Sobre Notificação 030/07, supostamente da Secretaria Municipal de Obras e Planejamento Urbano / Fiscalização de Limpeza Pública, de 22/02/2007, contra a Eletro Paraíso Comércio de Materiais Elétricos Ltda., com o número rasurado de 994 para 990, assinatura do Agente Fiscal ilegível, sem carimbo, 1.ª via.

Dá-lhe, Polícia Federal! Há de chegar nos envolvidos no que relato abaixo, também!

Cumprida em 27/02/2007, até 06/03/2007 por não ter havido retorno da Fiscalização, para constatar que a notificação fora cumprida [e dar 10 com estrelinhas pelo fato de a notificação ter sido cumprida em todos os itens, inclusive, principalmente, pelo que foi advertido que deveria ser consertado e o foi de modo oral, pelo fiscal, porque não consta da notificação] e pelo fato de a rua Floriano Peixoto inteira estar com as calçadas em petição de miséria, eu, Maria Lúcia Bernardini relato a seguinte “peregrinação telefônica” e conversas e testemunhos de infração que precisam de esclarecimentos de todos os envolvidos citados. Ressalte-se que todos foram contatados, mas não houve retorno algum que justificasse os fatos esdrúxulos, surreais, NÃO DIGNOS DE UMA COSMÓPOLE OU METRÓPOLE METIDA A BESTA :

– Em 06/03/2007, tentativas de Maria Lúcia Bernardini, para os telefones 48139337 e 48139338 (conseguidos por meio de 156), para conversar sobre a notificação, dúvidas quanto à veracidade da origem da mesma, passando pelos atendimentos de Rafael, Marcelo, Cláudio, voltando para Rafael (nenhum deles poderia descobrir o nome de quem assinou a notificação; não têm acesso às vias das notificações); impossível conversar, por telefone, com o Sr. Luís Carlos Lourencetti, Secretário de Obras e Planejamento ou com sua secretária, de acordo com todos que atenderam Maria Lúcia Bernardini. Aparentemente, Sua Excelência não se dá ao trabalho de atender a telefonemas que não sejam os que usam o celular dela e que, portanto, tenham alto grau de amizade. Sem respostas, outras tentativas de telefonemas posteriores não foram atendidas, chegando a cair as ligações por não atendimento às mesmas, como se houvesse um “detecta” e soubessem quem estava ligando.

– Em 06/03/2007, ou seja, no mesmo dia, após as ligações infrutíferas para os números mencionados, Maria Lúcia retornou ao 156 e foi orientada a conversar com a Supervisora Senides. Não se encontrava no momento, portanto, a conversa ficou para “mais tarde”.

– Em 15/03/2007, telefonemas, novamente, para 48139337 resultaram em “caídas das ligações” após o telefone tocar até o final e após um primeiro contato com atendente e, posteriormente, portanto, nenhum atendimento. Finalmente, Regina anotou para que o Sr. Luís Carlos Lourencetti entrasse em contato com Maria Lúcia, que se identificou como irmã de Agenor Bernardini Júnior, pois, possivelmente, o Secretário não se lembraria de Maria Lúcia, mas sim do irmão dela. Acrescentou mais Maria Lúcia à atendente de nome Regina: que o contato não fosse no dia 16/03/2007, mas no dia 17/03/2007. Porém Maria Lúcia não atentou para o fato de que dia 17 era um sábado. Conseqüentemente, o pedido de contato foi para o limbo. Amigos, no dia 16, sugeriram que poderiam dar a Maria Lúcia o número do celular do Secretário, mas Maria Lúcia recusou, porque não quer parecer que está pedindo favor. QUER MOSTRAR QUE ESTÁ EXERCENDO A CIDADANIA, que O SECRETÁRIO ESTÁ CERCADO DE INCOMPETENTES, DE CASCAVÉIS DELIRANTES, de pessoas que se “investem de autoridade” que não têm, porque não o alertam sobre o que uma cidadã quer relatar e, certamente, a culpa cabe a quem é o superior hierárquico e que responde por um cargo “de confiança”, obviamente indicado por um prefeito em exercício.

