A 2.ª Guerra Mundial revista e O time que preferiu morrer a perder

O mês de setembro, no Brasil, lembra o Dia da Pátria, em primeiro lugar.

A Superinteressante, edição citada no título, traz, na capa, a chamada para

2.ª Guerra Mundial – Tudo que você sabe pode estar errado: judeus derrotando nazistas, a verdade sobre o Dia D, vexames do Brasil na Europa [não se assuste, leia o texto; meu saudoso tio Francisco Inaba, filho de japoneses imigrantes, pertenceu à Força Expedicionária Brasileira; ficou na Itália durante um ano, noivo de minha tia Aparecida, irmã de minha mãe; sempre tive o maior respeito pela FEB por causa dele, porque cresci ouvindo que fora pracinha, que ficara na Itália durante um ano, ajudei minha tia Cida a redigir uma carta para “Globo Rural”, contando a história desse nissei que lutou contra o Eixo; vi a publicação da carta, com a foto de tio Tetsol fardado; mas desconhecia o que os brasileiros que lutaram, em solo italiano, sob comando dos norte-americanos, passaram no retorno ao Brasil; durante muitos anos os vi em desfiles no Dia da Pátria; hoje são pouquíssimos, claro, alguns em cadeiras de roda, mas lá estão; sabia que os recrutados para a FEB não estavam preparados para combate, para enfrentar o frio; a novela que tratou da imigração italiana mostrou isso, também]. Como uma nova geração de historiadores está mudando tudo que pensávamos sobre o maior conflito da história.

Muito bem, visto que já juntei o mês de setembro, Dia da Pátria, participação dos Heróis da FEB, não me conformo de não ter recomendado, ainda, a formatação em extensão “pps” que montei a partir de uma mensagem que recebi de minha prima Maria Adelaide: O time que preferiu morrer a perder.

Tudo a ver com o texto da Superinteressante, embora eu não tenha conseguido terminar de lê-lo ainda.

O time que preferiu morrer a perder.pps – Windows Live

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