Como escolher o melhor candidato? quinta-feira, set 14 2006 

 

Como escolher o melhor candidato?

Por Flávio Amaral

Superinteressante, setembro de 2006, Super-Respostas para entender o mundo, página 42.

 

            Eu mal tivera tempo para terminar as leituras de Superinteressante e de Os caminhos da Terra – eu pago pelas assinaturas, portanto, não recomendo as leituras para ganhar dinheiro, assim como recomendo textos de revistas ou de jornais aos quais tenho acesso pela Internet “de grátis”, não preciso ser “usada” por pessoas que, como quem não quer nada, me obrigam a ouvir suas opiniões e recomendações ou me colocam em situações “ridículas”, porque não lhes dou prestígio nem lhes tenho respeito ou admiração – do mês de agosto, recebi as edições de Os caminhos da Terra e de Superinteressante.

A primeira, Terra, recebi logo no início de setembro; a segunda, só no dia 12/09, mas encontrei o “gigolô” de bancas de jornal, revista e distribuidora da metrópole de Itu, em local público, em que tinha que esperar minha vez para ser atendida, coincidentemente, no dia 11/09, portanto, desconfio que o atraso no recebimento da Superinteressante do mês de setembro esteja explicado. O “gigolô” deve ter retomado os “pontos” e queria demonstrar isso.

Como é meu hábito levar revistas em locais onde preciso aguardar minha vez na fila, está explicado que o “gigolô” tenha satisfeito a libido, testemunhando-me, ainda, de posse da edição anterior. O que os asnos carregados do crime organizado não sabem é, que, muitas vezes, posso até ter recebido a edição atual, mas levo alguma anterior, porque não tive tempo de lê-la inteira ainda, e a edição mais recente, na seção de cartas dos leitores, comenta algo que “perdi” de ler, não dei a devida atenção.

Dias antes, em outro lugar público, levara a edição com a capa sobre psicopatas, HÁ CINCO MILHÕES DELES NO BRASIL, de Superinteressante, de propósito, para que os psicopatas do local público recebessem o recado por estarem causando, mês a mês, problemas que exigem minha presença nesse local público para resolver. Como a edição é de julho de 2006, estávamos no início de setembro de 2006, certamente, o gigolô teve certeza, avisado pelas ratazanas de esgoto, de que minhas edições de Super estavam atrasadas novamente. Por duas vezes, recebi as edições lá pelo meio do mês. Na última vez, entrei em contato com o SAC da Editora Abril e resolvemos isso. No entanto, quem causou esses atrasos está atacando novamente: psicopata se considera poderoso e irresistível. Tadinhos, não entendem que meu intelecto é muito maior do que o deles, mas não para cometer crime e, sim, para detectá-los.

Como eu digitava, quando eu mesma me interrompi rudemente, a edição de setembro de 2006, de Superinteressante, traz, além do assunto de capa sobre terrorismo, esse do título desta inserção: “Como escolher o melhor candidato?”.

Já tirei cópia ampliada, A-3, e estou pensando onde melhor “grudar” essa cópia.

Os caminhos da Terra, revista da Editora Peixes, que iniciei a assinatura por meio da Editora Abril S / A, que me aguarde, pois os assuntos são sempre do meu agrado e merecem recomendação.

Voto de cabresto quinta-feira, set 14 2006 

 

Voto de cabresto

Por Rodrigo Rezende

 

Também merece ser lido com atenção.

Superinteressante, agosto de 2006, página 28.

 

O texto da capa, Os superpoderes do cérebro, está imperdível.

 

Já comentei que a Superinteressante, Editora Abril S / A e Os caminhos da Terra, Editora Peixes, foram duas entre as melhores fontes para eu preparar minha atividades pedagógicas, quando professora CONCURSADA, TITULAR DE CARGO EFETIVO NO MAGISTÉRIO PÚBLICO?

