Procissão de Passos em Itu – 13 abril 2014 – fotos na frente de nossa casa – copyright Tadeu Italiani terça-feira, abr 15 2014 

Há mais de duzentos anos, em Itu – SP, a tradicional Procissão de Passos, com sete (07) Estações celebradas em altares montados em residências do centro da cidade e em frente às Igrejas do Bom Jesus com encerramento na Igreja do Carmo (de onde sai com duas procissões: uma com a imagem de Nosso Senhor carregando a cruz; outra,  com a imagem de Nossa Senhora das Dores; cada uma segue por diferentes ruas até que as procissões se encontram na frente da Igreja Bom Jesus) e seguem de volta à Igreja do Carmo, aconteceu, neste ano, no Domingo de Ramos, 13 de abril de 2014.

As três (03) fotos abaixo são do jornalista,  ex-aluno e amigo Tadeu Italiani.

Após ver as fotos, recomendo visitar os “links”, abaixo delas, para entender sobre Ofício das Trevas, sobre Procissão de Passos e notícias anteriores sobre essa Procissão:

Por Tadeu Italiani - Coral Vozes de Itu entoa canto, sob a regência do professor e historiador Luis de Francisco.

Por Tadeu Italiani – Coral Vozes de Itu entoa canto, sob a regência do professor e historiador Luis Roberto de Francisco.

“Chegando em cada passo, que é armado em residências de famílias e igrejas do itinerário, o padre entra, deposita a relíquia [ o Santo Lenho] sobre o altar especialmente preparado e a incensa. O incenso tem a finalidade de purificação e de levar nossas orações ao céu, pela fumaça. Enquanto é incensada a relíquia, coro e orquestra executam os “motetes”, que são alusões àquilo que representa cada passo. Os cânticos são em latim, compostos no século XIX pelo maestro ituano José Mariano da Costa Lobo”. [Altair Estrada, em Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e procissão de Passos, 28março2007]

 

Por Tadeu Italiani - Verônica entoa o lamento de Nossa Senhora.

Por Tadeu Italiani – Verônica entoa o lamento de Nossa Senhora.

/…/ “há o comovente canto da Verônica, também em latim e de autoria do Pe. Jesuíno do Monte Carmelo, que o compôs no século XVIII. Embora seja cantado pela Verônica, que ao mesmo tempo desenrola e mostra ao povo a face de Cristo, a letra é tirada do livro do Profeta Jeremias e, na verdade, representa um apelo de Nossa Senhora a todos nós; “Ó vós todos que passais pelo caminho, atendei e vede se pode haver dor como a minha dor” – O vos omnes qui transitis per viam, attendite et videte si est dolor sicut dolor meus”. [Altair Estrada, em Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos, 28março2007]

Por Tadeu Italiani - Verônica encerra o lamento de Nossa Senhora.

Por Tadeu Italiani – Verônica encerra o lamento de Nossa Senhora.

Itu.com.br – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos – 28março2007

Itu.com.br- Colunistas – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos – em 29março2011

Itu.com.br – Tradicional Procissão de Passos acontece em Itu desde o século XVIII – 20março2012

Itu.com.br – Tradicional Procissão de Passos é realizada em Itu – 15abril2014

 

 

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu terça-feira, abr 1 2014 

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu.

Hoje Eu Me Sinto Tão Bem – Oriente – VAGALUME sexta-feira, mar 14 2014 

Ao procurar a música, tema de abertura, de “Tempero de Família”, Rodrigo Hilbert, GNT, encontrei a letra.

A canção pode ser ouvida pelo vídeo do YouTube no mesmo “link” = faz um bem ouvir a letra e a canção…

Hoje Eu Me Sinto Tão Bem – Oriente – VAGALUME.

Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, O anjo de Hamburgo domingo, mar 9 2014 

Dentre as inúmeras mulheres que honram a Humanidade, lembrei-me de Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa, “O Anjo de Hamburgo”, cuja biografia, na Wikipédia, a enciclopédia livre, se inicia assim: Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa (Rio Negro, Paraná, 5 de dezembro de 1908 — São Paulo, 3 de março de 2011) foi uma poliglota brasileira que prestou serviços ao Itamaraty, tornando-se a segunda esposa do escritor João Guimarães Rosa. Aracy também é conhecida por ter seu nome escrito no Jardim dos Justos entre as Nações, no Museu do Holocausto (Yad Vashem), em Israel, por ter ajudado muitos judeus a entrarem ilegalmente no Brasil durante o governo de Getúlio Vargas. A homenagem foi prestada em 8 de julho de 1982, ocasião em que também foi homenageado o embaixador Luiz Martins de Souza Dantas. Ela é uma das pessoas homenageadas também no Museu do Holocausto de Washington (EUA). É conhecida pela alcunha de “O Anjo de Hamburgo”. Leia mais em: Aracy de Carvalho Guimarães Rosa na Wikipédia

Recomendação na Wikipédia: Arqshoah Arquivo Virtual Holocausto e Antisemitismo ROSA, Aracy Moebius de Carvalho Guimaraes

RESUMO DO LIVRO JUSTA. ARACY DE CARVALHO E O RESGATE DE JUDEUS: TROCANDO A ALEMANHA NAZISTA PELO BRASIL Mônica Schpun [Editora Civilização Brasileira; 2011] conta a emocionante história de duas mulheres que tiveram seus destinos entrelaçados pela resistência à intolerância extrema nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial e durante o conflito. Uma era brasileira, chefe do setor de passaportes do consulado brasileiro em Hamburgo. A outra, alemã, judia, mulher de um bem-sucedido cirurgião dentista. As duas, jovens na década de 30, tiveram papel decisivo na fuga para o Brasil de judeus perseguidos pelo nazismo.Aracy trabalhava no mesmo consulado em que o escritor Guimarães Rosa, seu marido, iniciava a carreira diplomática como cônsul adjunto. Em 1938, a perseguição aos judeus levou Maria Margarethe Bertel Levy e o marido a procurarem a funcionária Aracy na tentativa de deixar a Alemanha nazista. A partir deste encontro as duas mulheres: a brasileira Aracy em Hamburgo e a alemã Margarethe em São Paulo criaram uma rede de solidariedade e construíram uma rota de fuga para judeus da Alemanha rumo ao Brasil.As duas tiveram que driblar um contexto histórico duplamente hostil: na Alemanha, os primeiros anos do Terceiro Reich e a Segunda Guerra; no Brasil, a Era Vargas (1930-1945) , que criou uma política migratória restritiva e de constrangimentos para judeus. A partir de variada bibliografia, documentos anteriormente ocultos e entrevistas, Mônica Schpun conta a relação entre estas duas mulheres de fibra e reconstrói a cidade de Hamburgo das primeiras décadas do século XX. A autora mostra o modo como a intensificação da perseguição aos judeus ocorreu e a maneira como eles procuraram contornar as formas de repressão. No Brasil, a autora focaliza a cidade de São Paulo da primeira metade do século. Foi lá que a maior parte dos judeus salvos por Aracy e Margarethe veio a se instalar, integrando-se a um tecido urbano emergente, precisando lidar, cada um a seu modo, com a bagagem trágica trazida da Europa. Em Justa, a autora acompanha os cinqüenta anos de vida e deslocamentos destas famílias e reconstrói, com um riquíssimo trabalho de pesquisa, a história de Aracy e Margarethe e da amizade que atravessou o século XX e salvou vidas. Fonte: Grupo Editorial Record

Fonte: Sinopse do livro Net – Justa. Aracy de Carvalho e o resgate de judeus: trocando a Alemanha nazista pelo Brasil

Maestro/Maestrina russo/russa no YouTube domingo, mar 9 2014 

Recebido do primo Sérgio: uma pérola

Atenção: colabore com o combate à pornografia infantil, à exploração infantil, mas assista ao vídeo, uma pérola da espontaneidade infantil:

http://youtu.be/i7W3ICpONVs

De mãos dadas pela eternidade – Blog do MyHeritage em português quinta-feira, mar 6 2014 

Tocante postagem sobre a vida e a morte de um casal de diferentes religiões sepultado em um cemitério, na Holanda, na época separado em seções por religião.

De mãos dadas pela eternidade.

Varvito = o que é; links para entender essa formação sedimentar terça-feira, mar 4 2014 

O arquivo, em extensão “pdf”, é excelente para entender, cientificamente, o que é varvito, uma rocha sedimentar

Varvito de Itu – Registro Clássico da Glaciação Neopaleozoica  Ou http://sigep.cprm.gov.br/sitio062/sitio062.pdf

===================================================================================================================

Texto na Wikipédia, a enciclopédia livre:

varvito é uma rocha sedimentar originada durante a glaciação de rios e lagos e sua estrutura é constituída por uma série de varves.