Maria Lúcia explica por que utilizou o nome do irmão: em contato pessoal com o Sr. Luís Carlos Lourencetti = em ocasião anterior, quando Maria Lúcia fora alertada para o fato de que a pavimentação de uma estrada rural, ao longo de aproximadamente 70 metros de uma propriedade da família Bernardini (que suínos capados insistem em insinuar tratar-se de família mafiosa, porque utiliza, com muito orgulho, “família Bernardini”), por não haver garantia alguma, por escrito, de que a cerca de aramado, com um ano de instalação, bem como a cerca viva de Sansão do Campo ao longo desses aproximadamente 70 metros de extensão não seriam destruídas resultou numa Notificação Extrajudicial à Secretaria de Obras, o Sr. Luís Carlos Lourencetti se mostrou [nesse contato pessoal] muito amigo do irmão de Maria Lúcia (embora, na ocasião, desconhecesse, totalmente, apesar de Memorial na Prefeitura, que o terreno prestes a ser invadido por máquinas que alargariam a rua, de modo que ficasse na medida “X”, por causa de pavimentação gratuita, pertencesse a Agenor Bernardini Júnior e aos irmãos, Espólio de Agenor Bernardini, e metros e metros seriam “devorados” pela Prefeitura, sem pagamento de indenização, afinal a pavimentação valorizaria muito o terreno – de fato, o IPTU 2007 veio quatrocentos reais mais caro e, no ano anterior, os valores constantes do “espelho”, todos, de IPTUs tinham sido “baixados” por decreto que os digníssimos vereadores aprovaram, mas o IPTU aumentou, também, em 2006 – assim, ignorava, o Secretário de Obras e Planejamento que o terreno pertencesse a Agenor Bernardini, cujos IPTUs remontam ao ano de 1957 e, o Secretário alegou que jamais aconteceria o que um funcionário, apressadamente, concluiu, mesmo porque era muito amigo de Agenor Bernardini Júnior.

– Em 23/03/2007, por absoluta falta de retorno do Secretário Luís Carlos Lourencetti ou dos demais contatados, Maria Lúcia conversou, pelo 156, com Senides, Supervisora, que anotou os dados de Maria Lúcia e se comprometeu a encaminhar suas queixas para providências. As demais calçadas continuavam sem providências com relação às notificações para reparos, visto que, segundo o Agente Fiscal que entregou a notificação 030/07 e recebeu a assinatura de Maria Lúcia Bernardini, todos os proprietários de lojas ou responsáveis por elas tinham sido notificados, a rua Floriano inteira fora notificada para reparar as calçadas. Se foi propaganda de governo, quem está usando a família Bernardini como escada, trampolim, corrimão e a oposição, que “melecou” tudo morrerão com a boca cheia de formiga, pois Maria Lúcia Bernardini não se impressiona nem se deixa deslumbrar por ostentação de poder nem por criminosos do colarinho branco.

Maria Lúcia não se queixou de ser notificada, afinal é uma obrigação manter a calçada em ordem, mas ficou, COMO SEMPRE, um sabor de que os suínos capados (aqueles que servem à oposição e quando situação e oposição voltam a comer, tomar banho e dormir juntos abatem os suínos capados), os impotentes sexuais e intelectuais estavam, na verdade, perseguindo a família Bernardini que nada deve ao crime organizado, aos criminosos do colarinho branco ou aos criminosos de colarinhos de qualquer cor. Alguém ou mais de um alguém conseguiu chegar ao orgasmo, que não consegue pelas vias normais, ao tentar, mais uma vez, pressionar ou demonstrar “pudêr” de calhorda, para mostrar que “pode”. Não pode e não deve, pois lugar de psicopata é manicômio e de esteliontário é na cadeia. Portanto, todos os supostos notificados da rua Floriano Peixoto, na metrópole de Itu, deveriam, também, ter providenciado os consertos das calçadas.

– Em 28/03/2007, a Prefeitura Municipal, OSTENSIVAMENTE, consertou a calçada (carro da Prefeitura ficou no local, na parte da manhã) defronte à Joalheria Robusti. Contatado por Maria Lúcia Bernardini, Toninho Facciolli [Joalheria Robusti] alegou, na frente de um senhor, aparentemente vendedor, que entrara com recurso contra o SAAEI, responsável pelos danos na calçada defronte à Joalheria Robusti e a Prefeitura consertara a calçada gratuitamente.

