Endereços para conhecer e se informar sobre construções civis com garrafas Pet quinta-feira, set 30 2010 

Há muito tempo me encanto com mensagens eletrônicas e textos de revistas que assino que demonstram um dos usos de garrafa “pet” (reciclagem na construção civil).

Após receber uma mensagem de minha cunhada Sônia, rica em fotos que acompanham a construção, pesquisei alguns endereços que podem esclarecer esse assunto e que evitam que eu poste fotos que aparecem no corpo das mensagens sem as devidas identificações das fontes..

Há outras utilizações para garrafas Pet, tais como: aquecedor solar, tijolo, artesanato… e a pesquisa leva a construções na Argentina e na Bolívia, mas deixo alguns endereços para quem quiser pesquisar sobre isso.

http://www.metalica.com.br/sustentavel-e-criativa-casa-de-garrafa-pet

http://blogarrafapet.blogspot.com/2009/08/contrua-sua-casa-com-garrafas-pet.html

http://www.metaong.info/node.php?id=541

http://www.ufpa.br/beiradorio/arquivo/beira10/noticia/noticia6.htm

http://www.saneamentodogato.xpg.com.br/Pet.html

http://tudosobrecasa.blogspot.com/2010/02/casa-com-garrafas-pet.html

Blog de origem de “Tudo sobre casa – casa com garrafas pet: rico em fotos!

http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=10029

http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/6355-casa-erguida-com-garrafas-pet

http://construcaoedesign.com/uma-casa-de-garrafas-pet/

Clique todos os dias no The Breast Cancer Site e demais rótulos quinta-feira, set 30 2010 

Clico desde 2002, quando esse site me foi recomendado por minha prima Maria Adelaide

É gratuito, ou seja, não pagamos pelos cliques, em qualquer rótulo.

Claro que todos os rótulos são patrocinados e propõem-se a vender os produtos dos patrocinadores.

Ao saber disso, você clica em todos os rótulos e se sente muito bem.

Há prestação de contas e, embora o Site do Câncer de Mama e os demais sites não atendam a brasileiros, serve, principalmente, de modelo para que outras ações do mesmo tipo possam acontecer no Brasil. 

Click to Give @ The Breast Cancer Site

Servidor de MEUSPARENTES será desativado quarta-feira, set 29 2010 

Para quem mantém dados genealógicos em MEUS PARENTES, repasso a informação de MyHeritage Portuguese Blog

MyHeritage Portugeese Blog


Desligamento Servidor Verwandt

Posted: 28 Sep 2010 11:12 AM PDT

Quando ocorreu a fusão de MeusParentes com Myheritage, todas as árvores foram transferidas para os provedores de Myheritage. Desde fevereiro de 2010 as milhares de árvores foram continuadas já com a segurança e tecnologia de Myheritage.

Desde a fusão, as árvores de MeusParentes ficaram inativas, mas podiam ser acessadas livremente pelos usuários que não podiam alterá-las , mas podiam recuperar um arquivo GEDCOM de sua árvore inclusive as suas fotos.

Os dados de MeusParentes ainda estão em provedores localizados em Hamburgo na Alemanha. Por razões contratuais, MyHeritage deve entregar estes provedores aos seus proprietários. O desligamento contratual foi feito originalmente em 18 de agosto de 2010, mas, MyHeritage.DE renegociou um aluguél por mais algum tempo, até 31/01/2011, quando os provedores serão definitivamente desligados e entregues aos proprietários. A manutenção destes provedores não será mais prorrogada.

Nesta data, afim de preservar todos os dados de nossos usuários e sob a supervisão de nossa equipe, os dados de todos os usuários  serão definitivamente excluídos dos provedores Verwandt. Ninguém deve se preocupar pois como já sabemos, todos os dados já foram exportados para os provedores de MyHeritage e estão seguros e garantidos.

Como, desde fevereiro, nosso acesso a esta antiga base de dados era apenas uma visita, comunicamos que a partir de 31/01/2011,  não teremos mais nenhum acesso a estes dados, assim, com antecedência, você ainda poderá fazer uma saudosa visita ou copiar seus dados em arquivos GEDCOM, e tenha tempo suficiente.

Migrei meu espaço para WordPress quarta-feira, set 29 2010 

Sobre a inserção anterior, “Paisagens de Todo Mundo”, fui precipitada, pois não tentei abrir nenhuma indicação e, quando o fiz, aceitei a proposta de migrar meu espaço do Windows Live para o WordPress.

Conclusão: preciso aprender a “mexer” com esta novidade e, enquanto o processo de migração acontecia, não consegui acessar nenhum dos “posts” sobre os quais cliquei em “Paisagens de Todo Mundo”.

Caso esse blog seja daqueles que você só pode acessar se fizer um cadastro, perdoem-me, porque, para mim, é muita areia para meu caminhãozinho ter que criar um login e nova senha. Dispenso!

PAISAGENS DE TODO MUNDO – Blog de Carlos Queiroz e a chegada da Primavera quarta-feira, set 29 2010 

Recebi, do amigo Júlio César Soares, em 24/09, um anexo intitulado “Primavera_animada”.

O primeiro impulso foi inserir o anexo na pasta “Público” deste espaço e, depois, chamar a atenção para ele aqui.

Recebi, do amigo Joaquim Emídio Nogueira Bicudo, hoje, 29/09, seis fotos da Casa Sede da Fazenda Paraizo, Itu/SP, aquela que precisa ser divulgada, e, dentre as fotos, destaco duas referentes às primaveras floridas:

Foto 06. Fazenda Paraizo Primavera.2_JENBicudo enviou Foto 05 Fazenda Paraizo Primavera.1_JENBicudo enviou

 

Agora, sim, o propósito, também, desta inserção: o link para “Paisagens de Todo Mundo” que tem, inclusive, duas “Primavera Animada” em formato Power Point.

PAISAGENS DE TODO MUNDO

Catedrais espanholas, anexo em extensão “pps” segunda-feira, set 27 2010 

Em abril de 2009, recebi. de minha prima Maria Adelaide, o anexo Power Point, extensão “pps” que está diponível em pasta “Público” deste espaço (pode ser aberto, clicando aqui):

CATEDRALES ESPANHOLAS_MariaAdelaide enviou.pps – Windows Live

Hoje, recebi o anexo, novamente, de minha prima, com estas complementações:

Belíssimas construções, do românico ao neoclássico, passando pela grandeza do gótico, o classicismo do renascimento e rebuscado do barroco.
A mistura única (acho) que se vê na catedral de Córdoba – uma antiga mesquita moura reformada internamente – não está bem representada nesse
PPS, pois só é vista de fora ao longe. Quem tiver interesse em conhecê-la melhor, este site tem muita informação:

http://www.sacred-destinations.com/spain/cordoba-mezquita

http://www.sacred-destinations.com/spain/cordoba-mezquita-photos/

Grata pela possibilidade de ennriquecer meu espaço com essas informações.

As Três Peneiras sexta-feira, set 24 2010 

A propósito desta inserção:

Procuro ler, com respeito a quem redigiu, publicações que defendem e denunciam ações político-partidárias.

À luz deste texto, “As três peneiras”, que pode ser encontrado em muitos endereços eletrônicos, mas quis ficar especificamente com o do endereço mencionado em fonte e que pode ser conferido no link abaixo do texto inserido, tento, dentro de minha capacidade emocional, instintivamente, passar tudo o que me contam ou leio pelas três peneiras da sabedoria: quem conta algo sobre alguém testemunhou ou pode apresentar quem testemunhou?; é algo que o denunciante também já fez ou até pior (a melhor defesa é o ataque para os que têm “rabo preso”)?; qual é, como está no texto, a utilidade dessa informação (beneficia a sociedade inteira ou apenas um grupo específico?).

