Formandos do IBAO HÁ 70 ANOS quinta-feira, jan 17 2008 

FORMANDOS DO IBAO / 1938

Há setenta anos, no mês de dezembro de 1938, estes eram os formandos de Auxiliar de Comércio: Jacyra Turrini (Itu); Elza O. Arruda (Itu); Alcina S. Branco (Parnaíba); Acácio M. Mesquita (Cabreúva); Agenor Bernardini (Itu); Miguel Chemizarian (Itu); Pedro Bernardini (Itu); Maria de R. Moreira (Itu); Maria de L. Bueno (Itu); Victoria Chemizarian (Itu). Formandas de Corte e Costura: Maria do C. S. Branco (Parnaíba); Alzira Bernardini (Itu); Nair Marchi (Itu); Aracy Benedeti (Itu); Alice Barreto (Araraquara) do Instituto Borges de Artes e Ofícios (Liceu), em Itu/SP 

Patrono: Joaquim Bernardo Borges. Paraninfa do Curso de Auxiliar de Comércio: Francisca Ribas. Paraninfa do Curso de Corte e Costura: Orminda M. Fonseca. Diretor: Edgar P. Mendes. Provedor: Pedro de P. Leite de Camargo. Homenageados: Pedro A. de Almeida; Calmon S. Ribas; Benedicto R. V. Camargo; Luiz Baldi; Zélia Falcato; Maria L. R. Arruda; Pery G. Blackman; Francisca A. Camargo; Maria Steiner; Nativa Lobo. Foto Setimo – Itu / SP.

Formandos IBAO 1938 - foto original 1

Formandos 1938 IBAO - mais aproximada - de foto original de Settimo

 

Destaques para: Pedro Bernardini com 16 anos; Agenor Bernardini com 15 anos; Alzira Bernardini com 13 anos.

Pedro Bernardini 1922/1997

Agenor Bernardini 1923/2000

Formanda Alzira Bernardini 1925/2010

  

 

Os gafanhotos são nossa praga secular quinta-feira, jan 17 2008 

 

Os gafanhotos são nossa praga secular

(Arnaldo Jabor – O Estado de São Paulo, Caderno 2, D 6, 09/12/2003)

Estamos debaixo de uma chuva de gafanhotos. De cada buraco aberto enxameiam, as lacraias se esgueiram e escorpiões exibem seus ferrões. O caso de Roraima é exemplar[1], é uma aula de Brasil, porque ajuda a desmoralizar a velha idéia de que o crime contra a “coisa pública” é um pecado, um desvio de conduta. Não é. O ataque ao dinheiro público é uma prática normal, comum, um velho hábito brasileiro que vem à tona com essa praga de insetos de Roraima. Essa roubalheira é tão extensa, tão geral que revela o País “em negativo”, exibe o Poder Público ao avesso, com suas mesmas funções de gestão, só que é uma organização que, em vez de governar, rouba a população. Funciona muito bem para esfolar o povo, chega a nos dar uma sinistra admiração, um quase orgulho: “Como roubam bem, que eficiência!… Se governassem com essa presteza, o País estaria salvo”. Até o horror dos crimes violentos das favelas e periferias nos distrai do principal, pois o verdadeiro crime organizado é esse, “limpinho”, de gravata, feito pelas quadrilhas políticas que sugam o País de canudinho.

Muitas autoridades que prendem ou julgam os bandidos algemados, com cara enfiada na camisa, dão rombos no País maiores que os crimes dos pés-de-chinelo que nos horrorizam. Ser canalha é um modo de vida, um jeito brasileiro muito nosso de viver, com uma ética e uma estética próprias, com ideais, sonhos de consumo, metas existenciais. O canalha brasileiro não é uma exceção; é uma regra. Os canalhas, os espertalhões se torcem “pepinos”, a malandragem é uma “virtude” a ser conquistada. O sujeito se prepara desde jovem, lê os livros sobre guerra e vê a paisagem política como uma grande roça a ser devorada. Ficam indignados quando são chamados de marginais; eles sabem que estão na base do “Sistema”. Já vi canalha berrando: “A gente faz as coisas andarem. Sem grana, sem gorjeta não há progresso…”. A “República” é apenas um pretexto para o saque. E todo o sistema jurídico e institucional está montado para manter esse ideal vivo. Temos de traçar uma sociologia do canalha brasileiro, quase uma antropologia. A academia se aplica em estudar as injustiças sociais, mas devia estudar aqueles que a provocam. Estão a nos dever a história da escrotidão nacional.