Apresenta camadas alternadas, formando um depósito sedimentar de estratificação rítmica (ritmito), sendo que cada varve corresponde a um ano. Os clastos caídos são comuns nos varvitos.

O nome varvito vem de sua estrutura em varves. As varves são conjuntos de camadas finas sedimentares clásticas alternadas. A camada mais fina é composta por silte e/ou argila e a mais espessa de silte, areia (fina, média ou grossa) e argila.

A deposição destes materiais ocorre comumente em lagos próximos a geleiras, evidenciado pela posição horizontal do registro e por sua estratificação bastante regular.

Durante as estações mais quentes (primavera e verão), o derretimento do gelo é mais intenso e transporta maior quantidade de areia, argila e silte para o fundo do lago, formando as camadas mais espessas e claras (siltito ou arenito). Neste período mais quente alguns seres vivos conseguem se desenvolver.

Com o derretimento do gelo glacial, blocos maiores das geleiras podem se desprenderem e acabarem no lago. Ao derreterem por completo, podem liberar sedimentos maiores no fundo lacustre, como seixos, calhaus e matacões. Estes sedimentos mais grosseiros se depositam e, como consequência, formam os seixos pingados entre as varves do depósito sedimentar.

Durante as estações mais frias do ano (outono e inverno), os corpos d’água congelam. Nesse período, as partículas mais finas se depositam (argila ou silte) no fundo do lago, por exemplo, formando as lâminas mais escuras e delgadas denominadas folhelhos.

A camada mais clara (sedimentos de meses quentes) costuma ser mais porosa e áspera do que a lâmina de folhelho, devido à primeira conter silte e areia em sua composição.

As camadas sedimentares clásticas alternadas – a camada fina depositada durante os meses frios e a camada mais espessa depositada durante os meses quentes – representam a sedimentação durante um ano. Deste modo, é possível contabilizar, aproximadamente, os anos em um perfil de depósito sedimentar glacial flúvio-lacustrino de varvito. O resultado pode ser interpretado como os anos em que o lago esteve recebendo sedimentos de geleiras.

Nota-se também, em alguns registros geológicos como o do Parque do Varvito – Wikipédia, a enciclopédia livre, em Itu,SP, que as camadas vão se tornando mais finas conforme vão se aproximando da superfície, ou seja, as varves mais recentes são menos espessas que as mais antigas. Esse padrão pode ser explicado se considerarmos que, ao longo dos anos, a geleira foi recuando, levando uma quantia cada vez menor de sedimentos para o lago.

A datação do lago, a partir da contagem das camadas de varvito, pode não ser muito exata, devido à ação erosiva na superfície, que pode eliminar os,sedimentos mais recentes. Entretanto, a estimativa do tempo em que o lago esteve próximo à geleira costuma ser bastante satisfatória através deste método de contagem do tempo.

Nos lagos do período Pleistoceno pode-se observar vestígios da presença de animais invertebrados.

Estes vestígios aparecem na forma de traços finos e alongados, cruzando-se sobre a camada de sedimentos – geralmente a mais clara, formada durante os meses quentes, quando a vida no lago poderia ser mais ativa. São marcas deixadas pela movimentação das patas ou corpos dos animais. Raramente estes animais são encontrados fossilizados, pois seus corpos provavelmente eram muito delicados e não resistiriam no fundo do lago o suficiente para a ocorrência da fossilização.

Os varvitos podem ser:

par siltito-folhelho: quando a maior parte da camada mais clara é composta de silte. Neste caso, percebe-se que a camada é mais porosa do que áspera.

par arenito-folhelho: quando a maior parte da camada mais clara é composta de areia. Neste caso, percebe-se que a camada é mais áspera que porosa.

Origem = http://pt.wikipedia.org/wiki/Varvito

==========================================================================================================

Veja fotos espetaculares dessa formação de rocha sedimentar em:

Fermina Daza Blogspot – Parque do Varvito – 8set2012

==========================================================================================================

Sou ituana, portanto conheço a localização da “Pedreira de Varvito” desde criança. Acompanhei a inauguração do Parque do Varvito, em Itu – SP = local mágico.

Página da Adelaide – Adelaide’s Home Page terça-feira, mar 4 2014 

Por uma série de contratempos, ontem, dia 03-03, não telefonei para MAdelaide.

Hoje, dia 04-03, terça-feira de Carnaval, na parte da manhã, ainda não consegui falar com ela.

Pensei bem e a melhor forma que encontrei para homenageá-la foi divulgar a página que mantém na Web desde fevereiro de 1999.

Aprendi muito com minha prima MAdelaide a respeito de navegação na Web. Sempre recebi dela mensagens com conteúdo muito importante e a ética nos conteúdos de sua página, além de não perder tempo com mediocridades, fazem de Página da Adelaide visitas obrigatórias, porém prazerosas.

Além de uma formatação atraente, a página de minha prima contém uma diversidade de assuntos, cujos “links” estão disponíveis, com inúmeras chamadas para textos científicos, com fotos e comentários sobre viagens que fez e faz.

Imperdível:

Página da Adelaide – Adelaide’s Home Page

Escolha o que quer ver primeiro = recomendo “Página do Mês”.

 

SPPREV = Alerta de 25fev2014 sobre correspondência falsa enviada aos beneficiários domingo, mar 2 2014 

25/02/2014 -  SPPREV alerta sobre falsa correspondência enviada aos beneficiários

Correspondências de um falso órgão de previdência, intitulado Superintendência Geral de Previdência Privada, estão sendo enviadas a beneficiários da SPPREV.

Com o assunto “Encerramento de conta previdenciária”, os ofícios informam que os cidadãos têm direito a uma indenização no valor de R$ 65.840, sendo que para o seu resgate seria necessário o pagamento de uma pretensa taxa de habilitação, no valor de R$ 945, e das supostas taxas das “custas judiciais”, que equivaleriam a R$ 6.584.

A São Paulo Previdência alerta seus participantes sobre a existência da referida fraude. Em caso de dúvidas sobre a veracidade de uma informação ou de uma correspondência, a recomendação da autarquia é de que os beneficiários entrem em contato com o Teleatendimento (0800 777 7738) ou compareçam presencialmente a uma das unidades de atendimento da SPPREV.

Confira abaixo a imagem da correspondência falsa:

viaSPPREV – São Paulo Previdência.

SPPREV – São Paulo Previdência – Informe de Rendimentos 2013 acessível a partir de 01março2014 domingo, mar 2 2014 

Calma, pessoal! Acessível a partir de 1.º de março de 2014 não significa que, hoje, dia 02 de março já esteja disponível.

Consultem diariamente.

Leia mais em:

SPPREV – São Paulo Previdência.

Saber-Literário : FRED FIGNER = Casa Edison; Odeon; Retiro dos Artistas em Jacarepaguá – RJ segunda-feira, fev 24 2014 

Recebi da prima Melinha um texto, com fotos, sobre Fred Figner.

Em “busca”, encontrei a origem do texto enviado no corpo da mensagem de e-mail.

Emocionante!

Saber-Literário : FRED FIGNER.

Você tem um sósia? – MyHeritage.com.br – Blog português domingo, fev 23 2014 

Mesmo que você ainda não tenha um “website” de família no MyHeritage.Com, nada o impede de acessar a postagem abaixo e as demais postagens.

Aos que têm “website de família, verifiquem esse recurso de reconhecimento facial para localizar sósias.

Você tem um sósia? – MyHeritage.com.br – Blog português.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria domingo, fev 23 2014 

À venda em qualquer loja da Droga Raia, pelo valor de R$ 3,50 (três reais e cinquenta centavos). Esse valor, descontados os custos do projeto, é revertido para o GRAACC + Instituto Ayrton Senna (parceria social).

GRAACC, combatendo e vencendo o câncer infantil, é a sigla de Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer. É uma instituição sem fins lucrativos que, desde 1991, combate o câncer infantil.

Clique para folhear as revistas anteriores disponíveis para isso. Não se esqueça de, ao passar por uma das lojas da Droga Raia, adquirir uma ou mais revistas.

A de n.º 36 refere-se ao bimestre fevereiro e março/2014.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria.

Itu.com.br – Cinema – Vida do pintor ituano Almeida Junior é contada em documentário quarta-feira, fev 19 2014 

Itu.com.br – Cinema – Vida do pintor ituano Almeida Junior é contada em documentário.

Direitos Humanos Seletivos, de Ruy Fabiano, Blog do Noblat, 15-02-2014 domingo, fev 16 2014 

De 15-02-2014, Blog do Noblat, por Ruy Fabiano; recebido do primo PRoberto

Direitos Humanos Seletivos

Ruy Fabiano

A defesa dos direitos humanos, imperativo civilizatório, perde sentido e substância quando contaminada pelo viés ideológico. Direitos humanos não são nem de direita, nem de esquerda; ou se aplicam a todos ou apenas instrumentalizam um projeto de poder, o que configura mais um tipo de violação.

