Curso de Turismo Rural em Cabreúva e em Itu – SP sábado, jan 22 2011 

Recebi a mensagem do amigo José Emídio e tomei a liberdade de formatar as informações sobre o Curso em Microsoft Power Point, extensão “pps”:

Curso em Cabreúva e Itu_Programa Turismo Rural_ Agregando valor à Propriedade

A mensagem chegou assim, como documento do Word:

Turismo Rural

Programa Turismo Rural – Agregando Valor à Propriedade é constituído por uma série de cursos relacionados entre si, permitindo que as propriedades desenvolvam com segurança esta atividade econômica.

Objetivo: Ampliar o olhar sobre a propriedade rural, fornecendo ferramentas para identificar e implantar negócios de turismo, de acordo com os recursos encontrados no meio, aliados às habilidades e vocações do produtor rural e sua família.

Público-Alvo: Produtores rurais e seus familiares

Pré-Requisitos:

  • Idade mínima de 16 anos;
  • Cursado a 1ª série

N.º Participantes: 22 a 25 participantes

Carga Horária: 240 horas ( 244 com Sensibilização)

Metodologia:
Os dez (10) módulos serão desenvolvidos no período de fevereiro a novembro. Deverão ser administrados da seguinte forma:

Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov
Sens. I II III IV V VI VII VIII IX X
4h 32h 24h 24h 24h 24h 24h 24h 24h 24h 16h

 Observação de Maria Lúcia: há uma falha nesta tabela, em dezembro, por inépcia de minha parte, na hora da formatação. MLB

Módulo 1 – Oportunidades de Empreendimentos

Módulo 1 – Suplemento – Legislação e Turismo Rural

Módulo 1 – Suplemento – Roteiro de Inventário Turístico

Módulo 2 – Identidade e Cultura

Módulo 3 – Gestão de Empreendimentos

Módulo 4 – Ponto de Venda de Produtos

Módulo 5 – Meios de Hospedagem

Módulo 6 – Meios de Alimentação

Módulo 7 – Atividades em Áreas Naturais

Módulo 8 – Atendendo e Encantando o Cliente

Módulo 9 – Resgate Gastronômico

Módulo 10 – Consolidação do Programa

Os participantes receberão apenas um certificado, ou seja, ao final do Programa. Portanto, as fichas de Inscrição deverão ser preenchidas apenas no 1º Módulo.

TUDO É TOTALMENTE GRATUITO (material didático, alimentação e certificação) 

Informações:  

SINDICATO RURAL DE ITU 4013-4448/4013-4449

(Acréscimo de minha parte, para mais informações sobre o Sindicato Rural de Itu/SP:

http://www.sindicatorural.itu.com.br/)

Casa da Agricultura Cabreuva (11) 4528-4227 /

Andrea (11) 9624-4750/

Alexandra – 9629-2659 –

Diário do Vale: Maior tragédia do Brasil foi na Serra das Araras quarta-feira, jan 19 2011 

 Assim como em entregas de prêmios nos EUA, agradeço à Maria Adelaide por me enviar essa reportagem que resgata a tragédia na Serra das Araras, ao autor Aurélio Paiva, ao Uol Notícias, a todos que já postaram, pois, eu, atrasadinha, como sempre, só tomei conhecimento desse resgate histórico por ter sido lembrada por Maria Adelaide.

Pelo fato de já ser do conhecimento de muitos, preferi postar o link para a tragédia na Serra das Araras.

Diário do Vale: Maior tragédia do Brasil foi na Serra das Araras

Aula sobre e-mail, vírus e Internet em Power Point terça-feira, jan 18 2011 

aula_sobre_email_vírus_Internet_origem www_powermensagens_com

Recebi, novamente, da amiga Cidinha Carramenha e acredito que esteja na página “Anexos do Windows Live Spaces”, mas repito a inserção, porque é, de fato, uma importantíssima aula

Origem: www.powermensagens.com

 

 

Mensagens Power point, Slides mensagens, Slides Power Point terça-feira, jan 18 2011 

Quem sabe, sabe e mostra o que sabe.

Recebi, da amiga Cidinha Carramenha, o anexo que nos ensina sobre e-mail, vírus e Internet de uma forma absolutamente perfeita.

Ao pesquisar onde encontrar esse anexo, entrego-lhes, numa bandeja de prata, o endereço abaixo.

É para quem gosta de Power Point, sem dúvida, mas também um lugar para aprender com quem sabe trabalhar com essa ferramenta.

Mensagens Power point, Slides mensagens, Slides Power Point

Propagandas Antigas [politicamente incorretas] de Natal – por Miguel Kramer segunda-feira, jan 17 2011 

Recebemos, com frequência, anexos em Power Point com propagandas antigas, nossas conhecidas de infância, em jornais, revistas ou de televisão. Recebi, recentemente, um anexo lindo, com mensagem de Natal, com a música da propaganda “quero ver você não chorar, não olhar pra trás nem se arrepender do que faz…” e deixei de postá-lo aqui, apesar da qualidade do anexo, da explicação sobre a autoria do que se tornou um “jingle” por causa das inúmeras fotos de crianças.

Advertência: as ilustrações têm que ser acessadas nas indicações abaixo de TOP SECRET. Amei essa estratégia, pois só devem ser acessadas por adultos cujos computadores tenham permissão para tal. Thank you very much, WordPress, por essa cautela.  

Propagandas Antigas de Natal foi postado em 2008, atualizado em 2009, com créditos para Oddee, que recebi em dezembro de 2010, mensagem eletrônica de Maria Adelaide, no corpo do texto da mensagem, e só agora a estou postando, porque isto é, também, uma chamada para a Superinteressante, edição impressa, de janeiro/2011, edição 287, Cultura, páginas 70 a 75, de título Antipropagandas, cujo “lead” é este: “Nas décadas passadas, ninguém se preocupava em ser politicamente correto na publicidade. Veja aqui alguns dos anúncios mais sem-noção (e engraçados) já publicados”. É na resvista impressa, por enquanto.

As propagandas também evoluem, em todos os sentidos. Como você sabe, propagandas antigas vendiam ópio com indicações de uso para recém nascidos, ou cocaína para crianças com dor de dente. Empresas inescrupulosas sempre afirmaram qualquer baboseira, por mais grosseira que fosse, para vender seus produtos em nome da vantagem sobre a competição e da lucratividade. Mas quando os riscos para a saúde são constatados cientificamente, novas regulamentações são aprovadas para proibir a veiculação indiscriminada de mentiras que podem ser fatais. E os padrões de ética são reajustados para se adaptarem às novas regras. E que hora melhor de atrair o consumidor que o Natal?

propagandas antigas
“Todo mundo adora um bom fumo”

Inclusive Papai Noel, aparentemente. Nas propagandas antigas valia tudo para vender.

propagandas antigas
Se o Papai Noel chegou a 2.000 anos de idade fumando, não deve fazer mal para você.

propagandas antigas
“Um presente para um bom companheiro… Seus charutos favoritos.”

Mais abaixo é possível ler: “Um homem que aprecia charutos, aprecia a vida.”

E não EXATAMENTE O CONTRÁRIO, como se sabe hoje em dia.

propagandas antigas
“Compre selos de Natal. Combata a tuberculose.” É claro. Não poderia ser diferente.

propagandas antigas

“Faça um Natal Feliz [com as meias-calças Mojud].”

Só de pensar que isso já foi impresso é simplesmente estupendo. ‘Bom velhinho’ uma ova! Bem… Ao menos não retrataram ele olhando para cima.

propagandas antigas
“Puxa papai… Uma Winchester!”

Agora eu já posso ir para a escola e dar um fim em todos aqueles vagabundos que vivem pegando no meu pé.

propagandas antigas
“Protetor contra irritação na garganta.” E o Papai Noel fala: “…Fume Pall Mall o cigarro cuja suavidade você pode medir.” E bem abaixo: “Deixe um pacote de Pall Malls dizer ‘Feliz Natal’ por você”

Puxa! Se o Papai Noel fuma certamente a mamãe não vai ligar que eu também fume aos cinco anos.

propagandas antigas
“Não é hora de dar um presente de Natal para si mesmo?” Ou para aquele seu maldito chefe, ou para aqueles colegas presunçosos, ou…

Propagandas Antigas de Natal

Qual é o valor disso tudo?

Tema para discussão é que não falta. O que nos entendia são os chatos de galocha que só criticam, ao contrário da explicação que Miguel Kramer deu, antes de fazer comentários sobre as ilustrações.

Outras dez maravilhas geológicas que você não conhecia – Oddee.com – em inglês segunda-feira, jan 17 2011 

Só traduzi o título, não que eu as conhecesse também.

Aprendi o caminho para o endereço eletrônico (como tem o que ver e o que ler!) por causa das propagandas de Natal antigas politicamente incorretas que serão postadas adiante.

Se você não conhece as maravilhas geológicas anteriores, pode procurar que as encontrará, além de contribuições que podem ser acessadas na própria página. Desvie aqui e ali das propagandas.

Another 10 Geological Wonders You Didn’t Know About – Oddee.com

MAGICA INTERESSANTE – COMO FAZ ISSO ???????? segunda-feira, jan 17 2011 

 

Recebi da prima “Melinha” e posto, no título, com a pergunta que recebi em “Assunto”.

Sei, não, prima, mas fiquei “encafifada” – como dizia minha mãe – com os óculos escuros que não saíram do balcão.

Se ninguém assistiu nos programas de TV da vida, de fato, é muito interessante.

Mensagem do corpo do texto:

Simplesmente espetacular!  Incrível mágica!

O autor desta inacreditável mágica é um japonês. Sua explicação é em idioma japonês, sem legendas; mas, não se preocupem, eu traduzo para vocês. 

Em suma, o mágico se dirige a uma loja de roupas “Lacoste” e lá propõe movimentar de uma camisa polo o crocodilo símbolo da marca. Mas, o japonês (mágico) não se contenta somente com o deslocamento do réptil. Ele pretende aumentá-lo de tamanho! O que ele faz? Telefona para um fast-food e encomenda um hamburguer para alimentá-lo. Faminto, o bicho devora o sanduíche. Alimentado ele cresce de tamanho. Ainda assim, o mágico não se contenta apenas em torná-lo maior, crescido, pois ele tem outros planos… Bem, o resto é com vocês.

Apreciem um dos truques mais intrigantes, pois nunca antes na Via Láctea (maldição, isto pega) tive oportunidade de desfrutar de uma mágica tão envolvente e cheio de mistério.