No aspecto político-partidário, as denúncias que promovam um processo judicial que as comprovem sempre serão bem vindas e úteis para a sociedade inteira.

O que me deixa “fula da vida” são as denúncias oportunistas: em período de greve de determinado setor público ou privado, em campanhas políticas em que a oposição já deveria ter denunciado a situação e vice versa (assumir mandato político sabendo os “podres” e ter ficado calado é crime também) e todos os envolvidos.

Então, fica combinado assim: quando há eleições, mesmo que os eleitos não tenham tido o meu voto, respeito a decisão da maioria. No entanto, fico esperando as denúncias contra os eleitos: cedo ou tarde, vêm à tona. Apenas lamento que, quando vêm à tona, meu honesto e suado dinheiro já tenha sido distribuído entre os que nunca o mereceram.

Por que me refiro só ao meu dinheiro? Porque cansei de ser palmatória do mundo: sempre que defendi os fracos e oprimidos, sem que eles tenham pedido isso, fiquei com as consequências mais tristes que foram, entre outras tantas, a de me tornar persona non grata tanto para os fracos e oprimidos quanto para os fortes e opressores.

Por esse motivo, o nome deste espaço é Sinhá, cadê “seu” Padre?, ou seja, para não ficar repetindo: Eu não disse? Eu não avisei?

Creio que melhor do que o ditado É melhor prevenir do que remediar, em português, seja A stich in time saves nine, em inglês.

Ah, este texto já foi postado aqui mesmo. Vale repeti-lo.

Fonte: Grupo de Estudos Budistas Shurendo http://www.shurendo.org/historias/astrespeneiras.htm

As Três Peneiras

Há muitos séculos atrás, num mosteiro budista, após a cerimônia noturna, o Monge Abade se retira para o seu merecido descanso e enquanto tomava calmamente o seu chá, à luz de apenas uma lamparina de óleo. Fazendo entreabrir a porta de correr, feita apenas de madeira e papel de arroz, entra um dos monges instrutores do templo, reverenciando profundamente o mestre.

Indagado pelo Abade sobre o motivo de sua visita a essas altas horas da noite, o monge lhe diz que o motivo de sua visita é contar ao mestre sobre alguns comentários que estão correndo no templo sobre um outro mestre instrutor.

O Venerável Abade, então, lhe diz em sua profunda sabedoria:

– Calma! Antes de me contares algo que ouviste sobre outra pessoa, gostaria de lhe perguntar: Já fizeste passar essa informação pelas Três Peneiras da Sabedoria?

– Peneiras da Sabedoria, Venerável Mestre? Espanta-se o monge.

– Sim, as Três Peneiras da Sabedoria. Tudo o que ouvires falar sobre os outros, deve passar pelas Três Peneiras da Sabedoria, antes de ser retido, acreditado e repassado. Ouça com atenção e me responda: Tens absoluta certeza de que o que te contaram é realmente verdade?

– Não, não tenho certeza Venerável Mestre. Apenas sei o que me contaram. – Disse meio sem jeito o monge.

– Então, se não tens certeza, a informação já vazou pelos furos da primeira peneira que é a da profunda investigação da Verdade. Agora ela repousa sobre a segunda peneira, e por isso eu lhe pergunto: – O que tens a me dizer é algo que gostaria que dissessem sobre ti?

– De maneira alguma, Mestre! É claro que não! diz o monge.

– Então tua estória acaba de passar pelos furos da segunda peneira que é a da compaixão, pois nunca deverias dizer ou fazer a alguém aquilo que não quisesses que fizessem ou dissessem de ti. Agora, tua estória repousa sobre a terceira e última peneira, e por isso lhe faço a última pergunta: – Achas que me contando essa estória sobre o seu irmão e companheiro de mosteiro, ela será útil a ele de alguma maneira?

– Não, Mestre, – respondeu já ruborizado o monge -. Refletindo profundamente, sob a Luz da Sabedoria, vejo que nada de útil poderia surgir dessas estórias e boatos.

– Então, essa estória acaba de vazar pela terceira peneira, para dissolver-se na terra. Nada restou para contar. E assim, lembra-te sempre que devemos ser como as abelhas que mesmo no mais imundo dos pântanos, buscam sempre as flores para delas retirar o doce néctar e nunca como as moscas que mesmo em um corpo sadio, buscam as feridas para delas se alimentar.


Copyright © 2003-2005 – Grupo de Estudos Budistas Shurendo – Todos os direitos reservados.

As Três Peneiras

O mundo microscópico de Dalton Ghetti – New Britain Museum of American Art quinta-feira, set 23 2010 

Dalton Ghetti’s Microscopic World

March 25, 2010 by nbmaa

Alphabet, 2005. Dalton Ghetti (b. 1961). Pencil and graphite. Collection of the Artist.

Pencils have been associated with art for hundreds of years, but it is only recently that they have been used for sculptures rather than to draw with. Artist Dalton Ghetti, a Brazilian native now living in Bridgeport, CT, has been carving miniature sculptures into the graphite of pencils since he was a school boy in Brazil. However, he makes a living as a carpenter. He received his associate’s degree in architecture from Norwalk Community Technical College. As a child in Brazil, Ghetti sharpened his pencils with a razor blade, which led to him experiment with carving into the wood of the pencils and then with other materials such as chalk, soap, and tree bark. Eventually, he discovered the ease with which graphite could be carved into because of its smooth texture. He uses No. 2 pencils and stronger, flat carpenter pencils.

Church, 1990. Dalton Ghetti (b. 1961). Pencil and graphite. Collection of the Artist.

Perhaps the most surprising thing about Ghetti’s sculptures is that he does not use a magnifying glass of any sort while creating his pieces. He does them all by hand and most of the time all he needs is a razor blade, a sewing needle, and very bright light. In order to protect his eyes and keep them from getting tired, he only works on his pencils for about an hour and a half a day. The time restraint and the tiny, intricate details make for a long process; his pieces can take months to years to complete. Ghetti explains: “I have an interest in small things in life—insects, moths, spiders. I spend a lot of time observing them. There’s a whole microscopic world out there that people don’t even notice.” Magnifying glasses have been previously provided for visitors to exhibits of his sculptures, as well as enlarged photographs, to fully appreciate the detail.

Chain, 1997. Dalton Ghetti (b. 1961). Pencil and graphite. Collection of the Artist.

It took Ghetti about two and half years to complete Alphabet, a set of 26 pencils with each letter of the alphabet carved into the tip of the graphite. The letters are in perfectly block shaped, reminiscent of letter magnets. In recognition of his career as a carpenter, he has also created a series of mini sculptures of tools such as a hammer and a saw. Chain is different from his other works because instead of using the tip of the pencil, he carved individual links out of the graphite in the middle of the pencil. This created a chain that links the two ends of the pencil together.

“People look at my sculptures and then they look again, more closely, and they say, ‘Oh, there’s something in there.’ We’re a fast-paced society, and people don’t have time to stop and reflect–it’s all go, go, go. Hopefully these pieces make them stop and realize there is beauty in small things.”

Ghetti has been working on an ongoing memorial project for the tragedies of September 11. He is carving teardrops out of graphite, one for every person that died that day (3,000). The teardrops will then be arranged together to form a much larger teardrop.