É o que tem ocorrido no Brasil há já muitos anos, ao ponto de sua simples menção provocar mais suspeita que conforto em grande parte da sociedade. Isso porque raramente as organizações humanitárias preocupam-se com o destino das vítimas, concentrando-se habitualmente nos agressores ou naqueles que personificam a luta política que consideram emblemática.

Vejamos os fatos mais recentes. O ajudante de pedreiro Amarildo de Souza desapareceu de sua residência, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, em julho do ano passado [2013].

As investigações indicam que foi morto por PMs. Mas, bem antes de sua morte estar evidenciada, fez-se campanha nacional, de grande repercussão, para denunciá-la. Muito justo e necessário. Artistas interrompiam shows para reclamar de seu paradeiro.

Porém, dia 2 passado [02-02-2014], a PM Alda Rafael Castilho, de 22 anos, foi covardemente assassinada, com um tiro no estômago, em seu posto na UPP de Vila Cruzeiro, no Rio.

Eram 15 os bandidos, que balearam outro PM, Melquisedeque Basílio, de 29 anos, e atingiram, com balas perdidas, um casal, sendo que a moça, Elaine Mariano, ferida na cabeça, está em estado grave no hospital. Alda foi o oitavo policial morto desde que as UPPs se instalaram, em 2008.

Alguma manifestação? Algum artista interrompeu seu show para reclamar sua morte? Algum muro na cidade para lembrar o crime? Alguma ONG empenhada em auxiliar a família das vítimas? Alguma declaração da ministra dos Direitos Humanos? Não.

O episódio circunscreveu-se ao noticiário de jornal. Policial, segundo se depreende de tal silêncio, não é humano – e, portanto, não tem direitos. Vamos em frente.

No dia 3 passado [03-02-2014], em São Luís, Maranhão, bandidos tocaram fogo em um ônibus cheio de passageiros. Vários feridos e uma criança de seis anos, Ana Clara Santos Souza, carbonizada. O crime chocou a opinião pública, mas não se tem notícia de qualquer protesto por parte das ONGs humanitárias ou qualquer pronunciamento da ministra dos Direitos Humanos.

Dia 11 [11-02-2014], Kaíque Augusto Batista dos Santos, de 17 anos, foi encontrado morto em São Paulo, embaixo de um viaduto, com o rosto deformado e uma fratura exposta na perna.

Antes que a perícia se manifestasse, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, ao saber que se tratava de um negro e homossexual, resolveu todo o enigma: o rapaz fora assassinado por homofóbicos racistas. Aproveitou, em nota oficial, para pedir rapidez na aprovação da lei que criminaliza a homofobia.

Ato contínuo, organizações de homossexuais, ONGs de direitos humanos e partidos de esquerda entraram em cena para reverberar as palavras da ministra. Chegaram a fazer uma manifestação de protesto no local. Dias depois, o diagnóstico da polícia, reconhecido pela família, silenciou o protesto: Kaíque se suicidara. Seu cadáver perdeu então importância.

No dia 31 [31-01-2014] passado, um adolescente negro foi espancado e amarrado a um poste no bairro do Flamengo, Rio. Ele teria praticado roubos nas redondezas e fora justiçado por rapazes de classe média, que, na ausência da polícia, decidiram agir como milicianos. Um absurdo, claro.

Porém, o alarido que as mesmas organizações promoveram em defesa do rapaz – justa, diga-se – contrasta com o silêncio em torno da morte da PM Alda e da menina Ana Clara.

Em São Paulo, dia 25 passado [25-01-2014], a polícia baleou o black bloc Fabrício Proteus Chaves, de 22 anos, que investira contra um policial com um estilete na mão. A mesma turma dos direitos humanos, antes que as imagens colhidas do episódio viessem à tona – e comprovassem que a polícia agiu em legítima defesa – julgaram e condenaram os PMs.

Fabrício tinha em sua mochila, entre outros artefatos, duas bombas caseiras e uma chave inglesa, usada para quebrar vitrines e caixas eletrônicos. O episódio serviu também para que diversos personagens do meio político e artístico reiterassem a legitimidade da ação predadora dos black bloc.

No Rio [em 06-02-2014], dois black bloc mataram [atingiram Santiago Andrade com um rojão] o cinegrafista Santiago Andrade [05-09-1964/10-02-2014]. Antes que as imagens fossem divulgadas – e mostrassem a autoria efetiva -um repórter de TV disse ter visto a polícia jogar a bomba. Abriu-se uma discussão para atenuar o crime. Os rapazes não queriam matar o cinegrafista. Quem então? Um policial? Talvez. Não haveria tanto barulho. Polícia não é gente.

Esta semana [13-02-2014], em Brasília, uma manifestação do MST feriu 30 PMs, sendo oito em estado grave. Alguma solidariedade às famílias, alguma declaração da ministra contra a violência? Nada.

Indignação seletiva é sempre falsa – e, em vez de combater a violência, realimenta-a.

Ruy Fabiano é jornalista.

http://oglobo.globo.com/pais/n…seletivos-524517.asp

Silêncio cúmplice , de Heloísa Seixas, em “O Globo”, 12-02-2014 domingo, fev 16 2014 

Publicado em 12-02-2014, de Heloísa Seixas, em “O Globo”; recebido do primo PRoberto

Silêncio cúmplice

‘Os comentários que tenho ouvido me passam a impressão de que, de alguma maneira, nos sentimos culpados’

Recebi o telefonema de um amigo da TV Bandeirantes, muito abalado com a morte do cinegrafista Santiago Andrade, atingido por um morteiro disparado pelos black blocs na manifestação do dia 6 de fevereiro. Claro que todos nós — a sociedade civil e especialmente nós, jornalistas — estamos chocados com a história. Mas uma frase de meu amigo me chamou a atenção:

“Fico me perguntando se não devíamos ter sido mais duros desde o início, se não devíamos ter denunciado com mais vigor esses vândalos”, disse ele. Aí está: talvez haja, nessa morte, mais do que a sensação de perplexidade e revolta que sentimos quando ficamos sabendo, por exemplo, da morte de alguém vítima de bala perdida. Os comentários que tenho ouvido me passam a impressão de que, de alguma maneira, nos sentimos culpados.

Desde que começaram os movimentos de junho do ano passado, temos assistido à crescente violência nas manifestações. Essa escalada de violência tem sido atribuída quase sempre à maneira truculenta de agir por parte dos policiais. Mas, por maior que seja o despreparo do aparato policial, há vândalos agindo livremente nas ruas durante esses atos, saindo com o objetivo puro e simples de destruir, sem qualquer reivindicação a movê-los.

Jovens advogados, políticos progressistas, instituições que sempre defenderam os direitos humanos, todos têm saído em defesa dos manifestantes, na presunção de que, entre perseguidos e policiais, os primeiros têm sempre razão. Mas os black blocs, ou seja lá que nome tenham, vinham dando sinais nos quais devíamos ter prestado mais atenção: havia tintas neonazistas no comportamento deles, inclusive na hostilidade à imprensa.

Mas parecia retrógrado, uma coisa velha, de direita (como se dizia antigamente), ser contra os manifestantes. Poucos de nós, na imprensa, tivemos coragem de escrever contra eles com a força necessária. Afinal, como defender policiais e governos suspeitos, logo nós, que já trabalhamos sob censura e combatemos a ditadura? Melhor ficarmos quietos, em nome da democracia. Em nome do direito à livre manifestação — mesmo com bombas e pedras.

E agora estamos assim, como o meu amigo da Bandeirantes. Com esse nó na garganta, essa pergunta presa no peito: será que nosso silêncio constrangido nos faz cúmplices na morte de Santiago?

*Heloisa Seixas é jornalista e escritora

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/silencio-cumplice-11577996#ixzz2t82FOE1V
© 1996 – 2014. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

Italianos em Salto (1996) – YouTube terça-feira, fev 11 2014 

Havia oito (08) postagens, do YouTube, com o título “Italianos em Salto”.

Eliminei-as, porque havia um aviso que impossibilitava assisti-las.

Encontrei esta, de 2013, com 1h11m32s.

viaItalianos em Salto (1996) – YouTube.

APOD: 2012 July 10 – Happy People Dancing on Planet Earth segunda-feira, fev 10 2014 

Saiba algo sobre o idealizador dos vídeos:

http://www.wherethehellismatt.com/about

http://www.wherethehellismatt.com/about/faq#triplyrics

APOD: 2012 July 10 – Happy People Dancing on Planet Earth.

Pesquisa genealógica enquanto dorme – Webinar – MyHeritage.com.br – Blog português sábado, fev 8 2014 

O que é Webinar?

