineralogista e da hospitaleira fazendeira: um suposto envolvimento amoroso seguido de um presente de mil bois oferecidos a ele por Joaquina. Segundo o próprio Eschwege, suas constantes hospedagens, “às vezes por semanas”, na casa de Joaquina, deram origem a “boatos que correm a meu respeito espalhados por alguns viajantes e subscritos por outros”. Para o viajante, entre os que poderiam ter contribuído para fazer circular a intriga estaria outro alemão, de nome Werner, que também se hospedou no solar. Mas talvez Eschwege estivesse mais próximo da verdade caso suas suspeitas recaíssem sobre os próprios moradores da região. Era a população do oeste mineiro que, em geral, espalhava aqueles comentários “maliciosos”, como, aliás, ocorre ainda hoje.
Saiba Mais – Bibliografia:

CAMPOS, Deusdedit Pinto Ribeiro de. Dona Joaquina do Pompéu: sua história e sua gente. Belo Horizonte: Roma, 2003
GUIMARÃES, Antônio Campos. A Dama do Sertão. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1985
RIBEIRO, Coriolano e GUIMARÃES, Jacinto. Dona Joaquina do Pompéu. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1956.
VASCONSCELOS, Agripa. Sinhá Braba –Dona Joaquina do Pompéu. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.

Saiba Mais – Site:

Coleção FAMÍLIA JOAQUINA BERNARDA DE POMPÉU (FBJP). Sistema Integrado de Acesso do Arquivo Público Mineiro. Disponível em http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fundos_colecoes/brtacervo.php?cid=58

 

 

 

FONTE DESTA POSTAGEM:

Revista de História da Biblioteca Nacional:
http://rhbn.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=1321 , acessado em 15/05/2010

Poderá também gostar de:

Daqui de Pitangui: Maio 2010

Visita à Nonna quinta-feira, mar 17 2011 

 

Recebi do amigo José Emídio:

VISITANDO UMA  NONNA “ BEM  ITALIANA”…

Aqui no Brasil, uma  nonna italiana está indicando seu apartamento ao neto, que irá visitá-la com  sua nova mulher.
– Quando vocês chegarem no prédio, na porta da frente  tem um grande painel. Io moro no apartamento 301. Apertem o botón do interfone  com o cotovelo, que io abro a porta. Entrem, o elevadore é à  direita.
Aperta o trê com o cotovelo. Quando vocês saírem do elevadore, mio  apartamento é nas esquerda.. Com o cotovelo, apertem a campainha.
-  Vó, parece fácil, mas… Por que tenho que apertar todos esses botões com o  cotovelo?
– Máaaaah o que!!!!!!!! Tão vindo de mon  vazia?????…

Uma família ituana de comerciantes através dos séculos, de Manoel Valente Barbas terça-feira, mar 15 2011 

Manoel Valente Barbas colaborou para a edição do livro Itu, quatro séculos de comércio, Capítulo IV. No tempo do Império (1830 – 1890), a partir de páginas 34, de Edgar Silveira e Luís Roberto de Francisco, lançado em 04dez2010, no Auditório do SINCOMÉRCIO (Sindicato do Comércio Varejista) de Itu-SP, SINCOMÉRCIO e SESCSP.

O conteúdo deste texto, portanto, não é inédito, mas é tão bem redigido, tão “saboroso” de se ler, uma lição de levantamento genealógico, que fiz questão de transformá-lo em um documento, extensão “pdf”, para inserir em meu blog, com a devida autorização do autor.

Itu, 12 de março de 2011.

UMA FAMÍLIA ITUANA DE COMERCIANTES ATRAVÉS DE SÉCULOS_autor MANOEL VALENTE BARBAS_texto enviado por Cida Carramenha recebido 03fev2011

FRAUDE: ALERTA da RECEITA FEDERAL via correspondência de correio sexta-feira, mar 11 2011 

 

Recebi do amigo Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

Entrei no site da Receita Federal, mas fui inepta para conseguir encontrar algum alerta a esse respeito.

O amigo Joaquim Emídio é pessoa de credibilidade, bem informada e não perderia tempo com “hoax” (lenda urbana).

Fica, então, o alerta, que não é por meio de recebimento de mensagem eletrônica, mas induz pessoas de boa fé a utilizar um endereço para, supostamente, acatar o que a correspondência de correio pediu.

