Arte para presente de Natal quinta-feira, nov 30 2006 

A partir de sugestões de uma revista "Bazar de Natal", Casa & Família, da Melhoramentos, criei cestas de biscuits de bolachas e biscoitos.
Estou muito orgulhosa de minha produção, por enquanto, oito cestas.
Outras "artes" virão e melhorarei à medida que os fracassos se transformarem em sucessos.
 

Celebrar a vida com saudade dos que estão em outro plano dela quinta-feira, nov 30 2006 

Hoje, 30 de novembro de 2006, celebro a vida, demonstrando todo o meu respeito, carinho e minha saudade por:
 
  • Maria Ignez Bernardini, faleceu em 03/12/1994.
  • Agenor Bernardini, faleceu em 30/11/2000.
  • Adalgisa de Souza Bernardini, faleceu em 13/08/2003.
  • Wanda Bernardini Caricati, faleceu em 29/09/2005.

Porções de nossa família, da Humanidade, que descansam junto a Deus e

que, espero, tenham poder maior para nos auxiliar, porque deixaram exemplos de vida que serão

nossos modelos para continuar a viver.

Não me esqueci de outros membros da família que se encontram em outro plano de vida.

No devido tempo, serão acrescentados.

A primeira foto é a da lembrança de morte da mamãe.

A segunda foto é a da lembrança de morte de papai.

A terceira foto é do papai e da mamãe, em 1982.

A quarta foto é de minha irmã Maria Ignez Bernardini.

A quinta e última foto é homenagem à tia Wanda, no batizado de Maria Carolina, filha de Elza Maria: na foto estão, também, papai e Maria Regina.

 

Falando sobre Welcome to the MSDN Library quinta-feira, nov 30 2006 

 

Quando eu aprender como funciona, esta informação será melhor detalhada.

Atualização do Windows Explorer e uma série de novidades, que precisam ser exploradas, para que possam ser utilizadas.

 

Citação

Welcome to the MSDN Library

Ainda sobre Emir Sader sexta-feira, nov 24 2006 

Por não ter inserido mais nada, após o apoio a Emir Sader, transcrevo texto em que comenta sobre os ataques à pessoa dele.
Felizmente, a Procuradoria Pública respondeu, à altura, sobre a sentença judicial que pairava sobre Emir Sader.
 

17/11/2006

Um samba popular

Vozes da imprensa aparecem para atacar-me tentando manchar minha trajetória e minha atuação política e intelectual. Indago: por que eu, de repente, sou projetado à pauta da imprensa? Sempre tratei de pautar minha atividade de forma discreta, pois acredito que o mais importante são as idéias e as possibilidades de diálogo com as forças sociais, políticas e culturais, em defesa de um outro mundo possível.

Indago também: por que o editor de Política da Folha de S. Paulo utiliza dois artigos seguidos sem sequer escutar as pessoas que ataca? Ele, que escreve uma vez por semana, se deu ao trabalho de utilizar a metade dos artigos que publica no mês para tentar me desqualificar, levantando ataques infundados e com linguagem grosseira – no que foi acompanhado por uma colunista do caderno de cidades.

Nenhuma solidariedade diante do processo do presidente do PFL, apenas ataques. Que se voltaram também contra a Boitempo e sua editora, Ivana Jinkings, cujo trabalho editorial é reconhecidamente de alta qualidade, com a publicação de alguns dos melhores autores nacionais e estrangeiros, em meio a um universo completamente comercializado e mercantilizado.

Por que a imprensa opta por essa pauta, quando deveria estar preocupada em fazer um balanço autocrítico da pior cobertura – e a mais violenta – de uma campanha eleitoral? Vendo que as suas “verdades” não foram aceitas pela maioria, por que não abre um período de reflexão e de debate para compreender os motivos que levaram os leitores a se apoiarem na mídia alternativa?