The idea is, as you walk in, you’ll see a huge tear drop far away. As you walk up close to it, you’ll see that it’s made up of tiny little ones. So I make one a day. I was watching the whole thing from Sherwood Island State Park, and I broke down and cried all day. I had a vision about doing something about it, and that’s what I came up with. It’ll probably take about 10 years to do it.
-Dalton Ghetti

Come see Ghetti’s work at the New Britain Museum of American Art in our exhibition Meticulous Masterpieces: Contemporary Art by Dalton Ghetti, Les Lourigan, and Jennifer Maestre from April 2 to August 29, 2010. There will be an opening reception in conjunction with our First Friday event on April 2, 5:30-7:00, with opening remarks by the artists at 6.

Hearts. Dalton Ghetti (b. 1961). Pencil and graphite. Collection of the Artist.

Dalton Ghetti’s Microscopic World « New Britain Museum of American Art

Dalton Ghetti – um dos links de Dalton Ghetti’s Microscopic World quinta-feira, set 23 2010 

Recebi, do amigo Júlio César, uma mensagem eletrônica e, no corpo do texto, uma explicação sobre o artista, brasileiro, radicado nos EUA, que esculpe no grafite de lápis.

Foi uma busca insana, para encontrar a fonte da mensagem do Júlio, que contém fotos de várias das miniaturas esculpidas nos lápis.

Encontrei um endereço que traz um link (este, abaixo) e que será inserido, também, neste meu espaço, em inglês.

Outras indicações estão tão repletas de propagandas (mas o Google, hein?, francamente!, haja anúncio!) que se torna impossível indicá-las.

Fonte:  http://carlyllewellyn.wordpress.com/2010/08/04/dalton-ghetti/

Dalton Ghetti

August 4, 2010

Dalton Ghetti is a artist with an extraordinary talent. He uses pencils as his main medium, however he doesn’t draw with them, he carves into them! Originally from Brazil, Ghetti creates miniature works of art by carving into the nib of a pencil. The sculptor refuses to use a magnifying glass and has never sold his work! Aalton says, “i experimented sculpting with different materials, such as chalk, but one day i had an eureka moment and decided to carve into the graphite of a pencil!”.

Ghetti is currently working on a collective piece inspired by the September 11 tragedy. He aims to make approximately 3,000 tear drops, each representing the people who died in the attack. It will take him the best of ten years, but he says “it will be worth it”. [Meu destaque. MLB]

Dalton Ghetti « This and That

Outdoors do Horti-Fruti – NewsErrado – 09/05/2008 quinta-feira, set 23 2010 

Recebi, de minha cunhada Sônia, o texto com os ‘oudoors” publicitários, no corpo da mensagem.

Quis “beber da fonte” e encontrei este link:

Outdoors do Horti-Fruti | NewsErrado

Outoors em que hortaliças e frutas protagonizam trocadilhos com nomes de filmes clássicos e foram expostos no Rio de Janeiro.

Jean-Pierre AUGIER, sculpteur – Site Oficial quinta-feira, set 23 2010 

Agora, sim, o site oficial do escultor francês Jean-Pierre Augier.

Esplêndido!

Jean-Pierre AUGIER, sculpteur » Accueil

PONTO DO POWER POINT: indico para acessar arquivos quinta-feira, set 23 2010 

Recebi, da amiga Cidinha Carramenha, um anexo, formatado por Mark Naksam, com esculturas de Jean-Pierre Augier, em ferro.

Ao procurar sobre Jean-Pierre Augier, encontrei o endereço abaixo, com o anexo que Cidinha me enviou.

O recurso do Power Point, assim como tio Bill Gates (mas não estou como beneficiária de bens dele, ó, dor!) ou é amado de paixão ou é odiado de ódio mortal.

Para aqueles que, como eu, apesar de algumas formatações serem um chute na canela de cansaço (mas eu não saberia fazer melhor) que amam esse recurso de paixão, deixo esta recomendação, porque não há só o Power Point formatado por Mark Naksam sobre Jean-Pierre Augier, esculturas em ferro, mas outras indicações que são muito interessantes, atraentes e permitem leituras prazerosas e informativas.

PONTO DO POWER POINT: Esculturas do ferro à magia

Camelos ao por do sol, na Turquia – National Geographic quinta-feira, set 23 2010 

Recebi do amigo Joaquim Emídio, acompanhado do texto – espero que os créditos estejam legíveis.

OLHE COM ATENÇÃO.

VEJA ANTES A FOTO DOS CAMELOS PARA DEPOIS LER A MENSAGEM :

National Geografic Turquia_Camelos ao por do sol

 

ESTA FOTO FOI TIRADA NUM DESERTO EXATAMENTE NA VERTICAL E AO POR DO SOL.

FOI CONSIDERADA UMA DAS MELHORES FOTOS DE 2005 .

OLHE DE PERTO, OS CAMELOS SÃO AS PEQUENAS LINHAS BRANCAS.

O PRETO SÃO AS SOMBRAS.

Projeto Memória :: Fundação Ubaldino do Amaral- mantenedora do jornal O Cruzeiro do Sul – Sorocaba/SP quarta-feira, set 22 2010 

A Fundação Ubaldino do Amaral, por meio do Projeto Memória, disponibiliza acervo digitalizado.

Esse processo de digitalização continua. Visitei o jornal Cruzeiro do Sul, em 2005, acompanhada de minha irmã Maria do Carmo, e voltei para Itu, encantada.

Tenho dois volumes publicados pela Fundação Ubaldino do Amaral:

Jornal Cruzeiro do Sul 30.000 edições – Mais de 100 anos de história de Sorocaba e do mundo em um único volume – Sorocaba, 23 de outubro de 2005, Laor Rodrigues, Presidente da Diretoria Executiva.

Sorocaba 350 anos – Uma história ilustrada – 2.ª edição, com dedicatória do Sr. Laor Rodrigues, datada 07 de junho de 2005.

Visite o Projeto Memória. Acima de tudo, visite o site da Fundação Ubaldino do Amaral para confirmar o que uma associação de homens de bem é capaz de gerar em benefício da sociedade organizada.

http://www.fua.org.br/v2/

Projeto Memória :: Fundação Ubaldino do Amaral ::

AgapornisBlog, por Maria Adelaide quarta-feira, set 22 2010 

Que linda homenagem da filha para tia Alzira!

Visite o blog, link abaixo desta inserção.

Os agapornis estão tristes

Publicado em Diversos em 15 de agosto de 2010 por adelaide

Os agapornis estão tristes, pois sua querida Vovó Alzira se foi. Ela foi uma grande incentivadora da nossa turminha e tinha um grande carinho por eles. Quem sabe então Verdinho, Mocinha, Pretinho e tantos outros que nos deixaram estão agora cantando para ela em algum lugar, alegrando sua nova vida?

Vovó Alzira e agapornis

Vovó Alzira e agapornis

AgapornisBlog

Homenagem a uma tia querida, tia Alzira: 22-09-1925/11-08-2010 quarta-feira, set 22 2010 

Alzira Bernardini Basto da Silva em 30jun2010_MAdelaide fotografou

Esta foto é de 30 de junho de 2010.

Há 85 anos de seu nascimento, uma lembrança e a saudade eterna.

Descanse em paz, tia querida, pelos bons exemplos que deixou, pela preocupação constante com a família e com os amigos de Itu, lá no Rio de Janeiro morou desde o casamento com tio Renato, em 22-02-1949, pelo amor que sempre nutriu pelas raízes ituanas, cumpriu sua missão entre nós e, como a filha escreveu, está no lugar maravilhoso, vendo e ouvindo o que não traz sofrimento, só alegria.

