Festival de Neve e Gelo – Power Point segunda-feira, fev 28 2011 

Lindo! Origem portal Mulher de Classe.

HARBIN___Festival_de_Gelo_e_Neve_WashingtonBernardini enviou

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MULHER DE CLASSE: O Portal que coloca o mundo na ponta dos seus dedos segunda-feira, fev 28 2011 

 

MULHER DE CLASSE: O Portal que coloca o mundo na ponta dos seus dedos

Ao procurar a origem de Festival de neve e gelo, arquivo em extensão "pps" que recebi de meu irmão Washington Luiz, encontrei esta recomendação para Mulher de Classe.

Nazismo – SUPERINTERESSANTE domingo, fev 27 2011 

 

Fonte: Superarquivo da Superinteressante, online, da edição 215 (impressa), julho de 2005, Editora Abril
Nazismo
Em nome dessa idéia, um país inteiro se armou e destruiu a Europa. De onde ela veio? O que havia nela que fascinava as pessoas? E qual é a chance de que aconteça de novo?
Texto Eduardo Szklarz

Julius era um sujeito querido. Sua namorada o amava, seus amigos o consideravam boa-praça, seus colegas de trabalho admiravam sua competência. Aos 29 anos, ele já comandava uma equipe de 550 pessoas. Tinha uma voz boa e, no seu tempo livre, gostava de ir a festas, cantar e dançar.

O nome completo dele era Julius Wohlauf, o comandante da 1a Companhia do Batalhão 101, o mais sanguinário corpo de extermínio nazista. Seu trabalho, que ele fazia tão bem, era manter a ordem na Polônia ocupada, o que incluía mandar judeus para a morte certa e fuzilar poloneses. Em junho de 1942, ele se casou com Vera em Hamburgo e voltou com ela à Polônia para seguir com a matança. Durante a lua-de-mel, grávida de 4 meses, Vera assistia aos fuzilamentos de dia. À noite, o casal cantava e dançava nas festas do batalhão.

Como é que Julius conciliava a vida pacata em família com a rotina de assassinatos? E não foi só ele. Milhares de cidadãos participaram da matança – os ferroviários que levavam judeus à morte, as donas de casa que delatavam fugitivos, os médicos que faziam experimentos com prisioneiros (veja o quadro nas páginas 42 e 43), os funcionários das diversas indústrias públicas e privadas que compunham a máquina de matar de Hitler. Sem falar nos milhões que assistiram a tudo sem protestar, até com um sentimento de aprovação. Como uma coisa dessas pôde acontecer em pleno século 20, no coração do Ocidente democrático e "civilizado"?

A explicação está numa idéia: o nazismo. Julius, como quase toda a Alemanha, acreditava sincera e profundamente nela. Há 60 anos, quando Hitler se suicidou, o nazismo foi dado também como morto. Por décadas, o mundo olhou para ele como se não passasse de um surto de loucura – um desvairio coletivo sem sentido ou explicação. Mas, agora, vários pesquisadores têm tido coragem de procurar alguma lógica nele, inclusive para evitar que se repita. E algumas conclusões estão surgindo.

Segundo elas, o nazismo não é uma idéia louca vinda do nada e sumida para sempre. Ele é conseqüência de 5 outras idéias – todas aparentemente inofensivas sozinhas, todas vivas até hoje. Esta reportagem procurará entender cada uma delas – para chegar perto de compreender o nazismo.

A 1ª idéia: o carimbo da ciência

Como uma pessoa comum pode conviver com sua consciência após assassinar inocentes? A resposta: fica mais fácil dormir à noite quando se acredita que seus atos trarão o bem à humanidade. Hitler convenceu os alemães – e muitos estrangeiros – de que, após o massacre, nasceria um mundo melhor.

Isso pode soar absurdo hoje, mas era um fato aceito pela ciência da época. "O Holocausto não ocorreu no vácuo. Ele seguiu décadas de crescente aceitação científica à desigualdade entre os homens", diz o alemão Henry Friedlander, historiador e autor de The Origins of Nazi Genocide ("As Origens do Genocídio Nazista", sem versão brasileira). Friedlander se refere a um conceito nascido no século 19 nas melhores universidades: a eugenia.

A eugenia surgiu sob o impacto da publicação, em 1859, de um livro que mudaria para sempre o pensamento ocidental: A Origem das Espécies, de Charles Darwin. Darwin mostrou que as espécies não são imutáveis, mas evoluem gradualmente a partir de um antepassado comum à medida que os indivíduos mais aptos vivem mais e deixam mais descendentes. Pela primeira vez, o destino do mundo estava nas mãos da natureza, e não nas de Deus.

Darwin restringiu sua teoria ao mundo natural, mas outros pensadores a adaptaram – de um jeito meio torto – às sociedades humanas (veja o quadro desta página e da anterior). O mais destacado entre eles foi o matemático inglês Francis Galton, primo de Darwin. Em 1865, ele postulou que a hereditariedade transmitia características mentais – o que faz sentido. Mas algumas idéias de Galton eram bem mais esquisitas. Por exemplo, ele dizia que, se os membros das melhores famílias se casassem com parceiros escolhidos, poderiam gerar uma raça de homens mais capazes. A partir das palavras gregas para "bem" e "nascer", Galton criou o termo "eugenia" para batizar essa nova teoria.

Galton se inspirou nas obras então recém-descobertas de Gregor Mendel, um monge checo morto 12 anos antes que passaria à história como fundador da genética. Ao cruzar pés de ervilhas, Mendel havia identificado características que governavam a reprodução, chamando-as de dominantes e recessivas. Quando ervilhas de casca enrugada cruzam com as de casca lisa, o descendente tende a ter casca enrugada, pois esse gene é dominante.

Os eugenistas viram na genética o argumento para justificar seu racismo. Eles interpretaram as experiências de Mendel assim: casca enrugada é uma "degeneração" (hoje sabe-se que estavam errados – tratava-se apenas de uma variação genética, algo ótimo para a sobrevivência). Misturar genes bons com "degenerados", para eles, estragaria a linhagem. Para evitar isso, só mantendo a raça "pura" – e aí eles não estavam mais falando de ervilhas. O eugenista Madison Grant, do Museu Americano de História Natural, advertia em 1916: "O cruzamento entre um branco e um índio faz um índio, entre um branco e um negro faz um negro, entre um branco e um hindu faz um hindu, entre qualquer raça européia e um judeu faz um judeu".

As idéias eugenistas fizeram sucesso entre as elites intelectuais de boa parte do Ocidente, inclusive as brasileiras. Mas houve um país em que elas se desenvolveram primeiro, e não foi a Alemanha: foram os EUA. Não tardou até que os eugenistas de lá começassem a querer transformar suas teorias em políticas públicas. "Em suas mentes, as futuras gerações dos geneticamente incapazes deveriam ser eliminadas", diz o jornalista americano Edwin Black, autor de A Guerra contra os Fracos. A miscigenação deveria ser proibida.

Programas de engenharia humana começaram a surgir, inspirados por técnicas advindas de estábulos e galinheiros. O zoólogo Charles Davenport, líder do movimento nos EUA, acreditava que os humanos poderiam ser criados e castrados como trutas e cavalos. Instituições de prestígio, como a Fundação Rockefeller e o Instituto Carnegie, doaram fundos para as pesquisas, universidades de primeira linha, como Stanford, ministraram cursos. Os eugenistas americanos ergueram escritórios de registros de "incapazes", criaram testes de QI para justificar seu encarceramento e conseguiram que 29 estados fizessem leis para esterilizá-los.

As primeiras vítimas foram pobres da Virgínia, e depois negros, judeus, mexicanos, europeus do sul, epilépticos e alcoólatras. Segundo Black, 60 mil pessoas foram esterilizadas à força nos EUA. Em seguida, países como a Suécia e a Finlândia começaram programas parecidos.

Portanto, quando a Alemanha de Hitler começou a esterilizar deficientes físicos e mentais, em 1934, não estava inventando nada. Só que eles foram mais longe. "Hitler está nos vencendo em nosso próprio jogo", indignou-se o médico americano Joseph DeJarnette, que castrava pobres. Em 1939, os alemães começaram a matar deficientes, num programa de "eutanásia forçada". Médicos usaram o gás inseticida Zyklon B para eliminar 70 mil pessoas "indignas de viver". O programa foi suspenso após protestos, mas serviu de ensaio para os campos de concentração, onde Zyklon B exterminaria qualquer um que ameaçasse o projeto da raça pura e a conseqüente "melhora da humanidade".

"Hitler conseguiu recrutar mais seguidores entre alemães equilibrados ao afirmar que a ciência estava a seu lado", diz Black. "Seu vice, Rudolf Hess, dizia que o nacional-socialismo não era nada além de biologia aplicada." Com o carimbo da ciência, ainda que meio falsificado, ficou mais fácil para gente como Julius compactuar com o absurdo nazista.

A 2ª idéia: um ódio ancestral

A eugenia forneceu a base teórica para o assassinato de ciganos, deficientes, homossexuais e outros "inferiores". Mas por que só um povo foi marcado para o extermínio? Por que os judeus? Essa resposta é ainda mais antiga. "O primeiro anti-semitismo foi o dos romanos, que não toleravam costumes judaicos como o shabat (dia do descanso) e o culto ao Deus único", escreveu o historiador francês Gerald Messadié em História Geral do Anti-Semitismo.

Quando o Império Romano adotou o cristianismo, no século 4, a perseguição cultural e política virou religiosa. "Esquecendo-se de que Jesus foi judeu, os partidários da Igreja iriam, em nome de Jesus, cobrir os judeus de acusações", diz Messadié. A maior delas veio em 325, quando a Igreja culpou os judeus pela morte de Cristo, uma acusação só retirada em 1965. A cristandade medieval viu crescer os mitos de que judeus eram aliados do diabo, utilizavam sangue de crianças cristãs e tramavam o domínio do mundo (veja o quadro da páginas 40 e desta). Muitos judeu

Nazismo – SUPERINTERESSANTE

Brasil: Livro Infantil Incita Debate sobre Racismo · Global Voices quarta-feira, fev 23 2011 

 

Brasil: Livro Infantil Incita Debate sobre Racismo · Global Voices

Gostaria, muito, que quem tem interesse pelo assunto, lesse o conteúdo acima, antes de continuar a minha postagem.

Veto a livro de Monteiro Lobato nas escolas públicas é censura, diz especialista

Da Agência Brasil

Por Agência Brasil, Agência Brasil, Atualizado: 3/11/2010 20:09

Brasília – O veto à distribuição de livro de Monteiro Lobato em escolas públicas [meu destaque] pode ser considerado censura. Essa é a opinião da especialista em literaturas africanas de língua portuguesa da Universidade Federal Fluminense (UFF), Laura Padilha, sobre orientação do Conselho Nacional de Educação (CNE) publicada semana passada no Diário Oficial da União.

O parecer do CNE sugere que o livro Caçadas de Pedrinho, distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) a escolas de ensino fundamental, não seja mais adotado pela rede pública. A alegação é que a obra tem conteúdo racista. Segundo o parecer, a personagem Tia Nastácia é chamada de ‘negra’ e, em alguns trechos, o autor compara o homem a animais como o urubu e o macaco.

Um dos trechos usados como justificativa para o veto à obra traz a seguinte frase: ‘Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão’. Laura concorda que a frase é ‘forte’, mas questiona a classificação do livro, publicado em 1933, como racista. ‘Não vejo que Monteiro Lobato pinte Tia Nastácia com cores racistas. Ele tinha enorme carinho pela personagem. O livro tem que ser contextualizado em seu tempo histórico’, disse, ressaltando que não leu a obra recentemente.

