Itu – SP está de joelhos com falta de água potável terça-feira, jul 29 2014 

A Estância Turística de Itu – SP sempre teve problemas de captação de água.

Cresceu de modo totalmente irresponsável,  sem a mínima consideração de que a captação e o consumo de água tenham sido levados em conta, ou seja, qual seria o impacto para o restante da população da cidade.

Em 2006, Itu entregou a exploração da água e a captação do esgoto – literalmente – a uma concessionária que não cumpriu absolutamente nada do que estava acordado ao assumir essa concessão.

Tudo o que os ituanos testemunharam,  desde que a concessionária assumiu, pelo menos no centro da cidade, foi reparar rompimentos de encanamentos antigos em vias públicas e calçadas, cujos vazamentos subterrâneos provocam afundamento dos locais em que estão localizados, abertura de buracos para esses reparos, demora de dias para que sejam recobertos ou a camada de asfalto reposta.

A falta de água nas torneiras ituanas continuou cíclica, porém a partir do final de 2013, chegou às raias do absurdo, da humilhação para a população ituana, de todos os moradores não-ituanos, de prejuízo moral e financeiro para a população que deveria ser atendida como consumidora de um produto pelo qual paga caro tanto para que entre em suas casas e estabelecimentos comerciais  quanto para que seja coletado como esgoto.

Desde o primeiro momento em que foi construída a primeira estação de tratamento de água em Itu (inaugurada em 1951; antes disso a água era fornecida sem tratamento algum e a maioria das moradias tinham até mesmo encanamento externo), as moradias passaram a ser construídas com encanamento embutido, pois a água era encanada, tratada. Caixas d’água em nível de telhado – o que significa que se a moradia tem dois andares, jamais passou pela cabeça dos proprietários de que deveriam ter uma cisterna no térreo, com bomba e encanamento direcionado para a caixa d’água no alto do telhado, como os ituanos sentem, agora, a necessidade. Há muitos meses, notadamente pela maioria da população a partir de fevereiro de 2014, a água, quando “chega”, tem horário, rodízio, sem força para abastecer caixas d’água de construções com dois ou mais andares.

Outras Estações de Tratamento de Água (ETAs) foram construídas ao longo de administrações mais recentes. O problema, porém, de captação de água para essas ETAs é que nunca foi solucionado, dependendo, sempre, de riachos e ribeirões.

A  “evolução dos tempos” marcou as residências e estabelecimentos comerciais que não têm garagem, não é verdade? Ficam prejudicados, porque os proprietários de residências sem garagem têm que procurar um estacionamento próximo para estacionar seus veículos e os estabelecimentos comerciais têm prejuízos – a não ser que estejam em “shoppings” – porque os clientes não têm onde estacionar ou o estabelecimento tem que fazer um convênio com estacionamentos.

Itu possui ruas em que não se pode estacionar o veículo,  seja por qual motivo tenhamos que estacionar nelas, porque há portões de garagem, portões de garagem, portões de garagem “proibido estacionar””, “proibido estacionar”…  Se há um local sem portão de garagem “proibido estacionar”, a vaga já está ocupada.

Pois, atualmente, em Itu, as residências e os estabelecimentos comerciais terão que modificar suas construções futuras: no térreo, uma cisterna que capte o fraco fluxo de água fornecida na entrada, encanamento adequado que leve essa água captada para os diversos cômodos e/ou caixas d’água, uma bomba que sugue a água para abastecer caixas d’água estrategicamente distribuídas pela edificação.

Quanto aos imóveis antigos, instalar uma cisterna ou uma nova caixa d’água no térreo  exige uma logística hidráulica de alto custo e, muitas vezes, com obstáculos a serem resolvidos por engenheiros hidráulicos “gênios”.

Ao passar ao longo de ruas ituanas e até mesmo dentro de condomínios horizontais, podemos observar caixas d’água instaladas em áreas de jardim e até substituição do jardim por cisternas. Outra visão muito comum é a de caminhões-pipa abastecendo caixas d’água de residências e de estabelecimentos comerciais.

O dia a dia dos ituanos se transformou de tal maneira que, durante a madrugada, alguém tem que ficar de plantão para encher recipientes – que possam ser cobertos para evitar proliferação de vetores de doenças – e reservá-los para, por exemplo, descargas de vaso sanitário (n.º 1 = tem que acumular;  n.º 02 = despejar baldes de água até que leve embora o n. 01 acumulado e o n.º 02);  lavar detritos de animais de estimação requer uma estratégia que nos exaure.  Famílias com pessoas doentes têm que implorar por atendimento de caminhão-pipa da concessionária… Esses são apenas alguns poucos aspectos do drama vivido pelos ituanos.

Não quero ser terrorista nem paranoica, mas leia o texto abaixo e infira, por meio dele, o que, provavelmente, levou a cidade de Itu a fica “de joelhos” e não posso me esquecer da ENRON, cuja política de fornecimentos de energia elétrica “virtual” levou o estado da Califórnia, nos EUA, a “ficar de joelhos”.

Mas leia, mesmo! Sua cidade estará na mesma situação de Itu muito em breve.

Superinteressante junho 2003 Vai faltar água?

Superinteressante junho 2003 – Vai faltar água?

Ambiente

Vai faltar água?

Dois terços da superfície do planeta são cobertos por água. Mas, apesar disso, a água boa para consumo humano está cada vez mais escassa. Saiba o que está drenando esse líquido tão precioso e como é possível evitar um colapso

por Adriano Quadrado / Rodrigo Vergara

Quem vê uma foto do planeta feita do espaço pode pensar que água é algo que nunca vai faltar. Afinal, esse líquido incolor, insípido e inodoro, vital para a vida, ocupa mais de dois terços da superfície da Terra. Nada mais enganoso. A quantidade de água no planeta, de fato, não se altera. Desde que o globo se esfriou, há muitos milênios, são os mesmos 1,4 bilhão de quilômetros cúbicos. Mas só podemos usar uma gota desse manancial. Primeiro porque precisamos de água doce. E só 2,5% da água do mundo é doce. Dessa pequena parte, tire dois terços, confinados nas calotas polares e no gelo eterno das montanhas. Do que sobrou, desconsidere a maior parte, escondida no subsolo. Resultado: a água pronta para beber e fácil de captar está nos rios e lagos, num total de 90 mil quilômetros cúbicos, ou 0,26% do estoque mundial. Mas nem essa porção está inteiramente disponível. Para não esgotar o precioso líquido, só podemos utilizar a água renovável pelas chuvas.

E aí chegamos a um limite de consumo de 34 mil quilômetros cúbicos anuais, ou 0,002% das águas do planeta. Nem uma gota a mais. Como diz em seu livro Água o jornalista canadense Marq de Villiers: “A água pode ser poluída, maltratada e mal utilizada, mas não é criada nem destruída”.

Mas o ser humano se multiplica, e muito. A população já soma 6 bilhões, e segue aumentando. O consumo de água também cresce, mas com um detalhe: em ritmo mais acelerado. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o crescimento do uso da água foi mais do que o dobro do aumento populacional no século passado, de maneira que, hoje, consumimos metade do estoque disponível. Em 35 anos, estima-se que o consumo terá dobrado, ou seja, estaremos utilizando toda a água que o planeta produz. Resumindo: não é apenas o aumento populacional que preocupa, mas também o consumo desenfreado.

Os problemas desse uso indiscriminado já começaram, por um problema simples: distribuição. Há muita água boa onde não mora ninguém, e pouca água saudável em áreas povoadas. Resultado: escassez. Segundo a ONU, 1,1 bilhão de pessoas, um sexto da população mundial, vivem sem água de boa qualidade. O Brasil é um exemplo de que ter água não basta. Apesar de sermos a maior potência hídrica do planeta, há muita gente vivendo situação de seca. Atualmente, 31 países sofrem com sérios problemas de escassez, especialmente no Oriente Médio, no norte da África e no sul da Ásia. As projeções são ainda mais catastróficas: se o consumo não se alterar, duas em cada três pessoas estarão vivendo condições de escassez em 2025.

A água não serve apenas para beber. Ela é necessária, também, como destino final de bilhões de litros de resíduos que a humanidade produz todo dia. Para essa finalidade, a escassez é ainda pior. Há, hoje, 2,4 bilhões de pessoas, ou 40% da população, sem condições adequadas de saneamento básico. “De todas as crises sociais e naturais que nós humanos enfrentamos, a da água é a que mais afeta a nossa sobrevivência”, diz Koïchiro Matsuura, diretor-geral da Unesco, braço da ONU para Ciência e Educação.

Mas, afinal, a escassez de água pode pôr em cheque nossa sobrevivência? Há várias respostas, dependendo de quem responde. Para os ambientalistas mais radicais, a água está com os dias contados, a não ser que haja um freio no consumo. É o caso dos canadenses Maude Barlow e Tony Clarke, autores de Ouro Azul, um livro-denúncia sobre a apropriação dos mananciais por grandes empresas. “A raça humana julgou mal a capacidade dos sistemas de água da Terra de se recuperarem. E agora o mundo está sendo pressionado a tomar decisões cruciais, talvez irrevogáveis, sobre a água”, escrevem.