Cliquem abaixo.   

http://www.youmaker.com/video/sv?id=62f43fbc7f3c4c1c88d22b60a1df2282001&f=fs

Solidariedade aos animais da Região Serrana do Rio e Informe Agapornis segunda-feira, jan 17 2011 

 

De Maria Adelaide Silva, em 16/01/2011:

Pessoal,
Os agapornis, solidarizando-se com os amigos animais da Região Serrana, pedem uma colaboração para as ONGs que estão atuando nessas áreas.  Só em Petrópolis e Teresópolis, mais de 180 animais já foram recolhidos e precisam de alimentos, remédios, água, coleiras e outras coisas. Vejam como ajudar, com dinheiro ou algum desses items, aqui:
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/01/15/protetores-dos-animais-recolhem-doacoes-para-ajudar-pessoas-bichos-na-regiao-serrana-923512778.asp
As pet shops participantes estão em constante contato com as ONGs, atualizando-se sobre o que é mais necessário. A SUIPA leverá nesta 2a feira um caminhão de mantimentos e veterinários para Nova Friburgo.
Leiam as últimas novidades de nossos amigos no AgapornisBlog

http://www.mariaadelaidesilva.net/agapornis/:
– os aniversários de 3 anos de Genoveva e Luciano
– os desaniversários de Telmo e Edwiges
– os agapornis comendo casca de banana

Como ajudar as vítimas da Região Serrana – de Maria Adelaide segunda-feira, jan 17 2011 

De Maria Adelaide Silva, em 16/01/2011:

 

Pessoal,
Tenho visto uma mobilização muito grande para ajudar as vítimas das chuvas.  Seguem algumas dicas para quem quiser ajudar.
Na 6a feira, fui ao supermercado Pão de Açucar fazer uma compra para doar, pois a rede deles, que inclui Extra, Sendas e Assaí, está levando as doações em seus próprios caminhões. Havia acabado o estoque de água sem gás, todo comprado por pessoas que querem ajudar!  Uma das coisas que comprei foi sardinha, como fonte de proteína. Material de higiene pessoal também está sendo muito necessário, então comprei também sabão de coco, detergente, sabonete, escovas e pastas de dente. Estão pedindo velas e fósforos, pois muitos lugares ainda estão sem luz.
Na feirinha de orgânicos que eu frequento aos sábados, dois feirantes de Nova Friburgo não vieram. Os demais não sabem se pelas condições das estradas e até pela falta de produto (as plantações em toda a região foram bastante atingidas) ou se por algum problema mais grave – estamos torcendo que não.
Sábado fui no Hortifruti e lá também estão fazendo coleta que o próprio Hortifruti está levando. Lá tinha daquelas garrafas grandes de água e comprei duas. O caixa me agradeceu, vejam só, e me contou que os funcionários haviam feito uma coleta para comprar coisas também. Muito legal, pois a gente sabe que eles não têm dinheiro sobrando, mas a solidariedade fala mais alto. Ele me falou que o Hortifruti está levando as doações para que cheguem mais rápido e mais diretamente aos necessitados.
Ainda no sábado, li no Globo Online que ONGs de ajuda aos animais estavam pedindo donativos também, pois há muitos animais abandonados, seja porque seus donos estão em abrigos onde eles não podem ficar, seja porque morreram nos deslizamentos. Fui na pet shop e fiquei surpresa com a quantidade de doações que eles já tinham coletado, numa demonstração da força da comunicação na Internet. Os organizadores haviam avisado que já haviam recebido bastante ração e remédios e pediam outras coisas, como coleiras.
As unidades do SESC, SENAI e SESI estão também recebendo donativos. Aproveitei para dar uma limpa nos armários, doando roupas, sapatos, toalhas, jogos de cama e até dois colchonetes que há anos não são usados. Ainda tem mais coisas que precisam ser lavadas antes de serem doadas.
A Cáritas está recolhendo doações nas igrejas e também nas contas bancárias:
Caixa Econômica Federal (CEF) – Agência 1041 – OP. 003 – Conta Corrente 1490-8
Banco do Brasil – Agência 3475-4 – Conta Corrente 32.000-5.
CNPJ da Cáritas Brasileira: 33.654.419/0001-16
A Cruz Vermelha estava precisando de voluntários para separar as doações recebidas.  Quem puder ajudar, entre em contato:
Tel. 2507-3392 / 2507-3577 – Praça da Cruz Vermelha, 10/12 – Centro
Para ajuda aos animais, as doações podem ser entregues nas pet shops Bicho Bacana, Patas & Penas e Pet Gávea, que estão atuando em parceria com as ONGs Pelo Próximo e Estimação. Também podem ser entregues na SUIPA, que estará levando um caminhão de mantimentos e veterinários para Nova Friburgo. A SUIPA também está recebendo doações em dinheiro na conta:
Banco Itaú – Agência: 0584 – Conta Poupança: 54979-4 / 511 (complemento)
Favorecido: Sociedade União Internacional Protetora Dos Animais – SUIPA
CNPJ 00.108.055/0001-10
Outros locais de entrega de donativos podem ser encontrados aqui:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/chuvas-no-rj/noticia/2011/01/saiba-como-ajudar-os-desabrigados-da-chuva-na-regiao-serrana-do-rio.html
e para os animais:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/chuvas-no-rj/noticia/2011/01/animais-sofrem-com-feridas-e-abandono-na-regiao-serrana-do-rj.html
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Saiba como ajudar as vítimas das chuvas no Rio de Janeiro – MSN Notícias segunda-feira, jan 17 2011 

A próxima inserção será uma mensagem de minha prima Maria Adelaide, um testemunho pessoal e das atitudes coletivas de solidariedade. 

14/1/2011 21:15

Saiba como ajudar as vítimas das chuvas no Rio de Janeiro

Várias localidades no Rio de Janeiro já se engajaram para ajudar as vítimas dos deslizamentos de terra provocados pelas recentes chuvas na Região Serrana do Estado. Shoppings, repartições do governo, ONGs e postos policiais aceitam qualquer tipo de doação. As principais necessidades são água mineral, alimentos não perecíveis (de preferência para pronto consumo), produtos de higiene pessoal, fósforos, isqueiros, velas, roupas, colchões e cobertores.

Os donativos podem ser levados para os seguintes locais:

– Delegacias, postos do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar ou Polícia Rodoviária do Estado do Rio – Ministério Público Estadual (Av. Marechal Câmara, 370 – centro / Das 10h às 17h) – Palácio da Guanabara (Rua Pinheiro Machado, s/n – Laranjeiras) – Cruz Vermelha do Rio (Rua Coronel Bernardino de Melo, 2085 – Nova Iguaçu) e de todo o País – Viva Rio (Rua do Russel, 76 – Glória) – Secretaria de Assistência Social de Petrópolis (Rua Aureliano Coutinho, 81) – Centro de Cidadania de Itaipava (Estrada União Indústria, 11.860 – Petrópolis) – Ceasa Grande Rio (Av. Brasil, 19.001 – Irajá – [21] 2333-8217) – Ceasa São Gonçalo (Rod. Amaral Peixoto, Km 9,5 – Colubandê) – Fiperj Niterói (Alameda São Boa Ventura, 770 – Fonseca) – Repartições de Aruarama e sede da prefeitura (Av. Nilo Peçanha, 352, 2º andar, Centro) – Unidades da Aruarama Solidária (Av. Brasil, 10, 2º andar – Centro) – Sede da Assistência Social de Cabo Frio (Rua Florisbela Roza da Penha, s/n° – Braga – das 8h às 17h) – Sede da Coordenadoria de Serviços de Cabo Frio (Av. Joaquim Nogueira, 271 – São Cristóvão) – Metrô Rio, nas estações: Ipanema-General Osório, Siqueira Campos, Botafogo, Carioca, Glória, Largo do Machado, Catete, Central, Saens Peña, Nova América-Del Castilho e Pavuna – Lojas Americanas do Rio – Lojas do grupo Pão de Açúcar do Rio de Janeiro e Grande São Paulo

Dinheiro: A prefeitura de Teresópolis abriu uma conta corrente para que sejam feitas doações. (Banco do Brasil, agência 0741, C/C 110000-9)

A prefeitura de Nova Friburgo também tem uma conta para receber verba de ajuda da população. (Banco do Brasil, agência 0335-2, C/C 120000-3)

A prefeitura de Areal colocou uma conta para receber ajuda do restante da população (Banco do Brasil, agência 2941-6, C/C 15708-2)

A ONG Viva Rio disponibilizou uma conta para que sejam feitas doações (Banco do Brasil, agência 1769-8, C/C: 411396-9)

O Banco Bradesco também liberou uma conta para receber valores a serem repassados para as vítimas da região Serrana (Fundo Estadual da Assistência Social, agência 6570-6, C/C 2011-7)

A Caixa Econômica Federal abriu uma conta em nome da Defesa Civil para recebimento de verba (Agência 0199, C/C 2011-0 para a operação 006)

O Itaú-Unibanco também colocou uma conta a disposição do governo do Rio, para receber valores aos moradores da Região Serrana (Agência 5673, C/C 00594-7)

As doações também podem ser feitas por meio de instituições como Cruz Vermelha,LBV – Legião da Boa Vontade e a Caritas Brasil(veja mais detalhes)

Sangue: O Ministério Público ainda reforça que há necessidade de doação de sangue para pessoas que estão feridas. (HEMORIO – Rua Frei Caneca, 8, Centro)

Shoppings: Além disso dos pontos de coleta, os centros comerciais da Aliansce, que administra shoppings, também doarão R$ 100 mil em itens de primeira necessidade. “Se os centros de compras de outras regiões do Brasil também desejarem colaborar, serão muito bem vindos”, declarou o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, em nota envidada pela entidade.

– Shopping Iguatemi (Rua Barão de São Francisco – Gloria [21 2577-8777) – Bangu Shopping (Rua Fonseca, 240 – Bangu – [21] 2430-5130) – Carioca Shopping (Av. Vicente de Carvalho, 909 – Vila da Penha – [21] 2430-5120) – Caxias Shopping (Rod. Washington Luiz, 2895 – Duque de Caxias – [21] 2430-5110) – Passeio Shopping (Rua Viúva Dantas, 100 – Campo Grande – [21] 2414-0003) – Santa Cruz Shopping (Rua Felipe Cardoso, 540 – Santa Cruz – [21] 2418-9400) – Shopping Grande Rio (Rod. Presidente Dutra, 4.200 – S.J. de Meriti – [21] 2430-5111) – Via Parque Shopping (Av. Ayrton Senna, 3.000 – Barra da Tijuca – [21] 2430-5100) – Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon – [21] 2430-5122) – PátioMix Costa Verde Shopping (Rod. Rio-Santos, Lote B, Zona Industrial – Itaguaí [21] 3781-8888)

ONGs

A organização não-governamental Visão Mundial (ou World Vision) também se engajou no apoio às vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro. Com o projeto “Espaço Amigável para Crianças” nas áreas atingidas, um local de transição para que a criança tenha uma rotina mínima, com atividades socioeducativas que possam minimizar os traumas causados pelo desastre. Para ajudar, doações podem ser feitas para (Bradesco, Ag. 3206-9, C/C 461.666-9, CNPJ: 18.732.628./0002-28)

Saiba como ajudar as vítimas das chuvas no Rio de Janeiro –  MSN Notícias

Solidariedade – Orientações e cuidados sexta-feira, jan 14 2011 

 

MyHeritage Portugeese Blog


Rio – Janeiro de 2011

Posted: 13 Jan 2011 12:34 PM PST

Janeiro de 2011. Estamos estarrecidos diante da tragédia que caiu sobre o Rio de Janeiro, em uma das mais belas regiões turísticas do Estado. O Brasil inteiro tem assistido atônito as imagens da fúria  da natureza e das perdas humanas e perdas materiais da população atingida.

É hora de ajudar. Nunca falhamos nisto

Nosso blog quer ajudar de alguma forma e durante o dia de hoje estivemos empenhados em conseguir informações que ajudassem você a ajudar os atingidos com a sua solidariedade. As instruções a seguir foram lidas em vários meios de comunicação e agrupadas para facilitar a sua ajuda e a sua solidariedade.

Como Ajudar:

Toda tragédia é dividida em duas partes: A fase da ocorrência e a fase de reconstrução. Estamos ainda na fase de ocorrência e todos os órgãos de auxílio estão empenhados em salvar vidas e socorrer os sobreviventes, e muitos já estão em segurança  e devem receber o auxílio da população.

