“Uma boa lei pressupõe as piores ações e os piores sujeitos” sexta-feira, jun 27 2008 

Essa frase foi destacada da inserção anterior O segredo do pensamento negativo que, mesmo que não possa ser lido, servirá de mote para o que digitarei a seguir.

Faz parte do parágrafo final do texto, sobre a melhor forma de melhorar o mundo: só se faz isso com pessimismo, pois o pessimismo está na raiz de todas as coisas que garantem uma boa vida atualmente. Leia e aprenda, como eu aprendi, a partir de um texto informativo:

"Para garantir paz a seus cidadãos, a defesa militar de um país precisa levar em conta o pior cenário de guerra. O sistema político que mais assegura a democracia é o que divide direitinho o poder entre o Judiciário, o Legislativo e o executivo, prevendo que um vai querer cortar as pernas do outro [meu destaque]. Uma boa lei pressupõe as piores ações e os piores sujeitos. Como disse o dramaturgo americano David Mamer, num artigo publicado em abril, a Constituição dos EUA funciona espetacularmente bem porque ‘em lugar de sugerir que nos comportemos todos como deuses, reconhece que as pessoas são porcos e aproveitarão qualquer oportunidadade que lhes aparecer para subverter qualquer pacto, visando a defender o que consideram ser seus interesses próprios’. Na verdade, existe aí um motivo para ser otimista. Se pensarmos sempre negativamente, se desconfiarmos sempre do nosso caráter, talvez exista uma possibilidade, mesmo que bem pequena, de as coisas darem certo".

Portanto, todos os pacotes sociais, como por exemplo o PAC – Plano de Aceleração ao Crescimento, se não foi pensado, primeiramente, nas brechas que os corruptos e corrompidos utilizarão para obter lucro pessoal de uma camarilha, como estamos confirmando que existe, por meio da Operação João de Barro (e não adiantou um jornal ou outro, uma pessoa ou outra denunciar, foi preciso que uma operação, cujo espalhafato é justificável para acordar os mal informados ou mal intencionados) será encerrado, como sempre, com o dinheiro público distribuído aos que legislaram em favor próprio e se esqueceram, como sempre, de tomar as medidas preventivas para evitar a evasão dos recursos para bolsos e contas no exterior.

A revista Veja de 25 de junho de 2008, como muitos órgãos da imprensa falada e escrita – exceto os que vivem às custas "de", de rabo preso "com", exceto os veículos de comunicação que alienam, para não mostrar como estão envolvidos nos crimes do colarinho branco e colarinho de outras cores – abordou em textos como "E quanto aos bandidos sem farda?", de Marcelo Bortoli, "O cimento da tragédia", de Diogo Mainardi, "Tudo muito normal", de Roberto Pompeu de Toledo, todos a respeito da tragédia do assassinato de três jovens, no Rio de Janeiro, que foram entregues a traficantes do morro – rivais – por militares que, supostamente, deveriam estar patrulhando a obra de reforma das casas do morro da Providência. Numa alusão às camadas de tijolos, o texto de Roberto Pompeu de Toledo assim se exprime, e me permite ligar o fato de que as lei, os contratos, as licitações, as orientações às autarquias, ou seja, as "belezuras" das Portarias que, como lembram porta, escancaram as portas para a corrupção ativa da parte de funcionários e usuários desses meios para ganhar dinheiro fácil: "Camada n.º 5 – Os soldados, depois de meses de permanência, já se inserem, para o bem ou para o mal, no contexto local. Aparentemente, funcionam com rédea solta. Provocam e são provocados. Um advogado morador das redondezas dá queixa na polícia de espancamento, depois de ter sido obrigado a parar e identificar-se. Na manhã de sábado 14, os soldados julgam-se desacatados por três jovens que saíam de um baile funk. Detêm os rapazes. Normal".

Sinhá, cadê "seu" padre? que as pessoas, de modo geral, se aproveitam das falhas, dos casuísmos de legislações e portarias falhas, porque não foram escritas para os objetivos a que se propõem, mas como oportunidades de lucro político ou financeiro e, depois, quando tudo se tranformou num imenso bordel, punam-se os culpados. Onde encontrá-los e quem assumirá responsabilidades? Os ignorantes que abusam da autoridade que lhes é atribuída e, depois, para se defender, apresentam a legislação, a portaria? Onde estavam os verdadeiros cidadãos, quando as brechas nas leis e nas portarias deveriam ter sido apontadas?

Agora, ao ponto: as ruas de Itu, de acordo com o testemunho de qualquer pessoa, não suportam mais o número de veículos. Pedestres e veículos estão em guerra civil: quem será o mais mal educado?