A pesquisadora afirmou também que o mais provável é que Monteiro Lobato não quisesse discriminar a personagem, apenas usava expressões da época para brincar com o leitor. Seria o caso de outro exemplo do CNE: ‘Não é à toa que os macacos se parecem tanto com os homens. Só dizem bobagens’. ‘Ele [Monteiro Lobato] realmente estava sendo preconceituoso? Contra os homens ou contra os macacos?’, pergunta Laura.

A militante do Movimento Negro do Distrito Federal, Marlene Lucas, discorda da pesquisadora. Ela é a favor da retirada de Caçadas de Pedrinho das escolas. ‘Tudo aquilo que agride a identidade das pessoas deve ser banido, seja de qual período for, independentemente da importância histórica e artística’, defende.

Além de Monteiro Lobato, há várias outros exemplos de racismo ‘velado, sutil e subjetivo’ na literatura, segundo Marlene. Por isso, o movimento negro seria a favor da retirada destes exemplares não só das escolas, mas do mercado. ‘Uma adaptação tiraria o cunho original da obra. Então, essas obras poderiam vir com um aviso. Mas o ideal é que não sejam mais publicadas’, disse.

Já a especialista Laura Padilha sugere que, em vez de tirar o livro de Monteiro Lobato da sala de aula, que o livro seja usado como incentivo às discussões sobre preconceito. ‘Impedir que um aluno brasileiro, de uma comunidade carente, tenha acesso a uma obra de Monteiro Lobato é errado. Em vez disso, os professores poderiam usar certas frases e expressões para discutir o racismo no Brasil’.

Edição: Lana Cristina

Agência Brasil – Todos os direitos reservados.

Fonte: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=26216431

De acordo com a escritora Ana Maria Gonçalves, numa Carta Aberta ao Ziraldo, que pode ser encontrada, inicialmente, em O Biscoito Fino e a Massa, http://www.idelberavelar.com/ reproduzida em Carta Maior, http://www.cartamaior.com.br/templates/analiseMostrar.cfm?coluna_id=4967

/…/ O que o MEC solicita não é censura. É respeito aos Direitos Humanos./…/

Não repetirei outros trechos da autora, texto esse de uma riqueza de informações a respeito da formação moral e intelectual de Monteiro Lobato que eu desconhecia, porque a carta é dirigida ao Ziraldo e, desse modo, não pretendo repetir algo que não é aconselhável: para defender uma perspectiva, atacar uma pessoa.

Tenho postado, à exaustão, a necessidade de se entender o tempo em que algo foi escrito ou divulgado como idéias.

Aprendi com a escritora Ana Maria Gonçalves que Monteiro Lobato endossava a eugenia e que, em seus escritos, subliminar ou explicitamente, encontramos essa opção.

Fecho, portanto, esta postagem com o pedido de releitura dos textos todos mencionados, antes de assumir uma posição pró ou contra o veto do MEC que, indicou, sim, a suspensão da distribuição do livro e, de acordo com Ana Maria Gonçalves, “que a SEPPIR pediu que o MEC reavaliasse a adoção de Caçadas de Pedrinho. Não a censura, mas a reavaliação. Uma nota, talvez, para ser colocada junto com as outras notas que já estão lá para proteger os direitos das onças de não serem caçadas e o da ortografia, de evoluir. Já estão lá no livro essas duas notas e a SEPPIR pede mais uma apenas, para que as crianças e os adolescentes sejam “colocados a salvo de tudo que é violência e abuso”/…/

Por tudo o que li, entendi que os Conselheiros do MEC acataram uma denúncia contra Caçadas de Pedrinho e conseguiram descontentar gregos e troianos.

O seu Windows Live Space será encerrado em 16 de março quarta-feira, fev 23 2011 

 

Boletim informativo do Windows Live

Prezado(a) usuário do Windows Live Spaces,

Você está recebendo esta nota como um acompanhamento da nossa comunicação notificando-o de que o Windows Live Space será descontinuado em breve. Se você ainda não tomou nenhuma atitude, continue lendo para saber como preservar o conteúdo do seu blog. Em 16 de março de 2011, seu blog será encerrado. Entretanto, você ainda poderá preservar o conteúdo dele se tomar providências agora.

Estamos colaborando em um serviço de blog importante e inovador, o WordPress.com, a fim de habilitar os usuários do Windows Live a migrar seus blogs do Windows Live Spaces para o WordPress.com, no qual terão várias melhorias na experiência de blog. Ajudaremos você a migrar seu blog atual para o WordPress.com ou baixá-lo para uso posterior. Em 16 de março de 2011, seu blog atual será encerrado e você não terá mais acesso ao conteúdo dele, a menos que tome providências. Clique aqui para dar início à migração do seu espaço.

Com a nova versão dos serviços do Windows Live, fizemos uma série de alterações e aperfeiçoamentos nos produtos. Optamos por estabelecer uma parceria com o WordPress.com para oferecer aos usuários do Windows Live uma solução de blog fantástica. Entretanto, sabemos que isso terá impacto para você, por isso as informações neste email visam esclarecer o que você deve esperar. Agradecemos pelo apoio contínuo ao Windows Live.

Por que isto está acontecendo?

Nossos clientes solicitaram mais funcionalidades de blog, como um sistema integrado de estatísticas, salvamento contínuo de rascunhos e melhorias na tecnologia de combate a spam. Para fornecer a melhor experiência possível de blog, estamos colaborando com o WordPress.com para oferecer o serviço gratuito deles a você. Para quem já tem um blog no Windows Live Spaces, tornaremos mais fáceis as etapas iniciais, ajudando ao mesmo tempo na manutenção do conteúdo já criado no Windows Live Spaces.

O que você precisa fazer antes do encerramento do Windows Live Spaces

Quando você visitar seu espaço, terá as seguintes opções:

  • Atualizar seu blog migrando para o WordPress.com – Ofereceremos uma maneira simples de migrar as postagens e os comentários do seu blog para o WordPress.com.
  • Baixar seu blog – Você poderá baixar as postagens antigas para manter uma cópia em seu computador e depois migrar para o WordPress.com.
  • Excluir seu blog – Você terá a opção de excluir o espaço permanentemente caso decida que não precisa mais dele. Se quiser salvar o conteúdo, faça isso antes da exclusão.
  • Consultar seu blog – Seu blog será encerrado em breve, mas você ainda tem tempo de consultar seu blog e tomar uma decisão que seja adequada para você. Estamos muito empolgados com o que você poderá fazer no WordPress.com e esperamos que decida aproveitar essa experiência de blog aprimorada.

Observação: alguns conteúdos como gadgets, páginas de recados, listas, notas e rascunhos de postagens não serão migrados. Consulte as Perguntas frequentes para obter mais informações sobre como preservar esse tipo de conteúdo.
Vá para o seu espaço para escolher a opção mais adequada para você.

O que você pode esperar da migração para o WordPress.com

As postagens, os comentários e os links existentes no seu espaço serão transferidos, e você terá a opção de compartilhar as atualizações no blog com seus amigos do Messenger.

No WordPress.com, você terá ferramentas que ajudarão a controlar seu blog e quem o está visitando. Você receberá uma marcação que permite que as pessoas o encontrem e que você encontre pessoas com ideias afins. Isso inclui uma excelente funcionalidade de comentário de blog e prevenção de spam de trackback, para ajudar a manter sua experiência livre de problemas. Confira mais informações (A página está em inglês).

Agradecemos por usar o Windows Live e esperamos que você aproveite a nova experiência de blog.

Atenciosamente,

Equipe do Windows Live

Perguntas Frequentes

P: O que é o WordPress.com?
R: O WordPress.com é um site de blog gratuito, semelhante ao Windows Live Spaces. No WordPress.com, você encontrará ótimos temas e widgets para personalizar sua experiência, além de ferramentas para ajudá-lo a controlar seu blog e quem o está visitando. Você receberá uma marcação que permite que as pessoas o encontrem e que você encontre pessoas com ideias afins. Isso inclui uma excelente funcionalidade de comentário de blog e prevenção de spam de trackback para ajudar a manter sua experiência livre de problemas.

P: O que acontece com o conteúdo do meu Windows Live Spaces e o que posso migrar?
R: Veja a seguir uma lista das diferentes funcionalidades disponíveis atualmente no Windows Live Spaces e o que você pode esperar:

  • Blogs e comentários: se você optar por migrar ou baixar, o conteúdo do seu blog (incluindo fotos, vídeos e comentários inseridos) acompanhará você.
  • Fotos: as fotos que não fazem parte do seu blog, mas pertencem ao Windows Live, permanecerão ativas no SkyDrive e, se você quiser, continuarão podendo ser compartilhadas com outras pessoas. As que fazem parte do seu blog serão migradas caso você opte por migrar o blog. Não será migrado nenhum módulo fornecido por outros serviços no qual suas fotos estejam compartilhadas.
  • Os visitantes saberão onde encontrá-lo: se você migrar, os links existentes para o seu blog e para artigos específicos continuarão funcionando e os visitantes serão redirecionados para o seu novo local no WordPress.com. Você também poderá manter seus amigos atualizados com as postagens mais recentes no Windows Live Messenger.
  • Blogs particulares: se você tiver um blog particular, ele será marcado dessa forma, a menos que você escolha outra opção durante a migração. Você poderá compartilhá-lo com seus amigos do Windows Live Messenger ou simplesmente selecionar algumas pessoas para serem convidadas para o WordPress.com.
  • Gadgets, páginas de recados, listas, notas e rascunhos de postagens: infelizmente, este tipo de conteúdo não pode ser migrado. Considere a possibilidade de publicar seus rascunhos de postagens nos próximos meses e mover o conteúdo existente em listas e notas para o seu blog antes de migrar.
  • Módulos Perfil e Contatos: estas informações permanecem no Windows Live. Você poderá adicionar seu novo blog ao seu Perfil e compartilhá-los com os amigos.

P: O que posso esperar entre o momento atual e a data em que o Windows Live Spaces será encerrado?
R: De agora até 16 de março de 2011, você ainda poderá consultar postagens anteriores, baixar conteúdo para uso posterior e atualizar o blog para o WordPress.com. Em 16 de março de 2011, o Windows Live Spaces será descontinuado e você não poderá acessar nem migrar seu blog.

P: Onde posso obter mais informações?
R: Você é pai de uma criança que usa o Windows Live Spaces? Tem um blog particular? Você usa o Writer para publicar no Windows Live Spaces? Tem outras perguntas? Visite nossa Central de Ajuda para obter mais informações e conhecer outros recursos.


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Encontrei a fonte da ilustração animada sapo ou cavalo domingo, fev 20 2011 

Espremi bem os “zoios” e, na figura do cavalo, há um “joe ks ponto com”, então, fui para “Busca”.

Encontra-se nos endereço abaixo:

http://joe-ks.com/archive.htm

Estou entregando, de bandeja, a página de arquivo. Divirta-se.

 

 

Sapo ou cavalo? Cavalo ou sapo? domingo, fev 20 2011 

Fonte: http://joe-ks.com/archive.htm

Penso ter sido a primeira mensagem eletrônica do amigo José Emídio que me permitiu conhecer essa ilustração animada. Desconhecia a fonte dela, até prestar atenção embaixo, à direita. 

Depende da perspectiva com que olhamos, ouvimos ou entendemos algo.

