INEZITA BARROSO – SITE OFICIAL quarta-feira, mar 11 2015 

Inezita Barroso faleceu em 08-03-2015, domingo, aos 90 anos de idade.

INEZITA BARROSO – SITE OFICIAL.

Poeta e Escritor Jessier Quirino – YouTube – Entrevista / Apresentação em Sr. Brasil segunda-feira, fev 16 2015 

Muito conhecido, na Internet, pelo poema “Vou me embora pro passado”, Jessier Quirino é entrevistado em 13 de julho de 2013:

Poeta e Escritor Jessier Quirino – YouTube.

Abaixo, o link para ouvir e vê-lo declamando “O trem da Great West” no programa de abril/2014, Sr. Brasil, Rolando Boldrin:

http://youtu.be/-q3_MyQ-s5o

O terrível mundo dos comentários na Internet – Superinteressante segunda-feira, fev 16 2015 

De debates todos gostamos. Antes de seguir a leitura da sugestão abaixo, leia a postagem, neste blog, sobre um debate religioso (humor) entre uma igreja católica e uma igreja presbiteriana sobre a afirmação “todos os cães vão para o céu”.

De modo bem humorado (em inglês), a discussão jamais terá fim. Aparentemente, isso acontece com os comentários na internet.

https://maluber2.wordpress.com/2011/09/29/all-dogs-go-to-heaven-debate-religioso-humor/

“Por que sites de notícias e redes sociais são infestados de comentários cheios de ódio, rancor e extremismo? O que são haterstrolls? Do que se alimentam? Como identificá-los?”

É do que você tomará conhecimento se clicar abaixo.

Aproveite para ler os comentários que seguem o texto.

Superinteressante! Ah, esse também é o nome da revista da Abril e o texto é de outubro/2014.

O terrível mundo dos comentários na Internet – Superinteressante.

Avenida. São João – E2 – anexo em Power Point – de Gilberto Calixto Rios – recebido em 25-01-2015 quarta-feira, jan 28 2015 

 

Gilberto Calixto Gil escreveu no corpo da mensagem:

“Amigos:
Em comemoração ao aniversário de São Paulo,  que neste 25 de janeiro completa 461 anos de sua fundação, envio a todos uma trabalho sobre a avenida São João. Muitos já devem ter visto essa apresentação, que fiz há alguns anos, mas que agora vem repaginada. Espero que seja do agrado de todos.
Um grande abraço,
Gilberto Calixto Rios”

Todos os “slides” são deslumbrantes, com histórico da Avenida São João, com imagens pictóricas, com fotos antiquíssimas até as mais atuais.

Destaco, dentre os “slides”, duas fotos: uma de 1921 que mostra o edifício Central dos Correios e Telégrafos (DCT) em construção na Avenida São João; outra, de 1922, que mostra a inauguração do edifício-sede dos Correios na Avenida São João.(MLB)

08 – Avenida São João_de Gilberto Calixto Rios_recebido em 25jan2015

Borghi Júnior faleceu em São Paulo – SP em 26 janeiro 2015 terça-feira, jan 27 2015 

Imagem captada do blog de Milton Neves, Terceiro Tempo

Imagem captada do blog de Milton Neves, Terceiro Tempo

Tributo ao tio Borghi, casado que foi com tia Durva(lina), irmã de minha mãe Adalgisa [Dalza], pais dos primos Débora, Darlene, Dante e Denis.

Além de narrador esportivo de rádio, Borghi Júnior foi professor de Educação Física e lecionou em uma escola na Zona Oeste da capital paulista por mais de 10 anos. Atuou nos últimos anos de vida com uma empresa de Relações Pública, também em São Paulo. 

Nascido no dia 15 de abril de 1931, em São Paulo-SP, deixa quatro filhos e cinco netos.

‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’ – Jornal O Globo terça-feira, jan 13 2015 

Recebi a indicação deste desabafo e tributo dos pais de Alex Schomaker Bastos de meu primo PR.

‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’

Pais de Alex Schomaker Bastos escrevem carta para o estudante, morto por ladrões na semana passada em Botafogo

POR ANDREI BASTOS E MAUSY SCHOMAKER

13/01/2015 5:00

Estudante de biologia Alex Schomaker Bastos, morto a tiros por ladrões em Botafogo – Reprodução / Facebook

“Alex, esta carta é para você ler onde quer que esteja, já que você nos foi tirado pela incompetência do Estado. O do Rio de Janeiro e o do Brasil.

Esta carta é para você, que estudou em bons colégios porque nós, seus pais, tivemos condições de te dar o melhor estudo possível.

Esta carta é para você, tão elogiado pelos seus professores desde o primário até o final da Faculdade de Biologia da UFRJ e da Faculdade de Educação. Para você, que vai receber seu diploma no próximo dia 26, mas um diploma post-mortem que nós receberemos, com muito orgulho, em seu nome.

Esta carta é para você, que no memorial descritivo para o mestrado em Biologia, também na sua querida Universidade Federal do Rio de Janeiro, escreveu que gosta de ciência e tecnologia desde pequeno, que se interessa pela origem e pela história da VIDA, estudando com muito interesse a evolução, os fósseis e a bioquímica, e que teve seu interesse despertado para as ciências quando recebeu de presente de Natal um kit de química experimental. Você disse no seu memorial descritivo que, a partir daquele instante, sabia que queria fazer algo relacionado à ciência e à vida. Que ironia.

Nós, seus pais, estamos escrevendo esta carta para pedir desculpas por não termos conseguido te proteger da violência de uma cidade abandonada e entregue à própria sorte.

Te pedimos desculpas por não termos te protegido dos assassinos, provavelmente jovens, que não tiveram uma família como a sua. Infelizmente, filho, nós, que te ensinamos a perdoar, não estamos seguindo o que tanto te ensinamos: Filho, não temos condição de perdoar.

Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos. Não perdoamos os assassinos, não perdoamos os governantes, não perdoamos as autoridades. Mas temos que te dizer que estamos tentando ter confiança na Justiça. Que os seus assassinos serão presos e receberão uma pena justa. Não queremos vingança. Lembre-se que nós sempre te ensinamos a não ser vingativo.

Esta carta é para te lembrar que este ano o Rio de Janeiro vai fazer 450 anos e muitas comemorações estão programadas. Mas você não vai assistir a nenhuma porque foi assassinado com SEIS TIROS no ponto de ônibus da Rua General Severiano, porque você prefere pegar o ônibus 434. E no Rio de Janeiro que comemora 450 anos, é crime escolher o ônibus favorito.

Esta carta é para te lembrar que o novo/velho governo escolheu como lema “Brasil, pátria educadora”.

Meu filho, nos despedimos pedindo perdão por não termos conseguido te proteger. Jamais nos perdoaremos.

EU SOU ALEX, SEMPRE”.

via‘Lamentamos não conseguir seguir o que te ensinamos. Nós não perdoamos’ – Jornal O Globo.

Fazenda Paraizo: há quatro gerações com a família Bicudo – apresentação de 2013 em Power Point terça-feira, jan 13 2015 

Esta apresentação me foi enviada em 2013 por Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

Faz um apanhado resumido da Fazenda Paraizo e das iniciativas para torná-la um ponto turístico e autossustentável.

Demorei para postá-la, mas valeu a pena.

É preciso ter paciência para abrir o anexo.

Apresentação de 2013_Fazenda Paraizo há quatro gerações com a família Bicudo

Nautimodelismo na Wikipédia e as vitrines e estantes de meu primo Paulo Roberto segunda-feira, jan 12 2015 

 Antes de completar esta postagem com fotos, conheça um pouco sobre nautimodelismo.

Nautimodelismo – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Costumo receber mensagens de e-mail de meu primo PR mostrando modelos de navios, veículos motorizados, dentre eles tanques, que terminou, com fotos ilustrativas não apenas dos modelos terminados, mas também pelo menos uma foto original comparativa.

Relacionam-se, usualmente, à 2.ª Guerra Mundial e os modelos são das mais diversas nacionalidades.

Como meu primo os expõe em casa, não tem nenhum blog para exibi-los, recentemente pedi a ele que me enviasse fotos das estantes em que os expõe.

No início deste mês de janeiro de 2015, gentilmente, enviou-me as fotos de três estantes e dois expositores de parede.

Tomo a liberdade de exibir as fotos enviadas:

4. Expositores de modelos navais Paulo Roberto jan2015 identificado4. Expositores de modelos navais Paulo Roberto jan2015 identificado3. Expositores de modelos navais Paulo Roberto jan2015 identificado

os abstratos poemas da resistência – Blog de Ricardo Augusto Carneiro segunda-feira, jan 5 2015 

Ricardo Augusto Carneiro, um ex-aluno sobre quem recebo notícias e, se Deus quiser, manteremos contato por meio de mensagens de e-mail.