Uma parte importante da resposta a essas interrogações certamente pode ser encontrada na constatação evidente de que ela perdeu a capacidade que julgava ter de “fabricar consensos” – na expressão de Chomski –, definindo a pauta sobre o que o país deve discutir, decidindo a versão e elegendo os bons e os maus em cada tema.

No lugar de uma justa cobertura, optou por reviver um anacrônico lacerdismo, com insinuações golpistas, ecoando a exortação de que estava na hora de o poder voltar às mãos tucano-pefelistas antes mesmo do sufrágio popular, no pior estilo da imprensa que preparou a opinião pública para o golpe militar.

E incomodam, sobretudo, as manifestações de apoio que recebemos – não pessoalmente, mas como vítima daquele processo –, a ponto de que os artigos mencionam o manifesto, mas o jornal, reiterando a linha de editorializar todo o noticiário, nunca o publicou ou se referiu à extensão desse apoio – chega a 15 mil assinaturas – ou ao peso dos que o assinam.

Fosse pela Folha, os seus leitores não saberiam que manifestaram sua solidariedade pessoas como Antonio Candido, Chico Buarque, Luis Fernando Veríssimo, Francisco de Oliveira, Eduardo Galeano, Perry Anderson, István Mészáros, Leonardo Boff, entre tantos outros.

Ao que tudo indica, incomoda que um personagem a quem querem desqualificar com linguagem indigna de qualquer debate de idéias receba solidariedade tão ampla e qualificada, enquanto os articulistas têm de se limitar a extremismos verbais e a carreiras sem nenhuma presença intelectual, com artigos descartáveis.

O mais importante é que algo novo acontece no Brasil, e os setores conservadores resistem a aceitar. Não possuem mais o monopólio do discurso e agora tem de dividir o espaço com a imprensa crítica, como Carta Capital, Carta Maior, Brasil de Fato, Caros Amigos e tantas outras publicações que formam o público-leitor, assim como vários blogs que trabalham nessa mesma direção.

Ataques pessoais fazem parte dessas tentativas de desqualificação, para tentar mostrar que não haveria nenhum comportamento possível que não o da submissão aos interesses criados, que fizeram do Brasil o campeão mundial da desigualdade. A existência de um pensamento que sustenta esse quadro social somente será abalada com transformações que atinjam os privilégios seculares dos setores protegidos pela mídia oligopolista.

O processo e o ataque desses setores embutem um recado: todos os que mantiverem o pensamento crítico e autônomo podem sofrer pesadas conseqüências, da desqualificação à perda do cargo obtido por concurso e mesmo à prisão. É um recado também para a universidade pública: silenciem!

Os esclarecimentos das acusações feitas por essa nova direita – com cheiro claramente bushista, de pensamento único – podem ser encontrados na página do projeto Outro Brasil.

Os chacais – como os chamava Julio Cortázar – seguirão atacando, mas a caravana passa, com a força do povo, e seguirá adiante, construindo um novo país e um outro mundo possível, com a força do pensamento crítico, das forças sociais, políticas e culturais comprometidas com um Brasil e um mundo livres das oligarquias e do monopólio do dinheiro, das armas e da palavra.

A caravana passa, com a força do povo, e segue adiante, fortalecida com as belíssimas vitórias conseguidas, apoiada na massa pobre da população que nunca acreditou nessa mídia, que nunca vacilou na sua decisão de apoiar a construção de um Brasil melhor, mais humano, solidário e democrático. Apoiada na altivez e na dignidade da intelectualidade crítica e independente, que acredita na força das idéias e na força do povo. Já está passando, “nesta avenida, um samba popular”.