Muitas vezes, só olhamos, ouvimos ou entendemos com o nosso parco conhecimento, porque estamos aprendendo sempre, e nos deixamos levar pelo nosso preconceito.

Refiro-me ao que é bom para nós e para a sociedade organizada e, principalmente, refiro-me a não fazer juízo sem levar em consideração a época, a cultura. Vide “Meu nome é Khan” [My name is Khan] e entenderão sobre o que estou falando.

História da Liberdade domingo, fev 20 2011 

 

Lembrei-me de resgatar a História do Bairro da Liberdade, São Paulo/SP, por causa da rua Conde de Sarzedas (há uma postagem antiga, neste blog, sobre a rua Conde de Sarzedas, mas não consegui, de primeira, reentrar no link e procurei a fonte abaixo) por causa da edição da Superinteressante, n.º 288, fev/2011, Editora Abril, que chama, na capa: CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NO BRASIL, Conheça a história das pessoas que ficaram presas neles, p. 58.

Para complementar sobre os imigrantes japoneses, leia a seguir: 

:: História do Bairro da Liberdade

RUA CONDE DE SARZEDAS

Em 1912 os imigrantes japoneses passaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde na parte baixa havia um riacho e uma área de mangue.

Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todas tinha porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho.

Já nessa época começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando assim a “rua dos japoneses”.

Em 1915 foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas.

Em 1932 eram cerca de 2 mil os japoneses em São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, Tomás de Lima (Hoje Mituto Mizumoto), onde em 1914 foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo, e dos Estudantes.
Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira.

A Expulsão

A vida não era fácil para os imigrantes japoneses que viviam em São Paulo, mas havia trabalho, comida e moradia. Nos anos 20 e 30, eles já estavam integrados à vida da cidade. Havia jogos de beisebol nos fins de semana, as crianças podiam estudar em escolas de ensino do idioma japonês. Podia-se saborear comida japonesa nas pensões e ler publicações em japonês.

Em julho de 1941, o governo ordenou a suspensão da publicação dos jornais em língua japonesa. Com o início da guerra no Pacífico, em 1942, o governo de Getúlio Vargas rompeu relações diplomáticas com o Japão, fechando o Consulado Geral do Japão (fundado em 1915 na rua Augusta, 297). No dia 6 de setembro, o governo decretou a expulsão dos japoneses residentes nas ruas Conde de Sarzedas e Estudantes. Somente em 1945, após a rendição do Japão, é que a situação voltou à normalidade na região.

Os Jornais Japoneses

Em 12 de outubro de 1946 foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947 foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra, inicia as atividades no mesmo ano.
Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 47, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade.

O Cine Niterói

Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou na rua Galvão Bueno um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1.500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos semanalmente filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo.
A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam na região os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Jóia (na praça Carlos Gomes – hoje igreja evangélica) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja).

Em abril de 1964 foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno.

Associação dos Lojistas

Em 1965 foi fundada a Associação de Confraternização dos Lojistas do Bairro da Liberdade, precursora da Associação Cultural e Assistencial da Liberdade – ACAL, sob a presidência de Yoshikazu Tanaka, para defender os interesses do bairro perante as autoridades municipais e estaduais. Com a crescente criminalidade do bairro, promovem encontro com os responsáveis pela Secretaria de Segurança Pública, Polícias Civil e Militar.

A Liberdade passa a ser o local de visita obrigatória para todos os visitantes da cidade. Em 1967, o bairro recebeu a visita do então Príncipe Herdeiro Akihito e da Princesa Michiko, hoje o Casal Imperial do Japão.

Na década de 60, as atividades e os interesses dos japoneses em São Paulo foram conduzidas pela Associação Cultural Japonesa (hoje Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa) e pela Associação dos Lojistas, pois eram as duas entidades mais representativas da comunidade.

Nova Urbanização

O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da avenida Liberdade com a rua Barão de Iguape (atualmente funciona no local o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da estação Liberdade do metrô, na década de 70, alguns pontos comerciais das ruas Galvão Bueno e na Avenida Liberdade desapareceram.

A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos.

Além e lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o bon odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses.

Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas Suzurantõ. Em 1973, Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas.

Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na praça da Liberdade.
No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Radio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica.

Nas décadas de 80 e 90, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. As principais atividades culturais da Liberdade são realizadas com a promoção da ACAL e fazem parte do calendário anual do município:

Abril – Hanamatsuri – Festival das Flores, em conjunto com a Federação das Seitas Budistas. O desfile do grande elefante branco carregando o pequeno Buda acontece no sábado.

Junho – Campenato de Sumô da Liberdade – grande campeonato com atletas de todo o país. Realiza-se aqui a seleção dos atletas juvenis que representarão o Brasil no Campeonato Mundial de Sumô. A arena (dohyo) e as arquibancadas são montadas em plena praça da Liberdade.

Julho – Tanabata Matsuri – Festival das Estrelas, em conjunto com a Associação Miyagui Kenjinkai. As principais ruas do bairro são enfeitadas com bambu e grandes enfeites de papel simbolizando as estrelas. Os visitantes colocam um pedaço de papel com pedidos.

Dezembro – Toyo Matsuri – Festival Oriental. Apresentação de várias manifestações culturais do oriente. O bairro recebe o Nobori, coloridas bandeiras verticais.

Dezembro – Moti Tsuki – Festival de Final do Ano. O arroz é socado em pilão para a confecção do moti (bolinhos de arroz) que é distribuído aos presentes para dar sorte. Sempre no dia 31 de dezembro.

AO USAR INFORMAÇÕES DESTE SITE, NÃO DEIXE DE MENCIONAR A FONTE http://www.culturajaponesa.com.br

LEMBRE-SE: AS INFORMAÇÕES SÃO GRATUÍTAS, MAS ISTO NÃO LHE DÁ DIREITO DE SE APROPRIAR DELAS.

CITANDO A FONTE, VOCÊ ESTARÁ COLABORANDO PARA QUE MAIS E MELHORES INFORMAÇÕES SOBRE DIVERSOS ASSUNTOS SEJAM DISPONIBILIZADOS EM PORTUGUÊS.

História da Liberdade

Museu da Tecnologia de São Paulo – Wikipédia, a enciclopédia livre sexta-feira, fev 18 2011 

 

Museu da Tecnologia de São Paulo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Museu da Tecnologia de São Paulo

Museu da Tecnologia de São Paulo

Fundação
1970

Localização
São Paulo

Tipo
Ciências

Diretor
Paulo Araújo

Website
www.museutec.org.br

O Museu da Tecnologia de São Paulo é uma instituição cultural brasileira, mantida por uma fundação privada sem fins lucrativos.[1] Localiza-se em São Paulo, no distrito do Jaguaré, próximo à Cidade Universitária. A Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo foi instituída por lei municipal, em 1970[2], tendo como membros-fundadores industriais, políticos e militares de relevo no estado de São Paulo. Sua sede foi inaugurada em 1987. Além do museu, mantém o Centro Contemporâneo de Tecnologia, que sedia mostras e eventos ligados ao tema.

O acervo é composto por peças adquiridas e doadas desde 1972. Destacam-se o avião Douglas DC-3, doado pelo Projeto Rondon, e a coleção de peças históricas do serviço de limpeza pública, doada pela prefeitura de São Paulo, além de locomotivas do século XIX, máquinas a vapor, artilharia de guerra e máquinas do cotidiano. Notabilizou-se, na década de 70, a compra do submarino Bahia, empreendida pelo museu junto ao governo norte-americano. Por falta de recursos, no entanto, o projeto de utilizar o submarino como espaço museológico no Guarujá não obteve êxito, e a embarcação acabou vendida como sucata.[1] O Museu da Tecnologia conta com projeto museológico desde 1998, realiza exposições temporárias e mantém programa educativo e oficinas tecnológicas.

Em julho de 2009, o Governo do Estado de São Paulo deu 30 dias para que o museu deixasse sua sede, alegando ter a intenção de utilizar a área para construir uma Faculdade de Tecnologia e um parque tecnológico.[3] O terreno foi cedido à fundação mantenedora do museu em 1974 pelo então governador Laudo Natel, por um prazo de 20 anos[4], que expirou em 1994.[3]

Índice

[esconder]

[editar] Histórico

Submarino Bahia, adquirido pelo museu em 1973.

A idéia de criar um museu voltado à preservação da história da tecnologia na cidade de São Paulo remonta ao ano de 1967, quando, por iniciativa do engenheiro Francisco de Paula Machado de Campos, um grupo de industriais, políticos e membros da sociedade civil passou a se organizar com o objetivo de estabelecer um espaço onde a juventude pudesse “se informar sobre as mais recentes conquistas tecnológicas de nossa época”. Além de Machado de Campos, integravam o grupo o então governador do estado, Lucas Nogueira Garcez, o empresário e senador José Ermírio de Morais, o naturalista Paulo Nogueira Neto, o médico Ubirajara Martins, entre outros.

Em 20 de abril de 1970, sob a administração de Paulo Maluf, é instituída por lei municipal a "Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo", oficializando a associação anterior.[2] Machado de Campos é nomeado seu presidente. Inicialmente instalada em uma sala da empresa Caiuá Serviços de Eletricidade S.A., de propriedade de Machado de Campos, a fundação busca apoio para obter um terreno onde erguer sua sede, ao mesmo tempo em que inicia a formação do acervo Em 1972, são adquiridas as primeiras peças, junto a uma antiga ferraria.

Avião Douglas DC-3, na área externa do museu.

Em 1973, a fundação ganha espaço na imprensa brasileira e nos círculos militares ao comprar do governo norte-americano o submarino Bahia, após uma longa rodada de negociações. O submarino é rebocado até Santos, até que se encontre uma área ideal para sua instalação, no município do Guarujá – cedido por esta prefeitura à fundação pelo prazo de 50 anos. A fundação elabora então o projeto “Parque Naval do Guarujá”, prevendo o uso do submarino como espaço museológico e laboratório prático de tecnologia. Sem conseguir obter recursos, no entanto, o projeto foi logo abandonado. Prosseguindo desocupado pelos anos seguintes, o submarino foi vítima de vandalismos e roubos recorrentes, tendo sido por fim vendido como sucata em março de 1978.[1]

Em 1974, o então governador Laudo Natel concede um terreno do estado para uso da fundação e para a construção da sede do museu.[4][3] A área – uma grande cratera no prolongamento da raia olímpica da USP, na confluência do ribeirão Jaguaré – havia se originado a partir das obras de retificação do rio Pinheiros. Foi totalmente aterrada, e em 1975 iniciaram-se as obras de construção do edifício, que, por falta de recursos, foram logo interrompidas. Em 1978, ações da Light doadas pelo então prefeito Olavo Setúbal permitem a continuidade das obras, que se arrastam por mais nove anos. Em 1980, é trazido do Rio de Janeiro para São Paulo o avião Douglas DC-3, doado pelo Projeto Rondon e restaurado pelo Museu Aeroespacial, no Campo dos Afonsos.

Locomotiva a vapor "Dübs", de 1888.

Em 1987, o edifício, então denominado “Pioneiro”, é finalmente inaugurado, com a presença do governador Franco Montoro e a exposição “Energia”, organizada pela Companhia Energética de São Paulo. O edifício, no entanto, seguiria passando por obras complementares até 1996. Em 1990, é criado o Centro Contemporâneo de Tecnologia (CCT), onde se encontra sediada a fundação. Em 1993, por decisão do conselho deliberativo, o edifício “Pioneiro” passa a se denominar “Centro Contemporâneo de Tecnologia Francisco de Paula Machado de Campos”.