Mas há gente gabaritada que vê um cenário menos apavorante. “A ONU pintou um quadro catastrófico para provocar uma reação da população, mas a água não deve acabar”, diz o geólogo Aldo da Cunha Rebouças, da Universidade de São Paulo (USP), especialista em gestão de recursos hídricos. De fato, há indícios de que o consumo começa a regredir. Segundo artigo publicado pela revista científica americana Science, na década passada

[1991-2000] usou-se metade do que se havia previsto 30 anos antes. “A quantidade de água utilizada em 2025 poderá não ser tão maior do que a usada hoje”, diz Peter Gleick, chefe da ONG Instituto Pacífico para Estudos em Desenvolvimento, Ambiente e Segurança, dos Estados Unidos.

Na Declaração do Milênio, publicada em 2000, a ONU divulgou suas metas, entre elas a de diminuir pela metade, até 2015, o número de pessoas que hoje sofrem com escassez de água e más condições de saneamento básico. De novo, há diversos caminhos para chegar lá. Em um mundo tão transformado pela ação humana, sempre haverá quem defenda novas intervenções para corrigir o estrago anterior. As soluções, nesse caso, passam por transposições de rios, exportação de água, derretimento de grandes icebergs e por aí vai. Mas, no caso da água, menos pode ser mais. Para muitos especialistas, respeitar o ambiente e tirar o dedo da ferida pode ser a melhor maneira de curar o dano causado.

Veja o caso da drenagem, por exemplo. Para povoar áreas desérticas, é comum retirar água do subsolo. Mas essa estratégia é perigosa, sobretudo porque esses reservatórios subterrâneos, chamados de aquíferos, se renovam muito mais vagarosamente do que rios e lagos. O aquífero de Ogallala, por exemplo, a maior reserva de água dos Estados Unidos, com mais de meio milhão de quilômetros quadrados, é drenado por mais de 200 mil poços, em um ritmo 14 vezes superior ao que a natureza gasta para restituí-lo. O resultado mais óbvio disso é que o poço pode secar. Tudo bem, você pode pensar. Usa-se a água enquanto ela existe. Mas os efeitos dessa retirada vão mais além. A drenagem de aquíferos subterrâneos pode baixar o nível de rios e lagos e causar ou agravar a desertificação.

O transporte de água é outra intervenção humana de grande impacto. Esse, no entanto, não é um problema moderno. Terraços para cultivo, diques e aquedutos são usados há milênios. Uma das Sete Maravilhas do Mundo, os Jardins Suspensos da Babilônia, construídos por Nabucodonosor II (604 a 562 a.C.), usava água bombeada do rio Eufrates. Os mais antigos sistemas de irrigação, os qanats, mistos de poço e aqueduto, viabilizaram as civilizações da Mesopotâmia e ainda são muito usados no Afeganistão, no Iraque, no Irã e no Egito. Durante o Império Romano, entre os anos 312 e 455 d.C., foram construídos enormes sistemas de distribuição de água, muitos dos quais continuam de pé. Mas nada disso se compara ao manejo de águas desenvolvido no século 20. Em 1950, havia pouco mais de 5 mil grandes represas. Hoje, são 40 mil.

Não é preciso dizer que, quando se desvia ou se bloqueia um curso de água para construir uma represa, alguém rio abaixo ficará sem água, temporária ou definitivamente. Seja de animais ou de ribeirinhos, essa alteração afeta muitas vidas. De acordo com a ONU, existem 261 bacias hidrográficas transnacionais, compartilhadas por 145 nações, o que sempre deu margem a disputas, conflitos e guerras. Sem contar que, ao desviar a água de seu destino natural, pode-se romper o ciclo natural que a devolve.

Hoje, há mais de 500 conflitos entre países envolvendo disputas pela água, muitos deles com uso de força militar. Nada menos que 18 desses conflitos violentos envolvem o governo israelense, que vive brigando pelo líquido com os vizinhos. Cerca de 40% do suprimento de água subterrânea de Israel se origina em territórios ocupados, e a escassez de água foi um dos motivos das guerras árabe-israelenses passadas. Em 1965, a Síria tentou desviar o rio Jordão de Israel, provocando ataques aéreos israelenses que a forçaram a abandonar a tentativa. Na África também houve conflitos. As relações entre Botsuana e Namíbia, por exemplo, ficaram estremecidas depois que a Namíbia anunciou um plano de aqueduto para desviar um rio compartilhado pelos dois países. Na Ásia, Bangladesh depende da água de rios que vêm da Índia. Nos anos 70, em meio a uma escassez de alimentos, a Índia desviou o fluxo desses rios para suas lavouras. Bangladesh foi deixado a seco por 20 anos, até a assinatura de um tratado que pôs fim às disputas.

A qualidade da água é outro fator crucial. Nesse caso, o alarme vem soando faz tempo. Nos países em desenvolvimento, diz a ONU, até 90% do esgoto é lançado nas águas sem tratamento. Todos os anos, de 300 a 500 milhões de toneladas de metais pesados, solventes, produtos tóxicos e outros tipos de dejeto são jogados na água pelas indústrias. Cerca de 2 bilhões de toneladas de lixo são despejados em rios, lagos e riachos todos os dias. A verdade é que a maioria dos produtos químicos produzidos pelo homem mais cedo ou mais tarde acaba em um curso ou depósito de água. Uma das conseqüências disso é que 80% das doenças nos países pobres do hemisfério sul estão relacionadas com a água de baixa qualidade.

Mas, apesar de ser um recurso tão frágil e escasso, a água ainda é muito desperdiçada. De toda a água utilizada, 10% vão para o consumo humano, 20% ficam com a indústria e o restante, 70%, são utilizados na agricultura. Porém o desperdício e o uso irracional são uma constante em todos esses setores. Vazamentos, métodos obsoletos e desperdício drenam cerca de 50% da água usada para beber e 60% da água de irrigação. Com a tecnologia disponível atualmente, a agricultura poderia reduzir sua taxa de uso em até 50%, as indústrias em até 90% e as cidades em um terço sem prejudicar a produção econômica ou a qualidade de vida.

Mas a grande questão debatida hoje sobre o futuro da água é quem deveria gerenciar as reservas e como isso deveria ser feito. Com a globalização, grandes empresas transnacionais estão ampliando sua presença em serviços de saneamento e ganhando o direito de explorar fontes de água, o que, para os ambientalistas, pode comprometer o acesso das populações mais pobres.

Estamos falando aqui de um choque entre ideologias completamente diferentes, com concepções de mundo antagônicas. De um lado, há os que entendem a água como um produto que se pode manejar, engarrafar, pôr preço e vender. Esse grupo acredita na tecnologia e no mercado e vê a água como uma necessidade humana que pode ser atendida eficientemente pela iniciativa privada. Para eles, a água pode e talvez deva se tornar “o petróleo do século 21”. Do lado oposto, estão os ambientalistas, para quem a água não tem preço nem dono, pois pertence a todos. Eles acreditam no resgate da relação primitiva com a natureza, na cooperação entre os povos e no manejo sustentável dos recursos naturais e veem a água como um direito fundamental e inegociável do ser humano.

A despeito dessa bipolaridade [empresários X ecologistas], a presença da iniciativa privada avança por ter o poder do capital a seu lado. Em 1998, o Banco Mundial previa que, em breve, o comércio global da água faturaria 800 bilhões de dólares. Antes de 2001, essa projeção foi elevada para 1 trilhão de dólares. Desde 1995, o mercado de água engarrafada cresce a uma espantosa taxa de 20% ao ano. Em 2000, só esse negócio faturou 22 bilhões de dólares, com a venda de cerca de 89 bilhões de litros de água. Detalhe: o líquido engarrafado para venda é uma gota nesse mar de dinheiro que envolve a água. A fonte maior é o mercado de saneamento e de distribuição de água, um ramo com um potencial de crescimento astronômico, já que apenas 5% da população mundial recebe água fornecida por empresas privadas. As duas gigantes do setor de saneamento são as transnacionais Vivendi e Suez, que têm sede na França e respondem por 70% do faturamento do setor.

O fato é que a água transformou-se em uma commodity como o petróleo ou a soja, com direito a ser exportada, inclusive. O Canadá, por exemplo, exporta água para regiões sedentas do México e dos Estados Unidos. Pode parecer estranho, mas a exportação de água é uma realidade. Neste exato momento, há barcaças e caminhões de grande capacidade cruzando fronteiras carregados com nada mais do que água.

A situação colocou o Brasil em uma situação estratégica, de maneira que, quando o assunto é água, o mundo todo volta seus olhos para cá. Para começar, somos o país que tem mais água disponível. Para se ter uma idéia, nossos rios reúnem 13% do volume fluvial mundial. Não bastasse toda essa abundância, temos, sob nossos pés, a maior reserva de água doce do mundo, o aquífero Guarani, uma superpoça subterrânea que cruza a fronteira de sete Estados e avança pelos territórios argentino, paraguaio e uruguaio. Só ali jazem 37 mil quilômetros cúbicos de água potável, o que daria para encher até a boca 7,5 milhões de estádios do Maracanã, segundo cálculos do geólogo Heraldo Campos, especialista no aquífero. E o Brasil só utiliza 5% desse potencial.

Nas discussões internacionais sobre o uso dos recursos hídricos, o Brasil é uma liderança natural, segundo o costarriquenho Manuel Dengo, Chefe da Divisão de Água, Recursos Naturais e Desenvolvimento Sustentável da ONU. “O Brasil desempenha um papel importante no cenário mundial das águas. Sua presença, na maioria dos encontros intergovernamentais e outros fóruns, é altamente respeitada.” Mas, como em outras áreas da vida brasileira, essa liderança deve-se mais ao nosso potencial e às nobres intenções do que às boas práticas.

