A Escada, o Milagre de São José – O mistério da escada Milagrosa de São José – Orações à São José – Oração, Devoção, Novena, Tríduo, Operário, Carpinteiro, Pai adotivo, escada de São José que leva ao Céu. quarta-feira, nov 12 2014 

Embora esse milagre seja bastante divulgado entre os católicos e encontremos muitas postagens, na Internet sobre esse milagre atribuído a São José, não sei por qual razão decidi postar um dos textos que conta sobre a Escada Milagrosa de São José.

Talvez porque esteja admirada com a recente pintura externa da Igreja de Santa Rita, tenha pensado numa possível vigilância por meio de câmeras que gravem o tempo todo toda e quaisquer atitudes de vândalos pichadores, talvez porque tenha lido em “A Federação” um comentário sobre a pintura recente e como fazer para preservá-la daqueles que causam danos a ela.

Quem sabe uma empresa de segurança pudesse – mas também não conheço a legislação e até que ponto o que sugiro seria considerado invasão de imagem privada ou nada se poderia fazer caso as câmeras flagrassem atos de vandalismo – instalar e monitorar, gratuitamente, câmeras de vigilância e, em caso de vandalismo contra a Igreja Santa Rita acionasse a polícia para que os policiais  detivessem os infratores. Sei lá, de repente, um milagre para preservar um patrimônio religioso e histórico de Itu – SP.

A Escada, o Milagre de São José – O mistério da escada Milagrosa de São José – Orações à São José – Oração, Devoção, Novena, Tríduo, Operário, Carpinteiro, Pai adotivo, escada de São José que leva ao Céu..

Procissão de Passos em Itu – 13 abril 2014 – fotos na frente de nossa casa – copyright Tadeu Italiani terça-feira, abr 15 2014 

Há mais de duzentos anos, em Itu – SP, a tradicional Procissão de Passos, com sete (07) Estações celebradas em altares montados em residências do centro da cidade e em frente às Igrejas do Bom Jesus com encerramento na Igreja do Carmo (de onde sai com duas procissões: uma com a imagem de Nosso Senhor carregando a cruz; outra,  com a imagem de Nossa Senhora das Dores; cada uma segue por diferentes ruas até que as procissões se encontram na frente da Igreja Bom Jesus) e seguem de volta à Igreja do Carmo, aconteceu, neste ano, no Domingo de Ramos, 13 de abril de 2014.

As três (03) fotos abaixo são do jornalista,  ex-aluno e amigo Tadeu Italiani.

Após ver as fotos, recomendo visitar os “links”, abaixo delas, para entender sobre Ofício das Trevas, sobre Procissão de Passos e notícias anteriores sobre essa Procissão:

Por Tadeu Italiani - Coral Vozes de Itu entoa canto, sob a regência do professor e historiador Luis de Francisco.

Por Tadeu Italiani – Coral Vozes de Itu entoa canto, sob a regência do professor e historiador Luis Roberto de Francisco.

“Chegando em cada passo, que é armado em residências de famílias e igrejas do itinerário, o padre entra, deposita a relíquia [ o Santo Lenho] sobre o altar especialmente preparado e a incensa. O incenso tem a finalidade de purificação e de levar nossas orações ao céu, pela fumaça. Enquanto é incensada a relíquia, coro e orquestra executam os “motetes”, que são alusões àquilo que representa cada passo. Os cânticos são em latim, compostos no século XIX pelo maestro ituano José Mariano da Costa Lobo”. [Altair Estrada, em Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e procissão de Passos, 28março2007]

 

Por Tadeu Italiani - Verônica entoa o lamento de Nossa Senhora.

Por Tadeu Italiani – Verônica entoa o lamento de Nossa Senhora.

/…/ “há o comovente canto da Verônica, também em latim e de autoria do Pe. Jesuíno do Monte Carmelo, que o compôs no século XVIII. Embora seja cantado pela Verônica, que ao mesmo tempo desenrola e mostra ao povo a face de Cristo, a letra é tirada do livro do Profeta Jeremias e, na verdade, representa um apelo de Nossa Senhora a todos nós; “Ó vós todos que passais pelo caminho, atendei e vede se pode haver dor como a minha dor” – O vos omnes qui transitis per viam, attendite et videte si est dolor sicut dolor meus”. [Altair Estrada, em Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos, 28março2007]

Por Tadeu Italiani - Verônica encerra o lamento de Nossa Senhora.

Por Tadeu Italiani – Verônica encerra o lamento de Nossa Senhora.