As imagens comovem e muitas pessoas se perguntam como ajudar, o que mandar, para onde mandar.

Neste momento, ainda não existe a necessidade de envio de dinheiro, esta obrigação é exclusiva do  Estado e se for necessário este órgão deverá providenciar a abertura de uma Conta Bancária Oficial e divulgar em todos os meios de comunicação para que todos possam depositar suas doações. Não doe neste momento dinheiro para ninguém pois ninguém esta autorizado a receber dinheiro em nome das vítimas.

Os Locais: Vários locais estão se mobilizando para coleta de doação, procure as Delegacias de Policia, Prefeituras, Agências do Correio e os diversos supermercados e shopping que estão disponíveis para receber a sua doação.

Doação de bens de necessidades imediatas:

Água : Um dos itens mais necessários. Para doar água é necessário que você doe em embalagens plásticas de 5 ou mais litros, e de preferência na embalagem original do supermercado, em fardo também plástico. Ao escolher o fardo e as embalagens, escolha os mais resistentes e que não estejam sujeitas a se desmontarem durante o transporte. Mande sempre água junto com outras doações, pois a água serve tanto para as vítimas quanto para os inúmeros voluntários que já estão trabalhando.

Alimentos: Os sobreviventes já estão em escolas e abrigos e já dispõem de recursos para fazerem os alimentos, envie alimentos que possam ser cozinhados, e se você pretende enviar carne, faça em fardos de enlatados. Não envie alimentos pré-cozidos ou que dependam de refrigeração. Sempre que você for enviar os alimentos preocupe-se com a segurança da embalagem evitando que seu transporte acarrete em perdas por vazamentos ou furos. Coloque tudo em um saco transparente e passe fita adesiva em volta formando uma cesta de fácil transporte. Não mande saquinho por saquinho.

Colchões, Cobertores e toalhas: Não doe colchões usados. Caso você queira doar colchões, opte pelo colchonete e peça para a loja embalar enrolado para economizar espaço. Um plástico envolvendo o colchonete ajuda bastante a economizar espaço, a não sujar e não molhar. O mesmo procedimento deve ser feito com cobertores, roupas de cama e toalhas. Procure montar um jogo a cada colchonete.

Higiene pessoal: monte em kits individuais com escova, pasta dental, sabonete e outras itens que achar necessário, embale tudo em um saco transparente.

Produtos de Limpeza: Use os mesmos cuidados do transporte de água, não coloque em sacos pretos e se necessário e estes itens não puderem ser identificados a primeira vista, escreva “Material de Limpeza” nas embalagens.

Roupas: Envie as roupas separadas e colocadas em sacolas de supermercado uma a uma, e escreva na sacola “Roupa de Homem- tamanho xx”, “Roupa de criança – Tamanho XX” e escreva com pincel de tinta vermelha para destacar.  Fraldas e roupas de bebê devem ser embrulhadas cuidadosamente com um plástico e adesivadas para evitar qualquer contaminação. Envie junto com roupas de bebê chupetas e mamadeiras.

Não envie brinquedos, embalagens de vidro, móveis, panelas ou remédios. Nesta fase de ocorrência isto não será necessário.

Divulgue estas instruções, ou divulgando o endereço do nosso blog ou por seu email. A internet é uma maiores armas humanitárias já conhecidas.

Caso você conheça mais alguma dica, ou local de doação confiável, coloque em nosso comentário.

Para combater o despotismo, a prepotência, a arrogância, a mania de grandeza segunda-feira, jan 10 2011 

Nada melhor do que rever este anexo em extensão “pps” que recebi da prima Goreti, há muito tempo (foi postado em anexos do Windows Live Spaces) e pode ser encontrado no site “Slideshare”, cujo título é Tempo mágico.

TEMPO MAGICO_Goreti enviou

É ou não é algo de se pedir o autor do texto e o da formatação?

E que tal aos mais espertos da sala, aos prepotentes, aos arrogantes, aos despóticos esta mensagem de Franklin Delano Roosevelt?

The test of our progress is not whether we add more to the abundance of those who have enough; it is whether we provide enough for those who have too little.

Nem tudo se pode ver, ouvir ou dizer – Betty Milan – revista Veja segunda-feira, jan 10 2011 

Da revista Veja, página 92, Editora Abril, edição 2.199 – ano 44 – n.º 02 – 12jan2011

Para outros textos de Betty Millan: www.veja.com/bettymilan

A psicanalista e escritora Betty Milan assina a coluna Consultório Sentimental em VEJA.com. Uma vez por mês, ela publica em Veja um artigo especialmente escrito para a revista impressa.

Um músico me escreve contando que pertence a uma grande orquesta, mas não tem prazer no trabalho por causa dos colegas. Não suporta o despotismo, a vaidade, a prepotência, a arrogância e a mania de grandeza de alguns. O convívio com “egos inflados” é demasiadamente penoso, e ele me pergunta o que fazer.

Eu, que sempre faço a apologia do ato generoso da escuta, sugiro ao músico que faça ouvidos moucos. Lembro que ele tem o privilégio de escutar os sons mais sutis e sabe ouvir o silêncio. Não precisa dar ouvidos ao que não interessa. Inclusive porque egos inflados estão em toda parte e a luta contra eles não leva a nada. Evitar a luta de prestígio é um bem que nós fazemos a nós e aos outros.

Para viver, nem tudo nós podemos ver, escutar ou dizer. Isso é representado, desde a Antiguidade, pelos três macacos da sabedoria. Cada um cobre uma parte diferente do rosto com as mãos. O primeiro cobre os olhos, o segundo, as orelhas e o terceiro, a boca. A representação é originária da China. Foi introduzida no Japão, no século VIII, por um monge budista. A máxima que ela implica é “não ver, não ouvir e não dizer nada de mau”. Foi adotada por Gandhi, que levava sempre consigo os três macaquinhos, o cego, o surdo e o mudo – Mizaru, Kikazaru e Iwazaru.

Eles ensinam a não enxergar tudo o que vemos, não escutar tudo o que ouvimos e não dizer tudo o que sabemos. Noutras palavras, ensinam a selecionar e a conter-se. Isso é decisivo para uma atitude construtiva, mas não é fácil. Somos impelidos a focalizar o que nos prejudica – impelidos por um gozo masoquista ao qual temos de nos opor continuamente. Só a consciência disso permite não sair do caminho em que a vida desabrocha.

Seleção e contenção tornam a existência mais fácil. Desque que não sejam um efeito da repressão, como na educação tradicional, e sim do desejo do sujeito – um desejo vital de se opor às forças do inconsciente que podem nos fazer mal. Isso implica a humildade de aceitar que o inconsciente existe e nós não somos donos de nós mesmos.

A ideia não é nova. Data da descoberta da psicanálise por Freud, no fim do século XIX, mas continua a ser ignorada porque é difícil nos livrarmos do ego. Sobretudo numa sociedade como a nossa, que tanto valoriza, e que não condena a vaidade, a prepotência, a arrogância. Pelo contrário, estimula-as para se perpetuar.

 

Grilos na cabeça e borboletas nos pés – Não ouço! Não vejo! Não falo! segunda-feira, jan 10 2011 

À procura de ilustração dos macacos (não ouço, não vejo, não falo) para a próxima inserção, encontrei esta pérola.

Observem que a ilustração tem crédito.

Arigatô, Samara!

 

Não ouço! Não vejo! Não falo!

Postado por Samara em Nov 7, ’07 8:44 AM para todos

Os três macacos se chamam Iwazaru (não falo o mal), Mizaru (não vejo o mal) e Kikazaru (não ouço o mal) e pregam uma filosofia que vem de uma lenda japonesa.
Segundo ela, durante o sono, três lombrigas malignas chamadas sanshi deixam os corpos das pessoas para relatar aos reinos do céu os pecados que souberam de cada um. Esta filosofia é uma forma de enganar as sanshi, pois se cada pessoa não ouvir, ver ou falar sobre os pecados uma das outras, as sanshi não terão o que denunciar.

Qual a origem daqueles três macacos que um não vê, o outro não escuta e o terceiro não fala?
Os macaquinhos, conhecidos como ‘Três Macacos Sábios’, ilustram a porta do Estábulo Sagrado, um templo do século 17 localizado na cidade de Nikko, no Japão. Sua origem é baseada em um trocadilho japonês. Seus nomes são ‘mizaru’ (o que cobre os olhos), ‘kikazaru’ (o que tapa os ouvidos) e ‘iwazaru’ (o que tampa a boca), que na língua é traduzido como ‘não ouça o mal’, ‘não fale o mal’ e ‘não veja o mal’. A palavra ‘saru’, em japonês, significa ‘macaco’ e tem o mesmo som da terminação verbal ‘zaru’.
O folclore japonês diz que a imagem dos macacos foi trazida por um monge budista chinês, no século 8. Apesar disso, não há comprovação dessa suposição.

Grilos na cabeça e borboletas nos pés – Não ouço! Não vejo! Não falo!

Matéria – Brevíssima história de 40 anos de políticas neoliberais segunda-feira, jan 10 2011 

 Encerro, com esta postagem, a sequencia para entender de onde o neoliberalismo mundial e nacional “descolou” a idéia absolutamente fantástica de os poderes Federal, Estadual e Municipal “tirar o seu da reta”, recolhendo tributos e deixando o usuário dos serviços privatizados ou concedidos no limbo.

Tenho uma amiga que tem alergia, “brotoejas” à expressão “eu sou do bem”, porque, funcionária pública estadual e municipal (concursada efetiva nos dois) tem sofrido as consequencias dos interesses privados e político-partidários dos superiores hierárquicos que costumam dizer que são do bem.

Particularmente, tenho alergia, surgem brotoejas em meu corpo com relação a neoliberal, neoliberalismo, porque, como funcionária pública estadual, concursada e professora titular de cargo efetivo, instintivamente, entendia uma série de medidas dos superiores hierárquicos de Secretaria Estadual de Educação como promoção às escolas particulares, em prejuízo das escolas públicas. Dito e feito: quando o Ensino Fundamental passou a ser apenas de responsabilidade dos Municípios, eu já havia pedido aposentadoria (com um tremendo prejuízo nos rendimentos, porque não aguardei os vinte e cinco anos de titular de cargo efetivo, juntou-se meu tempo de contribuição de INSS e meus quinze anos de efetivo exercício no Magistério Público, que quase somou vinte e nove anos e, hoje, minha aposentadoria incide sobre 75% do salário por jornada parcial) e, assim, não faço mais parte nem da minoria que se aposentará como estadual, porque os professores admitidos depois são funcionários municipais.

Desse modo, o neoliberal comportamento da sociedade brasileira não me “pegou” na aposentadoria como professora estadual, mas na vida particular… infelizmente, sim, em todos os sentidos.

Meus sinceros respeitos a todos que me permitiram poder fazer essas três inserções, pois sem as explicações imparciais contidas nelas, eu não poderia fazer esta introdução, pois li, atentamente, tudo o que foi postado.

Matéria da Editoria:
Economia
10/01/2011

Brevíssima história de 40 anos de políticas neoliberais

Muitos especialistas dizem que a ideologia neoliberal iniciou nos anos 80 com Reagan, Thatcher e a Escola de Chicago. Mas o que tornou possível esse giro na economia política? Que elementos, que novas forças podem explicar essa mudança ideológica e as desigualdades que a seguiram? Como os poderes que tomam decisões políticas foram sendo postos gradualmente nas mãos de um corpo de tecnocratas neoliberais que pontificavam sobre as limitações dos governos? Responder a essas questões passa por reconhecer que este processo durou décadas. O artigo é de Marshall Auerback.

