Falando sobre YouTube – Elton John – Can you feel the love tonight! quinta-feira, jul 29 2010 

 

Inserção de 30/03/2007, by Cris. 

YouTube – Elton John – Can you feel the love tonight!
 

Anúncios

YouTube – Blue feat Elton John Sorry seems to be the hardest Word quinta-feira, jul 29 2010 

 Assisti à apresentação desse vídeo, pela primeira vez, no Blog Bete Aguirre

 A revista Veja, Editora Abril, edição 2175, ano 43, n.º 30, 28 julho 2010, trouxe, na capa,

Perdão. A sensação de liberdade de quem conseguiu tirar da alma o peso da mágoa.

Aproveito, então, para sugerir a leitura do texto de Veja

e recomendar para que o vídeo seja assistido não apenas pela relação da letra da música (tradução abaixo) como pela interpretação emocionante.

 

 Tradução encontrada em: [http://www.cifras.com.br/traducao/elton-john/sorry-seems-to-be-the-hardest-word]
Elton John – Greatest Hits 1970-2002, Rocket Man: Number Ones (CD/DVD Package), Love Songs

 

DESCULPE PARECE SER A PALAVRA MAIS DIFÍCIL

O que tenho de fazer para fazer você me amar?

O que tenho de fazer para fazer você se interessar?

O que faço quando o relâmpago me atinge

E eu acordo para descobrir que você não está lá?

 

O que faço para fazer você me querer?

O que tenho de fazer para ser ouvido?

O que digo quando está tudo acabado,

E “desculpe” parece ser a palavra mais difícil?

 

É triste, tão triste.

É uma triste, triste situação.

E está ficando cada vez mais absurda.

É triste, tão triste.

Porque não podemos conversar?

Oh, me parece

Que “desculpe” parece ser a palavra mais difícil.

 

O que faço para fazer você me amar?

O que tenho de fazer para ser ouvido?

O que faço quando o relâmpago me atinge?

O que tenho de fazer,

O que tenho de fazer,

Quando “desculpe” parece ser a palavra mais difícil? 

           Link para YouTube:

http://youtu.be/GvbQzRAi4wM

O relógio da Matriz voltou a badalar as horas e suas divisões em minutos segunda-feira, jul 26 2010 

Cresci testemunhando meus pais lendo jornais, livros e revistas. Não fui a única pessoa a ser incentivada à leitura por causa disso, mas foi bem saudável.

Observei, também, pessoas que frequentaram a escola por um tempo curto, mas desenvolveram uma capacidade impressionante para lidar com assuntos e soluções que exigiriam habilitação que apenas o ensino superior forneceria, porém, o antigo curso primário, completo ou incompleto, mostrou que essas pessoas se dedicaram à aprendizagem durante toda a vida.

Testemunhei, ao longo de minha formação profissional, doutores, de verdade, cujos pais eram analfabetos, mas se dedicaram ao ensino e transmitiam vivência e sugestões pedagógicas a aprendizes como eu. Tive professores que não defenderam teses de mestrado e de doutorado, mas cujo conhecimento e exercício profissional me causam admiração até hoje.

Desde os sete anos de idade, mais ou menos, portanto há 50 anos, tenho o privilégio de morar na mesma casa, no centro da cidade de Itu, e, pelo vão de construções do fundo de minha casa, ouço o badalar do relógio da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária.

Silenciado, há cerca de três ou quatro meses, por problemas na máquina e pela falta de relojoeiros – uma das profissões que está se extinguindo – que pudessem contornar o desgaste dela, li, no jornal “A Federação”, que á máquina precisava ser substituída por uma mais moderna.

Como fez falta enfrentar o silêncio do relógio! Na sexta-feira, dia 23/07, por ter que ficar na lavanderia de casa durante muitas horas, antes do almoço e depois do almoço, comentei com minha irmã que havia perdido a hora para almoçar por causa da perda da noção das horas.

No sábado, dia 24/07/2010, ouvi o badalar das 23 horas! Não sei em que momento do sábado o relógio voltou a soar as horas, os quinze minutos, as meias horas, mas senti uma alegria infantil, não apenas por, agora, ter noção do tempo sem olhar para os relógios da casa, mas, principalmente, porque houve o resgate de um patrimônio da cidade de Itu e os responsáveis por isso merecem não apenas agradecimentos, merecem as orações pela saúde, pela paz.

Cito o nome do responsável, Monsenhor Durval Carneiro, que já deve ter agradecido, durante as missas, aos que colaboraram para que o relógio fosse consertado. No período da manhã, no sábado, dia 24, precisei sair de casa para resolver alguns assuntos e comprar os jornais locais. O relógio estava parado. Ao sair de casa, três carros de som de propaganda esgoelavam os decibéis de uma cidade cujas autoridades competentes não tomam providências com relação a esse abuso porque, em período pré eleitoral, os candidatos a cargos políticos utilizam-se desses serviços de carros de som. Inacreditável! Os três carros de som transitavam no mesmo quarteirão, separados por outros veículos. Na praça Padre Miguel, a praça da Matriz, uma bicicleta de som. E o relógio da Matriz estava parado.

Obrigada, Monsenhor Durval! Estenda os agradecimentos a todos os que colaboraram para o conserto do relógio da Matriz de Itu. Sua dedicação ao restauro da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária – com a ajuda incansável dos que lhe dão apoio – é, de fato, a prova incontestável da evangelização para que esta cidade consiga solucionar problemas muito além do alcance espiritual. É claro que houve necessidade de dinheiro para esse conserto do relógio da Matriz, bem como há necessidade de muito dinheiro para o restauro dessa casa de oração, patrimônio de Itu. Continuaremos a colaborar com o dízimo, com nossa presença em quermesses e outras atividades que reúnam dinheiro para que as atividades religiosas de todas as igrejas de Itu continuem, porque, feliz ou infelizmente, tudo gira em torno de dinheiro. No entanto, quando há prestação de contas, como é o caso de todas as igrejas de Itu que arrecadam dinheiro de alguma forma, e quando podemos observar que esse dinheiro está sendo utilizado para os fins propostos, há um novo alento, como esse meu sentimento infantil de constatar que o relógio da Matriz foi consertado.

Tentei ligar para a secretaria da Igreja, por volta das 10 horas deste domingo, 25/07, mas era horário da “Missa das 10”, dedicada especialmente às crianças e o telefone tocou e não houve resposta. Era horário de missa. Espero que as crianças e os pais delas tenham se sentido como eu: feliz por algo que marcou minha infância, minha adolescência e continua a marcar a minha vida adulta: o badalar da horas do relógio da Matriz de Itu.

