Restauro e viabilização social: Fábrica São Luiz, Fazenda Paraizo, Roteiro dos Bandeirantes quarta-feira, dez 29 2010 

Tenho recebido notícias maravilhosas, ultimamente, diante de acontecimentos também maravilhosos.

Recebi o anexo do amigo Joaquim Emídio, interessado direto na Fazenda Paraizo, de sua propriedade, cujo empenho em realizar o que consta do anexo acompanho desde 1999.

Em breve, o que está no Plano, em relação à Fazenda Paraizo, se tornará realidade, pois os para  a Fábrica São Luiz e para o Roteiro dos Bandeirantes já são realidade.

Projeto Itu – FormArte[1]_Fábrica São Luiz_Fazenda Paraizo_Roteiro dos Bandeirantes

A Balsa da Medusa – entenda a pintura de Thèodore Géricault quinta-feira, dez 23 2010 

Há muitos anos, encontrei, na Internet, esta exibição em Microsoft Power Point que nos ajuda a entender a pintura de Géricault sobre o naufrágio de um navio.

Não me canso da exibição, pois a apresentação nos alerta para nossas diferentes atitudes diante dos problemas graves ou cotidianos.

Certamente, nossas atitudes diante desses problemas afetam a solução deles.

A Balsa da Medusa_estudo_www_otimismoemrede_com

Peaceful Green Field Powerpoint Template quinta-feira, dez 23 2010 

 Sugestão de um lugar em que é que possível obter, gratuitamente, “templates” para Power Point.

Há, até a data de 15/12/2010, 236 “templates” gratuitos.

Peaceful Green Field Powerpoint Template

Ajudante de Papai Noel | Revista Sorria* quinta-feira, dez 23 2010 

Quem não acessar o link abaixo, não receberá a visita de Papai Noel nunca mais! 

É sobre o “Papai Noel dos Correios” e como a minha prima Maria Adelaide e colegas de empresa participam dessa campanha.

Amei o texto, o objetivo desses ajudantes de Papai Noel, a revista “Sorria” por mostrar uma dessas participações e incentivar outras para os anos vindouros.

Ajudante de Papai Noel | Revista Sorria*

Arquivo de foto astronômica do dia – NASA quinta-feira, dez 23 2010 

Imperdível! 

Astronomy Picture of the Day Archive

Eclipse lunar de 21 de dezembro de 2010 – Wikipédia, a enciclopédia livre quarta-feira, dez 22 2010 

 

Eclipse lunar de 21 de dezembro de 2010 – Wikipédia, a enciclopédia livre

Eclipse Blue Moon da véspera do Ano Novo 2010 quarta-feira, dez 22 2010 

Estamos às vésperas de 2011, não comemoramos o Natal, ainda, mas deixo esta mensagem de Feliz Natal e ótimo 2011:

“Once in a Blue Moon”, em inglês, é o equivalente a “Uma vez na vida, outra na morte”, em português.

Blue Moon (lua azul) é o nome dado à segunda lua cheia em um único mês, fenômeno pouco frequente.

(Extraído de http://pt.wikipedia.org/wiki/Azul)

Blue Moon Eclipse

O eclipse Blue Moon da véspera do Ano Novo de 2010

Fonte da foto e explicação em inglês

http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/ap100102.html

31 de dezembro de 2009

Blue Moon Eclipse

clip_image002

Credit & Copyright: Jean Paul Roux

Explanation: The International Year of Astronomy 2009 ended with a Blue Moon and a partial lunar eclipse, as the second Full Moon of December grazed the Earth’s shadow on December 31st. The New Year’s Eve Blue Moon eclipse was visible throughout Europe, Asia, Africa and parts of Alaska, captured in this two exposure composite in cloudy skies over Saint Bonnet de Mure, France. Playing across the Moon’s southern reaches, the edge of Earth’s umbra, or dark central shadow, appears on the right side along with the prominent ray crater Tycho. At maximum eclipse, the umbra covered only about 8 percent of the diameter of the lunar disk.

APOD: 2010 January 2 – Blue Moon Eclipse

Politicamente incorreto: Bolo Nega Maluca – como pedir? segunda-feira, dez 13 2010 

 Ainda na linha do “politicamente correto”, recebi da amiga Cidinha Carramenha o correto de Bolo Nega Maluca:

Uma senhora entra numa confeitaria e pede ao balconista um Bolo “Nega Maluca”.

O balconista diz à cliente que usar o nome “nega maluca”, hoje em dia, pode dar cadeia, DEVIDO A:

Lei Affonso Arinos; Lei Eusébio de Queiroz;
Artigo Quinto da Constituição; Código Penal;
Código Civil; Código do Consumidor; Código Comercial; Código de Ética;
Moral e Bons Costumes,
além da Lei ‘Maria da Penha’ …

– Então, meu filho, como peço essa  torta?
– Bolo Afrodescendente com distúrbio neuro psiquiátrico…

A História do Natal – 2.ª Parte – MyHeritage Portuguese Blog segunda-feira, dez 13 2010 

 

Natal – Linha do Tempo

Posted: 11 Dec 2010 07:00 AM PST

Um dos brinquedos que eu me lembro de ter ganhado em um dos Natais de minha vida, foi um imenso caminhão de madeira feito pelo meu avô que era marceneiro, e dos bons. Lembro-me da grande carroceria que permitia que eu me sentasse nela e minhas irmãs juntas puxavam pela cordinha. Hoje eu percebo que aquele caminhão não era tão grande, eu é que sempre fui muito miudinho. Mas foi um dos melhores presentes que já ganhei, mesmo que não tenha durado tanto tempo.