É um novo meio de comunicação entre MyHeritage e seus usuários. De uma maneira bem fácil, é possível explicar ao vivo na forma de palestra/aula algumas funções em que muitos usuários podem encontrar dúvidas ou até mesmo não usarem pois não conhecem todo o potencial do site.

Fonte: Trecho extraído da postagem “Webinar de MyHeritage.com – comandos básicos”, 20-06-2013, por Walter Olivas. http://blog.myheritage.com.br/2013/06/webinar-de-myheritage-comandos-basicos/

Agora, clique, abaixo, para acompanhar o Webinar esclarecedor para “Smart Matches”, uma ferramenta disponível, nos planos pagos do MyHeritage, para as coincidências de perfis entre a sua árvore genealógica e outras árvores; para adicionar, na sua árvore, dados de perfis de árvores coincidentes; para unir árvores…

Pesquisa genealógica enquanto dorme – Webinar – MyHeritage.com.br – Blog português.

Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo – Laosp | Centro Cultural do Liceu quarta-feira, fev 5 2014 

Gostaria que “Era Virtual” tivesse tido a oportunidade de incluir o Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo para visita virtual antes que pegasse fogo na madrugada de 04-02-2014. Fechado há um ano (2013), só tive um vislumbre do acervo após o incêndio. Alguém declarou que tudo pode ser restaurado. Outras notícias, na Web, afirmam que o Centro Cultural do Liceu não tinha alvará dos bombeiros e que a razão do incêndio pode ter sido um curto-circuito.

Atualizado: 04/02/2014 07:40 | Por Agência Brasil, Agência Brasil

Incêndio destroi Centro Cultural do Liceu em SP

Um incêndio de grandes proporções nesta madrugada [04-02-2014] destruiu o Centro Cultural do Liceu de Artes de Ofícios de São Paulo. Parte do acervo que incluía réplicas em escala natural de esculturas clássicas foi perdida. Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve vítimas.

As chamas começaram por volta da 1h e foram enviadas 21 viaturas. No início desta manhã, o fogo já estava controlado e os homens do Corpo de Bombeiros faziam o trabalho de rescaldo.

O Centro Cultural na rua da Cantareira, 1351, no bairro do Bom Retiro, região central da capital paulista funcionava num prédio anexo à escola Liceu. O estabelecimento publicou um comunicado no seu site informando que o prédio da escola não foi atingindo. Porém, as aulas estarão suspensas nesta terça-feira (4).

Adendo: na Internet, no website do Liceu, encontramos o aviso de que as aulas no prédio não atingido pelo fogo retornam na segunda-feira, dia 10-02-2014. MLB

Agência Brasil – Todos os direitos reservados.

Fonte: http://noticias.br.msn.com/brasil/inc%C3%AAndio-destroi-centro-cultural-do-liceu-em-sp

Sobre o Liceu de SP, clique em:

Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo_Wikipédia a enciclopédia livre

e complemente com:

Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo – Laosp.

Fachada do Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo_orgiem Wikipédia

Fachada do Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo_origem Wikipédia, a enciclopédia livre

200px-Pinacoteca_do_Estado_de_São_Paulo,_Brasil_-_interiores

O edifício da Pinacoteca de São Paulo originalmente foi construído para abrigar o Liceu de Artes, além do acervo artístico do Estado, embora a escola tenha se mantido por um curto período aí. (Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre)

Por enquanto, maravilhe-se com a visita virtual ao Museu de Artes e Ofícios de Minas Gerais, de “Era Virtual”

Espere carregar. Quando aparecer a Praça da Estação, com música e narração, você pode fazer a visita virtual pela praça. Depois, no canto inferior esquerdo, escolha os itens pelos quais deseja navegar, um a um, que, além de imagens, há narração.

Era Virtual, Museu de Artes e Ofícios de Minas Gerais, Brasil

 

A história do biquíni e como chegou aos EUA – em inglês quarta-feira, jan 29 2014 

Meu primo PRoberto ficou curioso com o sobrenome da primeira corajosa a posar de biquíni, uma dançarina francesa.

Enviou-me a foto e o comentário sobre a modelo.

Encontrei esta “pérola” de 2006 =

A história do biquíni, como chegou nos EUA, em inglês

Agora, em português, cujo texto aborda a paixão de brasileiros e brasileiras pelo biquíni =

A evolução do biquíni, inventado na França em 1946, até o fio dental

Flagra: Sapo “cavalheiro” usa folha para proteger fêmea da chuva – Globo Rural | Planeta Bicho quarta-feira, jan 29 2014 

Indicação do amigo JEmídio.

Uma pérola, de fato.

Flagra: Sapo “cavalheiro” usa folha para proteger fêmea da chuva – Globo Rural | Planeta Bicho.

São Paulo, Minha Cidade e as histórias contadas pela prima Haydée segunda-feira, jan 27 2014 

Acessem as histórias contadas pela prima Haydée. São Pérolas, Resgate da Memória da cidade de São Paulo.

Primeira vez em São Paulo_por Haydée M Brock

Procurando Arnobio_por Haydée M Brock

Quase só para mulheres_por Haydée M Brock

Origem: São Paulo, Minha Cidade

Garanto que se interessarão, também, por outras histórias contadas pelos demais autores.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória – MyHeritage Blog em Português segunda-feira, jan 27 2014 

Imperdível!

Atenção para o documentário (em vídeo) que não pretende dar explicações ou respostas, mas levar à reflexão.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória.

Não consigo acessar SPPREV nem encontro meu demonstrativo de pagamento como inativo sexta-feira, jan 24 2014 

A melhor solução é acessar em

SPPREV página inicial

o Atendimento ao Usuário, utilizar as informações ali prestadas e tirar todas as dúvidas com os atendentes (consulta presencial ou por telefone).

Apresenta-se assim, na página inicial do SPPREV

Atendimento ao Usuário


Atendimento presencial


Sede: Rua Bela Cintra, 657
Consolação – SP
2ª a 6ª feira: 9h às 16h

Teleatendimento


0800 777 7738

2ª a 6ª feira: 8h às 21h
Sábado: 8h às 16h

Locais de Atendimento


Encontre na SPPREV


BUSCA NO SITE:

 

Compartilhando histórias de família com nossos maiores tesouros: nossos filhos terça-feira, jan 21 2014 

Imperdível essa postagem.

Você já pensou em ter sua árvore genealógica on-line?

É possível preservar tudo de que trata o texto da postagem abaixo e compartilhar com os membros da família.

Compartilhando histórias de família com nossos maiores tesouros: nossos filhos.

“Tico-Tico no fubá” 79 anos após a morte de Zequinha de Abreu em 22-01-1935 terça-feira, jan 21 2014 

Canção de choro composta por Zequinha de Abreu.

José Gomes de Abreu, o Zequinha de Abreu, nasceu em Santa Rita do Passa Quatro – SP, em 19-09-1880. Morreu em São Paulo – SP, no dia 22-01-1935

Na Wikipédia= “Tico-Tico no Fubá” é uma canção de choro composta por Zequinha de Abreu. Com o tempo, tornou-se uma das canções brasileiras mais conhecidas de todos os tempos. Foi gravada pela pequena notável  Carmen Miranda, pela Rainha do Chorinho Ademilde Fonseca e por Ray Conniff, entre outros. Foi apresentada pela primeira vez em um baile da cidade de Santa Rita do Passa Quatro em 1917 sob o nome de Tico-Tico no Farelo. A canção recebeu o nome atual em 1931, já que existia outra de mesmo título, composta por Canhoto. No mesmo ano foi incluída pela primeira vez em disco, gravado pela Orquestra Colbaz. [Origem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tico-Tico_no_Fub%C3%A1, onde se pode ouvir a gravação de “Tico-Tico no fubá” com a Orquestra Colbaz]

Composição de 1917, já famosa no exterior, apenas tocada. A primeira letra foi feita em 1941 pelo Dr. Eurico Barreiros. Ademilde Fonseca gravou-a (10.8.1942) na Columbia (55.386-A). Nos Estados Unidos, Aloysio de Oliveira, ignorando o precedente, escreveu outra letra [...] Em carta a Almirante (12.3.1943), toda em versos, ele comenta: “Agora, um outro assunto/ eu quero lhe perguntar/ É sobre aquele chorinho/ “Tico-Tico no Fubá”/ Espécie de adaptação/ Eu fiz para Carmen cantar/ Quero a sua opinião/ Pois aqui tem-se a impressão/ que vai ficar popular/ Depois de tudo já feito/ Num jornal vi publicado/ que haviam já no Rio/ o “Tico-Tico” cantado/ Li a letra que fizeram/ E comparando com a minha/ Conclui comigo mesmo/ que a minha era “melhorzinha”/ Aqui, inclusa, uma cópia/ Da minha letra eu envio/ Para que a compare/ com a que fizeram no Rio.” (Abel Cardoso Junior) [Origem: http://carmen.miranda.nom.br/grv_284.html]

Em http://letras.mus.br/ney-matogrosso/1096637/, a canção na performance de Ney Matogrosso: a letra é de Eurico Barreiros (a primeira letra de 1941). [A Informação sobre o crédito da letra cantada por Ney Matogrosso foi extraída de http://www.beakauffmann.com/mpb_t/tico-tico-no-fuba.html, onde é possível ouvir duas “midis” de “Tico-Tico no fubá” - Beatriz Kauffmann’s Web Site = www.beakauffmann.com].