Embora os pensamentos tenham ficado dispersos, espero ter conseguido fazer a ligação entre a postagem anterior (as publicações impressas estão se restringindo à Internet) e esta (na qual iniciei comentando sobre a importância do exemplo da leitura de jornais e revistas desde a tenra infância). Se quem ler não conseguir encontrar a ligação, eu consegui, na minha cabeça.

O JB de ontem, de hoje e de amanhã segunda-feira, jul 26 2010 

Com data de 24 de julho de 2010, recebi esta mensagem eletrônica de minha prima Maria Adelaide.

Faço questão absoluta de inserir todo o conteúdo da mensagem em meu espaço, com o comentário de minha prima, porque ela é pessoa bem formada e bem informada e sentirá a falta do Jornal do Brasil impresso, mas, certamente, continuará a lê-lo pela Internet.

O que me preocupa, dentre tantas angústias pessoais e com relação ao público, é o fato de que grande parte da população brasileira já não tinha acesso ao jornal impresso – e a revistas, livros… – e, não importa quanto se discuta a inserção digital de toda a população brasileira (algo que, como a erradicação do analfabetismo é um sonho que nunca se concretiza), o destino de revistas, livros e jornais tende a se confinar à Internet.

O fato de a Internet ser progresso não significa democratização do acesso à informação, portanto não me estendo mais sobre o assunto.


Eu vou sentir falta do JB em papel.
-=-=-=-
JB Online, 18/07/2010
http://www.jblog.com.br/rioacima.php?itemid=22509
O JB de ontem, de hoje e de amanhã
Marcelo Migliaccio
De todos os comentários que ouvi sobre a interrupção da versão impressa do Jornal do Brasil  e a opção exclusiva pela internet, os que mais me incomodaram foram aqueles que depreciaram o jornal atual em relação ao do passado. Nomes e mais nomes de baluartes do jornalismo que passaram por esta redação foram lembrados e enaltecidos – na maioria das vezes por eles mesmos – em artigos e reportagens sobre a mudança de plataforma anunciada pelo JB.
Claro que esses jornalistas de antigamente tiveram seu valor e deram sua contribuição, mas falou-se como se não houvesse hoje trabalhando aqui uma equipe de competência indiscutível – excetuando-se, claro, este que vos escreve.
Há um candidato a governador, por exemplo, que foi jornalista daqui. É dele uma das declarações mais rancorosas e ofensivas aos profissionais que estão no JB. Esse candidato – que defendeu a liberação da maconha até o dia em que isso não foi mais conveniente às suas aspirações políticas – deveria ter guardado para si sua mágoa em relação a esta casa.
Talvez fosse menos pior ele ter ficado em silêncio, como fizeram o prefeito da cidade, o governador do estado e o presidente Lula.
A Lula, porém, vale lembrar que foi graças ao Jornal do Brasil que o então líder metalúrgico que emergiu das greves do ABC nos anos 80 ficou conhecido no Rio. Sim, porque a organização de mídia que tem nome de biscoito-que-se-come-na-praia e aquela revista que pensa que o leitor é cego fizeram questão de ignorá-lo. Basta dizer que Lula ficou oito anos sem aparecer no Jornal Nacional.
Os 180 profissionais que aqui trabalham dão, diariamente, provas de seu talento. A cada dia somos obrigados a fazer várias escolhas de Sophia, e isso é desafiador e instigante. Para onde mandar o único carro disponível na parte da manhã? Fazer a foto de capa da revista Domingo no Leme, ou cobrir a prisão do goleiro Bruno, na Barra da Tijuca?
Mesmo trabalhando no limite, o JB continua dando furos na concorrência. Na última quinta-feira, O Globo publicou a mesmíssima reportagem veiculada por nós, em outubro de 2009, sobre as caçambas de entulho que atravancam as calçadas da cidade. Com oito meses de atraso. Foi assim também quando denunciamos a confusão de cabos, canos e fios no subsolo da cidade, bem antes de os bueiros começarem a explodir sob nossos pés. E lá veio o gigante copiar nossa reportagem.
Os casos são muitos, assim como muitos foram os profissionais daqui contratados pelos outros jornais do Rio nos últimos meses. Provas de que os monstros sagrados que agora brilham em outras redações não tiram os olhos das páginas do JB. Pudera: ideias e soluções aqui não faltam.
Se esses mitos do jornalismo que deitaram na fama (e dormiram) estivessem aqui agora, teriam mesmo que mostrar seu valor. E fico pensando no que os meus atuais colegas não fariam se contassem com a estrutura da qual nossos detratores desfrutaram em suas passagens pelo JB.
Merecemos respeito.
-=-=-=-

Mula Respiradora sexta-feira, jul 23 2010 

Foi a pergunta de minha sobrinha, há alguns anos, que queria saber o que significava “mula respiradora”. O que ela queria saber, na verdade, era o significado de “musa inspiradora”, que entendeu mal. Foi uma graça, mas não rimos dela, rimos com ela. Tanto que jamais deixou de perguntar o que não sabe.

Somos, a todos os instantes, usados como “mulas respiradoras”, porque os impotentes sexuais e intelectuais precisam de nós para se autopromover, ficar com glórias de que não necessitamos, aproveitar-se de nós, porque não nos negamos a fornecer informações, mas, principalmente, usar outros (ingênuos ou velhacos, depende dos interesses pessoais) que têm acesso pessoal a nós. Perguntam-nos opiniões, enviam suas informações ou opiniões para, depois, usá-las como bem entendem.

Esse assunto está sendo tratado porque fiquei impressionada – ainda estou – ao ler, em lista de falecimentos de “A Federação”, sobre a morte de um professor da última escola em que exerci a função no Magistério Público, Titular de Cargo Efetivo, onde, inclusive, me aposentei, a meu pedido, e tratei da aposentadoria sozinha, não sem enfrentar enormes obstáculos. Esses obstáculos, tenho certeza, foram criados pelos que gostariam de ter ganho um “trocadinho” às minhas custas, pois, funcionária pública, acredito que esse assunto deva ser tratado pelo departamento competente do Estado e não com intervenção de “terceiros”.

