Sinhá, cadê “seu” padre que as pessoas não mudam? quinta-feira, mar 13 2008 

A fábula da galinha ruiva, atualmente, sofreria modificações, tais como: as personagens que se recusam a ajudar, mas querem comer o bolo, seriam representadas pelos parasitas que ficam assistindo a toda a nossa trabalheira, colocam uma série de obstáculos, provocam prejuízos e quando, finalmente, alcançamos nossos objetivos, fizeram tanta “trancinha” com os nossos correspondentes eletrônicos, desviando nossas mensagens, respondendo-as como se fossem nossos destinatários, impedindo que nossos destinatários recebessem as mensagens na íntegra (porque as mensagens foram modificadas) que ficam com todos os “louros” da vitória e, ainda por cima, têm a audácia de nos prestar homenagens, dirigindo-se, claro, a outras pessoas de nossa família para disfarçar a desfaçatez e para publicar o que nos desgastou, como se tudo fosse de “autoria” dos parasitas. Ou seja, como as personagens da fábula, assistem a tudo de camarote e colhem os lucros, jamais lhes passando pela cabeça que não estávamos atrás de lucros pessoais (então, que os parasitas é que tenham lucros, sejam eles em forma de dinheiro, de prestígio pessoal ou de benesses para membros da família ou de pagamento de dívidas que tenham com os criminosos).

Sem esquecer de mencionar que, quando tudo está pronto, como na fábula do velho, o menino e o burro, aparecerão os críticos, os palpiteiros que encontrarão inúmeros defeitos, mostrando como deveria ter sido feito.

A galinha ruiva

Fonte: http://www.qdivertido.com.br/verconto.php?codigo=22

Era uma vez uma galinha ruiva, que morava com seus pintinhos numa fazenda.

Um dia ela percebeu que o milho estava maduro, pronto para ser colhido e virar um bom alimento.

A galinha ruiva teve a idéia de fazer um delicioso bolo de milho. Todos iam gostar!

Era muito trabalho, ela precisava de bastante milho para o bolo.

Quem podia ajudar a colher a espiga de milho no pé?

Quem podia ajudar a debulhar todo aquele milho?

Quem podia ajudar a moer o milho para fazer a farinha de milho para o bolo?

Foi pensando nisso que a galinha ruiva encontrou seus amigos:

– Quem pode me ajudar a colher o milho para fazer um delicioso bolo?

– Eu é que não, disse o gato. Estou com muito sono.

– Eu é que não, disse o cachorro. Estou muito ocupado.

– Eu é que não, disse o porco. Acabei de almoçar.

– Eu é que não, disse a vaca. Está na hora de brincar lá fora.

Todo mundo disse não.

Então, a galinha ruiva foi preparar tudo sozinha: colheu as espigas, debulhou o milho, moeu a farinha, preparou o bolo e colocou no forno

Quando o bolo ficou pronto, aquele cheirinho bom foi fazendo os amigos se chegarem Todos ficaram com água na boca. Então a galinha ruiva disse:

– Quem foi que me ajudou a colher o milho, preparar o milho, para fazer o bolo?

Todos ficaram bem quietinhos. ( Ninguém tinha ajudado.)

– Então quem vai comer o delicioso bolo de milho sou eu e meus pintinhos, apenas. Vocês podem continuar a descansar olhando.

E assim foi: a galinha e seus pintinhos aproveitaram a festa, e nenhum dos preguiçosos foi convidado.

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O pai do palito de dentes (e da necessidade de usá-lo) quarta-feira, mar 12 2008 

Quantas vezes já digitei aqui e falei na vida que a tática de enviar ladrões, para, depois, oferecer serviço privado de segurança é universal e existe em todos os aspectos da sociedade capitalista selvagem? Eis um exemplo contundente, de 1870, que vem sendo seguido por outros estelionatários que, como qualquer psicopata, acredita que está certo e os demais é que estão errados.
Essa estratégia data de 1870, conforme pode ser lido no texto da Superinteressante de março de 2008.
Xô, calhordinhas subdesenvolvidos, que imitam o que há de pior exemplo de declassificados!
O nome do texto é "O pai do palito de dentes (e da necessidade de usá-lo)"
Charles Forster contratou um inventor para criar uma máquina que produzisse palitos de dente.
Como não havia o hábito de se usar palito de dente, contratou rapazes e garotas que, após comerem em um dos restaurantes mais cotados de Boston, pediam palitos de dente. Ao ouvirem que o restaurante não dispunha de palitos de dente, os jovens estudantes de Harvard questionavam essa falha em voz bem alta. Depois de alguns dias, por "coincidência", Forster oferecia a mercadoria que fabricava. Além disso, quando vendia um lote, enviava pessoas para comprar o que havia vendido, criando a falsa impressão de que palitos de dente eram sucesso na certa. Tornou-se milionário. Após a morte de Charles Forster, o filho, Maurice, continuou a seguir os maus exemplos do pai, não negando que falhas de caráter, na maioria das vezes, passam de pai para filho, quando os pais são os maus exemplos.
Estratégia de venda bem sucedida? Não na minha casa, onde os exemplos de exercício de cidadania nunca incluíram prejudicar outros para ganhar dinheiro às custas de fazer trapaças.
 
O texto é de Ayrton Mugnaini Júnior e a ilustração é de Caio Gomez.
Vale a pena ler o texto integral na revista.
Depois, cada um pode ter a opinião que quiser, inclusive contrária a minha, mas expresse-a em seu próprio espaço, pois este é MEU.