Marshall Auerback – SinPermiso

Data: 04/01/2011

Um assíduo leitor de New Deal 2.0 faz uma aguda questão:
“Há uma questão que nunca consigo responder. Muitos especialistas dizem que a ideologia neoliberal iniciou nos anos 80 com Reagan, Thatcher e a Escola de Chicago. Mas sigo sem entender o que tornou possível esse giro na economia política. Que elementos, que novas forças nos anos 80 podem explicar essa mudança ideológica e as desigualdades que a seguiram?”
Todos esses temas são muito dignos de exploração e eu, quero dizer desde logo, não posso fazer justiça a eles com uma resposta de duas linhas. É melhor recomendar o soberbo livro de Yves Smith, Econned. O livro proporciona uma excelente explicação histórica do modo como algumas teorias infundadas, mas amplamente aceitas, levaram à execução de políticas que geraram o atual estado de coisas. Também ilumina a capacidade dessas filosofias para ressuscitar mesmo quando se acumulam provas conclusivas contra elas. Documenta não só a crescente degradação dos economistas profissionais neoclássicos (e sua concomitante tendência a reduzir a soma da experiência humana a uma série de equações matemáticas), mas também a maneira pela qual fundações muito bem financiadas subvencionaram universidades e think tanks que, por sua vez, legitimaram e validaram essas filosofias charlatanescas.
A ideia de que governos democraticamente eleitos devem servir-se de políticas fiscais discricionárias para contraestabilizar as flutuações do ciclo do gasto público chegou a ser visto como algo muito próximo ao socialismo. Os poderes que tomam decisões políticas foram postos gradualmente nas mãos de um corpo de tecnocratas neoliberais que pontificavam sobre as limitações dos governos e reforçavam as posições fiscalmente pró-cíclicas, ou seja: reforçavam a contração discricionária quando os estabilizadores automáticos levavam a grandes déficits orçamentários como resultado da frágil demanda não-pública.
Essa mudança em nossas políticas públicas foi acompanhada por um processo de tomada de controle dos juristas em uma longa marcha através do poder Judiciário. Foi um esforço patrocinado pelas grandes empresas, centrado exclusivamente no tema da desregulação, e culminou com um esforço titânico para revogar as reformas do New Deal, limitar o poder dos sindicatos e do próprio governo (salvo em matéria de Defesa, cabe assinalar, que organizou seu próprio e formidável exército de lobistas).
Responder a questão colocada por nosso leitor passa por reconhecer que este foi um processo que durou décadas e que veio acompanhado de enormes somas de dinheiro e de vasto exército de forças empresariais, jurídicas e políticas, empenhado em frustrar qualquer alternativa progressista. O processo inteiro ocorreu em um período de aproximadamente 40 anos. Flexibilização da regulação e da supervisão; uma crescente desigualdade que levou às famílias a se endividar para manter o nível de gasto; cobiça e exuberância irracional e liquidez global excessiva: todos esses são sintomas do mesmo problema.
Mas como tudo começou? A análise que o grande economista Hyman Minsky realizou no final de sua vida é particularmente potente, porque permite ver essas mudanças a partir de uma vasta perspectiva histórica. Minsky chamou a situação de saída da II Guerra Mundial de “capitalismo paternalista”. Ela se caracterizava por um “enorme Tesouro público” (cujo custo equivalia a 5% do PIB) dotado de um orçamento que oscilava contraciclicamente a fim de estabilizar a renda, o emprego e os fluxos de lucros; um Banco Central ao estilo de um “enorme banco” que mantinha baixas as taxas de juros e intervinha como emprestador último de recursos; uma ampla variedade de garantias estatais (seguro de depósitos, respaldo público implícito ao grosso das hipotecas); programas de bem estar social (Seguridade Social, ajuda às famílias com filhos dependentes, ajuda médica); estreita supervisão e regulação das instituições financeiras; e um leque de programas públicos para promover a melhoria da renda e a igualdade de riqueza (tributação progressiva, leis de salário mínimo, proteção para o trabalho sindicalmente organizado, maior acesso à educação e à habitação para pessoas de baixa renda).
Além disso, o Estado jogava um papel importante em matéria de financiamento e refinanciamento (por exemplo, a corporação pública para financiar a reforma de imóveis e a corporação pública para o crédito destinado à compra de imóveis) e na criação de um mercado hipotecário moderno para a compra de imóveis (baseado em um empréstimo de tipo fixo amortizável em 30 anos), sustentado por empresas patrocinadas pelo Estado. Minsky reconheceu papel desempenhado pela Grande Depressão e pela II Guerra Mundial na criação de bases para a estabilidade financeira. Nas palavras de Randy Wray:
“A Depressão pulverizou e expulsou o grosso dos ativos e passivos financeiros: isso permitiu às empresas e às famílias saírem com pouca dívida privada. O ciclópico gasto público durante a II Guerra Mundial criou poupança e lucro no setor privado, enchendo os livros de contabilidade com dívida saneada do Tesouro (60% do PIB, imediatamente depois da II Guerra). A criação de uma classe média, assim como o baby boom, mantiveram alta a demanda de consumo e alimentaram um rápido crescimento do gasto público dos estados federados e dos municípios em infraestrutura e em serviços públicos demandados pelos consumidores metropolitanos.
A elevada demanda dos entes públicos e dos consumidores trouxe por sua vez consigo a possibilidade de se cobrir o grosso das necessidades das empresas para financiar o gasto interno, incluindo os investimentos. Assim, durante as primeiras décadas que se seguiram à Segunda Guerra, o capital financeiro desempenhou um papel muito menor. A lembrança da Grande Depressão gerou relutância em relação ao endividamento. Os sindicatos pressionavam e, frequentemente, obtinham mais e mais compensações, o que permitiu o crescimento dos níveis de vida, financiados em sua maior parte somente com a renda dos trabalhadores”.

Na década de 1970 tudo isso começou a mudar, como é bem explicado em Econned. O gasto público começou a crescer mais lentamente que o PIB; os salários ajustados à inflação se estancaram a medida que os sindicatos perdiam poder; a desigualdade começou a crescer e as taxas de pobreza deixaram de cair; as taxas de desemprego dispararam; e o crescimento econômico começou a desacelerar.
Nos anos 70 assistimos também aos primeiros esforços sustentados para fugir das restrições impostas pelo New Deal, a medida que as finanças respondiam para aproveitar as oportunidades. Com o desastroso experimento monetarista de Volcker (1979-82), muitos dos velhos vestígios do sistema bancário estabelecido pelo New Deal foram arrasados.
O rito de inovações se acelerou a medida que foram se adotando muitas práticas financeiras novas para proteger as instituições do risco da taxa de juros. A despeito de todas as apologias feitas sobre os anos de Volcker a frente da Federal Reserve, o certo é que suas políticas de juros altos assentaram as bases do atual sistema financeiro baseado no mercado, incluídas a titulação hipotecária, a inovação financeira na forma de derivativos para cobrir o risco das taxas de juros, assim como muitos dos veículos financeiros “extra contábeis” que proliferaram nas duas últimas décadas. Legislou-se para criar um tratamento fiscal muito mais favorável aos juros, o que, por sua vez, estimulou as compras alavancadas para substituir ativos por dívida (como a tomada de controle empresarial financiada com dívida que seria servida pelos futuros fluxos de receita da empresa assim controlada).
Os excedentes orçamentários dos anos Clinton – outro exemplo de ascendência de uma filosofia neoliberal que fugiu da política tributária e determinou a primazia da política monetária – restringiram a demanda agregada, encolheram as receitas e criaram uma maior dependência da dívida privada como meio de sustentar o crescimento e as receitas. Esse foi claramente facilitado por inovações que ampliaram o acesso ao crédito e mudaram os critérios das empresas e dos lares para definir o nível de endividamento prudente. O consumo conduzia o timão e a economia voltou finalmente aos rendimentos dos anos 60. Regressou o crescimento robusto, agora alimentado pelo déficit do gasto privado, não pelo crescimento do gasto público e da receita privada. Tudo isso levou ao que Minsky chamou de capitalismo dos gestores do dinheiro.
Esse é o contexto histórico básico que veio se desenvolvendo nos últimos 40 anos. E essa é, provavelmente, uma resposta que vai mais além do que nosso amável leitor queria, mas sua questão não é daquelas que possa ser respondida laconicamente.
(*) Marshall Auerback é analista econômico, pesquisador do Roosevelt
Institute, colaborador da New Economic Perspectives e da NewDeal 2.0.
Tradução para SinPermiso: Casiopea Altisench
Tradução para Carta Maior: Katarina Peixoto

Matéria – Brevíssima história de 40 anos de políticas neoliberais

AGÊNCIAS NACIONAIS REGULADORAS – http://www.cosif.com.br/ segunda-feira, jan 10 2011 

Além das siglas e funções, o endereço permite-nos consultar Ministérios, Secretarias de Governo e Conselhos Consultivos.

Dentre as Agências Reguladoras, encontramos estas siglas:

ANA; ANAC; ANATEL; ANCINE; ANEEL; ANP; ANS; ANTAQ; ANTT; ANVISA; ADA/SUDAM; ADENE/SUDENE; AEB; BACEN; CVM; SUSEP; PREVIC e pode-se acessar cada uma delas.

AGÊNCIAS NACIONAIS REGULADORAS – http://www.cosif.com.br/

Agências reguladoras – por Adriana Carneiro Monteiro – Revista Jus Navigandi segunda-feira, jan 10 2011 

Agências reguladoras

http://jus.uol.com.br/revista/texto/8328

Publicado em 04/2006

Adriana Carneiro Monteiro

Introdução

            A figura jurídica das agências reguladoras insere-se no quadro de reestruturação do Estado Brasileiro, resultado de uma tendência à supressão do regime burocrático de exercício da atividade administrativa, em favor de uma conduta gerencial, em que se encontram privilegiadas a transparência, a eficiência e a celeridade dos atos administrativos, com significativas mudanças em toda a política de atuação do Estado na economia e na sociedade.

            Um modelo de administração gerencial pressupõe uma instituição com seus corpos diretivo e funcional comprometidos com a missão institucional, orientados para a efetividade dos resultados da atuação organizacional e para a valorização dos recursos públicos disponíveis, visando ao alcance de resultados específicos.

            Inseridas na sistemática constitucional brasileira há aproximadamente uma década [01], os entes reguladores ocupam papel de destaque no palco das discussões jurídicas atuais, particularmente quando a tônica se reveste de caráter constitucional.


Agências Reguladoras Nacionais

Inserção dos entes reguladores na Ordem Econômica Constitucional

            Muito embora a Constituição Federal tenha consagrado a idéia de uma economia descentralizada, de mercado, conferiu autorização ao Estado para intervir no domínio econômico como agente normativo e regulador, com vistas a exercer as funções de fiscalização, incentivo e planejamento indicativo ao setor privado, uma vez observados os princípios constitucionais da ordem econômica, esculpidos no art. 170 da Carta Magna.

            Destaque-se, entre tais preceitos, o da livre concorrência, apresentada como manifestação da liberdade de iniciativa, em favor da qual a Constituição estatui que a lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados, à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros, na forma do art. 173, § 4°, da Lei Maior. Reconhece-se, destarte, o poder do Estado de intervir em casos em que o poder econômico esteja sendo utilizado de maneira abusiva ou anti-social, maculando a livre economia de mercado.