Lamentei o falecimento desse professor, tão jovem, porque era uma pessoa dedicada, esforçada – não que isso tenha alguma importância para a “máquina” federal, estadual ou municipal, pois máquina não seleciona, apenas tritura. Divertidíssimo professor, dentro e fora de sala de aula, impôs-se pelo respeito próprio e nunca testemunhei algum aluno o desrespeitando.

Todavia, foi um dos agentes de uma tentativa de alguém me usar como mula respiradora. Quem estava por trás dessa tentativa, na minha opinião pessoal e intransferível, é um desses velhacos que se consideram escritores e não foi a primeira vez que o velhaco tentou se aproximar de mim, para me usar como trampolim para seus fins pessoais. Já havia emitido minha opinião sobre esse velhaco para uma orientadora pedagógica e o velhaco tentou, por outras vias, se aproximar de mim, com intuito de promover suas obras literárias – puras reproduções de livros paradidáticos que eu comprava e emprestava aos alunos sob minha responsabilidade para que lessem. Poxa, o cara já tinha publicado vários títulos – com ampla repercussão em jornal local – e precisava de entrar em minha sala de aula para apresentá-los e discutir o conteúdo de um deles com os alunos sob minha responsabilidade?

Muitas vezes, no ano de 1999, tive a sensação de que havia um concurso para “O professor do século”. Muitas vezes, procurava microfones e câmeras escondidas, tamanha a intensidade de provocações com intuito de criar situações de “pegadinhas” odiosas, sempre considerei “pegadinhas” atitudes de pessoas doentes. Posteriormente, fiquei com a sensação de que era usada como "mula respiradora", porque algum assediador (ou mais de um) caluniava, difamava e injuriava para, depois, se apresentar como aquele (ou aqueles) que me defenderia. Claro, eu teria que entregar o ouro, mostrar o mapa da mina (todo meu material pedagógico de consulta e o que eu tivesse elaborado) a esse "salvador". Como se pode observar, o parágrafo seguinte mostra como eu estava física e mentalmente louca de atar.

Descobri, finalmente, por diversos motivos, que a única doente era eu mesma, física e mentalmente. Do mesmo modo que em “O Alienista”, considerei que a anormal era eu mesma. Em "O Alienista", o psiquiatra "solta" do hospício todos os que considerou doentes, fecha a porta do hospício com apenas ele dentro. Providenciei a aposentadoria, peguei meu banquinho e sumi de fininho. Homenagens? Deixei para quem as merecia, eu não merecia homenagens. Cumpri meus deveres e fui além disso, sem invadir seara alheia.

Num dos aforismos de Friedrich Nietzsche, de Cantos de “Assim falava Zaratustra”, em Ler e escrever, um dos meus preferidos é: “Vós me dizeis: ‘A vida é uma carga pesada’. Mas para que vosso orgulho pela manhã e vossa submissão pela tarde? A vida é uma carga pesada; mas não vos ponhais tão compungidos. Todos somos asnos carregados”.

Portanto, sou, sim, uma mula respiradora. Quando permito e posso fazer algo por alguém ou por algum objetivo que considero válido, não meço esforços para ajudar. Quando percebo que estou sendo usada como asno carregado, esperneio, blasfemo, corto o mal pela raiz.

Provocação? Enjoei de ser provocada ou, como dizia outra professora contemporânea, também, desse professor que morreu – como não soube no dia do falecimento nem conheço os familiares, rezei pela paz dele – não suportava ter o ouvido usado como penico. Quantos diz-que-diz-que ouvi. Entrou por um ouvido, saiu pelo outro. Até hoje, recebo eventuais visitas que me contam algo nada abonador a respeito de tranqueiras com quem fui obrigada a conviver em escola. Que sejam muito felizes. Conto para minha irmã e deixo de lado. Continuo sendo provocada!

Para esclarecer, quando o recém falecido professor tentou enfiar “goela abaixo” o tal do escritor, devolvi o livro – com uma lanterna de bolso como presente, porque era época do “apagão” e esse professor não estava mais na mesma escola em que eu estava – e escrevi os motivos da devolução do livro, de modo polido (mas sabe-se lá: o que estava escrito pode não ter sido lido como escrevi) na certeza de que seria lido pelo pretenso escritor. Só muito tempo depois é que me lembrei da frase de Diógenes que, ao ser indagado por que carregava uma lanterna (claro que era um facho de luz; lanterna alimentada por combustível inflamável) respondeu que estava à procura de um homem (de verdade; não porque Diógenes fosse homossexual) e o meu presente pode ter sido mal interpretado.

Coisas da vida!

Então, fica assim: quando me disponho a colaborar, colaboro. Quando me disponho a doar, não há o que me faça a voltar atrás. Quando percebo que estou sendo usada como mula respiradora ou sob pretexto de musa inspiradora, não colaboro de livre e espontânea vontade. É a minha revelia que isso acontece.

Ah, também evito “esperar para ver no que vai dar”, em situações como essas, porque considero isso “pegadinha” e, como já digitei, para mim, “pegadinha” é coisa de gente doente, portadora de psicopatia. Então, como reajo, sou louca de atar. Mas ninguém me respeita por esse motivo. "Aquela? é louca coitada". Pelo contrário, os presunçosos continuam a provocar.

Fiz o que pude, desde o primeiro ano, para que os alunos sob minha responsabilidade conhecessem os objetivos do ENEM (muito mais uma oportunidade de retomada, da parte dos educadores, de revisão de conteúdos e de estratégias de ensino do que um recurso de vestibular ou de promoção de escolas particulares; quem não sabe que escola particular é melhor do que escola pública, dãããã?) e por essse motivo leio as manchetes dos resultados do Enem e não pergunto Sinhá, cadê “seu” Padre?, porque eu, sozinha, na época não pude fazer o trabalho de todos, ou seja, pegar cada professor pela orelha e mostrar que o Enem se baseia nos Parâmetros Curriculares de mil novecentos e bolinha e poucos estão a par dele. Leio as manchetes (não leio os textos) e passo para o assunto seguinte que me interesse. Nisso, de fato, “fechei a banquinha e fui embora para casa”, porque sou louca de atar.

Qualquer dia destes, insiro minha opinião a respeito de como "o amor é lindjo", por causa dos "rolos" e das tragédias que acontecem porque "o amor é lindjo".

 

Cavalgada da Lua Cheia na Rosário – Itu/SP, sábado, 24/07/2010. sexta-feira, jul 23 2010 

Recebi do amigo Joaquim Emídio Fonseca Bicudo e postei.