Itu.com.br – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos – 28março2007

Itu.com.br- Colunistas – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos – em 29março2011

Itu.com.br – Tradicional Procissão de Passos acontece em Itu desde o século XVIII – 20março2012

Itu.com.br – Tradicional Procissão de Passos é realizada em Itu – 15abril2014

 

 

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu terça-feira, abr 1 2014 

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu.

De mãos dadas pela eternidade – Blog do MyHeritage em português quinta-feira, mar 6 2014 

Tocante postagem sobre a vida e a morte de um casal de diferentes religiões sepultado em um cemitério, na Holanda, na época separado em seções por religião.

De mãos dadas pela eternidade.

“Parece o Rio de Janeiro!” brinca papa ao ver muitos jovens durante o Ângelus – Notícias – Internacional domingo, ago 4 2013 

“Parece o Rio de Janeiro!” brinca papa ao ver muitos jovens durante o Ângelus – Notícias – Internacional.

Papa Francisco na orla de Copacabana por meu primo Paulo Roberto terça-feira, jul 30 2013 

Posso imaginar, nas redes sociais, quantos privilegiados postaram fotos da estada do Papa Francisco no Rio de Janeiro para a Jornada Mundial da Juventude 2013.

Abaixo, duas fotos que meu primo tirou, embora tenha me explicado que, no dia 26/07, o papamóvel passou em baixa velocidade, mas ele preferiu “curtir” a admiração pelo Santo Padre.

As duas fotos, em dias posteriores, revelam que a velocidade do papamóvel era maior.

Eu as achei lindíssimas, uma recordação inestimável.

1.papa_27julho2013_RJ_por Paulo Roberto B Basto da Silva

2.papa 28julho2013 por PRoberto B Basto da Silva

Diocese de Jundiai – Os passos de Jesus Cristo a caminho da cruz sexta-feira, mar 29 2013 

procissao_passos_itu_2013_2_site Diocese de Jundiaí

Os passos de Jesus Cristo a caminho da cruz

Na noite de domingo, dia 24 de março, centenas de fiéis estiveram presentes na tradicional Procissão de Passos, que aconteceu nas ruas do centro de Itu, após a missa das 18 h no Convento de Nossa Senhora do Carmo. Esta procissão é uma piedosa peregrinação que lembra o caminho feito por Cristo em direção ao Calvário. Em Itu, acontece desde a primeira década do século XIX.

A procissão segue em dois cortejos. Um vai pela rua do Patrocínio, com o andor de Nossa Senhora das Dores em direção ao Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus (Igreja do Bom Jesus). O outro segue com a imagem do Senhor dos Passos pela rua Barão do Itaim, onde acontecem as paradas que relembram os sete passos de Jesus Cristo até a cruz.

Durante as sete paradas, o Coral Vozes de Itu, juntamente com sua orquestra, entoam os Motetes escritos em 1890 por José Mariano da Costa. Enquanto o cântico é entoado, o sacerdote carmelita entra, abençoando os moradores. Em seguida acontece o canto da Verônica, composto por padre Jesuíno do Monte Carmelo, por volta de 1804.

Quando os cortejos se encontram no Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus, ocorre o sermão do encontro. Nele Monsenhor Durval de Almeida, reitor do Santuário, refletiu sobre a fé do povo, que persevera nas orações e solenidades da Semana Santa, desde a época dos padres jesuítas, em Itu.

Devido à chuva que se aproximava a procissão não prosseguiu. Entrou no Santuário. Frei Adailson Quintino, reitor do Convento do Carmo, conduziu as orações intercaladas com os Motetes até o sétimo passo. Concluído o último passo, Frei Adailson refletiu sobre a dor de Nossa Senhora ao ver seu filho desfigurado a caminho da cruz. “Irmãos, qual dor de Nossa Senhora ao ver seu filho desfigurado sendo conduzido à morte. Infelizmente é essa dor que muitas mães sentem hoje, ao verem seus filhos sendo levados pelas drogas e pelo crime. Rezemos pelas mães de hoje, que sofrem ao verem seus filhos no calvário das drogas e do crime,” concluiu Frei Adailson.

Ao final, Frei Adailson abençoou a todos e pediu que ao retornar para casa, todos continuassem em clima de oração, refletindo os passos de Nosso Senhor.

viaDiocese de Jundiai – Os passos de Jesus Cristo a caminho da cruz.