Em 1997, após obtenção de recursos, a fundação inicia o programa de restauro do seu acervo. Em 1997, são iniciados o programa museológico e o projeto “Museu Virtual”, e, no ano seguinte, tem início o programa educativo e as oficinas tecnológicas de óptica e acústica, para alunos da rede pública de ensino. Em 2004, devido às obras de adequação das instalações da fundação para sediar a Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo do estado, o museu é fechado à visitação pública, reabrindo as portas somente em outubro de 2006.

Em julho de 2009, o Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento, solicitou a devolução da área, dando prazo de 30 dias para que o museu desocupasse a sede. O governo afirma que o prazo de concessão do terreno (20 anos) expirou em 1994[4], e diz ter a intenção de construir uma unidade da FATEC e um parque tecnológico na área.[3] O governo propôs à fundação a transferência do acervo para o Museu Catavento, localizado no Palácio das Indústrias, no centro da cidade, mas não chegou a um acordo com a fundação. Membros do governo também criticaram o fato de que o museu estava alugando suas instalações para realização de eventos de empresas privadas, não relacionados a atividades culturais. O diretor do museu, Paulo Araújo, declarou que a realização de tais eventos constitui a principal fonte de recursos da fundação.[1]

[editar] Ver também

O Commons possui uma categoria com multimídias sobre Museu da Tecnologia de São Paulo

Referências

  1. a b c d Osman, Ricardo. Museu enfrenta guerra pela sobrevivência. Diário do Comércio. Página visitada em 8 de maio de 2010.
  2. a b Cândido, Manuelina Maria Duarte. Ondas do pensamento museológico brasileiro (PDF). Cadernos de Sociomuseologia – Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Página visitada em 8 de maio de 2010.
  3. a b c d Domingos, Roney. Governo de SP quer despejar Museu da Tecnologia de área na Zona Oeste. G1. Página visitada em 8 de maio de 2010.
  4. a b c Lei N.º 194, de 22 de abril de 1974. Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Página visitada em 8 de maio de 2010.

[editar] Ligações externas

Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_da_Tecnologia_de_S%C3%A3o_Paulo"

Categorias: Museus da cidade de São Paulo | Museus de ciência do Brasil

Museu da Tecnologia de São Paulo – Wikipédia, a enciclopédia livre

FMTSP – Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo sexta-feira, fev 18 2011 

 

MARCOS CRONOLÓGICOS

1.967/70 –O Engenheiro Francisco de Paula Machado de Campos com um grupo de amigos entre eles, o Governador Lucas Nogueira Garcez, Senador José Ermírio de Moraes, Eng.º Mário Savelli, Prof. Paulo Nogueira Neto, Prof. Luiz Cintra do Prado, Dr. Ubirajara Martins e Dr. José de Barros Martins, passou a perseguir o sonho de instituir um Museu de Tecnologia, nos moldes daqueles existentes em outros países. "Dotar a cidade de São Paulo de um espaço onde a juventude possa se informar sobre e as mais recentes conquistas tecnológicas de nossa época" é na visão do seu idealizador e presidente o principal objetivo da Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo.
1.970 – Instituida a Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo pela Lei Municipal n.º 7.456, de 20 de abril.

1.972 – Adquiridas peças de uma antiga ferraria para compor o acervo da Fundação.

1.973 – Adquirido o ex-submarino "Bahia", do Governo Americano e elaborado o Projeto "Parque Naval do Guarujá". Doados dois locomóveis e uma sonda de solo pelo Governo do Estado.

1.974 – Concedido o uso de área de terreno, pelo Governo do Estado de São Paulo, no prolongamento da raia olímpica da USP, cortado pelo Ribeirão Jaguaré, pela Lei Estadual n.º 194, de 22 de abril, pelo prazo de 20 anos. Iniciadas as obras de aterramento do terreno, então uma cratera. Dragado o fundo da Raia Olímpica da USP durante 2 anos e retirados 60.000 m3 de lodo. Complementado o aterro, de 1.974 a 1.979, com 25.000 m3 de terra transportada por caminhões. Elaborado o Projeto estrutural do Edifício "Pioneiro" pela SOBRAF. Cessão em Comodato pela VASP de um avião SCANIA, único exemplar existente no mundo.

1.975Cravada a primeira estaca do Edifício Pioneiro em 25 de janeiro, pelo Governador Laudo Natel e dado início às obras do Edifício Pioneiro. Doados pelo Ministério da Marinha um canhão da marinha e uma metralhadora. Adiquiridas diversas peças para o Acervo.

1.978 – Doadas ações da Light pelo Prefeito Olavo Egydio Setúbal, para dar continuidade às obras do Edificio sede da Fundação.

1.979 – Doado pelo Projeto Rondon o Avião Douglas DC3. Doadas peças utilizadas pelo serviço de limpeza pública da cidade de São Paulo, do final do século XIX ao início do século XX e dois bebedouros de ferro fundido, também do fim do século XIX pela Prefeitura do Município.

1.980 – É trazido do Rio de Janeiro para o Museu da Tecnologia, voando até São Paulo, o avião Douglas – DC3, restaurado pelo Museu Aero Espacial, no Campo dos Afonso no Rio. Do Campo de Marte, durante duas noites o avião é transportado por terra, pelas Marginais Tietê e Pinheiros, e estacionado em frente ao Museu. Cedidas pela FEPASA, três locomotivas (uma a vapor, uma elétrica e uma a óleo diesel).

1.987 – Apoiada pelo Governador André Franco Montoro e pelo Secretário Einar Alberto Kok, da Secretaria da Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia, a Fundação inaugura, em 12 de fevereiro, a Exposição "Energia", organizada e patrocinada pela CESP.

1.987/96 – Realizadas obras nas áreas internas e externas do Edifício sede da Fundação e de suas instalações, por um período de mais de 10 anos.

1.988 – Inaugurada a Exposição "Tecnologia do Álcool", realizada com o apoio financeiro da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico.

1.990 – Instituído o Centro Contemporâneo de Tecnologia – CCT, para sediar mostras, feiras, exposições, lançamentos de novos produtos e processos com alta tecnologia, seminários, congressos e cursos.

1.991 – Realizados diversos eventos de lançamento de novos produtos e de processos, palestras e seminários.

1.992 – Realizados diversos eventos de lançamento de novos produtos e de processos. Realizadas palestras, feiras, congressos e seminários, especialmente na área de fundição, em colaboração com a ABIFA- Associação Brasileira da Indústria de Fundição.

1.993 – Face ao término da concessão de uso do terreno do Estado, são iniciadas gestões junto ao Governo do Estado de São Paulo, visando nova concessão/prorrogação do uso da área do terreno, local onde a Fundação construiu com recursos próprios o imóvel, onde se encontra sediado o Museu de Tecnologia e o Centro Contemporâneo de Tecnologia, além de outras edificações, totalizando cerca de 7.500 m² de área construída. Neste ano o "Edifício Pioneiro", sede da Fundação e do CCT, passa a denominar-se "Centro Contemporâneo de Tecnologia Francisco de Paula Machado de Campos", em homenagem ao idealizador e Presidente da Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo.

1.994 – Terminado o prazo de Concessão de Uso da área de terreno à Fundação, pelo Governo do Estado de São Paulo. Realizada pela Fundação em colaboração com o IPT a "1ª FEIRA TECNOLÓGICA", patrocinada pelo SEBRAE.

1.995 – Recuperadas as carroças de limpeza pública do início do século XX. Construídas obras de captação de águas pluviais e outras.

1.996 – Elaborado o Programa Museu Virtual, com apoio técnico do Laboratório de Sistemas Integráveis – LSI, da Escola Politécnica da USP, e apoio financeiro da ABC-Bull Telematic S.A..

1.997 – Restaurados dois locomóveis e uma caldeira. Iniciado o Programas de restauração do Acervo.

1.998 – Inaugurada a "Mostra Retrospectiva Tecnológica", com lançamento do Projeto Museu Virtual, com apoio da empresa ABC-Bull. Transportados de Sumaré para a Fundação um canhão da marinha e uma metralhadora. Iniciado o Programa Educativo e elaborado o Projeto Oficinas Tecnológicas para estudantes das Escolas Públicas.

1.999 – Restauradas as peças adquiridas em leilão da FEPASA e as peças da antiga ferraria de Santa Cruz da Conceição. Implado o Programa Internet /Intranet. Desenvolvido um preview do Projeto Museológico. Realizadas Oficinas Tecnológicas para cerca de 1.200 estudantes da rede pública.

2.000 – Construido o Diorama de Ferraria. Ampliado o Projeto Museu Virtual. Transportada de Sumaré para São Paulo a Locomotiva à Vapor "Jibóia" e iniciada a sua restauração. Realizadas Oficinas Tecnológicas para 1.853 estudantes da rede pública.

2.001 – Terminada a restauração da locomotiva à vapor "Jibóia". Aberto o Centro Contemporâneo de Tecnologia para visitação monitorada nos finais de semanas e feriados. Atendidos mais de 3.500 estudantes para visita ao Museu e realização de Oficinas Tecnológicas. Iniciado o Projeto Galeria dos Inventores.

Adquirida a Locomotiva à Vapor Dubbs (1.888) e iniciada a sua restauração. Realizado o levantamento de dados para o Projeto "Os Caminhos da Tecnologia – do Barão de Mauá à Atualidade".

2.002 – Inaugurada a Mostra do Acervo restaurado. Elaborado o Projeto "Galeria Tecnológica Habitat". Realizadas Oficinas Tecnológicas para 2.800 estudantes da rede pública. Completada a Restauração da Locomotiva à Vapor Dubbs. Transportada de Sumaré para São Paulo a Locomotiva Elétrica Metropolitan Vickers.

2.003 – Apesar das contínuas gestões, iniciadas em 1.993, junto ao Governo do Estado de São Paulo, buscando a renovação/nova concessão de uso do terreno do Estado ocupado pela Fundação não houve atendimento ao pleito da Fundação. No dia 11 de março de 2.003, a Fundação recebeu Notificação da Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, solicitando "a retomada da posse do local pelo Estado"…"Sendo assim, ficam Vossas Senhorias notificadas para, até o dia 13 de março de 2003, apresentar a esta Secretaria um plano de desocupação do imóvel". Frente a esta Notificação, a Diretoria Executiva e os Conselhos Deliberativo e Consultivo da Fundação passaram a executar várias gestões junto a Secretaria, que culminaram com a assinatura, em 10 de setembro de 2.003, de um Protocolo de Intenções, firmado entre a Fundação e a Secretaria. Pelo Protocolo de Intenções, foi concedida à Fundação, pelo prazo de dez anos, o uso de parte da área do andar Térreo – Pavilhão de Exposição, com 1.100 m² e 625 m² da ala direita do Mezanino, totalizando 1.725 m² do Edifício sede e que representam 25,4 % da área total do edifício sede, ficando o restante da área construida pela Fundação, ou seja, 74,6 % para a Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo instalar no local a sua sede. Neste ano foram atendidas mais de 6.500 pessoas que visitaram o acervo do Museu da Tecnologia e participaram de Oficinas Tecnológicas. Cerca de 4.800 estudantes da rede pública municipal, do Projeto Recreio nas Férias, da Secretaria de Educação do Município, realizaram, nos meses de janeiro e julho de 2.003 Oficinas Tecnológicas e visitaram o Acervo.