Sinhá, cadê “seu” padre que a imprensa ituana não dá destaque para os eventos da Fazenda Chácara do Rosário e de outras que se incluem no circuito do Turismo Rural de Itu? Será que “seu” Padre sabe o motivo? 

Num clique você desfruta de lindas fotos dos eventos ligados ao turismo rural 

que a Ruraltur organiza para você e sua familia.

Esperamos que goste!

Lua cheia

A lua já esta linda no céu da Rosário.

No próximo sábado teremos Cavalgada da Lua Cheia.

Participe!

www.ruraturturismo.blogspot.com

informações: (11) 9607-7483 com João Pacheco

ou por este email com Silvana Novelli

Os Dez Mandamentos da terceira idade – Blog Bete Aguirre quinta-feira, jul 22 2010 

Outra mensagem eletrônica de minha cunhada Sônia me fez encontrar o endereço do Blog Bete Aguirre. Tem todos os créditos, como gosto.

Apropriadíssimo, haja vista os abusos cometidos por quem é idoso, ups, por quem pertence à Terceira Idade ou Melhor Idade…

Os dez mandamentos da Terceira Idade

junho30

1º – Não se aposente da vida para se tornar a praga da Família.  A vida é atividade e o verdadeiro elixir da eterna juventude é o dinamismo.  Não despreze as ocupações enquanto tiver energia para as lutas cotidianas.

2º – Seja independente e preserve a sua liberdade mesmo que seja dentro de um quartinho.  Quem renuncia ao próprio lar, obriga-se a andar na ponta dos pés para evitar atritos com noras, genros, netos e outros parentes.

3º – Mantenha o governo da sua própria bolsa.  Ajude os seus filhos financeiramente, na medida das suas posses;  reserve uma parte para emergências e lembre-se que um filho ambicioso pode ser mais temível que um inimigo.

4º – Cultive a arte da amizade como se fosse uma planta rara, cercando os familiares de cuidados, como se fossem flores.  Se a sua memória estiver falhando, anote numa agenda sentimental as datas mais importantes das suas vidas e compartilhe com eles a alegria de estar presente.

5º – Cuide da sua aparência e seja o mais atraente possível.  Não seja um daqueles velhos relaxados, que exibem caspa na gola do paletó e manchas de gordura na roupa que revelam o cardápio da semana.  Nunca despreze o uso de água e sabão.

6º – Seja cordial com os seus vizinhos.  Evite implicar-se com o latido do cachorro, o miado do gato, o lixo fedorento na calçada ou o volume do rádio.  Um bom vizinho é sempre um tesouro, especialmente se os parentes morarem distantes.

7º – Cuidado com o nariz e não se intrometa na vida dos filhos adultos.
Eles são seres com cérebro, coração, vontade e contam com muitos anos para cometerem oa seus próprios erros.

8º – Fuja do vício mais comum da velhice, que é a “presunção”.  A longa vida pode não lhe ter trazido sabedoria.  Há muitos que chegam ao fim da jornada tão ignorantes como no início dela.  Deixe que a “humildade” seja
a sua marca mais forte.

9º – Os cabelos brancos não lhe dão o privilégio de ser ranzinza e inconveniente.  Lembre-se que toda paciência tem limite e que não há nada mais desagradável do que alguém desejar a sua morte.

10º – Não seja repetitivo, contando a mesma história três, quatro, cinco vezes. Quem olha só para o passado, tropeça no presente e não vê a passagem para o futuro. 

(Adaptação de “Compreendendo Melhor Como Viver a Terceira Idade, na Opinião da Terceira Idade”, do Dr. Conceil Corrêa da Silva)

Bete Aguirre » Blog Archive » Os Dez Mandamentos da terceira idade

Desordem no Tribunal – Piadas de Advogados – Piadas e Humor do OraPois quinta-feira, jul 22 2010 

Mensagem eletrônica de minha cunhada Sônia me levou a procurar a origem.

Desordem no Tribunal!
Veja as célebres gafes em Tribunais. . .
Estas são piadas retiradas do livro Desordem no Tribunal.
São coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto
estes diálogos realmente aconteciam à sua frente. Vale a pena ler – são excelentes!

Pergunta: Qual é a data do seu nascimento?
Resposta: 15 De julho.
P: Que ano?
R: Todo ano.
________________________________________________
P: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo ela afeta sua memória?
R: Eu esqueço das coisas.
P: Você esquece. . . Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha
esquecido?
________________________________________________
P: Que idade tem seu filho?
R: 38 Ou 35, não me lembro.
P: Há quanto tempo ele mora com você?
R: Há 45 anos.
_______________________________________________
P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manhã?
R: Ele disse, Onde estou, Betty?
P: E por que você se aborreceu?
R: Meu nome é Susan.
_______________________________________________
P: Me diga, doutor. . . Não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa só
saberá que morreu na manhã seguinte?
_______________________________________________
P: Seu filho mais novo, o de 20 anos. . .
R: Sim.
P: Que idade ele tem?
_______________________________________________
P: Sobre essa foto sua. . . O senhor estava presente quando ela foi tirada?
_______________________________________________
P: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
R: Sim, foi.
P: E o que você estava fazendo nesse dia?
_______________________________________________
P: Ela tinha 3 filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos eram meninos?
R: Nenhum
P: E quantas eram meninas?
_______________________________________________
P: Sr. Wilson, por que acabou seu primeiro casamento?
R: Por morte do cônjuge.
P: E por morte de que cônjuge ele acabou?
_______________________________________________
P: Poderia descrever o suspeito?
R: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
P: E era um homem ou uma mulher?
_______________________________________________
P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
R: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas. . .
_______________________________________________
P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve
ser oral, ok? Que escola você freqüenta?
R: Oral.
_______________________________________________
P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vítima?
R: Sim, a autópsia começou às 20: 30.
P: E o sr. Dennis já estava morto a essa hora?
R: Não. . . Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo quela autópsia nele.
_______________________________________________
P: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
____________________________________________
******* Essa é a melhor ********
P: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
R: Não.
P: O senhor checou a pressão arterial?
R: Não.
P: O senhor checou a respiração?
R: Não.
P: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
R: Não.
P: Como o senhor pode ter essa certeza?
R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
P: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
R: Sim, é possível que ele estivesse vivo e exercendo Direito em algum lugar!

Link: há mais piadas, organizadas por assunto.