Naquela época, as chances de uma criança ter um presente dependiam do talento das costureiras e de botões grandes para os olhos das bonecas de pano feitas a mão, ou de engenhosas criações dos artesãos da família. Dois motivos faziam com que ter um presente no dia de Natal era um fato a ser lembrado pelo resto da vida por qualquer criança. Primeiro era o poder aquisitivo dos pais, que tinham outras necessidades nos tempos difíceis que foram os tempos passados e a outra é que não existia a industrialização de hoje em dia. Achar um presente feito “na fabrica” era coisa de criança rica. Eu tive a sorte de ter meu avô para criar meus presentes, e minhas irmãs a sorte de termos tias costureiras e prendadas. Em poucos anos os brinquedos evoluíram dos telefones de lata unidos pelo barbante para os celulares, um dos “brinquedos” mais procurados neste Natal.

Os brinquedos evoluiram muito em poucos anos, hoje são encontrados em qualquer lugar, baratos e de diversos lugares do mundo. Qual mulher que, quando criança não sonhou ter uma boneca da “Estrela”? Quantas tiveram? As mulheres de hoje, pelo menos as pequenininhas têm coleções de Barbies, e a única carência de hoje são as prateleiras para colocar estas coleções.

E se pudéssemos fazer uma Linha do Tempo para os brinquedos de nossa vida? Você já tentou?

Baseados na História do Natal criamos a sua Linha do Tempo, e nos fatos históricos e na trajetória até os dias de hoje, temos a certeza de que o Espírito de Natal, apesar de ter sido vivenciado por muitos povos, de várias maneiras, em situações mais diversas, e que representa não só o nascimento de Cristo, mas a renovação na Esperança, continua vivo e a cada ano com mais pessoas a “acreditar” no Papai Noel. Um alento para aqueles que acreditam no Homem de Bem, a figura central de qualquer Natal, seja na figura do Menino Jesus, seja na figura do velhinho com o saco nas costas distribuindo presentes.

A História do Natal – 1.ª Parte – MyHeritage Portuguese Blog segunda-feira, dez 13 2010 

 

O Natal pelos tempos

Posted: 09 Dec 2010 02:14 PM PST

As crianças correm pela casa, incomodadas pelas roupinhas quase limpas que a mamãe não cansa de recomendar: –Não se arraste pelo chão! Como se joelhos e palmas da mão fossem o corpo inteiro. Os homens já se posicionam, juntos, a conversar ainda sobre as trivialidades da semana, mas, em breve estarão mais alegres e falando alto e ocasionalmente lançando um apelo: –Olha este menino se arrastando pelo chão. Alguém sempre passa pelo equipamento de som, graduando um pouco mais alto as canções natalinas, um pretexto para algumas mulheres poderem falar no tom normal, sem abaixar a voz e os homens falarem mais alto sem precisarem falar em tom normal. Os ambientes se misturam em  música, vozes, gritos de crianças, e o saboroso cheiro que vem da cozinha, onde uma cozinheira, vestida elegantemente se preocupa em verificar se o assado esta no ponto e se a sua maquiagem ainda esta no lugar. Algumas crianças ajoelhadas diante da árvore piscando, tentam ler seus nomes nos presentes que  escondem o pe da árvore, e mesmo que ainda não saibam ler, tentam adivinhar e colocar dentro das caixas os seus sonhos e pedidos, como se coubesse uma bicicleta em caixa de sapato. -Pai……Mãããeee…Qual é o meu? Uma tentativa de sobrepor todos os sons da festa e se fazer notar. É uma Festa de Natal. Quanto mais gente, mais sons, mais conversas…e mais roupinhas para lavar no dia seguinte.

O Natal é uma grande tradição para muitas famílias pelo mundo, mas sua história é tão brilhante quanto as lâmpadas da árvore, e tão cheia de significado quanto a caixa de sapatos.

O espírito natalino toma conta de todos, e a alegria contagia, emociona e atravessa a noite na vigília das crianças na chegada do bom velhinho. Todo o simbolismo, desde o presépio de São Francisco até a garrafa vermelha da coca-cola, é carregada de emoção, piedade e caridade, uma  festa que traz consigo uma trajetória milenar com altos e baixos e com constantes transformações  que a cada ano, renova, recria-se e se torna mais viva.

‘As origens do Natal é predominantemente uma celebração religiosa, que os cristãos palestinos do século IV usavam para comemorar o nascimento de Cristo. Uma peregrina européia chamada Etéria que visitou a Palestina naquela época, escreveu um diário e neste diário descreveu os locais, costumes  e cerimônias religiosas que conhecera, Naquela época a Igreja da Natividade ja existia e ela escreveu que os cristãos passavam a noite da Festa da Epifania, rezando, cantando e celebrando perto da gruta onde o Cristo teria nascido. Depois São Jerônimo escreveu uma carta onde contava que sua mãe em peregrinação pela Terra Santa havia visto o estábulo onde Cristo nascera. Estes relatos influenciaram a os povos do Ocidente que já no século IV, comemoravam o nascimento de Jesus Cristo no dia 25 de dezembro, mas a popularização desta festa só se daria após o Concílio de Éfeso, com a proclamação do dogma da Maternidade Divina de Maria, esta proclamação tinha por objetivo por fim as divergências encontradas no que se considerava eresias na época como o arianismo e o sabelianismo. Em Roma foi construída a Basílica de Santa Maria Maior, dedicada a Maria mãe de Jesus.

Giotto- Presépio de Greccio 1290-1295 – imagem wikipédia

A partir do século V, as celebrações natalinas ganharam força com as celebrações no dia 25 de dezembro.No interior da Basílica foi construído um oratório que representava a Gruta de Belém.

