Recado a Celso Russomano sexta-feira, fev 23 2007 

Recado a Celso Russomano
Em quem nunca votei, portanto, não o elegi para ocupar cargo de Deputado na última eleição de 2006:
Muito "p" da vida, porque os municípios, os Estados, a Federação só arrecadam e não cumprem as partes que lhes cabem, pediria, singelamente, que parasse de fazer propaganda de um dispositivo (caríssimo) que impede a entrada de ar, em vez de água, ANTES DO HIDRÔMETRO, portanto, de responsabilidade do serviço de abastecimento de água, cuja instalação, sujeira, defeitos e problemas criam as bolhas de ar, não somos nós, consumidores, que assopramos o ar para dentro dos canos de abastecimento de água, e elaborasse um Projeto de Lei, com a colaboração de legislativos municipais, estaduais e do legislaivo federal, para que esse aparato fizesse parte integrante de qualquer serviço de abastecimento de água, dos que pagam e dos que não pagam pelo consumo desse precioso líqüido que, dentro de alguns anos, será motivo de GUERRA MUNDIAL (um país querendo roubar a água do outro, porque tem "dereitos", assim como, os municípios brasileiros, há alguns anos, roubam e fazem "tramóias" pelo abastecimento de fontes de outros municípios, e os cidadãos pagam as contas pela utilização de água e pelas "comissões" dos que conseguiram perpetrar as tramóias).
Gratíssima pela atenção, mesmo que finja não ficar sabendo disto, mas não enviarei mensagem diretamente à Vossa Mercê, porque não quero que meu endereço faça parte de sua lista de correspondentes, pois nunca recebi favores ou dinheiro de Vossa Mercê. Tenho certeza de que encontrará outra fonte de renda, além da que tem como Deputado não eleito por mim, que não a publicidade de um aparato que representaria imensa economia NA CONTA DE ÁGUA de quem paga as contas em dia e não recebe os serviços corretos pela prestação desses serviços.
Cito um prejuízo, só para não encher a paciência de ninguém: começou com um reparo (nunca pedido) no hidrômetro, porque havia vazamento (mas ninguém havia dito, de minha casa, que havia vazamento). Isso foi há mais de um ano. O reparo danificou o encanamento, que jorrou a noite inteira, feito uma cachoeira, pela sargeta, e a água potável foi despejada, durante toda a noite, num bueiro da esquina da rua em que moro. Passados os meses, após muitas chamadas para que o SAAEI resolvesse os problemas que "deixou" com o dito cujo reparo, a calçada, esburacada, esburacou-se mais ainda e, sempre que o SAAEI vinha prestar serviços, colocava as pedrinhas ornamentais sobre a areia, deixando-as soltas. Na minha metrópole, temos psicopatas de todos os tipos, inclusive os que levam embora as pedrinhas, pois nunca as encontramos para recolocar no lugar. 
Detalhe importante: a PROSSEGUR, empresa de transporte de valores, por falta de quem retirasse, no guincho, carros estacionados na vaga destinada ao carro-forte, estacionava (até quinze dias atrás, finalmente, a polícia chamou a atenção, não sei se multou, mas os tipos que habitam carros-fortes são mal encarados e ARMADOS) EM CIMA DA CALÇADA DO BANCO, ficando com a parte dianteira do brutamontes em cima da calçada de minha casa e, para sair, passando por cima da caixa e tampa do hidrômetro. A calçada, cada vez mais esburacada, apresenta desníveis provocados por evidentes vazamentos, desperdício de água potável, pois é tratada por um valor muito alto, ANTES DO HIDRÔMETRO, portanto, reparo de responsabilidade do SAAEI.
RECEBEMOS INTIMAÇÃO DA PREFEITURA PARA REPARAR A CALÇADA, PORQUE, APARENTEMENTE, A CÔRTE MUNICIPAL, QUE MARCOU PRESENÇA NO CENTRO DA CIDADE, PARA O CARNAVAL, recebeu meu recado: na segunda-feira, após o desfile na Marquês da Floriano Peixoto, a mesma que um desvairado quer transformar em calçadão, mesmo que os encanamentos de esgoto e de água estejam precisando de substituição urgente, porque todo dia "pipoca" um problema de água ou de esgoto e toca quebrar asfalto e calçada, varri a frente de minha casa e da loja, retirei uns dois quilos de entulho de carnaval da sarjeta, recolhi num saco plástico, coloquei no lixo de minha casa, porque as caçambas estavam todas na 7 de Setembro, e, depois, telefonei para uma rádio FM (lacaia de eleitos e de quem ocupa cargos de confiança), a mesma rádio QUE SE IMPÕE em estabelecimentos que devem algo, por isso colocam a rádio no último, com as caixas voltadas para fora do estabelecimento, pedi que transmitissem a mensagem para a "elecutora" da rádio, que, também, estava transmitindo o desfile da metrópole de Itu, fiquei sabendo que a "elecutora" não trabalha mais lá. Então, pedi que a rádio, que fica ligada de fio a pavio nos estabelecimentos comerciais da Floriano Peixoto, passasse mensagens aos comerciantes que tivessem varrido as calçadas e as sarjetas, algo que às 10 horas do dia seguinte ao desfile não tinha sido feito pela empresa ou pelos funcionários da limpeza da cidade. Muito a propósito, na quinta-feira, quando os funconários municipais voltaram ao serviço, recebemos notificação para reparar os danos da calçada defronte nosso estabelecimento comercial. Amei ter recebido a notificação, pois havia pedido, implorado por ela, visto que se eu sou notificada, é porque a fiscalização está fiscalizando e TODOS OS DEMAIS RESPONSÁVEIS PELO CONSERTO DE SUAS CALÇADAS, certamente, também receberam uma notificação. Em especial, espero que os proprietários de imóveis da rua Dr. José Leite Pinheiro tenham recebido, inclusive um engenheiro que mora (ou morava) nessa rua: cada calçada, defronte cada residência, tem um nível diferente. Sabe variação de humor? Pois a calçada, lado esquerdo de quem desce em direção à Marginal, tem um desnível. É como subir e descer degrau, em frente de cada residência.