Desordem no Tribunal ( Piadas de Advogados ), Piadas e Humor do OraPois

Personalize seu computador – Extras divertidos para dar um toque pessoal ao seu PC terça-feira, jul 20 2010 

Computador Pessoal precisa de atenção, também, portanto, mãos à obra, em especial aos papéis de parede, porque de “gadget” não entendo nada, mas há opções.
Baixe extras divertidos para dar ao seu PC um toque pessoal

Esses pacotes de temas contêm propriedade intelectual da Microsoft e de terceiros. Eles são oferecidos para download somente para o seu uso pessoal. Qualquer outro uso, incluindo a redistribuição dos pacotes de temas, ou qualquer outra conduta que seja uma contravenção dos Termos de Uso ou do Contrato de Licença do Usuário final são proibidos.

Personalize seu computador – Microsoft Windows

Unesco lança biblioteca mundial digital – 21/04/2009 – BBC Brasil quinta-feira, jul 15 2010 

Para completar a inserção anterior:

21/04/2009 – 07h57

Unesco lança biblioteca mundial digital

Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) lança nesta terça-feira a Biblioteca Digital Mundial, que permitirá consultar gratuitamente pela internet o acervo de grandes bibliotecas e instituições culturais de inúmeros países, entre eles o Brasil.

Dezenas de milhares de livros, imagens, manuscritos, mapas, filmes e gravações de bibliotecas em todo o mundo foram digitalizados e traduzidos em diversas línguas para a abertura do site da Biblioteca Digital da Unesco (www.wdl.org).
A nova biblioteca virtual terá sistemas de navegação e busca de documentos em sete línguas, entre elas o português, e oferece obras em várias outras línguas.
Entre os documentos, há tesouros culturais como a obra da literatura japonesa O Conde de Genji, do século 11, considerado um dos romances mais antigos do mundo, e também o primeiro mapa que menciona a América, de 1507, realizado pelo monge alemão Martin Waldseemueller e que se encontra na biblioteca do Congresso americano.
Entre outras preciosidades do novo site estão as primeiras fotografias da América Latina, que integram o acervo da Biblioteca Nacional do Brasil, o maior manuscrito medieval do mundo, conhecido como a Bíblia do Diabo, do século 18, que pertence a Biblioteca Real de Estocolmo, na Suécia, e manuscritos científicos árabes da Biblioteca de Alexandria, no Egito.
Até o momento, o documento mais antigo da Biblioteca Digital da Unesco é uma pintura de oito mil anos com imagens de antílopes ensanguentados, que se encontra na África do Sul.
32 instituições
A Biblioteca Nacional do Brasil é uma das instituições que contribuíram com auxílio técnico e fornecimento de conteúdo ao novo site da Unesco.
O projeto contou com a colaboração de 32 instituições, de países como China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, México, Rússia, Arábia Saudita, Egito, Uganda, Israel e Japão.
O lançamento do site será acompanhado de uma campanha para conseguir aumentar o número de países com instituições parceiras para 60 até o final do ano.
"As instituições continuam proprietárias de seu conteúdo cultural. O fato de ele estar no site da Unesco não impede que seja proposto também a outras bibliotecas", explicou Abdelaziz Abid, coordenador do projeto.
A ideia de uma biblioteca digital mundial gratuita foi apresentada à Unesco pelo diretor da biblioteca do Congresso americano, James Billington, ex-professor da Universidade de Harvard.
Ele dirige a instituição cultural do congresso americano desde 1987 e diz ter aproveitado o retorno dos Estados Unidos à Unesco, em 2003, após 20 anos de ausência, para promover a ideia da biblioteca digital.
"Eu lancei essa ideia e sugeri colocá-la em prática nas principais línguas da ONU, como o árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol", diz Billington.
Ele se baseou em sua experiência na digitalização de dezenas de milhões de documentos da Biblioteca do Congresso americano, criada em 1800.
O objetivo da Unesco é permitir o acesso de um maior número de pessoas a conteúdos culturais e também desenvolver o multilinguismo.

Unesco lança biblioteca mundial digital – 21/04/2009 – BBC Brasil

Unesco: Biblioteca Digital Mundial quinta-feira, jul 15 2010 

 Biblioteca Digital Mundial

Disponibilizada ao público em abril/2009, conforme o site da Biblioteca Digital Mundial da UNESCO.

Estou enviando o endereço da Biblioteca Digital Mundial. Foi aberta terça feira, em Paris. É da Unesco.
Aprendendo a navegar, a gente amplia fotos, assiste a documentários, envia manuscritos raros.. Passem adiante para filhos, sobrinhos, netos, amigos:

www.wdl.org/pt/

Mensagem de 12/07/2010, que me foi enviada por Joaquim Emídio Nogueira Bicudo, dono da Fazenda Paraizo, Itu/SP.

Mundo corporativo…A formiga era produtiva e feliz. quinta-feira, jul 15 2010 

 

Mensagem enviada por minha prima Maria Adelaide. Embora não apresente a fonte, irresistível não postá-la com o seguinte comentário dela:

Exageros à parte, não deixa de mostrar uma certa realidade. Só que em vez de demitir a formiga (alguém tem que trabalhar, pô!), a solução são as reuniões para melhoria de clima com o RH (que, aliás, faltou nessa história).

-=-=-

A formiga era produtiva e feliz…

Como funciona o Mundo Corporativo…
‘Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório
1!cid_1_512093333@web32907_mail_mud_yahoo
e pegava duro no trabalho
2!cid_2_512093334@web32907_mail_mud_yahoo
A formiga era produtiva e feliz.
3!cid_3_512093334@web32907_mail_mud_yahoo
O diretor marimbondo 4!cid_4_512093334@web32907_mail_mud_yahoo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, 5!cid_5_512093334@web32907_mail_mud_yahoo que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também
uma aranha 6!cid_6_512093334@web32907_mail_mud_yahoo para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca,
7!cid_7_512093334@web32907_mail_mud_yahoo
e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela
movimentação 8!cid_8_512093334@web32907_mail_mud_yahoo de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, 9!cid_9_512093334@web32907_mail_mud_yahoo que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de
uma assistente a pulga 10!cid_10_512093334@web32907_mail_mud_yahoo (sua assistente na empresa anterior)
para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada. 11!cid_11_512093334@web32907_mail_mud_yahoo
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia
como antes e contratou a coruja, 12!cid_12_512093334@web32907_mail_mud_yahoo uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. ‘
13!cid_13_512093334@web32907_mail_mud_yahoo

Já viu esse filme antes ?

Bom trabalho a todas as formigas !!!