Procissão de Passos- Água de Pau 2012 – YouTube domingo, abr 8 2012 

 

Para saber mais sobre Água de Pau, em Portugal, de Wikipédia, a enciclopédia livre: 

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gua_de_Pau

Igreja do Carmo – YouTube e fotos da Procissão de Passos de 1.º/04/2012 segunda-feira, abr 2 2012 

Há mais de duzentos anos a Procissão de Passos é promovida e preservada em Itu – SP pelos Frades Carmelitas, um privilégio muito antigo da Ordem do Carmo, na versão carmelita da Via Sacra (Fonte:  A Procissão de Passos, por Altair José Estrada Júnior).

As imagens, abaixo, são fotos que tirei da Procissão de Passos de 1.º/04/2012.

Não são boas, porém não encontrei melhores para que eu postasse neste momento:

IMAG0871 original_sobre os dizeres na cadeira

Verônica, no 6.º passo, aguarda a chegada do oficiante, carregando o “Santo Lenho”, para, então entoar seu lamento em cima da cadeira disponibilizada para esse fim.

 

 

 

 

 

 

 

Momento em que o oficiante, um frade carmelita, deposita, no altar montado na entrada da residência, a relíquia do “Santo Lenho”, um fragmento bem pequeno da Cruz, jamais abandonado pelo “pálio”, a cobertura de pano sustentada por seis varas, cuja finalidade é a de proteger o que se carrega sob ele.

Fotos Procissão de Passos 01abril2012 Itu SP 028

No 7.º e último passo da Procissão de Passos, em Itu – SP, a imagem Senhor dos Passos [Imagens de roca – são esculturas em que a parte superior do corpo do santo se sustenta sobre ripas de madeira afixadas numa base quadrada, oval ou oitavada. Fonte: http://www.dezenovevinte.net/obras/imagens_nancy.htm], que foi levada durante toda a procissão, e, em cada passo, foi disposta de frente para o altar de igrejas e de residências, já está dentro da Igreja do Carmo.

Fotos Procissão de Passos 01abril2012 Itu SP 027

No 7.º e último passo da Procissão de Passos em Itu – SP, a imagem de Nossa Senhora das Dores, imagem de roca, que foi levada durante uma procissão paralela à Procissão dos Passos, que se uniu à Procissão de Passos, no 3.º passo, na Igreja do Bom Jesus, e, a partir desse momento, as duas procissões seguem juntas para os demais quatro passos restantes. Essa imagem, como a de Jesus, foi postada de frente para os altares de igrejas e residências.

Para saber mais sobre imagens de roca ou estátuas de roca: http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A1tua_de_roca

 

 

Fotos Procissão de Passos 01abril2012 Itu SP 015

No 7.º e último passo, ao fundo, Verônica entoa seu lamento diante da Igreja Nossa Senhora do Carmo, antes que se encerre a Procissão de Passos.

Detalhe de Verônica e seu lamento:

 

Itu.com.br – Colunistas – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos quinta-feira, mar 29 2012 

Postagens de 28/03/2007 e 31/03/2007, de autoria de Altair José Estrada Júnior, nos esclarecem sobre “Ofício de Trevas” e “Procissão de Passos”, em Itu – SP.

Itu.com.br – Colunistas – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas

Embora sem ter pedido permissão ao autor Altair José Estrada Júnior, redigitei o texto sobre a Procissão de Passos, em Itu – SP, que o mesmo atualizou para 2012 – já publicado em jornal de Itu – SP – e que ofereceu à minha família.

A Procissão de Passos

Por Altair José Estrada Júnior

Quem participa das cerimônias da Semana Santa nota que há uma grande quantidade de participantes na liturgia desses dias. Isso acontece porque é o período mais importante do Ano Litúrgico, quando nos preparamos para a celebração da Páscoa da Ressurreição, que é o acontecimento maior do ano. E para que todos participem mais ativamente das cerimônias, é sempre bom que entendamos os significados.

Existem, na Igreja, celebrações “litúrgicas” e celebrações “paralitúrgicas”. Na Semana Santa, por exemplo, são litúrgicas as cerimônias oficiais, que se desenrolam nas diversas igrejas paroquiais e em algumas capelas, como a bênção dos ramos, a missa da quinta-feira santa, a solene ação litúrgica na sexta-feira santa, a vigília pascal no sábado. As celebrações paralitúrgicas são aquelas surgidas de acordo com os costumes locais, como as procissões, pregações etc.