            De fato, as transformações advindas da reforma administrativa do Estado exigiram a formulação de um novo modelo estatal, em bases gerenciais, no qual o Estado assume funções marcadamente regulamentadoras, mantendo como objetivo privilegiado a promoção da concorrência entre agentes privados, levada a efeito, primordialmente, sob a nova ótica, pelas agências reguladoras.

            Foi somente a partir de 1990, com a abertura da economia brasileira, que a regulação da concorrência e a proteção dos mercados passaram a assumir maior importância jurídica e econômica, funcionando o Estado como fiscalizador e orientador de atividades econômicas competitivas caracterizadas constitucionalmente como serviço público em razão de política legislativa.

            O papel das agências reguladoras, nesta senda, é o de realizar o equilíbrio dos contratos de serviço, monitorando o processo de negociação contratual entre os prestadores do serviço e os usuários do mesmo, agindo, neste contexto, como um terceiro imparcial que controla a relação de consumo do serviço público, com o nítido escopo de harmonizar os interesses opostos, concretizando, desta maneira, a função estatal nos setores objeto de regulação.


Características das agências reguladoras no Brasil

            A criação das agências reguladoras brasileiras objetiva o atendimento da função de regulação social, voltada a assegurar ao administrado o pleno exercício de seus direitos, sem que fique à mercê do poder econômico detido pelas prestadoras dos serviços.

            As referidas agências foram criadas como autarquias sob regime especial, considerando-se este como o conjunto de privilégios específicos que a lei outorga à entidade para a consecução de seus fins. No caso das agências reguladoras até agora criadas no âmbito da Administração Federal, esses privilégios caracterizam-se basicamente pela independência administrativa, fundamentada na estabilidade de seus dirigentes (mandato fixo), autonomia financeira (renda própria e liberdade de sua aplicação) e poder normativo (regulamentação das matérias de sua competência).

            Diogo de Figueiredo Moreira Neto, citando o administrativista francês Guy Braibant, elenca a tríade de vantagens que permeiam o instituto em foco – a vantagem política, a técnica e a fiscal, na seguinte medida:

            “A vantagem política reside na abertura da participação ao administrado, propiciando um clima de colaboração intenso e benéfico, aumentando, em conseqüência, a legitimidade das decisões da entidade intermédia. A vantagem técnica está na despolitização de inúmeras decisões que, em vez de serem tomadas por indivíduos das áreas política ou burocrática, descomprometidos pessoalmente com os resultados, no sentido do que não são por eles atingidos, passam a ser negociadas pelos grupos sociais mais diretamente interessados, evitando posturas políticas, ideológicas, teorias esdrúxulas, experiências desastrosas e as indefectíveis generalizações fáceis. A vantagem fiscal, por fim, está no fato de que esses entes de cooperação podem vir a ser criados sem gerar novos ônus para o Estado, prescindindo de novos tributos para custeá-los, uma vez que os recursos necessários para mantê-los e desenvolver-lhes as atividades, podem vir a ser cobrados de todos os diretamente beneficiados”.

[02]

            Em função da natureza dos serviços regulados, tais entes possuem aspectos comuns e específicos, entre os quais merecem destaque:

            – os administradores possuem mandato, só podendo ser destituídos por condenação judicial transitada em julgado, improbidade administrativa ou descumprimento injustificado das políticas estabelecidas para o setor ou pelo contrato de gestão;

            – nomeação dos dirigentes pelo Presidente da República, com prévia aprovação dos nomes pelo Senado Federal, nos termos do art. 52, III, ‘f ’, da Constituição da República;

            – edição de normas sobre matérias de sua competência;

            – vedação ao ex-dirigente, até um ano depois de deixar o cargo, de representar qualquer interesse perante a agência, ou de prestar serviços a empresas sob sua regulamentação;

            – recursos próprios oriundos de taxa de fiscalização ou de autorizações específicas relativas às suas atividades;

            – declaração de utilidade pública, para fins de desapropriação ou servidão administrativa, das áreas necessárias aos concessionários, permissionários e autorizados de energia elétrica (ANEEL). [03]

            Hely Lopes Meirelles salienta que:

            “a autarquia, sendo um prolongado do Poder Público, um longa manus do Estado, executa serviços próprios do Estado, em condições idênticas às dos Estado, com os mesmos privilégios da Administração-matriz e passíveis dos mesmos controles dos atos constitucionais. O que diversifica a autarquia do Estado são os métodos operacionais, que permitem maior flexibilidade de atuação, com possibilidade de decisões rápidas e ações imediatas”.

[04]


Questões Constitucionais

Poder Regulador e Poder Regulamentar

            Cumpre-nos destacar, posto que de fundamental importância ao presente estudo, a diferença entre a função reguladora do Poder Executivo e sua função regulamentar.

            Maria Sylvia Zanella Di Pietro, com bastante propriedade, preleciona:

            “‘Regular’ significa estabelecer regras, independentemente de quem as dite, seja o Legislativo ou o Executivo, ainda que por meio de órgãos da Administração direta ou entidades da Administração indireta. Trata-se de vocábulo de sentido amplo, que abrange, inclusive, a regulamentação, que tem um sentido mais estrito.(…) Regulamentar significa também ditar regras jurídicas, porém, no direito brasileiro, como competência exclusiva do Poder Executivo. Perante a atual Constituição, o poder regulamentar é exclusivo do Chefe do Poder Executivo (art. 84, IV), não sendo incluído, no parágrafo único do mesmo dispositivo, entre as competências delegáveis” [05].

            A partir dessas constatações, pode-se afirmar que a função reguladora do Poder Executivo subsume-se à estipulação de regras, por quaisquer de seus órgãos e pelos mais diversos meios, e não apenas à edição de regulamentos, por parte de seu chefe, podendo, ainda, ser exercida pelos órgãos da administração direta (através da edição de atos, resoluções, portarias, circulares, deliberações e regimentos), bem como pelos órgãos da administração indireta, que também podem exercitar uma parcela da função de regulação confiada ao Poder Executivo (exemplos desta última categoria são, sem dúvida, as agências reguladoras, definidas como autarquias de regime especial).

            De bom alvitre ressaltar que a administração, como integrante do Estado, está, portanto, obrigada ao atendimento do disposto no artigo 174, da Constituição, que dispõe, in verbis: “Como agente normativo e regulador da atividade econômica, o Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento, sendo este determinante para o setor público e indicativo para o setor privado”.

            J. J. Gomes Canotilho [06], ao tratar de uma nova perspectiva jurídica por ele denominada regulática, assim dispõe:

            “O ponto de partida da regulática é, tendencialmente, este: as mudanças estruturais da sociedade tornam clara a necessidade de o direito não ser considerado como regulador heterônomo de relações sociais, mas como instrumento de trabalho para auto-regulação das relações sociais. Conseqüentemente, o problema das fontes de direito deve ter em consideração não apenas as questões tradicionalmente ligadas às regulações legais, mas também normações jurídicas de qualquer gênero, como, por exemplo, contratos, sentenças, convenções colectivas de trabalho, normas privadas das empresas e de associações (ex.: federações desportivas) e até o ‘direito achado na rua’. Numa palavra: tem de tomar em conta o complexo processo juris-sociológico de produção do direito. Além disso, uma compreensão moderna (rectius: pós-moderna) das fontes de direito deve também responder às mudanças das estruturas sociais num sentido individualizante, e, por isso, causadoras de modelos de regulação flexíveis. (…). Independentemente dos postulados teóricos e políticos da regulática, é inegável que não existe um monopólio estatal de normação constitucionalmente consagrado. Pelo contrário: vários preceitos constitucionais apontam para a necessidade de desconcentração e descentralização da regulação jurídica (…)”.

            Dessa forma, os regulamentos das agências reguladoras apareceriam como manifestação de um poder normativo descentralizado.


Poder Normativo, Princípios da Separação dos Poderes e da Legalidade

            O poder normativo das agências reguladoras brasileiras tem sido largamente questionado, tanto a nível doutrinário quanto jurisprudencial, ao contrário da tendência geral verificada em países como Estados Unidos e França, em que tal discussão, embora ocorrente, não alcança o patamar aqui observado.

            Abordagem deste jaez conduz-nos ao debate acerca da constitucionalidade das agências reguladoras, assunto que tem merecido amplas e aprofundadas considerações, em lados opostos: uma parte da doutrina entende ferirem as agências os princípios da legalidade e da separação dos poderes, enquanto um posicionamento vanguardista permite uma mitigação destas concepções.

            Quanto ao princípio da separação dos poderes, impende ressaltar a relevância que a matéria apresenta, uma vez considerada a agência reguladora como ente aglomerador de funções típicas dos 3 Poderes: Executivo, quando da fiscalização e controle do cumprimento das normas editadas; Legislativo, em face da formulação normativa; e Judiciário, no que pertine à aplicação de reprimendas em casos de descumprimento das regras por elas impostas.

            Na esfera internacional, há diferentes abordagens acerca da independência dos entes reguladores na França e nos Estados Unidos. No primeiro país, tendo em vista a existência do contencioso administrativo, somente ao qual se submetem as questões administrativas, surge a discussão sobre qual a jurisdição a que devem se submeter as autoridades administrativas independentes, na consideração de que sua submissão ao Judiciário poderia caracterizar uma ofensa ao princípio da separação de poderes.

            Em contrapartida, nos Estados Unidos, ainda que a questão da separação de poderes seja relevante, os debates não se circunscrevem a este aspecto, pois não há qualquer dúvida de que as agências reguladoras submetem-se ao controle judicial. Na federação americana, a questão principal, cuja importância decorre do caráter pragmático que marca aquela sociedade, é a que diz respeito ao due process of law (devido processo legal), ou seja, às questões concernentes à eqüidade e à imparcialidade devida aos litigantes e da oportunidade de um recurso judicial. Saliente-se, ademais, que, nos Estados Unidos, a Suprema Corte já afastou a incompatibilidade entre a concentração das funções das commissions com o preceito da separação dos poderes, com a condição de que sejam tais funções exercidas em consonância com o devido processo legal, este, de fato, o princípio norteador do procedimento judicial americano.

            No Brasil, todavia, constituindo-se as agências reguladoras em autarquias, ainda que de “regime especial”, sua função reguladora, em um primeiro exame, deveria ser limitada à expedição de atos estabelecendo regras gerais e abstratas de conduta, sempre de alcance limitado ao âmbito de atuação do órgão expedidor, exceção podendo ser feita à ANP (Agência Nacional do Petróleo) e à ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), cuja previsão constitucional poderia ser interpretada como autorizadora da expedição de normas inovadoras do ordenamento jurídico.

            Nesse diapasão, já vaticinou, inclusive, o Supremo Tribunal Federal, quando, no julgamento da Medida Cautelar da Ação Direta de Inconstitucionalidade n.° 1.668-DF, ocorrido em 8 de outubro de 1997, e noticiado no Informativo do STF nº 87 (6 a 10.10.97), deferiu o pedido cautelar para suspender a aplicabilidade da expressão “nos termos por ela regulados”, constante do artigo 119 da Lei 9.472/97, que criou a ANATEL (“A permissão será precedida de procedimento licitatório simplificado, instaurado pela Agência, nos termos por ela regulados”).