Frase diária:
"Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco. Quem não trabalha, não erra e quem não erra é promovido!"

Fazendas históricas – A Fazenda São Francisco quinta-feira, jul 15 2010 

 

Na sequência de notícias sobre fazendas e chácaras que preservam a história, recebi mensagem do amigo Joaquim Emídio dando conta que:

www.fazendasaofrancisco.com.br

Tel (21) 2286 9763 / (21) 9971 7223 / (12) 3117 1264

                   Amigos, está nas bancas a revista VIAJE MAIS, de julho, com extensa matéria de Thales Azzi sobre as fazendas históricas do Vale Histórico. A www.fazendasaofrancisco mereceu uma linda cobertura, assim como outras fazendas, algumas do www.caminhosdacorte.com.br.

África mais acessível – Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP quinta-feira, jul 15 2010 

Recebi mensagem eletrônica do amigo Joaquim Emídio Nogueira Bicudo com o seguinte assunto:

Instituto de Estudos Brasileiros da USP começou a disponibilizar, na internet, livros e documentos raros sobre a África produzidos do século 16 ao 19.

No corpo da mensagem estas informações valiosas:

África mais acessível
(fonte: site Fapesp, 7/7/2010)
O Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo
(USP) começou a disponibilizar na internet livros e documentos raros
sobre a África produzidos do século 16 ao 19. O projeto Brasil África,
que tem apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa —
Regular, já construiu a base de dados sobre os documentos para facilitar
a pesquisa detalhada das referências e começa a digitalizar imagens. De
acordo com a Márcia Moisés Ribeiro, pesquisadora do IEB e coordenadora
do projeto, o objetivo é permitir o acesso a livros e documentos raros
sobre o continente africano.
"O IEB possui uma das mais importantes bibliotecas de livros raros de
São Paulo. A ideia foi construir um banco de dados para reunir
informações sobre esses documentos e obras que, em seguida, serão
digitalizados e disponibilizados", disse à *Agência FAPESP*.
Márcia atualmente desenvolve o projeto de pesquisa "Medicina e
escravidão nas dimensões do universo colonial: a América portuguesa e o
Caribe francês no século 18", que será concluído no fim do ano.O site já
conta com informações detalhadas sobre cada documento selecionado. "Há
dados sobre autor, obra, data e local da publicação. A base de dados
traz também um breve resumo de cada documento indicado", explicou.
*É possível encontrar documentos que envolvem as mais diversas áreas
sobre o continente, como história, geografia, medicina, religião e temas
relacionados ao tráfico de escravos. *"São livros raros de viagem, de
medicina, sobre a fauna e flora, além da história e das religiões
africanas. Sobre a escravidão, há assuntos relacionados ao comércio e
tráfico negreiro, como condições da travessia desses escravos, entre
outros temas", disse Márcia.
O processo de digitalização dos documentos da base de dados foi iniciado
em maio e a previsão é que até o fim deste ano todas as obras estejam
disponíveis no site. A pesquisadora estima a existência de cerca de 600
documentos e livros raros sobre a África nas várias coleções do IEB.
"Até agora trabalhamos apenas com os documentos da biblioteca do IEB,
que tem cerca de 300 documentos que já estão no banco de dados, mas
ainda não disponíveis na versão digital, que será disponibilizada em
julho. A próxima etapa será a documentação do arquivo, no qual se
encontram os manuscritos", destaca.
Nos manuscritos há diversas correspondências entre governantes da África
e governadores das capitanias brasileiras. "É uma documentação rica,
sobretudo porque muitos são documentos únicos", disse Márcia.
*Divulgar e preservar*
De acordo com a historiadora, a ideia surgiu a partir de sua própria
pesquisa. "Trabalho com história da medicina e escravidão no período
colonial e, ao ter contato com o material no IEB, percebi que o
instituto guardava documentos e livros importantes para historiadores",
contou.
Grande parte dos temas envolvendo o continente africano, segundo ela,
era estudada principalmente pela relação com a escravidão. "Mas, nas
últimas décadas, outros temas relacionados à África têm despertado
interesse de pesquisadores. A história do continente, por exemplo, só
passou a ser obrigatória como disciplina há cerca de dez anos, nos
programas das universidades. Mas ainda é restrita, quando comparada com
a história da América, por exemplo", destacou.
Márcia salienta que, ao ampliar o acesso a textos e imagens raras — com
possibilidades de impressão –, será possível estimular os estudos de
forma geral sobre o continente. "Além de democratizar o acesso pela
internet, a digitalização é uma forma de preservar as obras raras,
evitando o manuseio excessivo e desgaste", disse.
Mais informações: *www.ieb.usp.br/online/telaSubCateg.asp?id=23
<http://www.ieb.usp.br/online/telaSubCateg.asp?id=23>*
__________________________________

Sucesso: ser bem sucedido ou realizado? quarta-feira, jul 14 2010 

Leitura de revistas: como é gostoso quando as informações de diferentes publicações se completam

A edição da revista “Sorria para ser feliz agora”, número 13, maio/abril/2010, Editora Mol, R$2,50 (esse valor, descontados os impostos, é 100% revertido para o GRAACC, combatendo e vencendo o câncer infantil) que tratou do assunto sob o título “Sucesso pra você”, trouxe estas palavras na capa:

“Sucesso. Pode ser dinheiro, influência, reconhecimento. Ou nada disso. Ser bem-sucedido é atingir a própria meta, mesmo que o resto do mundo coloque outros em primeiro lugar”.

Embora o título desta postagem possa ser criticado, porque a palavra “realizado” costuma ser interpretada como pejorativa, no sentido de acomodação, nada mais a fazer, quem tem consciência plena da palavra “sucesso” sabe, muito bem, que realizado significa que aquela meta foi atingida, que há outras a serem atingidas sem que, para isso, precisemos de holofote, faixas, registro no livro dos recordes etc e tal.

Recomendo, portanto, visto que é uma edição de maio/abril 2010, entrar em “edições anteriores” de

www.revistasorria.com.br

e procurar a imagem de capa de um garoto simpático, de óculos, com um sorriso de mostrar todos os dentes, com os braços levantados de quem acabou de ser bem sucedido e ler o texto “Sucesso pra você”.

Complementando as informações contidas no editorial “Faço, logo exito”, da editora-chefe Roberta Faria, li as matérias e as recomendo:

Matéria de capa da Superinteressante, Editora Abril, julho/2010: “Sucesso”; “Pela primeira vez, começamos a entender quais são os fatores que levam ao sucesso. Treino tem a ver. Fracasso também. Descubra por que algumas pessoas se dão bem na vida – e veja o que você pode fazer para chegar lá”.