O bispo de Roma, o Papa, dava início as celebrações no dia 24 de dezembro e era dividido em 3 ofícios, no primeiro ofício as celebrações eram realizadas diante da gruta da Basílica Santa Maria Maior, o segundo ofício era celebrado nas primeiras horas da manhã do dia 25 na Igreja de Santa Anastácia e o terceiro ofício era durante o dia com uma grande celebração na basílica de São Pedro, repetindo assim as informações do diário de Etéria onde a descrição das celebrações também eram divididas em três partes.

Nestas celebrações o Bispo de Roma proferia calorosos discursos e neles pedia aos fiéis que celebrassem a data do nascimento de Jesus Cristo moderando vícios e praticando virtudes e que não confundissem as duas festas, do nascimento de Cristo e da festa do Sol Invicto, celebrada pelos pagãos no solstício de inverno no dia 21 de dezembro, uma  relação muito pequena entre as duas festas é bem provável que tenha existido, mas como a festa do Sol Invicto era comemorada desde 274 D.C, a festa do Nascimento de Cristo deveria ser melhor estruturada para substituir  a tradição não cristã da época.

Nos séculos seguintes as festas natalinas difundiram pelo Ocidente, graças a expansão do papado de Roma  pelos reinos do Ocidente. Mas foi só na idade média que a cena do nascimento de Jesus se cristalizou conforme o Evangelho de Lucas. Foi  São Francisco de Assis, que uniu a missa natalina a representação do presépio.

Em 1223, São Francisco decidiu comemorar o Natal de uma forma inusitada. Em Greccio, um vilarejo, pediu a um certo João que preparasse  para a noite de Natal um cenário que imitasse a descrição bíblica. De noite diante de monges que haviam sido convidados e do povo da região, segundo historiadores, um homem presente a cerimônia teria tido uma visão onde, sobre o feno, o menino Jesus dormia profundamente e São Francisco o acordava. No presépio de São Francisco não existia as figuras de Maria ,de José, dos Reis Magos ou de qualquer outra pessoa, apenas boi, burro e palha espalhada, formando um cenário teatral. São Francisco juntou os dois ofícios já conhecidos e constantes do missal da época, a celebração na gruta da basílica Santa Maria Maior, com a celebração da Igreja de Santa Anastácia.’

Resumo extraído do trabalho de André Luiz Pereira, Doutor em História Social – Revista História Viva – Edição nº 50

Basílica Santa Maria Maior -PIRANESI, Giovanni Battista, 1720-1778

Uma lenda indiana e Pescador de ti segunda-feira, dez 13 2010 

Está bem, não procurarei entre meus guardados o endereço “Água Forte – Mercador de Palavras”, onde encontrei textos maravilhosos, dentre eles “Uma lenda indiana”, com os quais trabalhei, em sala de aula, porque o que posto, abaixo, discute a responsabilidade social e atribui a Gilberto Dimensteins o resgate de “Uma lenda indiana” que eu encontrava em “Água Forte – Mercador de Palavras”.

Pessoalmente, não gosto de me fixar na imagem das crianças que, desesperadas, gritam por socorro, enquanto são levadas pela correnteza do rio, porque entendo que qualquer situação de perigo, provocada pelos “mais espertos da sala”, pertençam à lenda indiana como um todo.

Pescador de Ti

http://www.percepcoes.org.br/editorial.asp [2007] 

Sempre atual, destacamos um texto do jornalista Gilberto Dimenstein escrito especialmente para o livreto do CD ao vivo “Amigo” de Milton Nascimento. Impossível não refletir
…………………………….
Sentados à beira do rio, dois pescadores seguram suas varas à espera de um peixe. De repente, gritos de crianças trincam o silêncio. Assustam-se. Olham para frente, olham para trás. Nada. Os berros continuam e vêm de onde menos esperam.
A correnteza trazia duas crianças, pedindo socorro. Os pescadores pulam na água. Mal conseguem salvá-las com muito esforço, eles ouvem mais berros e notam mais quatro crianças debatendo-se na água. Desta vez, apenas duas são resgatadas. Aturdidos, os dois ouvem uma gritaria ainda maior. Dessa vez, oito seres vivos vindo correnteza abaixo.
Um dos pescadores vira as costas ao rio e começa a ir embora. O amigo exclama:
– Você está louco, não vai ajudar?
Sem deter o passo ele responde:
– Faça o que puder. Vou tentar descobrir quem está jogando as crianças no rio.
Essa antiga lenda indiana retrata como nos sentimos no Brasil. Temos poucos braços para tantos afogados. Mal salvamos um, vários descem rio abaixo, numa corrente incessante de apelos e mãos estendidas. Somos obrigados a cair na água e, ao mesmo tempo, sair à procura de quem joga as crianças.
Incrível como os homens às margens do rio conseguem conviver com os berros. E até dormir sem sobressaltos. É como se não ouvissem. Se o pior cego é aquele que não quer ver, o pior surdo é aquele que não quer escutar.
Descobrimos que os responsáveis pelos afogados não estão escondidos rio acima. Estão do nosso lado – e, muitas vezes, somos nós mesmos. São os afogados morais, gente que não conhece o prazer infinito da solidariedade. Não conhece o encanto de estender poucos centímetros de braço e encostar os dedos nas estrelas.
Tão fácil agarrar uma estrela, refletida no brilho de quem salvamos por falta de ar.
Veio da Índia a frase do célebre poeta Rabindranath Tagore sobre por que existiam as crianças. “São a eterna esperança de Deus nos homens”.
É preciso mesmo infinita paciência, renovada a cada nascimento, para que se possa conviver com a apatia cúmplice. Por sorte temos pescadores que, dia após dia, mostram como as crianças sobrevivem nos homens. E como é doloroso o parto de um homem precoce no corpo de um menino.
A voz de Milton é a própria síntese do menino perdido no adulto; e do adulto perdido no menino. É a síntese de quem se viu obrigado a pular na água para pescar a si mesmo. E nunca se esqueceu e, por isso, não consegue tirar de seus ouvidos a sensação de que crianças na água pedindo socorro, são a última voz de quem quase nunca tem voz.
Gilberto Dimenstein

Marco Aurélio Vitale – presidente do Instituto Percepções de Responsabilidade Social

Portal Cultura Infância – recomendação segunda-feira, dez 13 2010 

À procura de uma lenda indiana de um endereço antigo, que deve ter sido absorvido por algum portal, encontrei esta “pérola” que merece ser visitada. 