História de Indaiatuba, de Eliana Belo Silva quarta-feira, set 22 2010 

Recomendo o blog de Eliana Belo, com quem iniciei correspondência eletrônica por meio de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

A mais recente proposta de Eliana Belo é escrever sobre tulha, em especial sobre a Tulha do Casarão do Pau Preto.

Pela rápida visita que fiz ao blog, essa inserção será um privilégio para os que se preocupam com a memória e a conservação do patrimônio historico.

Estarei acompanhando, sempre, as atualizações desse blog:

História de Indaiatuba

Cientistas propõem solução para mistério do Triângulo das Bermudas quarta-feira, set 22 2010 

Foi-me enviada pela prima Maria Adelaide e fiquei muito contente em recebê-la.

Melhor ainda: no final, há “Direitos Reservados”, que cita o link de origem.

Cientistas propõem solução para mistério do Triângulo das Bermudas

Não é de hoje que diversas teorias são lançadas para tentar solucionar os acontecimentos que envolvem o Triângulo das Bermudas. Campos magnéticos misteriosos, furacões, correntes oceânicas e até invasão alienígena são as explicações mais comuns. Agora, um novo trabalho faz ganhar força uma antiga teoria, mas ainda é muito cedo para afirmar-se que o mistério esteja solucionado.

Triângulo das Bermudas

Segundo o estudo, realizado pelos cientistas Joseph Monaghan e David May, da Universidade Monash, na Austrália, os misteriosos casos de desaparecimento podem estar ligados a gigantescas bolhas de metano que se desprendem do fundo do oceano. Essas bolhas são formadas durante a atividade vulcânica desenvolvida em grandes profundidades, mas permanecem presas no interior das rochas. Quando se soltam, flutuam em grande velocidade até atingirem a superfície e de acordo com as novas simulações são capazes naufragar navios e até mesmo desestabilizar aeronaves.
A conclusão foi publicada esta semana pelo periódico científico American Journal of Physics e reflete seis anos de pesquisa do fenômeno.
O trabalho de Monaghan e May não é novidade entre os acadêmicos, mas é a primeira vez que uma simulação deste tipo foi realizada em supercomputadores utilizando dados recentes sobre a quantidade de metano armazenada nos bolsões. Antes disso, as simulações eram feitas em tanques com modelos em escala, com resultados muito similares.

Mapeamento de hidratos de metano no Triângulo das Bermudas

Há muito tempo os cientistas especulam sobre essa possibilidade e na década de 1960 o pesquisador Ivan Sanderson havia feito o primeiro mapeamento terrestre das concentrações de metano, verificando que além do Triângulo das Bermudas outros locais também apresentavam o mesmo fenômeno de grande escala, entre eles o Mar do Japão e o Mar do Norte, onde também ocorreram diversos casos de desaparecimento.
De acordo com os pesquisadores, as simulações mostraram que bolhas com grande quantidade de gás são realmente capazes de desestabilizar pequenas aeronaves que voam em baixa altitude. Além disso, os modelos confirmaram que bolhas de grande densidade podem fazer naufragar um navio de médio e grande porte ao se chocarem contra o casco.
Antes desse trabalho, alguns estudos mostraram que as bolhas de metano podiam forçar a queda de um avião pelo efeito da mudança da densidade do ar, fazendo a aeronave perder a sustentação. Além disso, por ser menos denso o metano provocaria falsas leituras no altímetro dos aviões, induzindo o piloto a acreditar que estivesse mais alto do que de fato estaria.
Artes: No topo, mapa mostra a localização do Triângulo das Bermudas. Acima, gráfico mostra o mapeamento de diversos bolsões de metano. Crédito: Apolo11.com/USGS.
Direitos Reservados
Ao utilizar este artigo, cite a fonte usando este link:
Fonte: Apolo11 – http://www.apolo11.com/curiosidades.php?posic=dat_20100811-085149.inc


CAVALGADA DA LUA CHEIA – 25/SETEMBRO – Rosário, Itu/SP quarta-feira, set 22 2010 

 

Projectos de Responsabilidade Social IBM – Educação – Cultura segunda-feira, set 20 2010 

Aos que já conheciam estes projetos há muito tempo, minhas desculpas.

Só tomei conhecimento deles hoje, 20/09/2010, porque assisti, há dois dias, a um documentário, no History Channel, a respeito da Cidade Proibida Virtual, um projeto desenvolvido pela IBM e que, fiquei sabendo por consulta à revista Veja, Editora Abril de OUTUBRO DE 2008, que havia sido lançado há dois anos.

Hoje, ao reconsultar sobre a Cidade Proibida Virtual/IBM, encontrei os demais projetos, antes de citar o “Forbidden City” [Cidade Proibida] que possibilita a navegação por meio de um Avatar que o navegante escolha.

Acredito que tenha tomado conhecimento disso no momento correto, pois, há dois anos, Avatar, para mim, era “coisa de louco que vive no virtual” e precisava de criar uma personagem atrás da qual se escondesse para relacionar-se com outros doidos que vivem no virtual.

Então, Avatar foi uma criação da tecnologia que possibilita visitar o virtual em 3D e alguns passaram a utilizar para “games” e outros para fugir da realidade. Ah, bom!

Cultura


Na área da Cultura a IBM tem desenvolvido algumas iniciativas que, com base nas Tecnologias de Informação, permitem recriar acontecimentos que o tempo deteriorou.

Eternal Egypt

  • projecto Eternal Egypt

Anunciado no final de Fevereiro de 2004, o Programa Eternal Egypt, resulta de uma parceria ímpar entre o Governo Egípcio e a IBM. Este projecto permitiu recuperar mais de 5.000 anos da história egípcia, disponibilizada agora através de quiosques multimédia, de guias digitais e do site http://www.eternalegypt.org, espalhados pelo mundo.
O projecto Eternal Egypt consistiu em converter para formato digital milhares de artefactos e respectivas descrições em texto, bem como história e ambientes que representam milénios da cultura egípcia. Esta tecnologia possibilita a realização de visitas guiadas ao Templo de Luxor ou às Pirâmides de Gizé.
Com base num sistema de gestão de conteúdos da IBM, de características inovadoras, especialistas, historiadores, escritores e editores têm a possibilidade de compartilhar um ambiente comum e inserir conteúdos no site do Programa e nos guias digitais, de forma automática.
Características gerais das ferramentas disponíveis:

  • Imagens de alta resolução dos artefactos em 2D e 3D;
  • Ambientes reconstruídos virtualmente;
  • Visualização em 360º e sequências de imagens;
  • Cinco câmaras Web em diferentes pontos do Egipto;
  • Uma linha do tempo e um mapa de características inovadoras e interactivas, guiam os visitantes pelo acervo cultural do Egipto;
  • Diversas possibilidades de explorar as colecções do museu, incluindo visitas temáticas, por sala, artefacto ou, simplesmente, seguindo sugestões do museu.

Quiosque Multimédia

  • Disponível em dez idiomas;
  • Permite criar e enviar postais electrónicos com fotografias virtuais, tiradas durante a visita realizada através do quiosque.

Guia Digital para Telemóvel e PDA

  • Disponível em três idiomas;
  • Permite que o visitante assinale os seus pontos de interesse, para posterior análise mais detalhada através do site;
  • Assentando numa estrutura flexível, possibilita a leitura simples ou um estudo mais aprofundado.

Guia Digital para Museu do Egipto (Cairo)

  • Disponível em três idiomas;
  • Narração e animação explicativa;
  • No final do percurso é disponibilizado aos visitantes um relatório com os pontos de interesse assinalados durante a visita. Estes dados são também utilizados para tratamento estatístico por parte do Museu.