Voltando à vac fria: Um vazamento que umedecia depois do hidrômetro, foi consertado por nós, após aquela piada de mau gosto "de quem é a responsabilidade pelo conserto", ou a quem pertence a árvore que caiu em cima do carro, ao Estado, ao município? De quem é a responsabilidade pelas mortes da tragédia da cratera do metrô? De quem contratouo serviço ou de quem está prestando o serviço, mas aquele trecho já não pertence ao Estado, está no limbo, enquanto as empreiteiras só ficam com os pagamentos que são feitos mediante recolhimento de impostos, taxas. Estabelecida que a responsabilidade era nossa, como consumidores, mandamos consertar, sob orientação de alguém do SAAEI, pois, se furássemos o cano que ficava antes do hidrômetro, pagaríamos pelo prejuízo e que prejuízo seria para nós. O que implicou em "coordenar" a vinda de um profissional com a vinda de um técnico do SAAEI.
Todo mundo está entendendo ou preciso fazer um desenho? Quantos detalhes! Quantos transtornos, como se nada mais tivéssemos a fazer.
SAAEI: dá para modificar a prestação de serviço sem os "xô, Satanás! terceirizados" e, na conta de consumo de água, apresentar o consumo, a manutenção do esgoto e, se tiver havido necessidade de serviço de reparo depois do hidrômetro, sem que tenha necessidade de ter entrado na casa ou no estabelecimento (bem entendido?), aparece na conta: "serviço de reparo em tal local, descrição do serviço" e a gente, que paga conta pontualmente, faz um esforço e paga por esse serviço também junto com a conta de água?
Observar bem: de repente, uma tranqueira bem grande (ou não) foi demitida (por motivo justo ou não) e se torna ENCANADOR (tenha preparo profissional ou não). Assim como desempregados se tornam pedreitos, eletricistas, encanadores é preciso tomar muito cuidado com os que nos prestam serviços, mão-de-obra. Mas, se o profissional tiver sido treinado para ser funcionário do SAAEI, obviamente, não será um "Mané" qualquer, embora os leitores de consumo estejam precisando de muito treino e observação em suas lidas de ler consumo. Ora, veja, dois meses após trocas de três cavaletes de hidrômetros que ficavam dentro do imóvel (e o povo do SAAEI estimula a fazer com que os hidrômetros não mais sejam instalados na calçada, a metrópole é velha, naquela época a Floriano só tinha hidrômetro na calçada e estimula, também, que os hidrômetros possam ser lidos sem que os leitores percam tempo apertando campainha de casa onde não há ninguém para abrir o portão para fazer a leitura), os leitore não conseguiam ler os consumos por três buracos enooooooooooomes feitos no muro para isso, apesar da indicação, na sarjeta, de que havia, ALI, Ó, três hidrômetros a serem lidos, marcas feitas com picareta, eu testemunhei. Seis meses ou oito meses depois, com os hidrômetros trocados, continuavam a anotar que a condição de leitura não era normal. Um ano depois desses fatos, impingiam-nos contas astronômicas, e o setor "Jurídico" não aceitava requerimento e defesa e fazia com que os funcionários do SAAEI assinassem as não-homologações dos requerimentos-defesa. Desconfio que o setor "Jurídico" do SAAEI tenha "adfolgados" e não advogados para asessorá-lo. O SAAEI aceitou, de uma imobiiária, que a responsabilidade da conta DE CONSUMO DE ÁGUA (para cujas contas precisei ir ao SAAEI para "consertar", pois os leitores insistiam em impingir o consumo para o imóvel desabitado)  fosse mudada para a inquilina de um de nosso imóveis POR FAX. Quando o imóvel foi desocupado, por desejo da inquilina, com dispensa de multa para que fosse com Deus e a Virgem Maria para onde lhe interessasse, o SAAEI exigiu que eu apresentasse O ESPELHO DO IPTU, para que a responsabilidade voltasse para o nome de meu falecido pai. E a louca sou eu! Quem tem mania de perseguição sou eu! Xô, suíno capado, a serviço do crime organizado. Sua hora de abate se aproxima! 
Portanto, Celso Russomano, antes de usar a sua credibilidade para dar mais despesas a pobres mortais, como nós, que não moram em condomínios horizontais ou verticais, mas, como nós, moram "downtown", faria a gentileza de ouvir as mazelas desses mortais e, como digitei anteriormente, elaborar projetos de leis que propiciem mais Justiça a quem necessita dela e, depois, muito, muito, muito, muito depois, com todos os problemas sociais resolvidos, fazer propaganda do raio que me parta, mas pode ganhar dinheiro com ela? Ganhe bstante dinheiro, porque, quiçá, seja mais compensador ser garoto-propaganda do que ocupar, só pra inglês ver e ajudar quem o elegeu, um cargo político de tamanha responsabilidade e importância. Num sei, parece que tem gente que bebe e, no momento da eleição, age como se fosse piada!
Obrigada, viu? Não viu? Alguém "verá" por Vossa Mercê e sua próxima plataforma política incluirá isso ou será motivo, na metrópole, de algum editorial mal intencionado.