Acontece que, além dos veículos particulares, todos em dia com suas taxas de IPVA, licenciamento e o que mais é necessário pagar para nascer, para viver e para morrer, concorrem com os lacaios do crime organizado, que circulam pelas ruas em carros "doados" a título de prestação de "serviços escusos", além de nenhuma garantia de que paguem pelo combustível que utilizam – e como rodam esses desgraçados! – e, não nos esqueçamos, também, dos que estacionam durante o período de "zona azul", sem que ninguém fiscalize em que mês, ano e hora colocaram cartões fajutos. Conseqüentemente, cidadãos honestos que precisam estacionar no centro da cidade, por um motivo ou outro, ficam rodando, rodando até atordoar, porque os parasitas que estacionam o dia inteiro, em finais de semana também, não evacuam nem desocupam a vaga para que outro possa estacionar.

Transformar o centro de Itu em calçadão? Só na cabeça de mal intencionado, que não pensa na infra-estrutura necessária para isso, tal como renovação da rede de abastecimento e de esgoto, fiação elétrica subterrânea, educação de motoristas e de transeuntes, pois ambos apresentam atitudes típicas de lacaios do crime oroganizado, ou seja, nenhum senso do que seja cidadania, além de, ao passar por mim, em hostes de hunos, godos e visigodos, me esnobar, empurrando-me contra a parede ou para que eu caia na rua e um carro passe por cima de mim, olhando-me, de cima a baixo, como seu eu fosse da laia desses piolhentos, mal formados e mal informados.

Mais recentemente, a exigência, para renovação de Carteira Nacional de Habilitação, de comprovar residência por meio de uma conta de água, de luz ou de telefone, mas tem que ser original. De acordo com telefonema que dei ao Ciretran – 4023 10 65 – e logo após ser "cobrada" sobre minha identidade, ao perguntar de onde parte a instrução de que a pessoa deve apresentar o original da conta para comprovar residência – e isso depois de todo o escândalo de carteiras de habilitação falsas – no dia 26/06/2008, a funcionária me orientou a passar depois da "uma" (leia-se treze horas) que, na recepção mesmo do Ciretran, me seria oferecida a Portaria (palavra mágica que justifica o injustificável) que exige que o documento seja o original. Será que alguém parou para pensar o prejuízo moral e financeiro que eu teria por, IGNORANTEMENTE (atenção, mal intencionados, eu assumo minhas ingorâncias e são muitas), no dia 12/06/2008, ter cedido uma conta da CPFL que venceria só no dia 20/06/2008? Se eu não tivesse tirado uma cópia da conta, na minha impressora, e a conta não estivesse em débito automático e eu não tivesse acesso à Internet, teria que pagar por uma segunda via da conta, sem tempo hábil para quitá-la no dia do vencimento. Liguei para a CPFL e, de acordo com informação do departamento jurídico, não há amparo algum para exigir o original da conta como comprovante de residência. Pois é, no ano passado, 2007, para comprovar residência na agência dos Correios de Itu e "hierarquicamente superiora à funcionária" dos Correios não a orientou a exigir de mim o extrato bancário que comprovaria que a conta da CPFL que eu estava apresentando, estava paga de fato? Exigência dos Correios? Não! Comprovei depois, pois entrei em contato com os Correiros. Foi abuso de autoridade de uma lacaia do crime organizado, sem dúvida! Mais uma "portaria" a se abrir para que minha conta bancária fosse invadida por hackers e crackers, lacaios do crime organizado.

Agora, o que eu faço com a "Portaria" que, segundo a funcionária do Ciretran, exige original de documentos como comprovante de residência? Leis, portarias elaboradas por quem sabe muito bem como cometer crime? Ah, tenho que provar? Por que a tal portaria que exige original de comprovante, para comprovar residência, nunca foi questionada até a presente data? O despachante policial – que enfrenta essa situação há quanto tempo mesmo? – a CPFL e o Ciretran nada podem fazer. Quem pode, então? Este país é ou não é um bordel, onde o crime organizado é o cafetão (ou a cafetina) e "pede a cada estrela fria um brilho de aluguel"?

Quem legisla neste país? Sinhá, cadê "seu" padre, que, enquanto educadora, enxuguei gelo e fui tachada, por alunos, por outros professores, por diretores, por supervisores, por funcionários de escola como "louca". Não por todos. Só que os que abusam de seus privilégios de criminosos é que contam!

De fato, ser usada por parasitas para ser aquela que denuncia o que esses parasitas não podem ou não têm condição de denunciar cansa minha beleza, meu talento e meu charme.