Por que as demais lojas da rua Floriano Peixoto não se manifestaram contra esse tratamento diferenciado da Prefeitura dado à Joalheria Robusti? Testemunharam Maria Lúcia varrer a calçada e a sarjeta, na segunda-feira seguinte ao desfile de Carnaval, e recolher cerca de dois quilos de entulho do carnaval que estavam na sarjeta sem que fizessem o mesmo e reclamassem junto à FISCALIZAÇÃO DE LIMPEZA URBANA, o mesmo departamento que, na quinta-feira, depois da Quarta-Feira de Cinzas notificou a Eletro Paraíso a consertar a calçada? Querem usar Maria Lúcia como corrimão, escada ou trampolim para seus objetivos escusos? Devem algo e não podem reclamar? São as mesmas lojas que colocam, por motivos que Maria Lúcia não consegue alcançar, caixas de som ligadas numa rádio tupiniquim voltadas para a rua?

A Associação Comercial e Industrial de Itu e o Sindicato do Comércio Varejista (ambos com origem na atuação absolutamente íntegra de Agenor Bernardini, um dos fundadores) não têm tempo para acompanhar os mandos e desmandos que acontecem no comércio varejista do centro da cidade? Precisam de que se desenhe o que está acontecendo, para que um possível interessado em alçar vôo em carreira política se apresente como “salvador da pátria”? Não sabem que, acima da Prefeitura da Metrópole de Araque de Itu está o Poder Judiciário? Por que não recorrem à Promotoria Pública, quando loucos desvairados querem transformar a rua Floriano Peixoto em passarela de exibições de egos, digo, em “calçadão”? Maria Lúcia Bernardini gostaria muito de saber quanto de “tutu” chegaria a mãos indevidas caso a rua Floriano fosse transformada em “calçadão”. Essa é a única explicação para, em vez de resolver problemas gravíssimos de saneamento básico (encanamentos de água e de esgoto “vencidos”, além de submetidos a trânsito pesadíssimo de veículos), de falta de educação de motoristas que parecem ter tirado carteiras de habilitação na base “de sou amigo do rei”, falta de uma política de trânsito mais racional e de delimitação de autoridade policial, afinal, que polícia responde pelo quê? De que adianta a Polícia Militar ficar com carros parados na rua 7 de Setembro se nada podem fazer em relação às inúmeras infrações cometidas por veículos, por pedestres, por camelôs, por “sorveterias” abertas em portão de entrada de imóvel que acarretam filas de compradores que tomam o espaço dos pedestres nas calçadas, de lotéricas que permitem que os apostadores façam fila e tirem o espaço de pedestres nas calçadas? Os desvairados, que querem que a rua Floriano se transforme em “calçadão” pagam a esses “formadores de fila” para que “comprovem” a necessidade de se transformar a Floriano em calçadão? Não conseguirão! Muito menos obrigar Maria Lúcia Bernardini a comprar imóvel em condomínio horizontal, como querem os desesperados donos de condomínios horizontais!

Qualquer cidade de 1.º mundo, seja ela uma metrópole (como Itu) ou uma simples “town” está fazendo de tudo para resgatar o centro, transformado em “downtown” – pejorativamente – em razão da especulação imobiliária. A metrópole de Itu está sempre fazendo o caminho contrário. É preciso resgatar o centro de Itu, o verdadeiro Centro Histórico, não obrigando os moradores a se mudar pela falta de qualidade de vida ocasionada pela lojas de “carregação”, mas tornando as vidas dessas lojas um inferno e cobrando, cobrando tudo o que devem e obrigando-as a pagar o que devem. Arranjar pêlo em ovo para que saiam do centro da cidade, o verdadeiro Eixo Histórico de uma “metrópole” prestes a completar 400 anos. As casas, os casarios foram destruídos, demolidos e, embora uma ou duas lojas tenham conservado a “fachada de cidadezinha histórica”,  as demais foram poluindo o Centro Histórico com camelôs e barraqueiros desrespeitosos, mal-educados, que agem e demonstram que têm o rei na barriga, porque têm costas quentes. Ninguém os tira, mesmo que prejudiquem os tão amados, da parte de Prefeito e Deputada Estadual, idosos, aqueles que não têm onde se abrigar quando vão ao banco (Caixa Econômica Federal, por exemplo) e se espremem entre a parede e as barracas de camelôs. Estacionam os carros ou veículos em que transportam as mercadorias (os mesmos que, em época de eleição são “ilustrados” com campanhas políticas para vereadores ou para deputados) e ficam, enquanto a vida de cidadãos que ainda têm a “ousadia” de morar no centro é transformada em inferno.

