clip_image002Um anel semelhante a esse (só que não era jóia, mas uma bijuteria muito fina, os olhos da cobra eram duas zircônias), que pertenceu à minha falecida irmã, desapareceu, sumiu, de dentro de minha casa. Minha última lembrança foi tê-lo usado num evento, um sarau, e, depois, naquele sábado à noite, em vez de guardá-lo em local próprio, seguro, deixei-o sobre uma das prateleiras da cômoda de meu armário. Visível, dentro de meu quarto, alguém o entregou a um de meus assediadores ou de minhas assediadora. Sim, há muitas pistoleiras no crime organizado. Talvez tenha feito essa entrega por uns trocados; talvez em troca de uma “indicação” de criminoso (tráfico de influência) para uma vaga de trabalho para um dos seus ou para si próprio; talvez para agir, de modo cafetão ou cafetina, alcoviteiro, porque “caiu na lábia” para ganhar algo para si, de assediadores morais, impotentes sexuais e intelectuais, que precisam provar, a si mesmos, inclusive, que “possuem” algo que pertenceu à minha irmã e para me afetar, claro, pois só me dei conta que o anel “sumira”, “desaparecera”, após ver essa foto (um modelo semelhante à bijuteria desaparecida) numa revista que nunca comprei nem recebi pelo correio: a revista Medalhão Persa Vip, ano 03, edição 19 / 2007, de onde retirei essa foto de anel semelhante, mas, repito, o que foi furtado era uma bijuteria, não essa jóia que se vê na foto.

Ah, sim, sou louca de pedra, tenho mania de perseguição. Porém, não sou perigosa como os assediadores morais que me perseguem há longos anos. Nem sou perigosa como os cúmplices babacas, deslumbrados desses assediadores, esses que entram em minha vida, em minha casa, em meu micro, me seguem pelos estabelecimentos comerciais para, inclusive, “afanar” o que deixei para conserto, usualmente, objetos pessoais que não foram danificados por mim.

Foi o caso de um guarda-chuva mini, desses que se carregam na bolsa. No dia 26/12/2007, deixei um lindo guarda-chuva mini para conserto. Eu não provocara o dano, mas desconfio que tenha sido danificado numa loja de roupas, onde eu comprava camisetas de presente para o aniversário de outra irmã. De repente, não enxergava mais o guarda-chuva (esta otária o havia deixado na entrada da loja, para não molhar, sujar a loja ou as roupas) e descobri que fora colocado num canto mais próximo, ainda, da entrada da loja. Depois disso, já fora da loja há algum tempo, reparei que a pontinha do guarda-chuva, aquela que arrebanha o tecido e, quando aberto, fica no alto, fora quebrada e arrancada. Isso já acontecera na última escola em que eu ministrei aulas até pedir a aposentadoria. Psicopatas, esquizóides, lacaios do crime organizado, de quem dependiam, inclusive, para ter “uma aulinhas” para “dar” arrancaram a alça do guarda-chuva que eu deixara aberto, num canto da sala dos professores, para secar.

No dia 29/12/2007, como orientada, fui buscá-lo. Quem disse que o guarda-chuva foi encontrado? Nem entre os consertados nem entre os para consertar.

O guarda-chuva, xadrez em que impera o vermelho, foi deixado para conserto e DESAPARECEU. Deixei para voltar depois da passagem de ano.

No dia 02 de janeiro de 2008, os donos da loja de conserto, após terem revirado a loja, descobriram que ELE anotou o número do conserto em meu guarda-chuva (e me entregou o controle de retirada) e ELA anotou o mesmo número num guarda-chuva que está lá, triste, em piores condições do que o meu. E, agora, assediador ou assediadora que precisa disso para suprir seus recalques e se deliciar de prazer patológico?

Se eu listar, aqui, tudo o que desapareceu quando eu estudava, quando eu ministrava aulas, que desapareceu de dentro de minha casa (inclusive documentos absolutamente bem arquivados, guardados e não ter a quem acusar, a não ser que eu tenha um surto psicótico e passe a desconfiar de minha própria família, gosto que jamais darei ao crime organizado), teria que contar, também, quantas vezes fiz Boletim de Ocorrência que jamais “deram resultado”. Um único Boletim de Ocorrência, feito por esquizóides que “davam” (namorado e namorada escandalosos) aulas na escola em que eu era efetiva, contra mim foi resolvido em quinze dias e tive que comparecer perante o delegado para aprender o que é calúnia, difamação e aconselhada a “agir corretamente” no prazo de tantos meses, para que o Boletim de Ocorrência não se transformasse em Processo Judicial. Estranhamente, da Delegacia, meu pai, minha irmã que nos levara de carro e eu fomos ao escritório do advogado que nos pôs a par de uma vitória, na Justiça, contra uma construtora que se envolveu com cachorros e está repleta de pulga, embora a construtora seja um cão vira-lata que não recebe punição pelos crimes que cometeu e continua a cometer. “Cães com costas-quentes” são mais perigosos do que os cães raivosos. Para ataques de cães raivosos, tomamos vacina anti-rábica.

