As imagens de São Luiz do Paraitinga (antes e depois que o rio Paraitinga subiu dez metros, arrasando a cidade) podem ser vistas nesse anexo, em extensão “pps” do Power Point, postado em 17/04/2010.

Sete meses depois da tragédia, de acordo com a prefeita da cidade, São Luiz do Paraitinga ainda não está pronta para receber os turistas como gostaria, porém precisa desses turistas para movimentar a economia e continuar a recuperação de, acrescento do que li no texto, 425 construções dos séculos XVIII e XIX tomabadas pelo patrimônio histórico, para a recuperação ou a reconstrução de escolas, para a criação de uma biblioteca-modelo, para a recuperação dos acessos nas estradas e a implantação de um sistema de alerta de possíveis cheias na bacia do rio Paraitinga, para testemunhar [minha cinclusão] as 150 casas que serão levantadas, a toque de caixa, pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) para abrigar famílias desalojadas que, atualmente, são em número de 212, para ajudar a fiscalizar [minha conclusão] o financiamento para reforma dos imóveis privados tombados pelo Condephaat.

Essas informações – e muitas mais – se encontram no texto “À espera dos turistas”, Veja São Paulo, páginas 49 e 50, 11 de agosto de 2010.

Dentre as informações do texto, destaco, também, esta que me é tocante: “Ao meio-dia, soam as doze badaladas do sino da igreja matriz – ainda que sua torre não esteja mais lá. Trata-se de uma maneira de manter a identidade dos 11.000 habitantes do encantador município do Vale do Paraíba, a 187 quilômetros de São Paulo, famoso por seu Carnaval de marchinhas e por suas festas religiosas”.

Com fotos, o texto da Veja São Paulo, de autoria de Giovana Romani, destaca o altar e sino recuperados da igreja Matriz, além de descrever que “Diariamente, o canteiro de obras da igreja matriz, datada de 1850, fica aberto para visitação. A limpeza do terreno acaba de ser concluída e cerca de 400 peças foram retiradas dos escombros. Catalogados, os itens de valor histórico, a exemplo de sinos, relógios, prataria, forros pintados e altares, estão em fase de restauração. Tijolos, tábuas de maeira, pregos e algumas imagens ficam guardados em um barracão. Desde 23 de janeiro, 39 operários atuam ali: ‘Estamos concluindo a primeira etapa: agora começa a construção’, afirma o arquiteto Adriano Carvalho, da construtora Biapó, contratada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para o salvamento da matriz, da Capela das Mercês, de 1814, e de quinze imóveis particulares”.

Vejam as imagens de antes e depois da tragédia e concordem comigo que o texto da Veja São Paulo me trouxe imensa alegria.

SãoLuizdoParaitinga_antes e depois_Cidinha enviou.pps – Windows Live

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