Uma das principais cerimônias paralitúrgicas que temos em Itu é a Procissão de Passos, que há mais de 200 anos é promovida e preservada pelos Frades Carmelitas de Itu. Aliás, essa procissão é um privilégio muito antigo da Ordem do Carmo, sendo a versão carmelita da via-sacra. Isso mesmo: ao invés das 14 estações da via-sacra habitual, modelada por São Francisco de Assis, a via-sacra carmelita tem apenas sete estações – os passos – diferindo também um pouco nas passagens em que se medita. Neste ano de 2012, será realizada no dia 1.º de abril, às 19 horas. Como sempre, no Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor.

Quem acompanha a Procissão de Passos pode sair cheio de dúvidas quanto ao significado disso ou aquilo. Por isso, vamos a algumas explicações, para que todos aproveitem ao máximo essa oportunidade de bem iniciar a Semana Santa.

A procissão simboliza o caminho doloroso percorrido por Cristo até o Calvário, para a crucifixão. Por isso, é uma cerimônia muito tocante, que se reveste de um caráter triste. Não se tocam sinos e mesmo a banda de música acompanha o cortejo com melodias mais graves.

A procissão, ao sair da Igreja do Carmo, divide-se em duas. A primeira, conduzindo a imagem do Senhor dos Passos – Jesus com a cruz nas costas – desce pelas ruas centrais da cidade e a segunda, conduzindo a imagem de Nossa Senhora das Dores, desce por uma rua lateral. São imagens muito antigas, de madeira, especialmente esculpidas para as procissões da Semana Santa no Carmo. O povo carrega aqueles pesados andores nos ombros como que amenizando um pouco os sofrimentos que as duas imagens inspiram. No itinerário, há sete paradas da procissão – os “passos”, que representam alguns dos últimos acontecimentos da vida de Nosso Senhor.

Quem oficia a procissão é um frade carmelita, que carrega a relíquia do “Santo Lenho”, um fragmento bem pequeno da Cruz em que Cristo derramou o Seu Sangue naquela primeira sexta-feira santa da história. O oficiante acompanha a procissão debaixo do “pálio”,  que é uma cobertura de pano sustentada por seis varas, com a finalidade de proteger o que se carrega sob ele. A capa usada pelo oficiante chama-se “pluvial” ou “capa de asperges” e serve para destacar a dignidade do sacerdote ao levar a relíquia da Santa Cruz pelas ruas da cidade.

Chegando em cada passo, que é armado em residências de famílias e igrejas do itinerário, o padre entra, deposita a relíquia sobre o altar especialmente preparado e a incensa. O incenso tem a finalidade de purificação e de levar nossas orações ao céu, pela fumaça. Enquanto é incensada a relíquia, coro e orquestra executam os “motetes”, que são alusões àquilo que representa cada passo. Os cânticos são em latim, compostos no século XIX pelo maestro ituano José Mariano da Costa Lobo. Cada parada simboliza uma passagem: 1.º passo – “Agonia de Jesus no Horto”; 2.º passo – “Prisão de Jesus”; 3.º passo – “Flagelação de Jesus atado à coluna”; 4.º passo – “Coroação de Espinhos”; 5.º passo – “Apresentação de Jesus ao povo – Ecce Homo“; 6.º passo – “Caminho de Jesus ao Calvário”; 7.º passo - “Crucifixão de Jesus”. Depois, há o comovente canto da Verônica, também em latim e de autoria do Pe. Jesuíno do Monte Carmelo, que o compôs no século XVIII. Embora seja cantado pela Verônica, que ao mesmo tempo desenrola e mostra ao povo a face de Cristo, a letra é tirada do livro do Profeta Jeremias e, na verdade, representa um apelo de Nossa Senhora a todos nós; “Ó vós todos que passais pelo caminho, atendei e vede se pode haver dor como a minha dor” – O vos omnes qui transitis per viam, attendite et videte si est dolor sicut dolor meus.

Chegando ao 3.º passo, que é na Igreja Bom Jesus, um sacerdote daquela comunidade profere o “Sermão do Encontro”, enquanto as duas procissões se unem, encontrando-se as imagens de Jesus e de Nossa Senhora das Dores. Daí, as procissões seguem juntas até a Igreja do Carmo. E, na Igreja do Carmo, último passo, há o “Sermão do Calvário”, também proferido por um sacerdote e é dada a bênção com o Santo Lenho, encerrando-se o ato.