As leis, antes de serem aprovadas (e todas as suas subdivisões) devem ser muito bem pensadas com relação às brechas que permitem que "portarias" prevaleçam ao direito cidadão.

Publique-se, sem revisão.

 

Espaço SINHÁ, CADÊ "SEU" PADRE?

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O segredo do pensamento negativo sexta-feira, jun 27 2008 

 Super 253
junho
2008

O segredo do pensamento negativo?

Esqueça o pensamento positivo. O que pode mesmo melhorar o mundo e a sua vida é ter uma certeza na cabeça: isso não vai dar certo

por Texto Leandro Narloch

Pensamento positivo funciona? Parece que sim, mas nem sempre. Como a Super mostrou no ano passado (“O Segredo do Pensamento Positivo”, edição 242), há pesquisas comprovando que ele facilita conexões no cérebro, outras dizendo que os efeitos param por aí. A grande questão, porém, não é saber se dá certo ou não. O pensamento positivo pode até nos ajudar a conquistar objetivos, mas nos afasta de uma vida realmente feliz. Além disso, para coisas bem importantes do mundo de hoje – as leis, a política e a sua felicidade –, o que traz resultados mesmo é o genuíno pessimismo, o mais declarado sentimento de que isso não vai dar certo.

Vamos supor que você quer economizar para comprar um carro ou passar numa bolsa de mestrado na Europa. Pensa positivo, trabalha e consegue. Legal, não? Pelo menos por um instante. Depois, é muito comum cairmos no ciclo de desejo e frustração que foi descrito pelo filósofo Arthur Schopenhauer: desejamos, conseguimos, nos entediamos, percebemos que a vida segue como sempre e partimos para outro desejo. Para o filósofo alemão, objetivos são apenas modos de esconder a dor de viver e a falta de sentido na vida. Quando realizados, deixam de ter importância. “São dessa natureza os esforços e os desejos humanos que nos fazem vibrar diante de sua realização como se fossem o fim último da nossa vontade; mas, depois de satisfeitos, mudam de fisionomia, esquecidos ou relegados, colocados de lado como ilusões desfeitas.” Para fugir do ciclo de vontade e frustração, Schopenhauer, conhecido como “filósofo do pessimismo”, sugere que as pessoas deixem de dar tanto valor a desejos cotidianos. E que aceitem que sofrer não só faz parte da vida como dá sentido a ela: o grande desafio da nossa existência seria aprender a lidar com o sofrimento.

Não pense que esse ponto de vista deixa a vida mais difícil. Pelo contrário. Os pessimistas se cobram menos e dormem melhor. Já a auto-ajuda baseada no otimismo tem o efeito oposto. Você já deve ter topado com livros que ensinam a enxergar o mundo de forma mais alegre ou com aqueles cds para repetir, 80 vezes por dia, “eu posso, eu consigo, eu penso positivo”. A idéia é nos fazer acreditar que podemos ultrapassar qualquer barreira, conquistar qualquer objetivo por esforço próprio – e muita gente de fato consegue. O problema é que, quando se descobre que nem sempre é assim, muitos acabam em pânico. Pânico de verdade – e também ansiedade e insônia. Segundo o psiquiatra e psicanalista Mario Eduardo Costa Pereira, professor da Unicamp e autor do livro Psicopatologia dos Ataques de Pânico, uma vítima comum desse tipo de distúrbio são mulheres bem-sucedidas e perfeccionistas. Desde cedo, elas aprenderam a se virar sozinhas. Quando se deparam com uma limitação, sofrem crises horríveis. O melhor jeito de evitar esse problema? Jogando fora os livros depensamento positivo e admitindo nossa condição de finitude, nossas fraquezas e limitações.

Otimismo mata

Na história, o otimismo tirou o sono não só de indivíduos mas de povos inteiros. Pegue por exemplo um dos períodos mais otimistas da civilização – o século 19. A revolução científica fazia o homem acreditar que poderia, pela razão, resolver qualquer problema tecnológico ou social, criando máquinas para trabalharmos menos e novas instituições para vivermos em paz. E o que aconteceu foi que a tecnologia também criou a guerra das mortes em massa. Como disse o cardeal Joseph Ratzinger antes de virar papa Bento 16, “cada vez se torna mais claro que o progresso é também um progresso das possibilidades de destruição”. Do mesmo modo, os revolucionários do século 19 imaginavam que poderiam derrubar todas as instituições e começar outras do zero, criando uma sociedade perfeita. Suas utopias viraram regimes totalitários no século 20.

– Mas então é errado lutar para que o mundo seja um lugar melhor?