Hermitage

  • Hermitage

O programa Hermitage assenta numa solução multimédia do tipo “museu virtual”. O acesso é feito através de um CD-ROM ou, alternativamente, clicando em www.hermitagemuseum.org.
O projecto foi desenvolvido por profissionais da IBM Rússia, Itália, Israel e E.U.A., em colaboração com investigadores de arte do museu Hermitage, um dos museus mais prestigiados a nível mundial.
Estes quiosques, que se têm revelado de grande utilidade para alunos de arte, arquitectura ou história, dispõem de soluções tecnológicas IBM que permitem conhecer virtualmente alguns dos maiores tesouros de arte exibidos no Museu Hermitage, em São Petersburgo.
Desta forma, o Programa Hermitage comprova que, com base em tecnologia multimédia e em parceria com entidades competentes no domínio da cultura, é possível recuperar acervos históricos ou peças de arte de reconhecimento mundial, divulgando-os em quiosques multimédia espalhados por museus em todo o Mundo.

Pietá

  • Pietá

O Programa Pietà é acessível através de um quiosque multimédia ou do site www.research.ibm.com/pieta, que permite conhecer o processo de restauro da Fiorentina Pietà.
Em parceria com Jack Wasserman, historiador especializado em arte renascentista, especialistas da IBM colaboram desde 1998 num projecto de reconstrução da Fiorentina Pietà de Miguel Ângelo, um trabalho que o artista destruiu antes de o concluir. A concretização deste projecto foi possível com recurso a tecnologia computacional IBM que, com modelos a três dimensões, comporta mais de dois milhões de bits de dados e torna exequível a réplica da obra em grande escala, com um elevado nível de perfeição.
A peça está hoje patente em Florença, no Museo dell’Opera del Duomo, e visível através de quiosques multimédia em vários pontos do mundo. Se este aspecto tem importância do ponto de vista cultural para todos os visitantes dos museus, tem-no, seguramente, do ponto de vista académico para os estudantes de arte e de arquitectura que podem, assim, estudar novos processos de recuperação de peças históricas.

Forbidden City

  • Forbidden City

A IBM e o Museu do Palácio anunciaram em 2008 a abertura da Cidade Proibida da China ao mundo virtual. A “fortaleza” 72 hectares, construída há 600 anos abre agora as portas para revelar ao mundo centenas de anos de história e cultura.
Num projecto que durou mais de 3 anos, IBM fez uma recriação virtual meticulosa da arquitectura e dos artefactos das antigas bases do Palácio, permitindo que os visitantes tenham, através da Internet, uma visão em primeira-mão de uma China Imperial integrada num design muito particular e numa história e cultura, agora bem acessível, da Cidade Proibida.
“A Cidade Proibida: Para além do espaço e do tempo” (www.beyondspaceandtime.org) é a primeira aplicação do género, integrada de modo tão completo na tecnologia 3D, conseguindo recriar os ambientes deste tesouro da cultura chinesa, em tempo das dinastias Ming e Qing.
A Cidade Proibida foi originalmente construída para abraçar a ideia do Imperador como o centro do universo, com uma série de pátios e portões impressionantes, bem como edifícios que ressaltam um design que pretende reforçar a segurança e o poder. Este Palácio ficou concluído em 1420, cerca de 12 anos depois do início da sua construção, e contém centenas de edifícios fascinantes e artefactos históricos, tendo no passado dia 10 de Outubro completado 83 anos enquanto museu e uma das maiores atracções culturais da China.
Os visitantes podem agora experienciar um vasto e maravilhoso espaço, com recurso a tecnologia do mundo virtual. Em vez de experienciarmos as maravilhas de uma forma isolada, a Cidade Proibida virtual permite-nos ver e interagir com outros utilizadores e vários personagens que acompanham o percurso. À medida que explora a Cidade Proibida Virtual, o utilizador pode escolher observar simplesmente, ou fazer visitas e participar em actividades que fornecem uma visão dos aspectos importantes da cultura Qing.

Projectos de Responsabilidade Social – Educação – Cultura

Falando sobre Brasil pode se tornar alvo de hackers do Leste Europeu, alerta chefe do FBI – MSN Notícias segunda-feira, set 20 2010 

  Não bastassem os cybercriminosos aborígenes, teremos que lidar com os que acessam as instituições financeiras do Brasil como se estivessem no exterior!

Não engulo essa de que os cybercriminosos estejam, de fato, no Leste Europeu, porém recomendo a leitura do texto, porque instituição financeira que não toma precauções, entre outras, em relação à invasão de cybercriminosos aborígenes e do exterior nos deixa inseguros.

Eu pago a assinatura de segurança no microcomputador. Renovo, rigorosamente, dentro da data, Confio nela, tanto que estou com a mesma desde 2002.

Todavia, cybercriminosos, usualmente competentes e habilidosos (muito mais do que eu, reconheço, mera mortal que utiliza a Web para o bem), assim como determinados funcionários públicos de todos os setores, querem "ganhar por fora" ajudando o crime organizado, que não registra carteira profissional, não paga as obrigações trabalhistas e permite que os cybercriminosos "acumulem" funções para as quais recebem e não precisam declarar rendimentos.

Detalhe importante: assim como determinados funcionários da segurança da vida real, depois que "as portas são arrombadas", oferecem os serviços de segurança. Que país complicado, não? Assim, também, alguns candidatos a cargos eletivos: participam ou incentivam determinados atos ilegais e omissões na elaboração de leis e, depois, oportunisticamente, fazem disso plataformas eleitorais.

Já comentei, aqui mesmo neste meu espaço, sobre um oportunista que anunciava aparato para impedir entrada de ar junto com a água e me senti ultrajada porque, como deputado, deveria apresentar lei de que todos, sem exceção, que exploram serviços de água e esgoto deveriam instalar hidrômetros com esses aparelhos já acoplados, sem que isso representasse custo para o consumidor que paga para nascer, paga para viver, paga para morrer, enquanto muitos terceirizados só lucram e não prestam contas, não pagam tributos (em benefício da sociedade em que prestam serviços) e não estão sujeitos às penas das leis trabalhistas. Hoje, esse deputado é candidato a governardor: xô, Satanás! E que não finja que não tem acesso, por meio de lacaios, às minhas opiniões, porque tenho provas por meio de retaliações a mim e a familiares: sou tonta, mas não sou barata, sou muito cara! 

Citação

Brasil pode se tornar alvo de hackers do Leste Europeu, alerta chefe do FBI – MSN Notícias
Brasília – O crescimento da economia brasileira pode resultar em uma mudança no perfil dos crimes cometidos pela internet contra as instituições financeiras do país. A exemplo do que já ocorre com bancos norte-americanos, o Brasil poderá passar a ser …

Photoshop político quarta-feira, set 15 2010 

 

Recebi, em 12/09, esta mensagem de minha prima Maria Adelaide.

Encontrei, nas leituras do blog, uma expressão perfeita para endereços eletrônicos ou comunidades que defendem candidatos, fora dos sites oficiais, que é"curral eletrônico". Como o blog é feito por estagiários do jornal “O Globo”, isso me impressionou, porque demonstra competência de futuros jornalistas brilhantes.

Será que estou misturando com a leitura do Especial do jornal “O Estado de São Paulo” e a expressão “curral eletrônico” estava nesse jornal?