No Youtube, Ney Matogrosso, Show “Batuque” de 2001, postado em 2011

http://youtu.be/7O3CL1_a8kg

Para ouvir com Carmen Miranda

Em http://letras.mus.br/carmen-miranda/241982/, a letra é de E. Drake e Alloysio de Oliveira.

TICO-TICO NO FUBÁ
[Choro - De Zequinha de Abreu, E. Drake e Aloysio de Oliveira. Acompanhamento do Bando da Lua e Garoto. Gravado nos Estados Unidos em 27 de janeiro de 1945]

Origem da informação = http://carmen.miranda.nom.br/grv_284.html

No Youtube, postado em 2011, Carmen Miranda interpreta a letra gravada em 1945:

http://youtu.be/bioGCIPKuiM

Rendeu bastante o fato de eu não saber disso e ter pesquisado.

Tico Tico no Fubá – Ney Matogrosso – YouTube terça-feira, jan 21 2014 

Recebi mensagem reenviada pelo primo Sérgio com a letra integral de “Tico-tico no fubá”, chamando a atenção para essa letra, pois quem enviou a mensagem, originalmente, comenta que nunca tinha prestado atenção na letra inteira.

Acontece que, com todo o talento, Ney Matogrosso interpreta a canção de modo que é possível entender os versos.

Aparentemente, os intérpretes anteriores sempre foram obrigados a interpretá-la de acordo com o ritmo absolutamente alucinante do acompanhamento musical.

Vale a pena assistir à interpretação de Ney Matogrosso, “Show Batuque”,  gravado em 2001, postado em 2011.

Tico Tico no Fubá – Ney Matogrosso – YouTube.

Na postagem subsequente, entendi o motivo de a letra cantada por Ney Matogrosso não se parecer em nada com a letra cantada por Carmen Miranda = Ney Matogrosso interpretou a primeira letra de “Tico-Tico no fubá”.

Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre – A vida imortal de Henrietta Lacks segunda-feira, jan 20 2014 

Henrietta Lacks morreu em 1951, vítima de uma forma agressiva de câncer de colo de útero.

Acompanhe, abaixo, pelo “link” da Wikipédia, por que uma humilde norte-americana se tornou imortal.

Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em 2011, presenteei uma amiga, médica, com o livro, na época, recém lançado no Brasil pela Companhia das Letras, cuja resenha pode ser lida no “link” abaixo:

http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12974

Minha amiga comentou, posteriormente, que ficou encantada e emocionada com a leitura.

Espero estimular outras pessoas a comprar o livro e a refletir sobre o conteúdo.

Adianto alguns detalhes, com citação da fonte de onde foram extraídos:

Descrição do produto e ficha técnica

Título: A Vida Imortal de Henrietta Lacks
Autor: Rebecca Skloot
Editora: Companhia das Letras
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 456 páginas
ISBN: 978-85-3591-815-1
Peso: 570g
Dimensões: 210mm x 140mm

Sinopse

Henrietta Lacks era descendente de escravos e nasceu em 1920, numa fazenda de tabaco no interior da Virgínia. Aos trinta anos, casada e mãe de cinco filhos, Henrietta descobriu que tinha câncer.

Em poucos meses, um tumor no colo do útero se espalhou por seu corpo. Ela se tratou no Hospital Johns Hopkins, e veio a falecer em 1951. No hospital, uma amostra do colo do útero de Henrietta havia sido extraída sem o seu conhecimento, e fornecida à equipe de George Gey. Gey demonstrou que as células cancerígenas desse tecido possuíam uma característica até então inédita –mesmo fora do corpo de Henrietta, multiplicavam-se num curto intervalo, tornando-se virtualmente imortais num meio de cultura adequado.

Por causa disso, as células “HeLa” logo começaram a ser utilizadas nas pesquisas em universidades e centros de tecnologia. Como resultado, a vacina contra a poliomielite e contra o vírus HPV, vários medicamentos para o tratamento de câncer, de AIDS e do mal de Parkinson, por exemplo, foram obtidos com a linhagem “HeLa”.

Apesar disso, os responsáveis jamais deram informações adequadas à família da doadora e tampouco ofereceram qualquer compensação moral ou financeira pela massiva utilização das células. “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” reconstitui a vida e a morte desta injustiçada personagem da história da medicina. O livro demonstra como o progresso científico do século 20 deveu-se em grande medida a essa mulher negra, pobre e quase sem instrução.

Fonte: http://livraria.folha.com.br/livros/ciencias-biologicas/vida-imortal-henrietta-lacks-rebecca-skloot-1163086.html?tracking_number=734

Aprendiz da vida – Letícia Thompson 2011 segunda-feira, jan 13 2014 

Repostando o texto, pois postei, anteriormente, o anexo em extensão “pps” que recebi do primo Sérgio

Aprendiz da vida – Letícia Thompson 2011.

Últimos Desejos | Kombi | Volkswagen quinta-feira, jan 9 2014 

Imperdível. Fui direcionada a essa pérola pela publicação, na revista Superinteressante, Edição “verde” 327, dezembro/2013, página 27, Editora Abril:

Os últimos desejos da Kombi_anúncio na Superinteressante dez2013 ed 327 Editora Abril

No final da mensagem publicitária, há a recomendação para acessar = vw.com.br/kombi

Acesse o “link” abaixo com tempo, para ver as histórias completas e acompanhar as entregas das “retribuições” da Kombi a pessoas especiais que fizeram parte da vida dela.

Últimos Desejos | Kombi | Volkswagen.

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria segunda-feira, dez 23 2013 

À venda em qualquer loja da Droga Raia:

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria.

Santos-Dumont, de próprio punho domingo, dez 22 2013 

Sugestão da revista História Viva, História em cartaz, ano VII, n.º 78, Duetto Editorial, página 14:

Santos Dumont por ele mesmo – No intuito de divulgar a trajetória de um dos brasileiros mais ilustres de todos os tempos, o site Santos Dumont de próprio punho colocou à disposição dos internautas diversos documentos redigidos pelo inventor. Além das duas obras autobiográficas escritas em vida por Dumont - Dans L’air (lançada em 1904) e O que eu vi – O que nós veremos (1918) – o site disponibiliza textos e imagens oriundos de arquivos brasileiros e estrangeiros.

Para complementar as informações contidas nos livros, pesquisadores foram a diversos estados brasileiros, além de Portugal e França, para reunir dados sobre a biografia de Santos Dumont. Todo o material está disponível na página do projeto na internet, em português e francês.

Há, por exemplo, fotos, cartas e vídeos de época que mostram aspectos da vida social e fornecem amostras da produção intelectual de Santos dumont. Os visitantes também poderão conhecer a vasta bibliografia publicada sobre o inventor, em livros, revistas e até em histórias em quadrinhos”.

Santos-Dumont, de próprio punho ».

Tradições familiares natalinas: quais são as suas? – MyHeritage Portuguese Blog domingo, dez 22 2013 

Tradições familiares natalinas: quais são as suas?.

Era Virtual Museus – Visitas Virtuais terça-feira, dez 17 2013 

Indicação da revista História Viva impressa, página 10, ano VII, n.º 78, Duetto Editorial, com o título

Exposições na tela do computador – Visitar 12 museus brasileiros em um dia pode parecer impossível. O site Era Virtual, no entanto, promete transformar isso em realidade ao criar visitas virtuais gratuitas a instituições de quatro estados brasileiros: Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás e Pernambuco.

Atualmente, já é possível ver na tela do computador os acervos do Museu de Artes e Ofícios (MG), do Museu Nacional do Mar (SC), da Casa de Cora Coralina (GO), do Museu Victor Meirelles (SC) e do Museu do Oratório (MG). Na sequência, outras seis instituições mineiras e uma pernambucana ganharão suas versões eletrônicas.

Para digitalizar os museus, os idealizadores do projeto fotografaram os espaços de exposição e seus acervos, para, em seguida, filmá-los em diversos ângulos e em alta definição. O sistema utilizado permite ao visitante virtual entrar no museu, avançar, aproximar-se de alguma obra ou voltar no momento em que quiser, sem itinerário obrigatório. O projeto pretende ajudar a suprir uma das carências culturais do país: segundo pesquisas, 92% da população brasileira nunca foi a um museu”.