– Em 29/03/2007, com o objetivo de “aprender o caminho das pedras” e ser ressarcida, pela Prefeitura, pelo gasto de R$ 100,00 para cumprimento da notificação 030/07 e entrar com recurso contra o SAAEI e contra a Prossegur, empresa de transporte de valores do Banespa, que, costumeiramente, estaciona o pesado carro-forte sobre parte da calçada do número 992, sem que nunca os motoristas tenham sido multados ou advertidos pela Polícia, seja ela Municipal ou Militar, para que não mais fizesse isso, e, ao sair, passa sobre os canos de entrada de água e saída de esgoto da residência, o que ocasionou diversas visitas do SAAEI (a chamado ou sem ter sido chamado, pois o vazamento aparente nunca foi o defronte ao número 992 ou 990, mas do hidrante do Corpo de Bombeiros), para reparar vazamentos e, depois, para que orientasse o reparo de vazamento de cano rompido, inexplicavelmente, depois do hidrômetro, às expensas da família Bernardini, obviamente causados tanto pela Prossegur quanto pelo serviço “porco” do SAAEI, cujos funcionários de leitura, inclusive, constatavam o hidrômetro cheio de água, mas não notificavam o SAAEI nem os proprietários do imóvel, ocasionando imensos prejuízos ao longo desses anos todos (documentos e reclamações arquivados pela família) à família Bernardini, e, ao ser contatado novamente, Toninho Facciollli (na presença de uma jovem que pode ser funcionária da Joalheria ou não) “desdisse” o que dissera em 28/03/2007, isto é, que entrara com recurso contra a notificação da Secretaria de Obras, mas que se recusara a assinar a notificação, porque os danos haviam sido causados pelo SAAEI e, assim, a Prefeitura consertara a calçada gratuitamente. No entanto, Maria Lúcia repete, no dia 22/02/2007, o suposto Agente Fiscal afirmara que a rua Floriano inteira estava sendo notificada e que o vizinho (Joalheria Robusti) teria que providenciar tais e tais reparos, inclusive guia rebaixada ilegalmente e que as providências para a Eletro Paraíso eram tais e tais, tudo dito oralmente, não consta da Notificação.

Isso prova ou não prova que a família Bernardini é alvo de retaliações inexplicáveis da parte de suínos capados (aqueles que estão no aguardo do abate, deixa oposição ficar de bem com situação) e que a família Bernardini é usada como corrimão, escada e trampolim por quem não tem condição moral e intelectual de resolver os problemas, porque “deve” e precisa arranjar, cada vez mais, um número maior de “devedores” também?

– Em 29/03/2007, após sair da Joalheria Robusti, indignada com o tratamento diferenciado dado pela Prefeitura à família Bernardini, em prejuízo da Eletro Paraíso (que inveja esse estabelecimento, fundado em 1953, causa em quem só existe para emitir nota fiscal “fria”), Maria Lúcia Bernardini testemunhou o maior responsável pelo afundamento da calçada e rompimento de canos de água para a residência de número 992 da Floriano Peixoto: a Prossegur estacionou o carro-forte em cima da calçada, defronte ao Banco do Brasil, como sempre o fizera na calçada do número 992, residência em cima da Eletro Paraíso, para o transporte de valores do Banespa, hoje Santander Banespa.