Não deixo, então, de citar as publicações que tenho lido: “Folha de São Paulo”, “Veja”, “Superinteressante”, e, claro, já que citei a “Superinteressante”, cito, também, a revista “Sorria”, Editora Mol, publicação bimestral, cujos recursos, abatidos os impostos, se revertem em benefício do GRAACC.

Misturei, portanto, publicações que não tratam de campanhas político-partidárias com as que têm obrigação de publicar assuntos relacionados com campanhas político-partidárias, porque tudo é política, exercício da cidadania. Determinados políticos é que pertencem à politicalha, politicagem, candidatos ou não.

Endereço do blog: http://oglobo.globo.com/blogs/javoto/, mas, para acessar arquivo “Aparência ganha voto?” é preciso ser cadastrado, como minha prima é cadastrada.

Deu ontem [11/09/2010] no "Já voto" d’O Globo.  Essa reprodução aqui, baixado do blog deles, não ficou muito boa, mas dá uma idéia das rugas suavizadas e das peles esticadas.
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Sobre o filme “Nosso Lar”. terça-feira, set 14 2010 

Recebi de prima Maria Emília Alonso (Campinas/SP). Ainda não assisti ao filme, mas, certamente, o farei.

Considerações da Psicóloga Sandra Mussi, presidente do Conselho Espírita Canadense sobre o Filme Nosso lar


Sobre o filme Nosso Lar

Como a gente diz por aqui, WOW!!!!!

Tive a grande honra e prazer de assistir ao filme "Nosso Lar" que será estreado em Setembro/2010. Minha viagem ontem ao assistir o filme foi espetacular. Quantas lições!!!

Eu fiquei encantada em como  pude me perceber nos personagens podendo assim experienciar emoções e valores tão engenhosamente criados na tela.

Com a ajuda de André Luiz e desta produção espetacular, caminhei na minha própria estrada de encontro ao "Meu Lar" e ao "Meu Umbral".

Como Psicóloga e constante estudante da alma, a busca dessa viagem interior é minha mola motivadora no caminho do auto-conhecimento.

Para aqueles que já leram o livro e conhecem sua mensagem de tolerância e amor, o filme traz imagens inesquecíveis que materializam nossa imaginação, enriquecem nossa apreciação pelas mensagens trazidas a nós por André Luiz.  Quem não conhece a obra será presenteado com uma narrativa clara, que sutilmente ensina os fundamentos da mensagem Espirita através da jornada de um espirito.

A  representação visual contrastante entre o umbral e o Nosso Lar coloca em grande perspectiva a nossa dualidade espiritual, mental e emocional. Essa realidade interna do equilíbrio e desequilíbrio, entre o amor e o ódio, entre
a paz e a guerra tão bem representada pelo ator Renato Prieto, nos faz reconhecer o nosso atual estado evolutivo, nossas fragilidades e limitações. Escolher ver a "normalidade" das nossas imperfeições de condição humana em busca da luz é aceitar de forma natural nosso crescimento.

O filme Nosso Lar, me proporcionou o encontro com essa realidade e me fez refletir onde estou e para onde quero ir.
Estar aberta para essa escolha é uma fonte energizadora de liberdade e de exercício em busca da felicidade e realização pessoal.
As cenas do hospital da colônia Nosso Lar nos traz a tranquilidade interna do silêncio, expulsa os barulhos da mente para que a  quietude interna  proporcione o ambiente necessário ao encontro com nossa essência e a fonte das leis divinas. Mais uma vez, o filme nos leva a refletir no poder do silêncio. A "água medicamentosa" foi o agente desse processo.

A trilha sonora composta pelo gênio da música considerado um dos compositores mais influentes do século 20, Philip Glass, constantemente nos convida a tecer suaves cordas vibracionais do nosso intimo com a arte divina.
Nas cenas musicais do filme uma nova oportunidade de experienciar a harmonia, fazendo-nos mergulhar em sensações de alegria, quietude e união.

O filme nos traz uma mensagem de otimismo e esperança.

As emoções vivenciadas pelos atores traz ao telespectador sentimentos verdadeiros e sinceros, fazendo com que o filme seja uma conexão constante.

Morando no exterior a mais de 20 anos, "viajei" com Andre Luiz  – O retorno dele ao Lar na Terra, é muitas vezes meu retorno a Pátria querida. Cenas tão emocionantes que me instigaram ao exercício do desapego.  Como André Luiz, ao não aceitarmos as mudanças da nossa realidade perdemos a conexão interna.

Ao nos desapegarmos deixamos de viver a ansiedade da separação e assim nos abrimos para a conexão maior, a do entendimento que somos todos ligados uns aos outros, somos UM SÓ através do AMOR!

A doutrina da reencarnação faz com que possamos exercitar a fraternidade, estender nossas afeições além dos laços do sangue, nos laços imperecíveis do Espírito.

Acredito que o cinema brasileiro enriqueceu com a grande direção de Wagner Assis que se estabeleceu como um grande "médium" das belezas eternas.

Com certeza esse é um filme para se assistir muitas vezes. Estarei  levando meus filhos e  meus amigos e recomendando a todos  aqueles que buscam a paz e o encontro com o Divino.

Obrigada Wagner e a toda a equipe que me proporcionaram essa viagem tão bonita!

Obrigada André Luiz! Obrigada Chico!

Sandra Mussi
Psicóloga e Psicoterapeuta
Presidente Conselho Espirita Canadense

Pensamento de Francisco de Assis:" un solo raggio di sole e’ sufficiente per cancellare milioni d’ombre"

Trad. "É suficiente un unico raio de sol para apagar milhões de sombras"

Mar de lixo e as sacolas plásticas – PLANETA SUSTENTÁVEL terça-feira, set 14 2010 

Embora com atraso, registro a mais recente correspondência eletrônica recebida de “Planeta Sustentável”.

Não estou sendo hipócrita em abordar o assunto, porque não afirmo que me livrei de sacolas plásticas. Ainda utilizo sacolas plásticas para embalar algumas compras em supermercado e outros estabelecimentos comerciais, porém as reutilizo para embalar lixo reciclável ou que produz chorume, caso seja colocado no saco plástico do recipiente do lixo. O lixo doméstico é colocado, então, em locais indicados pela empresa que recolhe o lixo e pagamos para que seja depositado em aterro sanitário. Desse modo, oceanos e mares não estão recebendo o lixo produzido em nossas casas e as sacolas plásticas se degradarão em aterros sanitários.

From: Planeta Sustentável

Sent: Friday, September 10, 2010 5:01 PM

Planeta Sustentável

10/09/2010

Mar de lixo e as sacolas plásticas
Depois de 14 dias em alto mar em busca de amostras de plásticos na superfície do Oceano Atlântico, o veleiro Sea Dragon chegou à Ilha de Ascensão, a 3.395 km do Rio de Janeiro, de onde partiu. Nele, a jornalista Liana John (autora do blog Biodiversa) acompanha o trabalho dos pesquisadores para escrever uma grande reportagem para a revista National Geographic Brasil. Mas não é preciso

esperar essa publicação para saber o que está acontecendo durante a viagem. Todos os dias, ela relata alguns aspectos interessantes e curiosos dessa expedição em pequenos textos postados – sempre que a comunicação permite – num diário em forma de mapa, que revela o percurso do veleiro (Leia o texto que ela escreveu antes de embarcar: Pesquisadores fazem expedição para avaliar ilhas de lixo no Atlântico).
Lá estão descritas algumas sensações, dificuldades e conquistas da tripulação. O encontro com albatrozes, golfinhos, tartarugas, uma baleia e, até, um pingüim solitário. A beleza da Via Láctea ou do

mar azul profundo.O esforço para equilibrar bebidas e alimentos ou fazer exercícios de alongamento no balanço do barco. E – claro! – o trabalho de pesquisa: a rede não só coleta amostras de lixo, mas também peixes mortos; alguns carregam pedaços de plástico em seus estômagos. Vale a leitura. Não perca!
Aproveitando o tema da expedição do Sea Dragon, que tal aderir à campanha do Planeta Sustentável pela redução do uso de sacolas plásticas? Em nosso site, o contador de sacolas recusadas já registra quase 2 milhões! Clique a cada sacola recusada e divulgue a ideia entre os amigos. Seja aquele que vai virar o marcador para 2.000.001!

