Leitura de cartas (de baralho): afasta amebas segunda-feira, jul 31 2006 

Card-reading

            Card-reading is a complicated art because of the large number of units involved – the fifty-two card of the pack – and their almost endless variety of possible combinations, for each card is affected by the cards close to it in the layout. You usually begin by choosing a court[1] card to represent the consulter or questioner. The simplest way of doing this is to base the choice on the colour of the consulter’s hair: Diamonds[2] for a blonde or red-haired person, Hearts for light brown hair, Clubs for dark brown hair, Spades for black hair. A man is represented by a king and a woman by a queen, so that the consulter’s card a black haired man would be the King of Spades.

            Once the consulter’s card has been chosen, the other court cards stand for people in the consulter’s life – past, present our future. The knaves represent friends, or sometimes relatives, or else the thoughts of the kings. Interpretations of the court cards vary in detail, but they are generally agreed to have roughly the following meanings:

            SPADES

            KING: A man of ambitious, determined, forceful character, likely to be successful in life and love; a terrible enemy if opposed; possibly of military inclination.

            QUEEN: A widow; also a temptress[3], a seductive[4] but cruel and dominating woman, with an appetite for power, money and luxury; unreliable and unscrupulous[5]; she means trouble.

            KNAVE: A man who exploits his friends, or one who means well but makes trouble; dark, handsome and lazy; possibly a murderer.

            HEARTS

            KING: A handsome, kindly, amiable man, probably of high social status or holding some important position; generous, irritable, careless in speech, fundamentally good-natured; possibly a naval officer.

            QUEEN: A good woman, lovable, faithful and affectionate; sensible, good tempered, easy-going, fond of company.

            KNAVE: The consulter’s best friend or closest relative; alternatively, a charming but unreliable young man; a practical joker; possibly a homosexual.

            DIAMONDS

            KING: A man primarily interested in money and worldly matters; a businessman; dominating, ruthless[6], stubborn, hot-tempered; an unfaithful husband or lover; not a friendly person unless he wants something from you.

            QUEEN: A good-looking, flirtatious woman, very attractive to men, pleasure-loving, fashionable and sophisticated; empty-headed; a lover of gossip and scandal.

            KNAVE: An able young man, likely to succeed; not a reliable friend, as he concentrates on his own interests; stubborn and easily angered.

            CLUBS 

            KING: A man of strong and honourable character, a good husband and father, a loyal friend; reliable, humane, clever, helpful.

            QUEEN: An attractive, intelligent, highly-sexed woman, moody and changeable but affectionate; good at keeping secrets and likely to have a cutting sense of humour.

            KNAVE: A good friend, reliable and helpful: sincere and open-hearted, a person of integrity[7]; enterprising and intelligent, likely to be touchy[8] and extravagant.

(Richard Cavendish, Encyclopedia of the unexplained. Pages 141, 142, 143 of Words, Alan Maley and Alan Duff, Cambridge University Press, Cambridge, London / New York / Melbourne, Cambridge University Press 1976.)

 


[1] Court card: a King, Queen or Knave.

[2] Diamonds, hearts, spades, clubs: are known as ‘suits’ in the pack of cards.

[3] Temptress: a woman who influences men’s will.

[4] Seductive: attractive.

[5] Unscrupulous: without principles.

[6] Ruthless: merciless.

[7] Integrity: firmness, honesty.

[8] Touchy: easily offended.

Quando o professor resolve… quarta-feira, jul 12 2006 

Regina Maria Hubner (org.)
Lígia Chiappini (Supervisão)
Quando o professor resolve… Experiências no Ensino de Português.
Edições Loyola, São Paulo, Brasil, 1989.
 
SUMÁRIO
Apresentação: Lígia Chiappini ….. 7
Introdução: Equipe de professores-pesquisadores do Estágio de Formação do Educador em Serviço (EFES) … 16
I – ALFABETIZAR
1. Vivendo a teoria e a prática da alfabetização. Ione Aparecida Cardoso Olineiri, Jacira Maria Berghe, Maria Elizabete Tomazini ….. 19
2. E a coragem para mudar? Ana Maria Pereira Pavanelli ….. 33
3. Debate ….. 41
 
II – MEXER (CON)TEXTOS
1. A farra do boi: interpretação e produção de texto e visita à fazenda São Miguel: vivência e produção de texto. Maria Lúcia Bernardini ….. 59
2. Produção de texto: O processo e a realização do júri. Filomena Magda Racca ….. 69
3. Leitura, Resumo e Comentários de Artigos de Jornais. Filomena Magda Racca ….. 73
4. O mito de Édipo e a novela Mandala. Maria Lúcia Bernardini ….. 77
5. A morte de Drummond. Maria Lúcia Bernardini ….. 81
6. Debate ….. 87
 