Matéria da revista Veja, Editora Abril, edição 2172 – 07/07/2010 – Carreira, O esforço dos malas com alça…” – para superar os malas sem alça do mundo corporativo e as exigências nem sempre racionais das grandes empresas.

Tudo a ver.

Não publico os links para que os interessados acessem por si mesmos ou comprem as revistas.

Doe tempo (do seu computador) | Revista Sorria* quarta-feira, jul 14 2010 

Texto lido e inserido no meu blog a partir da revista “Sorria para ser feliz agora” on-line

www.revistasoria.com.br

Atenção: ler o texto, link abaixo, até o final, porque se não puder colaborar com o GRAACC – Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer – em dinheiro mensal ou anualmente, o fato de comprar a revista “Sorria, para ser feliz agora”, numa das unidades da Droga Raia, bimestralmente, já é uma forma de coloborar. Se puder oferecer revistas aos amigos (R$2,50), estará divulgando essa forma de colaboração.

Doe tempo (do seu computador) | Revista Sorria*

Cachoeiras de Sangue – Wikipédia, a enciclopédia livre sábado, jul 10 2010 

Minha atenção para essa Cachoeira de Sangue foi despertada por um texto da Superinteressante, julho/2010, seção “Supernovas”, página 36.

Ao buscar, na Internet, encontrei, na Wikipédia, sobre o assunto, também com foto, referências anotadas e, dentre elas, o texto de Folha de São Paulo, “Geleira antártica abriga ecossistema ‘alienígena’”, 17/04/2009, que traz a foto:

Frente da geleira Taylor_crédito Benjamin Urmston_Folha de São Paulo 

Frente da geleira Taylor – Antártica, com as Blood Falls (Cachoeira de Sangue, em inglês) e atribuíram a coloração do gelo a algas; crédito da foto Benjamin Urmston.

Siga o “link”:

Cachoeiras de Sangue – Wikipédia, a enciclopédia livre

Grata à Superinteressante que chamou a minha atenção para uma curiosidade da qual não tinha tomado conhecimento, mesmo com as publicações científicas e jornalísticas.

Pascal Chôve – Biografia – Pintura – Retratos sexta-feira, jul 9 2010 

Recebi, em formato Microsoft Power Point, extensão “pps”, com som, de Sensão, da autoria de Antonio Varela, um anexo maravilhoso sobre Pascal Chôve.

Porque a Internet, quando usada por bandidos, é bicho feio, em vez de inserir o anexo na pasta “Público”, procurei pelo artista e encontrei:

Pascal Chôve – Peintures

Vale como indicação, pois, como o título do anexo é “As delicadas e sensuais mulheres de Pascal Chôve”, as pinturas e o retratos podem, também, ser apreciados no “link” acima.

Grata pela pérola, Sensão.

Parabéns pela formatação, Antonio Varela! Que inveja saudável de sua capacidade.

Universo Feminino Ponto Com – Os Outros domingo, jul 4 2010 

Quem fala assim? São sempre “os outros”!

Fonte: http://universofemininopontocom.blogspot.com/2008_09_01_archive.html

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Os Outros

“o inferno são os outros”

Jean Paul Sartre

Os outros não entendem. Os outros não colaboram. Os outros ganham na loteria. Os outros perdem o irmão num acidente. Os outros pegam lepra, leishmaniose, peste, bico-de-papagaio, hemorróidas, câncer, gripe espanhola. Os outros têm histórias para contar. Os outros dormem no ponto. Os outros moram em favelas. Os outros vacilam. Os outros são seqüestrados, torturados e assassinados. Os outros não sabem de nada. Os outros são presos injustamente. Os outros são viciados em remédios, coca-cola e café expresso. Os outros não se entendem. Os outros moram em mansões. Os outros são cheios de manias. Os outros são babacas, otários e arrogantes. Os outros não têm limites. Os outros são pegos em flagrante. Os outros mentem muito. Os outros esquecem. Os outros vão para os Estados Unidos de férias. Os outros tiram férias. Os outros são os Estados Unidos. Os outros são ingênuos e tropeçam na rua. Os outros se jogam do viaduto e do décimo-nono andar. Os outros não são de confiança. Os outros fazem fila no hospital. Os outros sabem mecânica quântica e lógica paraconsistente. Os outros cantam e dançam. Os outros não perdem por esperar. Os outros fazem dívidas. Os outros não sabem o que querem. Os outros têm vergonha e verrugas. Os outros saem no jornal. Os outros não são de nada. Os outros perdem a hora. Os outros comem mortadela com sorvete escondido. Os outros não têm o que comer. Os outros ficam tão bonitos com suas roupas caras. Os outros são feios. Os outros trabalham para nós. Os outros perdem. Os outros são cafonas. Os outros fazem regime e ginástica. Os outros são cultos. Os outros só lêem orelha. Os outros não sabem de nada. Os outros não nos entendem. Os outros enganam. Os outros exploram. Os outros desamam. Os outros desaparecem. Os outros deixam a casa bagunçada. Os outros têm obrigação. Os outros jamais vão dormir sem lavar a louça. Os outros gostam de pornografia. Os outros são ladrões, desonestos e pão-duros. Os outros são cretinos. Os outros esnobam. Os outros traem. Os outros desconfiam. Os outros não dão explicações. Os outros esquecem. Os outros falam a verdade quando dão entrevistas. Os outros dão entrevistas. Os outros ficam velhos. Os outros têm com quem comentar o filme. Os outros estrelam os filmes. Os outros querem assim. Os outros são de Lua. Os outros tomam Sol. Os outros são teimosos. Os outros morrem na guerra. Os outros morrem. Os outros são neuróticos, histéricos, obsessivos, possessivos e psicóticos. Os outros passam nos concursos. Os outros perdem tudo no jogo. Os outros são certinhos. Os outros choram de barriga cheia. Os outros decidem. Os outros falam mal da gente. Os outros fazem de propósito. Os outros são vítimas. Os outros fazem de conta. Os outros pedem esmola. Os outros ficam paraplégicos. Os outros são pegos pelo fisco. Os outros têm mau-hálito. Os outros nem sonham. Os outros são paranóicos. Os outros são preguiçosos. Os outros não estão tão tristes assim. Os outros vão levando. Os outros estão muito pior. Os outros não têm motivo. Os outros não estão nem aí. Os outros fazem tudo escondido. Os outros nem desconfiam. Os outros não sabem o que fazem. Os outros é que são felizes. Os outros não trabalham. Os outros são tarados, perversos e serial killers. Os outros não compram a prestação. Os outros são um bando de incompetentes. Os outros dirigem muito mal. Os outros furam fila. Os outros vivem histórias de novela. Os outros vêem novela. Os outros ainda têm tempo pela frente. Os outros, no fundo, são bons. Os outros são tão infantis. Os outros vão dormir sem tomar banho. Os outros não prestam. Os outros ficam velhos. Os outros dão um duro danado. Os outros são chatos. Os outros são todos iguais. Os outros não sabem dar valor. Os outros, sim, é que sabem viver. Os outros são egoístas. Os outros nos perseguem. Os outros são diferentes. Os outros são uns ingratos. Os outros não guardam segredo. Os outros fazem promessas, jogam búzios e acreditam em milagres. Os outros só querem aparecer. Os outros desaparecem quando se precisa deles. Os outros vão dormir tarde porque fazem amor. Os outros vão para o céu. Os outros são o inferno. Os outros apanham da vida. Os outros nunca esquecem. Os outros são mal amados e acordam cedo. Os outros são bregas, caipiras e modernos. Os outros jogam papel na rua. Os outros soltam a franga. Os outros têm medo e dormem com a luz acesa. Os outros não têm coração. Os outros não fazem nada. Os outros não tomam providência. Os outros tomam na cabeça. Os outros desistem. Os outros insistem.