O canalha brasileiro não se acha um canalha. Ele é antes de tudo um forte. Sabe se defender com muito mais garra que os honestos bobos que confiam no Bem. O canalha brasileiro se acha no direito de sê-lo. Há, atrás dele, 400 anos de leis e práticas patrimonialistas e oligárquicas que nossos portugueses nos trouxeram. O canalha tem tradição; eles se consideram mais “autênticos” que esses juízes jovens e sérios, essa “bossa nova” de procuradores da República discretos e competentes. No fundo do coração, ele acha que roubar o Estado é uma causa nobre, secular, um ato quase “revolucionário”, pois “se o dinheiro não é nosso, tudo bem… eu pilho e arrebento”. O canalha brasileiro é quase um orgulho nacional. O corrupto, o ladrão é olhado com fascínio nas churrascarias. O canalha entra triunfante entre picanhas e chuletas e os executivos sussurram: “Olha ali! Aquele é o maior gatuno, cara!”. E o outro: “É… ele rouba, mas é ‘espada’, é craque, dá nó em pingo d’água!…”. E o canalha flutua esfuziante entre os garçons, sob os olhos encantados das mulheres. Seu descaso luminoso nos extasia. Já o honesto não faz sucesso nem na casa dele. Já vi muita mulher dizer aos berros: “Você não é honesto, não… Você é burro…! Vamos acabar na ‘rua da amargura’ com essa sua mania de honestidade!”. E o pobre-diabo, humilhado, vai chorar atrás da porta.

O canalha é cordial, boa-praça, te bate na barriga, ri muito, te empresta dinheiro: “Toma… toma… leva… depois a gente acerta!”. O canalha sai na Caras, o honesto ninguém vê. O canalha alegra a nossa vida com a exibição de suas riquezas: os paletós de comodoro com escudinho, a Mercedes com “cascatinha artificial e filhote de jacaré”, com suas amantes de Vuitton falsificado. O honesto morre desconhecido. Ou é visto com certa desconfiança. “O que esse cara metido a ‘Caxias’ está querendo provar? Algum interesse ele tem…”.

Já o canalha nos fascina com sua “revolução ética”. Pensamos: “Meu Deus… em que maravilhosos mundos sórdidos esse homem teve a coragem de entrar… Como ele deve ser interessante sem nossos escrúpulos pequeno-burgueses”. O charme de Arsène Lupin ainda rola, o gentleman cambrioleur. O canalha adora a democracia, que ele considera uma espécie de geléia geral, uma zona. A democracia não oferece perigos, com seu emaranhado de leis malandras forjadas pelos nossos ancestrais.

Até mesmo os escândalos periódicos nos jornais e TV ajudam os ladrões “normais”; essas maracutaias descobertas nos animam com a “transparência” democrática, mas podem desviar nossa atenção das roubalheiras silenciosas, legais, legitimadas pelos códigos e regulamentos, essas sim, terríveis e eternas. Os escândalos nos dão a impressão de que algo está mudando, quando muda pouco, pois ninguém vai em cana no final. O grande caldo de cultura dos gafanhotos é a certeza da impunidade. É impossível coibir essa gente sem mudar as instituições. Não se trata de um caso de polícia; é um caso de reforma política urgente, urgentíssima reforma do Judiciário.

O gafanhoto brasileiro, o corrupto endêmico não tem partido político. Vive acima das ideologias. Nem de centro nem liberal, ele se orgulha de não ter sentimentos, essa coisa que só atrapalha os negócios. Nosso querido canalha nacional está aquém das classes sociais, nasceu muito antes das lutas políticas. Ele é feito de uma pasta essencial, um barro colonial primitivo e tem a grandeza da vista curta, a beleza dos interesses mesquinhos, tem a sabedoria dos porcos e das toupeiras. Por isso, é invencível.


[1] Visitar http://www.perguntascretinas.com.br/2007/09/13/lista-da-corrupcao-do-governo-nos-ultimos-35-anos/

e http://www.jornalorebate.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=1317&Itemid=47

e http://www.cir.org.br/noticias.php?id=362, de onde destaco:

Corrupção em Roraima

Várias lideranças em Maturuca questionaram a classe política de Roraima por usar o falso argumento de que a demarcação das terras indígenas é um empecilho ao desenvolvimento. O professor macuxi, Edinaldo André, apontou a corrupção como sendo a grande inimiga do desenvolvimento estadual e ressaltou que o discurso contra a homologação tem a intenção de desviar a atenção da prática dos corruptos.