Como vemos, a Procissão dos Passos é uma tradição muito bela da Semana Santa ituana, que deve ser preservada e valorizada por todos nós. Mais do que uma tradição, é uma oportunidade de meditarmos os últimos episódios da vida do Senhor, quando ele derramou o Seu Sangue pela humanidade. Acompanhemos, atentos, a procissão e aproveitemos o quanto mais esses privilégios que a Santa Igreja nos dá para que nos aprofundemos nos sagrados mistérios da Paixão e Morte do Salvador.

14estacoes Paixão de Cristo

Fonte da imagem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 

 

Programação 2012 – Semana Santa em Itu – SP domingo, mar 25 2012 

Frente e verso do folheto distribuído para divulgação dos eventos.

Caso queira visualizar melhor, clique sobre a ilustração da esquerda.

Depois, clique sobre a ilustração da direita.

Programação Semana Santa 2012 – Fonte Jornal A Federação 23/03/2012 domingo, mar 25 2012 

Programação A Federação 23março2012

Itu.com.br – Cultura – Tradicional Procissão de Passos acontece em Itu desde o século XVIII domingo, mar 25 2012 

 

Itu.com.br – Cultura – Tradicional Procissão de Passos acontece em Itu desde o século XVIII

Santuário de Nossa Senhora de Loreto na Itália. – YouTube / Texto complementar da Paróquia Nossa Senhora de Loreto – RJ segunda-feira, dez 26 2011 

 Minha curiosidade sobre o assunto foi despertada por um documentário exibido na TV por assinatura.

 

 

Mais de 700 anos de Devoção a Nossa Senhora de Loreto (1294-1997)

ÚLTIMAS DESCOBERTAS
Durante séculos a devoção a N. S. de Loreto se desenvolveu a partir de uma história que, embora fantástica em alguns aspectos, era propagada, relatada e chegou até nós. A Casa Santa de Loreto sempre fora, no entanto, objeto de estudos. E foram esses estudos bem recentes que vieram revelar fatos novos que possibilitam a reconstituição da história do surgimento da Santa Casa de Loreto. O Santuário de Loreto, conforme uma antiga tradição, guarda a Casa que morou Nossa Senhora em Nazaré na Galiléia. A casa da Virgem Santíssima, naquela cidade, era composta de duas partes: uma gruta escavada na rocha, ainda hoje venerada na Basílica da Anunciação em Nazaré, e a outra, uma construção de pedras na frente da gruta […]. Consoante a tradição, em 1291, quando os cruzados foram expulsos da Palestina, após a queda do Porto de Acon, a parte construída com pedras foi transportada por meio dos Anjos, primeiramente para a Híria e depois para o território lauretano (10 de dezembro de 1294). Atualmente, com base em novas indicações documentárias e nos resultados das escavações arqueológicas no subsolo da Santa Casa (1962-1965) e em estudos filológicos e iconográficos, se vai sempre mais consolidando a hipótese de que as pedras da Santa Casa foram trazidas em navios por iniciativa dos homens. De fato, um documento de setembro de 1294, descoberto recentemente, atesta que Nicéforo Ângelo, déspota do Epiro, dando sua filha Itamar como esposa a Filipe de Táranto, quarto filho de Carlos II de Angió, rei de Nápoles, entregou a ele uma série de dotes de casamento entre os quais apareciam, com clara evidência, “as Santas Pedras da Casa de Nossa Senhora , a Virgem Mãe de Deus, que foram trazidas para cá “. Este dado está de acordo com o que dizem alguns estudiosos do início deste século. Afirmam eles, com efeito, ter lido esta notícia em outros documentos do Arquivo Vaticano, presentemente desaparecidos. Neles se lia que uma família Bizantina chamada dos Anjos, em latim, De Angelis, no século XII, salvou da destruição muçulmana as pedras da Santa Casa de Nazaré e as mandou trazer para Loreto a fim de construir aqui a Capela.
ACHADOS ARQUEOLÓGICOS
Também alguns achados arqueológicos confirmam o documento de 1294. Foram encontradas debaixo da Santa Casa duas moedas de Guido de La Roche, duque de Atenas de 1287 a 1308 – época da transladação da Santa Casa. – O duque era filho de Helena dos Anjos, prima de Itamar e vassalo de Filipe de Táranto. Além das moedas, numa parede da Santa Casa há uns rabiscos onde parece que se pode ler ATENEORUM, isto é, dos Atenienses, com referência ao âmbito geográfico de família dos Anjos. Mais. Uma moeda de Ladislau de Angió-Durazzo, bisneto de Filipe Táranto e rei Nápoles de 1386 a 1414, se achava na parede entre pedras juntamente com cinco pequenas cruzes de fazenda vermelha, distintivo dos cruzados ou, mais provavelmente, de cavaleiros de uma ordem militar que, na Idade Média, defendia os lugares santos e suas relíquias. Encontrava-se, ainda, as cascas de um ovo de avestruz que lembra a Palestina e era símbolo do mistério da Encarnação. De grande importância são igualmente certos grafitos rabiscados em algumas pedras da Santa Casa. Estes daqui se assemelham muito aos que foram encontrados também em Nazaré. Provavelmente do nome da família dos Anjos ( DE ANGELIS ) do Epiro surgiu a versão popular de que a Santa Casa veio para cá mediante o “ministério angélico”, isto é, transportada pelos anjos.