III – LER E ESCREVER COM OS ALUNOS
1. Guia de Leitura. Maria Lúcia Bernardini ….. 103
2. O gato solitário: conclusão de história. Maria Lúcia Bernardini ….. 109
3. Leitura e produção de textos na 4.ª série. Denize Aparecida M. Gusmão ….. 115
4. Correspondência. Therezinha J. S. Fernandes ….. 121
5. Começando com o diário. Lúcia de Castro Cerqueira Roberto ….. 125
6. Atividades com a literatura infantil na escola. Ruth Antunes de Lemos ….. 131
7. Brincando com poesias. Ruth Antunes Lemos ….. 135
8. Uma experiência com leitura no curso magistério. Rose Mary Menezes Marinelli, Sônia Maria Alvarez Rios …..139
9. Debate ….. 145
 
IV – REPENSAR O ENSINO DA GRAMÁTICA
1. Ensino de língua: alternativas ou solução? Equipe de professores-pesquisadores do Estágio de Formação do educador em Serviço (EFES) ….. 163
2. Debate ….. 183
 
V – REINVENTAR A MONITORIA
1. Reunindo experiências. Mariana G. Zimmermann, Rose Mary Elias ….. 199
2. Debate ….. 211

Parreirada eleitoral quarta-feira, jul 12 2006 

 

Não deixe que mensaleiros, sanguessugas e implicados em crimes diversos usem a eleição para escapar da Justiça.
Adote e divulgue esta campanha.

Parreirada eleitoral

Coluna semanal no Diário do Comércio de São Paulo:

No Brasil, durante o período da Copa do Mundo, mesmo quem não entende nada do assunto e normalmente não se interessa por futebol acaba por se envolver com o tema. É o caso deste que escreve.

Não tenho idéia da diferença entre um quarto-zagueiro e um volante, não sei distinguir entre um “atacante” e um meio-de-campo avançado, ignoro quais sejam os méritos e deméritos relativos de Ronaldinho Gaúcho, Miroslav Klose, Gennaro Gattuso ou Thierry Henry.

Mas uma coisa sei – que aquele discursinho “pragmático” do técnico Carlos Alberto Parreira de pragmático nada tinha, disfarçando apenas um vazio de idéias e um compromisso com a conversa fiada como método de levar a vida.

Diferentemente do que querem nos impingir, pragmatismo não significa vencer jogos contra times irrelevantes. Pragmatismo é manter-se sempre aceso ao que a realidade ensina, processar essas informações e agir de acordo, para mudar essa realidade.

Pragmatismo foi a última coisa que se viu na gestão Parreira.

A importância do futebol na vida brasileira dá sentido a uma infinidade de metáforas que giram em torno desse esporte, e a política é palco freqüente de sua aplicação.

Digamos que o eventual (e)leitor não seja o Parreira, mas alguém dotado de um mínimo de apego à materialidade da vida, e digamos que precise escalar um time legislativo.

O plantel que tem à sua disposição inclui diversos parlamentares com ficha limpa, mas também é povoado por quase duas centenas de comes-e-dormes que respondem a processos na Justiça por crimes diversos. Do mensalão ao contrabando e ao tráfico de drogas, inúmeros deputados federais processados na Justiça buscam reeleição este ano.

Pois bem, será que, na eleição, de fato vale a pena insistir na escalação dessa gente? Será que faz sentido votar, ou apoiar eleitoralmente, um sujeito indiciado no caso do mensalão, ou dos sanguessugas?

Parreira insistiu na escalação de gente que se mostrava despreparada para, no campo, cumprir o papel que lhes caberia. Ao fazê-lo, agiu de forma antipragmática.

É o que fará o eleitor se permitir que mensaleiros, vampiros e outros animais dessa mesma qualidade retornem à Câmara dos Deputados.

A metáfora futebolística cessa por aqui, pois ser derrotado antes da hora numa Copa do Mundo não traz nenhuma diferença para a vida das pessoas.

Já permitir que pessoas indiciadas em processos criminais sejam eleitas para o Congresso Nacional é dar tiro no próprio pé. Literalmente, é entregar o ouro pro bandido.

Não se deve permitir que mensaleiros e companhia bela sejam reeleitos. Para ajudar a evitá-lo, a Transparência Brasil lançou a campanha “Não vote em mensaleiro”.

A campanha se instrumentalizará com diferentes iniciativas, a principal sendo a publicação, no final de julho, de um banco de dados na Internet com os históricos de todos os candidatos à reeleição à Câmara dos Deputados, e mais as fichas de indivíduos notórios que se candidatarem, como ex-ministros, ex-governadores, ex-presidentes de partidos políticos etc.

Isso permitirá que o eleitor compare o currículo de vida de gente com passado limpo com as folhas-corridas de pessoas sobre as quais pesam suspeitas cabeludas.

Uma campanha como essa só pode ter chance de atingir contingentes maiores do eleitorado se adotada por veículos de comunicação. De fato, muito pouca gente tem acesso à Internet, e ainda assim só uma pequena parcela se inteirará dos históricos dos candidatos.

Aderir à campanha é simples – basta adotar o slogan “Não vote em mensaleiro”, divulgá-lo e informar o endereço de Internet da Transparência Brasil (www.transparencia.org.br).

Os veículos que fizerem isso contribuirão para a melhoria do processo político brasileiro. Ajudando a barrar a eleição de pessoas indiciadas como réus em processos criminais, evitarão cometer a “parreirada” de reincidir teimosamente nos mesmos erros.

http://crwa.zip.net/

Blog “A coisa aqui tá preta”.