Nossa legislação, por exemplo, é moderna e democrática, inspirada nas melhores leis ambientais do mundo. A tecnologia brasileira de tratamento de água também é destaque, caracterizada pela eficiência com baixo custo, segundo o ambientalista Leonardo Morelli, coordenador da rede de ONGs Grito das Águas.

Mas, quando se vê a situação dos rios que cortam as grandes cidades brasileiras, percebe-se que nosso conhecimento não se traduz em qualidade de água ou de vida. O resultado disso chega a ser paradoxal, como no caso da cidade de Manaus, incrustada na maior bacia hidrográfica do mundo e submetida a um rodízio de água entre os bairros por falta do produto. Embora moderna, a lei não funciona sozinha, e são comuns os acidentes ambientais com mortandade de peixes e contaminação das águas. Para Aldo Rebouças, o grande problema brasileiro, ironicamente, é a abundância. “Por termos muita água, a cultura do desperdício impera no país todo. Nossos problemas são de grande desperdício, baixa eficiência das companhias e degradação da qualidade da água.”

Faz pouco tempo que o mundo acordou para a importância econômica e estratégica da água. Mas, em meio a divergências sobre a posse e o destino da água, já aflorou um consenso mínimo. Especialistas, empresários e ecologistas concordam que a ameaça de escassez é real, mas que há tempo para evitá-la. Para isso, é preciso estancar o desperdício, recuperar as reservas poluídas, garantir o direito à água para os mais pobres e criar projetos de educação ambiental. A educação, dizem os especialistas, é importante porque a ação de cada um é maior do que qualquer intervenção que governos ou empresas podem fazer. Saber qual é verdadeira dimensão da ameaça é o primeiro passo para vencer o problema. Portanto, ao ler essa reportagem, você está fazendo a sua parte.

Para saber mais

Na livraria: Ouro AzulMaude Barlow e Tony Clarke, M.Books, São Paulo, 2003

Água

Marq de Villiers, Ediouro, Rio de Janeiro, 2002

Grito das Águas

Leonardo Morelli, Letradágua, Joinville, 2003

Na internet:

http://www.ana.gov.br

http://www.biodiversidadeglobal.org

http://www.un.org/events/water

http://www.waterday2003.org

http://www.un.org/esa/sustdev/sdissues/water/water.htm

 

João Ubaldo Ribeiro – Wikipédia, a enciclopédia livre segunda-feira, jul 21 2014 

Faleceu em 18 de julho de 2014.

João Ubaldo Ribeiro – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Repositório Genealógico Nacional – Universidade do Minho – Portugal quinta-feira, jul 10 2014 

Do Blog em Português do MyHeritage.Com

Repositório Genealógico Nacional.

Homenagem póstuma: “Pai, eu vou realizar o seu sonho” quinta-feira, jul 10 2014 

Do Blog em Português do MyHeritage.Com

Homenagem póstuma: “Pai, eu vou realizar o seu sonho”.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria domingo, jul 6 2014 

À venda nas lojas da Droga Raia.  Adquira a sua! R$3,50.

Sorria Nº 38. Por que ter confiança | Revista Sorria.

Reescrevendo a História – de João Ulbaldo Ribeiro – Jornal O Globo segunda-feira, jun 2 2014 

Recebi a indicação de leitura do primo PR.

A crônica foi publicada em 01-06-2014 no jornal “O Globo”.

Assim como o texto de Cristovam Buarque, de 2006, é uma reflexão aterradora da displicência com o ensino formal que afeta o futuro dos cidadãos e do país, a crônica de João Ubaldo Ribeiro  aborda  a dificuldade, na leitura, dos clássicos da Literatura Brasileira, pelo fato de não serem acessíveis no formato, no vocabulário, no conteúdo, nas sutilezas, por exemplo, a jovens e a pessoas menos cultas.

João Ubaldo Ribeiro critica, portanto, uma iniciativa de reescrever obras clássicas brasileiras numa versão mais “light” para que se tornem acessíveis a jovens e a pessoas menos cultas.

Comentário pessoal de Maria Lúcia: quando estudava Inglês, na Cultura Inglesa – Campinas/SP, li versões de obras teatrais de Shakespeare adaptadas para leitores que estudavam uma segunda língua. Eu tinha plena consciência de que essa leitura (são dois volumes) jamais substituiria as peças originais. Conforme avancei nos estudos, tinha que ler obras originais contemporâneas, sem versões mais leves. Ressalto que a língua inglesa não é a minha língua materna, portanto, a leitura de versões adaptadas é um recurso estratégico de evolução do domínio da língua estrangeira.

Concluo, portanto, como João Ubaldo Ribeiro me deu a entender na crônica, “link” abaixo, que as versões mais leves de originais da Literatura Brasileira serão destinadas aos leitores brasileiros que não dominam a Língua Portuguesa como língua materna. O que, convenhamos, é algo muito estranho.

Reescrevendo a História – Jornal O Globo.

Paixão nacional. Um artigo de Cristovam Buarque = Oito anos depois! segunda-feira, jun 2 2014 

O artigo do título foi postado em 10-06-2006 no blog Instituto Humanitas Unisinos e  refere-se ao artigo publicado no jornal “O Globo” na mesma data de 10-06-2006.

Recebi um anexo em extensão “pps” do primo Sérgio com esse texto e se não tivesse buscado a confirmação da autoria e do teor do artigo, teria certeza de que se refere a este ano da Copa 2014.

Não perca a oportunidade de reflexão.

Paixão nacional. Um artigo de Cristovam Buarque.

Vale a pena ser sede da Copa 2014? – Superinteressante fevereiro 2008 sexta-feira, mai 30 2014 

Não discuto as manifestações – tardias no meu entender – não repasso mensagens de críticas à realização da Copa 2014 no Brasil, porque, em fevereiro de 2008, já havia lido em Superinteressante que, para o Brasil, a realização da Copa seria mais um problema acrescido aos que o Brasil já tinha e que pioraram desde então.

Em julho de 2011, postei, aqui, o mesmo título com o teor do texto da Superinteressante.

Na época da escolha do Brasil como país-sede, deveria ter havido uma mobilização contra. Agora, Inês é morta e não adianta colocar a mão na cintura e perguntar “Sinhá, cadê ‘seu’ Padre?”

Vale a pena ser sede da Copa 2014? – Superinteressante.

Sorteio de livro! MyHeritage Blog em Português quinta-feira, mai 15 2014 

Sorteio de livro!.

Entrevista com a presidente-executiva do Museu da Imigração – Marília Bonas Conte segunda-feira, mai 12 2014 

Notícia ótima: o antigo Memorial do Imigrante será reaberto, como Museu da Imigração, no dia 31-05-2014.

O MyHeritage está no website do Museu da Imigração.

Leia a postagem que traz o “link” de acesso ao Museu da Imigração com informações sobre localização, horários de visitas, agendamentos, exposições…

Entrevista com a presidente-executiva do Museu da Imigração – Marília Bonas Conte.

São Paulo Antiga — 12 Túmulos curiosos e pouco conhecidos do Cemitério da Consolação domingo, mai 11 2014 

Encontrei esta pérola ao pesquisar sobre fotos de túmulos – por causa do MYheritage e Billion Graves – sobre doze túmulos curiosos e pouco conhecidos do Cemitério da Consolação. É de 08-08-2012.

São Paulo Antiga — 12 Túmulos curiosos e pouco conhecidos do Cemitério da Consolação.

Parceria de MyHeritage e BillionGraves para conservar informações dos cemitérios do mundo todo terça-feira, mai 6 2014 

Parceria de MyHeritage e BillionGraves para conservar informações dos cemitérios do mundo todo.

Adeus ao Baiji, golfinho do rio Yang-tsé| Natural History Museum – YouTube terça-feira, mai 6 2014 

Tomei conhecimento deste vídeo, no YouTube, numa das abas de “The Breast Cancer Site”.

A postagem é de 2013: golfinhos do rio Yantze, na China, extintos.

viaGoodbye to the baiji, the Yangtze River dolphin | Natural History Museum – YouTube.

A notícia abaixo é de 08-08-2007 =

Cientistas declaram ‘extinto’ o golfinho chinês de água doce

Atividade humana é a causa do desaparecimento do animal, cuja existência começou há 20 milhões de anos

08 de agosto de 2007 | 9h 08

Efe

Depois de mais de 20 milhões de existência, o golfinho chinês de água doce, uma espécie conhecida como “baiji”, foi declarada oficialmente extinta nesta quarta-feira, 8. A causa de seu desaparecimento é a atividade humana, afirmaram cientistas da Sociedade Zoológica de Londres (ZSL).

Segundo os membros da organização, este golfinho é o primeiro cetáceo a desaparecer da Terra como resultado direto da influência do homem, devido à pesca desregulada.

Os especialistas, que publicaram o estudo nesta quarta na Royal Society Biology Letters, asseguram que não conseguiram localizar nenhum golfinho no rio Yang-tsé – seu habitat natural – durante uma intensa pesquisa que durou seis semanas.