Como é bom receber notícias de quem fez parte de nossa vida profissional e, a partir de agora, é um amigo.

Gostei do blog, Ricardo, pretendo retornar a ele com mais tempo.

os abstratos poemas da resistência.

Espaço Paraizo Salão de Eventos a ser inaugurado em 2015 – apresentação em Power Point quarta-feira, dez 31 2014 

O anexo em Power Point – apresentação em PPS – mostra fotos do acervo de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo (de 2005) da Tulha da Fazenda Paraizo, em Itu – SP, como era por fora  e fotos externas, atuais, antes da inauguração prevista para 2015 do Espaço Paraizo Salão de Eventos.

Insiro uma foto, acervo de Joaquim Emídio, que mostra a Tulha antes do restauro e da reforma, além da visão da ex-Ponte Nova (a branca, da década de 1940) e o mais recente acesso (verde) para a rodovia que leva à cidade de Jundiaí:

Acervo de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo: Tulha de 1870 e arredores

Acervo de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo: Tulha de 1870 e arredores

Preparei esta apresentação enquanto aguardo que o amigo Joaquim Emídio avise sobre a data da inauguração.

Espaço Paraizo Salão de Eventos a ser inaugurado em 2015

Espaço Paraizo Salão de Eventos – Itu – SP; será inaugurado em 2015 segunda-feira, dez 22 2014 

 Mais uma iniciativa do proprietário Joaquim Emídio Nogueira Bicudo, da Fazenda Paraizo, em Itu – SP, no intuito de transformá-la em autossustentável, para que a antiga Casa-Sede, ou Sobrado, seja restaurado e preservado para abrigar projetos sociais que beneficiem Itu e região.

Em breve, a antiga Tulha estará funcionando como um Salão de Eventos.

Antiga Tulha da Fazenda Paraizo, atual Espaço Paraizo Salão de Eventos - frente - com a roda d'água de origem inglesa preservada

Antiga Tulha da Fazenda Paraizo, atual Espaço Paraizo Salão de Eventos – frente – com a roda d’água de origem inglesa preservada

Dentro dela, as antiquíssimas peças de beneficiamento do café preservarão a História da época em que a Fazenda Paraizo foi uma das maiores produtoras de café do Estado de São Paulo.

Espaço Paraizo Salão de Eventos Itu SP

ESPAÇO  PARAIZO – SALÃO DE EVENTOS – ITU

Avenida  Ermelindo Maffei, km. 102   (antiga Rod. Dom Gabriel P. Bueno Couto)

(ao lado do Campos de Santo Antonio)

Telefone          (11) 4022 66 95        –          Celular  (11) 9.8219 38 67

Instant Discoveries – a mais nova ferramenta de MyHeritage sábado, dez 13 2014 

 É com imenso prazer que divulgo sobre a ferramenta “Instant Discoveries”, do MyHeritage, onde mantenho a árvore genealógica dos Bernardini, desde os bisavós Pietro e Maria Fortunata, enriquecida com informações sobre os Micai que me foram fornecidas por Geraldo Micai e com contribuição de vários descendentes tanto dos Bernardini quanto dos Micai.

Sent: Friday, December 12, 2014 12:23 PM

Oi Maria Lúcia,

tudo bem?
É com prazer que nós anunciamos a mais nova ferramenta de MyHeritage: Instant Discoveries™ – uma revolucionária experiência para todos com um interesse na genealogia, em especial para os iniciantes. Esta notícia foi mostrada até mesmo na TV americana: Fox News.

As Instant Discoveries™ mostram informações sobre antepassados e familiares já no cadastro no site de MyHeritage, uma introdução rápida e perfeita ao fascinante mundo da genealogia familiar. Basta incluir algumas informações sobre si próprio, sobre os pais e sobre os avós e o usuário estará entrando no mundo da genealogia com o pé direito – as nossas poderosas tecnologias irão buscar informações no banco de dados gigantesco de MyHeritage e também entre os nossos registros históricos.
Em poucos segundos os usuários podem ser surpreendidos com uma Instant Discovery™, que apresenta um provável familiar, juntamente com uma miríade de informações adicionais, incluíndo um ramo familiar inteiro, nomes, fatos, fotos e documentos. Os usuários podem então, com apenas um clique, adicionar todas estas informações às suas árvores genealógicas.
Para demonstrar como as Instant Discoveries™ funcionam, convidamos passantes de vários locais em Nova Iorque, como a Times Square ou a Central Station a testarem a nova ferramenta. As reações das pessoas, que participaram do teste, provam como a história familiar pode ser uma experiência super emocional e recompensadora, também para os iniciantes. Este vídeo é um dos mais bonitos jamais produzidos, na área da genealogia e aqui vai o link se quiser incluir diretamente no seu blog.

Ficariamos muito honrados se pudesse nos ajudar a espalhar esta notícia.
Segue abaixo a nota de imprensa e o link para o nosso blog.
Abraço,
Karen
Link para o blog:
http://blog.myheritage.com.br/2014/12/apresentando-instant-discoveries%E2%84%A2/

Nota de Imprensa:

MyHeritage lança ferramenta completamente única para levar a genealogia a todos

Com as Instant Discoveries™ leva apenas alguns segundos para descobrir antepassados e criar uma árvore genealógica repleta de familiares

SÃO PAULO, Brasil & TEL AVIV, Israel – 10 de dezembro de 2014. MyHeritage, o endereço número um para descobrir, preservar e compartilhar a história familiar, acaba de revelar a ferramenta Instant Discoveries™ (Descobertas Instântaneas), uma nova e revolucionária forma de explorar o passado da família. Informações sobre os antepassados e mesmo parentes mais próximos são fornecidas já no próprio processo de registro no site. As Instant Discoveriespermitem um acesso interessante, gratuito e traz uma recompensa imediata àqueles que se aventuram pelo mundo da história familiar.

Ideal para pessoas que ainda sabem pouco sobre a própria história familiar, durante o processo de registro no site, MyHeritage pergunta aos usuários iniciantes informações básicas sobre apenas 7 membros da família: eles mesmos, seus pais e avós. Assim, entram em ação poderosas tecnologias de busca que pesquisam informações sobre a família automaticamente no vastíssimo banco de dados de MyHeritage, com bilhões de registros históricos. Em segundos, os usuários recebem uma Instant Discovery exibindo um provável antepassado, juntamente com uma imensidão de informações relacionadas a ele, incluíndo um ramo familiar completo, nomes, fatos, fotos e documentos. Os usuários podem então utilizar todas estas informações na sua própria árvore genealógica, com um só clique.

“Estamos muito felizes com as Instant Discoveries™”, comenta Gilad Japhet, criador e CEO do MyHeritage. “É um deleite para qualquer usuário iniciante poder descobrir informações sobre sua família imediatamente, o que também vai de acordo com o nosso lema de fazer a história familiar mais acessível e prazerosa para todos. Nós realmente nos preocupamos em criar tecnologias inovadoras, para reinventar a maneira como a genealogia é explorada.”

Para mostrar as Instant Discoveries™ em ação, pedimos para passantes testar esta nova tecnologia em vários locais de Nova Iorque, como a Times Square ou a Grand Central Station. As reações das pessoas que participaram, veja aqui o vídeo, prova que a história da família pode ser uma experiência muito intensa e rica, até mesmo para novatos da genealogia.

As Instant Discoveries™ são fruto de uma nova tecnologia que aprimora as já conhecidas tecnologias de MyHeritage de Smart Matching™ e Record Matching, oferecendo excelentes resultados. Elas respeitam a privacidade dos outros usuários e exclui informações sobre pessoas vivas.

Mike Mallin, o Diretor de Produtos de MyHeritage complementa: “Milhões de pessoas querem entender melhor a si mesmos e querem encontrar suas raízes. Nosso trabalho é permitir que este seja um processo simples e mágico. Até agora, pesquisar a família era uma tarefa árdua, que requeria muito tempo. Através das nossas Instant Discoveries™, os usuários podem encontrar seus familiares instantes depois de se cadastrarem”.