Portal Cultura Infância

Para dar água na boca:

As 14 pérolas da Índia

Literatura Com a Boca Cheia de Livros

Escrito por Celso Sisto

BRENMAN, Ilan.  As 14 pérolas da Índia. Ilustrações de Ionit Zilberman. São Paulo, Brinque-book, 2008. 60pp.

PROCURANDO RESPOSTAS LÁ LONGE (OU DENTRO DO CORAÇÃO)
     Muitas histórias além de nos encantarem e divertirem, também nos ajudam a pensar.
     Os contos populares são esse tipo de histórias e podem falar diretamente para um público enorme, desde uma criança, até os mais velhos. São histórias que as pessoas contam, num determinado lugar, mas ninguém sabe exatamente quem as inventou, nem quando. E elas vão passando de boca em boca, de ouvido em ouvido, de memória em memória, e assim se perpetuando.
     Pois este livro traz 14 histórias curtas da Índia. São contos antigos, muito antigos, tão antigos que essa noção de tempo se perdeu (e nem faz falta!). Mas com eles, podemos ficar sabendo muitas coisas sobre essa cultura milenar. Dá pra ver que o modo de vida e os costumes são muito diferentes dos nossos, que os deuses são outros, que a maneira de aprender é direta e simples, que os trajes são fulgurantes e confortáveis, e tantas coisas mais. E que bem ou mal, ainda predominam os bons sentimentos. E que a grande aventura humana é transformar-se a si mesmo!

     Os títulos das histórias são diretos e de certa forma já explicam um pouco as histórias que vão contar: “a serpente e o vaga-lume”; “a esperteza da morte”; “o mendigo e o banquete real”; etc. Ás vezes o tom é sério, às vezes é de humor, às vezes é festivo, às vezes nos engana com o inesperado! Mas sempre com o compromisso de também nos fazer refletir, e quem sabe, tirar uma lição!

     Pode causar surpresa saber que provavelmente é de origem indiana, uma história muito conhecida por aqui, a fábula “O velho, a criança e o burro”. Nas versões mais conhecidas no ocidente, o título troca criança por menino e tem um final menos trágico. Essa história popularizou-se como fábula de Esopo, o fabulista grego do século VI a.C.
     Mas, segundo a própria história da fábula, da Índia elas passaram para a China, para o Tibet, para a Pérsia, até chegarem na Grécia, com Esopo. Há quem acredite que as fábulas indianas, reunidas no Pantchatantra (a mais antiga e conhecida coleção de fábulas indianas), são muito anteriores ao século III a.C., e tão antigas quanto a própria língua sânscrita. A índia tem 23 línguas oficiais e o sânscrito é uma delas.
     O panteão dos deuses é outra curiosidade nestas histórias indianas. Há deus pra tudo, inclusive para a mentira, que se chama Mara. E entre reis, primeiros-ministros, cortes, salas reais, sábios e mendigos, ficam ecoando os nomes de Shiva e Ramakrishna, respectivamente o deus da destruição (ou transformação, embora benevolente e portador de toda a alegria) e o mensageiro de Deus, transbordante do amor e da sabedoria divinos.
     As histórias do livro querem falar de coisas como intolerância, inveja, vaidade, perdão, obediência, ponderação, hierarquia, igualdade, transformação, ilusão, felicidade e outros tantos temas que podemos descobrir em cada nova leitura. Em geral, todas as histórias do livro falam da busca da verdade, que se liga ao conhecimento, à sabedoria, ao sentido da vida. Mas não se espante! Tudo com simplicidade, colorido, e até, leveza! E até pra ficarmos pensando se concordamos ou não!
     De todo modo, estão ali também mais coisas curiosas: os mestres e os discípulos, os anciãos e os ensinamentos; as cidades e os palácios; os mercados e os animais sagrados. Quem nunca ouviu falar em Taj Mahal, o palácio que o imperador Chah Jahan mandou construir para homenagear a beleza de sua esposa amada? E Calcutá? E o rio Ganges? E as meditações na posição de lótus, embaixo de uma árvore frutífera?
     Preparem-se então, para este passeio entre as cidades antigas de Agra, Madras, Bangalore; para um encontro com Yama, o deus da morte ou com o príncipe Sidharta, na forma de Buda, o ser desperto e iluminado ou com Brahma, o deus criador; em Kailas, na montanha; num ashram, lugar onde os mestres ensinam seus alunos ou ao redor da árvore sagrada Bo.
     E livre-se do peso opressivo do tempo! Ele ou não conta ou passa assim, num piscar de olhos, como na história “O buscador da verdade”. De um parágrafo a outro, podem ter se passado 13 anos ou uma vida inteira!
     As ilustrações também nos remetem para uma explosão de cores, todas vibrantes, de vermelhos, amarelos, laranjas, verdes, roxos. E contrastando sempre com o fundo branco, que amplia ainda mais a vibração das cores.
     O autor é premiado. O livro também. Recebeu o prêmio de “o melhor livro de reconto” de 2008 da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e está na lista dos 30 melhores livros de 2008, divulgada pela revista Crescer.
     O convite está feito. Mas não se esqueça, para mergulhar nesse mar de histórias é preciso estar inteiro, de corpo e alma.

altBRENMAN, Ilan.
As 14 pérolas da Índia
.
Ilustrações de Ionit Zilberman.
São Paulo, Brinque-book, 2008.
60pp.