A ouvidora geral da república, Dr. Eliana Pinto, informou que retornava de Roraima assustada com as denúncias de corrupção envolvendo os órgãos públicos. “O que impede o desenvolvimento de um ente da Federação é a corrupção. Combatê-la é o nosso desafio”, propôs. A ouvidora vai elaborar um relatório e encaminhar ao presidente Lula e aos Ministros José Dirceu, Márcio Thomaz Bastos e ao Ministro Controlador, Valdir Pires.

Dr. Darlan Dias, Procurador do Ministério Público Federal reforçou a preocupação com a onda de corrupção no estado de Roraima. “Estou em Roraima há uma semana, mas já é tempo suficiente para perceber que o que atrasa o desenvolvimento de Roraima não são as terras indígenas e sim a corrupção. É uma vergonha que chega a escandalizar, um estado tão pequeno com um nível de corrupção tamanha”. O Procurador lembrou que a corrupção não se resume a “Folha dos Gafanhotos”. “Infelizmente esse não é o único caso. As pessoas de bem tem que romper as barreiras burocráticas para combater a corrupção”, finaliza”.

Cada louco com a sua mania quarta-feira, jan 16 2008 

(uma das minhas não dá prejuízo a ninguém, ao contrário das manias dos assediadores)

clip_image003[3]São as minhas miniaturas dos Guerreiros de Xi’An

Ilustração 1: Guerreiros de Xi’An como ficam postados normalmente.

clip_image005[3]Os seis menores foram colecionados durante o ano de 2003, após ter visitado a Exposição.

Ilustração 2: Guerreiros de Xi’An como ficam postados normalmente.

clip_image007[3]Estes dois maiores foram comprados avulsos, na volta da Exposição de 2003

Ilustração 3: Destaque para os dois Guerreiros comprados avulsos

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Caso haja interesse em comprar a coleção de “Caras”, com a reprodução em miniatura dos 6 Guerreiros, a mesma que tenho desde 2003, visitar o endereço:

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-64783482-m-6-guerreiros-de-xian-tesouros-da-china-caras-guia-_JM = custa setenta “pilas”. Atenção: a minha não está à venda. Nem pensar!

Ilustração 4: 8 Guerreiros de Xi’An postados para foto

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Para ver fotos do local, Xi’An, do sítio arqueológico do mausoléu, visitar este endereço:

http://homepage.esoterica.pt/~rscf/albuns/chinaMaio2005/photos/photo21.html

Ilustração 5: Os 8 Guerreiros de Xi’An postados para foto

clip_image013[3] Para saber mais sobre os Guerreiros de Xi’An, não perder este endereço:

http://www.minhachina.com/xian1.htm = Conheça minha China.

Ilustração 6: Os 8 Guerreiros de Xi’An postados para foto

A César o que é de César: também há vitórias a relatar quarta-feira, jan 16 2008 

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São estas as vitórias mais recentes:

1) Recebi, de volta, do SAAEI, trezentos e dois reais e quarenta centavos, descontados os dezessete reais e quarenta centavos de consumo mínimo, de uma conta de vencimento em 12/10/2007, paga em débito automático, para cujo valor, antes de ser pago, lavrei Boletim de Ocorrência de Preservação de Direitos, requeri, no SAAEI,  revisão de conta, vistoria no local, aferição de hidrômetro, entrei com recurso contra a devolução de um valor que implicaria em assumir um consumo de cento e onze reais e alguns centavos – com hidrômetro fechado, sem sinais de invasão e furto de água, sem que tenhamos fornecido água para caminhão-pipa particular abastecer ituanos durante o pior racionamento de água da História de Itu. Foi uma luta insana, com pessoas me dizendo que eu deveria agarrar, com os pés e com as mãos, o que o SAAEI oferecera. Recusei-me, pois tinha certeza absoluta, mas eu não poderia invadir os arquivos do SAAEI para provar que estava certa, de que não fora a responsável por algum equívoco de leitura ou de emissão de contas. VITÓRIA! Agradeço, porém, a quem intermediou essa luta, mesmo que não aparecendo nem se postando de "salvador da pátria". Àqueles que criaram essa situação, para dela obter alguma vantagem pessoal ou vingar-se, utilizando-me como escada, corrimão ou trampolim: morte lenta destinada aos que não merecem ver Deus de perto!