Apostila ano 2002 sobre Timor Leste quinta-feira, fev 15 2007 

Em 2002, por causa de uma falta abonada, preparei uma estupenda aula sobre a Independência do Timor Leste (tudo a ver, pois ocorrera dias antes).
Deixei o conteúdo e as instruções sobre a leitura do material, junto com os alunos, para o professor que me substituiria e, depois da leitura (cópias em número de 20 distribuídas aos alunos, para que, aos pares, acompanhassem o conteúdo), haveria uma atividade de redação, conforme instruções na capa da apostila do professor).
Como as vinte (20) cópias já viraram fragmentos, ou seja, foram fragmentadas (porque eu não doaria as cópias para que parasitas as utilizassem e porque, se tivesse que, hipoteticamente, ministrar aulas sobre o assunto eu atualizaria o conteúdo), coloco as imagens da apostila, mesmo que em desordem, para que fique como documento no micro e aqui.
Atentar para a rudimentar técnica de imprimir diretamente dos sites da Internet, das fontes, porém citadas no final de cada página, pois foram impressas e transformadas em apostila.
Isso mostrava aos alunos (e aos parasitas que chafurdavam no meu material pedagógico por ocasião das cópias numa copiadora e, depois, quando nas mãos de substitutos e guardadas no armário, em sala de aula, trancado à chave, mas de fácil acesso aos lacaios do crime organizado), mas de nada valeu dar bon exemplos, pois os "heróis" criminosos são muito mais poderosos para influenciar e "presentear" aqueles que aliciam, que as fontes têm que ser respeitadas.
"Quem não tem competência, não se estabelece". Ditado popular furado!
Que utiliza outros como corrimão, escada ou trampolim, recebe os louros, além de "prêmios" em dinheiro ou em forma de promoções.
Candidatam-se, depois, a cargos políticos e, claro, conseguem seus objetivos, pois serão suínos capados dos criminosos, aguardando o momento do abate.
Finalmente, quando conseguem entender que foram "sacaneados", também, como sacanearam aqueles de quem roubaram bens materiais ou intelectuais, tentam "ajudar", no mau sentido, aqueles a quem sacanearam, como se não tivessem tido nada a ver com as tragédias que causaram.  
 

Trabalho e sindicalismo no Brasil: um balanço da década neoliberal (xô, satanás!) quinta-feira, fev 15 2007 

 
É o link para ler uma monografia sobre o papel dos sindicatos, no Brasil, "neutralizados" pela globalização, pela terceirização (xô, satanás), pela privatização.
 