Era Virtual Museus – Visitas Virtuais.

Na página principal, clique em “Visita Virtual” e saberá quais museus já estão disponíveis.

*********************************

Site da revista: http://www.historiaviva.com.br

Papai Noel dos Correios 2013 sábado, dez 7 2013 

Papai Noel dos Correios.

Pontos de adoção das cartinhas no Estado de São Paulo:

http://blog.correios.com.br/papainoeldoscorreios/wp-content/uploads/2013/10/spi-tabela.pdf

Encerra em 13 de dezembro de 2013.

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! Recebido em 18/11/2013 terça-feira, nov 19 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: qual o amigo mais diferente que você já fez?

Estamos procurando relatos de amizades improváveis, de pessoas que, aparentemente, não combinam, mas que acabaram virando amigas e construindo uma relação sólida e especial. Podem ser histórias como:

- Quando a conheci, ela era a menina mais bagunceira da escola e eu, a representante de classe. Acabamos fazendo um trabalho em grupo e descobri na minha colega uma grande amiga, que me ensinou a levar a vida com mais leveza.

- Conheci meu amigo em uma viagem de férias com a turma. Cheguei atrasadíssimo para a partida e ele, muito pontual e organizado, ia me deixando para trás. Quando nos conhecemos melhor, descobrimos que, fora a organização, temos muito em comum.

- Minha amiga é daquelas pessoas sérias, que levam tudo com firmeza. O incrível é que eu admiro seu jeito ajuizado de viver e ela gosta da minha maneira alegre, de dar risadas com o que me acontece. Quando nos veem juntas, ninguém acredita que somos tão próximas!

- Tenho 66 anos e meu melhor amigo tem a metade da minha idade. Gostamos muito de conversar sobre diversos assuntos. Ele me ensina a ver a vida com outros olhos.

- Tenho uma amiga que adora viajar, fazer coisas novas e não para um minuto sequer! Eu gosto mesmo é de ficar em casa, sem muitas emoções. Não temos nada em comum, mas ela está sempre por perto quando preciso. Foi com ela que vi que podia deixar meus preconceitos para trás: uma boa amiga vai além das aparências.

- Conheci meu amigo na faculdade e estávamos sempre juntos. Depois, ele se tornou empresário e hoje tem um excelente salário. Eu resolvi fazer trabalhos sociais. Nossos estilos de vida são opostos, mas nossos laços continuam fortes. Estamos juntos nos momentos alegres e nos difíceis: uma amizade verdadeira vai além do dinheiro.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: www.revistasorria.com.br

Também estamos no Facebook: www.facebook.com/revistasorria

Muito obrigado!

Equipe Sorria

(11) 3024 2444

▶ A história de Salto e a imigração italiana – 2012 Momento Italia Brasil – Bloco 2 – YouTube terça-feira, out 29 2013 

via▶ A história de Salto e a imigração italiana – 2012 Momento Italia Brasil – Bloco 2 – YouTube.

Espaço Santa Rita on Vimeo segunda-feira, out 14 2013 

Espaço Santa Rita on Vimeo on Vimeo

via Espaço Santa Rita on Vimeo.

SPPREV – São Paulo Previdência – Fale conosco sexta-feira, out 11 2013 

Muitas vezes, recebo mensagens de dificuldades ou dúvidas com relação a pagamentos de aposentadoria e até mesmo de acesso ao “site” da SPPREV.

Divulgo, portanto, que, no “site” da SPPREV, a melhor alternativa é clicar em “Fale conosco”, para tentar dirimir as dúvidas por telefone ou por presença na Sede ou em Local de Atendimento mais próximo.

SPPREV – São Paulo Previdência.

São Paulo – Minha Cidade quinta-feira, out 10 2013 

Fazia tempo que não visitava “São Paulo – Minha Cidade”, onde há relatos da prima Haydée.

Hoje, entrei no “site” e que surpresa agradável: novo visual e novas funcionalidades.

São Paulo – Minha Cidade.

Ajude a fazer a próxima revista Sorria! – de 07 de outubro de 2013 terça-feira, out 8 2013 

Olá,

Estamos preparando a seção Aconteceu Comigo da próxima edição da revista Sorria (www.revistasorria.com.br) e mais uma vez pedimos a sua ajuda!

O tema da vez é: qual a melhor coisa que já fizeram por você?

Estamos procurando relatos de pessoas que foram alvo de generosidade. Daquelas atitudes gratuitas, feitas sem esperar retribuições, grandes ou pequenas, mas cheias de significado para quem recebe. Podem ser histórias de pessoas como:

- Um jovem que foi morar em uma cidade distante e foi acolhido por alguém que não cobrou nem pediu nada em troca, feliz em poder ajudar.

- Uma pessoa que estava com problemas de saúde e encontrou um benfeitor: seja alguém que ajudou financeiramente ou com cuidados.

- Um profissional que, no início da carreira, encontrou uma pessoa que lhe ensinou tudo que sabia e lhe mostrou os caminhos do ofício, sem ser sua obrigação ou ganhar nada em troca.

- Uma pessoa que, no momento em que mais precisava, ganhou de um desconhecido um ouvido e um ombro amigo, que lhe apoiou e ajudou a enxergar as dificuldades com mais clareza.

- Alguém que recebeu um rim ou outra parte do corpo para sobreviver e, com esse ato de generosidade, passou a ter uma nova vida.

- Uma pessoa que, sem pedir, ganhou de alguém algo necessário que não conseguia pagar: um computador para estudar, a viagem para ver um parente no fim da vida, o equipamento que precisava para começar a trabalhar…

Alguém que fez algo errado contra outra pessoa, arrependeu-se, foi perdoado por ela e, acima de tudo, tornaram-se grandes amigos.

- Uma estudante que teve seu curso custeado por alguém – e esse alguém nunca pediu nada em troca.

Você tem uma história assim? Conte para a gente!

Não se esqueça de informar, por favor:

Nome:

Idade:

Cidade/Estado:

Telefone (não vamos divulgar essa informação, é apenas para poder entrar em contato se ficarmos com alguma dúvida):

Nem todos os depoimentos poderão ser publicados na revista. Faremos uma seleção entre os relatos recebidos.

Para saber mais sobre a Sorria, acesse nosso site: www.revistasorria.com.br

Também estamos no Facebook: www.facebook.com/revistasorria

Muito obrigado!

Equipe Sorria

(11) 3024 2444

Cidades sem Fome: Revista Sorria edição 34, out/nov/2013 domingo, out 6 2013 

A revista “Sorria para ser feliz agora”, edição n.º 34, outubro/novembro/2013, Editora Mol, já está à venda nas lojas da Droga Raia.

A capa é: Você é feliz com seu trabalho?

Na seção Gente que faz, “Semeando o futuro”, texto de Jéssica Martineli; foto de Ilana Bar, Hans Dieter Temp, gaúcho, administrador de empresas ameniza a pobreza por meio de hortas comunitárias, diminuindo a fome e gerando emprego e renda, como fundador da ONG Cidades Sem Fome que, desde 2004, cria hortas comunitárias na Zona Leste de São Paulo. A iniciativa já beneficiou 2.000 mil pessoas. Em 2011, a ONG recebeu um prêmio internacional como iniciativa a ser replicada. [Trecho redigitado da página 42, revista Sorria]

Passe numa das lojas da Droga Raia, compre a revista e  leia não apenas essa recomendação, mas a revista inteira.

Visite, abaixo, o “link” indicado nessa mesma revista:

Cidades sem Fome.

Histórico da Fazenda Paraizo e inauguração do Espaço Santa Rita Restaurante e Eventos quinta-feira, out 3 2013 

O Histórico da Fazenda Paraizo, localizada no km 102 da Avenida Dr. Ermelindo Maffei, na Estância Turística de Itu – SP, nos remete ao período do Brasil-Colônia, quando os primeiros habitantes do planalto paulista viviam em função do sertão, em busca de indígenas para escravidão, de metais e pedras preciosas. Os que permaneciam em suas roças plantavam milho, mandioca e praticavam outras atividades próprias para sua subsistência.

No início do século XVII, muitos deles, dentre os quais os membros da família de Domingos Fernandes, começaram a procurar terras mais férteis para suas roças, dando início, por exemplo, às Vilas de Santana do Parnaíba, Sorocaba e Itu.

A pequena capela construída por Domingos Fernandes, sob invocação de Nossa Senhora da Candelária, deu origem à povoação de Itu em 1610. Por muito tempo, a Vila de Itu foi local de parada e de partida de bandeirantes e monçoneiros em busca do sertão.