2.004 – No ano de 2.004 mais de 4.300 alunos visitaram o acervo do Museu da Tecnologia e participaram de Oficinas Tecnológicas. Também foram atendidos 4.500 estudantes da rede pública municipal, participantes do Projeto Recreio nas Férias, da Secretaria de Educação do Município, nos meses de janeiro e julho e 1.800 visitantes participaram da "Feira Medieval", realizada nos dias 17 e 18 de abril de 2.004, dentro das atividades do Projeto Resgate da Memória das Técnicas e Ofícios – Idade Média, perfazendo um total de 11.600 visitantes em 2.004. Realizado no dia 17 de julho de 2.004 o evento "Martelança" – demonstração de técnicas de cutelaria para confecção de facas artesanais – em colaboração com a Sociedade Brasileira dos Cuteleiros – SBC. Iniciada neste ano a Restauração da Locomotiva Elétrica Metropolitan Vickers. Em dezembro de 2.004 foi iniciada a obra de adequação das instalações da Fundação Museu da Tecnologia para sediar a Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, e como primeira medida, contrariamente ao especificado no Protocolo de Intenções assinado entre a Secretaria e a Fundação, que confessava respeitar, entre outros, a missão e a autonomia da Fundação, a Secretaria decidiu fechar aos visitantes o Museu da Tecnologia e o Centro Contemporâneo de Tecnologia.

2.005 – Desde dezembro de 2.004 a Fundação deixou de receber visitantes e ficou fechada para o público. Alegando questão de segurança, a Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, propôs que a Fundação não recebesse visitantes durante a realização das obras. Foram canceladas então, todas as atividades previstas no Plano de Ação para 2.005, inicialmente para os meses de janeiro a maio, período previsto para a realização das obras, prazo este estendido para março de 2.005, e, finalmente para março de 2.006. Apesar de a Secretaria ter garantido que as obras seriam realizadas de forma a não prejudicar as atividades da Fundação e que seriam respeitados os seus Programas e Projetos, a Fundação ficou fechada para o público de dezembro de 2.004 a março de 2.006, fato este inédito em sua vida.

2.006 – Somente no final do mês de outubro de 2006 puderam ser agendadas as visitas das escolas e reiniciadas as atividades do Programa Educativo da Fundação. Mesmo tendo iniciado tardiamente o agendamento das escolas, cerca de 760 alunos da rede pública participaram das visitas monitoradas e realizaram oficinas tecnológicas, além de mais de 800 visitantes terem visitado o acervo nos dias úteis e nos finais de semana e feriados. Apesar dos esforços realizados pela Diretoria Executiva a Fundação vem enfrentando momentos muito difíceis de sua vida, pois além da falta de recursos financeiros, está com sua missão e objetivos comprometidos e, cerceada sua autonomia administrativa e financeira pela intervenção do Governo do Estado.

2.007 – Devido à ocupação de suas instalações pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, que dificultou seriamente o agendamento de seus eventos a Fundação só pode realizar dois lançamentos de novas tecnologias em seu Centro Contemporâneo de Tecnologia, o que levou a uma pequena receita operacional. Neste ano a Fundação atendeu cerca de 1.980 alunos da rede pública que participaram das visitas monitoradas e realizaram oficinas tecnológicas, além de mais de 2.100 pessoas que visitaram o acervo nos dias úteis e nos finais de semana, números estes muito aquém das metas atingidas em anos anteriores. Apesar dos esforços realizados pela Diretoria Executiva e pelos Conselheiros da Fundação é grande a fragilidade da Instituição que vem exaurindo os seus recursos financeiros, com risco até mesmo da sua sobrevivência.

2.008 – A Fundação não pode realizar nenhum evento no ano 2.008, uma vez que várias empresas interessadas em realizar lançamentos de novos produtos e tecnologias em seu Centro Contemporâneo de Tecnologia, não o fizeram devido à situação de abandono e sujeira da área “ocupada” pela Secretaria, porém vazia desde junho de 2.008 e sem nenhuma manutenção. Isto também tem causado uma má impressão aos visitantes que têm reclamado do desleixo e da sujeira do local. Mesmo sem gerar novos recursos, através do seu Centro Contemporâneo de Tecnologia a Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo vem realizando um trabalho de educação informal, atuando como uma “Escola Pública”, sem contar, entretanto, com recursos públicos, quer do governo estadual, municipal ou federal. No ano de 2.008, a Fundação atendeu cerca de 2.900 alunos da rede pública que participaram das visitas monitoradas e realizaram oficinas tecnológicas, além de mais de 900 pessoas que visitaram o acervo nos dias úteis e nos finais de semana, números estes também muito aquém das metas atingidas em anos anteriores. Há um descaso do poder público estadual que resultou praticamente no fechamento do Museu da Tecnologia de São Paulo e do seu Centro Contemporâneo de Tecnologia desde 11 de março de 2.003, quando a Fundação recebeu Notificação de retomada de posse do local pelo Estado por iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, que ocupou por apenas alguns meses o local e o deixou abandonado.

2.009 – No dia 03 de abril a Fundação perde a figura impar do Professor Doutor Crodowaldo Pavan, guerreiro, lutador pelas causas sociais, em especial da educação, da ciência e da tecnologia, seu ilustre ex Diretor Presidente da Diretoria Executiva, Presidente do Conselho Curador e seu Conselheiro durante décadas, que lutou bravamente contra a intervenção do Estado na Fundação. Ironicamente neste mesmo dia foram reiniciadas as conversações com o Senhor Secretario de Desenvolvimento para estudar as possibilidades de adequação do local do acervo de propriedade da Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo visando dar continuidade às atividades da Fundação. Em 13/07/2009 a Fundação recebe Ofício nº689/2009 da Secretaria de Desenvolvimento solicitando: “a desocupação total do prédio sito na Avenida Engenheiro Billings, 526, esquina com a Avenida Politécnica, deixando-o livre de pessoas e coisas; que a desocupação seja efetivada no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias corridos, contados a partir do recebimento deste”.

FMTSP – Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo

COLEÇÃO quinta-feira, fev 17 2011 

 

Coleção "São Paulo Minha Cidade" em Vídeo-CD

Clique no "link" abaixo, para conhecer os temas de cada Vídeo-CD (para exibir em DVD Player), quanto custa cada um (são três) e como adquiri-los.

COLEÇÃO

Seja bem vindo a Casa de Fazenda quarta-feira, fev 16 2011 

 

Itu tem muitos pontos turísticos para conhecer: Fazenda Limoeiro da Concórdia ou Armazém do Limoeiro é um desses locais que merecem uma visita.

No domingo, dia 13 de fevereiro de 2011, por sugestão de um de meus irmãos e amigos, estive na Fazenda Limoeiro da Concórdia (visite o link “Seja bem vindo a Casa de Fazenda”) onde almoçamos, apreciamos música caipira, declamação de “causos”, desafio de cururu. Um domingo perfeito, com temperatura amena. Os artistas anotam os nomes dos presentes e todos são incluídos na apresentação das músicas e, se concordarem, entram no desafio de cururu como personagens.

Para chegar lá, há necessidade de perguntar o caminho, pela rodovia duplicada que liga Itu a Jundiaí. Estrada de terra, com muitos acessos, tanto que o “slogan” desse ponto turístico, que também pode ser local de hospedagem, é: “Quarqué caminho sai na venda”, por causa do Armazém [venda] do Limoeiro, local de recepção para os que queiram aproveitar a ótima comida caseira e outras atrações do local.

Visite o endereço eletrônico abaixo e reserve um sábado ou um domingo para conhecer o local. Aproveite para aprender a LOCALIZAÇÃO, numa das abas do endereço:

Seja bem vindo a Casa de Fazenda

Cavalgada Lua Cheia, neste sábado dia 19/02 – Rosário em Itu/SP quarta-feira, fev 16 2011 

 

Olá pessoal.

Neste sábado 19 de fevereiro teremos nossa tradicional Cavalgada da Lua Cheia na Rosário em Itu.  

O programa completo com violeiros, jantar e cavalgada – R$ 70,00 por pessoa.  
Só o jantar com os violeiros ou só a cavalgada – R$ 35,00 por pessoa
Crianças de 5 a 12 anos pagam meia.

Acesse o endereço abaixo e assista a Matéria do programa De Ponta a Ponta – TV TEM
http://www.temmais.com/depontaaponta/interna_detalhe.aspx?editoria_id=1511&menu_id=26
Reservas e mais informações por este email ou pelo telefone 011 96077483  ou pelo email info@rural.tur.br
Vejam fotos de nossos eventos.  Acesse o nosso site www.rural.tur.br
Até sábado.  

Att.

João.
Ruraltur

www.ruralturturismo.blogspot.com
www.rural.tur.br

Sorria 18 já à venda! | Revista Sorria* quarta-feira, fev 16 2011 

 

Notícias da Sorria

Sorria 18 já à venda!

Texto: Da redação

Sorria 18 já à venda!

AumentarDiminuir

A nova edição da Sorria acaba de chegar às lojas da Droga Raia. Comemorando 3 anos de projeto, ela vem cheia de novidades. Agora, ao comprar a revista, além de ajudar o GRAACC, você também colabora com o Instituto Ayrton Senna (IAS), uma ONG que se dedica a melhorar a educação pública no país.

O valor que você paga por cada exemplar, descontados os impostos, será dividido entre as duas instituições. E, para melhor repartir esse bolo, a ideia é que, antes, ele cresça. Para isso, o preço de capa aumentou para R$ 2,95. E ampliou-se também a tiragem (número de exemplares impressos por edição), de 140 mil para 160 mil. Assim, o total arrecadado em um ano deverá subir de 1,8 milhão para 2,5 milhões de reais.

Mais sobre todas essas novidades você confere na seção Conversar da Sorria 18. Em breve, aqui no site, você também poderá saber mais a respeito do Instituto Ayrton Senna e conhecer o projeto que receberá os recursos doados por você.

A missão do IAS inspirou nossa matéria de capa, que fala sobre educação. A cientista Vanderlan Bolzani conta como a escola transformou sua vida, permitindo a ela conhecer o mundo e construir uma carreira baseada na sua paixão. Já a agrônoma Thaíze Guzzatti mostra que aprendemos a todo momento, e que as descobertas mais transformadoras podem acontecer fora da sala de aula. E o zelador José Carlos da Silva, apaixonado por literatura e artes plásticas, conta como o aprendizado pode ser um prazer em si.

Para o cenário das fotos, contamos com o talento da calígrafa Andréa Branco. Os bastidores foram documentados em vídeo pela nossa colaboradora Carina Barros. O resultado você confere clicando aqui.
O tema da capa também deu origem a uma nova seção, a Educar, em que vamos falar sobre como é divertido e transformador aprender, dentro ou fora da escola. Nesta edição, o tema foi a importância da participação dos pais na educação dos filhos.

A seção Amar também aborda o mote da edição, mostrando o que pessoas de diferentes idades e regiões do país ainda querem aprender na vida.

Outro destaque da Sorria 18 é a seção Cuidar, em que Bia Torres, nossa colega do setor de atendimento aqui da Editora MOL, conta como foi viver um mês com menos de 100 objetos. Na página 28, a matéria "Tão longe, tão perto" mostra como uma família, duas amigas e um casal se mantiveram unidos, mesmo estando fisicamente distantes. E na seção Conhecer, você confere uma entrevista com João Felipe Scarpelini, que aos 24 anos é consultor da ONU e se dedica a provar a jovens de vários países que eles podem mudar o mundo.