Não! É ok querer melhorar o mundo – só que o jeito mais eficiente de fazer isso é com pessimismo. Ele está na raiz de todas as coisas que garantem uma boa vida hoje em dia. Para garantir paz a seus cidadãos, a defesa militar de um país precisa levar em conta o pior cenário de guerra. O sistema político que mais assegura a democracia é o que divide direitinho o poder entre o Judiciário, o Legislativo e o Executivo, prevendo que um vai querer cortar as pernas do outro. Uma boa lei também pressupõe as piores ações e os piores sujeitos. Como disse o dramaturgo americano David Mamet num artigo publicado em abril, a Constituição dos EUA funciona espetacularmente bem porque “em lugar de sugerir que nos comportemos todos como deuses, reconhece que as pessoas são porcos e aproveitarão qualquer oportunidade que lhes aparecer para subverter qualquer pacto, visando a defender o que consideram ser seus interesses próprios”. Na verdade, existe aí um motivo para ser otimista. Se pensarmos sempre negativamente, se desconfiarmos sempre do nosso caráter, talvez exista uma possibilidade, mesmo que bem pequena, de as coisas darem certo.

Fonte: revista Superinteressante, edição 253, junho/2008, páginas 17 e 18.

O mais recente golpe dos hackers e crackers, lacaios do crime organizado, contra meu micro sexta-feira, jun 27 2008 

O mais recente golpe desses estelionatários é ter "danado" meu micro de tal maneira, no intuito de me forçar a desistir de clicar no site The Breast Cancer Site (o que faço, diariamente, desde 2002, a partir da recomendação feita por minha prima, Maria Adelaide), bem como desistir de navegar pelo MSN e manter meu blog no MSN.

Pois bem, os estelionatários, junto atualizações necessárias, sejam do Norton ou da própria Microsoft, satisfizeram a libido torta (são impotentes sexuais e intelectuais, nada faz com que tenham mais intelecto ou "consigam" todo mundo sabe o quê) e, assim, porque contaminaram minhas atualizações com todo o tipo de lixo moral e de recursos de informática, recebo, constantemente, aviso de "Memória virtual baixa", seguido de um aviso incompleto para sanar esse problema (junto com o aviso, o micro se torna absolutamente lento, supostamente porque está sendo "repaginado"; é óbvio que se trata, na verdade, de um recurso que foi "enfiado" em meu micro, para dar tempo aos estelionatários para que mexam e remexam em meus documentos do Word, nas minhas imagens, nas minhas músicas, enfim, em tudo o que está arquivado nele (e que os técnicos em informática, que são lacaios do crime organizado (atenção para a oração subordinada adjetiva restritiva, o que significa que nem todos os técnicos em informática sejam lacaios do crime organizado; apenas os que querem arranjar uma "boquinha" como funcionários de segurança em infórmática) e, eventualmente, como o que está acontecendo não é apenas esse aviso de que a memória virtual está baixa, mas, também, ao abrir o site do Câncer de Mama, para clicar em todos os rótulos gratuitamente, os estelionatários conseguiram com que não feche mais a mensagem diária que me é encaminhada, para não me esquecer de clicar todos os dias, e, assim, o Windows Live Messenger fecha, literalmente, o "hotmail".

Como o meu micro não abre e fecha, mas taxia, como os aviões, na decolagem e na aterrissagem, perco um tempo danado e, apesar do aviso (fajuto) para reportar essa falha à Microsoft, o fato de não estar sendo resolvido me leva a acreditar naquilo que todos já sabem: ninguém sofre ação criminosa se não houver ajuda de funcionários, sejam eles de que empresa for, de que provedor for, de que terceirizada for.

Quanto aos técnicos em informática, que são lacaios do crime organizado, quando chegam com aqueles cds em que fazem o back-up de tudo o que meu micro contém, quem me garante a integridade desse cd? Em quais outros micros o cd já foi inserido? Quando devolvem o back-up para meu micro, quem me garante que não está instalando uma bomba-relógio junto, permitindo que, quando aciono o botão do estabilizador, pelo fato de meu micro, para abrir, ter que taxiar, os criminosos já não estão com a minha tela e o conteúdo de meu micro aberto no deles antes de mim?

Isso quando se consegue que o técnico em informática "conserte" o micro na nossa frente, pois, usualmente, levam a minha CPU para sabe Deus onde, longe dos meus olhos, portanto… será que preciso acrescentar mais?