Os piolhentos mataram o garoto João segunda-feira, fev 12 2007 

Os piolhentos e nós
(Fernando Pacheco Jordão, jornalista)
O Estado de São Paulo, 22/03/1991, página 02
"Já vi criança queimada… queimada de cigarro… machucada com tiro no pé, que o pai deu… criança com piolho, aqui tem muito piolho…"
(Depoimento de uma mulher para trabalho da Secretaria do Menor no Jardim São Luís, em São Paulo)
Logo nas primeiras páginas de seu livro De Beirute a Jerusalém, recém [1991] lançado no Brasil, o jornalista americano Thomas Friedman descreve seu espanto ante a violência do seqüestro de um homem por um bando armado, em Beirute, à luz do dia, sem que ninguém esboçasse a menor reação. E registra o comportamento do motorista do táxi em que viajava. Mudo, retido num engarrafamento, limitou-se a acompanhar a cena pelo canto do olho. Não fez comentário algum. Friedman comenta que na convivência cotidiana com episódios como aquele, banais na guerra civil de Beirute, a pessoa aos poucos tece para si um colete emocional que lhe permite atravessar imune essa rotina de violência.
Aqui, fazemos mais ou menos o mesmo. Tecemos nosso colete de indiferença, erguemos nossas cidadelas para morar e nos julgamos a salvo de uma guerra que imaginamos confinada ao terreno dos que queimam suas crianças com cigarros e chegam a lhes dar tiros nos pés.
Até o dia em que invadem nossos muros, estupram nossa filha, e outros caem de pancada sobre nossa mulher, como costumam fazer com quem lhes pareça delinqüente. Só aí reagimos, com a mais justa das indignações. E perguntamos: será preciso erguer mais os muros da cidadela? Ou, quem sabe, mudá-la para mais longe? Na verdade, nunca fazemos a pergunta crucial: o que temos a ver com esta guerra?
Os dois recentes [1991] casos de violência que vitimaram em São Paulo pessoas de classe média – o assassinato da jovem estudante de Alphaville e a agressão de um policial à mãe de uma criança que buscava o filho na escola, na Avenida Higienópolis – convidam à reflexão sobre os perigos do individualismo suicida que cada vez mais nos contamina o tecido social.
Não se trata de intenção piegas de invocar injustiças sociais para justificar violências e pedir clemência para seus autores. Nada disso. Trata-se simplesmente de lembrar que, por mais que nos isolemos, por mais que nos escondamos atrás de muros, não dá para fazer de conta que nosso universo tem a dimensão de nossos domínios particulares. Não dá para ficar espiando pelo canto do olho, como o motorista de Beirute, indiferentes ao que se passa além-fronteiras da nossa cidadela. Não por caridade ou amor ao próximo, mas porque, em nosso cotidiano, dependemos a todo momento dos piolhentos que catalogamos como uma sociedade à parte.
Podemos pagar escolas particulares. Por isso, que se dane o resto.
Mas, amanhã, um piolhento lesado por um ensino público falido vai ser nosso funcionário ineficiente. Sua irmã piolhenta e semi-analfabeta vai ser babá de nossos filhos. Podemos pagar seguro-saúde privado. Que se dane o resto. Mas, amanhã, um piolhento desses será o enfermeiro de cuja formação precária vamos precisar num hospital. Assim como um piolhento se torna assassino e outro, fardado, esbanja truculência, nosso individualismo burro condena os piolhentos a uma marginalidade social que, cada dia mais, se volta contra nós mesmos, em prejuízo de nosso próprio conforto material e de nossa qualidade de vida. É algo já introjetado no caráter da classe média brasileira: não nos importamos com o social – o público – porque nos iludimos achando que garantimos nossa sociedade com o pagamento da fatura do privado. Ao contrário do que Thomas Friedman descobriu na guerra de Beirute, na nossa guerra não há colete emocional, nem físico, que resista.
 
Em homenagem à minha falecida comadre, que, em 11/02, teria comemorado "seus ânus em festa", repito um de seus brilhantes bordões: "Bom, já fechei minha banquinha, vou embora para casa. Não gostou? ‘Pobrema sequissual’ seu!". 
 
 

No caminho de Cabral – revista “Os caminhos da Terra” terça-feira, fev 6 2007 

No caminho de Cabral
Nosso repórter percorre 110 quilômetros de bicicleta pela Costa do Descobrimento e conta os segredos do melhor roteiro de bike do Brasil e a quantas anda o litoral onde os portugueses aportaram há 507 anos

Texto e fotos de Valdemir Cunha, de Corumbau

Para ler o texto integral, acessar:

http://www2.uol.com.br/caminhosdaterra/reportagens/index.shtml

Não sei a quantas andam os ensinos de História e de Geografia, mas, se eu estivesse atuando, ainda, no Magistério Público, sei muito bem como usaria o texto acima nas aulas de Língua Portuguesa.

 

Acidente do metrô: oito deputados da comissão receberam contribuições das empreiteiras terça-feira, fev 6 2007 

ACIDENTE DO METRÔ

Deputados que investigam caso receberam doação de empreiteiras

OAS, Camargo Corrêa e Odebrecht contribuíram com as campanhas de pelo menos oito membros da comissão de investigação da Assembléia Legislativa de São Paulo. Empresas integram consórcio responsável pela Linha 4 do metrô.

Maurício Reimberg – Carta Maior

Recomendo a leitura integral do texto em:
 
Que texto informativo, equilibrado!
 