Na década de 50, a população deste golfinho – espécie única do Yang-tsé – era de milhares, mas diminuiu com os anos, enquanto a China se modernizava e começava a utilizar o rio para a pesca, o transporte e a geração de eletricidade, acrescentam os cientistas.

Um dos autores do estudo e integrante do ZSL, Sam Turvey, classificou a extinção de “trágica”. “O golfinho do rio Yang-tsé era um mamífero incrível que se separou de outras espécies há mais de 20 milhões de anos”, disse.

“A extinção representa o desaparecimento de um galho completo da árvore da evolução da vida, e é preciso ressaltar que temos que assumir a responsabilidade sobre nossa tarefa como guardiães do planeta”, acrescentou.

Evolução

A espécie, conhecida cientificamente como Lipotes vexillifer, era a única da família Lipotidae, que aparentemente se separou de outros mamíferos marítimos, como baleias, golfinhos e botos, entre 20 e 40 milhões de anos atrás.

Os “baijis” têm um bico longo e estreito e vivem em grupos de três ou quatro.

A equipe realizou um estudo visual e acústico durante seis semanas no final de 2006.

Apesar de existir a chance de algum golfinho não ter sido encontrado durante a pesquisa, “a impossibilidade de detectar um ‘baiji’ durante a pesquisa indica que as possibilidades de encontrá-los e levá-los (a uma reserva) praticamente desapareceram”, ressaltam os especialistas.

No entanto, o Fundo Mundial para a Vida Selvagem (WWF, na sigla em inglês) considera que a análise não é definitiva.

“O WWF não acredita que o golfinho ‘baiji’ possa ser declarado extinto ou ‘extinto de fato’ porque a pesquisa foi realizada em um curto período de tempo em uma área limitada do rio”, afirmou um porta-voz da organização.

Tópicos: Golfinho chinês de água doceExtinçãoChina

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cientistas-declaram-extinto-o-golfinho-chines-de-agua-doce,31154,0.htm

 

MyHeritage atinge novo marco: 5 bilhões de registros históricos! quinta-feira, mai 1 2014 

O blog do MyHeritage, em português, completa 04 anos.

Aproveite para ler sobre os 5 bilhões de registros históricos.

MyHeritage atinge novo marco: 5 bilhões de registros históricos!.

My Deployment Homecoming Surprise – YouTube sexta-feira, abr 25 2014 

Encontrei este vídeo na aba “Veterans” do “The Breast Cancer Site”, site onde clico todos os dias desde 2002.

Uma pérola de demonstração da recepção de um cão, no aeroporto,  ao dono que estava a serviço militar no exterior.

O dono do cão explica que houve uma permissão, dentro do aeroporto, para que isso acontecesse e agradece.

viaMy Deployment Homecoming Surprise – YouTube.

Procissão de Passos em Itu – 13 abril 2014 – fotos na frente de nossa casa – copyright Tadeu Italiani terça-feira, abr 15 2014 

Há mais de duzentos anos, em Itu – SP, a tradicional Procissão de Passos, com sete (07) Estações celebradas em altares montados em residências do centro da cidade e em frente às Igrejas do Bom Jesus com encerramento na Igreja do Carmo (de onde sai com duas procissões: uma com a imagem de Nosso Senhor carregando a cruz; outra,  com a imagem de Nossa Senhora das Dores; cada uma segue por diferentes ruas até que as procissões se encontram na frente da Igreja Bom Jesus) e seguem de volta à Igreja do Carmo, aconteceu, neste ano, no Domingo de Ramos, 13 de abril de 2014.

As três (03) fotos abaixo são do jornalista,  ex-aluno e amigo Tadeu Italiani.

Após ver as fotos, recomendo visitar os “links”, abaixo delas, para entender sobre Ofício das Trevas, sobre Procissão de Passos e notícias anteriores sobre essa Procissão:

Por Tadeu Italiani - Coral Vozes de Itu entoa canto, sob a regência do professor e historiador Luis de Francisco.

Por Tadeu Italiani – Coral Vozes de Itu entoa canto, sob a regência do professor e historiador Luis Roberto de Francisco.

“Chegando em cada passo, que é armado em residências de famílias e igrejas do itinerário, o padre entra, deposita a relíquia [ o Santo Lenho] sobre o altar especialmente preparado e a incensa. O incenso tem a finalidade de purificação e de levar nossas orações ao céu, pela fumaça. Enquanto é incensada a relíquia, coro e orquestra executam os “motetes”, que são alusões àquilo que representa cada passo. Os cânticos são em latim, compostos no século XIX pelo maestro ituano José Mariano da Costa Lobo”. [Altair Estrada, em Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e procissão de Passos, 28março2007]

 

Por Tadeu Italiani - Verônica entoa o lamento de Nossa Senhora.

Por Tadeu Italiani – Verônica entoa o lamento de Nossa Senhora.

/…/ “há o comovente canto da Verônica, também em latim e de autoria do Pe. Jesuíno do Monte Carmelo, que o compôs no século XVIII. Embora seja cantado pela Verônica, que ao mesmo tempo desenrola e mostra ao povo a face de Cristo, a letra é tirada do livro do Profeta Jeremias e, na verdade, representa um apelo de Nossa Senhora a todos nós; “Ó vós todos que passais pelo caminho, atendei e vede se pode haver dor como a minha dor” – O vos omnes qui transitis per viam, attendite et videte si est dolor sicut dolor meus”. [Altair Estrada, em Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos, 28março2007]

Por Tadeu Italiani - Verônica encerra o lamento de Nossa Senhora.

Por Tadeu Italiani – Verônica encerra o lamento de Nossa Senhora.

Itu.com.br – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos – 28março2007

Itu.com.br- Colunistas – Semana Santa em Itu – Ofício de Trevas e Procissão de Passos – em 29março2011

Itu.com.br – Tradicional Procissão de Passos acontece em Itu desde o século XVIII – 20março2012

Itu.com.br – Tradicional Procissão de Passos é realizada em Itu – 15abril2014

 

 

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu terça-feira, abr 1 2014 

Itu.com.br – Cultura – Tradicionais eventos religiosos acontecem na Semana Santa 2014 em Itu.

Hoje Eu Me Sinto Tão Bem – Oriente – VAGALUME sexta-feira, mar 14 2014 

Ao procurar a música, tema de abertura, de “Tempero de Família”, Rodrigo Hilbert, GNT, encontrei a letra.

A canção pode ser ouvida pelo vídeo do YouTube no mesmo “link” = faz um bem ouvir a letra e a canção…

Hoje Eu Me Sinto Tão Bem – Oriente – VAGALUME.

Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, O anjo de Hamburgo domingo, mar 9 2014 

Dentre as inúmeras mulheres que honram a Humanidade, lembrei-me de Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa, “O Anjo de Hamburgo”, cuja biografia, na Wikipédia, a enciclopédia livre, se inicia assim: Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa (Rio Negro, Paraná, 5 de dezembro de 1908 — São Paulo, 3 de março de 2011) foi uma poliglota brasileira que prestou serviços ao Itamaraty, tornando-se a segunda esposa do escritor João Guimarães Rosa. Aracy também é conhecida por ter seu nome escrito no Jardim dos Justos entre as Nações, no Museu do Holocausto (Yad Vashem), em Israel, por ter ajudado muitos judeus a entrarem ilegalmente no Brasil durante o governo de Getúlio Vargas. A homenagem foi prestada em 8 de julho de 1982, ocasião em que também foi homenageado o embaixador Luiz Martins de Souza Dantas. Ela é uma das pessoas homenageadas também no Museu do Holocausto de Washington (EUA). É conhecida pela alcunha de “O Anjo de Hamburgo”. Leia mais em: Aracy de Carvalho Guimarães Rosa na Wikipédia

Recomendação na Wikipédia: Arqshoah Arquivo Virtual Holocausto e Antisemitismo ROSA, Aracy Moebius de Carvalho Guimaraes

RESUMO DO LIVRO JUSTA. ARACY DE CARVALHO E O RESGATE DE JUDEUS: TROCANDO A ALEMANHA NAZISTA PELO BRASIL Mônica Schpun [Editora Civilização Brasileira; 2011] conta a emocionante história de duas mulheres que tiveram seus destinos entrelaçados pela resistência à intolerância extrema nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial e durante o conflito. Uma era brasileira, chefe do setor de passaportes do consulado brasileiro em Hamburgo. A outra, alemã, judia, mulher de um bem-sucedido cirurgião dentista. As duas, jovens na década de 30, tiveram papel decisivo na fuga para o Brasil de judeus perseguidos pelo nazismo.Aracy trabalhava no mesmo consulado em que o escritor Guimarães Rosa, seu marido, iniciava a carreira diplomática como cônsul adjunto. Em 1938, a perseguição aos judeus levou Maria Margarethe Bertel Levy e o marido a procurarem a funcionária Aracy na tentativa de deixar a Alemanha nazista. A partir deste encontro as duas mulheres: a brasileira Aracy em Hamburgo e a alemã Margarethe em São Paulo criaram uma rede de solidariedade e construíram uma rota de fuga para judeus da Alemanha rumo ao Brasil.As duas tiveram que driblar um contexto histórico duplamente hostil: na Alemanha, os primeiros anos do Terceiro Reich e a Segunda Guerra; no Brasil, a Era Vargas (1930-1945) , que criou uma política migratória restritiva e de constrangimentos para judeus. A partir de variada bibliografia, documentos anteriormente ocultos e entrevistas, Mônica Schpun conta a relação entre estas duas mulheres de fibra e reconstrói a cidade de Hamburgo das primeiras décadas do século XX. A autora mostra o modo como a intensificação da perseguição aos judeus ocorreu e a maneira como eles procuraram contornar as formas de repressão. No Brasil, a autora focaliza a cidade de São Paulo da primeira metade do século. Foi lá que a maior parte dos judeus salvos por Aracy e Margarethe veio a se instalar, integrando-se a um tecido urbano emergente, precisando lidar, cada um a seu modo, com a bagagem trágica trazida da Europa. Em Justa, a autora acompanha os cinqüenta anos de vida e deslocamentos destas famílias e reconstrói, com um riquíssimo trabalho de pesquisa, a história de Aracy e Margarethe e da amizade que atravessou o século XX e salvou vidas. Fonte: Grupo Editorial Record

