Conheci a canção, após muitos anos de lançamento e de sucesso (é da década de 70) por causa da Antena 1.

Ao encontrar, na web, um site em que podia ouvir a canção de autoria e interpretação de Don McLean, iniciei um projeto, com telas de Van Gogh de um CD de História da Arte, para que os alunos sob minha responsabilidade tivessem acesso às informações (um projeto pretensioso, como só eu poderia ter planejado, pois trabalharíamos com conceitos de expressionismo, uma apostila com telas de Van Gogh, terminaríamos com a canção “Vincent -Starry, starry night” e a tradução da canção para o português; afinal sou bacharel em Letras, Português/Inglês e só não encontrei Matemática nesse projeto interdisciplinar; todavia, é fato que música é matemática), mas aposentei-me e arquivei tudo em disquete. Perdi o endereço do site eletrônico – ficou em “Favoritos” do meu micro 586 que foi “detonado” pelos parasitas que nunca quiseram ser rastreados, claro – e, após ler um texto na revista “Veja”, de 1.º/10/2008, sobre a exposição de obras de Vincent (relou! por esse motivo a canção tem o nome “Vincent”) nos EUA, busquei e encontrei, na web, as pérolas inseridas aqui sobre esse assunto.

São pérolas imperdíveis. Espero que sejam mais felizes do que eu, para assistir aos vídeos, pois o Windows Media Player não “bate com o santo” dos vídeos do YouTube. Pelo menos em meu micro.

 

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