 
 

Contabilidade de padaria e o INSS terça-feira, fev 6 2007 

Li e gostei! Aprendi muito com relação às diferenças entre economia doméstica e economia política
 

Contabilidade de padaria e o INSS

MARCOS CINTRA 
 


Os que criticam a alteração no cálculo do déficit da Previdência estão adotando a contabilidade de padaria


O MINISTRO Nelson Machado, responsável pelo INSS, deseja separar as despesas e receitas previdenciárias das que são subsídios e transferências unilaterais desvinculadas do sistema brasileiro de previdência propriamente dito. Há programas, como a aposentadoria rural e para os idosos, que, ainda que tomem a forma de pagamentos chamados de "aposentadorias", em realidade são transferências assistenciais desvinculadas de financiamento previdenciário e que, portanto, deveriam ser contabilizadas em contas separadas.
A tabela nesta página revela que os benefícios rurais representam cerca de dois terços do déficit do RGPS (Regime Geral de Previdência Social).
Da mesma forma, as isenções de contribuições previdenciárias concedidas a entidades ligadas à saúde (como as Santas Casas) e à educação (ProUni) não se justificam por critérios atuariais previdenciários, como seria o caso se os funcionários desses setores tivessem características laborais e expectativa de vida diferentes dos demais trabalhadores.
Tais vantagens são concedidas para favorecer setores considerados pelo governo como prioritários. Assim, os valores correspondentes a tais gastos (ou renúncias de receitas) deveriam ser contabilizados como receitas do INSS e constar do orçamento da saúde e da educação como despesas.
Essa questão serve para mostrar a diferença entre a contabilidade da padaria da esquina e o orçamento público.
A contabilidade da padaria é muito simples: tudo o que entra vai para o bolso direito, e tudo o que sai vem do bolso esquerdo. Esse tipo de contabilidade só nos permite aferir se entrou mais do que saiu, ou vice-versa. Nada mais.
A contabilidade pública é muito diferente. Ela explicita todos os valores arrecadados e todos os gastos, classificando-os por tipos e categorias de receitas e desembolsos. É possível saber o quanto se gasta em cada programa de custeio ou de investimento e de onde vêm os recursos para sua cobertura.
A contabilidade pública produz uma enorme quantidade de informações e permite análises mais criteriosas das relações custo-benefício de cada programa ou projeto. Na contabilidade da padaria da esquina, só se sabe se há déficit ou superávit.
Curiosamente, muitos criticam as alterações contábeis propostas pelo ministro Machado. Afirmam que se trata apenas de uma artimanha do governo para se esquivar da reforma da Previdência. E complementam a crítica dizendo que as alterações propostas não resolvem o problema de caixa do governo.
Os que externam essa opinião estão implicitamente adotando o princípio da contabilidade da padaria. É verdade que o Brasil gasta em previdência pública e privada cerca de 12,2% do PIB. É demais, e provavelmente há muita ineficiência, privilégios e distorções nesses programas, que ademais incluem indevidamente gastos assistenciais não-previdenciários. Contudo, para resolver esses problemas, é necessário dispor de informações corretas, que os critérios contábeis e orçamentários atuais ocultam. E, nesse sentido, estimulam as soluções simplistas, em geral erradas e injustas, como cortes indiscriminados de benefícios, aumentos gerais de alíquotas das contribuições, criação de novos tributos etc.
Em realidade, existe déficit previdenciário no sentido estrito do termo, mas menor do que os alardeados R$ 42,1 bilhões. Os benefícios urbanos do RGPS em 2006 custaram R$ 146,3 bilhões (incluindo despesas administrativas), e as receitas líquidas chegaram a R$ 123,5 bilhões (receita previdenciária bancária de R$ 122,9 bilhões; outras receitas previdenciárias próprias, R$ 10,1 bilhões; deduzidas as transferências a terceiros, principalmente ao sistema "S", de R$ 9,5 bilhões). O déficit é de R$ 22,8 bilhões. Considerando que a Previdência possui arrecadação tributária própria (0,1% da CPMF), o déficit do regime geral pode cair para cerca de R$ 14 bilhões.
Tais informações podem auxiliar, e muito, na busca de soluções corretas para o problema.