A taxa de sucesso das Instant Discoveries™ depende de vários fatores, tais como o país de origem e o grau de detalhamento das informações iniciais. Em alguns países ela bate nos 35%. Com aproximadamente 1 milhão de novos perfis de árvore genealógica e 5 milhões de registros históricos sendo adicionados ao MyHeritage diariamente, esta marca vai se elevar constantemente com o passar do tempo. Nos próximos meses, esta tecnologia também estará disponível para os usuários antigos de MyHeritage, que serão capazes de tirar proveito da mesma para lançar novas informações em suas árvores, com apenas um clique.

Com o lançamento das Instant Discoveries™ e as notícias recentes de integração das tecnologias de MyHeritage por firmas líderes do mercado como a 23andMe, FamilySearch e outros parceiros ainda, MyHeritage está assegurando sua posição de líder tecnológico do mercado de genealogia.

Para testar você mesmo as Instant Discoveries™, vá até www.myheritage.com.br e faça o seu cadastro gratuito.

Sobre o MyHeritage

MyHeritage é o endereço ideal para descobrir, preservar e compartilhar a história da sua família. De forma inovadora e com o uso inteligente das tecnologias, MyHeritage está transformando a história familiar em uma atividade que é acessível e que dá resultados imediatos. Sua base de usuários global tem acesso a um banco de dados de registros históricos gigantesco, às coleções de árvores genealógicas mais internacionais e às tecnologias de busca por coincidências. MyHeritage é o ponto de encontro de milhões de famílias e oferece a elas um modo simples para a partilha da sua história, tanto a passada e a presente e é um verdadeiro tesouro para as gerações vindouras. MyHeritage está disponível em 40 idiomas.

www.myheritage.com.br

Contato:

MyHeritage: Karen Hägele
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Fone: +55 (11) 3042 1278
Email: Karen.hagele@myheritage.com

Karen Hägele
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Benedicto Calixto 2 – E quarta-feira, nov 19 2014 

A segunda parte do PPS “Benedito Calixto, o pintor das praias paulistanas”, desta vez com a pintura histórica e religiosa de Benedito Calixto.

“Sent: Monday, November 17, 2014 8:40 PM

Amigos:
Conforme lhes prometi na última apresentação, envio agora a segunda parte do PPS “Benedicto Calixto, o pintor das praias paulistas”, mostrando desta vez,  sua pintura histórica e a religiosa.
A propósito, como muitos me perguntaram, sou bisneto do pintor.
Abraços,
Gilberto Calixto Rios” 

Clique para abrir o arquivo em extensão “pps”

Benedicto Calixto 2_de Gilberto Calixto Rios_mens receb 17nov2014

A Escada, o Milagre de São José – O mistério da escada Milagrosa de São José – Orações à São José – Oração, Devoção, Novena, Tríduo, Operário, Carpinteiro, Pai adotivo, escada de São José que leva ao Céu. quarta-feira, nov 12 2014 

Embora esse milagre seja bastante divulgado entre os católicos e encontremos muitas postagens, na Internet sobre esse milagre atribuído a São José, não sei por qual razão decidi postar um dos textos que conta sobre a Escada Milagrosa de São José.

Talvez porque esteja admirada com a recente pintura externa da Igreja de Santa Rita, tenha pensado numa possível vigilância por meio de câmeras que gravem o tempo todo toda e quaisquer atitudes de vândalos pichadores, talvez porque tenha lido em “A Federação” um comentário sobre a pintura recente e como fazer para preservá-la daqueles que causam danos a ela.

Quem sabe uma empresa de segurança pudesse – mas também não conheço a legislação e até que ponto o que sugiro seria considerado invasão de imagem privada ou nada se poderia fazer caso as câmeras flagrassem atos de vandalismo – instalar e monitorar, gratuitamente, câmeras de vigilância e, em caso de vandalismo contra a Igreja Santa Rita acionasse a polícia para que os policiais  detivessem os infratores. Sei lá, de repente, um milagre para preservar um patrimônio religioso e histórico de Itu – SP.

A Escada, o Milagre de São José – O mistério da escada Milagrosa de São José – Orações à São José – Oração, Devoção, Novena, Tríduo, Operário, Carpinteiro, Pai adotivo, escada de São José que leva ao Céu..

Saudades eternas – MyHeritage Blog em Português sexta-feira, nov 7 2014 

Leia a postagem do MyHeritage Blog em Português e conheça a vencedora e o prêmio que recebeu.

Saudades eternas.

Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria* quarta-feira, out 29 2014 

Comprei a minha revista no dia 10/10/2014 e só neste momento estou podendo recomendar a compra e a leitura dela.

Fiquei muito contente, pois, dentre os excelentes textos,  nas páginas 20 e 21, “Como eu faço?”, “Manual de Boas Maneiras”, o texto de Carla Pimentel, ilustração de Giovana Medeiros, “Sua origem, sua história”, trata de árvore genealógica: na dica de número 4, Organize os dados, há a recomendação para o site MyHeritage.Com.

Sorria Nº 40. Saber cuidar | Revista Sorria*.

Benedicto Calixto – O Pintor das Praias Paulistas (5) com arquivo extensão “pps” quinta-feira, out 16 2014 

 Benedicto Calixto_recebido de Gilberto Calixto Rios em 14out2014

Mensagem recebida de Gilberto Calixto Rios em 14-10-2014 =

“Amigos:
Nesta data, em 1853, nascia o pintor Benedicto Calixto, o artista que, como ninguém, retratou as praias do litoral paulista. Aproveitando o ensejo, fiz esta apresentação mostrando alguns de seus mais belos trabalhos nesta temática. Posteriormente faremos uma segunda parte, onde estarão representadas suas pinturas do gênero histórico e religioso, onde ele também foi mestre.
Abraços a todos,
Gilberto Calixto Rios”

Faça uma homenagem aos que já partiram / MyHeritage Blog em português quinta-feira, out 16 2014 

Faça comentários na postagem e a melhor homenagem será escolhida e premiada no dia 03-11-2014.

Clique abaixo:

Faça uma homenagem aos que já partiram.

Como Estrelas Na Terra – Legendado – YouTube segunda-feira, out 13 2014 

Taare Zameen Par (Hindi : तारे ज़मीन पर / Inglês: Like Stars on Earthbr: Somos Todos Diferentes/Como Estrelas na Terra) é um filme indiano de 2007. Aamir Khan além de dirigir, atua no papel do professor Nikumbh. A estréia do filme nos cinemas foi em 21 de dezembro de 2007 e foi lançado em DVD em 2008 na Índia como Taare Zameen Par e em 2010 seus direitos foram comprados pela Walt Disney Home Entertainment para ser distribuído comercialmente no Reino Unido, Estados Unidos e Austrália, como Like Stars on Earth.

Sinopse de “Como estrelas na Terra”

Ishaan é um garoto de nove anos que não possui muitos amigos. Vive com sua família em uma pequena comunidade da Índia. Ishaan apresenta muitas dificuldades na escola, tendo sido reprovado no ano anterior e tendo risco de ser reprovado novamente. Já seu irmão é o melhor da classe, com notas altíssimas e um grande sucesso nos esportes também. Após uma reunião com os professores de Ishaan, que informam aos pais que o menino não apresenta avanços na escola, o pai decide enviar o garoto a um colégio interno para que seja disciplinado e consiga êxito nos estudos. Após um período em que Ishaan se sente cada vez mais triste e solitário, sofrendo severas punições dos professores, ele conhece o professor Nikumbh, que além do trabalho no colégio, leciona também em um colégio para crianças com necessidades educacionais especiais. É o professor Nikumbh que descobre que Ishaan tem dislexia e, com ajuda dele, junto com os outros professores e com a família de Ishaan, o garoto começa a compreender o mundo da leitura e da escrita e vê sua infância tomar um rumo diferente

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Taare_Zameen_Par

 

Como Estrelas Na Terra – Legendado – YouTube.

Graças à prima Sensão, assisti ao filme e recomendo da mesma maneira que foi recomendado a uma pessoa querida por uma psicopedagoga.

Não é específico para quem convive com portadores de dislexia, caso da personagem principal, mas para qualquer pessoa que saiba que todos somos diferentes.

MyHeritage Library Edition – mensagem recebida de Karen e Press Release em “pdf” sábado, out 11 2014 

 

Mensagem recebida em 10-10-2014:

Boa tarde Maria Lúcia,
tudo bem?