Fonte: Sinopse do livro Net – Justa. Aracy de Carvalho e o resgate de judeus: trocando a Alemanha nazista pelo Brasil

Maestro/Maestrina russo/russa no YouTube domingo, mar 9 2014 

Recebido do primo Sérgio: uma pérola

Atenção: colabore com o combate à pornografia infantil, à exploração infantil, mas assista ao vídeo, uma pérola da espontaneidade infantil:

http://youtu.be/i7W3ICpONVs

De mãos dadas pela eternidade – Blog do MyHeritage em português quinta-feira, mar 6 2014 

Tocante postagem sobre a vida e a morte de um casal de diferentes religiões sepultado em um cemitério, na Holanda, na época separado em seções por religião.

De mãos dadas pela eternidade.

Varvito = o que é; links para entender essa formação sedimentar terça-feira, mar 4 2014 

O arquivo, em extensão “pdf”, é excelente para entender, cientificamente, o que é varvito, uma rocha sedimentar

Varvito de Itu – Registro Clássico da Glaciação Neopaleozoica  Ou http://sigep.cprm.gov.br/sitio062/sitio062.pdf

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Texto na Wikipédia, a enciclopédia livre:

varvito é uma rocha sedimentar originada durante a glaciação de rios e lagos e sua estrutura é constituída por uma série de varves.

Apresenta camadas alternadas, formando um depósito sedimentar de estratificação rítmica (ritmito), sendo que cada varve corresponde a um ano. Os clastos caídos são comuns nos varvitos.

O nome varvito vem de sua estrutura em varves. As varves são conjuntos de camadas finas sedimentares clásticas alternadas. A camada mais fina é composta por silte e/ou argila e a mais espessa de silte, areia (fina, média ou grossa) e argila.

A deposição destes materiais ocorre comumente em lagos próximos a geleiras, evidenciado pela posição horizontal do registro e por sua estratificação bastante regular.

Durante as estações mais quentes (primavera e verão), o derretimento do gelo é mais intenso e transporta maior quantidade de areia, argila e silte para o fundo do lago, formando as camadas mais espessas e claras (siltito ou arenito). Neste período mais quente alguns seres vivos conseguem se desenvolver.

Com o derretimento do gelo glacial, blocos maiores das geleiras podem se desprenderem e acabarem no lago. Ao derreterem por completo, podem liberar sedimentos maiores no fundo lacustre, como seixos, calhaus e matacões. Estes sedimentos mais grosseiros se depositam e, como consequência, formam os seixos pingados entre as varves do depósito sedimentar.

Durante as estações mais frias do ano (outono e inverno), os corpos d’água congelam. Nesse período, as partículas mais finas se depositam (argila ou silte) no fundo do lago, por exemplo, formando as lâminas mais escuras e delgadas denominadas folhelhos.

A camada mais clara (sedimentos de meses quentes) costuma ser mais porosa e áspera do que a lâmina de folhelho, devido à primeira conter silte e areia em sua composição.

As camadas sedimentares clásticas alternadas – a camada fina depositada durante os meses frios e a camada mais espessa depositada durante os meses quentes – representam a sedimentação durante um ano. Deste modo, é possível contabilizar, aproximadamente, os anos em um perfil de depósito sedimentar glacial flúvio-lacustrino de varvito. O resultado pode ser interpretado como os anos em que o lago esteve recebendo sedimentos de geleiras.

Nota-se também, em alguns registros geológicos como o do Parque do Varvito – Wikipédia, a enciclopédia livre, em Itu,SP, que as camadas vão se tornando mais finas conforme vão se aproximando da superfície, ou seja, as varves mais recentes são menos espessas que as mais antigas. Esse padrão pode ser explicado se considerarmos que, ao longo dos anos, a geleira foi recuando, levando uma quantia cada vez menor de sedimentos para o lago.

A datação do lago, a partir da contagem das camadas de varvito, pode não ser muito exata, devido à ação erosiva na superfície, que pode eliminar os,sedimentos mais recentes. Entretanto, a estimativa do tempo em que o lago esteve próximo à geleira costuma ser bastante satisfatória através deste método de contagem do tempo.

Nos lagos do período Pleistoceno pode-se observar vestígios da presença de animais invertebrados.

Estes vestígios aparecem na forma de traços finos e alongados, cruzando-se sobre a camada de sedimentos – geralmente a mais clara, formada durante os meses quentes, quando a vida no lago poderia ser mais ativa. São marcas deixadas pela movimentação das patas ou corpos dos animais. Raramente estes animais são encontrados fossilizados, pois seus corpos provavelmente eram muito delicados e não resistiriam no fundo do lago o suficiente para a ocorrência da fossilização.

Os varvitos podem ser:

par siltito-folhelho: quando a maior parte da camada mais clara é composta de silte. Neste caso, percebe-se que a camada é mais porosa do que áspera.

par arenito-folhelho: quando a maior parte da camada mais clara é composta de areia. Neste caso, percebe-se que a camada é mais áspera que porosa.

Origem = http://pt.wikipedia.org/wiki/Varvito

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Veja fotos espetaculares dessa formação de rocha sedimentar em:

Fermina Daza Blogspot – Parque do Varvito – 8set2012

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Sou ituana, portanto conheço a localização da “Pedreira de Varvito” desde criança. Acompanhei a inauguração do Parque do Varvito, em Itu – SP = local mágico.

Página da Adelaide – Adelaide’s Home Page terça-feira, mar 4 2014 

Por uma série de contratempos, ontem, dia 03-03, não telefonei para MAdelaide.

Hoje, dia 04-03, terça-feira de Carnaval, na parte da manhã, ainda não consegui falar com ela.

Pensei bem e a melhor forma que encontrei para homenageá-la foi divulgar a página que mantém na Web desde fevereiro de 1999.

Aprendi muito com minha prima MAdelaide a respeito de navegação na Web. Sempre recebi dela mensagens com conteúdo muito importante e a ética nos conteúdos de sua página, além de não perder tempo com mediocridades, fazem de Página da Adelaide visitas obrigatórias, porém prazerosas.

Além de uma formatação atraente, a página de minha prima contém uma diversidade de assuntos, cujos “links” estão disponíveis, com inúmeras chamadas para textos científicos, com fotos e comentários sobre viagens que fez e faz.

Imperdível:

Página da Adelaide – Adelaide’s Home Page

Escolha o que quer ver primeiro = recomendo “Página do Mês”.

 

SPPREV = Alerta de 25fev2014 sobre correspondência falsa enviada aos beneficiários domingo, mar 2 2014 

25/02/2014 –  SPPREV alerta sobre falsa correspondência enviada aos beneficiários

Correspondências de um falso órgão de previdência, intitulado Superintendência Geral de Previdência Privada, estão sendo enviadas a beneficiários da SPPREV.

Com o assunto “Encerramento de conta previdenciária”, os ofícios informam que os cidadãos têm direito a uma indenização no valor de R$ 65.840, sendo que para o seu resgate seria necessário o pagamento de uma pretensa taxa de habilitação, no valor de R$ 945, e das supostas taxas das “custas judiciais”, que equivaleriam a R$ 6.584.

A São Paulo Previdência alerta seus participantes sobre a existência da referida fraude. Em caso de dúvidas sobre a veracidade de uma informação ou de uma correspondência, a recomendação da autarquia é de que os beneficiários entrem em contato com o Teleatendimento (0800 777 7738) ou compareçam presencialmente a uma das unidades de atendimento da SPPREV.

Confira abaixo a imagem da correspondência falsa:

viaSPPREV – São Paulo Previdência.

SPPREV – São Paulo Previdência – Informe de Rendimentos 2013 acessível a partir de 01março2014 domingo, mar 2 2014 

Calma, pessoal! Acessível a partir de 1.º de março de 2014 não significa que, hoje, dia 02 de março já esteja disponível.

Consultem diariamente.

Leia mais em:

SPPREV – São Paulo Previdência.

Saber-Literário : FRED FIGNER = Casa Edison; Odeon; Retiro dos Artistas em Jacarepaguá – RJ segunda-feira, fev 24 2014 

Recebi da prima Melinha um texto, com fotos, sobre Fred Figner.

Em “busca”, encontrei a origem do texto enviado no corpo da mensagem de e-mail.

Emocionante!

Saber-Literário : FRED FIGNER.

Você tem um sósia? – MyHeritage.com.br – Blog português domingo, fev 23 2014 

Mesmo que você ainda não tenha um “website” de família no MyHeritage.Com, nada o impede de acessar a postagem abaixo e as demais postagens.