Assunto: FRAUDE: ALERTA da RECEITA FEDERAL – CUIDADO! – ESSA VAI PEGAR MUITA GENTE !

CUIDADO COM O GOLPE.

É UM MODELO INOVADOR, POIS NÃO VEM POR E-MAIL, VOCÊ RECEBERÁ UMA CORRESPONDÊNCIA EM SUA RESIDÊNCIA, com dizeres de que a Receita Federal encontrou inconsistências em seu cadastro de pessoa física, referente aos seus dados bancários declarados anteriormente, que a intimação tem caráter informativo e explicativo para a regularização do cadastro, a fim de evitar multas e futuros problemas; que o procedimento de regularização é on-line; para fazer isso, deve-se acessar um endereço eletrônico que aparece nessa correspondência; que o procedimento é muito simples: basta acessar o endereço eletrônico, seguir as instruções do site e, interessante, ter em mãos o CPF e os dados bancários; como diz meu primo, Paulo Roberto, a “cereja do bolo” é uma informação final: nenhuma unidade da Receita Federal está autorizada a receber os dados do intimado, porque são dados sigilosos que deverão ser fornecidos somente ao site eletrônico indicado na correspondência que chegou pelos Correios.

O quê? Se eu tiver uma pendência na Receita Federal, dirijo-me a uma Agência da minha cidade de posse da via impressa de minha declaração, entrego uma cópia ao atendente para que ele me esclareça melhor e me explique como retificar, se, de fato, houve alguma falha em minha declaração.

Assim termina a mensagem que recebi do amigo Joaquim Emídio: 

MUITO CUIDADO. SE RECEBER ALGO, PROCURE A RECEITA FEDERAL ANTES DE TOMAR QUALQUER ATITUDE!

 

HEY, SOUL SISTER (TRADUÇÃO) – TRAIN (letra e vídeo) quarta-feira, mar 9 2011 

 

Apaixonei-me por essa canção (a princípio pelo ritmo) ao assistir às chamadas de “Nurse Jackie”, TV paga.

Tornou-se tema de novela, “tô” sabendo, mas não foi por isso que gostei da canção.

Aqui é possível ouvir a canção, enquanto se acompanha a letra e tem tradução, o que nem sempre significa que a letra seja boa. Todavia, o ritmo continua a ser delicioso.

HEY, SOUL SISTER (TRADUÇÃO) – TRAIN (letra e vídeo)

Pequeno Darth Vader – Propaganda VW quarta-feira, mar 9 2011 

 

Excelente recomendação de Maria Adelaide.

A propaganda conseguiu tudo: excelente ideia e interpretação gestual fantástica do ator mirim.

Não me incomodo de postar propaganda de bom gosto deste tipo:

Pequeno Darth Vader
http://www.youtube.com/watch?v=R55e-uHQna0
Pequeno Darth Vader – Making of
http://www.youtube.com/watch?v=tM3s37fZZts

Aberto para pesquisa o Acervo da Imigração – Arquivo do Estado de São Paulo sexta-feira, mar 4 2011 

 

MyHeritage Portugeese Blog


Aberto para pesquisa Acervo da Imigração

Posted: 02 Mar 2011 11:26 AM PST

Um boa notícia para todos.

Foi reaberta a pesquisa online no Acervo do Imigrante que hoje esta sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

Já havíamos falado sobre este assunto aqui em nosso blog recentemente.

A importância desta ferramenta para descendentes de imigrantes de mais de 60 nacionalidades que vieram para o Brasil é inestimável.

O acervo foi construído pelos registros de entrada destes imigrantes nas Hospedarias do Brás e do Bom Retiro em São Paulo e representam  mais de 2 milhões de registros com os dados constantes nas Certidões de Desembarques da alfandega brasileira, o  elo com a documentação no país de origem. O período dos registros vai de 1882 até 1958.

Para você consultar os registros é bem simples e pode ser feito pelo sobrenome, nome ou data de chegada. Na página de pesquisa, digite o seu sobrenome e faça a pesquisa e vá refinando esta pesquisa até encontrar o seu parente, lembre-se sempre que  a grafia pode ter mudado o sobrenome. No meu caso, eu estou estudando possibilidade de mudança do sobrenome de meu bisavô de  Canielli (itália) para Canella (Brasil), o que poderá, se comprovado, mudar todo o rumo de minha pesquisa na Itália.  Achado o parente, é possível rastrear todos os acompanhantes ou a família pelos links e também é possível se saber o empregador do imigrante no Brasil, informações que podem levar a grandes descobertas.