            No mesmo julgamento, assim se decidiu:

            “(…) o Tribunal, vencido o Min. Moreira Alves, deferiu, em parte, a cautelar quanto aos incisos IV e X do art. 19, para, sem redução de texto, dar interpretação conforme à Constituição Federal, com o objetivo de fixar exegese segundo a qual a competência da Agência para expedir normas subordina-se aos preceitos legais e regulamentares que regem a outorga, prestação e fruição dos serviços de telecomunicações no regime público e no regime privado. Também quanto ao inciso II do art. 22 (“Compete ao Conselho Diretor: II – aprovar normas próprias de licitação e contratação”), vencido o Min. Moreira Alves, deferiu-se, em parte, para dar-lhe interpretação conforme à Constituição Federal, fixando a exegese segundo a qual a competência do Conselho Diretor fica submetida às normas gerais e específicas de licitação e contratação previstas nas respectivas leis de regência”.

            Por outro lado, a mesma Colenda Corte, quando do julgamento da ADIN n.° 1949-0, em que o Governo do Estado do Rio Grande do Sul questionava a constitucionalidade de dispositivos da Lei Estadual n. 10.931/97 [07], criadora da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (AGERGS), decidiu pelo reconhecimento do perfil independente da agência, sinalizando tanto a possibilidade jurídica quanto as vantagens políticas dessa independência.

            As decisões transcritas ilustram a discrepância de opiniões que a matéria suscita, quadro este reiterado a nível doutrinário, onde a dicotomia persiste.

            Enquanto abalizados doutrinadores posicionam-se no sentido da limitação do poder normativo das agências reguladoras, restringindo-o às matérias que dizem respeito única e exclusivamente aos respectivos contratos de concessão [08], outros se manifestam pelo reconhecimento amplo desse poder, merecendo destaque a Teoria dos Ordenamentos Setoriais, minuciosamente explanada, na doutrina pátria, por Alexandre Santos de Aragão que, ao tratar da delegificação normativa justificadora da função regulatória das agências, assim dispõe:

            “Não há qualquer inconstitucionalidade na delegificação, que não consistiria propriamente em uma transferência de poderes legislativos, mas apenas na adoção, pelo próprio legislador, de uma política legislativa pela qual transfere a uma outra sede normativa a regulação de determinada matéria. (…). Com efeito, devemos observar que o Poder Legislativo, em face da complexidade, dinamismo e tecnização da sociedade, tem distinguido os aspectos políticos dos de natureza preponderantemente técnica da regulação social, retendo os primeiros, mas, consciente das suas naturais limitações, transpassando a outros órgãos ou entidades, públicas ou privadas, a normatização de cunho marcadamente técnico”

. [09]

            Ao amparo da doutrina amplexada, convém aduzir o caráter teleológico do princípio da independência entre os Poderes, surgido como instrumento de repressão ao abuso de autoridade, assertiva aliada, ainda, à consideração acerca da harmonia entre os poderes, corolário que permite o exercício, por qualquer dos poderes, de funções típicas dos demais.

            Outro ponto bastante discutido em sede de aferição da constitucionalidade das agências diz respeito ao princípio da legalidade, notadamente no que se refere aos atos normativos por elas expedidos.

            Para Diogo de Figueiredo Moreira Neto, o poder regulador das agências deriva da denominada deslegalização, entendida como uma técnica de delegação pela qual o órgão competente para normatizar determinada matéria delega a outras entidades normativas, de cunho marcadamente técnico, a possibilidade de regulá-la por seus próprios atos, em manifestação de autonomia [10]. Diferencia o autor as escolhas técnicas das marcadamente político-administrativas, incidindo apenas sobre as primeiras a delegação legislativa. Tal posicionamento contrasta, no entanto, com o encontrado na doutrina clássica, que vê na noção de deslegalização uma ofensa à reserva da lei e ao princípio da indisponibilidade do poder legiferante.


Conclusão

            A nova visão da atuação do Estado no meio econômico, diminuindo sua participação direta na prestação de serviços, impõe, por outro lado, o fortalecimento de sua função reguladora e fiscalizadora, em um processo de reestruturação administrativa, que vise ao controle eficiente das empresas prestadoras de serviços de natureza eminentemente pública.

            Uma das formas primordiais de manifestação das agências, e que justifica seu delineamento, encontra-se na busca do equilíbrio entre o poder concedente, o concessionário e o usuário, de forma a se privilegiar o interesse público aí incidente. Para o desempenho de tal mister, são tais autarquias de regime especial dotadas de autonomia funcional, administrativa e financeira, e, em prol do atendimento ao sistema de freios e contrapesos, sujeitas, de outra parte, ao controle de metas e desempenho, bem como à avaliação periódica dos resultados, pelo respectivo Ministério a que se encontram vinculadas por meio do contrato de gestão.

            No decorrer da abordagem desenvolvida, procurou-se delimitar as calorosas discussões que se travam em torno das questões constitucionais relativas aos entes reguladores, especialmente no campo de seu poder normativo, ponto fulcral das maiores controvérsias. Isso porque, em face da concentração de poderes a cargo das agências, questiona-se se tal constatação não configuraria uma violação ao princípio da separação dos poderes, bem como ao preceito de legalidade, pressupostos de qualquer democracia. Esta, entretanto, não é a conclusão que nos afigura mais plausível.

            Com efeito, diante das profundas alterações sociais, políticas e econômicas da realidade mundial, não há que se cogitar da manutenção da concepção clássica do princípio da separação dos poderes. De fato, entende-se hoje que a divisão tripartite, concebida por Montesquieu, não pode mais imperar de maneira rígida, alheia às transformações históricas em todos os segmentos sociais, com aprofundados reflexos na seara jurídica.

            Pode-se inclusive aferir que a concentração de atribuições pelas agências reguladoras, favorecendo a amenização da acumulação de competências na Administração direta, aliada à regulação das atividades econômicas, antes de ferir o princípio da separação dos poderes, contribui para sua concretização, não no campo meramente formal, mas no aspecto substancial de garantia eficaz da segurança jurídica e proteção da coletividade, que se constituem pressupostos justificadores do próprio princípio em menção.

            Quanto ao aspecto de legalidade, questionamento sempre ínsito das controvérsias acerca da constitucionalidade dos entes regulatórios, reitere-se a impropriedade da apreciação restrita ao campo do processo legislativo em sentido estrito, ignorando-se as modernas teorias justificadoras do poder normativo dos entes de regulação, de modo a negar-lhe credibilidade jurídica. A esse respeito, convém lembrar, por oportuno, a Teoria dos Ordenamentos Setoriais, exposta, na doutrina pátria, pelo jurista Alexandre Santos de Aragão [11], que dispõe clara distinção entre as esferas política e técnica da tomada de decisões, caracterizando a delegificação, viabilizadora da constitucionalidade do poder normativo das agências, não como transferência de poderes legislativos, mas como simples adoção de uma política de delegação permitida, da sede normativa originária à sede delegatária, restrita à competência para legislar acerca de determinada matéria, notadamente de ordem técnica.

            Como restou demonstrado no curso da presente pesquisa, tal entendimento, na doutrina internacional, é capitaneado por expoentes como J. J. Gomes Canotilho, acerca do que denomina regulática, fruto de um ‘complexo processo juris-sociológico de produção do direito’, nos seguintes termos: “uma compreensão moderna (rectius: pós-moderna) das fontes de direito deve também responder às mudanças das estruturas sociais num sentido individualizante, e, por isso, causadoras de modelos de regulação flexíveis. (…). Independentemente dos postulados teóricos e políticos da regulática, é inegável que não existe um monopólio estatal de normação constitucionalmente consagrado. Pelo contrário: vários preceitos constitucionais apontam para a necessidade de desconcentração e descentralização da regulação jurídica” [12].

            Muitas, entretanto, são as dificuldades encontradas por tais agências no plano concreto da materialização das prerrogativas institucionais de que foram incumbidas, em clara demonstração de que, apesar dos avanços, os mecanismos de controle, proteção e garantia de satisfação do usuário de serviços públicos delegados ainda necessitam de largo aprimoramento.


Referências

            ARAGÃO, Alexandre Santos de. As Agências Reguladoras Independentes e a Separação de Poderes – uma Contribuição da Teoria dos Ordenamentos Setoriais. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2001. Ano 90, Vol. 786.

            ___________________________. O poder normativo das agências reguladoras independentes e o Estado Democrático de Direito. Revista de Informação Legislativa. Ano 37. nº 148. Brasília: Secretaria Especial de Editoração e Publicações do Senado Federal, out./dez. 2000.

            DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 13 ed. São Paulo: Atlas, 2001.

            ___________________________. Parcerias na Administração Pública. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1999.

            FONSECA, João Bosco Leopoldino da. Direito Econômico. 3 ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2000.

            FURTADO, Celso. O longo amanhecer: reflexões sobre a formação do Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.

            GASPARINI, Diógenes. Direito Administrativo. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2000.

            GRAU, Eros Roberto. A Ordem Econômica na Constituição de 1988. 4 ed. rev. e atual. São Paulo: Malheiros, 1998.

            MEDAUAR, Odete. Direito Administrativo Moderno (de acordo com a EC 19/98). 4 ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2000.

            MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. 26 ed. São Paulo: Malheiros, 2001.

            ______________________. Curso de Direito Administrativo. 12 ed. São Paulo: Malheiros, 2000.

            MOREIRA NETO, Diogo de Figueiredo. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Natureza Jurídica, Competência Normativa, Limites de Atuação. Revista de Direito Administrativo. Vol. 215. Rio de Janeiro, jan./mar. 1999.

            ________________________________. A Independência das Agências Reguladoras. BDA – Boletim de Direito Administrativo. Jun/2000.

            ________________________________. Agências Reguladoras (descentralização e deslegalização). In. Mutações do Direito Administrativo. 2 ed. atual. e ampl. Rio de Janeiro: Renovar, 2001.


Notas

            01

A previsão constitucional de criação do primeiro órgão regulador para os serviços de telecomunicações deu-se em 1995, através da Emenda Constitucional n.° 8, que reformulou o art. 21, XI da CF/88. A primeira agência reguladora brasileira, a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL foi instituída em 1996, pela Lei nº 9.427.

            02

Diogo de Figueiredo Moreira Neto. Agências Reguladoras (descentralização e deslegalização). In. Mutações do Direito Administrativo, pp. 161/162.

            03

Hely Lopes Meirelles. Direito Administrativo Brasileiro, p. 336.

            04

Ibidem.

            05

Maria Sylvia Zanella di Pietro.Direito Administrativo, p. 140/141.

            06

J. J. Gomes Canotilho. Direito Constitucional e Teoria da Constituição, pp. 682/683.

            07

Na sua redação originária e na redação que lhe conferiu o art. 1° da Lei Estadual n.° 11.292/98.

            08

Notadamente os ensinamentos de Maria Sylvia Zanella di Pietro (In. Direito Administrativo, p. 392) e Pedro Dutra (In. O poder Regulamentar dos órgãos Reguladores. RDA, V. 221, p. 250).

            09

Alexandre Santos de Aragão. As Agências Reguladoras Independentes e a Separação de Poderes – uma Contribuição da Teoria dos Ordenamentos Setoriais, pp. 51/53.

            10

Diogo de Figueiredo Moreira Neto. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Natureza Jurídica. Competência Normativa. Limites de Atuação. In. Revista de Direito Administrativo, Vol. 215, jan./mar, 1999, p. 77/79.

            11

Alexandre Santos de Aragão. As Agências Reguladoras Independentes e a Separação de Poderes – uma Contribuição da Teoria dos Ordenamentos Setoriais, pp. 51/53.

            12

J. J. Gomes Canotilho. Op. Cit., pp. 682/683.

Sobre o autor
Como citar este texto: NBR 6023:2002 ABNT

MONTEIRO, Adriana Carneiro. Agências reguladoras. Jus Navigandi, Teresina, ano 11, n. 1033, 30 abr. 2006. Disponível em: <http://jus.uol.com.br/revista/texto/8328>. Acesso em: 10 jan. 2011.