Celso Sisto é escritor, ilustrador, contador de histórias do grupo Morandubetá (RJ), ator, arte-educador, especialista em literatura infantil e juvenil, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Doutorando em Teoria da Literatura pela Pontifiícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e responsável pela formação de inúmeros grupos de contadores de histórias espalhados pelo país.

Fonte: http://www.culturainfancia.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1011:as-14-perolas-da-india&catid=127:com-a-boca-cheia-de-livros&Itemid=175

O cravo não brigou com a rosa – sobre ser "politicamente correto" sábado, dez 11 2010 

Em 29/11/2010, recebi, de MyHeritage Portuguese Blog, a postagem

Sentença de 1487 – Trancoso, Portugal

Arquivo Nacional da Torre do Tombo

SENTENÇA PROFERIDA EM 1487

PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO

(Autos arquivados na Torre do Tombo, armário 5, maço 7)

Não a postei aqui, mas a reenviei a meus destinatários eletrônicos, porque são pessoas de mente aberta, que sabem analisar atos e omissões do passado e, se criticarem esses atos e omissões, considerarão a época em que ocorreu, neste caso uma sentença de 1487.

Comentei, na mensagem enviada, sobre ter recebido, do primo Sérgio, um texto excelente [O cravo não brigou com a rosa], mas, como desconhecia a autoria e o local da publicação, deixaria para postá-lo em outro momento.

Vejam o que minha prima Maria Adelaide me respondeu, além de reenviar o texto “O cravo não brigou com a rosa”: 

Maria Lúcia,
Sobre o autor do texto [O cravo não brigou com a rosa], a versão que recebi veio com sua identificação, mas sabe como é na Internet, não dá para confiar…
O autor do texto Luiz Antonio Simas é carioca, de 1967.
Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor de História do ensino médio. Publicou em parceria com o caricaturista Cássio Loredano, o livro O vidente míope, sobre o desenhista carioca J. Carlos, indicado pela Revista de História da Biblioteca Nacional como uma das publicações mais relevantes da área no ano de 2007. Desenvolve pesquisas sobre a cultura popular carioca, mais especificamente nos campos do futebol e da música popular.
Foi o responsável pela pesquisa da exposição Todas as Copas, realizado no Brasil e nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo de 1994.
É atualmente consultor da área de carnaval do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.
Agora leiam o texto genial do cara:
O cravo não brigou com a rosa
Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto.
Soube  ia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo – o homem – e a rosa – a mulher – estimula a violência entre os casais. Na nova letra “o cravo encontrou a rosa/debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada”.
Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?
É Villa Lobos, cacete!
Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê.
Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas.
A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê.
A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.
Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é Samba Lelê? Villa Lobos de novo.
Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e  Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz no mundo da Utopia.
Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil. Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.
Dia desses alguém (não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda) foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de v….
Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de v…. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.
Vivemos tempos de não me toques que eu magoo. Quer dizer que ninguém mais  pode usar a expressão coisa de v…? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice.
O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.
Daqui a pouco só chamaremos o anão – o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil – de deficiente vertical  O crioulo – vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) – só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo – o famoso branco azedo ou Omo total – é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia – aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno – é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade.
O gordo – outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão – é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.
Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho.
Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais… Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.
O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra p.q.p. e o centroavante pereba tomar no olho do …, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.
Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova, aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a “melhor idade”.
Se Deus quiser morreremos, todos, gozando da mais perfeita saúde. Defuntos?
Não. Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do pé junto.

Lua e Sonata ao Luar quarta-feira, dez 8 2010 

Que me importa se, dentre as imagens, há “photoshop”. É lindo!

Pey Clairs de lune et Be_A Lua_com som_Primo Sérgio enviou

Irmãs Queridas ou Valorize sua especialidade quarta-feira, dez 8 2010 

Luana Rodrigues – Direitos reservados

Apesar de, na exibição, não haver créditos.

Posto, porque é emocionante.

Valorize sua especialidade_Direitos reservados Luana Rodrigues_Sônia enviou 29nov2010

Eu, Etiqueta (YouTube) e A psicologia do consumismo quarta-feira, dez 8 2010 

Poema de Carlos Drummond de Andrade: Eu, etiqueta.

Há muitas apresentações, mas a primeira a que assisti foi com o poema declamado por Paulo Autran.

http://www.youtube.com/watch?v=nUtOvvY0zfo

YouTube – Eu, Etiqueta

Tudo acima é para o caso de algo falhar, portanto os atalhos são apresentados..

Com relação à Psicologia do Consumismo,

usualmente, não posto nada que tenha menção direta a alguma personalidade ou que tenha foto com crianças ou com adolescentes, porque tenho “meda” do povo que tem transtorno psiquiátrico e usa os comentários de terceiros para criticar ou defender a personalidade mencionada e usa as fotos desses infantes para fins maléficos.

Todavia, as ilustrações do anexo em Power Point sobre consumismo têm a ver com o texto:

consumismo_inf_formatado por um_peregrino_Júlio César enviou

Chegou a Sorria 17! quarta-feira, dez 8 2010 

CARMEM MIRANDA E AURORA MIRANDA – FILMOGRAFIA AMERICANA (U.S. FILMOGRAPHY) quarta-feira, dez 8 2010 

 

Recebi como mensagem da prima “Melinha”, em 26nov2010, no corpo do texto, e posto exatamente como a recebi, exceto por uma foto linda, que, certamente, será encontrada (juntamente com outras fotos) nos links aqui apontados. Demorei para postar, mas, finalmente, aqui está:

“Ricardo Kandrotas, é amigo de minha tia que é  um apaixonado por Carmem Miranda.