Dentre as ações criminosas dos assediadores, há uma, em especial, que diz respeito a “costureiras” (entre aspas porque só têm uma loja porque o crime organizado as sustenta, duvido que paguem impostos e quetais, ou seja, são teúdas e manteúdas de empresas que precisam lavar dinheiro sujo e para quem, certamente, emitem notas fiscais, visto que as empresas psicopatas usam os documentos dessas tresloucadas para “abrir” as lojas de fachada): em duas ou três lojas de costureiras, além de ações desaforadas, tais como, indicar o tecido e a metragem, saio da loja para comprar, retorno e a loja está fechada, a pistoleira voltará “daqui a pouco” (mais uma prova de que sou seguida por assediadores); buscar as roupas para diminuir barra e, ao chegar em casa, nenhuma barra foi diminuída (lógico que não voltei mais na loja, porque, inclusive, a costureira se cercava de tipos mal encarados e não sei se me agrediriam); ouvir da atendente, ao chamar a costureira o seguinte: “tem mala para conserto” (mala é a genitora que a pariu, aquela que não deveria ter aberto as pernas para quem abriu), ficar quieta, enfrentar uma costureira com “cara de nojo de nóis” (e a loja me foi indicada por irmã de minha cunhada, o dono era parente delas!) e, ao voltar buscar as roupas, perguntar sobre isso e uma piolhenta duma policial municipal estar do lado de dentro do balcão, desculpar a atendente, dizendo que ouvi errado (a piolhenta não estava lá, no dia, mas estava naquele momento, uniformizada, de rádio em punho, abrindo e fechando o rádio, do lado de dentro do balcão. Piolhenta: fui eu quem reclamou para seu superior, tá bom? Quer tomar satisfação? Tome! Mas não mande seus amigos policiais piolhentos me retaliar. Não merecem ganhar do dinheiro QUE MINHA FAMÍLIA PAGA EM FORMA DE IMPOSTOS, não estão preparados, são bandidos uniformizados, todo lacaio é bandido); ir buscar a calça que não ficou pronta no dia marcado (queria lavá-la antes de usar) e, no dia em que fui buscar a calça, dia do evento em que a usaria, a piolhenta da costureira estava sentada sobre a minha calça (piolhenta, desaforenta por tabela, porque o patrão mandou, passei a ferro, no máximo da potência, para eliminar possíveis vírus sexualmente transmissíveis! O quê? Sempre me cuidei, muito bem, para não pegar doença ou engravidar. Não vou pegar doença de uma piolhenta, lacaia do crime organizado). Oh, sim, sou louca de pedra e maníaca, tanto que recebo desaforo de quem vive às custas do dinheiro que pagamos em forma de taxas, impostos, de empregados com carteiras registradas que, se aposentados, recebem todos os direitos que lhes cabem, mesmo aposentados.

Sim, sou louca de pedra e não tenho admiração alguma por criminosos do colarinho branco nem por seus descendentes malditos (usualmente seguidores dos péssimos exemplos de seus genitores, pais e mães).

Por esse motivo sou estranha, sou esquisita e não admito ser assediada por quem só quer se vingar dos próprios crimes que comete ou quer lucrar com minha credibilidade e com a credibilidade de minha família, principalmente porque essa credibilidade é um legado de meu pai e de minha mãe e dos ascendentes deles. Não admito, também, ser usada como escada, trampolim, corrimão por quem não tem moral para denunciar o que deveria ter denunciado ANTES DE PARTICIPAR do crime.