Acabamos de lançar uma novidade: uma versão institucional de MyHeritage, intitulada MyHeritage Library Edition™, para permitir que bibliotecas e institutos educacionais em todo o mundo tenham acesso instantâneo a bilhões de documentos históricos mundiais.
Juntamente com este lançamento, MyHeritage iniciou uma parceria estratégica com a EBSCO Information Services (EBSCO)l. A EBSCO é o provedor de conteúdo de pesquisa online para bibliotecas líder do mercado, e o distribuidor exclusivo da MyHeritage Library Edition™.
A MyHeritage Library Edition™ é uma das maiores fontes do gênero do mundo e a mais internacional. Os dados incluem registros de nascimento, óbito e casamento, de 48 países, os censos completos dos Estados Unidos e Reino Unido, registros de imigração, militares e de sepultamento, além de mais de 1.5 bilhões de perfis de árvore genealógica. O banco de dados está disponível em 40 idiomas, o que constitui o banco de dados mais internacional do mercado. E ele cresce a um passo de mais de 5 milhões de registros históricos sendo adicionados diariamente.
Para mais informações em relação à MyHeritage Library Edition™, visite: MyHeritagelibraryedition ou assista o filme, no mesmo endereço.
Também incluí a nota de imprensa oficial.
Ficaria feliz se pudesse ajudar a divulgar a notícia.
Abraço,
Karen


Karen Hägele
Country Manager Brasil & Portugal
Fone: +55 (11) 3042 1278  karen.hagele@myheritage.com/www.myheritage.com.br
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O Press Release enviado por Karen, no parágrafo “Também incluí nota de imprensa oficial” pode ser lido em arquivo extensão “pdf”:

MyHeritage e EBSCO Information Services unem-se para levar o MyHeritage a Instituições educacionais e bibliotecas do mundo todo_Press Release

Parabéns por mais esta parceria MyHeritage e EBSCO

Super-heróis no enterro de um garotinho – MyHeritage Blog em português quarta-feira, out 8 2014 

A homenagem ao filho que morreu de câncer aos cinco anos de idade.

Tocante!

Super-heróis no enterro de um garotinho.

Fotos, livros e documentos antigos – como conservá-los – MyHeritage Blog em português quarta-feira, out 8 2014 

Compartilhado do MyHeritage Blog em Português

Fotos, livros e documentos antigos – como conservá-los.

Cadê o meu abraço?: Martha Medeiros – Jornal Zero Hora – 14/09/14 – O galão d’água (“coisas” do Japão) domingo, set 28 2014 

Crônica de Martha Medeiros, “O galão d’água”, foi publicada no Jornal Zero Hora e reproduzida no jornal “A Federação”, de Itu – SP, página 04, sexta-feira, 26-09-2014, ano 109, edição 5692, numa incrível similaridade, ao contrário, com a situação dos ituanos por causa do racionamento drástico de água tratada desde fevereiro/2014.

Cadê o meu abraço?: Martha Medeiros – Jornal Zero Hora – 14/09/14.

Biografia de Martha Medeiros =

Martha Medeiros

Martha Medeiros (1961) é gaúcha de Porto Alegre, onde reside desde que nasceu. Fez sua carreira profissional na área de Propaganda e Publicidade, tenho trabalhado como redatora e diretora de criação em vária agências daquela cidade. Em 1993, a literatura fez com que a autora, que nessa ocasião já tinha publicado três livros, deixasse de lado essa carreira e se mudasse para Santiago do Chile, onde ficou por oito meses apenas escrevendo poesia.

De volta ao Brasil, começou a colaborar com crônicas para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde até hoje mantém coluna no caderno ZH Donna, que circula aos domingos, e outra — às quartas-feiras — no Segundo Caderno. Escreve, também, uma coluna semanal para o sítio Almas Gêmeas e colabora com a revista Época.

Seu primeiro livro, Strip-Tease (1985), Editora Brasiliense – São Paulo, foi o primeiro de seus trabalhos publicados. Seguiram-se Meia noite e um quarto (1987), Persona non grata (1991), De cara lavada (1995), Poesia Reunida (1998), Geração Bivolt (1995), Topless (1997) e Santiago do Chile (1996). Seu livro de crônicas Trem-Bala (1999), já na 9a. edição, foi adaptado com sucesso para o teatro, sob direção de Irene Brietzke. A autora é casada e tem duas filhas.

Fonte: http://pensador.uol.com.br/autor/martha_medeiros/biografia/

Leia, também, aqui no meu blog, “A fita métrica do amor”, em http://wp.me/p161i6-IM

Cotidiano em Prelúdio – Blog de Tadeu Italiani sábado, set 13 2014 

Recomendo o blog de uma pessoa especial: o jornalista Tadeu Italiani, de Itu – SP

Cotidiano em Prelúdio.

24 dicas práticas para o uso consciente da água – Planeta Sustentável – Editora Abril quinta-feira, set 11 2014 

24 dicas práticas para o uso consciente da água.

MyHeritage em horário nobre – MyHeritage Blog em Português quinta-feira, set 11 2014 

Assista ao vídeo, com legendas em português, de uma entrevista com o fundador e CEO do MyHeritage, cujo assunto principal é a localização de herdeiros de obras de arte, imóveis e estabelecimentos comerciais, roubados pelos nazistas, e sobre o BillionGraves

MyHeritage em horário nobre.

Terra – Planeta água – Blog do MyHeritage em português quarta-feira, set 3 2014 

Leia, no MyHeritage Blog em Português, sobre a falta de água em Itu – SP e o alerta para economizar água.

Terra – Planeta água.

Parque Ibirapuera em São Paulo / SP, 60 anos, por Gilberto Calixto Rios quarta-feira, set 3 2014 

23 – Parque Ibirapuera – por Gilberto Calixto Rios

Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria* quinta-feira, ago 28 2014 

Edição agosto/setembro 2014 – Venda Exclusiva: Droga Raia. R$ 3,50.

Visite o “link” abaixo

Sorria Nº 39. Qual é a sua causa? | Revista Sorria*.

Ituano Ulisses Duarte Guilger lançou livro, em 2013, sobre colonização alemã no Estado de São Paulo quinta-feira, ago 21 2014 

Embora o livro tenha sido lançado no final de 2013, registro a reportagem do jornal ituano [identificado no anexo “jpg”] sobre o livro:

Ituano lança livro sobre colonização alemã no Est de São Paulo Jornal Periscópio

Complemento com um texto da revista Campo & Cidade, de 2009, anterior ao lançamento do livro de Ulisses Duarte Guilger – mas que comenta, no final do texto, sobre o livro que Ulisses estava escrevendo – e o assunto é a imigração alemã em Itu – SP. Arquivo em extensão “pdf” =

Revista Campo & Cidade – A imigração Alemã em Itu – SP

Itu.com.br – Nossa Cidade – Indignada, moradora de Itu faz desabafo sobre a falta de água terça-feira, ago 19 2014 

Merece ser lido, com atenção, o desabafo dessa cidadã.

Quem não mora em Itu – SP terá uma pequena ideia do que estamos passando.

Meu primo PR, do RJ, entende e está solidário, sempre ligando para saber como estamos, pois, no final da década de 50 até meados da década de 60, o Rio de Janeiro passou por isso. O desespero pela falta de água era tamanho que até água salobra de construção civil era buscada para atender necessidades básicas de higiene de vaso sanitário e outras lembranças, tais como  estocar água na banheira, quando vinha, para a higiene pessoal.

Por incrível que pareça, quem solucionou o problema, no RJ, foi a administração Carlos Lacerda.

Itu.com.br – Nossa Cidade – Indignada, moradora de Itu faz desabafo sobre a falta de água.

Moradores de Itu usam água de córrego para se abastecer – Agência Estado – UOL Notícias terça-feira, ago 19 2014 

Em meio ao nosso desespero de não receber água potável em dias alternados, como anuncia comunicado da concessionária, e, quando recebemos, a água não tem “força” para abastecer caixa d’água na altura do telhado.

Em meio a boatos – inúmeros – difundidos em postagens de rede social, encontrei esta notícia, no UOL Notícias, Agência Estado:

Moradores de Itu usam água de córrego para se abastecer – Agência Estado – UOL Notícias.

São Paulo de Baixo para Cima – Gilberto Calixto Rios – anexo em “pps” segunda-feira, ago 18 2014 

Recebido do autor da apresentação: uma visão diferente dos edifícios marcantes da cidade de São Paulo – SP

SP de Baixo para Cima_de Gilberto Calixto Rios

Breast Cancer Poems – YouTube sexta-feira, ago 8 2014 

Localizei mais dois poemas de Sonya Rose Atkinson, estimulada pelo primeiro que foi postado no blog do “The Breast Cancer Site”, e recomendo:

Breast Cancer Poems – YouTube.