Postado por Emir Sader às 18:56

 

Fonte: http://agenciacartamaior.uol.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=70

Manifesto em solidariedade a Emir Sader sexta-feira, nov 3 2006 

Prezado PROFESSOR Emir Sader: assim que terminar de inserir o que se segue, providenciarei a minha assinatura.
Lamento que o senhor seja menos importante, para o juiz que o condenou, que, a meu ver, não soube utilizar a balança da JUSTIÇA entre um PROFESSOR  e a "vítima" de sua defesa apaixonada político-partidária e popular. Aparentemente, o juiz não entendeu, na leitura de seu texto, que estava defendendo quem não pertence à elite. Espero, sinceramente, que o juiz que o condenou nunca tenha que julgar alguém que tenha sido PROFESSOR dele, que o ajudou a ser o que é hoje, um juiz, pois PROFESSORES SÃO EDUCADORES PARA A LIBERDADE, INCLUSIVE DE EXPRESSÃO. A sentença foi muito pesada, mal dosada, visivelmente tendenciosa. Já testemunhei JUÍZES, na sentença, embora obrigados a condenar o réu, demonstrarem o quanto as "vítimas" foram criminosas, também, e as sentenças terem sido menos pesadas. Todavia, pessoas mal formadas e mal informadas DEPENDEM, dentre outras "muletas", de que os advogados de defesa e os promotores mostrem-lhes como desenhar a letra "o" com um copo e não conseguem determinar quando a "vítima" é muito importante ou influente se não há "ruído" na comunicação.
 
Entre formigas e gafanhotos, aparentemente, a elite brasileira está perdida em suas avaliações morais, induzida pela mídia "pensante" que procede como os gafanhotos, ou seja, aquela que envia dinheiro para o exterior, "lava-o", utiliza "mulas" e "laranjas" e está apavorada pelo fato de esse "mecanismo" estar sendo desvendado. Se esse comentário soar despropositado, basta fazer algumas inferências, ligar pontos, analisar fatos …
 
Ler o conteúdo e, caso queira enviar mensagem de apoio a Emir Sader, utilize o endereço eletrônico que consta no texto. Não "monte" uma campanha de apoio (para isso existe um endereço eletrônico específico) nem apóie ou se solidarize com Emir Sader por meio de mensagem eletrônica, pois pode ser um recurso de "phishing" para cometer cybercrimes.
 

APOIO

Manifesto em solidariedade a Emir Sader

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Da Redação – Carta Maior

A sentença do juiz Rodrigo César Muller Valente, da 22ª Vara Criminal de São Paulo, que condena o professor Emir Sader por injúria no processo movido pelo senador Jorge Bornhausen (PFL-SC), é um despropósito: transforma o agressor em vítima e o defensor dos agredidos em réu.

O senador moveu processo judicial por injúria, calúnia e difamação em virtude de artigo publicado no site Carta Maior , no qual Emir Sader reagiu às declarações em que Bornhausen se referiu ao PT como uma "raça que deve ficar extinta por 30 anos". Na sua sentença, o juiz condena o sociólogo "à pena de um ano de detenção, em regime inicial aberto, substituída (…) por pena restritiva de direitos, consistente em prestação de serviços à comunidade ou entidade pública, pelo mesmo prazo de um ano, em jornadas semanais não inferiores a oito horas, a ser individualizada em posterior fase de execução". O juiz ainda determina: “(…) considerando que o querelante valeu-se da condição de professor de universidade pública deste Estado para praticar o crime, como expressamente faz constar no texto publicado, inequivocamente violou dever para com a Administração Pública, motivo pelo qual aplico como efeito secundário da sentença a perda do cargo ou função pública e determino a comunicação ao respectivo órgão público em que estiver lotado e condenado, ao trânsito em julgado”.

Numa total inversão de valores, o que se quer com uma condenação como essa é impedir o direito de livre-expressão, numa ação que visa intimidar e criminalizar o pensamento crítico. É também uma ameaça à autonomia universitária que assegura que essa instituição é um espaço público de livre pensamento. Ao impor a pena de prisão e a perda do emprego conquistado por concurso público, é um recado a todos os que não se silenciam diante das injustiças.

Nós, abaixo-assinados, manifestamos nosso mais veemente repúdio.

(Os que desejarem assinar, favor enviar e-mail para solidariedadeaemirsader@hotmail.com)

[Seguem os nomes dos que já assinaram o manifesto em:

http://agenciacartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=12736&editoria_id=4]