Para pesquisar, clique neste LINK

Desejo uma boa  garimpada.

(from MyHeritage Portuguese Blog)

Vou-me embora pro passado – Jessier Quirino quinta-feira, mar 3 2011 

Em novembro de 2009, recebi do primo Sérgio um anexo deslumbrante formatado por Mário Lugo Vieira, com fontes, créditos, com som e com a voz de Jessier Quirino declamando “Vou-me embora pro passado”.

Está na pasta “Público” do Windows Live Space (aqui, em Anexos do Windows Live Space) e o recuperei, porque se essa página não funcionar mais depois de 16 de março, será mais fácil acessá-la aqui.

Ficarei muito triste em perder esses anexos arquivados no WLS, pois terei que vasculhar meus CDs em busca de anexos arquivados. Buááááá…

Por favor, abram esse anexo e, depois, assistam ao Jessier Quirino a declamar essa obra prima no YouTube.

Vou_me Embora Pro Passado_Jessier Quirino_Primo Sérgio enviou_nov2009

Difícil escolher entre a estupenda apresentação ao “Power Point”, link também enviado pelo primo Sérgio, e o próprio Jessier Quirino declamando em:

http://www.youtube.com/watch?v=ODKK6xcKuyw&feature=related

 

 

Snuggling on the beach… « Greenfield Park Blog terça-feira, mar 1 2011 

 

Recebi o vídeo de minha prima Maria Adelaide com a seguinte explicação:

"Vídeo gravado por um turista na ilha  Georgia do Sul ,que pertence aos
ingleses, e situada ao sul mais distante do continente Sul Americano.
Este é um vídeo único de uma turista que se sentou na praia para admirar os
elefantes marinhos e os pinguins na Baia Dourada da Georgia do Sul.
Inesperadamente, um dos elefantes marinhos é aparentemente atraído por ela e
pouco a pouco vai se aproximando.
É uma cena fora do comum e muito interessante.
O elefante marinho é grande (mais de 2 toneladas), entretanto ela nunca se
amedrontou… Ao contrário, mostrou um misto de absoluta naturalidade e
divertimento (o que eu pessoalmente considero um dos grandes presentes dos
jovens e crianças das últimas gerações), enquanto outra pessoa gravou em
vídeo esta maravilhosa experiência".
Por razões óbvias, ou seja, para inserir vídeos diretamente do arquivo do computador o WordPress requer a instalação de uma ferramenta que tem um custo – e não é crítica, porque acredito que um espaço gratuito necessite de determinados cuidados em relação à autoria dos vídeos e uma forma de melhorar esse espaço seja por meio de cobrança de ferramentas – busquei uma inserção que permitisse compartilhar esse vídeo gravado em novembro de 2009, em Gold Harbor, Geórgia do Sul, com quem se interessasse por uma momento de ternura entre animais.

Snuggling on the beach… « Greenfield Park Blog

Dez mil vídeos de músicas dos últimos 100 anos! Uma joia rara… terça-feira, mar 1 2011 

 

Recebi esta indicação do amigo Joaquim Emídio Nogueira Bicudo, a quem agradeço.

JOIA RARÍSSIMA.

INSTRUÇÃO: CLICA PRIMEIRO NO SITE.

ESCOLHA O ANO QUE QUER OUVIR A MUSICA .

VAI APARECER A RELAÇÃO DAS MUSICAS

DEPOIS CLICA NA MÃO PRETA

APARECERA O ARTISTA CANTANDO A MUSICA NO YOU TUBE.

Os dias prósperos não vêm por acaso; nascem de muita fadiga e persistência. Henry Ford

MIL VÍDEOS DE MÚSICAS…

Este Link é para 10.000 vídeos de música entre os anos de 1.904 e 2.008.

Conserve este e-mail guardado, porque isto é um achado.
Certamente a música de seu tempo estará aqui em vídeo!  Procure-a.

http://www.planetarei.com.br/100anos/index.htm