Incredible! This woman’s strange dream led to her diagnosis. Now she’s sending a message to everyone about her “Year of Grace.” | The Breast Cancer Site Blog sexta-feira, ago 8 2014 

Clique, abaixo, para entrar no The Breast Cancer Site Blog para assistir ao vídeo com Sonya Rose declamando o poema “Year of Grace”

Incredible! This woman’s strange dream led to her diagnosis. Now she’s sending a message to everyone about her “Year of Grace.” | The Breast Cancer Site Blog.

No YouTube, podemos acompanhar os versos do poema “Year of Grace” que copio e colo abaixo:

“Year of Grace”, A Breast Cancer Poem = postagem de 2011

 

I sit here—

Dreaming for things to naturally fall into its place.
Staring into my living space, so weak I appear.
Can’t keep up the pace—
Of the human race, a well-established career;
I feel so out of place.
I look back at the years, a memory trace of an old frontier.
See the rough bumps, the crinkly pattern in an emerald green depression vase…
In my changing face, I feel a new tear.
If only I could embrace—
The colors of the wind in its breathing space (all-clear)
If only I could swim with the ocean and reappear—
Like a pearl in its hiding place…
If only I could jump on the next cloud and disappear—
Fly to a higher place.
If only I could touch the sun and give more cheer—
Not burn up in deep space.
If only I could walk on the moon (from here)—
Write that song I hear play from its imaginary place.

If only I could play bass… and drink some fine dark beer—
On and on and on, in a parking space
With no cars, just a gathering space—to give ear;
A meeting place, a change of pace

For anyone who needs breathing place, a life peer.
Like me, this is my visual place.
Some say it’s a prisoner’s base, to draw nearer
To a lower place; to interlace…
Others say its part of an obstacle race, never to interfere
With a higher space,
And now my dog at my feet, who I hold dear,
Just wants me to cut to the chase.
All I know, it’s still all unclear…
But, to be sincere,
I could never fight this (cancer) alone, without fear—
Not without Love or my heart in the right place;
And, especially, not without—Grace.

Description: 2011 is my Year of Grace. Through a vivid dream, I was led to receive proper healing. I was warned to get my breasts thoroughly checked. After ultrasound/MRI-biopsies, I was diagnosed: stage 2 ILC (Invasive Lobular Carcinoma), LCIS & DCIS, grade 3, node-positive. Following a lumpectomy, 8 cycles of chemo, deep in September, I had a bilateral total skin-sparring mastectomy with immediate reconstruction. In just one year, my risk dropped from 85% to 35% to 17.5% of breast cancer recurring. As, I am continuing my hormone therapy for the next five years, I have adopted even healthier ways of living, a greener lifestyle. I am learning more on what it means to be a BRCA mutation carrier, with a 50% chance plus 1% higher every year of hereditary ovarian cancer… and other cancers (pancreatic, malignant melanoma, subgroup of lymphomas and leukemia). Also, what I must do to further overcome my underlying condition of Chronic Lyme Disease.

I’ve been blessed through the miracle of more than just one dream (as my cancer went under the radar of GYN/self-breast exams and mammograms for over 8 long years, after 9/11 exposure, around age 30)… through excellent care of doctors and nurses, family and friends, my fiancé (now my husband), my sweet Sonny… through the power of God’s angels on Earth and in Heaven. Through those faces who I’ve seen in my dreams…

Please Visit Me:
CaringBridge:
http://www.caringbridge.org/visit/son…

Facebook:
http://www.facebook.com/SonyaRoseAtki…

Women’s Health Magazine, featured:
http://www.womenshealthmag.com/health…

Images: iPhone video clips from my Breast Cancer journey 2011

Malu Ribeiro fala sobre a falta de água em Itu – YouTube sábado, ago 2 2014 

Assista à fala de Malu Ribeiro: destaque para o trecho em que, sem agredir, comenta sobre  a falta de informação e de divulgação da concessionária para alertar a população e educá-la, antes que Itu atingisse estado de calamidade pública ainda não decretado desde que ficou evidente, em fevereiro/2014, de que a crise não seria solucionada.

viaMalu Ribeiro fala sobre a falta de água em Itu – YouTube.

 

 

 

 

 

Expedição Alagoas: Em Alagoas, 62% dos municípios passam por processo de desertificação – TNH1 – O portal de notícias de Alagoas sábado, ago 2 2014 

Expedição Alagoas: Em Alagoas, 62% dos municípios passam por processo de desertificação – TNH1 – O portal de notícias de Alagoas.

Itu – SP está de joelhos com falta de água potável terça-feira, jul 29 2014 

A Estância Turística de Itu – SP sempre teve problemas de captação de água.

Cresceu de modo totalmente irresponsável,  sem a mínima consideração de que a captação e o consumo de água tenham sido levados em conta, ou seja, qual seria o impacto para o restante da população da cidade.

Em 2006, Itu entregou a exploração da água e a captação do esgoto – literalmente – a uma concessionária que não cumpriu absolutamente nada do que estava acordado ao assumir essa concessão.

Tudo o que os ituanos testemunharam,  desde que a concessionária assumiu, pelo menos no centro da cidade, foi reparar rompimentos de encanamentos antigos em vias públicas e calçadas, cujos vazamentos subterrâneos provocam afundamento dos locais em que estão localizados, abertura de buracos para esses reparos, demora de dias para que sejam recobertos ou a camada de asfalto reposta.

A falta de água nas torneiras ituanas continuou cíclica, porém a partir do final de 2013, chegou às raias do absurdo, da humilhação para a população ituana, de todos os moradores não-ituanos, de prejuízo moral e financeiro para a população que deveria ser atendida como consumidora de um produto pelo qual paga caro tanto para que entre em suas casas e estabelecimentos comerciais  quanto para que seja coletado como esgoto.

Desde o primeiro momento em que foi construída a primeira estação de tratamento de água em Itu (inaugurada em 1951; antes disso a água era fornecida sem tratamento algum e a maioria das moradias tinham até mesmo encanamento externo), as moradias passaram a ser construídas com encanamento embutido, pois a água era encanada, tratada. Caixas d’água em nível de telhado – o que significa que se a moradia tem dois andares, jamais passou pela cabeça dos proprietários de que deveriam ter uma cisterna no térreo, com bomba e encanamento direcionado para a caixa d’água no alto do telhado, como os ituanos sentem, agora, a necessidade. Há muitos meses, notadamente pela maioria da população a partir de fevereiro de 2014, a água, quando “chega”, tem horário, rodízio, sem força para abastecer caixas d’água de construções com dois ou mais andares.

Outras Estações de Tratamento de Água (ETAs) foram construídas ao longo de administrações mais recentes. O problema, porém, de captação de água para essas ETAs é que nunca foi solucionado, dependendo, sempre, de riachos e ribeirões.

A  “evolução dos tempos” marcou as residências e estabelecimentos comerciais que não têm garagem, não é verdade? Ficam prejudicados, porque os proprietários de residências sem garagem têm que procurar um estacionamento próximo para estacionar seus veículos e os estabelecimentos comerciais têm prejuízos – a não ser que estejam em “shoppings” – porque os clientes não têm onde estacionar ou o estabelecimento tem que fazer um convênio com estacionamentos.

Itu possui ruas em que não se pode estacionar o veículo,  seja por qual motivo tenhamos que estacionar nelas, porque há portões de garagem, portões de garagem, portões de garagem “proibido estacionar””, “proibido estacionar”…  Se há um local sem portão de garagem “proibido estacionar”, a vaga já está ocupada.

Pois, atualmente, em Itu, as residências e os estabelecimentos comerciais terão que modificar suas construções futuras: no térreo, uma cisterna que capte o fraco fluxo de água fornecida na entrada, encanamento adequado que leve essa água captada para os diversos cômodos e/ou caixas d’água, uma bomba que sugue a água para abastecer caixas d’água estrategicamente distribuídas pela edificação.

Quanto aos imóveis antigos, instalar uma cisterna ou uma nova caixa d’água no térreo  exige uma logística hidráulica de alto custo e, muitas vezes, com obstáculos a serem resolvidos por engenheiros hidráulicos “gênios”.

Ao passar ao longo de ruas ituanas e até mesmo dentro de condomínios horizontais, podemos observar caixas d’água instaladas em áreas de jardim e até substituição do jardim por cisternas. Outra visão muito comum é a de caminhões-pipa abastecendo caixas d’água de residências e de estabelecimentos comerciais.