Aos que têm “website de família, verifiquem esse recurso de reconhecimento facial para localizar sósias.

Você tem um sósia? – MyHeritage.com.br – Blog português.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria domingo, fev 23 2014 

À venda em qualquer loja da Droga Raia, pelo valor de R$ 3,50 (três reais e cinquenta centavos). Esse valor, descontados os custos do projeto, é revertido para o GRAACC + Instituto Ayrton Senna (parceria social).

GRAACC, combatendo e vencendo o câncer infantil, é a sigla de Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer. É uma instituição sem fins lucrativos que, desde 1991, combate o câncer infantil.

Clique para folhear as revistas anteriores disponíveis para isso. Não se esqueça de, ao passar por uma das lojas da Droga Raia, adquirir uma ou mais revistas.

A de n.º 36 refere-se ao bimestre fevereiro e março/2014.

Sorria Nº 36. A alegria de cultivar amigos | Revista Sorria.

Itu.com.br – Cinema – Vida do pintor ituano Almeida Junior é contada em documentário quarta-feira, fev 19 2014 

Itu.com.br – Cinema – Vida do pintor ituano Almeida Junior é contada em documentário.

Direitos Humanos Seletivos, de Ruy Fabiano, Blog do Noblat, 15-02-2014 domingo, fev 16 2014 

De 15-02-2014, Blog do Noblat, por Ruy Fabiano; recebido do primo PRoberto

Direitos Humanos Seletivos

Ruy Fabiano

A defesa dos direitos humanos, imperativo civilizatório, perde sentido e substância quando contaminada pelo viés ideológico. Direitos humanos não são nem de direita, nem de esquerda; ou se aplicam a todos ou apenas instrumentalizam um projeto de poder, o que configura mais um tipo de violação.

É o que tem ocorrido no Brasil há já muitos anos, ao ponto de sua simples menção provocar mais suspeita que conforto em grande parte da sociedade. Isso porque raramente as organizações humanitárias preocupam-se com o destino das vítimas, concentrando-se habitualmente nos agressores ou naqueles que personificam a luta política que consideram emblemática.

Vejamos os fatos mais recentes. O ajudante de pedreiro Amarildo de Souza desapareceu de sua residência, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, em julho do ano passado [2013].

As investigações indicam que foi morto por PMs. Mas, bem antes de sua morte estar evidenciada, fez-se campanha nacional, de grande repercussão, para denunciá-la. Muito justo e necessário. Artistas interrompiam shows para reclamar de seu paradeiro.

Porém, dia 2 passado [02-02-2014], a PM Alda Rafael Castilho, de 22 anos, foi covardemente assassinada, com um tiro no estômago, em seu posto na UPP de Vila Cruzeiro, no Rio.

Eram 15 os bandidos, que balearam outro PM, Melquisedeque Basílio, de 29 anos, e atingiram, com balas perdidas, um casal, sendo que a moça, Elaine Mariano, ferida na cabeça, está em estado grave no hospital. Alda foi o oitavo policial morto desde que as UPPs se instalaram, em 2008.

Alguma manifestação? Algum artista interrompeu seu show para reclamar sua morte? Algum muro na cidade para lembrar o crime? Alguma ONG empenhada em auxiliar a família das vítimas? Alguma declaração da ministra dos Direitos Humanos? Não.

O episódio circunscreveu-se ao noticiário de jornal. Policial, segundo se depreende de tal silêncio, não é humano – e, portanto, não tem direitos. Vamos em frente.

No dia 3 passado [03-02-2014], em São Luís, Maranhão, bandidos tocaram fogo em um ônibus cheio de passageiros. Vários feridos e uma criança de seis anos, Ana Clara Santos Souza, carbonizada. O crime chocou a opinião pública, mas não se tem notícia de qualquer protesto por parte das ONGs humanitárias ou qualquer pronunciamento da ministra dos Direitos Humanos.

Dia 11 [11-02-2014], Kaíque Augusto Batista dos Santos, de 17 anos, foi encontrado morto em São Paulo, embaixo de um viaduto, com o rosto deformado e uma fratura exposta na perna.

Antes que a perícia se manifestasse, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, ao saber que se tratava de um negro e homossexual, resolveu todo o enigma: o rapaz fora assassinado por homofóbicos racistas. Aproveitou, em nota oficial, para pedir rapidez na aprovação da lei que criminaliza a homofobia.

Ato contínuo, organizações de homossexuais, ONGs de direitos humanos e partidos de esquerda entraram em cena para reverberar as palavras da ministra. Chegaram a fazer uma manifestação de protesto no local. Dias depois, o diagnóstico da polícia, reconhecido pela família, silenciou o protesto: Kaíque se suicidara. Seu cadáver perdeu então importância.

No dia 31 [31-01-2014] passado, um adolescente negro foi espancado e amarrado a um poste no bairro do Flamengo, Rio. Ele teria praticado roubos nas redondezas e fora justiçado por rapazes de classe média, que, na ausência da polícia, decidiram agir como milicianos. Um absurdo, claro.

Porém, o alarido que as mesmas organizações promoveram em defesa do rapaz – justa, diga-se – contrasta com o silêncio em torno da morte da PM Alda e da menina Ana Clara.

Em São Paulo, dia 25 passado [25-01-2014], a polícia baleou o black bloc Fabrício Proteus Chaves, de 22 anos, que investira contra um policial com um estilete na mão. A mesma turma dos direitos humanos, antes que as imagens colhidas do episódio viessem à tona – e comprovassem que a polícia agiu em legítima defesa – julgaram e condenaram os PMs.

Fabrício tinha em sua mochila, entre outros artefatos, duas bombas caseiras e uma chave inglesa, usada para quebrar vitrines e caixas eletrônicos. O episódio serviu também para que diversos personagens do meio político e artístico reiterassem a legitimidade da ação predadora dos black bloc.

No Rio [em 06-02-2014], dois black bloc mataram [atingiram Santiago Andrade com um rojão] o cinegrafista Santiago Andrade [05-09-1964/10-02-2014]. Antes que as imagens fossem divulgadas – e mostrassem a autoria efetiva -um repórter de TV disse ter visto a polícia jogar a bomba. Abriu-se uma discussão para atenuar o crime. Os rapazes não queriam matar o cinegrafista. Quem então? Um policial? Talvez. Não haveria tanto barulho. Polícia não é gente.

Esta semana [13-02-2014], em Brasília, uma manifestação do MST feriu 30 PMs, sendo oito em estado grave. Alguma solidariedade às famílias, alguma declaração da ministra contra a violência? Nada.

Indignação seletiva é sempre falsa – e, em vez de combater a violência, realimenta-a.

Ruy Fabiano é jornalista.

http://oglobo.globo.com/pais/n…seletivos-524517.asp

Silêncio cúmplice , de Heloísa Seixas, em “O Globo”, 12-02-2014 domingo, fev 16 2014 

Publicado em 12-02-2014, de Heloísa Seixas, em “O Globo”; recebido do primo PRoberto

Silêncio cúmplice

‘Os comentários que tenho ouvido me passam a impressão de que, de alguma maneira, nos sentimos culpados’

Recebi o telefonema de um amigo da TV Bandeirantes, muito abalado com a morte do cinegrafista Santiago Andrade, atingido por um morteiro disparado pelos black blocs na manifestação do dia 6 de fevereiro. Claro que todos nós — a sociedade civil e especialmente nós, jornalistas — estamos chocados com a história. Mas uma frase de meu amigo me chamou a atenção:

“Fico me perguntando se não devíamos ter sido mais duros desde o início, se não devíamos ter denunciado com mais vigor esses vândalos”, disse ele. Aí está: talvez haja, nessa morte, mais do que a sensação de perplexidade e revolta que sentimos quando ficamos sabendo, por exemplo, da morte de alguém vítima de bala perdida. Os comentários que tenho ouvido me passam a impressão de que, de alguma maneira, nos sentimos culpados.

Desde que começaram os movimentos de junho do ano passado, temos assistido à crescente violência nas manifestações. Essa escalada de violência tem sido atribuída quase sempre à maneira truculenta de agir por parte dos policiais. Mas, por maior que seja o despreparo do aparato policial, há vândalos agindo livremente nas ruas durante esses atos, saindo com o objetivo puro e simples de destruir, sem qualquer reivindicação a movê-los.

Jovens advogados, políticos progressistas, instituições que sempre defenderam os direitos humanos, todos têm saído em defesa dos manifestantes, na presunção de que, entre perseguidos e policiais, os primeiros têm sempre razão. Mas os black blocs, ou seja lá que nome tenham, vinham dando sinais nos quais devíamos ter prestado mais atenção: havia tintas neonazistas no comportamento deles, inclusive na hostilidade à imprensa.

Mas parecia retrógrado, uma coisa velha, de direita (como se dizia antigamente), ser contra os manifestantes. Poucos de nós, na imprensa, tivemos coragem de escrever contra eles com a força necessária. Afinal, como defender policiais e governos suspeitos, logo nós, que já trabalhamos sob censura e combatemos a ditadura? Melhor ficarmos quietos, em nome da democracia. Em nome do direito à livre manifestação — mesmo com bombas e pedras.