Apenas aviso que, ao contrário de minha irmã que, antes de morrer, teve cadeiras retiradas da sala que ocupava na Superintendência, na ausência dela, sala trancada a chave (redigiu uma representação, temos cópia em nossos arquivos, mas ela foi chamada de “instável” – instável era ou é a mãe de quem declarou isso na imprensa, porque o pariu!, as denúncias e os inquéritos para pôr para fora quem era bandido começaram a não dar em nada, filho de uma instável! – certamente, declaração de quem ajudou que ela morresse muito antes do que deveria morrer), furto de caneta Mont Blanc (não cito o nome de quem a presenteou com essa caneta, em sinal de admiração por medo de que alguém alegue que “comprou” minha irmã com uma caneta cobiçada por pobres de espírito que não a merecem) que ficava dentro da bolsa dela, furto de um brinco absolutamente maravilhoso, que lembrava uma teia de aranha e que, conseqüentemente, não teve mais utilidade para ela (depois da morte dela, sou capaz de contar sobre tapete arraiolo que aparecia em uma novela “sertaneja” da Globo e que atriz global usava um par de brincos idêntico ao que fora furtado de minha irmã, apenas um deles foi furtado, minha irmã, como eu, a princípio, dizia que tinha perdido, depois se “tocou” que eram os criminosos que haviam feito isso), bem como dinheiro vivo que foi retirado da bolsa dela pela quadrilha que a envolveu em momento de tamanha carência, visto que todos os inquéritos que presidira, sozinha, com empecilhos de dentro e de fora da própria polícia, passaram a ser arquivados e os mesmos bandidos que eram os acusados nesses inquéritos continuam a nos roubar e a viver muito bem, enviando seus lacaios para nos atormentar, para mostrar que estão muito próximos e, com isso, tentar nos intimidar. Deus é tão grande que os mesmos bandidos estão, atualmente, com “a água batendo na bunda”, o que justifica que estejam tão desesperados para nos intimidar ou mentir que são “nossos” amigos.

Vão intimidar as digníssimas senhoras que os pariram e os amaldiçoados que depositaram sêmen nelas, pois ambos jamais deveriam ter exercitado a sexualidade, visto que não são seres humanos, são desclassificados que pariram desclassificados ao quadrado que geram desclassificados ao cubo.

Não adianta perguntar “Sinhá, cadê ‘seu’ padre?”, porque não foi religião católica que pariu esses desclassificados nem Deus que os criou desse modo. Foram instruídos pela miséria intelectual e pela miséria material, incapazes de valorizar o que não seja bem material. São psicopatas.

Lamento, apenas, que alguns pais jamais mereceriam minha ira, visto que há provas de pais analfabetos que têm filhos doutores de verdade, portanto, apesar de analfabetos, foram capazes de estimular os filhos para o saber, para o conhecimento, para defender teses de mestrado e de doutorado. Atenção: não são doutores de títulos comprados, não! Assim, deve haver pais criminosos, cujos filhos repudiam os maus exemplos e não são criminosos. Deve haver, mas a desorganização da sociedade brasileira não nos deixa vê-los como exemplos. Os exemplos ruins, principalmente, têm-nos sido impingido pela mídia propagandística, aquela mídia que obriga os funcionários a “abrir uma empresa”, a emitir nota fiscal para a própria empresa em que o funcionário trabalha, aquela que ganha ao promover alguém sem mérito algum ou ganha para destruir alguém que não tenha sido formalmente acusado e julgado. Precisa disso para esconder os próprios crimes. As empresas poderosas que beijam o bumbum dos patrões do crime organizado.

O problema principal é que há milhões de psicopatas, não importa a educação e os castigos que os pais deram. Portanto, a psicopatia sempre será a “campeã de audiência”. Há até psiquiatras e psicólogos psicopatas! E terapeutas de auto-ajuda que nem diplomas têm! Que copiam dos que produzem com conhecimento! Há os que, fiando-se na ignorância dos brasileiros, na falta de leitores no Brasil, no alto preço que se paga por um livro ou por um jornal copiam livros e textos de outros autores (sem lhes dar o devido crédito) e os lançam como de suas autorias!

Do mesmo modo, quem fez chegar até mim a revista do Medalhão Persa Vip de onde me surgiu a lembrança de procurar o anel que era de minha falecida irmã e mostrar a foto para outra e descobrir, então, que o anel tinha desaparecido não merece respeito, pois ou sabe quem furtou o anel que pertencia à minha irmã ou foi a própria pessoa que ficou com ele e se deliciou que eu tomasse conhecimento disso no momento em que vi um anel muito parecido na revista. Se a intenção, ao enviar a revista, fosse boa, teria telefonado, se identificado e contado quem pegou o anel e a quem o entregou. Ou vindo, pessoalmente, e contado a mim o que acontecera.

Xô, impotentes sexuais e intelectuais que infernizaram a vida de minha falecida irmã, a de meus pais, a minha e usam e abusam de abobados, vendidos que nos cercam para nos infernizar. E, ainda, se dão ao desplante de mostrar que sabem o que acontece até dentro da casa da gente. Xô, parasitas! Não sou hospedeira de parasitas!