Itu passou a integrar a agricultura de exportação quando iniciou o cultivo de cana-de-açúcar, pois as terras eram consideradas de boa qualidade para essa cultura e, então, surgiram grandes fazendas exploradas com mão-de-obra escrava.

No cinturão de fazendas que foram sendo abertas ao redor de Itu, construíram-se casas, engenhos e os demais aparelhamentos próprios da cultura canavieira. As moradas que ainda restam desse período são do assim chamado “estilo bandeirista”, casas de taipa-de-pilão, com plantas simples e simétricas, construídas de acordo com o sistema que vigorava em terras paulistas desde o tempo das bandeiras.

A antiga Casa-Sede da Fazenda Paraizo ou o Sobradão – que necessita, urgentemente, de restauro – é um exemplo concreto dessa arquitetura: um casarão semelhante ao que hoje abriga o Museu Paulista/Museu Republicano “Convenção de Itu”, porém modificado, arquitetonicamente, após 1910.

O mais antigo dono da Fazenda Paraizo de que se tem conhecimento é o Padre João Leite Ferraz, edificador da Igreja Matriz de Itu. Pertenceu, depois, ao Barão de Itu: o nome do sítio era Tietê. Em 1868, o Capitão Bento de Almeida Prado (Barão de Itaim) e a mulher passam a ser proprietários da Fazenda mediante permuta com a Fazenda Floresta. O sítio, após 1868, passa a ser denominado Paraizo. Por volta de 1870, o Sr. Antonio Franklin de Toledo, casado com uma prima do Capitão Bento, supervisor do plantio de cana-de-açúcar do sítio Paraizo, montou a primeira moenda do engenho e se tornou o maior produtor de açúcar de Itu.

Por um século, aproximadamente de 1750 a 1850, o plantio de cana e o comércio de açúcar se constituíram na base da economia de Itu.

A grande crise do mercado internacional provoca a decadência do plantio da cana, gerando conflito entre políticos e fazendeiros. É criada a primeira Convenção Republicana do país, em 1873, sediada em Itu – SP, no mesmo casarão onde está instalado o Museu Paulista/Museu Republicano de Itu.

Em 1890, o Barão de Itaim vendeu a Paraizo para um primo por 30 contos de réis. Já produzia café. Dez meses depois, acrescida de 1.800 pés de café, sem quaisquer outras benfeitorias, foi revendida por noventa contos.

Inicia-se o ciclo do café que, até 1935, foi a base da economia do município de Itu – SP.

No ano de 1910, a Fazenda Paraizo pertencia ao Coronel Carlos Augusto de Vasconcelos Tavares que a vendeu, nesse ano, ao senhor Joaquim da Fonseca Bicudo (“Seu” Quinzó) e à sua mulher Sra. Maria Adelaide (“Dona” Manoca) do Amaral Gurgel.

Desde então, a Fazenda Paraizo pertence à família Bicudo mediante sucessão. O atual proprietário da sede, com 9 alqueires, é Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

Todo o conjunto arquitetônico da Fazenda Paraizo, além da beleza natural, é um resgate desse breve histórico. Qualquer visitante, ao se deparar com a História viva que emana desse conjunto, passa, também, a partilhar de um objetivo que não é só do proprietário Joaquim Emídio = restaurar a antiga Casa-Sede ou Casarão ou Sobradão, para que se destine a uma finalidade social em prol de jovens de Itu e região, ou seja, para que abrigue projetos de cunho social.

A inserção da foto abaixo pretende fazer uma conexão ao fato de que é de 1939 ou 1940 (a fonte é citada) e meu pai descreveu, em um depoimento de março de 1999, a meu pedido [o depoimento], como se lembrava da Fazenda e como eram as casas dos trabalhadores. Observem o “quadrado” a que ele se refere:

Itu_Fazenda Paraizo núm Tombo 1925_IGC 1939_1940_para o blog

“Este sobradão [antiga Casa-Sede da Fazenda Paraizo] tem para mim, que praticamente nasci na Fazenda Paraizo – fui para lá com meus pais com menos de dois anos de idade [1924 ou 1925] – um significado especial. Ao tomar consciência de minha existência, já vivia lá, na época na “colônia” da fazenda, ou seja, onde residiam os trabalhadores, numa das casas construídas em grupos de duas, enfileiradas, situadas obliquamente ao “quadrado” (outro grupo de casas unidas umas às outras, dispostas em forma de quadrado) e que, antigamente, fechavam o quintal onde os escravos eram reunidos”. Trecho inicial do depoimento escrito de Agenor Bernardini, a meu pedido [Maria Lúcia] sobre as lembranças que a foto da antiga Casa-Sede, de 1999, evocavam nele.

 

Agenor Bernardini, meu pai, era filho de Brazil Bernardini (1897 – 1976) e Ines Micai Bernardini (1902 – 1978). Meu avô, Brazil Bernardini, foi o primeiro filho nascido no Brasil de meus bisavós Pietro Bernardini e Maria Fortunata Venturelli Bernardini. Os laços trabalhistas de meus bisavós Pietro e Maria Fortunata, filhos, genros e noras são, em Registros Cartorários de Nascimento e Óbito, anteriores a 1910. De acordo com depoimentos de descendentes, meu bisavô Pietro iniciou o pomar da Fazenda Paraizo e teria retornado, pela primeira vez, a Itália em 1906, de onde trouxe mudas de árvores frutíferas.

Observa-se, na foto abaixo (acervo das filhas de Ida Bernardini Mazulo e Cármine Mazullo) , provavelmente de 1906, a família de Pietro e Maria Fortunata (meu avô Brazil está na frente do pai, Pietro, cuja mão esquerda se encontra no ombro do filho) a presença de um nenê, Túlio, no colo da mãe, Domingas Todesco Bernardini, casada com Antonio (Tonin) Bernardini que, de acordo com Certidão de Nascimento, nasceu na Fazenda Paraizo em 01-06-1906:

Pietro, Maria, filhos, neto e nora_inserções 30set2013

Pietro, Maria, filhos, nora e neto = acervo da família Ida Bernardini Mazullo e Cármine Mazullo. Provavelmente dos últimos quatro meses de 1906

Brazil Bernardini administrou a Fazenda Paraizo por mais de trinta anos. Quando meu pai, Agenor Bernardini, foi para a Fazenda Paraizo com os pais Brazil e Ines, com menos dois anos, ou seja, por volta de 1924 ou 1925, residiram numa das casas da colônia e, quando meu avô foi promovido a administrador da Fazenda, talvez uns seis anos depois, residiram, até por volta de 1959, na casa ao lado da antiga Casa-Sede ou Sobradão ou Casarão.

Agenor Bernardini_jan1999_casa do administrador da Fazenda Paraizo

Agenor Bernardini, em janeiro de 1999, em frente à antiga casa em que morou com os pais e irmãos, enquanto Brazil Bernardini foi administrador da Fazenda Paraizo. O proprietário da Fazenda Paraizo a restaurou e reformou e, desde então, é moradia e residência de uma das filhas, a de prenome Luciana. Acervo da família Bernardini. Crédito da foto: Maria Regina Bernardini (in memorian).

Cativados pela amizade sincera de Joaquim Emídio por nosso pai Agenor Bernardini, pelo respeito e pelas lembranças que guarda de nossos avós Brazil e Ines e de todos os filhos (irmãos de meu pai), pelo interesse genuíno de Joaquim Emídio em resgatar a antiga Casa-Sede da Fazenda Paraizo para finalidades sociais, continuamos a acompanhar e a vibrar com as ações e com as conquistas de Joaquim Emídio para tornar a Fazenda Paraizo autossustentável, de modo que, é o sonho de todos que admiram esse patrimônio histórico, em breve, se realizará por meio de alguma empresa a transformação da antiga Casa-Sede em um empreendimento em prol da sociedade ituana e da região.

Assim, as fotos que se seguirão tentarão mostrar o que já foi conquistado com relação à antiga cocheira ou antigo curral – uma construção do ano de 1929 – porém, antes, fotos das transformações da região até a inauguração do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos.

Foto aérea Fazenda Paraizo_1982_para o blog

Aérea Fazenda Paraizo de 1982 – Acervo de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo

1_Google Earth_ Fazenda Paraizo_20set2013

Do Google Earth, que permite a utilização de imagens desde que as preserve e não sirvam para ganhos particulares = Fazenda Paraizo captada em 20/09/2013. Foi onde aprendi que há fotos de “Panoramio”.

Aérea de anel viário e novo acesso à Fazenda Paraizo_de apresentação Espaço Santa Rita_para o blog

Aérea de anel viário e novo acesso à Fazenda Paraizo: crédito é a Apresentação do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos

Aérea da Fazenda Paraizo_2013_da Apresentação do Espaço Santa Rita_para o blog

Aérea da Fazenda Paraizo. Crédito da foto= Apresentação do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos.