Até a próxima!
Matthews Shirts e Mônica Nunes

 

Copyright © 2010, Editora Abril S.A. – Todos os direitos reservados

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E Evandro apagou a luz – suplementos – Estadao.com.br segunda-feira, set 13 2010 

 

Recebi de minha prima Maria Adelaide, o que me levou à inserção anterior (cuja explicação ficou sem sentido, mas não vou corrigir) e, claro, a esta inserção. Clique no link, lá embaixo, para reler o texto e ver as fotos maravilhosas que acompanham este texto.

Meu primeiro pensamento, enquanto lia o texto, acompanhado das fotos, foi a preocupação com a organização e preservação do acervo de Evandro Teixeira. Acredito que não sejam poucos os que entendem a falta de tempo para um fotógrafo dessa qualidade, desse talento, desse senso de cidadania para esse fim.

 

E Evandro apagou a luz

Com o fim da versão impressa do ‘Jornal do Brasil’, o fotógrafo do flagrante pede demissão

04 de setembro de 2010 | 13h 17

Márcia Vieira, de O Estado de S. Paulo

Não houve choro nem estardalhaço. Mas a pressão embalada em frases do tipo "Pensa bem, aqui você tem liberdade, melhor ficar" só serviram para alimentar a angústia. O sofrimento em decidir o futuro se manifestou de maneira devastadora no fotógrafo Evandro Teixeira, 73 anos. Uma dor de barriga o deixou nocauteado por uma semana. Só passou quando tomou a decisão mais difícil da carreira: pedir demissão do Jornal do Brasil depois de um "casamento feliz" de 47 anos. Desde que o empresário Nelson Tanure anunciou o fim da edição impressa do JB, sufocado em dívidas, uma pergunta martelava a cabeça de Evandro. "O que é que eu faço agora?" Nada contra a era digital – o JB tem agora apenas a versão online. Difícil era continuar vendo o jornal, que já foi um dos maiores do País, se esfarelando.

Mesmo para ele, testemunha da lenta agonia do Jornal do Brasil, os últimos dias na sede no Rio Comprido, na zona Norte, foram difíceis. Pairava na redação a ameaça de uma extensa lista de demissões que deixaria a equipe do jornal virtual reduzida a um quinto dos jornalistas da edição impressa. Na fotografia o corte foi radical. Dos 15 fotógrafos que lá trabalhavam, sobraram três. "Foi demitido até o Paulo Nicolella, um excelente fotógrafo que estava lá há 20 e tantos anos", lamenta Evandro. Dos quatro encarregados de transmitir fotos, restou um. "Foi uma semana dramática. É difícil acabar com um casamento tão longo, mas estava na hora. Tomei coragem e fiz a carta da demissão".

Na sexta, dia 27, Evandro deixou a redação carregando a última caixa com livros e fotos. A maior parte do seu arquivo ele havia transferido para o apartamento na Gávea, onde mora com a mulher, a paisagista Marli. Sua saída surpreendeu quem ficou. Em quase cinco décadas a história de Evandro e a do Jornal do Brasil se misturaram. Um não vivia sem o outro. "Evandro desistiu do JB", avisava um funcionário do jornal a quem procurava o fotógrafo na redação terça passada.

Na verdade, Evandro insistiu por anos. Desde a primeira grande crise do jornal, nos anos 90, quando salários atrasavam e já não havia dinheiro para grandes investimentos em reportagens, Evandro resistiu às investidas. "Recebi convites até para trabalhar fora do Brasil." Mas por que um fotógrafo que a empresa alemã Leica, fabricante de poderosas máquinas fotográficas, considerou um dos 45 mais importantes do mundo, ao lado de Cartier-Bresson, continuou num jornal em visível decadência? Por que um fotógrafo que é verbete na Enciclopédia Internacional de Fotografia, que tem fotos no acervo de museus como o Beauborg, em Paris, que expõe em Milão e Nova York, preferia publicar suas fotos num veículo sem prestígio?

"Porque eu adorava e adoro o JB. Porque sempre tive liberdade para viajar quando quisesse para fazer meus ensaios. E porque o clima de trabalho que eu tinha lá não havia em nenhum outro lugar. No JB a gente vivia uma esculhambação criativa", brinca.

No trem, com JK. A anarquia combina com Evandro. No pequeno apartamento da Gávea, ele se perde e se acha no meio de dezenas de livros, caixas com fotos e papéis espalhados por prateleiras. "Deixa eu te mostrar uma coisa que eu tinha perdido e encontrei esta semana", diz eufórico, tentando recuperar uma recordação da viagem que fez de trem, em 1959, com o presidente JK, partindo do Rio para o Planalto Central. Não encontrou. "Preciso contratar alguém para arrumar isso, caramba!"

A sala é repleta de lembranças das viagens que fez pelo país afora, a maioria para o Norte e o Nordeste. Nas paredes, fotos como a da histórica Passeata dos Cem Mil, no Centro do Rio, um grito contra a ditadura em 1968, se misturam às do belíssimo ensaio sobre 100 anos de Canudos.

As memórias de Evandro saem aos borbotões. Ele é capaz de pular das suas aventuras na cobertura do massacre do pastor fanático Jim Jones, quando 952 pessoas se suicidaram na Guiana em 1978, para a descrição das terríveis dores que anda sentindo no joelho. Durante a conversa, regada a biscoitos trazidos do interior da Bahia e sucos preparados por Marli, com quem está casado há 46 anos, volta e meia interrompe uma história para perguntar. "Onde é que eu estava mesmo?"

Estava no Chile, no enterro de Pablo Neruda. Em setembro de 1973, logo depois de o golpe militar derrubar Salvador Allende, Evandro desembarcou em Santiago, enviado pelo Jornal do Brasil. No auge da ditadura, os jornais brasileiros foram proibidos pela censura de dar manchete à queda de Allende. O JB obedeceu. Sua primeira página não tinha títulos em letras garrafais. Mas um enorme texto contando todos os detalhes do golpe ocupava a primeira página.

Em Santiago, os jornalistas eram submetidos ao toque de recolher. Das 6 da tarde às 6 da manhã não podiam deixar o Hotel Carrera. Tempo demais sem fazer nada para um fotógrafo intrépido. Evandro tinha fixação por encontrar Pablo Neruda, que, depois da morte de Allende, simbolizava o governo socialista massacrado por Pinochet. Evandro tinha documentado meses antes o passeio de Neruda à Bahia para visitar Jorge Amado.