E agora estamos assim, como o meu amigo da Bandeirantes. Com esse nó na garganta, essa pergunta presa no peito: será que nosso silêncio constrangido nos faz cúmplices na morte de Santiago?

*Heloisa Seixas é jornalista e escritora

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/silencio-cumplice-11577996#ixzz2t82FOE1V
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Italianos em Salto (1996) – YouTube terça-feira, fev 11 2014 

Havia oito (08) postagens, do YouTube, com o título “Italianos em Salto”.

Eliminei-as, porque havia um aviso que impossibilitava assisti-las.

Encontrei esta, de 2013, com 1h11m32s.

viaItalianos em Salto (1996) – YouTube.

APOD: 2012 July 10 – Happy People Dancing on Planet Earth segunda-feira, fev 10 2014 

Saiba algo sobre o idealizador dos vídeos:

http://www.wherethehellismatt.com/about

http://www.wherethehellismatt.com/about/faq#triplyrics

APOD: 2012 July 10 – Happy People Dancing on Planet Earth.

Pesquisa genealógica enquanto dorme – Webinar – MyHeritage.com.br – Blog português sábado, fev 8 2014 

O que é Webinar?

É um novo meio de comunicação entre MyHeritage e seus usuários. De uma maneira bem fácil, é possível explicar ao vivo na forma de palestra/aula algumas funções em que muitos usuários podem encontrar dúvidas ou até mesmo não usarem pois não conhecem todo o potencial do site.

Fonte: Trecho extraído da postagem “Webinar de MyHeritage.com – comandos básicos”, 20-06-2013, por Walter Olivas. http://blog.myheritage.com.br/2013/06/webinar-de-myheritage-comandos-basicos/

Agora, clique, abaixo, para acompanhar o Webinar esclarecedor para “Smart Matches”, uma ferramenta disponível, nos planos pagos do MyHeritage, para as coincidências de perfis entre a sua árvore genealógica e outras árvores; para adicionar, na sua árvore, dados de perfis de árvores coincidentes; para unir árvores…

Pesquisa genealógica enquanto dorme – Webinar – MyHeritage.com.br – Blog português.

Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo – Laosp | Centro Cultural do Liceu quarta-feira, fev 5 2014 

Gostaria que “Era Virtual” tivesse tido a oportunidade de incluir o Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo para visita virtual antes que pegasse fogo na madrugada de 04-02-2014. Fechado há um ano (2013), só tive um vislumbre do acervo após o incêndio. Alguém declarou que tudo pode ser restaurado. Outras notícias, na Web, afirmam que o Centro Cultural do Liceu não tinha alvará dos bombeiros e que a razão do incêndio pode ter sido um curto-circuito.

Atualizado: 04/02/2014 07:40 | Por Agência Brasil, Agência Brasil

Incêndio destroi Centro Cultural do Liceu em SP

Um incêndio de grandes proporções nesta madrugada [04-02-2014] destruiu o Centro Cultural do Liceu de Artes de Ofícios de São Paulo. Parte do acervo que incluía réplicas em escala natural de esculturas clássicas foi perdida. Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve vítimas.

As chamas começaram por volta da 1h e foram enviadas 21 viaturas. No início desta manhã, o fogo já estava controlado e os homens do Corpo de Bombeiros faziam o trabalho de rescaldo.

O Centro Cultural na rua da Cantareira, 1351, no bairro do Bom Retiro, região central da capital paulista funcionava num prédio anexo à escola Liceu. O estabelecimento publicou um comunicado no seu site informando que o prédio da escola não foi atingindo. Porém, as aulas estarão suspensas nesta terça-feira (4).

Adendo: na Internet, no website do Liceu, encontramos o aviso de que as aulas no prédio não atingido pelo fogo retornam na segunda-feira, dia 10-02-2014. MLB

Agência Brasil – Todos os direitos reservados.

Fonte: http://noticias.br.msn.com/brasil/inc%C3%AAndio-destroi-centro-cultural-do-liceu-em-sp

Sobre o Liceu de SP, clique em:

Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo_Wikipédia a enciclopédia livre

e complemente com:

Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo – Laosp.

Fachada do Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo_orgiem Wikipédia

Fachada do Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo_origem Wikipédia, a enciclopédia livre

200px-Pinacoteca_do_Estado_de_São_Paulo,_Brasil_-_interiores

O edifício da Pinacoteca de São Paulo originalmente foi construído para abrigar o Liceu de Artes, além do acervo artístico do Estado, embora a escola tenha se mantido por um curto período aí. (Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre)

Por enquanto, maravilhe-se com a visita virtual ao Museu de Artes e Ofícios de Minas Gerais, de “Era Virtual”

Espere carregar. Quando aparecer a Praça da Estação, com música e narração, você pode fazer a visita virtual pela praça. Depois, no canto inferior esquerdo, escolha os itens pelos quais deseja navegar, um a um, que, além de imagens, há narração.

Era Virtual, Museu de Artes e Ofícios de Minas Gerais, Brasil

 

A história do biquíni e como chegou aos EUA – em inglês quarta-feira, jan 29 2014 

Meu primo PRoberto ficou curioso com o sobrenome da primeira corajosa a posar de biquíni, uma dançarina francesa.

Enviou-me a foto e o comentário sobre a modelo.

Encontrei esta “pérola” de 2006 =

A história do biquíni, como chegou nos EUA, em inglês

Agora, em português, cujo texto aborda a paixão de brasileiros e brasileiras pelo biquíni =

A evolução do biquíni, inventado na França em 1946, até o fio dental

Flagra: Sapo “cavalheiro” usa folha para proteger fêmea da chuva – Globo Rural | Planeta Bicho quarta-feira, jan 29 2014 

Indicação do amigo JEmídio.

Uma pérola, de fato.

Flagra: Sapo “cavalheiro” usa folha para proteger fêmea da chuva – Globo Rural | Planeta Bicho.

São Paulo, Minha Cidade e as histórias contadas pela prima Haydée segunda-feira, jan 27 2014 

Acessem as histórias contadas pela prima Haydée. São Pérolas, Resgate da Memória da cidade de São Paulo.

Primeira vez em São Paulo_por Haydée M Brock

Procurando Arnobio_por Haydée M Brock

Quase só para mulheres_por Haydée M Brock

Origem: São Paulo, Minha Cidade

Garanto que se interessarão, também, por outras histórias contadas pelos demais autores.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória – MyHeritage Blog em Português segunda-feira, jan 27 2014 

Imperdível!

Atenção para o documentário (em vídeo) que não pretende dar explicações ou respostas, mas levar à reflexão.

Vídeo: Entre a suástica e a palmatória.

Não consigo acessar SPPREV nem encontro meu demonstrativo de pagamento como inativo sexta-feira, jan 24 2014 

A melhor solução é acessar em

SPPREV página inicial

o Atendimento ao Usuário, utilizar as informações ali prestadas e tirar todas as dúvidas com os atendentes (consulta presencial ou por telefone).

Apresenta-se assim, na página inicial do SPPREV

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Compartilhando histórias de família com nossos maiores tesouros: nossos filhos terça-feira, jan 21 2014 

Imperdível essa postagem.

Você já pensou em ter sua árvore genealógica on-line?

É possível preservar tudo de que trata o texto da postagem abaixo e compartilhar com os membros da família.

Compartilhando histórias de família com nossos maiores tesouros: nossos filhos.

“Tico-Tico no fubá” 79 anos após a morte de Zequinha de Abreu em 22-01-1935 terça-feira, jan 21 2014 

Canção de choro composta por Zequinha de Abreu.

José Gomes de Abreu, o Zequinha de Abreu, nasceu em Santa Rita do Passa Quatro – SP, em 19-09-1880. Morreu em São Paulo – SP, no dia 22-01-1935

Na Wikipédia= “Tico-Tico no Fubá” é uma canção de choro composta por Zequinha de Abreu. Com o tempo, tornou-se uma das canções brasileiras mais conhecidas de todos os tempos. Foi gravada pela pequena notável  Carmen Miranda, pela Rainha do Chorinho Ademilde Fonseca e por Ray Conniff, entre outros. Foi apresentada pela primeira vez em um baile da cidade de Santa Rita do Passa Quatro em 1917 sob o nome de Tico-Tico no Farelo. A canção recebeu o nome atual em 1931, já que existia outra de mesmo título, composta por Canhoto. No mesmo ano foi incluída pela primeira vez em disco, gravado pela Orquestra Colbaz. [Origem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tico-Tico_no_Fub%C3%A1, onde se pode ouvir a gravação de “Tico-Tico no fubá” com a Orquestra Colbaz]

Composição de 1917, já famosa no exterior, apenas tocada. A primeira letra foi feita em 1941 pelo Dr. Eurico Barreiros. Ademilde Fonseca gravou-a (10.8.1942) na Columbia (55.386-A). Nos Estados Unidos, Aloysio de Oliveira, ignorando o precedente, escreveu outra letra [...] Em carta a Almirante (12.3.1943), toda em versos, ele comenta: “Agora, um outro assunto/ eu quero lhe perguntar/ É sobre aquele chorinho/ “Tico-Tico no Fubá”/ Espécie de adaptação/ Eu fiz para Carmen cantar/ Quero a sua opinião/ Pois aqui tem-se a impressão/ que vai ficar popular/ Depois de tudo já feito/ Num jornal vi publicado/ que haviam já no Rio/ o “Tico-Tico” cantado/ Li a letra que fizeram/ E comparando com a minha/ Conclui comigo mesmo/ que a minha era “melhorzinha”/ Aqui, inclusa, uma cópia/ Da minha letra eu envio/ Para que a compare/ com a que fizeram no Rio.” (Abel Cardoso Junior) [Origem: http://carmen.miranda.nom.br/grv_284.html]

Em http://letras.mus.br/ney-matogrosso/1096637/, a canção na performance de Ney Matogrosso: a letra é de Eurico Barreiros (a primeira letra de 1941). [A Informação sobre o crédito da letra cantada por Ney Matogrosso foi extraída de http://www.beakauffmann.com/mpb_t/tico-tico-no-fuba.html, onde é possível ouvir duas “midis” de “Tico-Tico no fubá” - Beatriz Kauffmann’s Web Site = www.beakauffmann.com].