Fonte: http://www.loreto.org.br/loreto.asp

Capela de São Miguel Arcanjo: Histórico (blogspot), em Veja São Paulo, no Jornal da Tarde terça-feira, out 18 2011 

Capela de São Miguel Arcanjo: Histórico

Quem leu o texto de Veja São Paulo, 19/10/2011, intitulado “O tesouro de São Miguel”, foi informado sobre o blog (em destaque acima) da Capela de São Miguel Arcanjo, localizada em São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo – SP.

“Reforma em capela revela pintura que pode ser uma das mais antigas do país”. Veja São Paulo

O texto de Mariana Barros, as fotos de Mario Rodrigues me transportaram para o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, Portugal, algo postado aqui no meu espaço.

Fico emocionada quando aprendo sobre o que está sendo restaurado e preservado por iniciativa popular, com doações, neste caso, de um grupo de patrocinadores que inclui empresas como Votorantim, Itaú e Petrobras.

São Paulo tem como marco de nascimento a Missa de Fundação do Colégio de São Paulo de Piratininga, em 1554.

A Capela de São Miguel Arcanjo surgiu em 1560, apenas seis anos depois da Missa da Fundação do Colégio de São Paulo de Piratininga.

Há cerca de dois meses, durante o restauro da Capela de São Miguel Arcanjo, ou seja, no mês de agosto/2011, foi descoberto um mural, atrás dos altares de madeira laterais,composto de sóis e caracóis, que está sendo datado por carbono 14. É provável que se trate de um painel do século XVI. Tem 3 metros de altura por 2,5 de largura e foi desenhado em tons de vermelho, preto e branco.

O restaurador Júlio Moraes, diz, no texto de Veja São Paulo, que se a data [séc. XVI] for confirmada, “será uma das pinturas mais antigas desde o descobrimento do Brasil”.

Acompanhe o texto de Jornal da Tarde,  indicado na Wikípédia, a Enciclopédia livre, no verbete Capela de São Miguel Arcanjo:

Capela mais antiga abre para visitas

  • 23 de março de 2011 |
  • 23h42

Categoria: Geral, Urbanismo

Flávia Tavares

Depois de uma restauração que levou sete anos, será inaugurado nesta quinta-feira (24) um circuito de visitação que vai contar a história da Capela de São Miguel Arcanjo, zona leste de São Paulo. Com as paredes de taipa, sem as reluzentes relíquias das catedrais mais tradicionais, é hoje a igreja mais antiga da capital. A capela foi construída em 1622, pelos índios Guaianases catequizados por jesuítas.

É considerada a mais antiga porque a igreja do Pátio do Colégio, que levaria o título por ter sido fundada em 1554, acabou destruída e reconstruída com modificações. Ali não: 90% das paredes de taipa originais foram recuperadas, assim como as pinturas que as ilustram – a mais célebre está na capa do livro dos 70 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), de 2008. Só que não será exposta aos visitantes, por sua fragilidade.

“Há sete anos, olhamos a capela e nos perguntamos se, de fato, ela guardava a riqueza que todos falavam”, explica o padre Geraldo Rodrigues, presidente da Associação Cultural Beato José de Anchieta, responsável pelo projeto. “Hoje, vemos que sim e notamos que a comunidade precisava reocupar logo aquele espaço. “

Onze imagens dos séculos 16 a 18 estão entre as peças exibidas no circuito. Além disso, o estudo arqueológico feito no terreno encontrou peças de cerâmica indígena e ossadas que seriam de índios. O resultado dessa pesquisa pode ser conferido no passeio, no alpendre lateral da capela.

“Quase todas as igrejas da época tinham esses alpendres, mas eles desapareceram nas demais e lá foram conservados”, diz Percival Tirapeli, professor de História da Arte Brasileira da Unesp.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/capela-mais-antiga-abre-para-visitas/