2) Obtive, em Águas de Itu, no mesmo dia 09/01 em que entrei com um arrazoado de que outro imóvel – no mesmo local do que havia sido "penalizado" com um consumo, em setembro de 2007, de 73 milímetros cúbicos de consumo de água – ao qual fora atribuído um consumo no valor de cento e sessenta reais, a ser pago em 12/01/2008, uma correção da conta, emissão de segunda via e, providenciei o pagamento no dia 10! Agradeço a atenção e a prontidão de Águas de Itu, que deu um banho de eficiência no SAAEI.

3) Hoje, dia 15/01/2008, após cumprir o dever cívico de pagar todos os carnês de IPTU 2008 (menos o carnê do apartamento da rua Santana que, estranhamente, foi entregue ao responsável da Construtora, mas preciso ir procurá-lo [o carnê] na Prefeitura, pois a lista do entregador não retornou à Prefeitura, bem como os carnês que não foram recebidos), além de IPVA, consegui recuperar o meu alegre guarda-chuva listrado em que predomina o vermelho. Fui com a "capinha" dele, na bolsa, para mostrar que aquele tristinho guarda-chuva verde escuro não era o meu! Apareceu! Estava facílimo de achar, hoje, e combinou direitinho com a "capinha". Estranhei o cabo, mas que vá! A pontinha que arrebanha o tecido não estava colocada. foi colocada na minha presença. Que vá!

4) Ontem, dia 14/01, passei o dia inteiro no escritório, arquivando o que precisava ser arquivado, abrindo novas pastas suspensas, tirando um pouco a poeira e fotografei meus Guerreiros de Xi’An, que serão mostrados oportunamente neste Blog. A escrivaninha está surpreendentemente arrumada, com as pendências solucionadas devidamente arquvadas. Restam muitas, mas, aos poucos, pelo fato de a solução não depender de mim, terão seus destinos: arquivo.

Parecem problemas fúteis, diante de tantas tragédias diárias, mas quem enfrenta esses problemas, sem se esquecer daqueles que vivem tragédias diárias, sabe, muito bem, que se não for em frente, os problemas se avolumarão de tal maneira que se afogará neles e perderá a capacidade de se solidarizar com outros.

Click to Give @ The Breast Cancer Site quarta-feira, jan 16 2008 

O valor da doação está em saber que ela chegou a seu destino

(e está sendo bem utilizada)

Minha crença nos seres humanos se encontra de tal modo abalada que atribuo cinismo em todas as ações que não resultem em um retorno.

Para exemplificar, cito uma doação, em março de 2007, de onze galinhas, um galo, saco de ração poedeira, saco de milho para uma creche em Itu, visto que o caseiro não estava dando conta de ser tão profissional como se apresentou, quando foi empregado, e as galinhas poedeiras, que perfaziam cerca de vinte e quatro cabeças, mais o galo, estavam morrendo, até que se reduziram a onze galinhas e um galo e as que se punham a chocar, o caseiro as separava, "desprezava" os ovos e, até hoje, tenho a sensação de que, na verdade, alguém ganhou com isso, às nossas custas, ou seja, estávamos sustentando parasitas. Pois bem, eu não esperava que a creche publicasse em jornal a nossa doação, mas custava ter enviado uma correspondência, um ofício de agradecimento, para sabermos que as galinhas estavam, agora, botando ovos para as crianças da creche ou que esses ovos estavam sendo vendidos em benefício da creche?

Jamais me esquecerei de que, ao voltar para casa, depois dessa doação para a qual a creche, gentilmente, destacou um funcionário que suou para caçar as galinhas e o galo matreiro que fugiu e foi um custo pegar de volta, levadas em um carro com a identificação da creche, ao passar em determinado estabelecimento comercial, na marginal, a pé, pude ouvir, perfeitamente, um dos piolhentos empregados da empresa imitar um galo. Por quê? Só posso imaginar e as hipóteses não são nada agradáveis. A isso, soma-se o fato de que nunca recebemos agradecimento algum da creche, ou melhor, uma satisfação de que a doação foi, de fato, para a creche e não para algum parasita que, para variar, usufruir de doações para entidades que vivem com sacrifício e, muitas vezes, são utilizadas por empresas psicopatas, donos de empresas psicopatas, funcionários psicotas  para lavar dinheiro que não declaram à Receita Federal, mas que apresentam como “doações”. Ups! Desculpe-me craque de futebol que precisa esclarecer doações a igrejas! Sim, meu caro, é preciso, primeiro, que o dinheiro entre no Brasil, pague os impostos devidos e, depois, vá para doação. É injusto? Também acho! Só que é o único jeito de pegar todos esses parasitas que fingem que doaram e, na verdade, mandaram ou buscaram dinheiro para e do exterior e justificam esse dinheiro em forma de contribuição a fundações fajutas, a ongs fajutas etc. e tal.