Ele sabe tudo, tudo mesmo sobre ela. Já participou de entrevistas na TV , jornais e revistas, e neste e-mail que ele enviou tem tudo para quem quer conhecer a história dessa diva

que foi na música brasileira e que fez sucesso nos Estados Unidos, onde atuou em diversos filmes..

Vamos conhecer também.

Abraços,

Melinha…”

    Olá de novo amigos fãs de Carmen (e Aurora) Miranda,

    Estou enviando esta mensagem em completemento à anterior. A respeito da filmografia de Aurora Miranda nos Estados Unidos, deixei de mencionar sua participação no musical “Tell It to a Star”, também da Republic Pictures, em 1945. Ela se apresenta cantando “Começou a Batucada”, de Ary Barroso.

    Recebi mensagem em resposta à mensagem anterior de fã de Aurora me alertando para o fato de que ela também se apresentou no filme “Stars and Guitars” em 1944. É verdade, porém este foi o título provisório para o filme “Brazil” – ou seja, trata-se da mesma produção.

    Acredito que todas as informações estejam atualizadas.

    Meu abraço melhor a todos,

    Doni Sacramento
www.carmen.miranda.nom.br

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

    Hello again friends fans of Carmen (and Aurora) Miranda,

    I am sending you this message further to the previous one. As for Aurora Miranda’s filmography in the U.S., I failed with not mentioning her participation in the musical “Tell It to a Star”, also by Republic Pictures in 1945. She performs a specialty singer with “Começou a Batucada” (The Batucada Has Started) by Ary Barroso.

    I got a message in reply to my previous one from a fan of Aurora’s calling me to the fact that she also performed in the movie “Stars and Guitars” in 1944. That’s true. However, that was the temporary title for the reissued “Brazil” – thus, the same production.

    I believe all the information has got now updated.

    With my best wishes to you all,

    Doni Sacramento

www.carmen.miranda.nom.br

——-Original Message——-

From: Doni Sacramento

Date: 26/11/2010 12:26:41

To: undisclosed-recipients

Subject: AURORA MIRANDA EM “A DAMA FANTASMA” (IN “PHANTOM LADY”)

Olá amigos fãs de Carmen Miranda,

    Todos vocês estão familiarizados com o título “Chica Chica Boom Chic”. Mas, e quanto a “Chica Boom Boom”? Para quem não sabe, este é o título do musical que a diva brasileira Estela Monteiro estrelou em temporada na Broadway. Estela Monteiro? Sim, este é o nome da personagem de Aurora Miranda no filme “A Dama Fantasma” (Phantom Lady) da Universal Pictures de 1944 (filmado em 1943).

    Aurora aparece interpretando a música “Chick-Ee-Chick” da dupla Jacques Press e Eddie Cherkose – os dois processaram a Universal com a fortuna na época de 20 mil dólares logo após a estreia do filme por seus nomes não aparecer nos créditos.

    Por falar em créditos, o nome de Aurora aparece sem o sobrenome para não provocar confusão com o nome da irmã já consagrada em Hollywood (a crítica entendeu que o que o estúdio queria era evitar rivalidade entre as irmãs e nós sabemos que isso jamais aconteceu ou teve o risco de acontecer por elas se adorarem). E ela teve o privilégio de nos créditos do filme seu nome aparecer antes do também consagrado ator coadjuvante Elisha Cook Jr.

    Este foi o primeiro filme americano que Aurora, já casada e aos 28 anos, fez nos Estados Unidos. Depois, em 1944, ela foi o primeiro ser humano a contracenar com personagens de desenho (junto com elementos do Bando da Lua) no filme “Você Já Foi a Bahia?” (The Three Caballeros) de Walt Disney. No mesmo ano, ela apareceu em “Brazil” pela Republic Pictures ao lado de Tito Guízar, Virginia Bruce, Edward Everett Horton (o qual trabalhou ao lado de Carmen em dois filmes) e do conhecidíssimo cowbow Roy Rogers. Mas não foi creditada no filme da Warner Brothers “Os Conspiradores” (The Conspirators), também nesse ano, onde aparece cantando “Rua do Capelão”.

    Aurora tem papel importante em “A Dama Fantasma” – “graças” a seu chapéu, ela quase injustamente ajuda a levar um cidadão americano à cadeira elétrica. Em inglês quase sem sotaque, ela tem diálogos inteiros, concede também umas palavras em português (de Portugal) e mostra sua linda voz soprano. Apesar dos “furos” no roteiro e na direção, o filme se tornou um clássico do gênero “noir”. E pioneiro em ter cenas ousadas, hoje de leve apelo erótico, que passaram “despercebidas” pela censura americana (o olhar insinuante que o bateirista da orquestra do teatro, personagem de Elisha Cook Jr., joga às mulheres da plateia, sua forma frenética de tocar a bateria e a viagem da câmera dos pés ao rosto de Ella Raines, a atriz principal), e devem ter deixado muita gente de rosto vermelho na plateia dos cinemas.

    Para nós brasileiros, o que importa é que as irmãs Miranda só nos dão orgulho. Vejam o vídeo com destaque à apresentação de Aurora neste filme em http://www.youtube.com/watch?v=xJ693Tj3rO4. Ou no site de Carmen em www.carmen.miranda.nom.br / Vídeos / Videoclipes Online / # 22.