O dia a dia dos ituanos se transformou de tal maneira que, durante a madrugada, alguém tem que ficar de plantão para encher recipientes – que possam ser cobertos para evitar proliferação de vetores de doenças – e reservá-los para, por exemplo, descargas de vaso sanitário (n.º 1 = tem que acumular;  n.º 02 = despejar baldes de água até que leve embora o n. 01 acumulado e o n.º 02);  lavar detritos de animais de estimação requer uma estratégia que nos exaure.  Famílias com pessoas doentes têm que implorar por atendimento de caminhão-pipa da concessionária… Esses são apenas alguns poucos aspectos do drama vivido pelos ituanos.

Não quero ser terrorista nem paranoica, mas leia o texto abaixo e infira, por meio dele, o que, provavelmente, levou a cidade de Itu a fica “de joelhos” e não posso me esquecer da ENRON, cuja política de fornecimentos de energia elétrica “virtual” levou o estado da Califórnia, nos EUA, a “ficar de joelhos”.

Mas leia, mesmo! Sua cidade estará na mesma situação de Itu muito em breve.

Superinteressante junho 2003 Vai faltar água?

Superinteressante junho 2003 – Vai faltar água?

Ambiente

Vai faltar água?

Dois terços da superfície do planeta são cobertos por água. Mas, apesar disso, a água boa para consumo humano está cada vez mais escassa. Saiba o que está drenando esse líquido tão precioso e como é possível evitar um colapso

por Adriano Quadrado / Rodrigo Vergara

Quem vê uma foto do planeta feita do espaço pode pensar que água é algo que nunca vai faltar. Afinal, esse líquido incolor, insípido e inodoro, vital para a vida, ocupa mais de dois terços da superfície da Terra. Nada mais enganoso. A quantidade de água no planeta, de fato, não se altera. Desde que o globo se esfriou, há muitos milênios, são os mesmos 1,4 bilhão de quilômetros cúbicos. Mas só podemos usar uma gota desse manancial. Primeiro porque precisamos de água doce. E só 2,5% da água do mundo é doce. Dessa pequena parte, tire dois terços, confinados nas calotas polares e no gelo eterno das montanhas. Do que sobrou, desconsidere a maior parte, escondida no subsolo. Resultado: a água pronta para beber e fácil de captar está nos rios e lagos, num total de 90 mil quilômetros cúbicos, ou 0,26% do estoque mundial. Mas nem essa porção está inteiramente disponível. Para não esgotar o precioso líquido, só podemos utilizar a água renovável pelas chuvas.

E aí chegamos a um limite de consumo de 34 mil quilômetros cúbicos anuais, ou 0,002% das águas do planeta. Nem uma gota a mais. Como diz em seu livro Água o jornalista canadense Marq de Villiers: “A água pode ser poluída, maltratada e mal utilizada, mas não é criada nem destruída”.

Mas o ser humano se multiplica, e muito. A população já soma 6 bilhões, e segue aumentando. O consumo de água também cresce, mas com um detalhe: em ritmo mais acelerado. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o crescimento do uso da água foi mais do que o dobro do aumento populacional no século passado, de maneira que, hoje, consumimos metade do estoque disponível. Em 35 anos, estima-se que o consumo terá dobrado, ou seja, estaremos utilizando toda a água que o planeta produz. Resumindo: não é apenas o aumento populacional que preocupa, mas também o consumo desenfreado.

Os problemas desse uso indiscriminado já começaram, por um problema simples: distribuição. Há muita água boa onde não mora ninguém, e pouca água saudável em áreas povoadas. Resultado: escassez. Segundo a ONU, 1,1 bilhão de pessoas, um sexto da população mundial, vivem sem água de boa qualidade. O Brasil é um exemplo de que ter água não basta. Apesar de sermos a maior potência hídrica do planeta, há muita gente vivendo situação de seca. Atualmente, 31 países sofrem com sérios problemas de escassez, especialmente no Oriente Médio, no norte da África e no sul da Ásia. As projeções são ainda mais catastróficas: se o consumo não se alterar, duas em cada três pessoas estarão vivendo condições de escassez em 2025.

A água não serve apenas para beber. Ela é necessária, também, como destino final de bilhões de litros de resíduos que a humanidade produz todo dia. Para essa finalidade, a escassez é ainda pior. Há, hoje, 2,4 bilhões de pessoas, ou 40% da população, sem condições adequadas de saneamento básico. “De todas as crises sociais e naturais que nós humanos enfrentamos, a da água é a que mais afeta a nossa sobrevivência”, diz Koïchiro Matsuura, diretor-geral da Unesco, braço da ONU para Ciência e Educação.

Mas, afinal, a escassez de água pode pôr em cheque nossa sobrevivência? Há várias respostas, dependendo de quem responde. Para os ambientalistas mais radicais, a água está com os dias contados, a não ser que haja um freio no consumo. É o caso dos canadenses Maude Barlow e Tony Clarke, autores de Ouro Azul, um livro-denúncia sobre a apropriação dos mananciais por grandes empresas. “A raça humana julgou mal a capacidade dos sistemas de água da Terra de se recuperarem. E agora o mundo está sendo pressionado a tomar decisões cruciais, talvez irrevogáveis, sobre a água”, escrevem.

Mas há gente gabaritada que vê um cenário menos apavorante. “A ONU pintou um quadro catastrófico para provocar uma reação da população, mas a água não deve acabar”, diz o geólogo Aldo da Cunha Rebouças, da Universidade de São Paulo (USP), especialista em gestão de recursos hídricos. De fato, há indícios de que o consumo começa a regredir. Segundo artigo publicado pela revista científica americana Science, na década passada [1991-2000] usou-se metade do que se havia previsto 30 anos antes. “A quantidade de água utilizada em 2025 poderá não ser tão maior do que a usada hoje”, diz Peter Gleick, chefe da ONG Instituto Pacífico para Estudos em Desenvolvimento, Ambiente e Segurança, dos Estados Unidos.

Na Declaração do Milênio, publicada em 2000, a ONU divulgou suas metas, entre elas a de diminuir pela metade, até 2015, o número de pessoas que hoje sofrem com escassez de água e más condições de saneamento básico. De novo, há diversos caminhos para chegar lá. Em um mundo tão transformado pela ação humana, sempre haverá quem defenda novas intervenções para corrigir o estrago anterior. As soluções, nesse caso, passam por transposições de rios, exportação de água, derretimento de grandes icebergs e por aí vai. Mas, no caso da água, menos pode ser mais. Para muitos especialistas, respeitar o ambiente e tirar o dedo da ferida pode ser a melhor maneira de curar o dano causado.

Veja o caso da drenagem, por exemplo. Para povoar áreas desérticas, é comum retirar água do subsolo. Mas essa estratégia é perigosa, sobretudo porque esses reservatórios subterrâneos, chamados de aquíferos, se renovam muito mais vagarosamente do que rios e lagos. O aquífero de Ogallala, por exemplo, a maior reserva de água dos Estados Unidos, com mais de meio milhão de quilômetros quadrados, é drenado por mais de 200 mil poços, em um ritmo 14 vezes superior ao que a natureza gasta para restituí-lo. O resultado mais óbvio disso é que o poço pode secar. Tudo bem, você pode pensar. Usa-se a água enquanto ela existe. Mas os efeitos dessa retirada vão mais além. A drenagem de aquíferos subterrâneos pode baixar o nível de rios e lagos e causar ou agravar a desertificação.

O transporte de água é outra intervenção humana de grande impacto. Esse, no entanto, não é um problema moderno. Terraços para cultivo, diques e aquedutos são usados há milênios. Uma das Sete Maravilhas do Mundo, os Jardins Suspensos da Babilônia, construídos por Nabucodonosor II (604 a 562 a.C.), usava água bombeada do rio Eufrates. Os mais antigos sistemas de irrigação, os qanats, mistos de poço e aqueduto, viabilizaram as civilizações da Mesopotâmia e ainda são muito usados no Afeganistão, no Iraque, no Irã e no Egito. Durante o Império Romano, entre os anos 312 e 455 d.C., foram construídos enormes sistemas de distribuição de água, muitos dos quais continuam de pé. Mas nada disso se compara ao manejo de águas desenvolvido no século 20. Em 1950, havia pouco mais de 5 mil grandes represas. Hoje, são 40 mil.

Não é preciso dizer que, quando se desvia ou se bloqueia um curso de água para construir uma represa, alguém rio abaixo ficará sem água, temporária ou definitivamente. Seja de animais ou de ribeirinhos, essa alteração afeta muitas vidas. De acordo com a ONU, existem 261 bacias hidrográficas transnacionais, compartilhadas por 145 nações, o que sempre deu margem a disputas, conflitos e guerras. Sem contar que, ao desviar a água de seu destino natural, pode-se romper o ciclo natural que a devolve.