Na Sorria 18 você também descobre porque é tão saudável e gostoso ter um animalzinho por perto, relembra os tempos da merenda na escola, lê sobre esportes que se baseiam no uso da bola e, por fim, confere duas histórias de pessoas que você ajuda ao comprar a revista: a pequena Kawany Vanderlei, paciente do GRAACC, e a jovem professora Francine Aparecida André, do Instituto Ayrton Senna.

Não esqueça de escrever para a gente, dizendo o que você achou!

Escrito às 16h19 do dia 15 de fevereiro de 2011

Sorria 18 já à venda! | Revista Sorria*

FSM termina afirmando importância geopolítica da África quarta-feira, fev 16 2011 

 Desculpem-me pelo atraso em postar este boletim de Carta Maior, mas problemas no microcomputador e, depois, no acesso à Internet, atrasaram minha correspondência eletrônica. Sem o computador, fiquei sabendo pela TV que o Egito estava livre do ditador. Vibrei muito, como se eu fosse egípcia. Concordo que a retomada da vida política, social e econômica será difícil, mas espero, do fundo do coração, que os obstáculos sejam superados com a galhardia da civilização que sempre influenciou a cultura ocidental, com suas conquistas, com seus fracassos, enfim, com a lição da cultura.

Atentem para o Fórum Social Mundial que se encerrou no mesmo dia da libertação do Egito.

Caso não visualize esse email adequadamente acesse este link


Boletim Carta Maior – 14 de Fevereiro de 2011
Ir para o site


FSM termina afirmando importância geopolítica da África
Horas depois da queda do ditador egípcio, cerimônia de encerramento do Fórum é marcada por discursos em defesa das lutas em curso no continente africano como parte essencial do movimento anticapitalista e antiimperialista.
> LEIA MAIS | Movimentos Sociais | 12/02/2011
• Assista ao vídeo da cerimônia de encerramento do FSM 2011
• Veja página com a cobertura especial do FSM 2011

Encontros do G-8 e G-20 na França serão alvos de protestos
Movimentos sociais e ONGs que participam do Fórum Social Mundial 2011 definiram que as reuniões dos países do G-8 e G-20 terão importância central nas mobilizações deste ano. Protestos de rua, cursos de formação e atividades de lobby estão entre as ações previstas para 2011, definidas nas assembléias realizadas pelas organizações nessa quinta-feira (10), em Dacar.
> LEIA MAIS | Movimentos Sociais | 11/02/2011
• Assembléia dos Movimentos Sociais define ações para 2011/2012
• Boaventura: “O mundo precisa de ações sincronizadas”.
• Assista ao vídeo com a participacao de Boaventura no FSM 2011



MEU NOME É KHAN – filme magnífico!!!! – AUTO-AJUDA – Blogs Abril quarta-feira, fev 9 2011 

 Postado por Paulo Valzacchi, apelido “meu poder”.

Professor na área de crescimento pessoal, especialista em saúde emocional, biomédico, escritor, 5 livros publicados, mais de 50 CDs , DVDs e revistas na área de motivação e auto-ajuda.

Antes de reproduzir o “post” de Paulo Valzacchi, faço alguns comentários necessários:

Procurei uma crítica ao filme (assisti, na SKY, em 08/01/2011) e fiquei encantada com o conteúdo, mas o comentário de Paulo Valzacchi está perfeito, na minha humilde opinião (reler a biografia de Paulo, para entender a minha colocação como humilde), que o inseri aqui, em vez de eu mesma fazer qualquer comentário.

Senti, na pele e na profissão de professora, os efeitos da paranoia em relação aos muçulmanos, após os ataques de 11 de setembro, nos EUA, porque havia aceitado a sugestão da empresa de turismo que levaria os alunos da escola em que ministrava aulas de dois pontos de visita e um deles seria à Mesquita, em São Paulo/SP. Qualquer dia destes, postarei o que aconteceu, no seu todo, com relação a essa excursão didática, porém o mais importante é comentar que, no mesmo dia 11 de setembro de 2001, muitos pais de alunos que participariam da excursão ligaram para a escola e cancelaram a ida dos filhos à Mesquita, e a Diretora considerou por bem cancelar toda a excursão, sem ninguém perguntar se o outro local a ser visitado permaneceria no roteiro, sem nem perguntar se os muçulmanos, em São Paulo/SP, da Mesquita a ser visitada não seriam os primeiros a pedir que não fôssemos, pois tinham muito o que pensar, discutir e e fazer para esclarecer malentendidos com relação a todos os muçulmanos do mundo que não tinham participado do ataque terrorista.

Ao fazer a busca sobre comentário do filme, encontrei, inclusive, incluído no canal “Canção Nova”, católico (como eu sou católica também, mas não sou hipócrita) e fiquei muito contente com isso. Do fundo do meu coração, espero que os pais que cancelaram a ida de seus filhos à excursão, que incluía a PINACOTECA (oh, dor, depois desse fracasso, outras escolas foram à PINACOTECA com estardalhaço pela imprensa local, e, sinceramente, espero que tenham tido acesso ao Jogral que preparei – deixei a cópia com a agência de turismo que nos levaria, para outros “felizardos” –  para que os alunos da excursão soubessem o que estavam visitando e o que veriam e aprenderiam ali), sejam todos católicos praticantes e, hoje, talvez nem se lembrem quão ignorantes mostraram ser (incluam-se todos os de outras crenças religiosas que cancelaram essa ida dos filhos) ao cancelar a ida dos filhos à excursão, porque visitariam uma Mesquita e, hoje, por recomendação de um canal católico tenham assistido ao filme e não se lembrem de que agiram como na ficção desse filme, machucando física e psicologicamente inocentes, por causa de preconceito típico de ignorante, pois só é preconceituoso quem é ignorante.

Que o comentário de Paulo Valzacchi fique como algo que senti, também, ao assistir ao filme e que, como sempre, o conteúdo do filme seja transferido para outras situações da vida em que não se pode generalizar absolutamente nada.

04.12.2010

MEU NOME É KHAN – filme magnífico!!!!

Vasculhei de forma exaustiva o que tem de melhor em filmes indianos e encontrei o maravilhoso filme  My Name is Khan. que ganhou muitos prêmios no Festival de Berlim.

o texto abaixo é de um especialista em filmes indianos.

Sendo dirigido por Karan Johar e tendo música feita pelos SEL, My Name is Khan já tinha parte da fórmula garantida pro sucesso. Mas nada substitui a presença do mais unânime casal 20 de Bollywood: Shahrukh Khan e Kajol. E o filme é mesmo deles dois. Talvez o único ator um pouco famoso que também aparece é o jovem Tanay Chheda, que ficou famoso por fazer o amigo de Ishaan, em Taare Zameen Par, e o pequeno Jamal Malik, em Quem Quer Ser um Milionário?. Mas ele aparece pouco e só no começo, fazendo o personagem de SRK quando criança.

Bom, e a história é razoavelmente simples, mas cheia de emoções do começo ao fim. É tanto rir ou chorar que tem vezes que não sabemos o que fazer com nosso rosto e as duas coisas acabam acontecendo ao mesmo tempo. Logo no começo do filme já vemos que a história está sendo narrada por Risvan Khan (Shahrukh Khan), que está, em verdade, escrevendo tudo isso para Mandira (Kajol). É assim que ficamos sabendo que quando pequeno ele não era compreendido nem por seus amigos e nem por sua mãe. Ele visivelmente tinha algum problema, embora fosse ultra inteligente. Não se dando bem na escola, sua mãe acaba contratando um professor particular pra Risvan, potencializando sua inteligência.

Toda essa atenção dada a Risvan deixa seu irmão mais novo, Zakir, muito enciumado e, depois de grande, ele se muda a São Francisco, nos EUA. Mas o rancor não o impede de levar Risvan para lá depois que sua mãe morre. E Risvan leva na bagagem a coisa mais importante que ele tinha aprendido com sua mãe: que no mundo a única diferença que existe entre seres humanos é entre bons e maus.

Assim, lá em São Francisco, a esposa de Zakir, psicóloga, descobre que Risvan é portador da Síndrome de Asperger, uma espécie de autismo “leve”. Pra ajudar o irmão, então, Zakir propõe a Risvan ajudá-lo na venda dos cosméticos da empresa em que trabalha, indo de porta em porta nos salões de beleza em são Francisco.

E lá vai Risvan, com toda sua dificuldade de comunicação e de relacionamento – e toda a sua sinceridade -, vender os cosméticos. E é assim que ele conhece Mandira, uma cabeleireira, apaixonando-se por ela imediatamente. Desde então ele sempre volta lá pra vender os produtos, e ela sempre muito amorosa. Não precisa muito pra ele dizer que quer se casar com ela. Insiste tanto que ela aceita. A verdade é que desde o princípio ela também havia se encantado com a simplicidade e o coração puro de Risvan.

Mandira já tinha um filho de outro casamento, o Samir, e era hindu. Fosse na Índia, esse casamento aconteceria debaixo de mil e duas dificuldades, a começar pela diferença de religiões, já que Risvan é muçulmano. Mas sua mãe havia lhe ensinado somente duas diferenças, e era só isso que importava.

O casamento decorre muito bem até chegar o dia 11 de setembro de 2001. Nesta data, não temos como esquecer, ocorreram os ataques às torres gêmeas, em Nova Iorque, e ao Pentágono, em Washington. E, também nesta data, tem início uma nova era de recrudescimento da xenofobia nos EUA e no mundo, principalmente contra muçulmanos. Pouco a pouco, a vida de Risvan e sua família começa a virar um inferno, afetando inclusive Samir.

O que por fim acontece não irei contar, para resguardar a emoção. Mas é a partir daí que Risvan promete à sua esposa ir de encontro com o presidente dos EUA e dizer a ele uma única frase: “My name is Khan and I’m not a terrorist” (Meu nome é Khan e eu não sou um terrorista). E é daí que a jornada começa e é daí que o link com o começo do filme é feito, já que tudo isso são apenas recordações que ocorrem nessa peregrinação de Risvan em direção ao presidente estadunidense.

E no caminho há uma oposição ultra óbvia a George Bush e um reverenciamento ultra óbvio a Barack Obama, embora nenhum nome seja citado. Também há uma lembrança ultra óbvia com a tragédia do furacão Katrina em Nova Orleans e as populações negras desassistidas. No filme, o furacão passa no estado da Geórgia. E, nesta comunidade negra, que seja feito um merecido destaque à Mama Jenny e seu filho, que acolheram Risvan em sua passagem por lá.

E claro, também é ultra óbvia a inspiração no filme estadunidense Forrest Gump, com Tom Hanks. Há várias referências a ele e isso não se esconde. Mas a história é outra.

A mensagem que o filme passa é algo primoroso, escolher entre o perdão e a raiva, dessa forma podemos nos perguntar:

– Como anda nosso coração.

Um dos melhores filmes que já assisti.

Os melhores filmes indianos: Black, Taare e hoje Khan.

Vale a pena conferir

postado por meupoder, às 07:20

MEU NOME É KHAN – filme magnífico!!!! – AUTO-AJUDA – Blogs Abril

São Paulo Minha Cidade e anexo de Gilberto Calixto Rios terça-feira, fev 8 2011 

Embora com atraso, registro o endereço de um site que merece ser visitado e lido com carinho, que conheci por intermédio de primas Nininha, Sensão e Haydée (que tem dois textos que merecem ser lidos também) e que já foi recomendado neste blog, quando pertencia ao Windows Live Spaces:

http://www.saopaulominhacidade.com.br/

São Paulo minha cidade introduz um anexo magnífico, emocionante enviado a mim pela prima Nininha ou “Melinha”, formatado por Gilberto Calixto Rios, que tem um site estonteantemente belo, cujo conteúdo, no final, em “créditos”, nos mostra que quem sabe, sabe e mostra o resultado do que sabe, do que preservou, restaurou e pesquisou.