    Bom divertimento a todos,

    Doni Sacramento
www.carmen.miranda.nom.br

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

    Hello friends fans of Carmen Miranda,

    You all are familiarized with the title “Chica Chica Boom Chic”. What about “Chica Boom Boom”, though? To those who don’t know, that is the title of the musical that the Brazilian diva Estela Monteiro starred in a season on Broadway. Estela Monteiro? Right. That’s the name of Aurora Miranda’s role in “Phantom Lady” for Universal Pictures in 1944 (produced in 1943).

    Aurora sings “Chick-Ee-Chick” by Jacques Press and Eddie Cherkose – both sued Universal on those-days-fortune sum of 20 thousand dollars upon its release for their names not being credited.

    Also about credits, Aurora’s name appears with no surname for her not to be mixed up with her Hollywood famous sister (the critics took that as a studio’s scheme to avoid the rivaling between the sisters, which we know has never happened nor had the chance to ever happen for both loved each other). Besides, she had the privilege of having her name appearing before the one of already famous supporting actor Elisha Cook, Jr.

    That was Aurora’s first movie in the U.S, already married and at the age of 28. Then, in 1944, she was the first human being to ever co-act with cartoon characters (together with some members of the Bando da Lua) in “The Three Caballeros” by Walt Disney Studios. Also, in the same year, she was in “Brazil” by Republic Pictures with Tito Guizar, Virginia Bruce, Edward Everett Horton (who worked with Carmen in two movies) and the quite well-known cowboy Roy Rogers. However, she was not credited in Warner Brothers’ “The Conspirators”, in the same year, where she sings “Rua do Capelão” (The Chaplain’s Street).

    Aurora was given important role in “Phantom Lady” – “thanks” also to her hat, a man was nearly and unfairly taken to electric chair. In very good English and with entire dialogues, she gives out some words in Portuguese and has the chance to endow her beautiful soprano voice. Although the screenplay and direction gaps, the movie turned out to be a noir classic. It is also pioneer in having daring scenes, today seen as light erotic appeal, which were “overlooked” by the U.S. censorship (the insinuating look that the theater’s orchestra drummer, played by Elisha Cook, Jr., lays on the female audience, his exciting way with playing the drums and the camera’s from-feet-to-face travel over Ella Raines, the leading actress), and must have blushed many people’s faces in the movies audiences.

    To us Brazilians, what matters is that the Miranda sisters only make us proud of them. Check out the video with highlight to Aurora’s performance in that movie at http://www.youtube.com/watch?v=xJ693Tj3rO4. Or on Carmen’s website at www.carmen.miranda.nom.br / Vídeos / Videoclipes Online / #22.

    Enjoy. Best wishes to you all,

    Doni Sacramento
www.carmen.miranda.nom.br

Pearl Harbor no Brasil – Superinteressante set/2010 quarta-feira, dez 8 2010 

Especialmente para a amiga Vera Cavalcante Magalhães, Elza Maria e Maria Carolina (minhas primas) e a todos que tenham interesse em conhecer fatos da 2.ª Guerra Mundial e depoimentos preciosos de pessoas como Walderez de Moura Cavalcante, hoje com 72 anos, alagoana de Maceió, que sobreviveu ao naufrágio do navio “Itagiba” (Superinteressante, “Fórum”, dezembro/2010, edição 285, página 15):

Super dez2010 ed 285 pág 15 

Leiam o texto do “Superarquivo” em:

Pearl Harbor no Brasil – Superinteressante

PAULINHO DA VIOLA E OABC foto Fenando Augusto | Flickr – Jeito curitibano de ser segunda-feira, dez 6 2010 

Recebi a foto, que pode ser acessada no link abaixo, de Maria Adelaide com o assunto: “Jeito curitibano de ser”.

Acessem o link, para entender por que a foto merece ser divulgada como “comportamento” ou jeito civilizado de ser.

Foi enviada à amiga Cidinha Carramenha, que conta a experiência de morar em São Francisco – EUA e assistir a concertos em parques: quando os espectadores se retiravam do parque, levavam o lixo que tinham produzido e, de acordo com Cidinha, não parecia nem que tinham se acomodado na grama, tão perfeita era deixada.

Pela foto do link abaixo, o jeito curitibano de ser é semelhante ao descrito por Cidinha, quando morou em São Francisco.

PAULINHO DA VIOLA E OABC foto Fenando Augusto | Flickr – Compartilhamento de fotos!

Visita virtual aos museus de Portugal segunda-feira, dez 6 2010 

 

Sugestão enviada por Maria Adelaide, cuja página pessoal tem o endereço:

http://www.mariaadelaidesilva.net/pagimes/pagimes.htm

Visita virtual aos museus de Portugal

Links directos

Mosteiro dos Jerónimos – Lisboa

http://3d.culturaonline.pt/Content/Common/VirtualTour/Index.htm?id=75047666-4597-4a28-ae77-9b7567c4732b

Convento de Cristo – Tomar
http://3d.culturaonline.pt/Content/Common/VirtualTour/Index.htm?id=82e66d80-439e-4f29-bc9b-576e98efee57

Mosteiro da Batalha
http://3d.culturaonline.pt/Content/Common/VirtualTour/Index.htm?id=42bb5d98-e786-4f02-bb5f-2aa349af28dd

Mosteiro de Alcobaça
http://3d.culturaonline.pt/Content/Common/VirtualTour/Index.htm?id=c26617b5-acd3-422e-998f-5bd163a99efc

Links indirectos

Depois de entrar na pagina click em visita virtual

Fortaleza de Sagres
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Monumentos/Pages/Fortaleza_Sagres.aspx

Mosteiro Santa Clara Velha – Coimbra
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Monumentos/Pages/Mosteiro_Santa_Clara_Velha.aspx