Hoje, há mais de 500 conflitos entre países envolvendo disputas pela água, muitos deles com uso de força militar. Nada menos que 18 desses conflitos violentos envolvem o governo israelense, que vive brigando pelo líquido com os vizinhos. Cerca de 40% do suprimento de água subterrânea de Israel se origina em territórios ocupados, e a escassez de água foi um dos motivos das guerras árabe-israelenses passadas. Em 1965, a Síria tentou desviar o rio Jordão de Israel, provocando ataques aéreos israelenses que a forçaram a abandonar a tentativa. Na África também houve conflitos. As relações entre Botsuana e Namíbia, por exemplo, ficaram estremecidas depois que a Namíbia anunciou um plano de aqueduto para desviar um rio compartilhado pelos dois países. Na Ásia, Bangladesh depende da água de rios que vêm da Índia. Nos anos 70, em meio a uma escassez de alimentos, a Índia desviou o fluxo desses rios para suas lavouras. Bangladesh foi deixado a seco por 20 anos, até a assinatura de um tratado que pôs fim às disputas.

A qualidade da água é outro fator crucial. Nesse caso, o alarme vem soando faz tempo. Nos países em desenvolvimento, diz a ONU, até 90% do esgoto é lançado nas águas sem tratamento. Todos os anos, de 300 a 500 milhões de toneladas de metais pesados, solventes, produtos tóxicos e outros tipos de dejeto são jogados na água pelas indústrias. Cerca de 2 bilhões de toneladas de lixo são despejados em rios, lagos e riachos todos os dias. A verdade é que a maioria dos produtos químicos produzidos pelo homem mais cedo ou mais tarde acaba em um curso ou depósito de água. Uma das conseqüências disso é que 80% das doenças nos países pobres do hemisfério sul estão relacionadas com a água de baixa qualidade.

Mas, apesar de ser um recurso tão frágil e escasso, a água ainda é muito desperdiçada. De toda a água utilizada, 10% vão para o consumo humano, 20% ficam com a indústria e o restante, 70%, são utilizados na agricultura. Porém o desperdício e o uso irracional são uma constante em todos esses setores. Vazamentos, métodos obsoletos e desperdício drenam cerca de 50% da água usada para beber e 60% da água de irrigação. Com a tecnologia disponível atualmente, a agricultura poderia reduzir sua taxa de uso em até 50%, as indústrias em até 90% e as cidades em um terço sem prejudicar a produção econômica ou a qualidade de vida.

Mas a grande questão debatida hoje sobre o futuro da água é quem deveria gerenciar as reservas e como isso deveria ser feito. Com a globalização, grandes empresas transnacionais estão ampliando sua presença em serviços de saneamento e ganhando o direito de explorar fontes de água, o que, para os ambientalistas, pode comprometer o acesso das populações mais pobres.

Estamos falando aqui de um choque entre ideologias completamente diferentes, com concepções de mundo antagônicas. De um lado, há os que entendem a água como um produto que se pode manejar, engarrafar, pôr preço e vender. Esse grupo acredita na tecnologia e no mercado e vê a água como uma necessidade humana que pode ser atendida eficientemente pela iniciativa privada. Para eles, a água pode e talvez deva se tornar “o petróleo do século 21”. Do lado oposto, estão os ambientalistas, para quem a água não tem preço nem dono, pois pertence a todos. Eles acreditam no resgate da relação primitiva com a natureza, na cooperação entre os povos e no manejo sustentável dos recursos naturais e veem a água como um direito fundamental e inegociável do ser humano.

A despeito dessa bipolaridade [empresários X ecologistas], a presença da iniciativa privada avança por ter o poder do capital a seu lado. Em 1998, o Banco Mundial previa que, em breve, o comércio global da água faturaria 800 bilhões de dólares. Antes de 2001, essa projeção foi elevada para 1 trilhão de dólares. Desde 1995, o mercado de água engarrafada cresce a uma espantosa taxa de 20% ao ano. Em 2000, só esse negócio faturou 22 bilhões de dólares, com a venda de cerca de 89 bilhões de litros de água. Detalhe: o líquido engarrafado para venda é uma gota nesse mar de dinheiro que envolve a água. A fonte maior é o mercado de saneamento e de distribuição de água, um ramo com um potencial de crescimento astronômico, já que apenas 5% da população mundial recebe água fornecida por empresas privadas. As duas gigantes do setor de saneamento são as transnacionais Vivendi e Suez, que têm sede na França e respondem por 70% do faturamento do setor.

O fato é que a água transformou-se em uma commodity como o petróleo ou a soja, com direito a ser exportada, inclusive. O Canadá, por exemplo, exporta água para regiões sedentas do México e dos Estados Unidos. Pode parecer estranho, mas a exportação de água é uma realidade. Neste exato momento, há barcaças e caminhões de grande capacidade cruzando fronteiras carregados com nada mais do que água.

A situação colocou o Brasil em uma situação estratégica, de maneira que, quando o assunto é água, o mundo todo volta seus olhos para cá. Para começar, somos o país que tem mais água disponível. Para se ter uma idéia, nossos rios reúnem 13% do volume fluvial mundial. Não bastasse toda essa abundância, temos, sob nossos pés, a maior reserva de água doce do mundo, o aquífero Guarani, uma superpoça subterrânea que cruza a fronteira de sete Estados e avança pelos territórios argentino, paraguaio e uruguaio. Só ali jazem 37 mil quilômetros cúbicos de água potável, o que daria para encher até a boca 7,5 milhões de estádios do Maracanã, segundo cálculos do geólogo Heraldo Campos, especialista no aquífero. E o Brasil só utiliza 5% desse potencial.

Nas discussões internacionais sobre o uso dos recursos hídricos, o Brasil é uma liderança natural, segundo o costarriquenho Manuel Dengo, Chefe da Divisão de Água, Recursos Naturais e Desenvolvimento Sustentável da ONU. “O Brasil desempenha um papel importante no cenário mundial das águas. Sua presença, na maioria dos encontros intergovernamentais e outros fóruns, é altamente respeitada.” Mas, como em outras áreas da vida brasileira, essa liderança deve-se mais ao nosso potencial e às nobres intenções do que às boas práticas.

Nossa legislação, por exemplo, é moderna e democrática, inspirada nas melhores leis ambientais do mundo. A tecnologia brasileira de tratamento de água também é destaque, caracterizada pela eficiência com baixo custo, segundo o ambientalista Leonardo Morelli, coordenador da rede de ONGs Grito das Águas.

Mas, quando se vê a situação dos rios que cortam as grandes cidades brasileiras, percebe-se que nosso conhecimento não se traduz em qualidade de água ou de vida. O resultado disso chega a ser paradoxal, como no caso da cidade de Manaus, incrustada na maior bacia hidrográfica do mundo e submetida a um rodízio de água entre os bairros por falta do produto. Embora moderna, a lei não funciona sozinha, e são comuns os acidentes ambientais com mortandade de peixes e contaminação das águas. Para Aldo Rebouças, o grande problema brasileiro, ironicamente, é a abundância. “Por termos muita água, a cultura do desperdício impera no país todo. Nossos problemas são de grande desperdício, baixa eficiência das companhias e degradação da qualidade da água.”

Faz pouco tempo que o mundo acordou para a importância econômica e estratégica da água. Mas, em meio a divergências sobre a posse e o destino da água, já aflorou um consenso mínimo. Especialistas, empresários e ecologistas concordam que a ameaça de escassez é real, mas que há tempo para evitá-la. Para isso, é preciso estancar o desperdício, recuperar as reservas poluídas, garantir o direito à água para os mais pobres e criar projetos de educação ambiental. A educação, dizem os especialistas, é importante porque a ação de cada um é maior do que qualquer intervenção que governos ou empresas podem fazer. Saber qual é verdadeira dimensão da ameaça é o primeiro passo para vencer o problema. Portanto, ao ler essa reportagem, você está fazendo a sua parte.

Para saber mais

Na livraria: Ouro AzulMaude Barlow e Tony Clarke, M.Books, São Paulo, 2003

Água

Marq de Villiers, Ediouro, Rio de Janeiro, 2002

Grito das Águas

Leonardo Morelli, Letradágua, Joinville, 2003

Na internet:

http://www.ana.gov.br

http://www.biodiversidadeglobal.org

http://www.un.org/events/water

http://www.waterday2003.org

http://www.un.org/esa/sustdev/sdissues/water/water.htm

 

João Ubaldo Ribeiro – Wikipédia, a enciclopédia livre segunda-feira, jul 21 2014 

Faleceu em 18 de julho de 2014.