No Hotel Carrera, ele virou amigo de infância de uma paulista, casada com um militar chileno. Por ela soube que Neruda, muito doente, tinha sido levado da sua casa na Isla Negra para o hospital Santa Maria. Procurou o diretor do lugar usando o nome da brasileira. "Ele não me deixou ver Neruda, mas me passava os boletins médicos. Às 10h da noite no dia 30 de setembro soube que Neruda estava morto. No dia seguinte, às 6h da manhã, eu me piquei para lá. Entrei por uma portinha lateral e vi o corpo do Neruda com Matilda, a mulher, ao lado". Evandro se apresentou como o fotógrafo que esteve na casa de Jorge Amado. "Meu filho, Jorge era nosso irmão. Seja bem-vindo", retribuiu a viúva. Evandro fotografou o corpo do poeta sendo arrumado para o velório e acompanhou o caixão até Isla Negra. De lá saiu com o cortejo até o cemitério. Era o único fotógrafo.

"O caixão saiu coberto pela bandeira do Chile. No caminho foi chegando gente. Todo mundo cantava a Internacional e o Exército cercava o cortejo para atacar. Mas os militares recuaram. Quando o caixão chegou ao cemitério, aquelas pessoas começaram a declamar os poemas de Neruda. Eu chorava e fotografava. Foi um dos momentos mais importantes da minha vida".

No Chile, fez fotos de presos políticos no porão do Estádio Nacional. "Eu usava uma Leica. Ela ficava dentro da camisa com uma lente angular pequena, que não chama atenção." Apesar dessas fotos históricas, Evandro gosta é de fotografar gente comum. Sua imagem predileta é o registro de um casamento em Paraty, em 1979. "Gosto do povo brasileiro. Principalmente do Nordeste. No Sul eu não fico muito à vontade".

Época de ouro. Evandro é baiano de Irajuba. Filho de fazendeiros, nunca subiu em um cavalo. Já na adolescência, seu negócio era fotografar. Estudou com Nestor Rocha, tio do cineasta Glauber Rocha, em Jequié (BA). Em Salvador, continuou estudando com José Medeiros, que por 15 anos foi fotógrafo da revista O Cruzeiro. Aos 18 anos foi para o Rio. Seis anos depois entrava para o Jornal do Brasil, onde trabalhava a elite da fotografia. "Era a época de ouro. Fretei avião para fazer matérias. Cobri mais de dez Copas do Mundo. Foi o ambiente do JB que me transformou no fotógrafo que sou".

Lamenta a sucessão de desacertos que levou o JB a um crise financeira que provocou o fim da edição impressa aos 119 anos. Na verdade, acha que o jornal deixou de ser o velho JB quando, em 2001, a marca foi arrendada para o empresário Tanure. A redação se mudou do prédio da Avenida Brasil 500 para o Rio Comprido. "Não era mais aquela coisa grandiosa. Mas a gente ainda tinha esperança de que o jornal voltasse a ser o que era".

Mas Evandro não é de se lamuriar. No final do mês lança um livro encomendado pela ONG Visão Mundial com fotos do Norte e Nordeste. Já tem farto material para outro, sobre moradias brasileiras. Tem corrido o País com palestras em universidades. Em outubro parte com o primeiro grupo para um workshop de fotografia em Canudos. "Minha vida é fotografar. Sem ser cabotino, acho que fiz um belo trabalho para a fotografia no Brasil". Para provar, encontra, depois de algum esforço, uma revista italiana. São 92 páginas com perfis de grandes brasileiros: Oscar Niemeyer, Ivo Pitanguy, Ayrton Senna, Pelé, Chico Buarque, Vinícius de Moraes e Evandro Teixeira, "o maestro do fotojornalismo que mostra o esplendor e a mistura em preto e branco de um povo colorido".

E Evandro apagou a luz – suplementos – Estadao.com.br

Especiais – Estadao.com.br – Entenda o caso da censura desde 31 de julho de 2009 segunda-feira, set 13 2010 

IMPORTANTÍSSIMO, agradeço à minha prima Maria Adelaide, porque me enviou sobre “Evandro Teixeira deixa o Jornal do Brasil”. Do texto sobre Evandro, o caso da censura desde 31 de julho de 2009 não poderia deixar de estar aqui.

Entenda o caso da censura

Mordaça judicial foi decretada em 31 de julho de 2009, a pedido do empresário Fernando Sarney. Veja os principais momentos do caso

Especiais :: Estadao.com.br

Tudo o que eu devia saber na vida, aprendi no jardim de infância terça-feira, set 7 2010 

Sim, já inseri esse texto que, é um trecho do livro com o mesmo título, de Robert Fulghum, editado, em Lisboa/Portugal ,pela Difusão Cultural e, no Brasil, pela Editora Best Sellers.
Porque estou até aqui, ó, de receber, por correiro eletrônico, as denúncias sobre campanha política 2010, para cargos dos Poderes Legislativo e Executivo, porque há candidatos precisando “virar” o rumo da campanha, e, para isso, repetem os mesmos vícios de campanhas eleitorais desde que o voto era “de cabresto”, porque estou até aqui, ó, também, de ser tratada por pessoas como se fosse uma ignorante completa a respeito de cidadania – não por publicações de jornais e revistas que, tendenciosas ou isentas, me permitem, ao ler, me informar ou rechaçar como tendenciosas as informações – repito o texto de Robert Fulghum, captado de
para mostrar que, de fato, a reflexão (o Credo) de Robert Fulghum é de uma lucidez ímpar:

 

“Tudo que eu preciso mesmo saber sobre como viver, o que fazer, e como ser, aprendi no jardim-de-infância.

A sabedoria não estava no topo da montanha mais alta, no último ano de um curso superior, mas no tanque de areia do pátio da escolinha maternal.

Vejam o que aprendi:

Dividir tudo com os companheiros.

Jogar conforme as regras do jogo.

Não bater em ninguém.

Guardar os brinquedos onde os encontrava.

Arrumar a “bagunça” que eu mesmo fazia.

Não tocar no que não era meu.

Pedir desculpas, se machucava alguém.

Lavar as mãos antes de comer.

Apertar a descarga da privada.

Biscoito quente e leite frio fazem bem à saúde.

Fazer de tudo um pouco – estudar, pensar e desenhar, pintar, cantar e dançar, brincar e trabalhar, de tudo um pouco, todos os dias.

Tirar uma soneca todas as tardes.

Ao sair pelo mundo, cuidado com o trânsito, ficar sempre de mãos dadas com o companheiro e sempre “de olho” na professora.

Pense na sementinha de feijão, plantada no copo de plástico: as raízes vão para baixo e para dentro, e a planta cresce para cima – ninguém sabe como ou por quê, mas a verdade é que nós também somos assim.

Peixes dourados, porquinhos-da-índia, esquilos, hamsters e até a semente no copinho plástico – tudo isso morre. Nós também. E lembre-se ainda dos livros de histórias infantis e da primeira palavra que você aprendeu, a mais importante de todas: Olhe!

Tudo que você precisa mesmo saber está por aí, em algum lugar. A regra de ouro, o amor e os princípios de higiene. Ecologia e política, igualdade e vida saudável.

Escolha um desses itens e o elabore em termos sofisticados, em linguagem de adulto; depois aplique-o à vida de sua família, ao seu trabalho, à forma de governo de seu país, ao seu mundo, e verá que a verdade que ele contém mantém-se clara e firme. Pense o quanto o mundo seria melhor se todos nós – o mundo inteiro – fizéssemos um lanche de biscoitos com leite às três da tarde e depois nos deitássemos, sem a menor preocupação, cada um no seu colchãozinho, para uma soneca. Ou se todos os governos adotassem, como política básica, a idéia de recolocar as coisas nos lugares onde estavam quando foram retiradas; arrumar a “bagunça” que tivessem feito.

E é verdade, não importa quantos anos você tenha: ao sair pelo mundo, vá de mãos dadas, e fique sempre “de olho” no companheiro”.