Por esse motivo, desde o ano de 2002, colaboro, clicando todos os dias, com o The Breast Cancer Site, o Site do Câncer de Mama. Embora eu saiba que mulheres brasileiras não estão sendo ajudadas, tenho certeza absoluta de que mulheres desprivilegiadas, no exterior, as que não têm acesso à Medicina Preventiva, a mamografias, a orientações em caso de positivo para câncer de mama estão sendo auxiliadas. Pois é, se a CPMF tivesse, de verdade, sido utilizada para a SAÚDE PÚBLICA, e nunca tivesse sido uma forma de arrecadar dinheiro DE QUEM NUNCA ESCONDEU DINHEIRO, teríamos uma Saúde Pública de dar inveja a qualquer país de Primeiro Mundo. Mas não foi! Como sempre, essa arrecadação foi repartida entre pouquíssimos salafrários, irresponsáveis, perversos que jamais perderam o sono, mesmo sabendo que a população que não recebia esses recursos morria, esperava em filas, não dispunha de equipamentos médicos para seus exames clínicos, que médidos dedicados estavam, como alguns professores faziam, pagando para atender pacientes para os quais não dispunham de infra-estrutura mínima para atendimento adequado. Como li num endereço eletrônico que passarei como um endereço que merece ser visitado: Morte lenta aos corruptos, aos corrompidos, porque matam e não sentem remorso. É claro, desde quando psicopata sente remorso?

Embora na barra de navegação esteja "The Animal Rescue Site", evitarei elaborar hipóteses para o fato de que já fui “desbancada”, por duas vezes, ao enviar pedido de “Reminder” para The Breast Cancer Site. A única explicação é: Coisas de suínos capados, lacaios do crime organizado, que gostariam que eu estivesse promovendo endereços de doações tupiniquins.

Como expliquei no início: dá para confiar em sites brasileiros  que pedem doações ou fundações ou ongs que não prestam contas? Oh, sim, aquele do “alvo” andou fazendo propaganda de televisão de que compraram e repassaram isto e aquilo. Quero por escrito! Não quero atriz global anunciando que compraram isto e aquilo. Aliás, enviei mensagem eletrônica ao SAC de uma empresa de protetores diários de calcinhas, que colocou, na embalagem, o logotipo do alvo e que uma porcentagem das vendas dos protetores diários seguia para o “alvo”, que eu gostaria, muito, de saber como encontrar os dados sobre as ações desse “alvo” e estou esperando resposta até hoje!

Por esse motivo, esta “louca de pedra” tem certeza absoluta de que as mensagens que envia nem sempre chegam aos destinatários, assim como recebe mensagens como sendo de determinados remetentes e, com certeza, alguém – e mais de alguém – forja as respostas, utilizando os endereços desses remetentes e/ou destinatários.

The Breast Cancer Site www.thebreastcancersite.com é o endereço que precisa se tornar um hábito de qualquer pessoa que utilize a Internet para o bem e vale a pena clicar em todos os demais rótulos! Faz um bem danado e, ainda por cima, recebemos retorno de como nossos cliques ajudaram, para que serviram.

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Click to Give @ The Breast Cancer Site