MARCOS CINTRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE , 60, doutor pela Universidade Harvard (EUA), professor titular e vice-presidente da Fundação Getulio Vargas, foi deputado federal (1999-2003). É autor de "A verdade sobre o Imposto Único" (LCTE, 2003). Escreve às segundas-feiras, a cada 15 dias, nesta coluna.
Internet: www.marcoscintra.org
mcintra@marcoscintra.org

Olha eu, na foto, celebração Bodas de Prata Rosa e Toninho segunda-feira, fev 5 2007 

Quando eu aprender a me inserir em fotos, modificarei a flor que ocupa minha imagem por uma foto.
Por enquanto, aos desesperados que querem me ver, utilizo uma foto que foi tirada nas Bodas de Prata de Rosa e Toninho, celebradas em janeiro de 2007.
Estou sentada, ao lado de minha irmã Maria Regina, com Rosa atrás de mim e Toninho atrás de Maria Regina.
Quem ainda não entendeu: estou vestida de preto e minha postura (como a de quem vai soltar um pum) torta se deve ao fato de que eu não sabia se estava atrapalhando a Rosa que, junto com Toninho (que é um dos donos de uma loja de materiais elétricos, a Eletro Azul, concorrente LEAL da Eletro Paraíso) eram as personagens principais da comemoração e, lógico, dessa foto que guardarei com muito carinho, até expô-la, em casa, numa moldura.
Às filhas do casal, Renata e Cristina, um grande beijo.
 

Foto de 1958: será poster quando a metrópole completar 400 anos segunda-feira, fev 5 2007 

Sim, em 2010, a metrópole de Itu completará 400 anos.
A foto em questão será transformada em "poster", para mostrar como era uma cidade que, na maioria das vezes, abrigava cidadãos íntegros, comerciantes éticos. É foto de um tempo em que Itu era cidade histórica, sem ser Estância Turística.
Obviamente, Itu sempre teve os psicopatas que viviam de trambiques, mas eram em número menor e a Rede Globo, nessa época, não tinha o poder de transformá-los em suínos capados, os deslumbrados que, para aparecer, matam até a própria mãe, mas ficm muito zangados, porque mencionei a palavra sagrada "mãe".
Quando, dentre outros "recursos" para aparecer e ganhar dinheiro às custas dos outros, "surgiu" (claro que não surgiu sozinho, precisou de ser implantado, copiado de outras sociedades "avançadas") o modelo de capitalismo selvagem de "diversificar" as ações empresariais, de modo a não deixar qualquer modalidade de fora, para que o "pudêr" não se diluísse, aos poucos, a Cidade Histórica foi perdendo seus monumentos, suas edificações coloniais, sua vida pacata de Fidelíssima, Berço da República, em nome de um progresso que, por trás, escondia o crime organizado e seus interesses nada coletivos, mas para preservá-lo cincruscrito nas mãos daquele eterno 1% de "coronéis" dos tempos dos engenhos, que sucederam às Capitanias Hereditárias.
Se existe um ato dos vereadores da Câmara de Itu, dos antigos, aqueles que se candidatavam a vereadores, mas mantinham, em suas vidas públicas e privadas a mesma conduta ética, dentre eles meu pai, Agenor Bernardini, ocupando a Câmara Legislativa para legislar, para trabalhar em prol da sociedade ituana, foi o Plano Piloto que preservava o Centro de Itu.
Esse Plano Piloto foi, inclusive, responsável pelo embargo de edificações de muitos andares, no Centro Histórico, além do limite permitido, para preservar o Centro Histórico de Itu. Com isso, os vereadores de então, que estudaram e aprovaram o Projeto de preservar o Centro Histórico, foram, já naquela época, alvos da sanha psicopata dos especuladores imobiliários, os mesmos que destruíram casarios, casarões dos tempos coloniais (não discuta comigo que o Brasil já não era de Portugal, poupe-me), representativos das culturas de cana-de-açúcar e do café, então, Brazil, dependente da Bolsa de Nova Iorque, do colapso de 1929), com toda a história da escravidão e da chegada dos imigrantes (meu pai, na Fazenda Paraíso, assistiu às passagens de miseráveis por causa do "estouro da Bolsa de Nova Iorque; dos que participaram da Revolução de 1932; durante a II Guerra Mundial trabalhava em São Paulo, Capital; assistiu à construção da Catedral da Sé), que substituíram os escravos, mas eram mão-de-obra escrava dos senhores de fazendas cafeeiras.
 
FOTO DA RUA 7 DE SETEMBRO, DE 21/03/1958
Acervo de Agenor Bernardini, agora de seus filhos
Foi tirada por O. W. Tozzi, Reportagens Fotográficas, Itu / SP
Foto premiada pelo "República de Itu", em 1.º/02/1993, 1.º lugar de Fotos Antigas. Foi reproduzida, em negativos, pela "Antares", em janeiro de 1993 e, a que foi anexada nesta inserção, foi restaurada e arquivada em CD pela empresa "Katahira", a quem autorizei retirar uma cópia para seu acervo, em 03/02/2007.
Minha irmã, Maria Regina, que providenciou os negativos, a reprodução da foto para que a mesma fosse inscrita e participasse do concurso, anotou, no verso da foto original, os seguintes detalhes, ditados por nosso pai, Agenor Bernardini:
21/03/1958
Rua 7 de Setembro – Itu
Transeuntes observam o Sr. Odilon Ferraz [eletricista] trocar lâmpadas na Torre da Igreja Matriz.
Vê-se:
– Eletro Paraíso
– Rádio Cacique
– Agência Pazinato
– Sobradão Pereira Mendes
– Casa Alberto
Obs:
– de costas, na sombra, Agenor Bernardini
– lado contrário, de terno preto e chapéu, Sr. Horácio Kiel [pai de D.ª Amelinha, que foi casada com Sr. Corintho, que, também, foi vereador de Itu]
A data de 21/03/1958 é precisa, pois há uma anotação, feita a lápis, por meu pai, Agenor Bernardini, no alto do verso da foto. 
 