E. T. Maria Lúcia Bernardini conversou, dias antes, com uma funcionária do Santander Banespa, sobre esse assunto, após ter providenciado o conserto da calçada, e a funcionária ficou de tratar, em reunião, desse assunto. Com a palavra a funcionária que ouviu a reclamação de Maria Lúcia, sob as vistas daqueles seguranças de banco que costumam “segurar” Maria Lúcia na porta giratória. Quer que eu ligue para o Santander Banespa em São Paulo? Não tem problema, não. Maria Lúcia já papel de otária consciente muitas vezes, inclusive quando ligou no Santander Banespa para saber da existência de “Sra. Pandeló, a que está a par de todo processo Banespa X Construtora Y”, que trata de um empréstimo do Banespa – nunca devolvido e alvo de um processo judicial – a uma Construtora “Y”, que não sabe (mas está fazendo de tudo para reaver as unidades pelas quais recebeu o “tutu” e alega que não o recebeu) como reaver as unidades, para “apagar” os rastros dos crimes que cometeu e dos criminosos envolvidos que permitiram que esse crime acontecesse. Gente “graúda”, todas com cargo de confiança e com funcionários larápios envolvidos.

Maria Lúcia Bernardini, ao som indesejado do “propagandista do megafone”, de apelido “Baú”, que perturba, todos os dias, no período da tarde, e, coincidentemente, quando Maria Lúcia Bernardini está resolvendo algo para o que precisa percorrer a rua Floriano ou o Largo do Mercado ou esquina da 7 de Setembro com a Santa Rita e esse indesejado (em época de campanha política, faz propaganda de candidatos políticos a vereador e a última foi para a deputada estadual; por esse motivo ninguém se livra do indesejado?) se posta na rua ou na calçada para esgoelar suas mensagens delirantes e propagandas indesejadas.

Por telefone, Maria Lúcia se comunicou com a Polícia Militar para denunciar o flagrante da Prossegur e foi encaminhada para a Polícia Municipal. Enquanto ligava para a Polícia Militar, avistou um carro da Polícia Militar, com dois integrantes, avisou o atendente do telefonema e desligou o telefone. Comunicou ao policial que estava como passageiro a infração da Prossegur sobre a calçada do Banco do Brasil. Foi orientada a se comunicar com a Polícia Municipal, responsável pelo trânsito.

Ligou para a Polícia Municipal e a atendente fez Maria Lúcia perder muito tempo, pedindo-lhe a identificação, que não era obrigada a se identificar, em vez de mandar que a viatura mais próxima testemunhasse o flagrante e autuasse a Prossegur. Tudo bem, fofinha, a multa que a Polícia Municipal “cravou’ no carro de propriedade da família Bernardini, por ultrapassar em oito minutos o estacionamento do veículo EM FRENTE DA RESIDÊNCIA, sem possibilidade de parar de lavrar o aviso de infração, porque, uma vez começado, não pode ser rasurado, já está em vias de a multa ser paga, SEM RECORRER A QUEM QUER QUE SEJA, visto que comprovará, mais uma vez, que a família Bernardini está sendo “vigiada de perto” e qualquer deslize será punido pelas autoridades competentes. Uma pena que a recíproca não seja verdadeira e, doravante, Maria Lúcia Bernardini vai encarar, também, todo e qualquer policial que a encare, dentro ou fora do veículo de Polícia Militar ou de Polícia Municipal. Aparentemente, esses policiais têm sido muito mal orientados a respeito de quem é criminoso e quem não é, vigiando quem não é criminoso, enquanto os criminosos perpetram seus crimes.

E. T. Em 27/10/2006, Maria Lúcia Bernardini conversou, pelo telefone 4023 02 91, com o comandante da Guarda-Mirim, a respeito dos guardinhas-mirins que andam, de três em três ou de quatro em quatro nas estreitas calçadas, obrigando Maria Lúcia Bernardini a se espremer nas paredes. O Sr. José Maria disse que Maria Lúcia não deveria se espremer na parede. Maria Lúcia respondeu que, durante 18 anos, em escolas públicas, teve que lidar com delinqüentes de alta periculosidade, enfrentou-os, dentro dos limites da lei, e ganhou desrespeito, calúnia, injúria e difamação, pois os mesmos que aliciam e tornam os jovens delinqüentes são os que os deseducam. Aproveitou para denunciar uma policial da Polícia Municipal que, de posse de um rádio em que ouvia e se comunicava, por trás do balcão da “Perfil Line” (esperarão sentados que Maria Lúcia volte lá para consertos ou compras) defendeu a atendente (sem conhecimento de causa, como se estivesse esperando isso mesmo) com quem Maria Lúcia CONVERSAVA a respeito de comentário, dois dias antes, maldoso, mal-intencionado, ofensivo a respeito de Maria Lúcia para a costureira que a atenderia para fazer barra em duas calças jeans. Alguns dias depois do telefonema, na rua Floriano, uma pretensa policial municipal, que Maria Lúcia não sabe como foi selecionada para integrar a Polícia que, a princípio, deve educar e prevenir crimes e quetais, desgarrou-se do bando com quem conversava no meio da calçada e forçou Maria Lúcia a subir o degrau de uma loja, para evitar uma trombada. Se isso não prova, também, mais atos de desrespeito que partem dos mais diversos setores da sociedade em relação à família Bernardini, alguém precisa, urgentemente, de voltar para a barriga da mãe, de modo a nascer de novo num mundo um pouco melhor. Educação, nessas alturas, não tem mais o que fazer, pois, a longo prazo, a sociedade ituana não terá como resgatar a cidadania, a civilidade.