Pioneiros da Fotografia Paulistana_Gilberto Calixto Rios_jan2011_Melinha enviou

Acervo do Museu do Imigrante/SP muda de local – MyHeritage Blog terça-feira, fev 8 2011 

 Caso lhe interesse ler a postagem completa, com as imagens, clique em MyHeritage Portugeese [sic] Blog

MyHeritage Portugeese Blog


Acervo do Museu do Imigrante muda de local

Posted: 07 Feb 2011 01:31 PM PST

Com a mudança de Governo Estadual sabíamos que algumas mudanças também seriam sentidas nas diversas áreas de governo.

Logo nos primeiros dias, muitas mudanças foram introduzidas no Memorial do Imigrante, um dos mais importantes Museus da História do Brasil.

O Museu fica em São Paulo e abrigou por muitos anos, os imigrantes que desembarcavam em Santos e faziam ali uma parada de adaptação até seguirem para os locais que sonharam encontrar. Este Museu abrigava um dos maiores acervos de imigrantes do Brasil, com fichas catalogadas, fotografias e reliquias dos homens, mulheres e crianças que por ali passaram.

Este acervo esta agora no Arquivo Público do Estado de São Paulo, onde deverão receber o devido tratamento que merecem e que até aqui estiveram sob os cuidados de uma valorosa equipe. No começo de janeiro, o acesso ao site do Museu do Imigrante ficou quebrado mas, já foi restabelecido e já apresenta o link para consultas de Imigrantes vindos de mais de 60 países, de várias línguas e diversas etnias e que por um tempo, fizeram desta “estalagem” o seu primeiro lar no Brasil. Hoje o Museu do Imigrante passa por reformas e em breve será liberado para visitação pública. Se você é de São Paulo, ou esta em São Paulo, o passeio é obrigatório e cada minuto que você descendente de estrangeiros imigrantes passar lá dentro, valerá anos de memória dos seus antepassados.

Vamos aguardar a reinauguração do Memorial do Imigrante para poder novamente passear pelos mesmos locais onde nossos antepassados estiveram acolhidos pelo calor do povo brasileiro.

EMISSÃO DE CERTIDÕES E ATESTADOS: Durante o período da obra, o acervo documental arquivístico ficará sob a guarda do Arquivo do Estado de São Paulo , que dará continuidade à emissão de certidões e atestados. Para maiores informações sobre este serviço, consulte: (11) 2089-8151 ou dirija-se a Avenida Cruzeiro do Sul, 1777 de terça a sábado das 9:00 as 17:00 horas.

Visita virtual à China pela China Highlights terça-feira, fev 8 2011 

A princípio, escolha, no endereço abaixo, o que deseja visitar:

http://www.chinahighlights.com/

Por exemplo, uma visita à Cidade Proibida, em Pequim:

http://www.chinahighlights.com/beijing/forbidden-city/

É uma visita virtual sem os recursos de entrar na cidade escolhida, mas de ler sobre elas.

Gostei, já foi para “Favoritos” e espero encontrar tempo para uma visita mais demorada e atenta.

Fotos do Rio antigo segunda-feira, fev 7 2011 

 

Mensagem encaminhada por Maria Adelaide, que escreveu:

Um blog com fotos do Rio antigo e links para outros blogs sobre fotos antigas
da cidade.
http://www.rioquepassou.com.br/

A Imigração Italiana – anexo sábado, fev 5 2011 

De novo, Maria Lúcia?

Sim, caso haja algum problema na inserção anterior.

Quem não abrir este anexo, não sabe o que está perdendo!

A_Imigração_Italiana_histórico_primo Tadeu enviou em 2009

Fractal Geometry – anexo sábado, fev 5 2011 

Fractal Geometry_MAdelaide enviou

Estar sozinho X ser sozinho sábado, fev 5 2011 

Há uma grande diferença!

Estar_sozinho_primo Sérgio enviou_com créditos

Terapia do Elogio – anexo sábado, fev 5 2011 

Terapia do Elogio_cunhada Sônia enviou

É uma lição de como viver bem!

 

Joaquim Emigdio Nogueira Bicudo em blog de Eliana Belo – Indaiatuba/SP sexta-feira, fev 4 2011 

Recebi a indicação do amigo Joaquim Emídio e repasso por ser imprescindível como resgate da memória.

História de Indaiatuba: Joaquim Emigdio de Campos Bicudo21 Ago 200921 Ago 2009JOAQUIM DA FONSECA BICUDO (um dos filhos de Joaquim Emigdio de Campos Bicudo), foi casado com MARIA ADELAIDE DO AMARAL GURGEL BICUDO e teve um filho JOAQUIM DA FONSECA BICUDO FILHO que foi casado com Maria Antonietta Nogueira Bicudo e …

http://historiadeindaiatuba.blogspot.com/

 

História de Indaiatuba: Joaquim Emigdio de Campos Bicudo (2)

02 Jan 2010

02 Jan 2010Imagem de Joaquim da Fonseca Bicudo, com 29 anos, em 1915. …..oooooOooooo….. Imagens cedidas por VERA REGINA NOGUEIRA BICUDO, que também contou a história de seu avô, enriquecendo a biografia do indaiatubano Joaquim Emigdio de …

http://historiadeindaiatuba.blogspot.com/

 

A história de um crime de 20 trilhões de dólares – documentário quinta-feira, fev 3 2011 

Fonte deste texto: postado em 24jan2011

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17314&boletim_id=812&componente_id=13366

Siga esse link: há uma inserção do YouTube para assistir a um trecho do documentário.

A história de um crime de 20 trilhões de dólares

Documentário que será lançado em fevereiro no Brasil mostra o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise mundial de 2008. Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas. “Inside Job” (que ganhou o título de “Trabalho interno” em português) conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível. Documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

Marco Aurélio Weissheimer

Como causar uma quebradeira de 20 trilhões de dólares, por meio de uma farra de negócios especulativos, e cobrar a conta de milhões de pobres mortais que não participaram da festa? O documentário Inside Job (“Trabalho interno”, em português) responde essa pergunta mostrando o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise econômica mundial de 2008. Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas.

Dirigido por Charles Ferguson (mesmo diretor de No End in Sight) e narrado por Matt Damon, o documentário conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível. Para repeti-la, provavelmente.

O documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

Em No End in Sight, Ferguson faz uma análise sobre o governo de George W, Bush e sua conduta em relação à Guerra do Iraque e a ocupação do país, questionando as mentiras utilizadas pelas autoridades norte-americanas para sustentar a ocupação. Agora, em Inside Job, mais uma vez o diretor expõe uma teia de mentiras e condutas criminosas que prejudicaram seriamente (e seguem prejudicando) a vida de milhões de pessoas. Agende-se: a estreia do documentário no Brasil está prevista para o dia 18 de fevereiro.

“Se você não ficar revoltado ao final do filme, você não estava prestando atenção” – diz uma das frases promocionais do documentário. Uma revolta necessária, pois, neste exato momento, muitos dos agentes causadores da crise (do roubo, seria melhor dizer) voltaram a dar “conselhos” para governos e sociedades. Algumas das mais novas vítimas são gregos, irlandeses, espanhóis, portugueses e outros povos europeus que estão sendo “convidados” a “aceitar a ajuda do FMI”.

Os arautos das privatizações e da desregulamentação seguem soltos como se nada tivesse ocorrido. Inside Job mostra as entranhas deste mundo de cobiça, cinismo e mentira. São estes criminosos, no frigir dos ovos, que seguem dando as cartas no planeta. Preparem o estômago, abram os olhos e ouvidos e não deixem de ver esse filme.

Depoimento para a próxima edição da revista Sorria – Editora Mol quinta-feira, fev 3 2011 

Olá,

Estamos preparando a próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: Lição pelo exemplo.

 

Estamos procurando histórias de pessoas que viram alguém fazer alguma coisa e, a partir desse exemplo, tiraram uma lição inesquecível que mudou sua vida. Tipo assim:

– Um dia deram o troco errado para o meu pai na padaria e ele devolveu o excedente para o caixa. Desde então aprendi a importância de ser honesto mesmo nas coisas mais simples.

– Estava pronto para berrar com o carro que estava sobre a faixa de pedestres. Mas ao me ver, o motorista deu ré, abriu o vidro e me pediu desculpas. Aprendi que nunca é tarde para reconhecer nosso erro e ser mais gentil.

– No filme do Homem-Aranha, ele diz que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Parece bobo, mas desde que virei chefe no trabalho me faz bem repetir esse mantra.

– Dizem que Júlio César, ao ser aclamado pelos romanos, tinha um assessor encarregado exclusivamente de lembrá-lo ao pé do ouvido que ele não passava de um velho calvo. Quando acho que estou exagerando na autoconfiança, lembro disso e retomo a humildade.

– Meu pai era muito duro e distante de mim. O que me fez jurar que, no dia em que eu tivesse filhos, eu conversaria com eles sobre tudo. É o que venho tentando fazer desde que meus gêmeos nasceram. Às vezes aprendemos mais com os erros do que com os acertos.

Pode ser qualquer tipo de aprendizado, adquirido pelo exemplo de qualquer pessoa: familiar, amigo, desconhecido, personagem histórico ou fictício, alguém que teve sua história contada no jornal etc. Servem inclusive maus exemplos que ensinaram a fazer o contrário.

 

Não esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

 

Nem todos depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção dentre os relatos recebidos.

 Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: 

http://www.revistasorria.com.br/site/o-projeto/

 

Muito obrigada!

Jéssica Martineli
Editora MOL
11 3024-2444
editoramol.com.br


21 de fevereiro – Dia do Imigrante Italiano quinta-feira, fev 3 2011 

Embora estejamos no início de fevereiro de 2011, o dia 21 de fevereiro é a data da comemoração do Dia do Imigrante Italiano e considero importante inserir o anexo em formato “pps” com um histórico das razões da imigração italiana em massa, em especial, a abordagem sobre o Brasil.

Foi enviado a mim pelo primo Tadeu Godoy em 2009.

A contribuição dos imigrantes de todas as origens para a cultura, a economia, para o tecido social brasileiro é inestimável.

Em Itu/SP, minha cidade natal e onde vivo há quase 57 anos, a contribuição desses valentes, orgulhosos – no bom sentido – imigrantes de todos os pontos do mundo é visível, não diferente do restante do Brasil.

Minha amiga de infância, da família Lorenzon, Helena, como não poderia deixar de ser, ama, de paixão, os pais, já falecidos, imigrantes italianos, e, emocionada, li, no jornal local, no dia do aniversário de Itu, 401 anos, a homenagem que a família Lorenzon prestou  ao Sr. Narcizo Lorenzon e à Sra. Carmela Coral Lorenzon (sinto saudade deles, também, família Lorenzon), 61 anos de empresa nos 401 anos de Itu, que já está sob os cuidados da terceira geração.

Outro aspecto importante das comemorações do aniversário de Itu parte da comunidade católica, por meio da Paróquia da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária, com auxílio de todas as outras paróquias, cujo objetivo primordial é a restauração do monumento histórico que é a Igreja Matriz, de características do barroco, e, durante os festejos, homenagens aos imigrantes, em especial aos italianos.

Há, no final do anexo abaixo, um poema traduzido que ilustra muito bem a procura de nossas raízes ancestrais, sem deixar de dedicar nosso amor ao país natal.