 

Dificuldades para atualizar este blog segunda-feira, fev 5 2007 

Dentre as dificuldades para atualizar este blog, tenho a interferência de pessoas (?) que me impedem até mesmo de acessar a página.
Não sei de onde vêm essas interferências, de quem partem.
Obviamente, meu blog não é acessado nem lido por ninguém.
Todavia, por que recebo retaliações?
Mistério causado por insondáveis personalidades (amebas têm personalidade?) psicopatas que, ainda por cima, vivem à base de drogas que interferem nos julgamentos morais.
Ah, é! Estou sendo preservada, desde que continue a ser cobaia, isca, corrimão, escada ou trampolim para que outros consigam alcançar seus propósitos!
No site "Quatro Cantos", li, ontem, dia 04/02/2007, que até páginas do MSN, para atualização do MSN Messenger têm sido falsificadas!
Que estranho!
Entre os anos de 2005 e 2006, recebia mensagens de que "á" (do verbo HAVER) atualizações disponíveis. Paguei, embora o MSN seja grauito, para baixá-las, pois tive e continuo a ter muitos prejuízos.
Meu provedor original, o UOL, nunca se incomodou em verificar se havia funcionários "terceirizados" pelo crime organizado. Tanto que, no início, em 1999, recebia cobranças por meio de boletos bancários, porque a cobrança do UOL não conseguia com que eu tivesse a mensalidade incluída no cartão de crédito (aparentemente, eu não era localizada), recebia cobranças indevidas. Ao me comunicar, por telefone, pediam que ignorasse a mensagem de cobrança (via e-mail), mas, também, não avisavam que poderia ser "phishing scam".
Assim, de prejuízo em prejuízo, com "ninguém viu nada, ninguém sabe de nada" e, obviamente, se eu me dirigisse, pessoalmente, àquele prédio, na cidade de São Paulo, em que eu costumava ler UOL imenso, certamente, alguém de lá me perguntaria: mas… por que não nos comunicou antes?" e eu teria que provar que focinho de porco (de suíno capado) não é tomada, que eu era atendida, por telefone, por funcionários que diziam que eu não existia, que ninguém jamais se dignou a saber o que estava ou está acontecendo dentro da própria empresa, "sabe como é, tudo terceirizado, não temos controle sobre os terceirizados".
Penso, sempre, que se meu pai, com o que hoje é denominada "pequena empresa", fundada em 1953, mas que resiste, como só resistem aqueles que não se tornaram dependentes de algo ou de alguém para continuar a existir, que nunca quis agarrar mais do que podia carregar, de modo honesto, tivesse deixado a "pequena empresa" nas mãos de terceiros (que terceirizariam, também, a administração), não teria criado seis filhos, junto com minha mãe, ambos exercendo os exemplos que deixaram para sempre, e permitido que cada um estudasse e se formasse, sem "empregá-los" muito bem.
Salve, Agenor Bernardini, meu pai! 
Xô, crime organizado, que não pode se olhar no espelho e enxergar-se um Agenor Bernardini, uma Adalgisa de Souza Bernardini!
Xô, calhordas! Vocês dão um azar danado.
Servem apenas para "promover", desde tempos imemoriais, aqueles que nao valem o feijão que comem, mas, certamente, são lacaios do crime organizado.

Aposentado, uma desgraça nacional segunda-feira, fev 5 2007 

Eu gostaria de entender de economia “pública”, mas só domino a economia doméstica

           

            Ou seja, não podemos gastar mais do que “entra”. Simples!

            Pelo que entendo, quando há discussão sobre o “prejuízo” que aposentado dá à nação, seja de empresa privada ou da área pública, a solução é a nazista: matar o aposentado, antes que receba sua primeira aposentadoria.

            Funcionário público – municipal, estadual ou federal – pelo menos a maioria, trabalha feito um escravo, é espoliado pelos poderes municipais, estaduais e pelo poder federal – na verdade, se não fosse uma comparação tão indigna, os funcionários públicos aceitariam o fato de que estão sob o domínio de gigolôs: prestam o serviço e o lucro maior fica com os poderes municipais, estaduais e com o poder federal. CONTRIBUEM, na ativa, com o EUFEMÍSTICO fundo de pensão (alguém já se lembrou de fazer uma devassa no destino dessas contribuições ou servem, apenas, para que seja desviado?) e, no momento da aposentadoria, cadê o dinheiro para pagar o funcionário público? Sem contar que, a partir de 2003, os aposentados com um teto salarial específico CONTINUAM A CONTRIBUIR PARA O FUNDO DE PENSÃO EUFEMÍSTICO.