Porque o trânsito estava paralisado por um carro da Polícia Militar, o carro-forte da Prossegur foi obrigado a descer da calçada defronte ao Banco do Brasil e estacionar na vaga de emergência da Droga Raia. O policial militar, depois que o veículo da Prossegur se retirou, com o motorista rindo, se dirigiu a Maria Lúcia Bernardini, pediu a ela que se acalmasse (quando ela se acalmar quando está demonstrando indignação, estará morta, enterrada no jazigo da família) e afirmou que anotara, na mão, os dados do veículo, mas nada podia fazer, por ser função da Polícia Municipal que, até o momento em que Maria Lúcia se retirou do local não atendera à ocorrência para a qual Maria Lúcia chamou por telefone.

Todavia, a multa da Prefeitura da Estância Turística de Itu, Secretaria Municipal de Defesa do Cidadão (quiá, quiá, quiá), Departamento de Trânsito, lavrada em 08/01/2007, com prazo de recurso a JARI que vence em 30/04/2007, dirigida ao veículo da família Bernardini, motorista com todos os dados em absoluta ordem para ser localizada e responder pelas multas, SERÁ PAGA SEM RECURSO, para comprovar, mais uma vez, que a família Bernardini não tem “costas quentes” nem depende dos “patrões” que pululam na metrópole de Itu. Acima de tudo, comprovará que infrações gravíssimas são ignoradas pela polícia municipal, enquanto que, para recolher dinheiro os integrantes são muito prestativos e agem de acordo com a lei. Sim, o veículo da família Bernardini cometeu a infração de ultrapassar por oito minutos o tempo permitido de estacionamento. Todavia, outras infrações não estão tendo a mesma atenção das autoridades policiais, de seus supervisores, daqueles que ocupam cargos “de confiança”, daqueles que, de alguma maneira, se sentem prejudicados, pois não são espelhos para a memória de Agenor e Adalgisa Bernardini, muito menos para os filhos deles. A eles os votos de Maria Lúcia Bernardini para que, de alguma maneira, sejam afastados do convívio de cidadãos, pois são marginais, vivem à margem da sociedade.

São esses os fatos que exigem explicações da parte de todos os envolvidos para comprovar que, inexplicavelmente, a família Bernardini tem sido alvo de retaliações, de abusos de autoridade, de comportamento de marginais, mesmo nada devendo a todos os citados neste relato.

 

 

Maria Lúcia Bernardini.

Itu, 30 de março de 2007.

Encerrado em 02 de abril de 2007, embora Washington Luiz, em 29/03/2007, tenha afirmado que entrou em contato com a Prefeitura da ESTÂNCIA Turística de Itu e a secretária do Prefeito tenha prometido a Washington que haveria um retorno para Maria Lúcia.

Como não houve retorno nenhum, ALÔ, TEM ALGUÉM NO COMANDO DA METRÓPOLE?, o texto foi acrescido de mais comentários, em relação ao iniciado em 30/03/2007, e vai para o “blog” do jeito que está.

Afinal, ninguém lê o “blog” de Maria Lúcia Bernardini, não é mesmo?

Continuo a achar Celso Russomano (e uma retroescavadeira de outros nomes) um arremedo de jornalista e de deputado a quem jamais recorreria, pois não tenho muita certeza se não esteja causando problemas a mim e à minha família para ser contatado para mostrar “pudêr” ou seus cabos eleitorais assim estejam agindo.