Os assediadores (psicopatas do crime organizado) não me dão paz! sexta-feira, jan 4 2008 

clip_image002Um anel semelhante a esse (só que não era jóia, mas uma bijuteria muito fina, os olhos da cobra eram duas zircônias), que pertenceu à minha falecida irmã, desapareceu, sumiu, de dentro de minha casa. Minha última lembrança foi tê-lo usado num evento, um sarau, e, depois, naquele sábado à noite, em vez de guardá-lo em local próprio, seguro, deixei-o sobre uma das prateleiras da cômoda de meu armário. Visível, dentro de meu quarto, alguém o entregou a um de meus assediadores ou de minhas assediadora. Sim, há muitas pistoleiras no crime organizado. Talvez tenha feito essa entrega por uns trocados; talvez em troca de uma “indicação” de criminoso (tráfico de influência) para uma vaga de trabalho para um dos seus ou para si próprio; talvez para agir, de modo cafetão ou cafetina, alcoviteiro, porque “caiu na lábia” para ganhar algo para si, de assediadores morais, impotentes sexuais e intelectuais, que precisam provar, a si mesmos, inclusive, que “possuem” algo que pertenceu à minha irmã e para me afetar, claro, pois só me dei conta que o anel “sumira”, “desaparecera”, após ver essa foto (um modelo semelhante à bijuteria desaparecida) numa revista que nunca comprei nem recebi pelo correio: a revista Medalhão Persa Vip, ano 03, edição 19 / 2007, de onde retirei essa foto de anel semelhante, mas, repito, o que foi furtado era uma bijuteria, não essa jóia que se vê na foto.

Ah, sim, sou louca de pedra, tenho mania de perseguição. Porém, não sou perigosa como os assediadores morais que me perseguem há longos anos. Nem sou perigosa como os cúmplices babacas, deslumbrados desses assediadores, esses que entram em minha vida, em minha casa, em meu micro, me seguem pelos estabelecimentos comerciais para, inclusive, “afanar” o que deixei para conserto, usualmente, objetos pessoais que não foram danificados por mim.

Foi o caso de um guarda-chuva mini, desses que se carregam na bolsa. No dia 26/12/2007, deixei um lindo guarda-chuva mini para conserto. Eu não provocara o dano, mas desconfio que tenha sido danificado numa loja de roupas, onde eu comprava camisetas de presente para o aniversário de outra irmã. De repente, não enxergava mais o guarda-chuva (esta otária o havia deixado na entrada da loja, para não molhar, sujar a loja ou as roupas) e descobri que fora colocado num canto mais próximo, ainda, da entrada da loja. Depois disso, já fora da loja há algum tempo, reparei que a pontinha do guarda-chuva, aquela que arrebanha o tecido e, quando aberto, fica no alto, fora quebrada e arrancada. Isso já acontecera na última escola em que eu ministrei aulas até pedir a aposentadoria. Psicopatas, esquizóides, lacaios do crime organizado, de quem dependiam, inclusive, para ter “uma aulinhas” para “dar” arrancaram a alça do guarda-chuva que eu deixara aberto, num canto da sala dos professores, para secar.

No dia 29/12/2007, como orientada, fui buscá-lo. Quem disse que o guarda-chuva foi encontrado? Nem entre os consertados nem entre os para consertar.

O guarda-chuva, xadrez em que impera o vermelho, foi deixado para conserto e DESAPARECEU. Deixei para voltar depois da passagem de ano.

No dia 02 de janeiro de 2008, os donos da loja de conserto, após terem revirado a loja, descobriram que ELE anotou o número do conserto em meu guarda-chuva (e me entregou o controle de retirada) e ELA anotou o mesmo número num guarda-chuva que está lá, triste, em piores condições do que o meu. E, agora, assediador ou assediadora que precisa disso para suprir seus recalques e se deliciar de prazer patológico?

Se eu listar, aqui, tudo o que desapareceu quando eu estudava, quando eu ministrava aulas, que desapareceu de dentro de minha casa (inclusive documentos absolutamente bem arquivados, guardados e não ter a quem acusar, a não ser que eu tenha um surto psicótico e passe a desconfiar de minha própria família, gosto que jamais darei ao crime organizado), teria que contar, também, quantas vezes fiz Boletim de Ocorrência que jamais “deram resultado”. Um único Boletim de Ocorrência, feito por esquizóides que “davam” (namorado e namorada escandalosos) aulas na escola em que eu era efetiva, contra mim foi resolvido em quinze dias e tive que comparecer perante o delegado para aprender o que é calúnia, difamação e aconselhada a “agir corretamente” no prazo de tantos meses, para que o Boletim de Ocorrência não se transformasse em Processo Judicial. Estranhamente, da Delegacia, meu pai, minha irmã que nos levara de carro e eu fomos ao escritório do advogado que nos pôs a par de uma vitória, na Justiça, contra uma construtora que se envolveu com cachorros e está repleta de pulga, embora a construtora seja um cão vira-lata que não recebe punição pelos crimes que cometeu e continua a cometer. “Cães com costas-quentes” são mais perigosos do que os cães raivosos. Para ataques de cães raivosos, tomamos vacina anti-rábica.