No Youtube, Ney Matogrosso, Show “Batuque” de 2001, postado em 2011

http://youtu.be/7O3CL1_a8kg

Para ouvir com Carmen Miranda

Em http://letras.mus.br/carmen-miranda/241982/, a letra é de E. Drake e Alloysio de Oliveira.

TICO-TICO NO FUBÁ
[Choro - De Zequinha de Abreu, E. Drake e Aloysio de Oliveira. Acompanhamento do Bando da Lua e Garoto. Gravado nos Estados Unidos em 27 de janeiro de 1945]

Origem da informação = http://carmen.miranda.nom.br/grv_284.html

No Youtube, postado em 2011, Carmen Miranda interpreta a letra gravada em 1945:

http://youtu.be/bioGCIPKuiM

Rendeu bastante o fato de eu não saber disso e ter pesquisado.

Tico Tico no Fubá – Ney Matogrosso – YouTube terça-feira, jan 21 2014 

Recebi mensagem reenviada pelo primo Sérgio com a letra integral de “Tico-tico no fubá”, chamando a atenção para essa letra, pois quem enviou a mensagem, originalmente, comenta que nunca tinha prestado atenção na letra inteira.

Acontece que, com todo o talento, Ney Matogrosso interpreta a canção de modo que é possível entender os versos.

Aparentemente, os intérpretes anteriores sempre foram obrigados a interpretá-la de acordo com o ritmo absolutamente alucinante do acompanhamento musical.

Vale a pena assistir à interpretação de Ney Matogrosso, “Show Batuque”,  gravado em 2001, postado em 2011.

Tico Tico no Fubá – Ney Matogrosso – YouTube.

Na postagem subsequente, entendi o motivo de a letra cantada por Ney Matogrosso não se parecer em nada com a letra cantada por Carmen Miranda = Ney Matogrosso interpretou a primeira letra de “Tico-Tico no fubá”.

Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre – A vida imortal de Henrietta Lacks segunda-feira, jan 20 2014 

Henrietta Lacks morreu em 1951, vítima de uma forma agressiva de câncer de colo de útero.

Acompanhe, abaixo, pelo “link” da Wikipédia, por que uma humilde norte-americana se tornou imortal.

Henrietta Lacks – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em 2011, presenteei uma amiga, médica, com o livro, na época, recém lançado no Brasil pela Companhia das Letras, cuja resenha pode ser lida no “link” abaixo:

http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12974

Minha amiga comentou, posteriormente, que ficou encantada e emocionada com a leitura.

Espero estimular outras pessoas a comprar o livro e a refletir sobre o conteúdo.

Adianto alguns detalhes, com citação da fonte de onde foram extraídos:

Descrição do produto e ficha técnica

Título: A Vida Imortal de Henrietta Lacks
Autor: Rebecca Skloot
Editora: Companhia das Letras
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 456 páginas
ISBN: 978-85-3591-815-1
Peso: 570g
Dimensões: 210mm x 140mm

Sinopse

Henrietta Lacks era descendente de escravos e nasceu em 1920, numa fazenda de tabaco no interior da Virgínia. Aos trinta anos, casada e mãe de cinco filhos, Henrietta descobriu que tinha câncer.

Em poucos meses, um tumor no colo do útero se espalhou por seu corpo. Ela se tratou no Hospital Johns Hopkins, e veio a falecer em 1951. No hospital, uma amostra do colo do útero de Henrietta havia sido extraída sem o seu conhecimento, e fornecida à equipe de George Gey. Gey demonstrou que as células cancerígenas desse tecido possuíam uma característica até então inédita –mesmo fora do corpo de Henrietta, multiplicavam-se num curto intervalo, tornando-se virtualmente imortais num meio de cultura adequado.

Por causa disso, as células “HeLa” logo começaram a ser utilizadas nas pesquisas em universidades e centros de tecnologia. Como resultado, a vacina contra a poliomielite e contra o vírus HPV, vários medicamentos para o tratamento de câncer, de AIDS e do mal de Parkinson, por exemplo, foram obtidos com a linhagem “HeLa”.

Apesar disso, os responsáveis jamais deram informações adequadas à família da doadora e tampouco ofereceram qualquer compensação moral ou financeira pela massiva utilização das células. “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” reconstitui a vida e a morte desta injustiçada personagem da história da medicina. O livro demonstra como o progresso científico do século 20 deveu-se em grande medida a essa mulher negra, pobre e quase sem instrução.

Fonte: http://livraria.folha.com.br/livros/ciencias-biologicas/vida-imortal-henrietta-lacks-rebecca-skloot-1163086.html?tracking_number=734

Aprendiz da vida – Letícia Thompson 2011 segunda-feira, jan 13 2014 

Repostando o texto, pois postei, anteriormente, o anexo em extensão “pps” que recebi do primo Sérgio

Aprendiz da vida – Letícia Thompson 2011.

Últimos Desejos | Kombi | Volkswagen quinta-feira, jan 9 2014 

Imperdível. Fui direcionada a essa pérola pela publicação, na revista Superinteressante, Edição “verde” 327, dezembro/2013, página 27, Editora Abril:

Os últimos desejos da Kombi_anúncio na Superinteressante dez2013 ed 327 Editora Abril

No final da mensagem publicitária, há a recomendação para acessar = vw.com.br/kombi

Acesse o “link” abaixo com tempo, para ver as histórias completas e acompanhar as entregas das “retribuições” da Kombi a pessoas especiais que fizeram parte da vida dela.

Últimos Desejos | Kombi | Volkswagen.

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria segunda-feira, dez 23 2013 

À venda em qualquer loja da Droga Raia:

Sorria Nº 35. Como é bom fazer o bem! | Revista Sorria.

Santos-Dumont, de próprio punho domingo, dez 22 2013 

Sugestão da revista História Viva, História em cartaz, ano VII, n.º 78, Duetto Editorial, página 14:

Santos Dumont por ele mesmo – No intuito de divulgar a trajetória de um dos brasileiros mais ilustres de todos os tempos, o site Santos Dumont de próprio punho colocou à disposição dos internautas diversos documentos redigidos pelo inventor. Além das duas obras autobiográficas escritas em vida por Dumont – Dans L’air (lançada em 1904) e O que eu vi – O que nós veremos (1918) – o site disponibiliza textos e imagens oriundos de arquivos brasileiros e estrangeiros.

Para complementar as informações contidas nos livros, pesquisadores foram a diversos estados brasileiros, além de Portugal e França, para reunir dados sobre a biografia de Santos Dumont. Todo o material está disponível na página do projeto na internet, em português e francês.

Há, por exemplo, fotos, cartas e vídeos de época que mostram aspectos da vida social e fornecem amostras da produção intelectual de Santos dumont. Os visitantes também poderão conhecer a vasta bibliografia publicada sobre o inventor, em livros, revistas e até em histórias em quadrinhos”.

Santos-Dumont, de próprio punho ».

Tradições familiares natalinas: quais são as suas? – MyHeritage Portuguese Blog domingo, dez 22 2013 

Tradições familiares natalinas: quais são as suas?.

Era Virtual Museus – Visitas Virtuais terça-feira, dez 17 2013 

Indicação da revista História Viva impressa, página 10, ano VII, n.º 78, Duetto Editorial, com o título

Exposições na tela do computador – Visitar 12 museus brasileiros em um dia pode parecer impossível. O site Era Virtual, no entanto, promete transformar isso em realidade ao criar visitas virtuais gratuitas a instituições de quatro estados brasileiros: Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás e Pernambuco.

Atualmente, já é possível ver na tela do computador os acervos do Museu de Artes e Ofícios (MG), do Museu Nacional do Mar (SC), da Casa de Cora Coralina (GO), do Museu Victor Meirelles (SC) e do Museu do Oratório (MG). Na sequência, outras seis instituições mineiras e uma pernambucana ganharão suas versões eletrônicas.

Para digitalizar os museus, os idealizadores do projeto fotografaram os espaços de exposição e seus acervos, para, em seguida, filmá-los em diversos ângulos e em alta definição. O sistema utilizado permite ao visitante virtual entrar no museu, avançar, aproximar-se de alguma obra ou voltar no momento em que quiser, sem itinerário obrigatório. O projeto pretende ajudar a suprir uma das carências culturais do país: segundo pesquisas, 92% da população brasileira nunca foi a um museu”.

Era Virtual Museus – Visitas Virtuais.

Na página principal, clique em “Visita Virtual” e saberá quais museus já estão disponíveis.

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Site da revista: http://www.historiaviva.com.br

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