Sim, mas, como sempre, o crime organizado, responsável pela criação de “piolhentos” (lesados pelo desvio de dinheiro que deveria ter sido aplicado, entre outros, na Educação, para que conhecessem os direitos e exercessem a cidadania responsável) aliciava alunos e professores, para que furtassem as revistas, cujas assinaturas sempre foram pagas com o mísero salário de professora, que eu disponibilizava aos alunos. Ficavam em um armário, trancado, no fundo da sala. Pois os “piolhentos” forçavam a porta do armário, furtavam revistas e, quando algum desavisado destrancava o armário, emprestava as revistas para “seus” alunos, destruíam-nas. Estou com uma pilha de revistas Superinteressante, que trouxe de volta da escola, quando me aposentei, assim, ó, de edições destruídas, páginas rasgadas, capas arrancadas.

São esses irresponsáveis que elegem nossos “legítimos” representantes de cabresto: tanto aliciadores quanto aliciados.

“É a inguinorança que astravanca o pogréssio”.

Pense bem, antes de eleger os que ocuparão cargos no Executivo e no Legislativo: muitas vezes, o pomposo detentor de títulos acadêmicos é o grande responsável pelas mazelas deste País.  

Empresas psicopatas quinta-feira, set 14 2006 

 

Empresas psicopatas

Por Marcel Plasse

 

Recomendação de DVD, Seção SuperFetiche, Superinteressante, agosto de 2006.

 

Espetacular!

Principalmente, porque a metrópole de Itu tem esse grande problema, mas não está circunscrito às “grandes” empresas multinacionais. Pequenas e médias empresas tupiniquins, “aborígines” e forasterias,  também são psicopatas. Pior, ainda: a Prefeitura de Itu, desde o ano de 2000, tem, dentro dela, uma IMOBILIÁRIA, que recebe dinheiro de aluguel do próprio local em que a Prefeitura está instalada.

“Brava gente, brasileira / longe vá, temor servil/ ou ficar a Pátria livre / ou morrer pelo Brasil / ou ficar a Pátria livre / ou morrer pelo Brasil”.

 

Cruz, credo! Morrer e deixar o Brasil para os psicopatas medíocres? E alguém conhece psicopata que não seja medíocre? Papo furado de que psicopatas sejam muito inteligentes e carismáticos. Só podem ser inteligentes e carismáticos para quem não tem dignidade, amor próprio, auto-estima elevada.

 

A Corporação é um documentário francamente de esquerda que mesmo assim ganhou elogios de bíblias do capitalismo, como a revista The Economist. A partir da história da pessoa jurídica, o filme mostra que grandes empresas cada vez mais passam por cima da Justiça e de interesses nacionais. Entrevistas tanto de porta-vozes da esquerda mundial (Noam Chomski e Michael Moore) como de altos executivos da Shell e da IBM levam o espectador a uma conclusão assustadora: a pessoa jurídica é um psicopata que age a despeito da ética das pessoas físicas que a constituem.

 

Bastidores: A primeira versão do documentário tinha 33 horas, condensada a partir de 450 horas de filmagens e 100 horas de entrevistas”.

 

A Corporação. EUA, 2004. Direção: Mark Achbar e Jennifer Abbott. Página 95, da Super.

 

Please, invasores de micro, me poupem de ser recomendada a ler ou a assistir algo, fingindo-se endereços eletrônicos de minha reduzidíssima lista de endereços de correio eletrônico. Eventualmente, lerei ou assistirei ao que ME INTERESSA e não ao que, desesperadamente, querem demonstrar ou mostrar que me conhecem, sabem o que penso e o que falo. Como será que têm conhecimento disso? Ah, sou louquinha de pedra, com mania de perseguição. Não estou mais em sala de aula, porque “pirei” e pedi aposentadoria. Não porque fui atormentada pelo crime organizado.

Sou otária, mas não sou burra. Há uma enoooorme diferença entre ser otária e ser burra. Afinal, “somos todos asnos carregados”. Também há grandes diferenças entre ser otária, ser burra e ser asno carregado, porque “ser asno carregado” não depende de nossa vontade, mas da vontade dos patrões do crime organizado. Não me usem como escada, trampolim ou corrimão para seus interesses “particulares”, pessoais e intransferíveis, porque não os pari, não sou responsável pelos “buracos” em que se meteram e não têm moral para denunciar, porque participaram para cavar esses “buracos” e não impediram, em momento algum, que fossem cavados.