Agências reguladoras – Revista Jus Navigandi

MyHeritage Portugeese Blog – Crianças… segunda-feira, jan 10 2011 

 

MyHeritage Portugeese Blog


Criança tem cada uma.

Posted: 06 Jan 2011 07:05 AM PST

Logo depois no Natal, li o  comentário de uma grande amiga que reportava as peripécias dela e do marido na tentativa de tirar a chupeta de sua filhinha Sophia. A estratégia usada pelo casal foi, durante os dias que antecediam ao Natal, prepararem a “vitima” com a ideia de que na noite de Natal o Papai Noel ou Pai Noel iria trocar a chupeta por um brinquedo.

Na manhã de Natal, Sophia chamou a mãe e disse: O papai noel roubou minha chupeta. Nem adianta procurar, mamãe.

Na mesma hora que eu vi o comentário pensei comigo onde levaria esta frase e não deu outra coisa. Vários comentários depois já tinha gente pedindo para a mãe chamar a polícia. A princípio eu defendi o Papai Noel, mas depois pedi para chamarem pela polícia também.

Crianças só nos fazem sorrir, em sua ingenuidade e pureza de coração.

As citações que elas fazem são lembranças inesquecíveis que agora você pode fazer a sua coletânea e colocar em sua árvore e guardar para sempre  estes momentos de filhos e dos netos e para que você veja algumas das mais incríveis respostas dadas pelas crianças quando questionadas em “O que é o Amor?”, leia as verdadeiras pérolas que encontramos no site Portal da Família

“Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos” – Mathew, 6 anos

“Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite” – Rebecca, 8 anos

“Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras” – Lauren, 4 anos

“Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo” – Tommy, 6 anos

“Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente” – Billy, 4 anos

“Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela” – Chrissy, 6 anos

“Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, para ter certeza que está do gosto dele” – Danny, 6 anos

“Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta” – Bobby, 5 anos

“Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda” – Samantha , 7 anos

“Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de deus, mas o amor de deus junta os dois” – Jenny, 4 anos

“Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford” – Chris, 8 anos

“Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo” – Cindy, 8 anos

“Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não” – Patty, 8 anos

“Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro” – Mary Ann, 4 anos

“Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor” – Max, 5 anos”.

Sugestão enviada por Sonia de Abreu pelo Facebook

YouTube – Catedral de Colonia quinta-feira, jan 6 2011 

 

O destino dos três Reis Magos quinta-feira, jan 6 2011 

Figuras carismáticas do cristianismo, os três Reis Magos (que podem ter sido quatro) continuam a protagonizar inúmeras manifestações religiosas (no Brasil, inclusive) e, na tentativa de segui-los (atenção, não com intuito de desmistificá-los) encontramos algumas citações, como nesta abaixo: 

“Um escrito do calendário dos santos da época medieval impresso no Colégio de Colônia lê : ‘Tendo passado muitos problemas e muito cansados os três homens sábios se encontraram em Sewa (Sebaste em Armênio) no ano de 54 DC para celebrar a festa do Natal. Assim após a celebração da missa eles morreram: São Melchior com 116 anos em 11 de janeiro, São Baltazar em 6 de janeiro com 112 anos e São Gaspar em 11 de janeiro com 109 anos.  A Martirologia Romana também lista estas datas como as respectivas festas dos magos’.
Sua festa é celebrada no dia 06 de janeiro.
NR:
As relíquias dos três homens sábios, ou três reis magos, foram dadas ao Arcebispo Von Dassel em 1165 que as levou para Colonha [Colônia], Alemanha e construiu um santuário para elas. O santuário tornou-se local de peregrinação desde então. Estariam hoje na Catedral de Colonha [Colônia], Alemanha.
Estudos mais acurados mostram que eles eram astrônomos e sem dúvida sábios (magos significava homens de grande sabedoria) e eram de origem real. Provavelmente, vieram da Pérsia ou da Arábia visto que a Mirra e Frankincenso eram plantas originárias daquela região. Alem disso, quando se falava homens do oriente ou homens do leste siginificava vindos da Arábia”.

Fonte: Igreja de Santos Reis

É possível encontrar, no YouTube, diversos vídeos, sob o título de busca “Tumba dos Três Reis Magos”, nos quais podemos admirar a Catedral de Colônia, na Alemanha, bem como o receptáculo em que, supostamente, encontram-se as relíquias dos três Reis Magos.

A propósito disso, ainda sem intenção de desmistificar, pois a simbologia da homenagem de três homens sábios, certamente astrônomos, que seguiram a estrela até Belém, para homenagear Jesus (embora haja uma passagem das Escrituras que comenta que essa visita teria acontecido quando Jesus já não estava mais em Belém e que teria dois anos de idade) é tão forte e presente que, dois mil anos depois, ainda são alvos de respeito, cito algumas colocações de um texto da revista Veja, de 21abr1999, que pode ser lido, na íntegra, em http://veja.abril.com.br/210499/p_070.html sob o título Pedaços de fé:

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Situadas num campo fronteiriço entre a fé e a superstição, as relíquias são encaradas com muita cautela pela Igreja. Com o propósito de evitar abusos, o Vaticano instituiu uma espécie de selo de autenticidade para as relíquias dos santos e para as de Cristo. Mas em muitos casos prefere não se intrometer para não ferir suscetibilidades. A Catedral de Colônia, na Alemanha, por exemplo, abriga a suposta tumba dos três reis magos, os peregrinos que segundo as Escrituras visitaram a sagrada família por ocasião do nascimento de Jesus em Belém: “Sabemos que nem reis eles eram e é pouco provável que seus restos mortais estejam realmente na igreja”, dis o historiador monsenhor Maurílio César de Lima. Na Igreja de Santa Maria Maior, em Roma, reside outra relíquia de origem ainda mais nebulosa, as tábuas da manjedoura onde Jesus foi colocadoao nascer. Uma delas contém inscrições em grego do século VIII. Mesmo sem confirmação de autenticidade, esse pedaço do presépio atrai a atenção de milhares de fiéis”.

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A Família Católica: DIA DOS REIS MAGOS quinta-feira, jan 6 2011 

 

DIA DOS REIS MAGOS

06 DE JANEIRO – DIA DOS REIS MAGOS

Os Três Reis Magos ou simplesmente “Os Magos”, a que a tradição deu os nomes de Melchior, Baltazar e Gaspar, são personagens da narrativa cristã que visitaram Jesus após o seu nascimento (Evangelho de Mateus). A Escritura diz “uns magos”, que não seriam, portanto, reis nem necessariamente três mas, talvez, sacerdotes da religião zoroástrica da Pérsia ou conselheiros. Como não diz quantos eram, diz-se três pela quantia dos presentes oferecidos.
Talvez fossem astrólogos ou astrónomos, pois, segundo consta, viram uma estrela e foram, por isso, até a região onde nascera Jesus, dito o Cristo. Assim os magos, sabendo que se tratava do nascimento de um rei, foram ao palácio do rei Herodes em Jerusalém. Perguntaram-lhe sobre a criança mas ele disse nada saber. No entanto, Herodes alarmou-se e sentiu-se ameaçado e pediu aos magos que, se encontrassem o menino, o informassem, pois iria adorá-lo também, embora suas intenções fossem a de matá-lo.
A estrela, conta o evangelho, precedia-os e parou sobre o local onde estava o menino Jesus. “E vendo a estrela, alegraram-se eles com grande e intenso júbilo” (Mt 2, 10). Os Magos ofereceram três presentes ao menino Jesus, ouro, incenso e mirra, cujo significado e simbolismo espiritual é, juntamente com a própria visitação dos magos, um resumo do evangelho e da fé cristã, embora existam outras especulações respeito do significado das dádivas dadas por eles: o ouro pode representar a realeza (eles procuravam o “Rei dos Judeus”); o incenso pode representar a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus; a mirra, resina antiséptica usada em embalsamamentos desde o Egipto antigo, remete-nos para o género da morte de Jesus, o martírio, sendo que um composto de mirra e aloés foi usado no embalsamamento de Jesus (João 19, 39 e 40).
“Sendo prevenidos em sonhos a não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra” (Mt 2, 12). Nada mais a Escritura diz sobre essa história cheia de poesia, não havendo também quaisquer outros documentos históricos sobre eles.
A melhor descrição dos reis magos foi feita por São Beda, o Venerável (673-735), que no seu tratado “Excerpta et Colletanea” assim relata: “Melchior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltazar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”.
Quanto a seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspecionar”, Melchior quer dizer: “Meu Rei é Luz”, e Baltazar se traduz por “Deus manifesta o Rei”.
Como se pretendia dizer que simbolizavam os reis de todo o mundo, representariam as três raças humanas existentes, em idades diferentes. Segundo a mesma tradição, Melchior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza; Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade; e Baltazar, mirra em reconhecimento da humanidade.
A exegese vê na chegada dos reis magos o cumprimento a profecia contida no livro dos Salmos (Sl. 71, 11): “Os reis de toda a terra hão de adorá-Lo”.
Devido ao tempo passado até que os Magos chegassem ao local onde estava o menino, por causa da distância percorrida e da visita a Herodes, a tradição atribuiu à visitação dos Magos o dia 6 de Janeiro. Algumas Conferências Episcopais decidiram, contudo, celebrar a festa da Epifania no primeiro domingo de Janeiro (quando não coincide com o dia 1)
Devemos aos Magos a troca de presentes no Natal. Dos presentes dos Magos surgiu essa tradição em celebração do nascimento de Jesus. Em diversos países a principal troca de presentes é feita não no Natal, mas no dia 6 de Janeiro, e os pais muitas vezes se disfarçam de reis magos.
Nos países em que a Epifania se celebra neste dia, as leituras da liturgia são Is 60, 1-6; Sl 71, 2.7-8.10-13; Ef 3, 2-3.5-6; Mt 2, 1-12

Fonte: Evangelho Quotidiano

…A Família Católica…: DIA DOS REIS MAGOS

Dia de Reis, História, Festa Dia de Reis quinta-feira, jan 6 2011 

 

Dia de Reis



6 de Janeiro

Das figuras bíblicas mais intimamente ligadas à tradição religiosa do povo destacam-se os Reis Magos, ou melhor, os Santos Reis uma vez que a hagiologia romana considera-os bem aventurados.

O simbolismo dos Reis Magos é amplo e emprestam-lhes os exegetas as mais diversas interpretações. Estão ligados intimamente às festas do Natal e deles nasceu, praticamente, a tradição do Papai Noel, pois os presentes dados nessa ocasião reproduzem que os magos do Oriente, depois de cumprida a rota que lhes indicava a estrela de Belém, prestaram a Jesus na gruta onde ele nascera.

Reis Magos
Reis Magos

As referências bíblicas são vagas e o episódio quase passa despercebido dos evangelistas, mas as contribuições da tradição patriática são muitas e, como elas têm força de fé e verdade, nelas devemos buscar grande parte das coisas que se contam dos santos Belchior, Gaspar e Baltazar já referidos pelos profetas do Velho Testamento, que vaticinavam a homenagem dos Reis ao humilde filho de Davi que deveria nascer em Belém.

De onde vieram e o que buscavam, pouca gente sabe. Vinham do Oriente e Baltazar, o mago negro talvez viesse de Sabá (terra misteriosa que seria o sul da Península Arábica ou, como querem os etíopes, a Abissínia). Simbolizam também as três unicas raças bíblicas, isso é, os semitas, jafetitas e camitas. Uma homenagem, pois, de todos os homens da Terra ao Rei dos Reis.