Mosteiro de São Martinho Tibães – Braga
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Monumentos/Pages/Mosteiro_Sao_Martinho_Tibaes.aspx
Museu Grão Vasco – Viseu
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Museus/Pages/M_Grao_Vasco.aspx
Museu Nacional do Azulejo – Lisboa
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Museus/Pages/M_Nacional_Azulejo.aspx
Museu Nacional de Arte Antiga – Lisboa
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Museus/Pages/M_nacional_arte_antiga.aspx
Palácio Nacional da Ajuda – Lisboa
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Palacios/Pages/PN_Ajuda.aspx
Museu Soares Dos Reis – Porto
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Museus/Pages/M_Soares_Reis.aspx
Palácio Nacional de Mafra
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Palacios/Pages/PN_Mafra.aspx
Palácio Nacional de Queluz
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Palacios/Pages/PN_Queluz.aspx
Palácio Nacional de Sintra
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Palacios/Pages/PN_Sintra.aspx
Torre de Belem – Lisboa
http://www.culturaonline.pt/MuseusMonumentos/Monumentos/Pages/Torre_Belem.aspx

 

O amor é lindo… entre os animais – parte 2 segunda-feira, dez 6 2010 

Comme_c’est_beau_l’Amour_O amor é lindo entre os animais_MAdelaide enviou

O amor é lindo…entre os animais – parte 1 segunda-feira, dez 6 2010 

 Maria Adelaide, minha prima, tem um blog sobre Agapornis, cujo endereço é:

http://www.mariaadelaidesilva.net/agapornis/

É um diário cativante sobre os agapornis que merece ser visitado e apreciado.

As fotos mais recentes que me enviou, para ilustrar um anexo sobre o carinho entre os animais (que será postado em seguida) são estas:

Agapornis 4_MAdelaide Agapornis 1_MAdelaide

Agapornis 2_MAdelaide Agapornis 3_MAdelaide

MUSEU DA Música – Itu/SP – Os sons da gente! domingo, dez 5 2010 

Minha irmã Maria do Carmo e eu estivemos no lançamento do livro

Itu, quatro séculos de comércio

De Edgar Silveira e Luís Roberto de Francisco

Instituto Cultural de Itu / Museu da Música – Itu / Sincomércio – Sindicato do Comércio Varejista / SESCSP

Houve o lançamento da “Medalha IV Centenário de Itu”, chorrinho com o grupo “Sonoro”, lançamento, claro, do livro mencionado, coquetel, conversa agradável durante o coquetel.

Chamo a atenção, portanto, para o link abaixo, como oportunidade de conhecer, pesquisar e usufruir o:

MUSEU DA MÚSICA – Itu/SP – Os sons da gente!

Missão do Museu

O Museu da Música – Itu, pretende desencadear, na região do Médio Tietê, ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação dos referenciais musicais das diversas comunidades, contribuindo para o fortalecimento da cultura local, e consequentemente da cidadania, no encontro com seu passado e reconhecimento de seu papel social.

A Casa do Museu

A casa que abriga o Museu da Música – Itu foi construída, em 1890, pelo comerciante português Manoel Joaquim da Silva.

É tombada pelo CONDEPHAAT como patrimônio material do Estado de São Paulo. Serviu sempre de residência.

Desde 1949 abrigou a família do músico italiano Luís de Francisco.

Além da guarda do acervo museológico a casa abriga um espaço para mostras e a sede da PROTUR- ITU.

Em “Mostras Virtuais”, recomendo, porque é lindo demais saber disso:

http://www.museudamusicaitu.com.br/download/mostras/01.pdf

sobre a 1.ª Ópera brasileira, 150 anos em 2009.

Hallelujah! No YouTube domingo, dez 5 2010 

 Indicações de minha prima Maria Adelaide (02/12) e de meu irmão Washington Luiz (04/12).

Como escreveu Maria Adelaide, uma agradável surpresa para quem estava no “shopping”, área de alimentação, no momento dessa ALELUIA!

Hallelujah! Enjoy!

http://www.youtube.com/user/AlphabetPhotography

“Lord, help me to do great things as though they were little, since I do them with Your power; and little things as though they were great, since I do them in Your name.” Blaise Pascal

Revista Sorria – depoimento para a seção Amar quinta-feira, dez 2 2010 

 

De: Flávio Carneiro, Editora Mol, revista “Sorria”

Olá,

Estamos preparando a próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: o que você ainda quer aprender?

Vale todo tipo de coisa, desde as megalomaníacas até as mais singelas. Por exemplo:

– aprender a praticar um esporte,

– a falar uma língua,

– a superar um acontecimento do passado,

– a ser menos ansioso/envergonhado/falastrão/pão-duro/consumista…,

– a ser mais persistente/focado/cordial/criativo/extrovertido…,

– a memorizar os trajetos das linhas de ônibus que passam perto de casa,

– a digitar sem olhar para o teclado

– a melhorar a memória,

– a ler os livros até o fim,

– a economizar,

– a não chegar atrasado no aeroporto,

– a trocar pneu,

– a conviver com alguém,

– a fazer cruzamentos de orquídeas,

– a usar a furadeira,

– os fundamentos da química orgânica,

– a cantar afinado/tocar um instrumento musical,

– a conviver consigo mesmo,

– a conter o aquecimento global…

Também gostaríamos de saber:

– Como você pretende aprender isso?

– O que está fazendo para chegar lá?

– Por que não conseguiu ainda?

– Como foram as tentativas até agora?

Não esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção dentre os relatos recebidos. Os depoimentos podem ser enviados até o dia 15/12, para flavio@editoramol.com.br

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: http://www.revistasorria.com.br/site/o-projeto/

Muito obrigado!

Flávio Carneiro

Repórter

flavio@editoramol.com.br

Editora MOL

www.editoramol.com.br

+ 55 11  3034-3839