Antes de inserir o texto As águias não sobem pela escada, gostaria de relatar minha experiência, como educadora, a respeito de sentido figurado e linguagem figurada.
Algumas pessoas – e o número é muito grande – não alcançam a significação secundária (conotativa) de metáforas e, consequentemente, ao ler ou ouvir as figuras de linguagem, “empacam” e perdem todo o texto ou discurso.
Deixam-nos exaustas com comentários – que algumas pretendem que sejam jocosos ou que, realmente, demonstram a pouca familiaridade com leitura ou com a capacidade “escutatória” mencionada algumas postagem atrás – e o primeiro comentário óbvio seria que as águias não sobem pela escada porque voam.
Como as pretensas pessoas que emitem comentários jocosos a respeito de metáforas são as que atrapalham a comunicação e criam ruídos que a impedem, quis alertar para o fato de que o texto a ser inserido, como Parte 2, não deve ser criticado por essas pessoas nem o pedagogo, autor do texto, deva ser denunciado por maus tratos e por colocar educandos em risco de morte.
As metáforas são para enriquecer a “pedagogia das águias” citada no final do texto, tá bom, jocosos e curtos de intelecto?