Dentre as ações criminosas dos assediadores, há uma, em especial, que diz respeito a “costureiras” (entre aspas porque só têm uma loja porque o crime organizado as sustenta, duvido que paguem impostos e quetais, ou seja, são teúdas e manteúdas de empresas que precisam lavar dinheiro sujo e para quem, certamente, emitem notas fiscais, visto que as empresas psicopatas usam os documentos dessas tresloucadas para “abrir” as lojas de fachada): em duas ou três lojas de costureiras, além de ações desaforadas, tais como, indicar o tecido e a metragem, saio da loja para comprar, retorno e a loja está fechada, a pistoleira voltará “daqui a pouco” (mais uma prova de que sou seguida por assediadores); buscar as roupas para diminuir barra e, ao chegar em casa, nenhuma barra foi diminuída (lógico que não voltei mais na loja, porque, inclusive, a costureira se cercava de tipos mal encarados e não sei se me agrediriam); ouvir da atendente, ao chamar a costureira o seguinte: “tem mala para conserto” (mala é a genitora que a pariu, aquela que não deveria ter aberto as pernas para quem abriu), ficar quieta, enfrentar uma costureira com “cara de nojo de nóis” (e a loja me foi indicada por irmã de minha cunhada, o dono era parente delas!) e, ao voltar buscar as roupas, perguntar sobre isso e uma piolhenta duma policial municipal estar do lado de dentro do balcão, desculpar a atendente, dizendo que ouvi errado (a piolhenta não estava lá, no dia, mas estava naquele momento, uniformizada, de rádio em punho, abrindo e fechando o rádio, do lado de dentro do balcão. Piolhenta: fui eu quem reclamou para seu superior, tá bom? Quer tomar satisfação? Tome! Mas não mande seus amigos policiais piolhentos me retaliar. Não merecem ganhar do dinheiro QUE MINHA FAMÍLIA PAGA EM FORMA DE IMPOSTOS, não estão preparados, são bandidos uniformizados, todo lacaio é bandido); ir buscar a calça que não ficou pronta no dia marcado (queria lavá-la antes de usar) e, no dia em que fui buscar a calça, dia do evento em que a usaria, a piolhenta da costureira estava sentada sobre a minha calça (piolhenta, desaforenta por tabela, porque o patrão mandou, passei a ferro, no máximo da potência, para eliminar possíveis vírus sexualmente transmissíveis! O quê? Sempre me cuidei, muito bem, para não pegar doença ou engravidar. Não vou pegar doença de uma piolhenta, lacaia do crime organizado). Oh, sim, sou louca de pedra e maníaca, tanto que recebo desaforo de quem vive às custas do dinheiro que pagamos em forma de taxas, impostos, de empregados com carteiras registradas que, se aposentados, recebem todos os direitos que lhes cabem, mesmo aposentados.

Sim, sou louca de pedra e não tenho admiração alguma por criminosos do colarinho branco nem por seus descendentes malditos (usualmente seguidores dos péssimos exemplos de seus genitores, pais e mães).

Por esse motivo sou estranha, sou esquisita e não admito ser assediada por quem só quer se vingar dos próprios crimes que comete ou quer lucrar com minha credibilidade e com a credibilidade de minha família, principalmente porque essa credibilidade é um legado de meu pai e de minha mãe e dos ascendentes deles. Não admito, também, ser usada como escada, trampolim, corrimão por quem não tem moral para denunciar o que deveria ter denunciado ANTES DE PARTICIPAR do crime.