Eram magos, isto é, astrólogos e não feiticeiros. Naquele tempo a palavra mago tinha esse sentido, confundindo-se também com os termos sábio e filósofo.

Eles prescrutavam o firmamento e sentiram-se chocados com a presença de um novo astro e, cada um deles, deixando suas terras depois de consultar seus pergaminhos e papiros cheios de palavras mágicas e fórmulas secretas, teve a revelação de que havia nascido o novo Rei de Judá e, que ele, como soberano, deveria, também, prestar seu preito ao menino que seria o monarca de todos os povos, embora o seu Reino não fosse deste mundo.

O simbolismo dos presentes

Conta ainda a tradição que, ao chegar a Canaã, indagaram os Magos onde havia nascido o novo Rei de Judá. Essa pergunta preocupou Herodes, que hoje seria considerado um quisting a serviço dos romanos, e que reinava na Judéia.

Os representantes do Império preocupavam-se com o aparecimento de um novo lider do povo de Israel. A revolta dos macabeus ainda não fora esquecida e o povo oprimido esperava, ansioso, pela vinda do Messias que iria libertar o Povo de Deus e cumprir a palavra do salmista: “Disse o Senhor ao meu Senhor senta-te à minha direita até que ponho os teus amigos como escarbelo aos teus pés”.

Os magos procuram conforme conselho de Herodes o novo Rei para render-lhe homenagem e para informar o representante romano do lugar onde nascera o Messias a fim de, com falso preito, sequestrá-lo.

No presépio encontramos apenas os animais e os pastores e, inspirados pelo Espírito Santo, curvaram-se diante do filho do carpinteiro de Nazaré e depositaram, ao pé da mangedoura que lhe servia de berço, os presentes: ouro, incenso e mirra, isto é prendas que simbolizavam a realeza, a divindade e a imortalidade do novo Rei, e grão de areia que cresceria e derrubaria o ídolo de pés de barro (simbolo das grandes potências que se sucederam no domínio do mundo), do sonho de Nabucodonosor decifrado pelo profeta Daniel.

Símbolos da humildade

Na tradição cristã os três Reis Magos simbolizavam os poderosos que deveriam curvar-se diante dos humildes na repetição real do canto da Virgem Maria à sua prima Isabel, e “Magnificat”, pois sua alma rejubilava-se no Senhor, que exaltaria os pequenos de Israel e humilharia os poderosos.

A igreja cultua os Reis Magos dentro desse simbolismo. Representam os tronos, os potentados, os senhores da Terra que se curvara diante de Cristo, reconhecendo-lhe a divina realeza. É a busca dos poderosos que vêem em Belchior, Gaspar e Baltazar o exemplo de submissão aos designios de Deus e que devem, como os magos, despojar-se de seus bens e depositá-los aos pés dos demais seres humanos, partilhando sua fortuna como dignos despenseiros de Deus.

Os presentes de Natal também têm esse sentido. São as ofertas dos adultos à criança que com a sua pureza representa Jesus. Alguns, dão a essas festas um sentido mitológico pagão, buscando nas cerimônias dos druidas, dos germânicos ou saturnais romanas a pompa das festas natalinas que culminam com a Epifania.

A Bifana

A palavra epifania, usada também como nome de mulher, deu origem a uma corruptela dialetal do sul da Itália, levada depois a Portugal e Espanha, a Bifana. A Bifana, segundo a lenda, era uma velha que, no Dia de Reis , saía pelas ruas da cidades a entregar presentes aos meninos que tivessem sido bons durante o ano que findara. Estava intimamente ligada às tradições dos povos mediterrâneos e mais próxima do significado litúrgico das festas natalícias.

Os presentes eram somente dados no dia 6 de janeiro e nunca antes. Tanto assim é, que nós mesmos, no Brasil, na nossa infância, recebíamos os presentes nesse dia. Depois, com a influência francesa e inglesa em nossas tradições a Epifania ou Bifana foi substituída pelo Papai Noel, a quem muitos estudiosos atribuem uma origem pagã e outros, para disfarçar o sentido comercial da sua presença no dia de Natal, confundem com São Nicolau.

Hoje, o Santos Reis já não são lembrados. O presépio praticamente não existe e só neles é que podemos ver os Magos de Oriente apresentados. A árvore de Natal, pinheiro que os druidas e os feutos enfeitavam para agradar o terrível deus do inverno Hell, substituíria a representação do nascimento de Jesus, introduzida no costume dos povos por São Francisco de Assis.

A festa da Epifania, dia de guarda no calendário litúrgico, já não mais é respeitada e com ela desaparecerem outras tradições da nossa gente, trazidas da Peninsula Ibérica pelos nossos antepassados, como a folia de Reis, Reizados e tantos outros autos folclóricos, cultuados em poucas regiões do país.

Gimenez, Armando

“Reis Magos, santos esquecidos dentro das tradições do Natal”. Diário de São Paulo, São Paulo, 5 de janeiro 1958

Fonte: http://www.portaldafamilia.org

Dia de Reis

6 de Janeiro

Segundo a tradição cristã os Reis Magos eram Gaspar, Melchior (ou Belchior) e Baltazar, e os presentes simbolizam, respectivamente, a realeza, a divindade e a paixão de Cristo.

Não se sabe sua origem, mas reza a lenda que um dos Reis era negro africano, o outro branco europeu e o terceiro moreno (assírio ou persa), representando a humanidade conhecida da época.

Dia de Reis

Em muitos países, a troca de presentes é feita neste dia, e não no Natal.

No Brasil, o rico folclore mantém viva a tradição. Por todo o litoral e o interior brasileiro, com todas as suas variantes regionais, se comemora o dia 6 de janeiro em festas como o Terno de Reis, Folia de Reis ou Santos Reis.

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Dia de Reis, História, Festa Dia de Reis

Dia de Reis – 06 de Janeiro – Brasil Escola quinta-feira, jan 6 2011 

 


Palhaço que faz a proteção de Jesus e a bandeira da folia

No dia 06 de janeiro comemora-se o dia de Reis, que na tradição cristã foi o dia em que os três reis magos levaram presentes a Jesus Cristo.

Cada um dos reis magos saiu de sua localidade de origem, ao contrário do que pensamos – que viajaram juntos.

Baltazar saiu da África, levando para o menino mirra, um presente ofertado aos profetas. A mirra é um arbusto originário desse país, onde é extraída uma resina para preparação de medicamentos.

O presente do rei Gaspar, que partiu da Índia, foi o incenso, como alusão à sua divindade. Os incensos são queimados há milhões de anos para aromatizar os ambientes, espantando insetos e energias negativas, além de representar a fé, a espiritualidade.

Melchior ou Belchior partiu da Europa, levando ouro ao Messias, rei dos reis. O ouro simbolizava a nobreza e era oferecido apenas aos deuses.

Em homenagem aos reis magos, os católicos realizam a folia de reis, que se inicia em 24 de dezembro, véspera do nascimento de Jesus, indo até o dia 06 de janeiro, dia em que encontraram o menino.

A folia de reis é de origem portuguesa e foi trazida para o Brasil por esses povos na época da colonização.

Durante os festejos, os grupos saem caminhando pelas ruas das cidades, levando as bênçãos do menino para as pessoas que os recebem. É tradição que as famílias ofereçam comidas aos integrantes do grupo, para que possam levar as bênçãos por todo o trajeto.

Os integrantes do grupo da folia de reis são: mestre, contramestre, donos de conhecimentos sobre a festa, músicos e tocadores, além dos três reis magos e do palhaço, que dá o ar de animação à festa, fazendo a proteção do menino Jesus contra os soldados de Herodes, que queriam matá-lo. Além desses personagens, os foliões dão o toque especial, seguindo o cortejo.

Uma tradição bem diferente da nossa acontece na Espanha, onde as crianças deixam sapatos nas janelas, cheios de capim ou ervas, a fim de alimentar os camelos dos Reis Magos. Contam as lendas que em troca, os reis magos deixam doces e guloseimas para as crianças.

Em alguns países fazem a comemoração repartindo o Bolo Rei, que tem uma fava no meio da massa. A pessoa que for contemplada com a fava deve oferecer o bolo no ano seguinte.

Na Itália a comemoração recebe o nome de Befana, uma bruxa boa que oferece presentes às crianças. No país não existe a tradição de se presentear no dia 25 de dezembro, mas no dia 06 de janeiro, dia de reis.

O dia de reis é tão importante na Europa que se tornou feriado em todo o continente.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Dia de Reis – 06 de Janeiro – Brasil Escola

Erros de grafia, mas o povo se comunica quinta-feira, jan 6 2011 

Prontos para a Copa de 2014_avisos e placas divertidos_Cidinha enviou

Recebi da amiga Cidinha Carramenha o anexo que anuncia, de modo divertido, que tudo está pronto para a Copa de 2014, inclusive para atender os turistas.

Partilho o anexo com vocês não para fazer pouco da dificuldade das pessoas, mas porque fica divertido, mesmo. Há, inclusive, avisos que eu gostaria de expor, como o da garagem e o do espaço reservado para portadores de necessidades especiais.

 

Help -End Hunger- and -End Poverty- with a free click! quinta-feira, jan 6 2011 

 

Help -End Hunger- and -End Poverty- with a free click!

Fight -Breast Cancer- and provide -Mammograms- with a free click! quinta-feira, jan 6 2011 

 

Fight -Breast Cancer- and provide -Mammograms- with a free click!

-Help Children- and provide -Child Health Care- with a free click! quinta-feira, jan 6 2011 

 

-Help Children- and provide -Child Health Care- with a free click!

Fight -Illiteracy- and support -Reading- and -Education- with a free click! quinta-feira, jan 6 2011 

 

Fight -Illiteracy- and support -Reading- and -Education- with a free click!

Stop -Global Warming- and Protect -Endangered Animals- with a free click! quinta-feira, jan 6 2011 

 

Stop -Global Warming- and Protect -Endangered Animals- with a free click!

-Help Animals- and -Pet Shelters- with a free click! quinta-feira, jan 6 2011 

 

-Help Animals- and -Pet Shelters- with a free click!

Os números de 2010 do meu blog no WordPress segunda-feira, jan 3 2011 

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog é fantástico!.

Números apetitosos

Featured image

Um duende das estatísticas pintou esta imagem abstracta, com base nos seus dados.

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 1,500 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 4 747s cheios.

Em 2010, escreveu 177 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 568 artigos. Fez upload de 75 imagens, ocupando um total de 75mb. Isso equivale a cerca de 1 imagens por semana.

The busiest day of the year was 17 de novembro with 76 views. The most popular post that day was Crucificar Monteiro Lobato? – Lya Luft – revista Veja.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram tr.virtualtarget.com.br, construcaoedesign.com, google.com.br, facebook.com e mail.live.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por maria angula, conto maria angula, crucificar monteiro lobato lya luft, lya luft monteiro lobato e conto da maria angula

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Crucificar Monteiro Lobato? – Lya Luft – revista Veja novembro, 2010
5 comentários

2

Maria Angula – conto folclórico, resgatado da tradição oral, de origem equatoriana setembro, 2008

3

Em breve, você verá alterações no seu Windows Live Space outubro, 2010

4

Endereços para conhecer e se informar sobre construções civis com garrafas Pet setembro, 2010

5

CCA – Centro para Cura das Atitudes janeiro, 2010