            Mais uma nota a respeito da “despesa” que o aposentado dá foi colada abaixo. O que eu queria, mesmo, é que a nota tratasse da “fonte” que desvia o dinheiro destinado a fundo de pensão (no caso dos funcionários públicos É DESCONTADO EM HOLERITH, OU HOLERITE OU RECIBO DE PAGAMENTO, não há como o funcionário público se negar a contribuir ou cometer alguma falcatrua, a falcatrua é cometida adiante), assistência médica e outros.

            Não há de ser nada: um dia, os autores desses disparates se aposentarão. São pessoas que, talvez, explicassem que são os autores das informações, não estão redigindo uma reportagem. Talvez, também, devessem se negar a assinar esses textos que apenas “repassam” informações tão tendenciosas.

            Ter pago para trabalhar como educadora, ter aposentado com, comprovadamente, quase 29 anos de serviço impecável, honesto, árduo provoca uma “réiva” diante de textos “informativos” desse tipo!

QUE TAL ABOLIR APOSENTADORIAS DE VEREADORES, PREFEITOS, GOVERNADORES, PRESIDENTES DA REPÚBLICA E DE TODO O SÉQUITO DELES QUE NÃO PRESTOU CONCURSO? QUE TAL FAZER LEVANTAMENTO DE INÚMERAS APOSENTADORIAS DE VEREADORES, PREFEITOS, GOVERNADORES, PRESIDENTES DA REPÚBLICA? Talvez sobrasse mais para os aposentados de áreas privadas ou públicas que nunca pertenceram a escalões mais elevados.

 

 

 

União banca 87% de aposentadorias públicas

Fonte:  http://txt.estado.com.br/editorias/2007/02/04/eco-1.93.4.20070204.2.1.xml

Sérgio Gobetti

Levantamento realizado pelo Estado nos gastos do governo federal mostra que a contribuição previdenciária paga pelos servidores públicos cobre apenas 12,8% das despesas com aposentadorias e pensões da União. O tema deve esquentar os debates no Fórum Nacional da Previdência Social, criado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que será instalado dia 12.

O porcentual bancado pelos servidores cresceu 50% desde a reforma da Previdência de 2003, quando os inativos também passaram a ser taxados, mas continua muito aquém do necessário para equilibrar as contas da Previdência pública. No ano passado, elas apresentaram um buraco de R$ 42,2 bilhões, antes da contribuição do governo, que faz o ‘déficit oficial’ cair para R$ 35,1 bilhões.

Na prática, o Tesouro Nacional banca 87,2% das despesas previdenciárias da União, bem mais do que no setor privado. Para cada R$ 1 pago pelos servidores, o governo precisa desembolsar mais R$ 6,81 para fechar as contas, quando o correto seria no máximo duas vezes. No caso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Tesouro cobriu no ano passado um déficit de R$ 42,06 bilhões, ou seja, 25,4% das despesas de R$ 165,6 bilhões com benefícios.

Essa situação é mais grave entre os servidores militares, que não foram atingidos pela reforma de 2003. A contribuição deles continua cobrindo apenas 8,4% do gasto com aposentadorias e pensões. Entre os servidores civis, o porcentual dessa contribuição subiu de 8,6% para 15,3% entre 2003 e 2006.

Hoje, as aposentadorias e pensões dos militares custam R$ 15,5 bilhões por ano, um terço de toda despesa do Regime Próprio de Previdência dos Servidores (RPPS). Os outros dois terços são aposentadorias e pensões dos servidores dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, além do Ministério Público da União (MPU) e ex-territórios, que somaram mais R$ 32,5 bilhões em 2006.

Ao contrário do setor privado, em que as aposentadorias são inferiores ao que se contribui durante a vida laboral, os benefícios do setor público geralmente não foram precedidos da devida contribuição. Atualmente, porém, a contribuição é de 11% do que recebe o servidor, mais do que no setor privado.

Curiosamente, as maiores aposentadorias estão no Judiciário, MPU e Legislativo, mas o déficit nesses poderes é proporcionalmente menor. Isso porque existe um maior número de servidores ativos, em comparação com aposentados e pensionistas. No Judiciário, há quatro ativos para cada inativo, enquanto no Executivo o número de servidores em atividade já é inferior ao de aposentados e pensionistas. Um dos motivos para essa distorção foi a inclusão dos servidores admitidos pela Consolidação das Leis do Trabalho no regime jurídico único, criado pela Constituição de 1988.