Apenas aviso que, ao contrário de minha irmã que, antes de morrer, teve cadeiras retiradas da sala que ocupava na Superintendência, na ausência dela, sala trancada a chave (redigiu uma representação, temos cópia em nossos arquivos, mas ela foi chamada de “instável” – instável era ou é a mãe de quem declarou isso na imprensa, porque o pariu!, as denúncias e os inquéritos para pôr para fora quem era bandido começaram a não dar em nada, filho de uma instável! – certamente, declaração de quem ajudou que ela morresse muito antes do que deveria morrer), furto de caneta Mont Blanc (não cito o nome de quem a presenteou com essa caneta, em sinal de admiração por medo de que alguém alegue que “comprou” minha irmã com uma caneta cobiçada por pobres de espírito que não a merecem) que ficava dentro da bolsa dela, furto de um brinco absolutamente maravilhoso, que lembrava uma teia de aranha e que, conseqüentemente, não teve mais utilidade para ela (depois da morte dela, sou capaz de contar sobre tapete arraiolo que aparecia em uma novela “sertaneja” da Globo e que atriz global usava um par de brincos idêntico ao que fora furtado de minha irmã, apenas um deles foi furtado, minha irmã, como eu, a princípio, dizia que tinha perdido, depois se “tocou” que eram os criminosos que haviam feito isso), bem como dinheiro vivo que foi retirado da bolsa dela pela quadrilha que a envolveu em momento de tamanha carência, visto que todos os inquéritos que presidira, sozinha, com empecilhos de dentro e de fora da própria polícia, passaram a ser arquivados e os mesmos bandidos que eram os acusados nesses inquéritos continuam a nos roubar e a viver muito bem, enviando seus lacaios para nos atormentar, para mostrar que estão muito próximos e, com isso, tentar nos intimidar. Deus é tão grande que os mesmos bandidos estão, atualmente, com “a água batendo na bunda”, o que justifica que estejam tão desesperados para nos intimidar ou mentir que são “nossos” amigos.

Vão intimidar as digníssimas senhoras que os pariram e os amaldiçoados que depositaram sêmen nelas, pois ambos jamais deveriam ter exercitado a sexualidade, visto que não são seres humanos, são desclassificados que pariram desclassificados ao quadrado que geram desclassificados ao cubo.

Não adianta perguntar “Sinhá, cadê ‘seu’ padre?”, porque não foi religião católica que pariu esses desclassificados nem Deus que os criou desse modo. Foram instruídos pela miséria intelectual e pela miséria material, incapazes de valorizar o que não seja bem material. São psicopatas.

Lamento, apenas, que alguns pais jamais mereceriam minha ira, visto que há provas de pais analfabetos que têm filhos doutores de verdade, portanto, apesar de analfabetos, foram capazes de estimular os filhos para o saber, para o conhecimento, para defender teses de mestrado e de doutorado. Atenção: não são doutores de títulos comprados, não! Assim, deve haver pais criminosos, cujos filhos repudiam os maus exemplos e não são criminosos. Deve haver, mas a desorganização da sociedade brasileira não nos deixa vê-los como exemplos. Os exemplos ruins, principalmente, têm-nos sido impingido pela mídia propagandística, aquela mídia que obriga os funcionários a “abrir uma empresa”, a emitir nota fiscal para a própria empresa em que o funcionário trabalha, aquela que ganha ao promover alguém sem mérito algum ou ganha para destruir alguém que não tenha sido formalmente acusado e julgado. Precisa disso para esconder os próprios crimes. As empresas poderosas que beijam o bumbum dos patrões do crime organizado.

O problema principal é que há milhões de psicopatas, não importa a educação e os castigos que os pais deram. Portanto, a psicopatia sempre será a “campeã de audiência”. Há até psiquiatras e psicólogos psicopatas! E terapeutas de auto-ajuda que nem diplomas têm! Que copiam dos que produzem com conhecimento! Há os que, fiando-se na ignorância dos brasileiros, na falta de leitores no Brasil, no alto preço que se paga por um livro ou por um jornal copiam livros e textos de outros autores (sem lhes dar o devido crédito) e os lançam como de suas autorias!

Do mesmo modo, quem fez chegar até mim a revista do Medalhão Persa Vip de onde me surgiu a lembrança de procurar o anel que era de minha falecida irmã e mostrar a foto para outra e descobrir, então, que o anel tinha desaparecido não merece respeito, pois ou sabe quem furtou o anel que pertencia à minha irmã ou foi a própria pessoa que ficou com ele e se deliciou que eu tomasse conhecimento disso no momento em que vi um anel muito parecido na revista. Se a intenção, ao enviar a revista, fosse boa, teria telefonado, se identificado e contado quem pegou o anel e a quem o entregou. Ou vindo, pessoalmente, e contado a mim o que acontecera.

Xô, impotentes sexuais e intelectuais que infernizaram a vida de minha falecida irmã, a de meus pais, a minha e usam e abusam de abobados, vendidos que nos cercam para nos infernizar. E, ainda, se dão ao desplante de mostrar que sabem o que acontece até dentro da casa da gente. Xô, parasitas! Não sou hospedeira de parasitas!