Tudo que tenho no micro, da Microsoft, é legalizado. Todos os técnicos em informática só trabalham com produtos legalizados ou os lacaios do crime organizado só trabalham com pirataria, para faturar dos dois lados: com o produto pirata, pelo qual não pagam nada, baixam em qualquer endereço eletrônico salafrário e, junto, toda a poluição em informática, e dos patrões do crime organizado, aqueles que, como ladrões de carro, encomendam aos lacaios em informática a marca, o tipo, o ano, de qual dono querem os arquivos de micro.

Bem, há quinze dias, para acessar as mensagens do site do Câncer de Mama, voltarei para clicar na mensagem do dia de hoje, pois a mensagem de ontem não finalizou, a não ser fechando todo o Windows Live Messenger.

Não mudarei nem sairei do Messenger nem do provedor que assino (e pelo qual pago desde 1996), pois, um dia, a casa cai e não será a minha que cairá.

Isto será publicado sem correção. Se reler, encontrarei orações incompletas, pensamentos incompletos ou erros de digitação. Como detesto ser lida por ignorante, por impotente sexual e intelectual, acredito que os que não sofrem dessas deformações de caráter tenham entendido o que digitei.

Ah, é mesmo! Não sou lida, exceto pelos que danam meu micro. Que esquecida! VADE RETRO, ASSEDIADORES MORAIS!

O que você faria? sábado, jun 14 2008 

Teste que a revista Superinteressante, edição 253, junho / 2008, disponibilizou aos leitores e que sugere que, no site www.superinteressante.com.br/dilemas podem ser respondidos os 5 dilemas.

Infelizmente, os 5 dilemas não dizem respeito a falhas de caráter, tais como participar de crimes do colarinho branco, para que os participantes "tirem suas lasquinhas", sem drama de consciência algum. Os 5 dilemas apresentados se referem, contudo, à decisão baseada no livre-arbítrio e, como toda e qualquer decisão, assumir as conseqüências que advirão dessas decisões.

Texto de Fábio Marton. Design de Jorge Oliveira. Ilustração de Marcelo Cipis.

O TREM DESCONTROLADO

Um trem vai atingir 5 pessoas que trabalham desprevenidas sobre a linha. Mas você tem a chance de evitar a tragédia acionando uma alavanca que leva o trem para outra linha, onde ele atingirá apenas uma pessoa. Você mudaria o trajeto, salvando as 5 e matando 1?

[   ] MUDARIA   [   ] NÃO MUDARIA

O TREM DESCONTROLADO [2]

Imagine a mesma situação anterior: um trem em disparada irá atingir 5 trabalhadores desprevenidos nos trilhos. Agora, porém, há uma linha só. O trem pode ser parado por algum objeto pesado jogado em sua frente. Um homem com uma mochila muito grande está ao lado da ferrovia. Se você empurrá-lo para a linha, o trem vai parar, salvando as 5 pessoas, mas liquidando uma. Você empurraria o homem da mochila para a linha?

[   ] EMPURRARIA   [   ] NÃO EMPURRARIA

TOTEM E TABU

No seu país, a tortura de prisioneiros de guerra é proibida. Você é tenente do Exército e recebe um prisioneiro recém-capturado que grita: "Alguns de vocês morrerão as 21h35". Suspeita-se que ele sabe de um ataque terrorista a uma boate. Para saber mais e salvar civis, você o torturaria?

[   ] TORTURARIA   [   ] NÃO TORTURARIA

OS LIMITES DA PROMESSA

Um amigo quer lhe contar um segredo e pede que você prometa não contar a ninguém. Você dá sua palavra. Ele conta que atropelou um pedestre e, por isso, vai se refugiar na casa de uma prima. Quando a polícia o procura querendo saber do amigo, o que você faz?

[   ] CONTA À POLÍCIA   [   ] NÃO CONTA

CHOQUE CULTURAL

Você é um funcionário da Funai, trabalhando na Amazônia sob ordem expressa de jamais intervir na cultura indígena. Passeando perto de uma clareira, nota que ianomâmis estão envenenando o bebê de uma índia, que está aos prantos. Você impediria a morte do bebê?

[   ] IMPEDIRIA   [   ] NÃO IMPEDIRIA

Obviamente, o texto da revista está enriquecido com informações sobre cada dilema. Essas informações não serão digitadas aqui, pois quem quiser ler o texto completo poderá adquirir a revista nas bancas ou, se assinante, prestar atenção nele.

Os dilemas estão expostos, aqui, de modo que o leitor utilize a razão nua e crua para responder às questões: sim ou não.

O que importa, mesmo, é refletir se as decisões não trarão conseqüências que nos levarão a perguntar: e agora…

Sinhá, cadê "seu" Padre?

porque as decisões geraram conseqüências que ninguém conseguirá solucionar: como quando votamos no "menos pior", por exemplo.