Acesso e vista da cocheira a ser Espaço Santa Rita_da apresentação do Espaço _para o blog

Acesso e vista da cocheira ou do curral a ser Espaço Santa Rita. Crédito= Apresentação do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos.

Acesso e vista mais aproximada da cocheira a ser Espaço Santa Rita_da apresentação do Espaço_para o blog)

Acesso e vista mais aproximada da cocheira ou do curral a ser o Espaço Santa Rita. Crédito = Apresentação do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos.

Curral da Fazenda Paraizo_ 08 10 2006_para o blog

Curral ou cocheira da Fazenda Paraizo; foto de 08-10-2006. Acervo de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

Curral da Fazenda Paraizo_08 10 2006_para o blog

Curral ou cocheira da Fazenda Paraizo; foto de 08-10-2006. Acervo de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.

DSC02285_de Beto_Espaço Santa Rita_28set2013_para o blog

Fachada do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos no dia da inauguração = 28-09-2013. Crédito da foto: Luís Roberto Exner (Beto)

DSC02247 (3)_de Beto_Espaço Santa Rita_28set2013_para o blog

Varanda do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos, inaugurado em 28-09-2013. Varanda de onde se avista a rodovia. Crédito da foto = Luís Roberto Exner (Beto).

DSC02255_de Beto_Espaço Santa Rita_28set2013_para o blog

28-09-2013, inauguração do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos. Luís Roberto Exner (cerimonialista) e Francisco Macedo (um dos proprietários do Espaço). Crédito da foto: Camila Exner

DSC02253_de Beto_Espaço Santa Rita_28set2013_para o blog

28-09-2013 = Getúlio Macedo (um dos proprietários do Espaço Santa Rita), Maria Angélica Marins Exner, Maria Lúcia Bernardini, Maria do Carmo Bernardini e Luís Roberto Exner (Beto). Crédito da foto = Camila Exner.

A inauguração do Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos, na Fazenda Paraizo, em Itu-SP, em 28-09-2013, não apenas serviu comida saborosa, com sobremesas deliciosas: foi um sábado muito especial, com um sol digno de dia de inauguração de um empreendimento arrojado e que, certamente, todos os presentes desejam que seja um sucesso. Minha irmã Maria do Carmo e eu nos sentimos honradas por termos visitado o local antes e durante a inauguração.

Espero, sinceramente, ter deixado a vontade de que todos os que virem estas fotos e lerem sobre o breve histórico da Fazenda Paraizo, muito em breve, o visitem pessoalmente.

Sucesso aos amigos Joaquim Emídio, à Cida e a todos os familiares Bicudo = os filhos de Agenor Bernardini e Adalgisa de Souza Bernardini os amam muito e se sentem honrados pelas memórias e lembranças dos familiares de Brazil Bernardini e Ines Micai Bernardini.

Créditos para o texto:

CHIERIGHINI, H., GUARNELLI, I., OLIVEIRA, J. Itu: Patrimônio da Cultura Paulista. São Paulo. DeskTop Publishing, Editorial, 1997.

SOUZA, Jonas Soares de & WAKAHARA, Júlio Abe (CONDEPHAAT). Museu Paulista – Museu Republicano Itu – SP. São Paulo – SP. Graphon’s – Comércio e Indústria Gráfica Ltda., s/d.

LEPSCH, Inaldo C. S. O Barão de Itaim. Itu – SP. Ottoni Editora. 1999.

Depoimento escrito e histórico da Fazenda Paraizo de Agenor Bernardini – IN MEMORIAN.

Organizado por Maria Lúcia Bernardini. Itu – SP

Coisas da Roça e Na “colonha” tem = anexos Power Point com créditos quarta-feira, out 2 2013 

O Espaço Santa Rita Restaurante & Eventos foi inaugurado no dia 28/09/2013.

Como não tenho fotos desse dia, decidi inserir dois anexos, ambos recebidos do primo Sérgio, que têm tudo a ver com a localização do Espaço Santa Rita e com a história da Fazenda Paraizo onde esse espaço foi inaugurado, após restauro e reforma da cocheira dessa Fazenda.

Na colonha tem_com créditos_Primo Sérgio enviou 28julho2013

Coisas da Roça (2) GRSlides_recebido do primo Sérgio_30set2013

O Clube 99 | Update or Die / Life Vest Inside = para espalhar gentileza quarta-feira, out 2 2013 

Recebi a sugestão do texto (autoria desconhecida) do primo Ségio e, ao procurar por inserções dele, encontrei esta abaixo:

O Clube 99 | Update or Die.

Interessante que estava procurando algo para inserir este filme do YouTube que minha prima Maria Adelaide enviou sobre Life Vest Inside:

No “link” abaixo, você visualizará mais facilmente outras inserções sobre Life Vest Inside.

http://youtu.be/nwAYpLVyeFU

Sorria 33 by Editora MOL – folheie a revista segunda-feira, set 30 2013 

Depois de folhear a revista, assim que passar por uma das lojas da Droga Raia, adquira a sua revista impressa.

Entenderá por que merece ser aguardada e comprada a cada edição.

ISSUU – Sorria 33 by Editora MOL.

Panoramio – Photos by vladimir1966 – destaque para fotos da Fazenda Paraizo em Itu – SP (grafada Paraíso) sexta-feira, set 20 2013 

Gostaria muito de entrar em contato com Vladimir para que fizesse o grande favor de corrigir o nome da Fazenda para Paraizo (com “z”) e poder contar a ele que o dono dessa Fazenda está, desde 1999, tentando torná-la autossustentável. Procura uma empresa que invista na restauração da antiga Casa Sede (no Panoramio, “link” abaixo, há fotos pungentes da situação do interior dela e também fotos externas) a fim de que se torne um espaço para fins sociais, por exemplo, para formação de artesãos dentre jovens carentes de Itu-SP e região. Apenas (e não é pouca coisa) a antiga Casa Sede necessita desses recursos: o entorno está todo restaurado e preservado.

Não me inscrevi para poder comentar com Vladimir no “Panoramio”.  Por esse motivo estou fazendo o apelo por meio desta postagem.

Se Vladimir quiser entrar em contato comigo por meio desta postagem, prometo não divulgar o endereço eletrônico dele a não ser que permita isso.

Panoramio – Photos by vladimir1966 > Itu.

Kanchanaburi e a Ponte sobre o rio Kwai; anexo em Power Point com música e créditos quarta-feira, set 11 2013 

Recebi um anexo, Power Point, do primo Sérgio e procurei algumas informações (que não fossem apenas sobre o filme) e as insiro antes de postar o anexo.

Encontrei, também, no jornal “Folha de São Paulo”, de 12/09/2005, as informações do “link” abaixo:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u5288.shtml

*******************************************************

Kanchanaburi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Localização:

A cidade está localizada a aproximadamente 560 km ao norte de Bangkok,  capital da Tailandia.  Ela está localizada onde os rios Kwai Noi e Kwai Yai convergem para o rio Mae Klong, é um local popular para os turistas, a sua localização à beira de uma montanha mantêm a cidade mais fria do que o outras províncias da região central da Tailândia.

A cidade possui duas grandes áreas comerciais:  a área central da cidade que consiste em várias ruas com prédios de escritórios, lojas e um shopping center, e a área ribeirinha mais a oeste, ao longo do rio onde estão localizados principalmente pequenos hotéis e lojas para turistas.

Ferrovia da Morte

Em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial,  Kanchanaburi estava sob o controle das tropas japonesas. Foi aqui que prisioneiros de guerra aliados e asiáticos foram forçados a construir uma ponte, um evento imortalizado no filme A Ponte do Rio Kwai.  Quase metade dos prisioneiros [cerca de 16 mil] que trabalharam no projeto morreu de maus tratos, doenças e acidentes.

Em Kanchanaburi,  há um memorial e dois museus para comemorar os mortos. A cidade é também o lar de “Kanchanaburi War Cemetery “.

via Kanchanaburi – Wikipédia, a enciclopédia livre.

*********************

Agora, sim, abrir o anexo com crédito e som da música tema do filme “A ponte sobre o rio Kwai”, pois, nos “slides” finais, a língua utilizada não é o português.

MOST_NA_RZECE_KWAI_A Ponte sobre o rio Kwai_com som

Cora Coralina – Biografia e poemas – Para Ler e pensar quarta-feira, set 11 2013 

Estimulada por uma postagem de Karen (MyHeritage Portuguese Blog), procurei sobre o livro “O Tesouro da Casa Velha da Ponte”, edição póstuma de autoria de Cora Coralina e encontrei esta pérola:

Cora Coralina.

Próxima Página »