Texto de Maria Alzira Brum Lemos, Jornalista, Doutora e Pesquisadora em Comunicação.

Postado por Cidinha Meca às 3:46:00 PM [15/09/2008]

Universo Feminino Ponto Com: Setembro 2008

Universo Feminino Ponto Com – A viagem de sua vida – atribuído a George Carlin domingo, jul 4 2010 

Recebi o texto, no corpo de uma mensagem eletrônica, de minha cunhada Sônia.

Amei! Mas, escaldada do que percorre a WEB e se torna apócrifo, procurei sobre George Carlin (abaixo desta inserção há uma explicação) e, dentre muitas opções, escolhi esta, porque está de acordo com minhas convicções: conta o milagre, quem foi o Santo; mata a cobra, mostra o pau que usou para matá-la; enfim: “atribuído a George Carlin” e o texto é muito bom. Pretensão a minha: se é de George Carlin (depois de tudo o que li sobre ele, inclusive na Wikipédia), quem sou eu para elogiar algo de George Carlin?

Aproveitem esta pérola e, de acordo com o que li, em “Busca”, “O paradoxo de nosso tempo” também é de autoria de George Carlin:

Fonte: http://universofemininopontocom.blogspot.com/2008_09_01_archive.html

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

A Viagem de sua Vida

Aprecie a viagem, não há bilhete de volta!

Pontos de vista de George Carlin sobre envelhecer

Você sabia que a única época da nossa vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças?

Se você tem menos de 10 anos, você está tão excitado sobre envelhecer que pensa em frações. Quantos anos você tem? Tenho quatro e meio! Você nunca terá trinta e seis e meio. Você tem quatro e meio, indo para cinco! Este é o lance!

Quando você chega à adolescência, ninguém mais o segura. Você pula para um número próximo, ou mesmo alguns à frente. ‘Qual é sua idade?’ ‘Eu vou fazer 16!’ Você pode ter 13, mas (tá ligado?) vai fazer 16!

E aí chega o maior dia da sua vida! Você completa 21! Até as palavras soam como uma cerimônia: VOCÊ ESTÁ FAZENDO 21. Uhuuuuuuu!

Mas então você ‘se torna’ 30. Ooooh, que aconteceu agora? Isso faz você soar como leite estragado! Êle ‘se tornou azedo’; tivemos que jogá-lo fora. Não tem mais graça agora, vccê é apenas um bolo azedo.

O que está errado? O que mudou? Você COMPLETA 21, você se TORNA 30, aí você está EMPURRANDO 40. Putz! Pise no freio, tudo está derrapando!

Antes que se dê conta, você CHEGA aos 50 e seus sonhos se foram.

Mas, espere! Você ALCANÇA os 60. Você nem achava que poderia! Assim, você COMPLETA 21, você ‘SE TORNA’ 30, ‘EMPURRA’ os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60.

Você pegou tanto embalo que BATE nos 70!

Depois disso, a coisa é na base do dia-a-dia; ‘Estarei BATENDO aí na 4ª. feira!’

Você entra nos seus 80 e cada dia é um ciclo completo; você bate no lanche, a tarde se torna 4:30; você alcança o horário de ir para a cama. E não termina aqui.

Entrado nos 90, você começa a dar marcha à ré; ‘Eu TINHA exatos 92.’

Aí acontece uma coisa estranha. Se você passa dos 100, se torna criança pequena outra vez: ‘Eu tenho 100 e meio!’

Que todos Vocês cheguem a um saudável 100 e meio!!

COMO PERMANECER JOVEM:

Livre-se de todos os números não-essenciais. Isto inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos se preocuparem com eles. É para isso que você os paga.

Mantenha apenas os amigos alegres. Os ranzinzas só deprimem.

Continue aprendendo. Aprenda mais sobre o computador, ofícios, jardinagem seja o que for, até radio-amadorismo.

Nunca deixe o cérebro inativo. ‘Uma mente inativa é a oficina do diabo. E o nome de família do diabo é ALZHEIMER.

Aprecie as coisas simples. Ria sempre, alto e bom som! Ria até perder o fôlego. Lágrimas fazem parte. Suporte, queixe-se e vá adiante.

As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar VIVO enquanto estiver vivo.

Cerque-se daquilo que ama, seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for. Seu lar é seu refúgio.

Cuide da sua saúde: se estiver boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver além do que você possa fazer, peça ajuda.

Não ‘viaje’ às suas culpas. Faça uma viagem ao shopping, até o município mais próximo ou a um país no exterior, mas NÃO para onde você tiver enterrado as suas culpas.

Texto atribuído a Georege Carlin, comediante americado falecido aos 71 anos em 23/06/2008, conhecido pelo seu humor irreverente, em seus programas fazia o público pensar, além de rir.

Postado por Cidinha Meca às 10:57:00 AM [18/09/2008]

Universo Feminino Ponto Com: Setembro 2008