João Ubaldo Ribeiro – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Repositório Genealógico Nacional – Universidade do Minho – Portugal quinta-feira, jul 10 2014 

Do Blog em Português do MyHeritage.Com

Repositório Genealógico Nacional.

Homenagem póstuma: “Pai, eu vou realizar o seu sonho” quinta-feira, jul 10 2014 

Do Blog em Português do MyHeritage.Com

Homenagem póstuma: “Pai, eu vou realizar o seu sonho”.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria domingo, jul 6 2014 

À venda nas lojas da Droga Raia.  Adquira a sua! R$3,50.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria.

Reescrevendo a História – de João Ulbaldo Ribeiro – Jornal O Globo segunda-feira, jun 2 2014 

Recebi a indicação de leitura do primo PR.

A crônica foi publicada em 01-06-2014 no jornal “O Globo”.

Assim como o texto de Cristovam Buarque, de 2006, é uma reflexão aterradora da displicência com o ensino formal que afeta o futuro dos cidadãos e do país, a crônica de João Ubaldo Ribeiro  aborda  a dificuldade, na leitura, dos clássicos da Literatura Brasileira, pelo fato de não serem acessíveis no formato, no vocabulário, no conteúdo, nas sutilezas, por exemplo, a jovens e a pessoas menos cultas.

João Ubaldo Ribeiro critica, portanto, uma iniciativa de reescrever obras clássicas brasileiras numa versão mais “light” para que se tornem acessíveis a jovens e a pessoas menos cultas.

Comentário pessoal de Maria Lúcia: quando estudava Inglês, na Cultura Inglesa – Campinas/SP, li versões de obras teatrais de Shakespeare adaptadas para leitores que estudavam uma segunda língua. Eu tinha plena consciência de que essa leitura (são dois volumes) jamais substituiria as peças originais. Conforme avancei nos estudos, tinha que ler obras originais contemporâneas, sem versões mais leves. Ressalto que a língua inglesa não é a minha língua materna, portanto, a leitura de versões adaptadas é um recurso estratégico de evolução do domínio da língua estrangeira.

Concluo, portanto, como João Ubaldo Ribeiro me deu a entender na crônica, “link” abaixo, que as versões mais leves de originais da Literatura Brasileira serão destinadas aos leitores brasileiros que não dominam a Língua Portuguesa como língua materna. O que, convenhamos, é algo muito estranho.

Reescrevendo a História – Jornal O Globo.

Paixão nacional. Um artigo de Cristovam Buarque = Oito anos depois! segunda-feira, jun 2 2014 

O artigo do título foi postado em 10-06-2006 no blog Instituto Humanitas Unisinos e  refere-se ao artigo publicado no jornal “O Globo” na mesma data de 10-06-2006.

Recebi um anexo em extensão “pps” do primo Sérgio com esse texto e se não tivesse buscado a confirmação da autoria e do teor do artigo, teria certeza de que se refere a este ano da Copa 2014.

Não perca a oportunidade de reflexão.

Paixão nacional. Um artigo de Cristovam Buarque.

Vale a pena ser sede da Copa 2014? – Superinteressante fevereiro 2008 sexta-feira, mai 30 2014 

Não discuto as manifestações – tardias no meu entender – não repasso mensagens de críticas à realização da Copa 2014 no Brasil, porque, em fevereiro de 2008, já havia lido em Superinteressante que, para o Brasil, a realização da Copa seria mais um problema acrescido aos que o Brasil já tinha e que pioraram desde então.

Em julho de 2011, postei, aqui, o mesmo título com o teor do texto da Superinteressante.

Na época da escolha do Brasil como país-sede, deveria ter havido uma mobilização contra. Agora, Inês é morta e não adianta colocar a mão na cintura e perguntar “Sinhá, cadê ‘seu’ Padre?”

Vale a pena ser sede da Copa 2014? – Superinteressante.

Sorteio de livro! MyHeritage Blog em Português quinta-feira, mai 15 2014 

Sorteio de livro!.

Entrevista com a presidente-executiva do Museu da Imigração – Marília Bonas Conte segunda-feira, mai 12 2014 

Notícia ótima: o antigo Memorial do Imigrante será reaberto, como Museu da Imigração, no dia 31-05-2014.

O MyHeritage está no website do Museu da Imigração.

Leia a postagem que traz o “link” de acesso ao Museu da Imigração com informações sobre localização, horários de visitas, agendamentos, exposições…

Entrevista com a presidente-executiva do Museu da Imigração – Marília Bonas Conte.

São Paulo Antiga — 12 Túmulos curiosos e pouco conhecidos do Cemitério da Consolação domingo, mai 11 2014 

Encontrei esta pérola ao pesquisar sobre fotos de túmulos – por causa do MYheritage e Billion Graves – sobre doze túmulos curiosos e pouco conhecidos do Cemitério da Consolação. É de 08-08-2012.

São Paulo Antiga — 12 Túmulos curiosos e pouco conhecidos do Cemitério da Consolação.

Parceria de MyHeritage e BillionGraves para conservar informações dos cemitérios do mundo todo terça-feira, mai 6 2014 

Parceria de MyHeritage e BillionGraves para conservar informações dos cemitérios do mundo todo.

Adeus ao Baiji, golfinho do rio Yang-tsé| Natural History Museum – YouTube terça-feira, mai 6 2014 

Tomei conhecimento deste vídeo, no YouTube, numa das abas de “The Breast Cancer Site”.

A postagem é de 2013: golfinhos do rio Yantze, na China, extintos.

viaGoodbye to the baiji, the Yangtze River dolphin | Natural History Museum – YouTube.

A notícia abaixo é de 08-08-2007 =

Cientistas declaram ‘extinto’ o golfinho chinês de água doce

Atividade humana é a causa do desaparecimento do animal, cuja existência começou há 20 milhões de anos

08 de agosto de 2007 | 9h 08

Efe

Depois de mais de 20 milhões de existência, o golfinho chinês de água doce, uma espécie conhecida como “baiji”, foi declarada oficialmente extinta nesta quarta-feira, 8. A causa de seu desaparecimento é a atividade humana, afirmaram cientistas da Sociedade Zoológica de Londres (ZSL).

Segundo os membros da organização, este golfinho é o primeiro cetáceo a desaparecer da Terra como resultado direto da influência do homem, devido à pesca desregulada.

Os especialistas, que publicaram o estudo nesta quarta na Royal Society Biology Letters, asseguram que não conseguiram localizar nenhum golfinho no rio Yang-tsé – seu habitat natural – durante uma intensa pesquisa que durou seis semanas.

Na década de 50, a população deste golfinho – espécie única do Yang-tsé – era de milhares, mas diminuiu com os anos, enquanto a China se modernizava e começava a utilizar o rio para a pesca, o transporte e a geração de eletricidade, acrescentam os cientistas.

Um dos autores do estudo e integrante do ZSL, Sam Turvey, classificou a extinção de “trágica”. “O golfinho do rio Yang-tsé era um mamífero incrível que se separou de outras espécies há mais de 20 milhões de anos”, disse.

“A extinção representa o desaparecimento de um galho completo da árvore da evolução da vida, e é preciso ressaltar que temos que assumir a responsabilidade sobre nossa tarefa como guardiães do planeta”, acrescentou.

Evolução

A espécie, conhecida cientificamente como Lipotes vexillifer, era a única da família Lipotidae, que aparentemente se separou de outros mamíferos marítimos, como baleias, golfinhos e botos, entre 20 e 40 milhões de anos atrás.

Os “baijis” têm um bico longo e estreito e vivem em grupos de três ou quatro.

A equipe realizou um estudo visual e acústico durante seis semanas no final de 2006.

Apesar de existir a chance de algum golfinho não ter sido encontrado durante a pesquisa, “a impossibilidade de detectar um ‘baiji’ durante a pesquisa indica que as possibilidades de encontrá-los e levá-los (a uma reserva) praticamente desapareceram”, ressaltam os especialistas.

No entanto, o Fundo Mundial para a Vida Selvagem (WWF, na sigla em inglês) considera que a análise não é definitiva.

“O WWF não acredita que o golfinho ‘baiji’ possa ser declarado extinto ou ‘extinto de fato’ porque a pesquisa foi realizada em um curto período de tempo em uma área limitada do rio”, afirmou um porta-voz da organização.

Tópicos: Golfinho chinês de água doceExtinçãoChina

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cientistas-declaram-extinto-o-golfinho-chines-de-agua-doce,31154,0.htm

 

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