O anexo em si é importante, o final é tocante.

https://maluber2.wordpress.com/2011/02/05/a-imigracao-italiana-anexo/a_imigracao_italiana_historico_primo-tadeu-enviou-em-2009/

 

Hino de Itu – letra, música e créditos quarta-feira, fev 2 2011 

Parabéns, Itu, pelos 401 anos.

Hino de Itu_letra e música_com créditos_MLúcia

Uma história que vem do mar – Walderez Cavalcante – O Jornal, Maceió – AL quarta-feira, fev 2 2011 

Uma história que vem do mar

Publicado por Redação em 23/01/2011 as 09:17

Arquivado em Cultura, Destaque, Dois

Dezessete de agosto de 1942, 10h50, litoral sul da Bahia. O navio Itagiba mercante é torpedeado pelo submarino alemão U-507. Em menos de dez minutos a embarcação vai a pique. A última sobrevivente resgatada é uma alagoana de apenas quatro anos de idade, a pequena Walderez Cavalcante, encontrada em alto mar numa frágil caixa de madeira. 36 pessoas morreram.

Doze de janeiro de 2011, Porto de Maceió, aproximadamente 10h da manhã. Walderez Cavalcante, agora com 73 anos, relembra o trágico episódio, enquanto contempla, emocionada, o horizonte do mesmo oceano atlântico que, em mares baianos, marcaria para sempre a sua história, levando-a para as capas das principais revistas da época, e forçando o Brasil a entrar de vez na Segunda Guerra Mundial.

A saga de Dona Walderez consta dos registros da Cinemateca Nacional, nos famosos filmes oficiais de guerra. Mas é neste relato pessoal, contado com exclusividade a O JORNAL pela própria “pequenina náufraga”, como a chamaram os jornais do período, que conhecemos a real dimensão desse drama, e desta personagem singular, verdadeiro documento vivo de um conflito que colocou Alagoas e o nordeste brasileiro em importantes páginas da história mundial.

Lançada ao mar

Seis embarcações torpedeadas no litoral nordestino e quase 500 mortes em apenas três dias. Essa foi a resposta dos nazistas, em 1942, ao apoio velado do Brasil aos Estados Unidos, que contava com a borracha brasileira para alimentar sua indústria bélica. O apelo popular para comover a nação e “justificar” o ingresso do Brasil na Segunda Guerra Mundial veio nas imagens da pequenina náufraga Walderez Cavalcante e de seu pai, Octávio de Barros Cavalcante. Vítimas do naufrágio do navio Itagiba, da Companhia Nacional de Navegação Costeira, pai e filha alagoanos eram o retrato do ultraje à família brasileira, atacada covardemente pelos alemães. Depois de escapar da explosão do navio, a pequena Walderez é levada pelo pai para uma das baleeiras, barcos utilizados como salva-vidas. Mas tragicamente o mastro da embarcação parte a baleeira ao meio. Desgarrada do pai, a garota fica duas horas em alto mar, até ser resgatada na praia da cidade de Valença, na Bahia, em uma caixa de madeira do famoso “leite moça”, da Nestlé.

Sessenta e oito anos após o naufrágio, Dona Walderez foi localizada pela reportagem de O JORNAL. Ainda vivendo em solo alagoano, ela contou detalhes de sua dramática aventura em alto mar, em uma visita ao Porto de Maceió. Um monólogo emocionado e nostálgico, mas também um registro oral da História do Brasil, e dessa notável alagoana.

“Eu sempre acompanhava meu pai nas viagens. Ele me deixava no Rio de Janeiro, na casa de minha madrinha, e quando voltava de Santos me pegava de volta. Desta vez saímos de Vitória do Espírito Santo com destino a Bahia no dia 15 de agosto. Na manhã do dia 17, o navio sofreu um estremecimento, após uma forte explosão, e alguém gritou: “Fomos torpedeados”. Eu era muito menina, mas lembro que eu estava com uma vassoura pequena, brincando de limpar o convés. E só vi quando meu pai desceu a escada correndo, me pegou pela cintura e subiu. Aí eu já vi muita fumaça e um apito. Fomos para a baleeira, mas o mastro do navio caiu em cima da baleeira, e ela se partiu ao meio. Foi aí que eu me separei do meu pai que ficou enganchado nos fios do telégrafo, com a bacia quebrada. Muito ferido. Mas alguém, uma alma bondosa, pressentindo o perigo, me colocou numa caixa de leite condensado da Nestlé, de madeira, que estava com os suprimentos da baleeira, segurou minhas mãos nas bordas da caixa e disse: ‘Segure’. É tudo o que eu lembro”, recorda dona Walderez.

“Pior ainda foi para os sobreviventes do Itagiba que foram resgatados pelo Arará, um navio que estava próximo. Pois o Arará foi torpedeado logo em seguida. Ou seja, os que escaparam foram náufragos duas vezes”, recorda.

“ME DEVOLVAM AO MAR”

Depois de uma pausa, pensativa, ela prossegue com seu relato. “Então avistaram alguma coisa muito distante, que eles presumiram ser alguém. Foram atrás e me resgataram. Eu fui a última sobrevivente a ser resgatada.  Mas eu era muito pequena, e aí você não avalia o risco que está correndo. É a sua sorte. Me levaram para um navio. Lembro que tinha cobertores pretos e botaram em mim, mas eu disse que não estava com frio” conta dona Walderez, com um olhar ainda perdido no horizonte às margens do Porto de Maceió.

Ela conta que ao ser hospitalizada, o seu pai ainda não sabia que destino teria levado sua pequena garota. “Meu pai conseguiu se livrar dos fios do telégrafo e foi resgatado. Foi levado ao Hospital Português da Bahia, e então ele disse que, se eu não vivesse, ele não queria viver, que o jogassem na água outra vez. Que o devolvessem ao mar. Mas eu estava sã e salva. Depois de socorrida fui levada para a casa da filha do prefeito da Cidade de Valença, Nilza Coutinho de Oliveira Queiroz, que eu nunca mais voltei a ver.

Leia matéria completa, de quatro páginas, e confira as fotos na edição deste domingo (23-01-2011) de O Jornal.

Gilson Monteiro – Repórter

Fonte: http://www.ojornalweb.com/2011/01/23/uma-historia-que-vem-do-mar/ = Observação: em 27-02-2014, não consegui mais acessar o “link” citado.

Na edição completa dessa entrevista, encontramos os endereços:

www.sobreviventeitagiba.blogspot.com (blog sobre a Sra. Walderez, iniciado pela neta)

O pai e Walderez se recuperam, após o naufrágio, no Hospital Português, Bahia, Brasil

O pai e Walderez se recuperam, após o naufrágio, no Hospital Português, Bahia, Brasil. Origem da foto = blogspot Sobrevivente Itagiba, link acima.

Walderez e o pai recebem pequena homenagem da Nestlé = origem da foto = www.sobreviventeitajiba.blogspot.com.br

Walderez e o pai recebem pequena homenagem da Nestlé = origem da foto = http://www.sobreviventeitagiba.blogspot.com

www.nestle.com.br aba “História”, link para “Linha do Tempo”: como a Nestle prestigiou o fato de que a Sra. Walderez foi resgatada, do mar, aos 4 anos, numa caixa de leite condensado.

Para saber mais sobre o navio, os torpedeamentos no litoral brasileiro e sobre a sobrevivência de Walderez Cavalcante =

Itagiba (navio), origem Wikipédia, a enciclopédia livre

Mahatma Gandhi, A Grande Alma quarta-feira, fev 2 2011 

Introdução da Wikipídia, a Enciclopédia Livre:

“Mohandas Karamchand Gandhi (em hindi: मोहनदास करमचन्‍द गान्‍धी; em guzerate: મોહનદાસ કરમચંદ ગાંધી; Porbandar, 2 de outubro de 1869 — Nova Déli, 30 de janeiro de 1948), mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi (do sânscrito “Mahatma”, “A Grande Alma”) foi o idealizador e fundador do moderno Estado indiano e o maior defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução”.

Nascido em 2 de outubro de 1869, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948.

Não postei nada sobre Gandhi, no dia 30 de janeiro, por problemas no PC.

Agora, recomendo o link da Wikipídia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi

e, também, imperdível a leitura de:

Esta noite a liberdade

“Esta Noite a Liberdade, de Dominique Lapierre e Larry Collins, publicado em 1976, é uma investigação jornalística bastante extensa que se tornou num excelente romance histórico sobre os acontecimentos que resultaram na independência da Índia e do Paquistão em 1947. A história se baseia na vida de quatro importantes personalidades, Mohandas K. Gandhi, Louis Mountbatten, Muhammad Ali Jinnah e Jawaharlal Nehru.. Sendo Mahatma Gandhi um hindu que pregava a não-violência, Louis Mountbatten foi o último vice-rei britânico na Índia, enquanto Jinnah e Nehru eram os líderes incontestáveis das duas facções políticas e religiosas (Jinnah – muçulmano e Nehru Hindu). O livro é baseado nos relatos de Lord Mountbatten, que era o único sobrevivente dos quatro quando os autores o escreveram e que foi extremamente útil em suas pesquisas. De um modo geral, o livro começa com a nomeação de Louis Mountbatten como vice-rei da Índia e termina com o assassinato de Mahatma Gandhi. Como pano de fundo, a maravilhosa Índia, com sua cultura milenar, as multidões de pobres, o conflito religioso-político entre hindus e muçulmanos (que terminou levando à criação do Paquistão e à trágica migração que tirou milhões de vidas), o luxo e a excentricidade dos marajás, a espiritualidade de seu povo multifacetado. De longe o personagem mais fascinante é Mohandas Mahatma (“Grande Alma”) Gandhi, que combateu o Império Britânico pregando a não-violência e a desobediência civil. A representação de Gandhi no livro é uma grande descrição de suas ideologias e é totalmente apaixonante. Acredito que a leitura deste livro é indispensável e talvez tenha sido um dos melhores que li até hoje”.
Por Célia Gonçalves
 
 
 

 

  Outra recomendação é:

 
 

 

Minha homenagem aos 401 anos de Itu/SP quarta-feira, fev 2 2011 

O dia 02 de fevereiro, em Itu, minha cidade natal, é consagrado à Nossa Senhora da Candelária, padroeira sob cuja invocação o fundador erigiu uma capela.

Insiro um anexo baseado em material que reuni, em agosto/2009, para que minha sobrinha Marina selecionasse e apresentasse trabalho escolar em setembro/2009.

Em 2010, Itu completou 400 anos.

Durante a apresentação, e no final dela, os créditos são apresentados, pois “meu trabalho” foi o de apenas escanear ilustrações, redigitar informações copiadas das fontes citadas, reuni-las numa apresentação Power Point.

É a Itu que eu amo, que aprendi a amar com meus pais, com meus bisavós italianos.

 Um pouco sobre Itu por Maria Lúcia Bernardini

Hino de Itu – Roberto Manzo (música), José Luís de Oliveira (letra)
Gravação – Walkyr Mazzolli (tenor) e Maria José Carrasqueira (piano). Itu, 1993, pode ser ouvido no site Museu da Música de Itu:

MUSEU DA MÚSICA – Itu/SP – Os sons da gente!

 

Avós são o máximo! Anexo em “pps” terça-feira, fev 1 2011 

Nem precisa fazer comentário, não é mesmo? Basta abrir o arquivo.

AVÓS_SÃO_O_MÁXIMO_Joaquim Emídio enviou